Antigas Novidades - rock, jazz, blues, heavy metal, rock progressivo, rock nacional, classic rock

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Antigas Novidades - rock, jazz, blues, heavy metal, rock progressivo, rock nacional, classic rock

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  1. 435

    #435 Totem exagerou em Descarga (1972): jazz, funk, Candombe, rock psicodélico, fusion, muita distorção e percussão

    Em 1972, a banda Totem atingia um de seus momentos mais intensos e criativos com “Descarga”, segundo álbum da histórica banda uruguaia liderada por Rubén Rada. Gravado nos estúdios ION, em Buenos Aires, o disco amplia a fusão entre rock, jazz e candombe afro-uruguaio, transformando ritmo em identidade cultural, política e espiritual.Mais solto, coletivo e percussivo que o álbum de estreia, “Descarga” mergulha na ideia da descarga musical como explosão de energia. Cada faixa funciona como um organismo vivo, conduzido pela voz poderosa de Rubén Rada, pelas guitarras atmosféricas de Eduardo Useta e Enrique Rey, pela cozinha hipnótica de Daniel “Lobito” Lagarde, Roberto Galletti e Mario “Chichito” Cabral.O disco abre com “Heloísa”, trazendo um clima contemplativo e jazzístico, antes de mergulhar nos grooves corporais de “Orejas” e “Manos”, onde o candombe elétrico pulsa de maneira quase ritualística. “Pacífico” oferece um respiro atmosférico, enquanto “Todo Mal” mergulha em tensão e psicodelia, refletindo o clima político turbulento do Uruguai do início dos anos 70.No lado B, “Negro” surge como uma afirmação direta da identidade afro-uruguaia, uma das declarações mais fortes da carreira de Rubén Rada. “Mi Alcoba” traz delicadeza e introspecção, enquanto “Un Sueño Para Gonzalo” leva a banda para territórios do jazz-rock progressivo com liberdade instrumental e construção cinematográfica. O encerramento com “Descarga” sintetiza tudo: improvisação, celebração coletiva e explosão rítmica em estado puro.Mesmo considerado por alguns críticos menos experimental que o primeiro disco, “Descarga” se consolidou com o tempo como uma obra essencial do rock latino-americano. Um álbum físico, quente e profundamente humano, que antecipou caminhos fundamentais para a música uruguaia nas décadas seguintes.Formação:Rubén Rada — voz e percussãoEduardo Useta — guitarraEnrique Rey — guitarraMario “Chichito” Cabral — percussãoDaniel “Lobito” Lagarde — baixoRoberto Galletti — bateriaLado A:HeloísaOrejasManosPacíficoTodo MalLado B:NegroMi AlcobaUn Sueño Para GonzaloDescargaNo comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Cristiano Moura e Bredi Vian Marinho⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Antigas Novidades clicando aqui!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Conversa de Câmara clicando aqui!⁠⁠⁠#Totem #Descarga #RubenRada #RockUruguaio #RockLatino #Candombe #JazzRock #ProgressiveRock #LatinRock #MusicaUruguaia #Anos70 #DiscosClassicos #RockProgressivo #AfroLatin #PodcastMusical #ClassicAlbums #Vinil #MusicaLatina #JazzFusion #RockPsicodelico #HistoriaDoRock #AroldoGlomb #Podcast #ProgRock #LatinJazz

  2. 434

    #434 Água do Céu - Pássaro (1975) é o disco mais provocador de Ney Matogrosso?

    O álbum Água do Céu - Pássaro marca a estreia solo de Ney Matogrosso em 1975, logo após sua saída dos Secos & Molhados, motivada por conflitos internos. Também conhecido pelo nome de uma de suas faixas mais emblemáticas, “Homem de Neanderthal”, o disco apresenta um artista em plena transformação, assumindo uma identidade estética e performática radical.Neste trabalho, Ney constrói uma persona animalesca e híbrida, entre homem e pássaro, que se manifesta tanto na capa quanto nas interpretações vocais e corporais. Essa proposta estética, primitiva e ao mesmo tempo sofisticada, atravessa o repertório e se reflete diretamente em faixas como “Homem de Neanderthal”, estabelecendo um novo padrão de expressão artística na música brasileira.Lançado em pleno período da Ditadura Militar no Brasil, o disco teve forte impacto cultural. Em um cenário marcado pelo conservadorismo e pela repressão, Ney desafiou normas ao aparecer seminu no encarte do álbum e ao explorar sensualidade e provocação em músicas como “Açúcar Candy”. O trabalho se tornou um símbolo de enfrentamento artístico e liberdade de expressão em um dos momentos mais rígidos da história do país.A produção ficou a cargo de Billy Bond, reunindo músicos como Claudio Gabis (guitarra), Jorge Omar (violão), Bruce Henry (contrabaixo), Marcio Montarroyos (trompete e piano), Sergio Rosadas (flauta e sax tenor), Chacao (percussão) e Elber Bedaque (bateria). O resultado é uma sonoridade rica, que combina elementos da música popular brasileira com influências experimentais.O repertório mistura referências da infância de Ney, como músicas da rádio e trilhas de cinema, com composições inéditas de nomes importantes como Milton Nascimento, João Bosco e Aldir Blanc, além de colaborações com Astor Piazzolla e textos de Jorge Luis Borges.Entre as faixas do disco estão: “Homem de Neanderthal” (Luiz Carlos Sá), “O Corsário” (Aldir Blanc / João Bosco), “Açúcar Candy” (Sueli Costa / Tite de Lemos), “Pedra de Rio” (Lucinda / Luli / Paulo César), “Idade de Ouro” (Jorge Omar / Paulo Mendonça), “Bôdas” (Milton Nascimento / Ruy Guerra), “Mãe Preta (Barco Negro)” (Caco Velho / Piratini), “Cubanakan” (Sauval / Moises Simons / Champfleury), “América do Sul” (Paulo Machado), “As Ilhas” (Geraldo Carneiro / Astor Piazzolla) e “1964 (II)” (Jorge Luis Borges / Astor Piazzolla).“América do Sul” se destacou como o primeiro grande sucesso da carreira solo de Ney, com lançamento no programa Fantástico, ampliando o alcance de sua obra para o grande público.Este disco de estreia não apenas consolidou Ney Matogrosso como um dos artistas mais singulares da música brasileira, mas também redefiniu os limites entre música, performance e identidade artística.No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Cristiano Moura e Bredi Vian Marinho⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Antigas Novidades clicando aqui!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Conversa de Câmara clicando aqui!⁠⁠⁠#NeyMatogrosso #MPB #MusicaBrasileira #Anos70 #SecosEMolhados #AlbumClassico #HistoriaDaMusica #DitaduraMilitar #CulturaBrasileira #ArteBrasileira #PodcastMusical #DiscoDeEstreia #PerformanceArtistica #Contracultura #Fantastico #MiltonNascimento #JoaoBosco #AldirBlanc

  3. 433

    #433 Novidades do Rock: Rosalía, John Wayne, Psychedelic Witchcraft, Throw Me to the Wolves e Electric Mob

    Novidades do Rock era um podcast separado que foi incorporado ao Antigas Novidades. Este é o primeiro programa que foi originalmente publicado dia 27 de novembro de 2025 mas que agora está aqui. Aproveitem! Novidades do Rock chega para quem gosta de estar um passo à frente na música e não abre mão de descobrir artistas que estão redefinindo a cena atual. Uma vez por mês, o programa apresenta cinco nomes que trazem novas ideias, energia criativa e aquela sensação boa de estar ouvindo algo realmente vivo.Apesar do nome, o podcast vai muito além do rock tradicional. Aqui o espaço é aberto para misturas, colaborações improváveis e estilos que dialogam com o presente e apontam caminhos para o futuro. A proposta é direta: ouvir, comentar e discutir lançamentos que chamam atenção pela ousadia, pela qualidade ou simplesmente por soarem diferentes de tudo ao redor.O respeito pelos clássicos segue firme, mas a música nunca ficou parada no tempo. O Novidades do Rock nasce justamente dessa tensão saudável entre herança e reinvenção.No episódio desta edição, você vai conhecer artistas e faixas que merecem entrar no seu radar agora:🔥 Rosalía – Berghain (feat. Björk & Yves Tumor)🎸 John Wayne – Reconectar🖤 Psychedelic Witchcraft – Lords of the War⚔️ Throw Me to the Wolves – Days of Retribution⚡ Electric Mob – Devil You KnowSe você curte descobrir artistas novos, transitar entre gêneros, sentir o pulso da música contemporânea e acompanhar lançamentos que fogem do óbvio, este podcast é o seu ponto de encontro.🎧 No comando: jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura, Bredi Vian Marinho e Aldo Portes de França.#podcastnovidadesdorock #podcastderock #bandasnacionais #bandasinternacionais #novidadesdamusica #novosartistas #rockalternativo #metalmoderno #rockpesado #rockbrasileiro #musicaindependente #rockinternacional #lancamentosmusicais #musicanova #novossons #rockatual #podcastmusical #novasmusicas #rockmoderno #bandasatuais #descubranovasmusicas #podcast #podcastdemusica #podcastrock #heavymetal #rock #rocknovo #novidadesdorock #bandasnovas #artistasatuais #2025 #lancamentosrock #Rosalia #Bjork #YvesTumor #JohnWayne #PsychedelicWitchcraft #ThrowMeToTheWolves #ElectricMob

  4. 432

    #432 Estreia dos Ramones faz 50 anos: o disco é tudo isso mesmo que falam?

    Em 2026, um dos álbuns mais explosivos da história completa meio século de existência. O lendário disco de estreia dos Ramones finalmente será tema no Antigas Novidades, que vai mergulhar fundo em uma pergunta que atravessa gerações: o primeiro álbum dos Ramones é tudo isso mesmo?Lançado em 1976, o álbum Ramones mudou para sempre o rumo do rock mundial. Em uma época marcada por excessos, solos intermináveis e produções grandiosas, os Ramones chegaram com músicas rápidas, diretas e cheias de atitude. Era o nascimento oficial de uma nova linguagem sonora que abriria caminho para o punk rock moderno.Com faixas históricas como Blitzkrieg Bop, Beat on the Brat e Judy Is a Punk, o disco continua soando urgente, jovem e perigoso mesmo 50 anos depois. Poucos trabalhos envelheceram tão bem e mantiveram tanta influência sobre bandas de rock, punk e música alternativa no mundo inteiro.No novo episódio de Antigas Novidades, a missão será revisitar cada detalhe dessa estreia histórica: produção crua, visual revolucionário, impacto cultural e a energia que transformou quatro caras de New York City em símbolos eternos da música.Será que o primeiro disco dos Ramones merece mesmo toda essa fama? Ou virou mito maior que a obra? Prepare o volume no máximo, porque finalmente chegou a hora de descobrir. Participação do Aldo Portes de França, do canal Aldo Portes de França, e de  Jorge Andrade, do PodDiscosNo comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura e Bredi Vian Marinho⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Antigas Novidades clicando aqui!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Conversa de Câmara clicando aqui!⁠⁠⁠⁠#Ramones #rock #punkrock #música #musica #rocknroll #Ramones50anos #Ramones1976 #albumclassico #punk #classicrock #joeyramone #johnnyramone #deedeeramone #tommyramone #blitzkriegbop #beatonthebrat #judyisapunk #discoderock #historiadorock #bandaderock #rockinternacional #albumestreia #punkmusic #anos70 #rocklegend #musicaclassica #podcastrock #antigasnovidades #ramonesfans

  5. 431

    #431 O disco esquecido de Tavito (1979) é um caldeirão sonoro que mistura Beatles, MPB, soul, rock rural e muito mais

    No episódio de hoje, mergulhamos no álbum Tavito (1979), uma verdadeira joia rara da MPB lançada pela gravadora CBS. Sim, é o momento que Tavito saiu dos bastidores da música brasileira para lançar um disco solo elegante, nostálgico e repleto de grandes canções que atravessaram gerações.Nascido em Belo Horizonte, Tavito cresceu no mesmo ambiente musical que revelou nomes como Milton Nascimento, Toninho Horta e Tavinho Moura. Ainda jovem, chamou a atenção de Vinicius de Moraes, que enxergou no compositor mineiro talento melódico, sofisticação harmônica e a sensibilidade de um grande autor. Essa conexão ajudou a consolidar Tavito como um nome respeitado antes mesmo do sucesso nacional.Ao longo dos anos 70, Tavito brilhou em parcerias históricas como Casa no Campo, com Zé Rodrix, e Rua Ramalhete, ao lado de Ney Azambuja. No disco de 1979, essas qualidades aparecem em alto nível, misturando MPB, folk, pop e a atmosfera mineira que marcou o Clube da Esquina.Entre as faixas mais emblemáticas estão Rua Ramalhete, canção que virou clássico e foi impulsionada pela novela As Três Marias; Começo, Meio e Fim, que anos depois explodiria com Roupa Nova; Naquele Tempo, marcada por influências dos Beatles; além de releituras como Cravo e Canela e Casa no Campo.O álbum reuniu músicos extraordinários: Sérgio Dias (Os Mutantes), Gilson Peranzzetta, Paulinho Braga, Márcio Montarroyos, Alexandre Malheiros, Mamão, Jamil Joanes, Eduardo Souto Neto e backing vocals de Jane Duboc. Um verdadeiro time de estrelas da música brasileira.Falamos também sobre curiosidades do LP original, hoje disputado por colecionadores, e sobre como esse disco representa a transição da música mineira para uma sonoridade pop sofisticada no final dos anos 70.#Tavito #MPB #DiscoRaro #RuaRamalhete #CasaNoCampo #ViniciusDeMoraes #ClubeDaEsquina #MusicaBrasileira #LP1979 #PodcastMusical #RockRural #Colecionadores #beatles #rockrural #soul #zerodrixNo comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura e Bredi Vian Marinho⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Antigas Novidades clicando aqui!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Conversa de Câmara clicando aqui!⁠⁠⁠

  6. 430

    #430 Twisted Sister no limite entre Heavy Metal e Hard Rock com a gravação do divertido disco You Can’t Stop Rock ’n’ Roll (1983)

    Se tem um episódio que respira atitude, energia, diversão e rebeldia, é esse. Hoje o mergulho é direto no icônico álbum You Can't Stop Rock 'n' Roll, lançado em 1983 pelo Twisted Sister — um verdadeiro grito de guerra do heavy metal que ajudou a moldar o som e a estética da década.Logo de cara, o disco mostra a que veio: riffs pesados, refrãos grudentos e uma postura que mistura teatralidade com pura provocação. Liderados pelo carismático Dee Snider, o Twisted Sister entrega um trabalho que não só consolidou a identidade da banda, mas também abriu caminho para o sucesso estrondoso que viria depois.O peso e a personalidade desse disco vêm diretamente do talento e da presença de seus integrantes:Dee Snider – vocal marcante e atitude inconfundívelJay Jay French – guitarra base e produçãoEddie Ojeda – solos cheios de energiaMark Mendoza – baixo pulsante e presença de palcoA. J. Pero – bateria potente e precisaNo comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura e Bredi Vian Marinho⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Antigas Novidades clicando aqui!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Conversa de Câmara clicando aqui!⁠⁠⁠#twistedsister #youcantstoprockandroll #heavymetalanos80 #deesnider #historiadorock #albunsclassicos #rockanos80 #bandasdeheavymetal #discosiconicos #podcastsobremusica

  7. 429

    #429 Terreno Baldio, em seu Além das Lendas Brasileiras (1977), uniu rock progressivo com folclore brasileiro!

    Além das Lendas Brasileiras, o segundo LP do Terreno Baldio, é um dos grandes álbuns do rock progressivo brasileiro. Apesar da boa repercussão no underground brasileiro dos anos 70, o primeiro elepê do Terreno Baldio — assim como os LPs de quase todas as bandas progressivas do país — não representavam fielmente a proposta musical daqueles grupos, ou aquilo que apresentavam ao vivo, num palco. Falta de dinheiro, de apoio das gravadoras e de um nível técnico decente dos estúdios de gravação colaboravam para que os discos fossem apenas um simbólico e pouco representativo cartão de visita das bandas, ou um souvenir para os fãs.Depois que os paulistanos do Terreno Baldio lançaram sua estreia, em 1976, essa sensação de desejo não cumprido ficou no ar, deixando um gosto amargo na boca da crítica e de alguns apreciadores do grupo.Mas o ano de 1977 teve início de forma muito promissora para o conjunto paulistano. A gravadora Continental se interessou em lançar o próximo trabalho deles, que seria baseado no folclore brasileiro, com os textos de Orlando Beghelli servindo de base e inspiração para a parte musical.Quando Além das Lendas Brasileiras chegou às lojas, em setembro daquele ano, a louvável e audaciosa proposta do grupo de universalizar a música progressiva brasileira acabou soando pretensiosa dentro de um cenário instável, começando a ser dominado pela disco music e pelo punk rock. Mesmo assim, uma parcela da imprensa musical saudou o LP com euforia, como aconteceu na revista Pop: “O Terreno Baldio deixa de copiar o Gentle Giant para se tornar algo novo e cheio de vida, com muita personalidade”.O desgaste emocional dentro da banda acabou impulsionando a debandada de integrantes-chave para a sonoridade que praticavam e, em 1979, o Terreno Baldio encerrou suas atividades.#rockprogressivobrasileiro #musicabrasileira #discosclassicos #anos70 #rocknacional #progrockbrasil #folclorebrasileiro #albumconceitual #historiadamusica #culturabrasileiraFormação principal:João Carlos "Fusa" Kurk – vocal, flauta e percussãoMozart Mello – guitarra (elétrica e violão) e vocaisRoberto Lazzarini – teclados (piano, órgão, sintetizadores, clavinet)Rodolfo Ayres Braga – baixo (substituindo o baixista original)Joaquim Correia – bateria e percussão Músicos convidados:Nelson Gerab – violinoFábio Gasparini – violonceloCláudio Bernardes – baixo acústicoAroldo "Peninha" Sobrinho – efeitos Músicas Caipora Saci-PererêPassaredoPrimaveraLobisomem Curupira As Amazonas Iara Negrinho do PastoreioNo comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura e Bredi Vian Marinho⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Antigas Novidades clicando aqui!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Conversa de Câmara clicando aqui!⁠⁠⁠

  8. 428

    #428 Still Loving You, dos Scorpions, causou um baby boom na França em 1985?

    Still Loving You, do Scorpions, deixou uma marca surpreendente na França. Em 1985, meses após alcançar o topo das paradas, a canção foi associada a um verdadeiro baby boom, com milhares de novos nascimentos registrados. Rudolf Schenker, guitarrista e fundador da banda, relembra com humor o momento em que um apresentador francês os acusou de serem "responsáveis" por esse fenômeno. Entre risadas e incredulidade, a realidade é que o LP conquistou platina rapidamente, vendeu mais de 1,7 milhão de cópias apenas na França e permaneceu por 42 semanas consecutivas nas paradas. Um episódio que mostra como a música pode transcender o som e impactar a vida das pessoas de forma inesperada.#Scorpions #StillLovingYou #BabyBoom #França1985 #HistóriaDaMúsica #RockInternacional #RudolfSchenker #ParadasMusicais #DiscoDePlatina #PodcastDeMúsicaNo comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura e Bredi Vian Marinho ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Antigas Novidades clicando aqui!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Conversa de Câmara clicando aqui!⁠⁠⁠⁠⁠

  9. 427

    #427 Iron Maiden: qual dessas 35 músicas vai sobreviver ao desafio do Resta Um?

    Imagina colocar 35 músicas do Iron Maiden em uma disputa direta, onde só uma pode sair vencedora. Esse é o desafio deste episódio do podcast: um verdadeiro Resta Um entre clássicos e faixas icônicas de uma das maiores bandas de heavy metal de todos os tempos.A cada rodada, um participante elimina uma música — seja por gosto pessoal, estratégia ou simplesmente por não resistir à força das concorrentes. No fim, apenas uma faixa sobrevive… e ela será tocada na íntegra.Do peso de The Trooper à atmosfera épica de Hallowed Be ThE Name, passando por hinos como Fear of the Dark e Run to the Hills, a disputa promete momentos intensos e decisões difíceis.A pergunta é inevitável: qual dessas músicas vai sobreviver? Um clássico absoluto ou uma surpresa inesperada?Se você curte heavy meta e debates apaixonados sobre música, esse episódio é pra você. Faça suas apostas — e prepare-se para discordar!Lista das músicas participantes:The Trooper – Piece of MindRun to the Hills – The Number of the BeastThe Number of the Beast – The Number of the BeastHallowed Be The Name – The Number of the BeastFear of the Dark – Fear of the DarkAces High – Powerslave2 Minutes to Midnight – PowerslaveWasted Years – Somewhere in TimeCan I Play with Madness – Seventh Son of a Seventh SonThe Evil That Men Do – Seventh Son of a Seventh SonIron Maiden – Iron MaidenPhantom of the Opera – Iron MaidenFlight of Icarus – Piece of MindRevelations – Piece of MindPowerslave – PowerslaveMurders in the Rue Morgue – KillersChildren of the Damned – The Number of the BeastTo Tame a Land – Piece of MindSeventh Son of a Seventh Son – Seventh Son of a Seventh SonAlexander the Great – Somewhere in TimeInfinite Dreams – Seventh Son of a Seventh SonMother Russia – No Prayer for the DyingJudas Be My Guide – Fear of the DarkSign of the Cross – The X FactorFutureal – Virtual XIThe Wicker Man – Brave New WorldBlood Brothers – Brave New WorldDance of Death – Dance of DeathThese Colours Don’t Run – A Matter of Life and DeathEl Dorado – The Final FrontierIf Eternity Should Fail – The Book of SoulsEmpire of the Clouds – The Book of SoulsThe Red and the Black – The Book of SoulsStratego – SenjutsuHell on Earth – SenjutsuNo comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura, Bredi Vian Marinho e Willian Farias, do ROCK NA MESA, como convidado .⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Antigas Novidades clicando aqui!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Conversa de Câmara clicando aqui!⁠⁠⁠⁠#ironmaiden #heavymetal #metal #rock #thetrooper #fearofthedark #hallowedbethename ##ironmaidenband #metalclassico #rockclassico #metalbritanico #nwobhm

  10. 426

    #426 Novidades do Rock: Fontaines D.C., This Winter Machine, Thundermother, Baest e Christone “Kingfish” Ingram

    Novidades do Rock era um podcast separado que foi incorporado ao Antigas Novidades. Este é o primeiro programa que foi originalmente publicado dia 27 de outubro de 2025 mas que agora está aqui. Aproveitem! Novidades do Rock chega para quem ama música e está sempre em busca de sons novos. Nosso espaço vai ao ar uma vez por mês, trazendo cinco artistas que surgiram nos últimos dez anos e que estão movimentando a cena com criatividade, intensidade e muito frescor.Apesar do nome, não falamos apenas de rock. Aqui, o microfone está aberto para bandas, músicos e estilos diversos, explorando sonoridades que se conectam com o presente e apontam para o futuro. A proposta é simples: ouvir, comentar e discutir lançamentos que podem virar tendência — ou simplesmente se destacam pela qualidade.Se por um lado somos apaixonados pelos clássicos, por outro acreditamos que a música nunca para de se reinventar. É justamente nesse diálogo entre tradição e inovação que o Novidades do Rock nasceu.No episódio de estreia, você vai ouvir e conhecer artistas que merecem sua atenção: 🎸 Fontaines D.C – Starbuster 🎶 This Winter Machine – The Man Who Never Was 🔥 Thundermother – Whatever 💀 Baest – Stormbringer 🎤 Christone "Kingfish" Ingram – 662Se você gosta de descobrir bandas novas, mergulhar em sons diferentes e acompanhar o que há de mais recente no cenário musical, este podcast é feito para você.No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura, Bredi Vian Marinho e Aldo Portes de França.⁠⁠⁠⁠Ouça o Antigas Novidades clicando aqui!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Conversa de Câmara clicando aqui!⁠⁠⁠⁠#NovidadesDoRock #PodcastDeMúsica #BandasNovas #NovosArtistas #Rock2025 #MúsicaAlternativa #DescubraMúsica #TendênciasMusicais #NovosSons #MúsicaIndependente #BandasEmergentes #ArtistasRevelação #PodcastDeRock #LançamentosMusicais #RockAtual #MúsicaNova #GarimpoMusical #IndieRock #CenaMusical #PodcastBrasil #PodcastRock #rock#podcastnovidadesdorock #podcastderock #bandasnacionais #bandasinternacionais #novidadesdamusica #novosartistas #rockalternativo #metalprogressivo #rockblues #southernrock #stonerrock #bandasnovas #musicabrasileira #rockbrasileiro #musicaindependente #rockinternacional #novidadesrock #lancamentosmusicais #musicarock #rockprogresivo #novossons #musicatradicao #musicainovadora #escutemusica #rockatual #podcastmusical #novasmusicas #rockmoderno #bandasatuais #descubranovasmusicas #podcast #podcastdemusica #podcastrock #rockprogressivo #rocknacional #heavymetal #rock #rockbrasileiro #rocknovo #novidadesdorock #bandasnovas #novosartistas #progrock #músicainstrumental #programaderock #podcastmusical #podcastderock #2025 #lançamentosrock #FontainesDC #ThisWinterMachine #Thundermother #Baest #Kingfish #rockinternacional2025 #novosartistasrock #musicanova2025

  11. 425

    #425 Led Zeppelin - Presence faz 50 anos. Esta é a melhor homenagem deste disco que você vai ouvir!

    Se existe um álbum que redefiniu o peso e a grandiosidade do rock, esse álbum é Presence, do lendário Led Zeppelin. Lançado em 1976, o disco chega agora aos seus 50 anos carregando uma energia crua, intensa e quase visceral. Diferente de trabalhos anteriores mais experimentais, aqui a banda apostou em uma sonoridade mais direta, com riffs marcantes de Jimmy Page, a força vocal de Robert Plant, o groove preciso de John Paul Jones e a bateria inconfundível de John Bonham.Gravado em circunstâncias adversas, após um grave acidente de Plant, Presence carrega um senso de urgência que transborda em cada faixa. Músicas como Achilles Last Stand, Nobody's Fault but Mine e Tea for One mostram diferentes facetas da banda — do épico ao introspectivo. Cinquenta anos depois, o álbum continua sendo um testemunho da força criativa do Led Zeppelin, uma obra que segue pulsando forte no coração do rock.#LedZeppelin #Presence #JimmyPage #RobertPlant #JohnPaulJones #JohnBonham #AchillesLastStand #NobodysFaultButMine #TeaForOne #RockAnos70No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura e Bredi Vian MarinhoParticipação de Gleydison lLves, do PodDiscos!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o podcast Conversa de Câmara aqui!⁠⁠

  12. 424

    #424 The Hellacopters voando alto com High Visibility (2000)

    Lançado em 16 de outubro de 2000, High Visibility marca um ponto de virada na carreira dos suecos The Hellacopters. Gravado nos lendários Polar Studios, em Estocolmo, o disco traz uma sonoridade crua e energética, misturando rock clássico com garage rock, e consolidando a banda como uma das mais importantes da cena escandinava.Este é o quarto álbum de estúdio do grupo e o primeiro a contar com o guitarrista Robert Dahlqvist, cuja entrada trouxe frescor e potência às composições. Produzido por Chips Kiesbye, o trabalho tem pouco mais de 40 minutos de duração, mas é intenso do início ao fim, com riffs marcantes, refrões explosivos e uma produção que equilibra peso e melodia.High Visibility foi lançado por diferentes selos, incluindo Universal Music Group e Gearhead Records, e recebeu ótimas críticas da imprensa especializada. Para muitos fãs, é considerado um dos discos mais acessíveis e ao mesmo tempo mais fiéis à essência da banda.#theHellacopters #HighVisibility #garagerock #rocksuecoNo comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura e Bredi Vian Marinho⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o podcast Conversa de Câmara aqui!⁠⁠

  13. 423

    #423 Quem liga para Tony Iommi e Ian Gillan?

    " Out of My Mind " / " Holy Water " é um CD single de duas faixas, lançado para arrecadar fundos, do supergrupo WhoCares , uma colaboração entre Tony Iommi e Ian Gillan , dando continuidade direta ao projeto Rock Aid Armenia . O CD contém o single "Out of My Mind" e a canção "Holy Water", esta última utilizando o instrumento tradicional armênio, o duduk, tocado pelos músicos armênios Arshak Sahakyan e Ara Gevorgyan. Ambas as faixas do CD foram gravadas no SARM Studios em Notting Hill , Londres.A venda do CD teve como objetivo arrecadar fundos para a reconstrução de uma escola de música em Gyumri , Armênia, após a destruição da cidade pelo terremoto de 1988, e para a compra de instrumentos musicais para a escola. O CD foi lançado em 6 de maio de 2011 pela Ear Music/Edel.As gravações também aparecem no álbum duplo "WhoCares" de Ian Gillan & Tony Iommi , lançado em julho de 2012."Fora de Mim""Out of My Mind" foi composta em parceria por Ian Gillan e Tony Iommi.CréditosVoz – Ian GillanGuitarra – Tony IommiGuitarra – Mikko "Linde" LindströmBaixo – Jason NewstedBateria – Nicko McBrainTeclados – Jon LordÁgua benta"Holy Water", a segunda música, foi composta em parceria por Ian Gillan e Steve Morris.CréditosVoz – Ian GillanGuitarra – Tony Iommi, Steve Morris e Michael Lee JacksonBaixo – Rodney ApplebyBateria – Randy ClarkeTeclados – Jesse O'BrienDuduk – Arshak SahakyanDuduk e teclados – Ara GevorgyanNo comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura e Bredi Vian Marinho⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o podcast Conversa de Câmara aqui!⁠ #WhoCares #DeepPurple #BlackSabbath #TonyIommi #Ian Gillan

  14. 422

    #422 A misteriosa relação de Alex Harvey com a guerra entre Estados Unidos e Inglaterra na Boston Tea Party!

    Se você acha que já ouviu todas as músicas sobre revoluções, prepare-se para ser surpreendido. "Boston Tea Party", da banda The Sensational Alex Harvey Band, não é apenas uma canção sobre um evento histórico americano — é uma explosão de surrealismo escocês que mistura política, ironia e experimentação sonora.Harvey, sempre ousado e imprevisível, transforma o episódio da rebelião contra os impostos britânicos em algo muito maior: um manifesto artístico. A letra fala de fogo nas montanhas, presidentes cuspindo notícias e dentes de madeira sendo mordidos — imagens que desafiam qualquer interpretação literal e convidam o ouvinte a mergulhar em um universo de metáforas.História com irreverência: Harvey pega um marco da independência americana e o reimagina com humor e estranheza.Estilo único: A mistura de rock teatral e experimental faz da faixa uma experiência intensa.Provocação cultural: Um escocês cantando sobre a revolta americana mostra como a arte ultrapassa fronteiras.Se você busca entender como música e história se entrelaçam, "Boston Tea Party" é um prato cheio. Palavras-chave como rock experimental, Alex Harvey, Boston Tea Party música, rebelião cultural e The Sensational Alex Harvey Band são essenciais para posicionar esse conteúdo nos buscadores.#BostonTeaParty #AlexHarvey #TheSensationalAlexHarveyBand #rockexperimental #musicarockanos70 #rebeliãocultural #histórianamúsica #classicrock #BostonTeaPartySong #AlexHarveyBandNo comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura e Bredi Vian Marinho ⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Antigas Novidades clicando aqui!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Conversa de Câmara clicando aqui!⁠⁠⁠

  15. 421

    #421 Atheist e a quebradeira jazzistica de Unquestionable Presence (1991)

    Unquestionable Presence é o segundo álbum de estúdio da banda DE death metal Atheist . Foi lançado em 1991 e introduziu um novo som ao utilizar harmonias com influências de jazz , ritmos latinos sutise compassos incomuns .#Atheist #metal #extremo #deathmetal O baixista Roger Patterson compôs as linhas de baixo de Unquestionable Presence , mas faleceu em um acidente com a van da turnê antes das gravações. Seu trabalho, no entanto, pode ser ouvido nas demos de pré-produção incluídas no relançamento de 2005. A banda inicialmente convidou o baixista do Watchtower , Doug Kayser (a quem Patterson idolatrava), para substituí-lo no baixo para o álbum, mas ele recusou a oferta. Tony Choy foi então contratado para tocar baixo no álbum. De acordo com o vocalista do Atheist, Kelly Shaefer: "Tony Choy era realmente a única outra pessoa capaz que conhecíamos [que] conseguia tocar essas músicas fisicamente. Tony usava todos os quatro dedos e o polegar, o que era incrível nas partes rápidas. A maioria dos caras toca semínimas , mas Roger estava por toda parte e poucos conseguiam fazer isso." A banda alugou um apartamento e ensaiou o material do álbum com Choy por oito semanas antes da gravação. ⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura e Bredi Vian Marinho⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o podcast Conversa de Câmara aqui!⁠

  16. 420

    #420 Dude (Looks Like a Lady) renasceu o Aerosmith?

    Se você está procurando curiosidades sobre a icônica música “Dude (Looks Like a Lady)”, da lendária banda Aerosmith, prepare-se para mergulhar em um dos maiores sucessos do rock dos anos 80. Lançada em 1987 no álbum Permanent Vacation, a canção rapidamente conquistou o público com seu riff marcante e letra provocativa. Composta por Steven Tyler, Joe Perry e Desmond Child, a faixa se destaca por abordar, de forma irreverente, situações de confusão de identidade, inspiradas em uma história curiosa vivida pela banda.Além de seu sucesso comercial, “Dude (Looks Like a Lady)” se tornou um verdadeiro marco cultural, sendo amplamente tocada em rádios, filmes e playlists de rock clássico até hoje. A música ajudou a consolidar o retorno triunfal do Aerosmith ao topo das paradas, reforçando sua relevância na indústria musical. Para quem busca entender o impacto do rock na cultura pop, essa faixa é um exemplo perfeito de como atitude, humor e um som envolvente podem atravessar gerações e continuar conquistando novos fãs.No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura e Bredi Vian Marinho ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Antigas Novidades clicando aqui!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Conversa de Câmara clicando aqui!⁠⁠⁠

  17. 419

    #419 Accept mostrando que era maior que Udo Dirkschneider com Blood of the Nations (2010)

    Em 2010, o Accept marcou seu retorno triunfal ao cenário do heavy metal com o álbum Blood of the Nations. Considerado um dos discos mais importantes da carreira da banda, este trabalho trouxe de volta a energia clássica do grupo alemão, agora com o vocalista Mark Tornillo, e conquistou fãs antigos e novos ao redor do mundo.Neste episódio do nosso podcast, exploramos:A história por trás do lançamento de Blood of the NationsO impacto da entrada de Mark Tornillo nos vocaisAs faixas mais marcantes, como Teutonic Terror e The AbyssSe você é fã de heavy metal tradicional, riffs poderosos e da trajetória lendária do Accept, este episódio é imperdível.No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura e Bredi Vian Marinho Participação do Jorge Andrade do podcast PodDiscos⁠⁠⁠⁠Ouça o Antigas Novidades clicando aqui!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Conversa de Câmara clicando aqui!⁠⁠⁠⁠#Accept #BloodOfTheNations #HeavyMetal #MarkTornillo #TeutonicTerror #TheAbyss #Metal2010 #AcceptAlbum #DiscografiaAccept #PodcastMetal #MetalTradicional #HardRock #MetalAlemao #ClassicMetal #MetalPodcast

  18. 418

    #418 Novidades do Rock: Blood Incantation, Victor Wainwright And The Train, Monster Truck , Papangu e The Commoners

    Novidades do Rock era um podcast separado que foi incorporado ao Antigas Novidades. Este é o primeiro programa que foi originalmente publicado dia 30 de setembro de 2025 mas que agora está aqui. Aproveitem! Novidades do Rock é para quem ama música e está sempre em busca de novidades. Uma vez por mês, trazemos artistas que surgiram nos últimos dez anos e que estão movimentando a cena com criatividade, intensidade e muito frescor.Apesar do nome, não vamos falar apenas de rock. Aqui, o microfone está aberto para bandas, músicos e estilos diversos, explorando sonoridades que se conectam com o presente e apontam para o futuro. A proposta é simples: ouvir, comentar e discutir lançamentos que podem virar tendência ou simplesmente se destacam pela qualidade.Se por um lado somos apaixonados pelos clássicos, por outro acreditamos que a música nunca para de se reinventar. É justamente nesse diálogo entre tradição e inovação que o Novidades do Rock nasceu.No episódio de estreia, você vai ouvir e conhecer artistas que merecem atenção:Blood Incantation – Stargate (Tablet I)Victor Wainwright And The Train – DisappearMonster Truck – Golden WomanPapangu – Rito de CoroaçãoThe Commoners – Too MuchSe você gosta de descobrir bandas novas, mergulhar em sons diferentes e acompanhar o que há de mais recente no cenário musical, este podcast é para você.podcastnovidadesdorock #podcastderock #bandasnacionais #bandasinternacionais #novidadesdamusica #novosartistas #rockalternativo #metalprogressivo #rockblues #southernrock #stonerrock #bandasnovas #musicabrasileira #rockbrasileiro #musicaindependente #rockinternacional #novidadesrock #lancamentosmusicais #musicarock #rockprogresivo #novossons #musicatradicao #musicainovadora #escutemusica #rockatual #podcastmusical #novasmusicas #rockmoderno #bandasatuais #descubranovasmusicas #podcast #podcastdemusica #podcastrock #rockprogressivo #rocknacional #heavymetal #rock #rockbrasileiro #rocknovo #novidadesdorock #bandasnovas #novosartistas #progrock #músicainstrumental #programaderock #podcastmusical #podcastderock #2025 #lançamentosrockNo comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura, Bredi Vian Marinho e Aldo Portes de França.⁠⁠⁠Ouça o Antigas Novidades clicando aqui!⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o Conversa de Câmara clicando aqui!⁠⁠⁠#NovidadesDoRock #PodcastDeMúsica #BandasNovas #NovosArtistas #Rock2025 #MúsicaAlternativa #DescubraMúsica #TendênciasMusicais #NovosSons #MúsicaIndependente #BandasEmergentes #ArtistasRevelação #PodcastDeRock #LançamentosMusicais #RockAtual #MúsicaNova #GarimpoMusical #IndieRock #CenaMusical #PodcastBrasil #PodcastRock #rock

  19. 417

    #417 O silêncio deixado por Willie Colón

    Willie Colón, ícone da salsa e figura marcante da música latina, nos deixou dia 21 de fevereiro de 2026. Sua trajetória como trombonista, compositor e ativista cultural marcou gerações e ajudou a transformar a salsa em um movimento global.No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura e Bredi Vian Marinho⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o podcast Conversa de Câmara aqui!⁠⁠

  20. 416

    #416 Rock progressivo feito por bandas de rock e metal que NÃO SÃO progressivas

    Que tal uma viagem inesperada pelo universo do rock progressivo — mas não da forma que você imagina. Neste episódio, vamos explorar cinco músicas surpreendentes de grandes nomes do rock e do metal dos anos 70 e 80 que, mesmo não sendo bandas progressivas, ousaram experimentar nuances do estilo.Entre riffs pesados e melodias épicas, você vai descobrir como ícones consagrados se aventuraram em estruturas complexas, atmosferas viajantes e arranjos ousados, criando verdadeiras joias escondidas dentro de suas discografias.Será que o metal tradicional pode soar progressivo? Será que o hard rock pode se transformar em uma jornada sonora cheia de camadas e mudanças inesperadas? Essas cinco faixas provam que sim!#rockprogressivo #metal #rockanos70 #rockanos80 #bandasclassicas #musicasocultas #podcastrock #podcastmetal #progressiverock #hardrockNo comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura e Bredi Vian Marinho⁠⁠⁠⁠⁠Ouça o podcast Conversa de Câmara aqui!⁠

  21. 415

    #415 Living in the Past, uma das músicas mais improváveis do Jethro Tull, veio de um desafio

    ANTIGAS NOVIDADES entra na história improvável de “Living in the Past”, uma das músicas mais icônicas do Jethro Tull. Nascida em 1969 quase como uma provocação, a canção surgiu quando Ian Anderson recebeu a missão urgente de criar um hit — e decidiu fazer exatamente o oposto do que se esperava. Usando o incomum compasso 5/4, inspirado no jazz de Dave Brubeck, ele criou uma música que desafiava os padrões do pop e, ironicamente, conquistou o público de imediato.Gravada nos Estados Unidos e impulsionada por um arranjo elegante de cordas, a faixa chegou ao topo das paradas britânicas e, anos depois, também fez sucesso nos EUA. Mesmo odiada pelo próprio autor durante muito tempo, “Living in the Past” acabou se tornando um retrato fiel da identidade do Jethro Tull: ousada, irônica, sofisticada e musicalmente inquieta. A letra, ao mesmo tempo nostálgica e crítica, fala do desejo de escapar do caos do presente, questionando a idealização do passado e os próprios valores da contracultura. Uma música que nasceu como brincadeira, virou clássico e segue ecoando como cápsula do tempo do rock progressivo.#JethroTull #LivingInThePast #RockProgressivo #HistóriaDoRock #IanAnderson #RockAnos60 #MúsicaClássicaDoRock #PodcastMusical #AntigasNovidades #RockBritânico #ProgRock #ClássicosDoRock⁠OUÇA NOSSO OUTRO PODCAST:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ Novidades do Rock – sua fonte semanal de descobertas⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura e Bredi Vian Marinho⁠⁠⁠⁠Ouça o podcast Conversa de Câmara aqui!⁠

  22. 414

    #414 Sad Wings of Destiny: 50 anos do clássico histórico do Judas Priest

    "Sad Wings of Destiny" é muito mais do que o segundo álbum do Judas Priest — é o marco em que a banda consolidou sua identidade sonora e visual, abrindo caminho para se tornar um dos pilares do heavy metal. Lançado em 1976 pela Gull Records, o disco traz faixas icônicas como Victim of Changes e The Ripper, que se tornaram clássicos nos palcos. Com riffs poderosos, solos elaborados e a impressionante versatilidade vocal de Rob Halford, o álbum revela uma paleta de estilos que vai do peso de Tyrant e Genocide à atmosfera melancólica de Dreamer Deceiver e Epitaph. Apesar das dificuldades financeiras enfrentadas pela banda na época, o Judas Priest entregou uma obra que, em retrospecto, é considerada um dos álbuns mais importantes da história do metal, influenciando gerações e moldando o futuro da própria banda. Neste episódio, exploramos os detalhes, as histórias e o impacto duradouro desse clássico absoluto.OUÇA NOSSO OUTRO PODCAST:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ Novidades do Rock – sua fonte semanal de descobertas⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura e Bredi Vian MarinhoConvidado especial Thiago Zuma, do podcast ROCK NA MESA!⁠⁠⁠⁠Ouça o podcast Conversa de Câmara aqui!⁠#JudasPriest #SadWingsOfDestiny #HeavyMetal #RobHalford #VictimOfChanges #TheRipper #ClassicMetal #1976 #GullRecords #HistoriaDoMetal

  23. 413

    #413 Spheres, do Pestilence, redefiniu os limites do death metal nos anos 90

    Vamos falar e ouvir o disco Spheres, lançado pelo Pestilence em 1993, um dos trabalhos mais discutidos da discografia da banda e do death metal técnico dos anos 1990. A produção do disco, suas características sonoras, a mudança de direção em relação aos álbuns anteriores e a incorporação de elementos progressivos, como estruturas rítmicas deslocadas, uso de baixo fretless e uma abordagem mais limpa e seca nas guitarras, criaram um disco muito bom, que foi MALHADO pelos fãs naquela época.Vale ouvir se você quiser compreender melhor o disco, seu lugar na história do death metal técnico e as ideias que moldaram sua sonoridade.OUÇA NOSSO OUTRO PODCAST:⁠⁠⁠⁠⁠⁠ Novidades do Rock – sua fonte semanal de descobertas⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura e Bredi Vian MarinhoConvidado especial Bruno Glaser, do podcast ROCK NA MESA!⁠⁠⁠Ouça o podcast Conversa de Câmara aqui!⁠#Pestilence #Spheres #DeathMetalTecnico #MetalProgressivo #Anos90 #PodcastMetal #ResenhaMusical #AlbunsClassicos #MetalExtremo

  24. 412

    #412 Horcas (2002), o "Back in Black" do heavy metal argentino

    Lançado em 2002, Horcas é o quinto álbum de estúdio da banda argentina de thrash/heavy metal Horcas e representa um dos momentos mais decisivos de sua trajetória. O disco marca o primeiro trabalho após a morte de Osvaldo Civile, fundador e guitarrista da banda, consolidando uma fase de renovação sonora, amadurecimento técnico e reposicionamento artístico dentro do metal sul-americano do início dos anos 2000.Gravado no Estudios El Pie, com produção de Adrián Taverna e masterização de Eduardo Bergallo, o álbum apresenta uma sonoridade mais moderna, com guitarras encorpadas, bateria seca e um equilíbrio preciso entre agressividade e clareza. O thrash metal segue como base, mas agora dialoga com elementos de groove metal e heavy metal contemporâneo, refletindo as transformações estéticas da época.A nova formação é fundamental para esse impacto. A entrada de Gabriel Lis na guitarra inaugura uma abordagem mais objetiva, com riffs modernos e solos diretos, sem a intenção de reproduzir o estilo de Civile. A base rítmica formada por Norberto “Topo” Yáñez e Guillermo de Lucca mantém a precisão e o peso característicos da banda, enquanto Walter Meza fortalece a identidade vocal com um timbre firme, menos agudo e mais agressivo, assumindo de vez o protagonismo.Horcas (2002) é mais do que um disco de transição. É um álbum de reafirmação, que transforma perda em força criativa e consolida a banda como um dos nomes mais consistentes do metal argentino, mostrando que seguir em frente também pode ser um ato de resistência sonora.#horcas#horcas2002#metalargentino#thrashmetal#heavymetal#thrashargentino#metalanos2000#discografiahordas#bandasmetalargentinas#metalunderground#resenhametal#podcastmetal#historiadometal#albumthrash#metalpesado#metalgroove#metalamericano#musicaextrema#culturametal#metalclassicoOUÇA NOSSO OUTRO PODCAST:⁠⁠⁠⁠ Novidades do Rock – sua fonte semanal de descobertas⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura e Bredi Vian Marinho⁠⁠Ouça o podcast Conversa de Câmara aqui!⁠

  25. 411

    #411 Metal Espadinha, Power Metal ou Metal Melódico? Vamos descobrir onde o dragão cospe fogo nas guitarras!!

    Hoje a gente ergue espadas imaginárias, afina guitarras invisíveis e mergulha fundo no universo do Power Metal (Metal Melódico ou Metal Espadinha, que seja), um dos estilos mais épicos e controversos da história do heavy metal.A viagem é dividida em três atos bem definidos: as origens explosivas nos anos 80, o auge glorioso nos anos 90 e início dos 2000 e, por fim, a chamada “decadência”, que talvez seja melhor entendida como transformação, amadurecimento e resistência cultural. Entre uma fase e outra, músicas de passagem funcionam como portais sonoros — e não qualquer música, mas hinos que ajudaram a escrever essa história.Começamos na Alemanha, onde Helloween redefiniu velocidade, melodia e fantasia, criando a base do Power Metal moderno. Dali, a chama segue viva com o Gamma Ray, projeto que transforma ruptura em manifesto musical. No auge, exploramos o gênero como fenômeno global, passando por coros monumentais, narrativas épicas e virtuosismo técnico — com destaque para nomes que fizeram o estilo soar maior do que a vida. E, no encerramento, chegamos ao presente com o som inconfundível do Stratovarius, lembrando que o Power Metal pode até sair do mainstream, mas nunca perde seu exército fiel.As músicas de passagem que costuram o episódio são verdadeiros marcos: “Future World”, “Rebellion in Dreamland” e “Theater of Salvation” — faixas que não só representam épocas diferentes, mas também estados de espírito distintos dentro do gênero.Este não é só um episódio sobre música. É sobre ciclos culturais, sobre excesso e reinvenção, sobre o que acontece quando um estilo deixa de ser moda e passa a ser identidade. Antigas Novidades é isso: olhar para trás com ouvido atento e perceber que, muitas vezes, o novo já estava lá o tempo todo.⁠⁠⁠⁠OUÇA NOSSO OUTRO PODCAST:⁠⁠ Novidades do Rock – sua fonte semanal de descobertas⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura, Bredi Vian Marinho e Aldo Portes de França.⁠Ouça o podcast Conversa de Câmara aqui!⁠#PowerMetal #HeavyMetal #HistoriaDoPowerMetal#PowerMetal, #HeavyMetal, #HistoriaDoPowerMetal, #Helloween, #GammaRay, #Stratovarius, #MetalMelodico, #MetalEpico, #MetalEuropeu, #PodcastsDeMusica, #PodcastsSobreMetal, #HistoriaDoHeavyMetal, #MetalAnos80, #MetalAnos90, #FantasiaNoMetal, #PowerMetalAlemao, #BandasDePowerMetal, #CulturaMetal, #MusicaPesada, #MetalClassico, #MetalEspadinha

  26. 410

    #410 Grandes músicas: Tarkus (Emerson, Lake and Palmer) 1971

    Tarkus, do Emerson, Lake & Palmer: a suíte progressiva que transformou rock em ficção científica sonoraPoucas músicas na história do rock conseguem ir além do som e se tornar uma narrativa completa, quase um filme imaginário contado por instrumentos. Tarkus é exatamente isso. Lançada em 1971 pela banda Emerson, Lake & Palmer, a suíte que abre o álbum Tarkus é um dos manifestos definitivos do rock progressivo.Com mais de 20 minutos de duração, Tarkus não é apenas uma música longa: é uma obra conceitual dividida em sete movimentos, cada um representando uma etapa de uma história simbólica sobre criação, poder, guerra, queda e renascimento. No centro dessa narrativa está Tarkus, uma criatura híbrida — meio tatu, meio tanque de guerra — que surge das entranhas da Terra como metáfora do avanço tecnológico sem consciência.A suíte começa com “Eruption”, um nascimento violento, marcado por órgão Hammond agressivo e mudanças rítmicas abruptas. É o mundo sendo criado à força. Em “Stones of Years”, entram os vocais de Greg Lake, trazendo questionamentos existenciais sobre tempo, sabedoria e cegueira histórica. Aqui, Tarkus começa a pensar — e pensar dói.“Iconoclast” e “Mass” representam o auge do conflito. Tarkus destrói antigas crenças, mas acaba se tornando aquilo que combatia. A crítica social aparece clara: revoluções que viram sistemas, fé que vira controle, poder que se corrompe. Musicalmente, o trio mostra domínio absoluto de dinâmica, alternando caos e groove com precisão cirúrgica.O ponto de virada acontece em “Manticore”, quando Tarkus enfrenta uma criatura mitológica que simboliza o caos primordial. A batalha é instrumental, dissonante e curta — e Tarkus é derrotado. O resultado vem em “Battlefield”, um lamento sobre os escombros da guerra, onde não existem vencedores, apenas silêncio e confusão.Por fim, “Aquatarkus” fecha o ciclo com o renascimento. A criatura retorna transformada, agora ligada à água, símbolo de renovação e consciência. O tema musical inicial reaparece, mas evoluído — como se a própria música tivesse aprendido com seus erros.Tarkus permanece atual porque fala de um dilema eterno: a humanidade cria ferramentas, ideologias e máquinas para avançar, mas frequentemente perde o controle sobre elas. Emerson, Lake & Palmer não entregam respostas fáceis. Eles oferecem uma experiência — intensa, desconfortável e grandiosa.Mais de cinquenta anos depois, Tarkus continua sendo uma aula de ambição artística, provando que o rock pode ser tão narrativo quanto a literatura e tão épico quanto o cinema. Uma música que não se escuta apenas: se atravessa.⁠⁠⁠OUÇA NOSSO OUTRO PODCAST: Novidades do Rock – sua fonte semanal de descobertas⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura, Bredi Vian Marinho e Aldo Portes de França.Ouça o podcast Conversa de Câmara aqui!#tarkus #emersonlakeandpalmer #rockprogressivo #musicaanos70 #suiteprogressiva #albumtarkus #keitherson #greglake #carlpalmer #conceitoalbum #rockclassico #historiadorock #analisedemusica #podcastrock #progrock #musicaexperimental #rockbritanico #musicaepica #ficcaocientificanorock

  27. 409

    #409 Iron Maiden 50 anos: a era do sexteto

    A fase sexteto do Iron Maiden não é sobre hits.É sobre tempo, maturidade e liberdade criativa.É o Iron Maiden que já conquistou tudo e agora usa a música para refletir, questionar e permanecer relevante sem se repetir.Antes de entrar disco por disco, vale deixar algo muito claro para quem está ouvindo:a fase sexteto do Iron Maiden, iniciada no ano 2000, é a fase mais relevante da história da banda. Não necessariamente a mais famosa, nem a mais radiofônica — mas a mais sólida.É a fase mais longa de todas.É a fase que teve mais tempo entre discos, sem correria, sem pressão de gravadora.É a fase em que a banda já não precisava provar nada para ninguém.E é também a fase em que o Iron Maiden mais veio ao Brasil, criando uma relação quase ritualística com o público brasileiro.Essa é a era em que o Maiden deixa de ser apenas uma banda de heavy metal e passa a funcionar como uma instituição criativa em pleno controle do próprio tempo.Integrantes da fase sexteto do Iron Maiden (2000 – atual)Desde o ano 2000, o Iron Maiden mantém a formação mais estável, longa e produtiva de toda a sua história:Bruce Dickinson – vocalSteve Harris – baixoDave Murray – guitarraAdrian Smith – guitarraJanick Gers – guitarraNicko McBrain – bateria#ironmaiden #ironmaidensexteto #bravenewworld #danceofdeath #amatteroflifeanddeath #thefinalfrontier #thebookofsouls #senjutsu #heavymetal #metalclassico #metalbritanico #brucedickinson #steveharris #adriansmith #davemurray #janickgers #nickomcbrain #discografiamaiden #historiadometal #podcastdemetal #ironmaidenbrasil #metalprogressivoDiscos da fase sexteto em ordem cronológica1. Brave New World (2000)2. Dance of Death (2003)3. A Matter of Life and Death (2006)4. The Final Frontier (2010)5. The Book of Souls (2015)6. Senjutsu (2021)Palavras-chave SEO⁠⁠OUÇA NOSSO OUTRO PODCAST: Novidades do Rock – sua fonte semanal de descobertas⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura, Bredi Vian Marinho e Aldo Portes de França.

  28. 408

    #408 Bestial Devastation: a origem do Sepultura e a cena do metal brasileiro em 1985

    “Bestial Devastation” não é só o primeiro registro do Sepultura. É quase um manifesto cru, barulhento e desajeitado — no melhor sentido possível — de uma molecada de Belo Horizonte que queria soerguer o metal extremo no Brasil na marra. Dá pra sentir esse espírito em cada segundo das faixas, inclusive nos erros, microfonias e exageros adolescentes. É justamente isso que torna o disco tão simbólico.O ano de 1985 foi um caldeirão quente. O país acabava de sair da ditadura militar, o Rock in Rio tinha acabado de acontecer, e a cultura jovem começava a respirar sem tanto peso no peito. Mas o underground ainda era um território bruto. Tudo era feito com fita cassete, boca a boca, zines xerocados e uma enorme vontade de perturbar o status quo.Enquanto o mainstream celebrava Paralamas, Blitz e Barão Vermelho — todos ótimos, claro — alguns garotos em BH preferiam ir pro lado mais sombrio da força. A capital mineira, curiosamente, se tornou um dos berços mais férteis do metal extremo na América Latina. Metrópolis pesada, industrial, cheia de becos sonoros perfeitos para riffs diabólicos.A tape-trading internacional (troca de fitas entre fãs do mundo todo) começava a colocar o Brasil no mapa do metal extremo. Nomes como Sarcófago, Mutilator, Chakal, Holocausto e, claro, Sepultura formavam o embrião do que viraria o Cogumelo Records style. Era feio, sujo e completamente autêntico.O disco saiu como lado B de um split com o Overdose, chamado Bestial Devastation / Século XX. Foi lançado pela lendária Cogumelo Records, que quase funcionava como uma espécie de “Motorola do metal”: pequena, improvisada, mas decisiva.O som é um híbrido de black metal primitivo com thrash apressado, riffs cortantes e uma bateria que parece gravada dentro de um buraco — e funciona. Max ainda não tinha o vocal encorpado e tribal dos anos 90; ali ele soa como um adolescente possuído lendo trechos de grimório.Faixa por faixa:• 01 The Curse – Um intro narrado, beirando o tosco, mas absolutamente icônico. Aquele tipo de abertura que tenta invocar o inferno com uma fita de VHS.• 02 Bestial Devastation – Aqui o Sepultura realmente nasce. Velocidade, caos, letras sobre profanação… a receita ideal pra fazer a cena internacional virar o pescoço na direção de BH.• 03 Antichrist – Assinada liricamente pelo Wagner Lamounier (sim, o futuro vocal do Sarcófago). Essa conexão entre as bandas mostra como a cena mineira era uma caldeira coletiva.• 04 Necromancer – Uma das faixas mais queridas pelos fãs antigos. Um proto–death metal cheio de clima e riffs quase punk na estrutura.• 05 Warriors of Death – Um fechamento épico, ainda na pegada blasfema e adolescente, mas com atitude o suficiente pra virar clássico.• Max Cavalera – Vocal rasgado, guitarra rítmica crua, pura urgência.• Jairo Guedz – Guitarra solo repleta de influência de Venom e Slayer.• Paulo Jr. – Baixo simples, mas firme; essencial num cenário de pouca técnica disponível.• Igor Cavalera – O mais impressionante ali: jovem, mas já com uma pegada absurda.#Sepultura #BestialDevastation #MetalBrasileiro #Metal1985#ThrashMetalBrasil #BlackMetalBrasil #CenaUndergroundBH ⁠⁠OUÇA NOSSO OUTRO PODCAST: Novidades do Rock – sua fonte semanal de descobertas⁠⁠⁠⁠⁠⁠No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura, Bredi Vian Marinho e Aldo Portes de França.Participação de Rodolpho Marques do Carmo!APOIE NOSSO PROJETO⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/antigasnovidades⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

  29. 407

    #407 Especial de Natal com rock para suas festas de fim de ano

    Este episódio especial mergulha no universo das músicas de Natal mais inesperadas do rock, metal e punk — um passeio divertido e cheio de histórias reais sobre como artistas lendários transformaram o clima natalino em guitarras distorcidas, emoção e irreverência. Exploramos desde clássicos épicos como “Happy Xmas (War Is Over)” até hinos sarcásticos como “Papai Noel Filho da Puta”, passando por glam, punk, metal gótico e rock sinfônico. Ideal para quem ama música, cultura pop e boas narrativas com espírito festivo.Lista de músicas na ordem:Heavy Metal Christmas – Twisted SisterMistress for Christmas – AC/DCThank God It’s Christmas – QueenStep Into Christmas – Elton JohnChristmas Time (Don’t Let the Bells End) – The DarknessMerry Christmas (I Don’t Wanna Fight Tonight) – RamonesNaughty Christmas – Lacuna CoilI Believe in Father Christmas – Greg Lake / ELPPapai Noel Filho da Puta – Garotos PodresRudolph the Red-Nosed Reindeer – Lynyrd SkynyrdHappy Xmas (War Is Over) – John Lennon & Yoko OnoThis Christmas Day – Trans-Siberian Orchestra#rockdenatal #músicasdenatalrock #rocknatalino #podcastdenatal #twistedsister #acdc #queen #eltonjohn #thedarkness #ramones #lacunacoil #greglake #elp #transsiberianorchestra #garotospodres #lynyrdskynyrd #johnlennon #yokoono #músicasparanatal #natalrockeiro⁠OUÇA NOSSO OUTRO PODCAST: Novidades do Rock – sua fonte semanal de descobertas⁠⁠⁠⁠⁠No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura, Bredi Vian Marinho e Aldo Portes de França.APOIE NOSSO PROJETO⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/antigasnovidades⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

  30. 406

    #406 Blaze Bayley detonando na Wolfsbane antes do Iron Maiden com All Hell’s Breaking Loose Down at Little Kathy Wilson’s Place (1990)

    Este episódio mergulha no universo de All Hell’s Breaking Loose Down at Little Kathy Wilson’s Place, o mini-álbum lançado pelo Wolfsbane em 1990. Exploramos o contexto da época, a sonoridade crua produzida por Brendan O’Brien, a inspiração sci-fi da faixa “Kathy Wilson” e a importância desse trabalho na trajetória da banda — especialmente no período em que o Wolfsbane abriu shows para o Iron Maiden, antes da entrada de Blaze Bayley na Donzela de Ferro.O episódio também revisita cada detalhe da formação clássica: Blaze Bayley nos vocais, Jason Edwards na guitarra, Jeff Hately no baixo e Steve Danger na bateria. Uma análise completa para quem deseja entender por que esse EP se tornou cult entre fãs de heavy metal e de história do rock britânico.OUÇA NOSSO OUTRO PODCAST: Novidades do Rock – sua fonte semanal de descobertas⁠⁠⁠⁠No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura, Bredi Vian Marinho e Aldo Portes de França.APOIE NOSSO PROJETO⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/antigasnovidades⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠#Wolfsbane #BlazeBayley # Iron #Heavymetal #kathyWilson #ironmaiden

  31. 405

    #405 No Reservations, a estreia explosiva do Blackfoot em 1975

    Lançado em 1975, No Reservations foi o ponto de partida da banda Blackfoot, um grupo que trouxe o espírito selvagem do southern rock com um toque pesado de hard rock e blues. Neste episódio do podcast, a gente viaja no tempo para revisitar esse álbum marcante, entender suas raízes e sentir a energia bruta que a banda já mostrava desde o primeiro acorde.O Blackfoot era formado por Rickey Medlocke (vocais e guitarra), Charlie Hargrett (guitarra solo), Greg T. Walker (baixo e vocais) e Jakson Spires (bateria e backing vocals). Unidos por um som encorpado e pela herança nativa de Medlocke, eles criaram um disco que misturava rebeldia, estrada e identidade sulista.O álbum No Reservations tem nove faixas intensas:Lado ARailroad Man – 2:22Indian World – 2:52Stars – 4:08Not Another Maker – 5:08Born to Rock & Roll – 3:37Lado B6. Take a Train – 4:237. Big Wheels – 5:058. I Stand Alone – 7:479. Railroad Man (reprise)O disco é uma verdadeira viagem pelo coração do sul dos Estados Unidos — com guitarras cortantes, letras sobre estrada e liberdade, e uma energia que influenciaria toda a trajetória do grupo. Faixas como I Stand Alone e Take a Train mostram o domínio instrumental da banda, enquanto Indian World traz a conexão espiritual de Rickey Medlocke com suas origens nativas.#Blackfoot #NoReservations #SouthernRock #RickeyMedlocke #ClassicRock #HardRockAnos70 #BluesRock #ÁlbunsClássicos #HistóriaDoRock OUÇA NOSSO OUTRO PODCAST: Novidades do Rock – sua fonte semanal de descobertas⁠⁠⁠⁠No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura, Bredi Vian Marinho e Aldo Portes de França. APOIE NOSSO PROJETO⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/antigasnovidades⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

  32. 404

    #404 Cynic, com Focus (1993), trouxe mais técnica para o metal

    Em 1993, uma banda da Flórida desafiou tudo o que o metal extremo representava. O Cynic lançou “Focus”, um disco que misturou death metal técnico, jazz fusion e filosofia existencial, criando uma sonoridade que parecia vir do futuro.Trinta anos depois, essa obra ainda soa moderna — complexa, espiritual e imprevisível. Cada faixa é uma viagem entre técnica, emoção e consciência expandida. Paul Masvidal e Sean Reinert abriram portais musicais que influenciaram nomes como Opeth, Between the Buried and Me e Gojira.Em Antigas Novidades, a gente volta no tempo para revisitar esse marco do metal progressivo, analisando faixa a faixa e entendendo por que Focus é mais do que um álbum: é uma experiência sonora transcendental.Faixas do álbum “Focus” (Cynic – 1993):Veil of MayaCelestial VoyageThe Eagle NatureSentimentI'm But a Wave to...Uroboric FormsTexturesHow Could IMais de 30 anos depois, o Cynic continua sendo a prova de que o metal pode ser espiritual sem perder o peso — e que pensar demais, às vezes, é o som mais radical de todos.#Cynic #Focus #MetalProgressivo #DeathMetalTecnico #JazzFusion #Anos90 #PaulMasvidal #SeanReinert #MetalFlórida #PodcastAntigasNovidadesOUÇA NOSSO OUTRO PODCAST: Novidades do Rock – sua fonte semanal de descobertas⁠⁠⁠No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura, Bredi Vian Marinho e Aldo Portes de França. APOIE NOSSO PROJETO⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/antigasnovidades⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

  33. 403

    #403 Armageddon: 50 anos da estreia deste grande disco de hardão! Participação de Willian Faria, do Rock na Mesa!

    Hoje mergulhamos no único e poderoso disco do supergrupo Armageddon, formado por Keith Relf (ex-The Yardbirds), Martin Pugh (Steamhammer), Louis Cennamo (Renaissance) e Bobby Caldwell (Captain Beyond). Um encontro explosivo de talentos que resultou em uma das obras mais subestimadas do rock dos anos 70.Faixa a faixa, destrinchamos cada detalhe musical do álbum:🔥 Buzzard abre com riffs cortantes e energia crua, um voo rasante pelo hard rock progressivo.🌙 Silver Tightrope desacelera o pulso e nos leva a uma atmosfera etérea e melancólica.⚙️ Paths and Planes and Future Gains traz peso direto e riffs poderosos, a ponte entre o rock setentista e o som moderno.🎸 Last Stand Before mistura blues e rock pesado, com a harmônica inconfundível de Relf em um duelo intenso com a guitarra de Pugh.🌌 Basking in the White of the Midnight Sun encerra o álbum em tom épico — uma suíte cheia de nuances, transições e catarse musical.Um episódio para quem ama rock progressivo, hard rock clássico e a arte de bandas que nasceram para brilhar brevemente — e marcar para sempre.🎧 Ouça, sinta e descubra por que o Armageddon de 1975 é um fim dos tempos musical que continua ecoando até hoje.#Armageddon #KeithRelf #MartinPugh #LouisCennamo #BobbyCaldwell #RockProgressivo #HardRock #Anos70 #Buzzard #SilverTightrope #PathsAndPlanesAndFutureGains #LastStandBefore #BaskingInTheWhiteOfTheMidnightSun #PodcastDeMúsica #RockInglês #SupergrupoSetentista #GuitarraPsicodélica #ProgressiveRock #HeavyBlues #AnáliseMusicalHoje com participção do Willian Faria, do podcast Rock na Mesa!⁠OUÇA NOSSO OUTRO PODCAST: Novidades do Rock – sua fonte semanal de descobertas⁠⁠No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura, Bredi Vian Marinho e Aldo Portes de França. APOIE NOSSO PROJETO⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/antigasnovidades⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

  34. 402

    #402 Elton John e os 50 anos de Captain Fantastic and the Brown Dirt Cowboy

    "Captain Fantastic and the Brown Dirt Cowboy" é o nono álbum de estúdio de Elton John, lançado em 23 de maio de 1975. O disco é autobiográfico e narra os anos de formação da dupla Elton John (Captain Fantastic) e Bernie Taupin (Brown Dirt Cowboy) — desde os tempos difíceis em Londres entre 1967 e 1969 até o início da fama.Foi um sucesso instantâneo, tornando-se o primeiro álbum da história a estrear em 1º lugar na Billboard 200 e já certificado ouro antes do lançamento. Vendeu 1,4 milhão de cópias em apenas quatro dias e permaneceu sete semanas no topo das paradas.Foi também o último álbum dos anos 1970 com a formação clássica da Elton John Band — Davey Johnstone (guitarra), Dee Murray (baixo) e Nigel Olsson (bateria). Só voltariam a gravar juntos em Too Low for Zero (1983).A produção ficou a cargo de Gus Dudgeon, que considerou este “o melhor trabalho que Elton e a banda já fizeram”.A arte de capa, assinada por Alan Aldridge, foi inspirada em O Jardim das Delícias Terrenas, de Hieronymus Bosch, e o LP original trazia um pôster e dois livretos, um de letras e outro de recortes e memorabilia da época.Em 2003, o álbum entrou na lista da Rolling Stone dos 500 Maiores Álbuns de Todos os Tempos (posição 158).Bernie Taupin escreveu as letras em ordem cronológica, criando um álbum conceitual — uma autobiografia musical sobre a luta por reconhecimento, frustrações e a relação simbiótica entre os dois artistas.Elton compôs as músicas durante uma travessia de navio entre o Reino Unido e Nova York, e todas as faixas seguem a mesma ordem narrativa do LP, como um diário sonoro.A única faixa lançada como single foi “Someone Saved My Life Tonight”, um relato direto sobre o quase casamento de Elton com Linda Woodrow e sua tentativa de suicídio em 1968. O “alguém” do título é Long John Baldry, amigo que o convenceu a desistir do noivado e seguir sua carreira musical.Elton considera este seu melhor álbum, por ser o mais honesto e menos comercial:“Foi escrito do começo ao fim como uma história sobre enfrentar o fracasso — ou tentar desesperadamente não ser um.”MusicasCaptain Fantastic and the Brown Dirt Cowboy, Tower of Babel, Bitter Fingers, Tell Me When the Whistle Blows, Someone Saved My Life Tonight, (Gotta Get a) Meal Ticket, Better Off Dead, Writing, We All Fall in Love Sometimes, Curtains.#EltonJohn #CaptainFantastic #BrownDirtCowboy #BernieTaupin #RockAnos70 #MusicaAutobiografica #AlbumConceitual #ClassicRock #PianoRock #MusicaBritanica #DiscografiaEltonJohn #RockProgressivo #HistoriaDoRock #Anos1970 #SomeoneSavedMyLifeTonight #MusicaClassicaModerna #PopRock #CompositorBritanico #CulturaPop OUÇA NOSSO OUTRO PODCAST: Novidades do Rock – sua fonte semanal de descobertas⁠No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura, Bredi Vian Marinho e Aldo Portes de França. APOIE NOSSO PROJETO⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/antigasnovidades⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

  35. 401

    #401 Grandes músicas: In-A-Gadda-Da-Vida (Iron Butterfly ) 1968

    O Antigas Novidades mergulha na história do Iron Butterfly, a banda que levou o rock psicodélico a um patamar de peso inédito e, sem querer, criou o primeiro sucesso do heavy metal.Tudo começou em 1966, em Los Angeles, da fusão entre dois grupos, The Voxmen e The Weeds. A formação inicial logo deu lugar ao quarteto clássico, que incluía Doug Ingle (órgão e vocal principal) e Ron Bushy (bateria).Iron Butterfly fez In-A-Gadda-Da-Vida o hino de 17 minutos que transformou o rock A história de sorte e talento se consolidou quando, para o segundo álbum, o Iron Butterfly recrutou o prodígio Erik Brann na guitarra. Brann tinha apenas 17 anos e tocava guitarra há só três meses, substituindo o músico original que havia desistido.Em 1968, o álbum "In-A-Gadda-Da-Vida" mudou o curso do rock. A faixa-título, uma jam de 17 minutos que ocupa todo o lado B do vinil, nasceu de um mal-entendido. O nome original, "In the Garden of Eden" ("No Jardim da Vida"), foi deturpado pelo baterista Ron Bushy ao tentar ouvir Doug Ingle através dos fones de ouvido.A canção é um marco:Estrutura Inovadora: É uma das primeiras a apresentar um longo solo de bateria (inspirado na Missa Luba congolesa). Sua estrutura geral, inclusive, remete à Missa Luba, e a melodia ainda cita o hino de Natal "God Rest Ye Merry Gentlemen" (canção inglesa do século XVIII).O Nascimento do Gênero: A faixa é amplamente considerada a primeira canção de sucesso classificada como "heavy metal", marcando a transição do rock psicodélico para o peso que inspiraria Led Zeppelin e Deep Purple.O sucesso foi estrondoso: o álbum vendeu mais de 4 milhões de cópias e foi o primeiro a receber a certificação de platina da RIAA. O público forçou a compra do álbum, já que a versão completa só estava disponível nele – uma prova do impacto que essa borboleta de ferro causou na história da música.Aperte o play e descubra como uma banda presa no aeroporto (e por isso perdeu Woodstock) deu um estalhe monumental no rock.#IronButterfly #InAGaddaDaVida #HeavyMetal #RockPsicodélico #HistóriaDoRock #DougIngle #ErikBrann #RonBushy #MissaLuba #AntigasNovidades #IronOUÇA NOSSO OUTRO PODCAST: Novidades do Rock – sua fonte semanal de descobertasNo comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura, Bredi Vian Marinho e Aldo Portes de França. APOIE NOSSO PROJETO⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠https://apoia.se/antigasnovidades⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

  36. 400

    Especial 400 programas – Antigas Novidades traz descobertas musicais e novos artistas de rock , soul e metal

    O podcast Antigas Novidades chega à marca histórica de 400 episódios trazendo um presente para todos os ouvintes: cada integrante da bancada selecionou 10 músicas de rock novas para apresentar, em um verdadeiro festival de descobertas sonoras. São bandas novas, lançamentos do rock mundial, além de sons independentes que merecem destaque.Esse episódio especial é um convite para mergulhar em novidades do rock, celebrando o espírito que sempre moveu o programa: apresentar música de qualidade.E tem mais novidade: para comemorar os 400 episódios do Antigas Novidades, está no ar o novo podcast Novidades do Rock, totalmente focado em lançamentos de rock, para você descobrir bandas que estão agitando a cena atual e redefinindo o som da nova geração.👉 Se você curte rock clássico, novas bandas, lançamentos, playlists de rock e novidades musicais, não pode perder!📲 Escute agora nos principais agregadores e siga os dois projetos:Antigas Novidades – tradição em rock e conteúdo exclusivoNovidades do Rock – sua fonte semanal de descobertas#AntigasNovidades #PodcastDeRock #Podcast #NovidadesDoRock #Rock #MusicaNova #LançamentosDeRock #DescubraBandas #PodcastMusical #RockAlternativo #RockBrasileiro #IndieRock #HardRock #Metal #ClassicRock #PodcastSpotify #PodcastApple #MusicaIndependente #NovasBandas #PodcastDeMusicaNo comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura, Bredi Vian Marinho e Aldo Portes de França. APOIE NOSSO PROJETO⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠https://apoia.se/antigasnovidades⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

  37. 399

    #399 Super grupo na área com Chickenfoot III, de 2011

    Antigas Novidades ouviu e falou sobre o disco Chickenfoot III, o segundo álbum de estúdio da banda Chickenfoot, lançado em 2011. O grupo é considerado um supergrupo do rock, formado por músicos lendários que já fizeram história em outras bandas de peso. A proposta do programa foi revisitar este trabalho que, mesmo não sendo o “terceiro” álbum, surpreendeu pela maturidade e energia.O Chickenfoot é formado por:Sammy Hagar – vocal (ex-Van Halen e Montrose)Joe Satriani – guitarra (virtuose solo reconhecido mundialmente)Michael Anthony – baixo (ex-Van Halen)Chad Smith – bateria (Red Hot Chili Peppers)Essa formação reúne técnica, peso e carisma em um só projeto, resultando em músicas potentes que marcam o rock moderno.O álbum Chickenfoot III traz 10 músicas, todas tocadas e comentadas no programa Antigas Novidades, na seguinte sequência:Last TemptationAlright AlrightDifferent DevilUp NextLighten UpCome CloserThree and a Half Letters (I Need a Job)Big FootDubai BluesSomething Going WrongCada uma dessas faixas mostra a química explosiva da banda, equilibrando peso, groove e solos virtuosos de guitarra.Mesmo sendo apenas o segundo álbum, o título Chickenfoot III brinca com a expectativa dos fãs e confirma a irreverência do grupo. O disco conseguiu destaque nas paradas internacionais, sendo bem recebido pela crítica e mostrando que o hard rock segue vivo nas mãos de músicos lendários.O programa Antigas Novidades destacou como o trabalho continua atual, seja pela crítica social de músicas como Three and a Half Letters, ou pela diversão e energia de faixas como Big Foot.#Chickenfoot #ChickenfootIII #SammyHagar #JoeSatriani #MichaelAnthony #ChadSmith #AntigasNovidades #RockInternacional #HardRock #DiscoDeRock #ÁlbumChickenfootIII #BigFootChickenfoot #DifferentDevil #JoeSatrianiGuitarra #SupergrupoDeRock #VanHalen #RedHotChiliPeppers #Rock2011 #FaixasChickenfootIII #ProgramaAntigasNovidadesNo comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura, Bredi Vian Marinho e Aldo Portes de França. APOIE NOSSO PROJETO⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠https://apoia.se/antigasnovidades⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Veja nosso YouTube: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.youtube.com/@antigasnovidades1170⁠⁠⁠⁠

  38. 398

    #398 Clara Crocodilo, de Arrigo Barnabé, roubou a cena em 1980 com um disco que mudou até a vanguarda

    No episódio de hoje do Antigas Novidades, vamos mergulhar em um dos discos mais ousados e revolucionários da música brasileira: Clara Crocodilo, lançado por Arrigo Barnabé em 1980. Um álbum que marcou para sempre a Vanguarda Paulista e desafiou as fronteiras entre música erudita e popular, misturando dodecafonismo, serialismo, atonalidade e expressionismo com críticas sociais e culturais afiadas.Durante o programa, vamos ouvir e comentar cada uma das faixas desse clássico:Acapulco Drive-inOrgasmo TotalDiversões EletrônicasInstanteSabor de VenenoInfortúnioOffice BoyClara CrocodiloEsse álbum não só redefiniu o que significava fazer música no Brasil dos anos 80, como também abriu espaço para o experimentalismo de artistas da Vanguarda Paulista, dialogando com nomes como Itamar Assumpção e Grupo Rumo. Mais do que um disco, Clara Crocodilo é uma experiência sonora, teatral e política — uma verdadeira ópera urbana que ainda soa atual.Se você gosta de música ousada, cheia de referências à Segunda Escola de Viena, influências de Frank Zappa, paródias de jingles e melodias populares subvertidas, este episódio é para você.Aperte o play e venha com a gente revisitar essa obra-prima da música brasileira!#ArrigoBarnabé #ClaraCrocodilo #VanguardaPaulista #MúsicaBrasileira #DiscosClássicos #Dodecafonismo #Serialismo #Atonalidade #Expressionismo #PodcastDeMúsica #MúsicaExperimental #ItamarAssumpção #GrupoRumo #FrankZappa #Schoenberg #Webern #Berg #Anos80 #ÁlbumClássico #AntigasNovidadesNo comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura, Bredi Vian Marinho e Aldo Portes de França. APOIE NOSSO PROJETO⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ https://apoia.se/antigasnovidades⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Veja nosso YouTube: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.youtube.com/@antigasnovidades1170⁠⁠⁠⁠

  39. 397

    #397 Iron Maiden 50 anos: os anos decadentes

    Esse ciclo de discos mostra claramente a perda de fôlego da banda nos anos 90, tanto por desgaste interno quanto pela saída de Bruce e a dificuldade de Blaze em se encaixar. A redenção só veio em 1999, com o retorno de Bruce e Adrian, culminando em Brave New World (2000).🎸 1. No Prayer for the Dying (1990)Primeiro álbum dos anos 90, depois do auge absoluto dos anos 80.Traz o hit "Bring Your Daughter... to the Slaughter", que chegou ao topo das paradas britânicas, mas o disco no geral foi visto como um retrocesso em relação ao mais ambicioso Seventh Son of a Seventh Son (1988).Produção mais crua, menos progressiva, letras menos inspiradas.Muitos fãs consideram um dos discos mais fracos da era Bruce.👉 Sinal de desgaste criativo: a banda parecia querer “voltar às raízes”, mas perdeu o frescor.Último álbum da primeira fase com Bruce Dickinson.Contém o clássico “Fear of the Dark”, que virou hino eterno nos shows.No entanto, o resto do álbum é bastante irregular, com músicas vistas como “encheção de linguiça” (Weekend Warrior, Chains of Misery).Apesar disso, foi bem nas vendas, chegando a nº 1 no Reino Unido.👉 Fim de um ciclo: Bruce saiu logo após a turnê, insatisfeito com os rumos da banda.Primeiro disco com Blaze Bayley nos vocais.Produção mais sombria, arrastada e melancólica, refletindo também o estado emocional de Steve Harris (divórcio e problemas pessoais).Destaques: “Man on the Edge”, “Sign of the Cross” (esta última ainda resgatada por Bruce em shows posteriores).Porém, o disco foi considerado muito longo, cansativo e sem energia.Vendas despencaram em comparação com os anteriores.👉 Choque para os fãs: Blaze não tinha alcance vocal para os clássicos da banda, e a identidade sonora se perdeu.Segundo e último álbum com Blaze.Tentou ser mais acessível e direto, mas o resultado foi pior: músicas repetitivas e arranjos pouco inspirados.Destaques modestos: “The Clansman” (que sobreviveu no repertório ao vivo) e “Futureal”.Considerado por muitos o ponto mais baixo da discografia.As vendas foram fracas, e a recepção crítica, péssima.👉 Crise total: a banda já parecia sem rumo, e os fãs se afastaram.No Prayer for the Dying (1990) → retrocesso criativo.Fear of the Dark (1992) → irregular, só sobrevive pelo hino-título.The X Factor (1995) → sombrio, pesado demais e sem impacto comercial.Virtual XI (1998) → o fundo do poço criativo e comercial.No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura, Bredi Vian Marinho e Aldo Portes de França. APOIE NOSSO PROJETO⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ https://apoia.se/antigasnovidades⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Veja nosso YouTube: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.youtube.com/@antigasnovidades1170⁠⁠⁠⁠#IronMaiden #NoPrayerForTheDying #FearOfTheDark #TheXFactor #VirtualXI #BlazeBayley #BruceDickinson #HeavyMetal #MetalBritânico #DécadaDe90 #HistóriaDoMetal #ÁlbunsDoIronMaiden #DiscografiaIronMaiden #DecadênciaIronMaiden #FaseSombria #HeavyMetalAnos90 #ClássicosDoIronMaiden #RunToTheHills #TheNumberOfTheBeast #TheClansman #SignOfTheCross #Futureal #ManOnTheEdge #BringYourDaughterToTheSlaughter #MetalAoVivo #IronMaiden1990 #IronMaiden1992 #IronMaiden1995 #IronMaiden1998 #EraBlazeBayley #SeventhSonOfASeventhSon #BraveNewWorld #HistóriaDoRock #BandaDeMetal

  40. 396

    #396 A farofa tardia do Bangalore Choir, com On Target (1992)

    No episódio de hoje do Antigas Novidades, vamos falar de um disco que marcou o início dos anos 90, mas que acabou ficando esquecido em meio à avalanche do grunge: “On Target”, estreia da banda Bangalore Choir.Depois de sua saída do Accept, o vocalista David Reece voltou para Los Angeles com a ideia de montar uma banda que unisse peso e melodia. Ao lado do baterista Rusty Miller, ele começou a dar forma ao projeto, que acabou recebendo o nome Bangalore Choir — sugestão inspirada por seu irmão, um fuzileiro naval, que mencionou o “Bangalore”, um torpedo militar. Para completar, Reece adicionou o “Choir”, destacando o lado harmônico e melódico que queria para o grupo.No Guitar Institute of Technology, David conheceu John Kirk (guitarra) e Danny Greenberg (baixo), além de trazer para a formação Curt Mitchell (ex-Razormaid). Pouco tempo depois, a banda assinou contrato com a Giant Records e gravou o álbum “On Target”, contando ainda com Ian Mayo (baixo, ex-Hericane Alice) e Jackie Ramos (bateria, também ex-Hericane Alice).O disco traz faixas marcantes como “All or Nothin’”, “Slippin’ Away”, o single “Loaded Gun”, além de uma versão de “Angel in Black” (composta originalmente pelo Autograph) e até mesmo “Doin’ the Dance”, música escrita por Jon Bon Jovi e Aldo Nova.Apesar da qualidade, o contexto da época não ajudou. O grunge dominava rádios, MTV e corações, e em poucos meses a gravadora desistiu do projeto. O Bangalore Choir se desfez, e David Reece chegou a abandonar a música, trabalhando na construção civil antes de retornar anos depois em novos projetos.E pra falar desse disco e dessa história cheia de altos e baixos, temos um convidado especial: Willian Farias, do podcast Rock na Mesa, que vai dividir com a gente suas impressões sobre o Bangalore Choir – On Target.Tem DUELO DE TITÃS com Sônia Rocha enfrentando Ciço Gato!No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura, Bredi Vian Marinho e Aldo Portes de França. APOIE NOSSO PROJETO⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/antigasnovidades⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠#BangaloreChoir #OnTarget #DavidReece #HardRock90s #LoadedGun #JonBonJovi #AldoNova #Accept #RockNaMesa #AntigasNovidades

  41. 395

    #395 Lynyrd Skynyrd: 50 anos de Nuthin’ Fancy e estreia do nosso Duelo de Titãs ao final

    AVISO!!! Hoje a gente vai estrear nosso DUELO DE TITÃS ao final do programa: SÔNIA ROCHA X GISELE MADONINHA! Na parte final, não percam!Mas o programa hoje é, na verdade, para falar sobre um disco que completa 50 anos em 2025: Nuthin’ Fancy, o terceiro álbum de estúdio do #LynyrdSkynyrd, lançado em 1975.Esse trabalho marcou uma nova fase para a banda, com mudanças internas e uma sonoridade ainda mais madura no #southernrock, gênero que eles ajudaram a imortalizar.🎸 A formação na época era a seguinte:Ronnie Van Zant nos vocais principais (#RonnieVanZant);Gary Rossington na guitarra rítmica (#GaryRossington);Allen Collins na guitarra solo (#AllenCollins);Ed King também na guitarra e baixo (#EdKing);Leon Wilkeson no baixo (#LeonWilkeson);Billy Powell nos teclados (#BillyPowell);Artimus Pyle na bateria (#ArtimusPyle).Um time que carregava o peso e a energia do #rocksulista, mostrando por que o Lynyrd Skynyrd era – e ainda é – referência mundial no gênero.🎶 As músicas de Nuthin’ Fancy, na ordem original do LP de 1975:Saturday Night Special (#SaturdayNightSpecial) – um hino contra a violência armada, que se tornou clássico instantâneo.Cheatin’ Woman (#CheatinWoman) – carregada de groove e com a marca da guitarra sulista.Railroad Song (#RailroadSong) – homenagem às estradas e ao espírito viajante da banda.I’m a Country Boy (#ImACountryBoy) – um tributo direto às raízes do sul dos Estados Unidos.On the Hunt (#OnTheHunt) – uma faixa pesada, com riffs memoráveis.Am I Losin’ (#AmILosin) – canção emocional, mostrando o lado mais reflexivo de Ronnie Van Zant.Made in the Shade (#MadeInTheShade) – leve, quase country, trazendo diversidade ao álbum.Whiskey Rock-a-Roller (#WhiskeyRockaRoller) – fechando com energia, celebrando a estrada, a música e a liberdade.Esse álbum não apenas consolidou a força do #southernrock, mas também colocou o Lynyrd Skynyrd de vez no mapa do #rockclássico mundial.Vale lembrar que ele chegou ao #Top10 da Billboard 200, mostrando que a banda estava em seu auge criativo e de popularidade.O impacto de Nuthin’ Fancy se estende até hoje. Canções como Saturday Night Special e Whiskey Rock-a-Roller ainda são tocadas em rádios de #rockclássico, em trilhas de filmes e inspiram novas gerações de músicos.A gente destaca como esse disco representa não só o espírito de 1975, mas também a essência da mistura entre #blues, #country, #hardrock e a energia única do #rockandroll.Com Nuthin’ Fancy, o #LynyrdSkynyrd provou que sabia equilibrar peso, melodia e letras que dialogavam com o público, falando sobre armas, estradas, perdas e, claro, sobre viver intensamente.🔊 Então é isso: celebramos hoje os 50 anos de Nuthin’ Fancy, um disco que é pura história do #rock, pura história do #southernrock e pura paixão pelo #rockandroll.No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura, Bredi Vian Marinho e Aldo Portes de França. APOIE NOSSO PROJETO⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/antigasnovidades⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

  42. 394

    A fantástica história de Willie Dixon parte 06: a batalha jurídica contra o Led Zeppelin por ‘Whole Lotta Love’

    Apresentamos seis programas especiais dedicados à fantástica história de Willie Dixon, um dos maiores nomes do blues mundial. Ao longo dessa série, vamos descobrir como o garoto pobre do Mississippi, marcado pela dureza das prisões e pela luta contra a injustiça racial, se transformou em Willie Dixon: compositor, produtor, baixista e verdadeiro porta-voz do blues. Mais do que contar sua trajetória pessoal, os programas revelam como ele ajudou a moldar a música do século XX, influenciando diretamente o rock, o jazz, o soul e o pop que conhecemos hoje.A batalha jurídica contra o Led Zeppelin por ‘Whole Lotta Love’O sexto programa traz a polêmica batalha judicial entre Willie Dixon e o Led Zeppelin, uma das disputas mais famosas da história da música. Dixon alegou que a banda britânica copiou sua composição You Need Love, gravada por Muddy Waters em 1962, para criar Whole Lotta Love. Durante anos, o Led Zeppelin negou a semelhança, mesmo quando evidências mostravam letras e melodias quase idênticas. A disputa revelou como o rock branco se apropriou do blues negro sem dar crédito, gerando uma das primeiras vitórias legais de um compositor afro-americano contra uma gigante do rock.O episódio mostra documentos, depoimentos e bastidores que revelam como o processo se arrastou até meados dos anos 1980, quando Dixon finalmente conseguiu um acordo e passou a ser creditado como autor. Mais do que uma questão de royalties, a vitória de Dixon simbolizou o reconhecimento do blues como raiz de toda música moderna. O programa mostra que, sem Dixon, talvez o rock do Led Zeppelin nunca tivesse existido. É a história de um gigante que se recusou a ser apagado.No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura, Bredi Vian Marinho e Aldo Portes de França. APOIE NOSSO PROJETO⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/antigasnovidades⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠#WillieDixon #WillieDixonBlues #BluesWillieDixon #ChicagoBlues ##DeltaBlues #MuddyWatersAndWillieDixon #HowlinWolfAndWillieDixon #ChessRecords #BluesMan #BluesLegend #BluesHistory #WillieDixonSongs #WillieDixonCompositor #Raizes doBlues #WillieDixonInfluencia #ClassicBlues #podcastdeblues #podcastblues #williedixonpodcast #PodcastDeMusica Podcastderock #lendasdoblues #LedZeppelin #Whole Lotta Love

  43. 393

    A fantástica história de Willie Dixon parte 05: “O blues pode ser sobre fatos da vida e também clama a Deus tanto quanto uma canção espiritual”.

    Apresentamos seis programas especiais dedicados à fantástica história de Willie Dixon, um dos maiores nomes do blues mundial. Ao longo dessa série, vamos descobrir como o garoto pobre do Mississippi, marcado pela dureza das prisões e pela luta contra a injustiça racial, se transformou em Willie Dixon: compositor, produtor, baixista e verdadeiro porta-voz do blues. Mais do que contar sua trajetória pessoal, os programas revelam como ele ajudou a moldar a música do século XX, influenciando diretamente o rock, o jazz, o soul e o pop que conhecemos hoje. “O blues pode ser sobre fatos da vida e também clama a Deus tanto quanto uma canção espiritual”.No quinto programa, vemos como Willie Dixon conciliou sua paixão pela música com a dureza da vida em Chicago nos anos 1930 e 40. Antes de se tornar o grande compositor e produtor da Chess Records, Dixon foi campeão de boxe amador, treinou como sparring de Joe Louis e até tentou a carreira profissional. Mas, após ser explorado por empresários e enganado em seus ganhos, aprendeu a desconfiar do sistema — uma lição que carregaria para sua trajetória musical, tornando-se um dos primeiros artistas negros a exigir auditorias e processar gravadoras por direitos autorais. Essa experiência fortaleceu sua luta contra a exploração da indústria.Paralelamente, Dixon se uniu a Leonard "Baby Doo" Caston e formou os Five Breezes, grupo que tocava em bares, esquinas e clubes de Chicago, ajudando Dixon a largar trabalhos pesados nos currais da cidade. Mas seu espírito rebelde foi colocado à prova quando ele se recusou a servir ao exército durante a Segunda Guerra Mundial, declarando-se objetor de consciência. Preso por desafiar o governo, Dixon se manteve firme em sua resistência, antecipando décadas antes a postura de Muhammad Ali no Vietnã. O programa mostra como essa coragem moldou o homem que transformaria o blues em uma bandeira de dignidade e fé.No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura, Bredi Vian Marinho e Aldo Portes de França. APOIE NOSSO PROJETO⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/antigasnovidades⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠#WillieDixon #WillieDixonBlues #BluesWillieDixon #ChicagoBlues ##DeltaBlues #MuddyWatersAndWillieDixon #HowlinWolfAndWillieDixon #ChessRecords #BluesMan #BluesLegend #BluesHistory #WillieDixonSongs #WillieDixonCompositor #Raizes doBlues #WillieDixonInfluencia #ClassicBlues #podcastdeblues #podcastblues #williedixonpodcast #PodcastDeMusica Podcastderock #lendasdoblues

  44. 392

    A fantástica história de Willie Dixon parte 04: “A primeira coisa que surgiu do homem foi o blues porque, segundo as Escrituras, quando Deus criou o homem, ele era solitário e triste”.

    Apresentamos seis programas especiais dedicados à fantástica história de Willie Dixon, um dos maiores nomes do blues mundial. Ao longo dessa série, vamos descobrir como o garoto pobre do Mississippi, marcado pela dureza das prisões e pela luta contra a injustiça racial, se transformou em Willie Dixon: compositor, produtor, baixista e verdadeiro porta-voz do blues. Mais do que contar sua trajetória pessoal, os programas revelam como ele ajudou a moldar a música do século XX, influenciando diretamente o rock, o jazz, o soul e o pop que conhecemos hoje. “A primeira coisa que surgiu do homem foi o blues porque, segundo as Escrituras, quando Deus criou o homem, ele era solitário e triste”.No quarto programa, entramos ainda mais fundo na juventude de Dixon, marcada pela violência e pelo racismo no Mississippi dos anos 1920. Preso injustamente aos 12 anos, trabalhou exaustivamente em plantações de algodão, onde descobriu o poder do blues como consolo e resistência. Entre humilhações, pobreza e abusos, Dixon começou a entender que o blues não era apenas canção de tristeza, mas também de força e sobrevivência coletiva. As experiências traumáticas o levaram a transformar dor em palavras, guardando centenas de poemas e letras em seu “Livro de Poemas”.Quando chegou a Chicago, Dixon enfrentou empregos pesados e miséria, mas encontrou inspiração nos clubes da cidade, onde viu Louis Armstrong e Cab Calloway brilharem no palco. A Grande Migração Negra deu a Chicago uma nova alma cultural, e Dixon estava no centro desse movimento. Entre a dor da perda do pai, a convivência com mestres do blues como Little Brother Montgomery e a vivência com tradições do hoodoo, Dixon consolidava sua identidade. Estava pronto para se tornar não só músico, mas também cronista de sua gente através do blues. No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura, Bredi Vian Marinho e Aldo Portes de França. APOIE NOSSO PROJETO⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/antigasnovidades⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠#WillieDixon #WillieDixonBlues #BluesWillieDixon #ChicagoBlues ##DeltaBlues #MuddyWatersAndWillieDixon #HowlinWolfAndWillieDixon #ChessRecords #BluesMan #BluesLegend #BluesHistory #WillieDixonSongs #WillieDixonCompositor #Raizes doBlues #WillieDixonInfluencia #ClassicBlues #podcastdeblues #podcastblues #williedixonpodcast #PodcastDeMusica Podcastderock #lendasdoblues

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    A fantástica história de Willie Dixon parte 3: "Blues é a raiz e as outras músicas são os frutos. É melhor manter as raízes vivas”

    Apresentamos seis programas especiais dedicados à fantástica história de Willie Dixon, um dos maiores nomes do blues mundial. Ao longo dessa série, vamos descobrir como o garoto pobre do Mississippi, marcado pela dureza das prisões e pela luta contra a injustiça racial, se transformou em Willie Dixon: compositor, produtor, baixista e verdadeiro porta-voz do blues. Mais do que contar sua trajetória pessoal, os programas revelam como ele ajudou a moldar a música do século XX, influenciando diretamente o rock, o jazz, o soul e o pop que conhecemos hoje. "Blues é a raiz e as outras músicas são os frutos. É melhor manter as raízes vivas”O terceiro programa mostra a fuga espetacular de Willie Dixon da temida Fazenda Allen, onde cumpria trabalhos forçados. Montado em uma mula, atravessou florestas, rios e plantações até chegar a Memphis, sobrevivendo apenas de lagostins e batatas cruas. Esse episódio de resistência marca o início da sua jornada rumo ao norte, em direção a Chicago, onde se tornaria um dos nomes centrais da música americana. Dixon transformou sua dor em força criativa, carregando no coração a certeza de que o blues era mais que música: era sobrevivência.Já em Chicago, Dixon emergiu como compositor, arranjador e produtor da Chess Records, a maior gravadora de blues da época. Foi responsável por clássicos como Hoochie Kootchie Man, Spoonful, Evil e Little Red Rooster, músicas que moldaram o blues urbano e influenciaram diretamente o rock’n’roll. Dixon também trabalhou com Chuck Berry, ajudando a criar os primeiros sucessos do rock. Sua frase “o blues é a raiz, o resto são os frutos” resume sua visão: sem blues, não haveria rock, soul, jazz nem pop.No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura, Bredi Vian Marinho e Aldo Portes de França. APOIE NOSSO PROJETO⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/antigasnovidades⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠#WillieDixon #WillieDixonBlues #BluesWillieDixon #ChicagoBlues ##DeltaBlues #MuddyWatersAndWillieDixon #HowlinWolfAndWillieDixon #ChessRecords #BluesMan #BluesLegend #BluesHistory #WillieDixonSongs #WillieDixonCompositor #Raizes doBlues #WillieDixonInfluencia #ClassicBlues #podcastdeblues #podcastblues #williedixonpodcast #PodcastDeMusica Podcastderock #lendasdoblues

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    A fantástica história de Willie Dixon parte 02: “O blues é a raiz, o resto são os frutos.”

    Apresentamos seis programas especiais dedicados à fantástica história de Willie Dixon, um dos maiores nomes do blues mundial. Ao longo dessa série, vamos descobrir como o garoto pobre do Mississippi, marcado pela dureza das prisões e pela luta contra a injustiça racial, se transformou em Willie Dixon: compositor, produtor, baixista e verdadeiro porta-voz do blues. Mais do que contar sua trajetória pessoal, os programas revelam como ele ajudou a moldar a música do século XX, influenciando diretamente o rock, o jazz, o soul e o pop que conhecemos hoje. “O blues é a raiz, o resto são os frutos.”O segundo programa revela a adolescência difícil de Willie Dixon, que aos treze anos foi preso injustamente no Mississippi e condenado a trabalhos forçados em condições desumanas. A narrativa expõe como a brutalidade das prisões no sul dos Estados Unidos moldou sua percepção sobre o mundo e como o blues surgiu como forma de resistência e libertação. Nas noites escuras da Fazenda Allen, os cânticos dos prisioneiros ecoavam como hinos de sobrevivência contra a opressão.Entre violência, exploração e sofrimento, Dixon descobriu que o blues não era apenas música, mas sim uma arma espiritual contra a injustiça. Sua experiência nas fazendas-prisão mostrou a dimensão humana do blues: uma música feita de dor, mas também de dignidade. Esse episódio apresenta Willie Dixon como um jovem sobrevivente que, mesmo diante de um sistema cruel, transformou cicatrizes em canções eternas.No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura, Bredi Vian Marinho e Aldo Portes de França. APOIE NOSSO PROJETO⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/antigasnovidades⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠#WillieDixon #WillieDixonBlues #BluesWillieDixon #ChicagoBlues ##DeltaBlues #MuddyWatersAndWillieDixon #HowlinWolfAndWillieDixon #ChessRecords #BluesMan #BluesLegend #BluesHistory #WillieDixonSongs #WillieDixonCompositor #Raizes doBlues #WillieDixonInfluencia #ClassicBlues #podcastdeblues #podcastblues #williedixonpodcast #PodcastDeMusica Podcastderock #lendasdoblues

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    A fantástica história de Willie Dixon parte 01: tentando reparar o “roubo” do blues

    Apresentamos seis programas especiais dedicados à fantástica história de Willie Dixon, um dos maiores nomes do blues mundial. Ao longo dessa série, vamos descobrir como o garoto pobre do Mississippi, marcado pela dureza das prisões e pela luta contra a injustiça racial, se transformou em Willie Dixon: compositor, produtor, baixista e verdadeiro porta-voz do blues. Mais do que contar sua trajetória pessoal, os programas revelam como ele ajudou a moldar a música do século XX, influenciando diretamente o rock, o jazz, o soul e o pop que conhecemos hoje.Tentando reparar o “roubo” do bluesO primeiro programa mergulha na relação entre o blues afro-estadunidense e a famosa Invasão Britânica dos anos 60. Beatles, Rolling Stones, The Animals, The Who e Led Zeppelin beberam profundamente da fonte do blues negro dos Estados Unidos, muitas vezes sem dar os devidos créditos aos verdadeiros criadores. O episódio mostra como riffs, letras e até estilos vocais foram apropriados e transformados em hits milionários, enquanto nomes como Blind Lemon Jefferson, Howlin’ Wolf e Muddy Waters permaneciam à margem da fortuna.Traremos reflexões sobre como o blues moldou o jazz, o country e o rock, mas raramente trouxe retorno financeiro para seus inventores. O caso de Elvis Presley, lançado como “o garoto branco que cantava como negro”, ilustra como a indústria musical lucrou bilhões com uma tradição cultural roubada. O programa provoca a pergunta essencial: sem o blues, será que o rock, o pop e todo o resto da música moderna existiriam?No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura, Bredi Vian Marinho e Aldo Portes de França. APOIE NOSSO PROJETO⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠https://apoia.se/antigasnovidades⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠#WillieDixon #WillieDixonBlues #BluesWillieDixon #ChicagoBlues ##DeltaBlues #MuddyWatersAndWillieDixon #HowlinWolfAndWillieDixon #ChessRecords #BluesMan #BluesLegend #BluesHistory #WillieDixonSongs #WillieDixonCompositor #Raizes doBlues #WillieDixonInfluencia #ClassicBlues #podcastdeblues #podcastblues #williedixonpodcast #PodcastDeMusica Podcastderock #lendasdoblues

  48. 388

    30 anos do disco Draconian Times, do Paradise Lost (1995)

    Há 30 anos, o Draconian Times redefiniu os caminhos do gothic metal e consolidou o Paradise Lost como uma das bandas mais influentes dos anos 90. O álbum se destaca pela sonoridade mais acessível, mas sem perder o peso e a melancolia característicos do grupo. As influências de bandas tão distintas como The Sisters of Mercy e Metallica aparecem de forma clara, especialmente nos vocais limpos de Nick Holmes, que reforçam a dramaticidade das composições.As guitarras de Gregor Mackintosh são um espetáculo à parte: riffs emotivos, cheios de atmosfera sombria, que até hoje permanecem inimitáveis. Esse estilo único foi capaz de unir melodia e peso em um equilíbrio raro no metal. Já a bateria de Lee Morris, muitas vezes pouco comentada, brilha em Draconian Times com arranjos que não apenas acompanham, mas elevam a experiência auditiva, consolidando este álbum como um clássico absoluto.Três décadas depois, Draconian Times segue como referência para novas gerações, sendo revisitado tanto por fãs quanto por músicos que encontram nele um ponto de convergência entre acessibilidade e profundidade musical. Um verdadeiro marco que resiste ao tempo e continua inspirando discussões, tributos e, claro, este episódio especial do AntigasNovidades.No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura, Bredi Vian Marinho e Aldo Portes de França. APOIE NOSSO PROJETO⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠https://apoia.se/antigasnovidades⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠#DraconianTimes #ParadiseLost #MetalGótico #GothicMetal #HeavyMetal #RockAnos90 #NickHolmes #GregorMackintosh #LeeMorris #TheSistersofMercy #MetallicaInfluence #ClássicosDoRock #AntigasNovidades #PodcastDeRock #30AnosDraconianTimes

  49. 387

    Country Funk: quando a música country não era tão branca ou tão conservadora

    Country Funk 1969–1975 é uma coletânea lançada em 24 de julho de 2012 pela Light in the Attic Records . A coletânea representa seleções de uma obscura ramificação da música country e funk , considerada "country funk". Mas que diabos é country funk? A resposta é complicada, em parte devido ao fato de que “Country Funk” é um gênero inerentemente desafiador, que foge de qualquer tentativa de categorização fácil. O estilo abrange a exaltação do gospel com o impulso sexual do blues, a harmonia country de hoedown com a dureza da cidade. É alternadamente brincalhão e melancólico, lento e dançante. E, embora tudo isso possa parecer combinações improváveis à primeira vista, ao ouvir de perto tudo faz sentido doce.Dale Hawkins – L.A. Memphis Tyler TexasJohn Randolph Marr – Hello L.A., Bye-Bye BirminghamJohnny Adams – Georgia Morning DewMac Davis – Lucas Was a RedneckBob Darin – Light BlueJim Ford – I Wanta Make Her Love MeGray Fox – Hawg FrogLink Wray – Fire and BrimstoneBobby Charles – Street PeopleCherokee – Funky BusinessTony Joe White – Stud SpiderDennis The Fox – PiledriverLarry Jon Wilson – Ohoopee River BottomlandBobbie Gentry – He Made a Woman Out of MeGritz – Bayou CountryJohnny Jenkins – I Walk on Gilded SplintersNo comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura, Bredi Vian Marinho e Aldo Portes de França. APOIE NOSSO PROJETO⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠https://apoia.se/antigasnovidades⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ #AntigasNovidades #PodcastMusical #DaleHawkins, #LAMemphisTylerTexas, #JohnRandolphMarr, #HelloLAByeByeBirmingham, #JohnnyAdams, #GeorgiaMorningDew, #MacDavis, #LucasWasARedneck, #BobDarin, #LightBlue, #JimFord, #IWantaMakeHerLoveMe, #GrayFox, #HawgFrog, #LinkWray, #FireAndBrimstone, #BobbyCharles, #StreetPeople, #Cherokee, #FunkyBusiness, #TonyJoeWhite, #StudSpider, #DennisTheFox, #Piledriver, #LarryJonWilson, #OhoopeeRiverBottomland, #BobbieGentry, #HeMadeAWomanOutOfMe, #Gritz, #BayouCountry #countryfunk

  50. 386

    Jazz de 1960: Blue Note

    Bem-vindo ao Antigas Novidades, um espaço onde o tempo não passa – ele apenas gira no prato do toca-discos.Nesta nova série de programas, te convido a embarcar numa viagem sonora por anos emblemáticos que moldaram o jazz como o conhecemos.Prepare o ouvido, afine a memória e deixe-se levar por essa jornada entre o passado e o presente — onde o jazz não envelhece, apenas amadurece.Porque, aqui no Antigas Novidades, o som é antigo, mas a emoção é sempre nova.No programa de hoje - Jazz de 1960: Blue Note Parte 01A Night in Tunisia – Jimmy Smith (álbum Crazy! Baby)Ghana – Donald Byrd (álbum Byrd in Flight)This I Dig of You – Hank Mobley (álbum Soul Station)No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura, Bredi Vian Marinho e Aldo Portes de França. APOIE NOSSO PROJETO⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ https://apoia.se/antigasnovidades⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Siga nosso canal alternativo Antigas Novidades Vintage para ouvir programas antigos.

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