PODCAST · society
Sobre a verdade da mentira | António de Castro Caeiro
by CCB | Centro Cultural Belém
Não querer ser enganado com mentiras e descobrir a verdade é a situação em que cada ser humano se encontra. Há uma pressão contínua — 24h por dia, 7 dias na semana — para escapar à mentira e saber da verdade. Por norma, achamos que estamos na verdade e somos verdadeiros, mas não sucumbimos à mentira? A proliferação da desinformação é uma necessidade que empresas como a Cambridge Analytica ou alguns estados vieram suprir. A desinformação pode influenciar eleições e minar a confiança na democracia. Somos, às vezes, enganados com a mentira e também com a verdade. Mas não a propagamos também nós?
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EP#09 - Grandes deceções (Neel Burton), “Sobre a verdade da mentira”, António de Castro Caeiro | CCB
9ª conferência gravada no dia 28 de maio de 2026: “Grandes deceções (Neel Burton)”Não querer ser enganado com mentiras e descobrir a verdade é a situação em que cada ser humano se encontra. Há uma pressão contínua — 24 horas por dia, 7 dias na semana — para escapar à mentira e saber da verdade. Por norma, achamos que estamos na verdade e somos verdadeiros, mas não sucumbimos à mentira? O contexto contemporâneo levanta a questão da mentira de um modo pandémico. A proliferação da desinformação (deepfakes, algoritmos e bots) é uma necessidade que empresas como a Cambridge Analytica ou alguns estados vieram suprir. A desinformação pode influenciar eleições e minar a confiança na democracia. Este nosso percurso explora as relações entre verdade, mentira e perceção da realidade, analisando conceitos filosóficos clássicos e contemporâneos nos contextos complexos da nossa vida pessoal e coletiva. O esforço de compreensão da eficácia da mentira e desativação da verdade não é novo. É tão antigo como o acontecimento do ser humano. Anular o estado de negação em que nos encontramos a respeito de ilusões e autoenganos é condição de possibilidade da descoberta da verdade. Somos, às vezes, enganados com a mentira e também com a verdade. Mas não a propagamos também nós? E não acontece também ser um outro, muitas vezes, a dizer-nos verdades sobre nós?“Sobre a verdade da mentira”, de António de Castro Caeiro, é um ciclo de 10 conferências apresentadas no Centro Cultural de Belém, na Temporada 2025/2026, de 9 de outubro de 2025 a 25 de junho de 2026.
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EP#08 - Sósias de si próprio (Naomi Klein), “Sobre a verdade da mentira”, António de Castro Caeiro | CCB
8ª conferência gravada no dia 30 de março de 2026: “Sósias de si próprio (Naomi Klein)”.Não querer ser enganado com mentiras e descobrir a verdade é a situação em que cada ser humano se encontra. Há uma pressão contínua — 24 horas por dia, 7 dias na semana — para escapar à mentira e saber da verdade. Por norma, achamos que estamos na verdade e somos verdadeiros, mas não sucumbimos à mentira? O contexto contemporâneo levanta a questão da mentira de um modo pandémico. A proliferação da desinformação (deepfakes, algoritmos e bots) é uma necessidade que empresas como a Cambridge Analytica ou alguns estados vieram suprir. A desinformação pode influenciar eleições e minar a confiança na democracia. Este nosso percurso explora as relações entre verdade, mentira e perceção da realidade, analisando conceitos filosóficos clássicos e contemporâneos nos contextos complexos da nossa vida pessoal e coletiva. O esforço de compreensão da eficácia da mentira e desativação da verdade não é novo. É tão antigo como o acontecimento do ser humano. Anular o estado de negação em que nos encontramos a respeito de ilusões e autoenganos é condição de possibilidade da descoberta da verdade. Somos, às vezes, enganados com a mentira e também com a verdade. Mas não a propagamos também nós? E não acontece também ser um outro, muitas vezes, a dizer-nos verdades sobre nós?“Sobre a verdade da mentira”, de António de Castro Caeiro, é um ciclo de 10 conferências apresentadas no Centro Cultural de Belém, na Temporada 2025/2026, de 9 de outubro de 2025 a 25 de junho de 2026.
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EP#07 - Segredos por revelar (Sissela Bok), “Sobre a verdade da mentira”, António de Castro Caeiro | CCB
7ª conferência gravada no dia 26 de março de 2026: “Segredos por revelar (Sissela Bok)”.Não querer ser enganado com mentiras e descobrir a verdade é a situação em que cada ser humano se encontra. Há uma pressão contínua — 24 horas por dia, 7 dias na semana — para escapar à mentira e saber da verdade. Por norma, achamos que estamos na verdade e somos verdadeiros, mas não sucumbimos à mentira? O contexto contemporâneo levanta a questão da mentira de um modo pandémico. A proliferação da desinformação (deepfakes, algoritmos e bots) é uma necessidade que empresas como a Cambridge Analytica ou alguns estados vieram suprir. A desinformação pode influenciar eleições e minar a confiança na democracia. Este nosso percurso explora as relações entre verdade, mentira e perceção da realidade, analisando conceitos filosóficos clássicos e contemporâneos nos contextos complexos da nossa vida pessoal e coletiva. O esforço de compreensão da eficácia da mentira e desativação da verdade não é novo. É tão antigo como o acontecimento do ser humano. Anular o estado de negação em que nos encontramos a respeito de ilusões e autoenganos é condição de possibilidade da descoberta da verdade. Somos, às vezes, enganados com a mentira e também com a verdade. Mas não a propagamos também nós? E não acontece também ser um outro, muitas vezes, a dizer-nos verdades sobre nós?“Sobre a verdade da mentira”, de António de Castro Caeiro, é um ciclo de 10 conferências apresentadas no Centro Cultural de Belém, na Temporada 2025/2026, de 9 de outubro de 2025 a 25 de junho de 2026.
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EP#06 - Ídolos de aço com pés de barro: iconoclastia (Jean Baudrillard), “Sobre a verdade da mentira”, António de Castro Caeiro | CCB
6ª conferência gravada no dia 26 de fevereiro de 2026: “Ídolos de aço com pés de barro: iconoclastia (Jean Baudrillard)”.Não querer ser enganado com mentiras e descobrir a verdade é a situação em que cada ser humano se encontra. Há uma pressão contínua — 24 horas por dia, 7 dias na semana — para escapar à mentira e saber da verdade. Por norma, achamos que estamos na verdade e somos verdadeiros, mas não sucumbimos à mentira? O contexto contemporâneo levanta a questão da mentira de um modo pandémico. A proliferação da desinformação (deepfakes, algoritmos e bots) é uma necessidade que empresas como a Cambridge Analytica ou alguns estados vieram suprir. A desinformação pode influenciar eleições e minar a confiança na democracia. Este nosso percurso explora as relações entre verdade, mentira e perceção da realidade, analisando conceitos filosóficos clássicos e contemporâneos nos contextos complexos da nossa vida pessoal e coletiva. O esforço de compreensão da eficácia da mentira e desativação da verdade não é novo. É tão antigo como o acontecimento do ser humano. Anular o estado de negação em que nos encontramos a respeito de ilusões e autoenganos é condição de possibilidade da descoberta da verdade. Somos, às vezes, enganados com a mentira e também com a verdade. Mas não a propagamos também nós? E não acontece também ser um outro, muitas vezes, a dizer-nos verdades sobre nós?“Sobre a verdade da mentira”, de António de Castro Caeiro, é um ciclo de 10 conferências apresentadas no Centro Cultural de Belém, na Temporada 2025/2026, de 9 de outubro de 2025 a 25 de junho de 2026.
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EP#05 - O conto do vigário: questões de propaganda (Hannah Arendt, Tácito), “Sobre a verdade da mentira” | CCB
5ª conferência gravada no dia 29 de janeiro de 2026: “O conto do vigário: questões de propaganda (Hannah Arendt, Tácito)”.Não querer ser enganado com mentiras e descobrir a verdade é a situação em que cada ser humano se encontra. Há uma pressão contínua — 24 horas por dia, 7 dias na semana — para escapar à mentira e saber da verdade. Por norma, achamos que estamos na verdade e somos verdadeiros, mas não sucumbimos à mentira? O contexto contemporâneo levanta a questão da mentira de um modo pandémico. A proliferação da desinformação (deepfakes, algoritmos e bots) é uma necessidade que empresas como a Cambridge Analytica ou alguns estados vieram suprir. A desinformação pode influenciar eleições e minar a confiança na democracia. Este nosso percurso explora as relações entre verdade, mentira e perceção da realidade, analisando conceitos filosóficos clássicos e contemporâneos nos contextos complexos da nossa vida pessoal e coletiva. O esforço de compreensão da eficácia da mentira e desativação da verdade não é novo. É tão antigo como o acontecimento do ser humano. Anular o estado de negação em que nos encontramos a respeito de ilusões e autoenganos é condição de possibilidade da descoberta da verdade. Somos, às vezes, enganados com a mentira e também com a verdade. Mas não a propagamos também nós? E não acontece também ser um outro, muitas vezes, a dizer-nos verdades sobre nós?“Sobre a verdade da mentira”, de António de Castro Caeiro, é um ciclo de 10 conferências apresentadas no Centro Cultural de Belém, na Temporada 2025/2026, de 9 de outubro de 2025 a 25 de junho de 2026.
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EP#04 - Se o diabo não é mentiroso (Descartes) | António de Castro Caeiro, “Sobre a verdade da mentira” | CCB
4ª conferência gravada no dia 18 de dezembro de 2025: “Se o diabo não é mentiroso (Descartes)”. Não querer ser enganado com mentiras e descobrir a verdade é a situação em que cada ser humano se encontra. Há uma pressão contínua — 24 horas por dia, 7 dias na semana — para escapar à mentira e saber da verdade. Por norma, achamos que estamos na verdade e somos verdadeiros, mas não sucumbimos à mentira? O contexto contemporâneo levanta a questão da mentira de um modo pandémico. A proliferação da desinformação (deepfakes, algoritmos e bots) é uma necessidade que empresas como a Cambridge Analytica ou alguns estados vieram suprir. A desinformação pode influenciar eleições e minar a confiança na democracia. Este nosso percurso explora as relações entre verdade, mentira e perceção da realidade, analisando conceitos filosóficos clássicos e contemporâneos nos contextos complexos da nossa vida pessoal e coletiva. O esforço de compreensão da eficácia da mentira e desativação da verdade não é novo. É tão antigo como o acontecimento do ser humano. Anular o estado de negação em que nos encontramos a respeito de ilusões e autoenganos é condição de possibilidade da descoberta da verdade. Somos, às vezes, enganados com a mentira e também com a verdade. Mas não a propagamos também nós? E não acontece também ser um outro, muitas vezes, a dizer-nos verdades sobre nós?“Sobre a verdade da mentira”, de António de Castro Caeiro, é um ciclo de 10 conferências apresentadas no Centro Cultural de Belém, na Temporada 2025/2026, de 9 de outubro de 2025 a 25 de junho de 2026.
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EP#03 - Imitações e o original (Platão) | António de Castro Caeiro, “Sobre a verdade da mentira” | CCB
3ª conferência gravada no dia 27 de novembro de 2025: “Imitações e o original (Platão)”. Não querer ser enganado com mentiras e descobrir a verdade é a situação em que cada ser humano se encontra. Há uma pressão contínua — 24 horas por dia, 7 dias na semana — para escapar à mentira e saber da verdade. Por norma, achamos que estamos na verdade e somos verdadeiros, mas não sucumbimos à mentira? O contexto contemporâneo levanta a questão da mentira de um modo pandémico. A proliferação da desinformação (deepfakes, algoritmos e bots) é uma necessidade que empresas como a Cambridge Analytica ou alguns estados vieram suprir. A desinformação pode influenciar eleições e minar a confiança na democracia. Este nosso percurso explora as relações entre verdade, mentira e perceção da realidade, analisando conceitos filosóficos clássicos e contemporâneos nos contextos complexos da nossa vida pessoal e coletiva. O esforço de compreensão da eficácia da mentira e desativação da verdade não é novo. É tão antigo como o acontecimento do ser humano. Anular o estado de negação em que nos encontramos a respeito de ilusões e autoenganos é condição de possibilidade da descoberta da verdade. Somos, às vezes, enganados com a mentira e também com a verdade. Mas não a propagamos também nós? E não acontece também ser um outro, muitas vezes, a dizer-nos verdades sobre nós?“Sobre a verdade da mentira”, de António de Castro Caeiro, é um ciclo de 10 conferências apresentadas no Centro Cultural de Belém, na Temporada 2025/2026, de 9 de outubro de 2025 a 25 de junho de 2026.
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EP#02 - Ser sonso: a raiz da dissimulação (Nietzsche) | António de Castro Caeiro, “Sobre a verdade da mentira” | CCB
2ª conferência gravada no dia 6 de novembro de 2025. Não querer ser enganado com mentiras e descobrir a verdade é a situação em que cada ser humano se encontra. Há uma pressão contínua — 24 horas por dia, 7 dias na semana — para escapar à mentira e saber da verdade. Por norma, achamos que estamos na verdade e somos verdadeiros, mas não sucumbimos à mentira? O contexto contemporâneo levanta a questão da mentira de um modo pandémico. A proliferação da desinformação (deepfakes, algoritmos e bots) é uma necessidade que empresas como a Cambridge Analytica ou alguns estados vieram suprir. A desinformação pode influenciar eleições e minar a confiança na democracia. Este nosso percurso explora as relações entre verdade, mentira e perceção da realidade, analisando conceitos filosóficos clássicos e contemporâneos nos contextos complexos da nossa vida pessoal e coletiva. O esforço de compreensão da eficácia da mentira e desativação da verdade não é novo. É tão antigo como o acontecimento do ser humano. Anular o estado de negação em que nos encontramos a respeito de ilusões e autoenganos é condição de possibilidade da descoberta da verdade. Somos, às vezes, enganados com a mentira e também com a verdade. Mas não a propagamos também nós? E não acontece também ser um outro, muitas vezes, a dizer-nos verdades sobre nós? “Sobre a verdade da mentira”, de António de Castro Caeiro, é um ciclo de 10 conferências apresentadas no Centro Cultural de Belém, na Temporada 2025/2026, de 9 de outubro de 2025 a 25 de junho de 2026.
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EP#01 - Com a verdade me enganas: a eficácia da mentira (Aristóteles, Heidegger, Husserl) | António de Castro Caeiro, “Sobre a verdade da mentira” | CCB
1ª conferência gravada no dia 9 de outubro de 2025. Não querer ser enganado com mentiras e descobrir a verdade é a situação em que cada ser humano se encontra. Há uma pressão contínua — 24 horas por dia, 7 dias na semana — para escapar à mentira e saber da verdade. Por norma, achamos que estamos na verdade e somos verdadeiros, mas não sucumbimos à mentira? O contexto contemporâneo levanta a questão da mentira de um modo pandémico. A proliferação da desinformação (deepfakes, algoritmos e bots) é uma necessidade que empresas como a Cambridge Analytica ou alguns estados vieram suprir. A desinformação pode influenciar eleições e minar a confiança na democracia. Este nosso percurso explora as relações entre verdade, mentira e perceção da realidade, analisando conceitos filosóficos clássicos e contemporâneos nos contextos complexos da nossa vida pessoal e coletiva. O esforço de compreensão da eficácia da mentira e desativação da verdade não é novo. É tão antigo como o acontecimento do ser humano. Anular o estado de negação em que nos encontramos a respeito de ilusões e autoenganos é condição de possibilidade da descoberta da verdade. Somos, às vezes, enganados com a mentira e também com a verdade. Mas não a propagamos também nós? E não acontece também ser um outro, muitas vezes, a dizer-nos verdades sobre nós? “Sobre a verdade da mentira”, de António de Castro Caeiro, é um ciclo de 10 conferências apresentadas no Centro Cultural de Belém, na Temporada 2025/2026, de 9 de outubro de 2025 a 25 de junho de 2026.
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Não querer ser enganado com mentiras e descobrir a verdade é a situação em que cada ser humano se encontra. Há uma pressão contínua — 24h por dia, 7 dias na semana — para escapar à mentira e saber da verdade. Por norma, achamos que estamos na verdade e somos verdadeiros, mas não sucumbimos à mentira? A proliferação da desinformação é uma necessidade que empresas como a Cambridge Analytica ou alguns estados vieram suprir. A desinformação pode influenciar eleições e minar a confiança na democracia. Somos, às vezes, enganados com a mentira e também com a verdade. Mas não a propagamos também nós?
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CCB | Centro Cultural Belém
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