Crônicas De Nada

PODCAST · comedy

Crônicas De Nada

O podcast CRÔNICAS DE NADA é literatura bucal barata. Transformo meu cotidiano e meus pensamentos mais ensandecidos em divertidas ondas sonoras para lhe acompanhar nos mais mecânicos afazeres. Dê play num episódio e vá lavar a louça, varrer a casa ou olhar pro horizonte. O mundo está repleto de coisas.Quem fala sobre Tudo, não fala sobre NadaNovos episódios toda semana (toda semana que eu conseguir gravar um episódio)

  1. 106

    Caso Comum de Trânsito

    Faz tempo que ninguém canta uma canção falando fácil, claro, fácil, claramente das coisas que acontecem todo dia em nosso tempo e lugar. Você fica perdendo o sono. Pretendendo ser o dono das palavras, ser a voz do que é novo. E a vida, sempre nova, acontecendo de surpresa. Caindo como pedra sobre o povo.

  2. 105

    Todos os cachorros do mundo

    Quem eu serei ao final de quarenta parafusos? De quantos novos milagres terei sido vítima? Ainda estarei tangenciando o místico? Quanto caberá na memória? Neste episódio, todos os cachorros do mundo responderão todas essas dúvidas.

  3. 104

    O Sabonete (working title)

    Nesse episódio eu narro, após mil outras distrações, a história de como um sabonete que achei na gôndola do supermercado me ajudou a concluir o primeiro capitulo do livro que estou escrevendo. Eu estou escrevendo um livro! Porque ninguém nunca fez isso antes.

  4. 103

    Mensagens Paternas Ocultas

    Essa é a história de como um dos maiores ícones do esporte brasileiro é para mim um totém do abandono paterno. Há 10 anos atrás eu via meu pai pelo que até agora foi a última vez. O vi pouquíssimas vezes na vida, a quantidade exata não deve encher os dedos das duas mãos. Ele era casado e minha mãe era sua amante, um romance lindo e pedregoso totalmente NelsonRodriguiano de onde um neném acidentalmente brotou. Eu tinha 17 anos no até então derradeiro encontro. Era meu aniversário. Na época, eu estava empolgado com a ideia de estudar teatro. Sabendo disso, ele me entregou um pacote de presente e disse: — Procurei um livro sobre teatro, mas não encontrei nenhum legal. Então comprei esse. Era a biografia do tenista Gustavo Kuerten. "Guga: Um Brasileiro". Nunca tive o menor interesse por tenis e achei o presente uma merda completa. Fomos num karaoke naquela noite. Cantamos, bebemos, comemos e confrontamos o fato de que não nos conhecemos direito. Desde então apenas silêncio profundo. Pouco mais de uma década depois, resolvo habitar novamente as masmorras do abandono paterno para trabalhar de lá num experimento ousado: ler a biografia do Guga em busca de Mensagens Paternas Ocultas. O que posso encontrar nessas palavras que ele me deu de presente? Verdades sobre mim? Verdades sobre nós dois? Verdades sobre o que é ser humano? Ou apenas a linda trajetória de superação de um dos maiores esportistas do país? Veremos. Leremos. Ouviremos.

  5. 102

    Os Mistérios do Baseball

    O baseball é um dos maiores mistérios do planeta. Como ele funciona? Quais são suas regras? Caramba. Conversei com meu amigo William Ferraz, praticante do esporte que estima saber cerca de 95% de como o baseball funciona. Eu estimo que sei de 65 a 70%. Você, ao terminar de ouvir esse episódio, provavelmente entenderá de 5 a 10%.

  6. 101

    O Tratado de Tordesilhas

    Nesse episódio eu li, com algumas interrupções, todo o tratado de tordesilhas em voz alta. Começou como um react, virou uma leitura dramática e terminou como um speedrun. Abençoados sejam os mistérios da linguagem.

  7. 100

    CONSUMO MÁXIMO

    I'M A MAXIMUM CONSUMPTION SUPER-GRADE PERFORMER HIGH POWERED MACHINE (saxofone: William Ferraz)

  8. 99

    Pelas Frestas do Planeta

    Compilado de tudo que caiu pelas frestas do mundo dentro da minha cabeça nas últimas semanas. "AH! Mas esse é ESSENCIALMENTE o conceito de todos os episódios desse programa". Sim, mas esse é EXPLICITAMENTE o conceito do presente episódio. Tem uma espécie de DLC no final ouça com atenção.

  9. 98

    Já é outra Viagem

    Meu bem, o mundo inteiro está naquela estrada ali em frente. Tome um refrigerante, coma um cachorro quente. Sim! Já é outra viagem. E o meu coração selvagem... tem essa pressa de viver.

  10. 97

    Que Viagem

    Nesse episódio eu e o meu amigo Japa falamos sobre experiências dele ao redor do planeta.

  11. 96

    Respondendo em voz alta

    Com DJ João Vitor Panda.

  12. 95

    Once Caldas x Fluminense

    O Crônicas de Nada retorna a suas raízes mais explicitamente experimentais num episódio ridiculamente inovador. Gravei enquanto assistia o segundo tempo de Once Caldas e Fluminense pela primeira rodada da fase de grupos da Sulamericana. Brinquei de narrar o jogo e fiquei tentando preencher as lacunas da horripilante partida com comentários esdrúxulos e debates com nossa comentarista contratada Julia Zanella. Pedi mensagens no instagram e li como se fossem participações da audiência do jogo na hashtag ficticia #sulamericananocronicasdenada

  13. 94

    Enxergar o Pássaro

    Um episódio um pouco mais sórdido. Sonhei com um tópico do programa e fui juntando anotações e vômitos cerebrais pra ir construindo o resto. Pesei o clima em alguns momentos mas foi totalmente sem querer. Quem tiver a oportunidade, rogo encarecidamente que tente ENXERGAR O PÁSSARO.

  14. 93

    Churrasco de Canibal

    Abro o episódio com o lançamento oficial do meu mais novo ditado popular autoral, com a explicação de seu conceito e suas possibilidades de aplicação. Depois embarco em uma porção de reflexões macarrônicas que acabaram descambando numa espécie de positividade tóxica, que eu optei por contrastar com comentários assustadores no bloco seguinte. O programa termina, enfim, com um anúncio ligeiramente bombástico.

  15. 92

    Quem Matou Janeiro?

    Um fluxo de consciência desenfreado abastecido pelo que vivi e pelo que foi exibido na televisão do meu cérebro durante o perpétuo janeiro. Tem também o despretensioso objetivo de provar que tudo está criativamente conectado. Mais ou menos. Que a vida não nos transforme em objetos inanimados. Quem Matou Janeiro?

  16. 91

    400 anos de Paranóia

    Muitos anos depois, diante do pelotão de fuzilamento, o coronel João Vitor Panda havia de recordar aquela tarde remota em que usou dois óculos. A Ilha do Mel era então um paraíso inacreditável, construído sobre um mar infinito que se estendia até além do horizonte, azul e imenso como ovos pré-históricos. O mundo era tão recente que muitas coisas careciam de nome.

  17. 90

    A quantidade ideal de Cervejas

    Rankeando do 12 ao 1 qual é a quantidade perfeita de cevadas.

  18. 89

    Segredo

    Nesse episódio eu e a Júlia não vamos te contar um segredo.

  19. 88

    Quatro Começos

    Esse episódio tem 4 começos, 1 meio e 1 final. Eu teria postado mais cedo, mas entrei em conflito com as forças armadas brasileiras.

  20. 87

    O Poder do Hábito

    Fui atingido por uma imagem muito poderosa durante um momento de profunda contemplação. A gravação de um episódio a partir dali foi inevitável. Tentei equilibrar hoje o mórbido e o belo. O tenebroso e o divertido. O horripilante e o suave. O aterrador e o fascinante. Afirmo com tranquilidade: falhei miseravelmente.

  21. 86

    Episódio Novo

    -proposta indecorosa para Júlia -hidratante na pia da cozinha -quase quebrei meu joelho -ficção cientifica HOJE (fim do mundo) lavei o cabelo hoje Arctic Monkeys -helicópteros -Aparelho que sopra a mão -oceano: assustador e belo -mortes horrorosas -Aprender o que é cosmologia -quantidade ideal de cervejas

  22. 85

    Dia Perfeito

    Fantasia. Travessia do divertido deserto da realidade. Ainda mais fantasia.

  23. 84

    Mãecast

    Tipo um mesacast só que minha mãe é a mesa.

  24. 83

    The Chronicles of Nothing

    This episode is about my relationship with the English language.

  25. 82

    react Manifesto Antropófago

    Lendo o manifesto antropófago em voz alta após breve introdução.

  26. 81

    Manutenção da Ilusão

    O destino, em termos muitos gerais, é um agente neutro. Entretanto, não é necessária uma imaginação muito fértil nem muito poderosa para vislumbrar o destino como um agente cruel e sádico.

  27. 80

    Eu não soube o que dizer

    Saí em busca de ar puro, cachorro quente e inspiração. Nesse episódio eu também percebi que quebrei um pacto comigo mesmo.

  28. 79

    Um cachorro no meu corpo

    Após um longo e profundo silêncio, algumas conclusões foram concluídas.

  29. 78

    Ordem & Progresso

    Muito mais progresso do que ordem.

  30. 77

    Poetas de Merda

    Esse episódio é sobre o ato de escrever. Também é sobre cozinhar pernil, lavar o cabelo, andarilhos carismáticos e poetas de merda. E eu odeio isso. Isso que acabei de fazer. Esse jeito de listar tópicos aleatórios que faz parecer que estou tentando ser maluquinho e espontâneo. E odeio como o comentário anterior soa profundamente metalinguístico. Eu estou cansado de metalinguagem, não é isso que eu estou tentando fazer. Na verdade, eu estou tentando ficar pelado e fazer cabeças pegarem fogo.

  31. 76

    Mais saudável, Mais feliz

    Uma aranha afogada no ralo. Um gato amarrado num pau mergulhado em merda congelada. Um porco numa jaula tomando antibiótico.

  32. 75

    A vida como ela é

    Quantas toneladas de fezes você estima que irá defecar no total ao longo de todos os anos de sua vida?

  33. 74

    Homem Pelada

    Até que as coisas mudem, sexta-feira é o novo dia oficial do Crônicas de Nada. Gosto de acreditar que isso acrescenta um ar de leveza e libertinagem para o programa. Falei sobre algumas palavras libidinosas, sobre futebol, sobre sonhos destruídos e sobre uma relação parasitária que eu tive com dois mórmons.

  34. 73

    Habitar o Constrangimento

    Tem momentos na vida onde nos vemos encarcerados em situações profundamente embaraçosas e horripilantes, onde a certeza de que o momento de vergonha vai eventualmente passar parece minúscula perante a sensação de que esse frio na barriga paralisante, na verdade, jamais terá fim. Enquanto você se pergunta o que fez pra merecer tamanho sofrimento, essa emoção profundamente negativa se expande para além das fronteiras de sua carne e passa a empestear todo o ambiente, e por fim você não mais habita um espaço físico. Você se vê suspenso no tempo, habitando o próprio constrangimento.

  35. 72

    Quando eu me chamar saudade

    Um vídeo de um papai Noel correndo pela rua de noite me trouxe a gravar esse episódio. Falei sobre vida e morte.

  36. 71

    Paralisia caseira / Pesadelo rodoviário

    Geralmente após episódios atribulados e turbulentos, precisamos de programas para nos puxar de volta à normalidade. E o novo normal do Crônicas de Nada é se debruçar sobre o sonho e a memória. Foi o que fizemos.

  37. 70

    300 anos de Paranóia

    Muitos anos depois, diante do pelotão de fuzilamento, o coronel João Vitor Panda havia de recordar aquela tarde remota que durou várias vidas. O Parque Bacacheri era uma imensidão de muralhas verdes e nuvens ensolaradas, construído à margem de um rio de merda que se estendia por um leito de grama macia, eterna e enorme como ovos pré-históricos. O mundo era tão recente que muitas coisas careciam de nome.

  38. 69

    Tēburu no hantaisoku

    Do outro lado da mesa de ping pong há um adversário muito emocionalmente complexo. E o que está em jogo é muito grande: o futuro do Brasil.

  39. 68

    O poder do olfato

    Aquele peixe dentuço que tem uma luz na testa iluminou uma memória das profundezas abissais do oceano da minha cabeça. Tudo a partir de um poderoso e nojento cheiro. Uma fragrância podre que me transportou pra tempos mais simples. Depois de rememorar essa lembrança, narrei também um sonho que tive noite retrasada. Um episódio nebuloso que narra uma memória tão nebulosa quanto um sonho e um sonho tão nebuloso como uma memória.

  40. 67

    Eu queria que alguém me contasse um segredo

    Está aberta a temporada de 2024 do Crônicas de Nada. Agora é episódio novo toda segunda-feira ou o seu dinheiro de volta.

  41. 66

    O pagador de promessas

    Eu não falei nenhuma palavra durante este episódio.

  42. 65

    Episódio Extra ????

    bastidores.......

  43. 64

    Arte & Morte

    Rigor científico!

  44. 63

    Nenhuma boa ação fica sem punição

    Por mais que eu ache muito divertido acreditar nas coisas, eu particularmente não acredito em muita coisa. Não sou um homem de grandes crenças. Creio apenas que: existe beleza no mundo; as pessoas nascem boas; é possível mudar. Nesse contexto, vale a pena fazer o bem. É bonitinho fazer o bem. Mas tenha sempre em mente que as forças ocultas do cinismo nunca param de trabalhar.

  45. 62

    A última cachaça

    As coisas mudam de nome, mas continuam sendo o que sempre serão. Em mais um episódio amaldiçoado pela minha mania de fingir que sou um linguista amador, eu reflito sobre o poder do NOME, mas também descrevo como reagiria num eventual encontro com uma criatura mágica escravizada.

  46. 61

    O ato de romantizar

    Fui ao Rio de Janeiro fingir ser uma Helena do Manoel Carlos e voltei pra casa com a taça da copa Libertadores da América. Na densa escuridão rodoviária do caminho de volta, trafegando pela fronteira nublada entre o sonho e o delírio, eu desatinei a pensar pensamentos. Foi inevitável.

  47. 60

    Outras Fantasias

    Extremamente contraindicado para menores de 18 anos. Um episódio sobre fantasias. Sobre todas elas.

  48. 59

    O crítico literário passa

    O dia mais sangrento da minha vida.

  49. 58

    A procura da felicidade

    De tempos em tempos eu calho de gravar um episódio que é uma perfeita e equilibrada demonstração do que é o Crônicas de Nada em sua essência: uma horripilante salada mista de palhaçadas esdrúxulas e reflexões pseudofilosoficas tão esdrúxulas quanto, onde um assunto entra dentro do outro e eu esqueço qual pensamento ensandecido eu estava despejando sobre os inocentes ouvidos da audiência no momento anterior. Esse foi um deles.

  50. 57

    O vigésimo oitavo passageiro

    João Vitor Panda e Julia Zanella se transmutam novamente em dois imãs de maluco em plena estrada, tornando-se assim alvos fáceis para O Alien, o vigésimo oitavo passageiro. Medo e delírio dentro de um ônibus interestadual onde cada curva representava uma pequena escalada de tensão, como uma maré de fezes liquidas que avança sobre uma praia de vômito arenoso. Mais um episódio horripilante e horripilantemente espontâneo. Não se esqueça de votar na enquete do arroto!

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