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Brincar com Coisas Sérias
by Antena1 - RTP
Numa série de curtos programas com curadoria de Pedro Miguel Ribeiro, são mostrados alguns detalhes de programas humorísticos de antes do 25 de Abril, sempre com um curto texto a dar o enquadramento dos mesmos, onde iremos perceber como e do que se riam os portugueses num tempo em que era mais perigoso do que nunca «brincar com coisas sérias».
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Alice Ogando, a censura, e Mary Love
Pedro Miguel Ribeiro navegou por entrevistas de Alice Ogando e revela como era a relação da autora com a censura, e como certos textos que escrevia mereciam ser assinados pelo famosíssimo pseudónimo "Mary Love".
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Alice Ogando, André Brun e "A Maluquinha de Arroios"
Alice Ogando e André Brun. Casados. Escritores. Artistas com uma visão ousada e sentido de humor apurado. Ele escreveu a comédia "A Maluquinha de Arroios". Ela adaptou-a ao cinema. Pedro Miguel Ribeiro resume a história.
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Teatro Radiofónico - Molière e as Mulheres
Continuamos a viajar na "Noite de Teatro". Desta vez, Pedro Miguel Ribeiro fala da peça "As Sabichonas": um texto de Molière do sec. XVII que conseguia dar uma visão fresca da mulher em comparação com a do Estado Novo.
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Tragicomédia na Rádio - de Dom Duardos a Godot
Muito humor radiofónico português foi materializado através da "Noite de Teatro" sempre que o texto era cómico ou tragicómico. A programação mudou antes e depois do 25 de Abril. Mas sempre a "brincar" com coisas sérias.
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Solnado, Zip-Zip, e Ludgero Clodoaldo
O Zip-Zip foi muito mais do que um programa de televisão. Foi um percursor de liberdade: com convidados alternativos, humor irreverente e até actuações de cantores de intervenção. Ora Raúl Solnado também os parodiou.
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O início do "Furacão Solnado"
Dos palcos da revista e da rádio para a televisão, Raúl Solnado surge como um extraterrestre no panorama humorístico nacional. O seu humor tanto segue os cânones da revista quanto os do non-sense como se vê no Zip-Zip.
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Riso e Ritmo, o humor na TV
Com o início das emissões televisivas da RTP, nasce um novo palco para o humor em Portugal. Armando Cortez e Francisco Nicholson saltam do Parque Mayer para a frente da câmara. Riso e Ritmo "inaugura" o humor televisivo.
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As Lições do Tonecas
José de Oliveira Cosme foi um "homem dos sete ofícios". Criativo multifacetado, tanto dedilhava a guitarra como os teclados da máquina de escrever. Entre as suas obras está o grande êxito de rádio "As Lições do Tonecas".
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Mena Matos - A Voz (das vozes) dos Ridículos
A "Voz dos Ridículos" tinha vozes dentro dela. Ou seja, tinha Mena Matos. Este exímio humorista, notabilizou-se pela sua excepcional capacidade de imitar vozes, nomeadamente Oliveira Salazar e Marcelo Caetano.
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A muy longeva "Voz dos Ridículos"
João Manuel Antão, jornalista, humorista e criativo de todos os ofícios, foi um ilustre cidadão portuense mentor do mais longevo programa de humor radiofónico nacional. A "Voz dos Ridículos" esteve no ar de 1945 a 2013.
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Os Parodiantes - Humor em Tempo de Guerra
"Graça com Todos" foi o programa dos Parodiantes de maior sucesso. Nele destacavam-se os detectives "Patilhas e Ventoínha". No Natal de 71, a dupla integrou um disco que foi oferecido de presente aos soldados no ultramar
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Os Parodiantes - Quem mais?
Mais de cinco décadas no ar dão para fazer parte da história de várias gerações ao mesmo tempo. Foi isso que aconteceu com o grupo liderado pelos irmãos José e Rui Andrade, líderes dos "Parodiantes de Lisboa".
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4
Quando "Aquela Santa" aparecia em palco
Neste programa temos a última gravação de Lelé e Zequinha existente no arquivo da RTP, e também a passagem de ano de 1949 para 1950. Em ambos Lelé, Zequinha e… aquela “Santa”.
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Lelé e Zequinha, Companheiros da Alegria
A nossa história de Lelé e Zequinha já vai no terceiro capítulo e acompanha a luta de Igrejas Caeiro por ousar pensar diferente num tempo em que o Estado queria dizer como se devia pensar. Dizer não... Ditar.
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Lelé e Zequinha no Comboio das Seis e Meia
A saga Lelé e Zequinha não podia ficar arrumada num só episódio. É que o Folhetim foi cancelado mais do que uma vez, mas Igrejas Caeiro fazia-o sempre ressuscitar.
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1
Lelé, Zequinha e "Aquela Santa"
Viajamos no arquivo da RTP e recuamos 77 anos até 1947 quando Irene Velez fazia de Lélé, e Vasco Santana fazia de Zequinha, no folhetim-sensação do programa Domingo Sonoro, da Emissora Nacional.
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Numa série de curtos programas com curadoria de Pedro Miguel Ribeiro, são mostrados alguns detalhes de programas humorísticos de antes do 25 de Abril, sempre com um curto texto a dar o enquadramento dos mesmos, onde iremos perceber como e do que se riam os portugueses num tempo em que era mais perigoso do que nunca «brincar com coisas sérias».
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