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Devaneios da Ana

Fala povo, se você assim como eu tem pensamentos aleatorios, mas por algum motivo não compartilha eles, pode deixar que farei isso por vocês. Meu nome é Ana Vitoria - sem acento, pq assim que minha mãe quis - flamenguista, moradora de madureira no subúrbio carioca , geminiana e filha de Iansã com oxossi e tenho muitos devaneios nessa cabeça que as vezes fica difícil guardar tudo aqui dentro..ATENÇÃO NÃO SOU PSICÓLOGA NEM FILOSOFA SOMENTE UMA JORNALISTA COM MUITAS IDEIAS.Sejam bem vindos ao Devaneios da Ana.

  1. 23

    Devaneios da Ana, Episódio 19: Entre Fé, Psicologia e Ancestralidade

    Neste episódio, mergulho em um tema sensível e profundo, a minha relação com a religiosidade a partir de um olhar psicológico. Compartilho a experiência de uma oficina de arquétipos inspirada nas ideias de Carl Gustav Jung, onde fomos convidadas a refletir sobre símbolos, forças internas e quem somos por referências que atravessam o inconsciente.Ao final da vivência, realizamos um exercício voltado aos arquétipos ligados a entidades afro-ameríndias, e foi ali que escolhi Iansã, não apenas como símbolo, mas como um espelho de movimento, intensidade e transformação.Também falo com honestidade sobre o momento que estou vivendo em relação à fé. Por um tempo, percebi-me questionando profundamente minhas crenças, me aproximando até de uma visão mais ateia da vida. Em uma conversa marcante com uma amiga, consegui nomear algo importante, eu vivi muitas experiências para simplesmente negar tudo, mas também já não acredito na fé da forma como acreditava antes.Hoje, me reconheço em um lugar de transição, onde a crença se ressignifica. Continuo acreditando na cultura, nas histórias, na força simbólica e ancestral que nos atravessa. É menos sobre seguir uma fé pronta e mais sobre construir sentidos que façam verdade dentro de mim.Um episódio sobre dúvidas, descobertas e a coragem de se reinventar espiritualmente.

  2. 22

    Devaneios da Ana – Episódio 18: Romantismo, Para Além das Princesas

    Hoje eu quero falar sobre romantismo.Mas não aquele romantismo idealizado, de filme. Ou melhor… também ele.Porque a gente cresce assistindo às princesas da Disney, aprendendo que o amor vem com grandes gestos, finais felizes e alguém que chega pra salvar.E, no meu caso, isso também veio de casa. Cresci vendo meu pai tratar a mim e à minha irmã com cuidado, atenção, presença. Isso molda a gente.O audiovisual reforça muito essa ideia de romantismo. E não é que isso seja ruim.Mas, com o tempo, eu fui percebendo que romantismo, pra mim, vai além disso.Porque muitas vezes a gente recebe o mínimo, e fica feliz.E não porque é muito… mas porque fomos acostumadas a esperar pouco.Hoje, quando penso em romantismo, eu penso em parceria.Em estar com alguém que percebe quando eu tô num dia ruim e faz algo pra me animar.E em eu fazer o mesmo quando o dia ruim é do outro.Romantismo, pra mim, tá menos nos gestos grandiosos e mais na constância.Na presença.No cuidado real do dia a dia.Talvez seja menos princesa.E mais vida real.

  3. 21

    Devaneios da Ana – Episódio 17: A Solidão da Mulher Preta (ou as vozes da minha cabeça)

    Neste episódio, eu me permito falar sobre um tema um tanto quanto negligenciado: a solidão da mulher preta. Mas não aquela solidão óbvia, do estar fisicamente só. Eu falo da solidão social, simbólica, afetiva e, principalmente, da forma como somos vistas.No meio desse devaneio, uma dúvida me atravessou:Por que as mulheres pretas dentro da igreja não estão sozinhas?E não estou falando de afeto saudável, de amor construído com cuidado e reciprocidade. Estou falando de casamento enquanto lugar social.Fui questionar uma amiga que foi da igreja. A fonte? As vozes da minha cabeça, que são muitas vezes vozes ancestrais e coletivas. E ela confirmou algo que percebi: estar em espaços coletivos não significa, necessariamente, ser acolhida. Estar cercada de pessoas não anula a solidão.Esse episódio não traz respostas prontas. Ele é um convite à reflexão. Para questionar,  aqui, eu não romantizo a solidão. Essas vozes ecoam na minha cabeça, talvez ecoem na sua também.

  4. 20

    Devaneios da Ana – Episódio 16: A Honestidade Que Liberta

    No episódio de hoje, eu falo sobre responsabilidade afetiva, esse cuidado que exige verdade, mesmo quando a verdade não é confortável.A gente tem o hábito de ficar em relações só para não magoar o outro, achando que proteger é o mesmo que permanecer. Mas não é. Ficar quando o sentimento mudou fere de um jeito muito mais profundo do que ir embora com sinceridade.Também reflito sobre como, dentro de uma relação, o que é “mínimo” pra gente pode ser enorme para a outra pessoa. Às vezes, um gesto simples, um carinho, um cuidado, um pedido atendido, é tudo que o outro esperou por anos.Citei um vídeo que me marcou: uma menina que pediu flores ao namorado por seis anos. Seis anos. A resposta dele sempre foi o silêncio. E, quando eles terminaram, ele finalmente enviou um buquê.Isso diz muito sobre como algumas pessoas só enxergam o valor do cuidado quando já é tarde demais.Com leveza e sinceridade, o episódio é um convite para entender que responsabilidade afetiva não é fazer o impossível, é fazer o que é verdadeiro.É saber quando ficar, mas também saber quando parar de segurar algo que já acabou.Porque encerrar um ciclo não significa falta de amor.Significa respeito, com quem fica, e com quem decide ir

  5. 19

    Devaneios da Ana – Episódio 15: Quando a morte vira só mais um fim de ciclo

    A gente cresce ouvindo que morte é dor, castigo, perda.A lógica cristã ensina que é o fim, e que tudo que vem depois é mistério, medo e julgamento.E assim, sem perceber, carregamos um peso enorme: o de acreditar que toda morte precisa ser sofrimento.Mas eu penso diferente.Quando a minha hora chegar, eu quero estar bem.Quero ter vivido o que dava para viver, amado como consegui, deixado o que era meu para deixar.Porque em outras culturas, a morte não é assombro, é passagem.É mais um ciclo que se encerra para que outro possa começar.É retorno, é continuidade, é transformação.O problema é que fomos ensinados a ver só a ruptura, nunca o fluxo.E isso pesa. Pesa para quem parte e pesa ainda mais para quem fica

  6. 18

    Devaneios da Ana – Episódio 14: Quando ficar deixa de ser escolha

    A gente cresce ouvindo que relacionamento longo é sinônimo de sucesso.A igreja fala do “para sempre”, a família diz que separar é fracasso, e a sociedade adora transformar qualquer casal em “casal exemplo”.Sem perceber, isso prende a gente.Ficamos numa relação mesmo quando já acabou por dentro, com medo do julgamento, da decepção, do que vão dizer.E aí a convivência vira obrigação, não escolha.E quero deixar claro: não sou contra relacionamentos longos.É totalmente possível conviver por anos com alguém quando existe respeito, propósito e vontade de ficar.O problema é permanecer porque esperam que a gente permaneça.E nessa permanência forçada, é comum que o coração busque ar em outro lugar.Não porque alguém é ruim, mas porque tentou ficar além do que era possível.

  7. 17

    Devaneios da Ana – Episódio 13: Tá todo mundo bem, mesmo?

    Sabe quando você olha as redes sociais e sente que tá todo mundo vencendo na vida… menos você?A gente só vê sorrisos, conquistas, frases bonitas. Mas e a verdade?A real é que ninguém tá bem o tempo todo.Tem muita gente fingindo estar.A gente posta o melhor recorte, mas apaga a parte cansada, a crise, a dúvida, a solidão.Enquanto isso, ficamos nos comparando.Vivendo pra parecer bem.Viramos reféns de uma conexão que não para e que, no fundo, só deixa a gente mais esgotada.Se você também anda se sentindo assim, esgotada, comparando sua vida com a dos outros e achando que tá ficando pra trás... esse episódio é pra você.Já tá no ar. Dá o play e vem conversar comigo sobre o que ninguém posta.

  8. 16

    Devaneios da Ana – Episódio 12: Mas e aí, você tá vivendo?

    Outro dia, ouvi: “Você sabe viver.” E fiquei pensando… o que é viver, afinal?Já foi estar no pagode, bebendo com os amigos. Já foi estar no terreiro, mergulhada totalmente. Hoje, viver tem outro significado, e tudo bem.Viver não é seguir um padrão. Às vezes é só levantar da cama, dizer não, ou simplesmente ficar em silêncio. Cada um tem seu jeito de existir, e o que faz sentido para mim pode não fazer para você.A verdade é que viver com autenticidade é se permitir mudar. É se reconhecer, mesmo quando o mundo não entende.Talvez, viver de verdade seja só isso: encontrar seu próprio jeito de estar aqui.

  9. 15

    Devaneios da Ana – Episódio 11: Quantas Pessoas Te Conhecem de Verdade?

    Nesse episódio, mergulho em um devaneio que surgiu após uma divergência com alguém: quantas pessoas realmente me conhecem de verdade? Às vezes, tenho a sensação de que sou constantemente idealizada ou mal interpretada. E isso me faz pensar como, em muitos momentos, ser simplesmente quem eu sou já foi visto como algo "maluco".Falo sobre como é conviver com essa sensação de desencontro, entre o que sinto, o que sou e o que esperam de mim. Sempre fui chamada de “a maluca”, não por fazer algo fora do comum, mas por ousar me expressar com autenticidade. Por tentar me descobrir e me permitir. E, honestamente? Ser chamada de maluca por buscar ser quem eu sou já diz muito sobre o mundo à nossa volta.É um papo leve, mas profundo. Sobre identidade, sobre incompreensões e sobre o peso de ser rotulada quando se tenta viver com verdade. Porque, no fundo, todo mundo só quer ser compreendido. Ou, pelo menos, aceito.

  10. 14

    Devaneios da Ana – Episódio Especial: Eu Amo Meu Aniversário!

    Aniversário para mim é sinônimo de festa, bolo, música alta (ou não), e aquele monte de gente mandando parabéns – até quem só aparece uma vez por ano. E eu adoro! Não tenho problema nenhum em envelhecer, porque, para mim, cada ano que passa é uma nova chance de aprender, errar menos (ou pelo menos errar diferente) e dar boas risadas da vida.Ah, e claro, sou geminiana, ou melhor, gemilouca, e para mim o lema é: bora celebrar cada fase com intensidade e humor, porque o mundo é grande demais para gente levar tudo tão a sério.Nesse episódio especial, eu conto como é esse meu jeito de ver a vida e o tempo: sem neura, sem crise da idade, só com muita vontade de viver o agora. Afinal, a gente precisa mesmo ter medo de envelhecer? Eu acho que não!Vem comigo celebrar essa data, porque é meu aniversário, mas o presente é essa conversa de coração aberto com vocês.

  11. 13

    Devaneios da Ana – Episódio 10: Pedir ajuda é difícil demais

    Eu sempre fui a filha mais velha. Desde pequena, carreguei o peso de ter que abrir mão. Sempre tive a sensação de que precisava ceder, enquanto minha irmã recebia.Hoje, as coisas mudaram. Nossa vida é diferente, mas essa sensação ficou. E o que ficou também foi a dificuldade de pedir ajuda. É estranho, porque até pra minha irmã, eu só peço quando estou no meu limite, quase sufocando. Dentro do meu relacionamento, também é assim: eu não consigo dizer que preciso de algo, que não dou conta sozinha.Eu cresci ouvindo que tinha que ser independente, que não podia depender de homem, que precisava ser forte. E isso não era só um conselho dos meus pais, era quase um mantra da minha geração. Agora, eu vejo o quanto isso pesa.Eu te convido a pensar comigo: você consegue pedir ajuda sem se sentir menos? Ou também aprendeu que precisava ser forte o tempo todo?

  12. 12

    Devaneios da Ana – Episódio 9: Quando os Sonhos Mudam

    Quantos sonhos a gente realiza ao longo da vida? E quantos ficam pelo caminho, mesmo quando a gente se esforça tanto? Neste episódio, eu conto sobre dois sonhos que eu não consegui realizar. Sonhos que desisti, não por escolha, mas porque fracassei. Falo sobre como é difícil lidar com a frustração de ver algo tão importante escapando das nossas mãos. Como a gente sente que está deixando uma parte de si pelo caminho, como se tivesse falhado.Mas a verdade é que, ao longo da vida, os sonhos mudam — e a gente também muda. Às vezes, o que parecia essencial antes, já não faz mais sentido agora. E isso é assustador, porque a gente se pergunta: “Será que desisti cedo demais? Será que eu devia ter insistido um pouco mais?”.No fim, os sonhos que a gente não realiza também fazem parte da nossa história. Eles deixam marcas, ensinam coisas e, de algum jeito, ajudam a moldar quem a gente se torna.Te convido a pensar comigo: você já mudou de sonho no meio do caminho? E como isso te fez sentir?

  13. 11

    Devaneios da Ana – Episódio 8: Você tomaria um café com a sua versão do passado?

    Você tomaria um café com a sua versão do passado?Essa pergunta me atravessou outro dia. Pensei na Ana de 15 anos, cheia de certezas, mas também de confusão. E, sinceramente… eu não sei se toparia esse café.Talvez não por mim, mas por ela.Porque eu tenho medo de decepcioná-la.A Ana de 15 anos não fazia ideia do que queria — ou achava que fazia. Ela tinha sonhos grandes, planos desenhados em cadernos, ideias formadas sobre o futuro e sobre quem ela seria. E eu... eu não segui muitos desses caminhos.Alguns sonhos mudaram. Outros deixaram de fazer sentido. Alguns viraram outros sonhos — mais reais, mais meus. E talvez ela não entendesse isso agora. Talvez ela achasse que eu desisti. Talvez ela se sentisse traída por mim.Mas a verdade é que a vida me moldou. Me empurrou para lugares que eu jamais teria imaginado naquela época. E tá tudo bem.A Ana de 15 anos ainda vive em mim, mas já não guia meus passos. Ela me ensinou coisas, me deu impulso. Mas hoje, sou eu quem cuido dela.Então talvez esse café não aconteça. Não agora. Talvez um dia, quando ela entender que mudar de sonho não é fracassar — é crescer.

  14. 10

    Devaneios da Ana – Episódio 7: E os sonhos, hein? Quem cuida deles?

    Desde pequenos, aprendemos a desejar. A gente sonha alto, escreve cartinhas, faz promessas pro universo e até fecha os olhos bem forte na hora de assoprar a vela do bolo. Mas e quando esses sonhos viram realidade? Será que estamos preparados pra cuidar deles?Nesse episódio, eu me peguei pensando: será que a gente tem sido responsável com os nossos próprios sonhos? Porque crescer é descobrir que realizar um sonho não é o ponto final da história – é só o começo da responsabilidade de mantê-lo vivo.Às vezes, a vida adulta atropela. A rotina pesa, os caminhos mudam, e o que a gente queria tanto lá atrás já não parece fazer tanto sentido assim. E tá tudo bem mudar de sonho, viu? O problema não é mudar – o problema é abandonar com descuido aquilo que um dia foi promessa nossa. E, principalmente, quando esse abandono afeta outras pessoas que caminham com a gente.Neste episódio, eu te convido a devanar comigo: o que você tem feito com os sonhos que realizou? Você cuida deles ou deixou pra lá, achando que se sustentariam sozinhos? Vamos falar sobre responsabilidade, afeto e a coragem de recomeçar — mesmo quando o que a gente sonha já não é mais o mesmo.

  15. 9

    Devaneios da Ana – Episódio 6: Justiça Divina ou Justiça Humana?

    Será que, quando somos prejudicados, devemos apenas esperar, ou podemos – e devemos – buscar a nossa justiça dentro daquilo que é legal e possível?Refleti sobre como, muitas vezes, a ideia de justiça divina acaba sendo usada para nos silenciar, nos acomodar diante de situações injustas. Enquanto isso, quem nos feriu segue sem consequências.Será que agir pela justiça humana, buscando nossos direitos, também não é uma forma de honrar a justiça divina, que deseja a verdade, a reparação e a dignidade?Neste episódio, eu te convido a pensar comigo: até que ponto deixar nas mãos do "destino" é uma escolha verdadeira — e quando, na verdade, é medo, cansaço ou falta de apoio?

  16. 8

    Devaneios da Ana – Episódio 5: Sou Pobre ou Sou Resiliente?

    Eu começo trazendo a definição de resiliência e como esse conceito, muitas vezes associado à superação e força, pode se tornar uma armadilha quando usado para justificar desigualdades. Em seguida, fala sobre o que significa ser pobre em um mundo onde erros não são uma opção. Enquanto alguns têm a liberdade de falhar e recomeçar, outros vivem no limite, sem margem para deslizes.Com exemplos do cotidiano em minha  própria vivência, eu questiono: será que estamos sendo fortes ou simplesmente não temos outra escolha?

  17. 7

    Devaneios da Ana – Episódio 4: Perdas

    Neste episódio, eu reflito sobre a sensação de perder algo que, na verdade, nunca se teve. Como o mercado de trabalho pode nos substituir rapidamente e como, muitas vezes, somos descartados sem cerimônia. A partir de uma experiência pessoal – a perda repentina de uma oportunidade de trabalho –, Falo sobre como essas situações impactam não apenas financeiramente, mas emocionalmente. Entre desabafos e reflexões, ela questiona: como lidar com as perdas quando não se trata apenas de construir uma carreira, mas de sobreviver?@anavgaspardasilva

  18. 6

    Devaneios da Ana – Episódio 3: Mudanças - O Peso e a Liberdade

    No episódio de hoje reflito sobre as mudanças de vida que moldam o nosso caminho. A partir de experiências pessoais, eu compartilho como a mudança de escola foi um marco na minha trajetória, destacando que para algumas pessoas mudanças são vistas como oportunidades de crescimento, enquanto para outras, elas são um peso, um desafio difícil de carregar. A discussão gira em torno de como cada um lida com a transformação, o que podemos aprender com os altos e baixos dessa vivência e como, às vezes, as mudanças nos forçam a repensar o nosso lugar no mundo. Em um papo leve e autêntico, eu falo sobre como mudanças, sejam elas grandes ou pequenas, sempre trazem uma lição de vida, e como podemos aprender a encará-las de uma maneira mais leve, sem tanto medo ou resistência.

  19. 5

    Devaneios da Ana – Episódio 2: Timidez, Um Problema Pessoal, Mas Não Profissional

    Neste episódio ,eu reflito sobre como a timidez impacta na minha vida pessoal, tornando desafiador conhecer novas pessoas e me inserir em grupos sociais. Apesar disso, compartilho como consigo driblar essa característica no ambiente profissional, onde a comunicação flui com mais segurança e naturalidade. Com sinceridade e leveza, converso sobre as nuances de ser tímida em um mundo que muitas vezes valoriza a extroversão, mostrando que é possível encontrar equilíbrio entre esses dois lados.

  20. 4

    Devaneios da Ana – Episódio 1: Cobranças Pós-Faculdade e a Liberdade de Mudar

    Hoje eu abordo a pressão que surge logo após a formatura: as cobranças familiares por uma pós-graduação, cursos, especializações e a eterna busca por ser "a melhor versão profissional". Com uma reflexão sincera, questiono se é possível trilhar novos caminhos daqui a alguns anos, mesmo com 36 anos. Entre dúvidas e expectativas, Ana compartilha suas percepções sobre a importância de respeitar o próprio tempo e não se deixar engolir pelas cobranças externas.

  21. 3

    Devaneios da Ana - Introdução

    Fala povo, se você assim como eu tem pensamentos aleatorios, mas por algum motivo não compartilha eles, pode deixar que farei isso por vocês. Meu nome é Ana Vitoria - sem acento, pq assim que minha mãe quis - flamenguista, moradora de  madureira no subúrbio carioca , geminiana e filha de Iansã  com oxossi e tenho muitos devaneios nessa cabeça que as vezes fica difícil guardar tudo aqui dentro..ATENÇÃO NÃO SOU PSICÓLOGA NEM FILOSOFA SOMENTE UMA JORNALISTA COM MUITAS IDEIAS.Sejam bem vindos ao Devaneios da Ana. 

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Fala povo, se você assim como eu tem pensamentos aleatorios, mas por algum motivo não compartilha eles, pode deixar que farei isso por vocês. Meu nome é Ana Vitoria - sem acento, pq assim que minha mãe quis - flamenguista, moradora de madureira no subúrbio carioca , geminiana e filha de Iansã com oxossi e tenho muitos devaneios nessa cabeça que as vezes fica difícil guardar tudo aqui dentro..ATENÇÃO NÃO SOU PSICÓLOGA NEM FILOSOFA SOMENTE UMA JORNALISTA COM MUITAS IDEIAS.Sejam bem vindos ao Devaneios da Ana.

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