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Duarte Pacheco Pereira e Cisnes Negros Podcast

À caça de Cisnes Negros na companhia de Duarte Pacheco Pereira, o Aquiles português que manejava tão bem a pena, como a espada. A obra de Duarte Pacheco Pereira é um cisne negro no sentido sugerido por Karl Popper, um contra-exemplo contra a ideia comum de que a "escola" ensina a "verdade" (representando no sentido de Karl Popper "todos os cisnes são brancos"). "Não importa quantos cisnes brancos você veja ao longo de sua vida. Isso nunca lhe dará certeza de que cisnes negros não existem." -- Karl Popper. tagido.substack.com

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    Audiolivro Hans em Constantinopla - Capítulos#6 a #8

    Hans em Constantinopla - Capítulos #6 a #8Novela teatral e surreal sobre a história das religiões, centrada em IstambulDedicatóriaDedicado ao Meu Irmão, Paulo Jorge Mendes, que ficou sempre acordado.PrelúdioAudiolivro teatral cómico improvisado em 2020, quando estava tudo encerrado por causa do golpe de estado de março de 2020. Todas as cenas foram improvisados para o gravador áudio, sem correções, como no teatro de comédia de improviso.Misturam-se várias épocas passadas diferentes com o presente e com memórias das minhas viagens à Turquia, Terra Santa, Grécia e ex-Jugoslávia.Novela teatral e surreal sobre a história das religiões, centrada em Istambul (antiga Constantinopla, ou Nova Roma, ou Christanbul, ou Bizâncio), cidade mágica muito apreciada por mim e recorrendo apenas à memória fotográfica e a um gravador de áudio, sem computador nem telemóvel.Corresponde à visão que eu tinha da história até 2020, a história "oficial". Em 2020 a história "oficial" revelou-se como a "ficção oficial".Bibliografia* Byzantium (I): The Early Centuries, John Julius Norwich* Byzantium (II): The Apogee, John Julius Norwich* Byzantium (III): The Decline And Fall, John Julius Norwich* Café Turco com os ex-Jugoslavos, Paulo Mendes da Silva e Pedro Mendes da Silva, 2015* Teatro* Poética de Aristóteles, Tradução de Eudoro de Sousa, INCM – Imprensa Nacional Casa da Moeda, 2016* Manual Mínimo do Ator, Dario Fo, 2004Nota sobre a publicação no SubstackVão ser publicados os 28 capítulos no Podcast em Áudio, que é a versão original, ao longo das próximas semanas. Recorde-se que foram todas improvisados para o gravador áudio, sem correções, como no teatro de improviso.Mais tarde será publicado um livro com o texto completo em formato de papel e digital. Serão ainda publicadas as versões em Audiolivro M4B, CD e DVD.Passa, então, a haver um subsecção dentro do Podcast chamada "Audiolivro Hans em Constantinopla".Cada episódio vai incluir para além do audio original o texto transcrito a partir desse áudio.Capítulo 6 - O Imperador Justiniano e a Imperatriz TeodoraCapítulo 7 - O Imperador Constantino XI "Dragases" PaleólogoCapítulo 8 - O Imperador Constantino XI "Dragases" Paleólogo This is a public episode. If you would like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit tagido.substack.com

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    Podcast Cisne Negro #6: A Falsa Matrix do Solipsismo New Age vs o Imperativo Categórico

    The MATRIX (1999) é um filme alegórico produzido com várias intenções e camadas de mensagens.Vamos analisar duas das intenções principais do filme, a saber: 1) Revelação do método (o sistema [LEGAL] separa os homens da natureza, que vivem ligados à sua "pessoa artificial", uma ficção legal, que não existe na natureza) 2) propagar o mito de que a natureza não é real (e que, portanto, vivemos numa simulação e o mal não existe porque tudo é relativo)No entanto, a natureza é real, a verdade é absoluta: existem o bem e o mal.Vamos analisar o segundo ponto, sabendo que a natureza é real, a verdade é absoluta e objetiva: existem o bem e o mal.Segundo o filósofo dinamarquês Morten Tolboll:Fake Simulation theory and Fake "New Age" MatrixBelievers think you can't get out of the Matrix (that is: from illusion to reality), since the Matrix is reality itself:* a mental construct (New Age), or* a computer simulation (Transhumanists).The illusion is here that you have lived according to what others have programmed you to believe. The latter is the only idea I share with them--- Morten Tolboll (ver A Critique of the Simulation Theory and the Rise of Digital Totalitarianism)Ler artigo completo .Suporta o Duarte Pacheco Pereira e Cisnes Negros This is a public episode. If you would like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit tagido.substack.com

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    Audiolivro Hans em Constantinopla - Capítulos#2 a #5

    Hans em Constantinopla - Capítulos #2 a #5Novela teatral e surreal sobre a história das religiões, centrada em IstambulDedicatóriaDedicado ao Meu Irmão, Paulo Jorge Mendes, que ficou sempre acordado.PrelúdioAudiolivro teatral cómico improvisado em 2020, quando estava tudo encerrado por causa do golpe de estado de março de 2020. Todas as cenas foram improvisados para o gravador áudio, sem correções, como no teatro de comédia de improviso.Misturam-se várias épocas passadas diferentes com o presente e com memórias das minhas viagens à Turquia, Terra Santa, Grécia e ex-Jugoslávia.Novela teatral e surreal sobre a história das religiões, centrada em Istambul (antiga Constantinopla, ou Nova Roma, ou Christanbul, ou Bizâncio), cidade mágica muito apreciada por mim e recorrendo apenas à memória fotográfica e a um gravador de áudio, sem computador nem telemóvel.Corresponde à visão que eu tinha da história até 2020, a história "oficial". Em 2020 a história "oficial" revelou-se como a "ficção oficial".Bibliografia* Byzantium (I): The Early Centuries, John Julius Norwich* Byzantium (II): The Apogee, John Julius Norwich* Byzantium (III): The Decline And Fall, John Julius Norwich* Café Turco com os ex-Jugoslavos, Paulo Mendes da Silva e Pedro Mendes da Silva, 2015* Teatro* Poética de Aristóteles, Tradução de Eudoro de Sousa, INCM – Imprensa Nacional Casa da Moeda, 2016* Manual Mínimo do Ator, Dario Fo, 2004Nota sobre a publicação no SubstackVão ser publicados os 28 capítulos no Podcast em Áudio, que é a versão original, ao longo das próximas semanas. Recorde-se que foram todas improvisados para o gravador áudio, sem correções, como no teatro de improviso.Mais tarde será publicado um livro com o texto completo em formato de papel e digital. Serão ainda publicadas as versões em Audiolivro M4B, CD e DVD.Passa, então, a haver um subsecção dentro do Podcast chamada "Audiolivro Hans em Constantinopla".Cada episódio vai incluir para além do audio original o texto transcrito a partir desse áudio.Texto do Capítulos 2 a 5Capítulo 2 - Monge Ortodoxo Palestino Iconoclasta-- Já agora, Sr. Patriarca, por acaso não sabe dizer-me em que direção é o Harém do Sultão?-- Com certeza, é só seguir aqui por esta marginal e é no fim. O Sr. encontra lá um palácio e é lá o Harém, no Palácio Topkapı.-- Sim, senhor, muito agradecido e espero voltar a vê-lo na próxima mesquita. Já agora, o que é que o senhor estava a fazer na mesquita?-- Ah, pois é que pronto, estava aqui um bocadinho sozinho, aqui no patriarcado, pronto, ali pareceu-me mais animado, ir ali para a mesquita. Olhe, disfarcei-me e pronto, fui lá, pronto.-- Fez bem, fez bem. Então, Adeus e até qualquer dia.Hans meteu-se a caminho. Desta vez, com a água do corno dourado à sua esquerda, prosseguiu em direção ao local indicado pelo simpático patriarca. Com passos lentos, prosseguiu, apreciando a paisagem. A determinada altura, chegou perto da ponte de Gálata, uma ponte azul, de um azul sujo. Cheirou-lhe novamente à característica sanduíche de dourada frita. Não resistiu e comprou 10. Quando estava a acabar de comer a sétima, foi abordado por o que lhe pareceu ser um monge ortodoxo:-- A sua camisola tem um desenho - disse o monge, emitindo uma voz grave e zangada para fora da sua espessa barba grisalha.-- Tem um desenho? Pois, é verdade, tem aqui um porco, mas qual é o problema?-- O senhor sabe que os ícones são proibidos.-- Os ícones? Importa-se repetir?-- O senhor não sabe que o Imperador piamente proibiu qualquer tipo de ícones ou esculturas?-- Não sabia.-- Pois é verdade. A escultura e o ícone, representações de cenas divinas, são pecaminosas, portanto, não se deve representar o divino, mas sim senti-lo. Daí que o nosso Pio Imperador tenha aceite o nosso pedido e proibido qualquer tipo de imagem ou escultura em todas as igrejas do Império Romano do Oriente.-- Mas quem são vocês?-- Nós? Nós somos os iconoclastas. Viemos ao mundo para acabar com os ícones. A nossa sede fica na Palestina, num mosteiro no deserto, numa falésia. Eu fui enviado pelo nosso monge-chefe. Venho aqui defender a nossa causa e continuar a defendê-la mesmo no presente e no futuro. E infelizmente, vejo que o Senhor tem um desenho e concluo que esse desenho é uma violação da lei divina.-- Pois, compreendo - comentou Hans - E agora?-- Agora o senhor vai ter que, ou tingir a camisa toda da mesma cor, ou então eu vou ter que o excomungar.Hans hesitou por um minuto e disse-lhe:-- Vou ali àquela mesquita tingir a camisola.E o monge, ao ouvir isto, a expressão mudou completamente, desanuviou-se e um largo sorriso substituiu a expressão grave.-- Faz bem, meu filho, faz bem. Vá em paz e que o Senhor esteja consigo.-- Amén! - diss Hans enquanto se afastou do monge e da mesquita na direção do harém.Alguns quilómetros depois, Hans chegou à porta do harém.Fim do capítulo 2.Capítulo 3 - O Eunuco e o Imperador Juliano, o ApóstataChegado à porta sublime, Hans lembrou-se que ainda tinha três sanduíches de dourada grelhada no bolso, e aproveitou para as comer. Depois, bateu à porta do palácio. Uma batida, duas batidas, três batidas, nada. À quarta batida, a porta abriu-se: era o Eunuco Negro, responsável pelo Harém.-- Boa tarde - disse Hans. - O Harém está aberto?-- Está sim, só que neste momento está ocupado pelo Imperador Juliano, o Apóstata.-- Que desagradável. Mas ele, será que ele não quer partilhar? Não aceita partilhar o Harém?-- É possível que sim, é possível que sim. Eu posso-lhe perguntar. Espere um pouco.A porta fechou-se com um ligeiro estrondo e Hans aguardou. Aguardou um minuto, aguardou dois minutos, três minutos, quatro minutos, sete minutos, doze minutos, treze e meio e a porta abriu-se.-- Olhe, enviei um mensageiro ao Imperador Juliano e ele diz que sim senhor, que está disposto a partilhar se o senhor tiver sanduíche de dourada para partilhar com ele.-- Ai, caraças, acabo de comer as minhas últimas três sanduíches de dourada. Vou então aqui comprar mais.Hans atravessou o largo, encontrou outro vendedor de sandes de dourada e comprou mais 10. Novamente, dirigiu-se à Porta Sublime e bateu à porta do Eunuco. Bateu uma, bateu duas, bateu três. E desta vez o Eunuco abriu.-- Vejo que já tem aí 10 sanduíches. Penso que o Imperador Juliano ficará contente. Só há aqui um pequenino problema: é que houve aqui uma revolta de janízaros e o palácio está completamente atulhado de janízaros. E o senhor vai ter que os convencer a deixá-lo passar até ao Harém.-- Ai,sim ? mas o que é um janízaro?-- Um janízaro? O senhor não sabe o que é um janízaro?-- Desculpe, mas não sei.-- Olhe, um janízaro é um membro da guarda dos janízaros, que é a guarda pessoal do sultão, que tem a particularidade dos membros serem recrutados à força, uma espécie de imposto, entre as crianças cristãs da Rumélia.-- Rumélia? E o que é a Rumélia?-- Rumélia é um termo que os sultãos otomanos utilizam para designar os antigos territórios do Império Bizantino nos Balcãs, na Grécia. Por aí, mas normalmente é, quer dizer, nos Balcãs. Normalmente os janízaros são recrutados entre famílias sérvias ou bósnias.-- Sim senhor, mas eles estão revoltados contra quê?-- Ah, é que o sultão desvalorizou a moeda e eles, pronto, vieram aqui matar o sultão.-- Ah sim, mas o sultão está aí?-- Não, não, o sultão não está no palácio.-- Mas pronto, aconselho a ter... talvez a oferecer algumas sanduíches. Pode ser que eles o deixem passar. E já agora, tenho aqui uma coisa que talvez lhe interesse. São dois pelos da barba de Maomé e um cajado de Abraão. Será que o senhor não quer trocar isto por, digamos, vinte sanduíches de dourada grelhada?-- Olhe, é uma oferta tentadora, mas o que é que eu vou fazer com dois pelos da barba de Maomé?-- Bem, com os dois pelos da barba não sei, mas com o cajado o senhor pode fazer belas caminhadas.-- É bem visto, é bem visto. Então, espere aí que eu depois, à saída, penso melhor.-- Sim, senhor, espero aqui por si.Hans tentou despistar o Eunuco e deparou com uma multidão de algumas centenas de janízaros facilmente identificáveis, porque tinham todos uniformes parecidos de tecido de Salónica. E ao verem Hans, perguntarem-lhe:-- És tu o sultão?-- O sultão? Eu? Não, eu chamo-me Hans, não me chamo Sultão.-- Como é que podemos ter a certeza disso?-- Então vocês acham que eu tenho um ar turco? Tenho olhos azuis!-- Pois realmente é verdade. O que é que estás aqui a fazer? Não sabes que há uma revolta dos janízaros? Porque é que entraste no Palácio?-- Bem, eu vinha para o Harém. O Imperador Juliano, o Apóstata, disse que eu podia partilhar o Harém com ele durante alguns momentos, desde que partilhasse com ele algumas sanduíches de dourada grelhada.-- Eh pá, isso é a minha sanduíche favorita, respondeu o janízaro, se partilhares comigo, pode ser que eu te deixe passar. Só tens que arranjar, depois, convencer também aqui os meus outros 500 colegas, quem sabe, com 500 sanduíches...-- Eh pá, 500 sanduíches - disse Hans - Mas eu não trouxe assim tantas, então... Espere um pouco, então.Hans, dirigindo-se ao Eunuco, avisou que ia comprar mais sanduíches. Atravessou novamente a porta sublime e dirigiu-se à praça, onde pediu 520 sanduíches, se não fosse aparecer mais algum janízaro ou imperador pelo caminho. Demorou algum tempo, o vendedor, cerca de 3 horas e meia a fazer as 500 sanduíches e depois a embrulhá-las. Passado esse tempo, Hans comeu 3 dos sanduíches porque já estava com fome outra vez e bateu à porta do Eunuco.O Eunuco, ao ver Hans com tantas sanduíches, fez-se difícil e só abriu à décima pancada, tendo exigido 10 sanduíches em troca do cajado de Abraão. Hans que já vinha preparado, não teve problemas em oferecer as 10 sanduíches ao Eunuco. Em seguida, Hans enfrentou os 500 janízaros, mas como já vinha preparado, conseguiu acalmar a sua ira, oferecendo a cada um deles uma sanduíche dourada grelhada, bem quentinha, acabadinha de fazer há três horas. Uma ala foi-se abrindo por entre a multidão de janízaros e Hans pôde então atravessar o pátio e chegar à porta do Harém. Com alguma surpresa, verificou que estava lá novamente o Eunuco.-- Quer entrar? - disse o Eunuco.-- Pois quero - disse Hans.-- Pois bem, entre! Está aqui o Imperador Juliano, o Apóstata, à sua espera.Juliano, que estava cercado por cerca de 13 odaliscas, fitou Hans com um olhar pagão. Hans, percebendo que o Imperador Juliano era pagão, estendeu-lhe a mão.- Muito prazer. O meu nome é Hans. Penso que o senhor é o Imperador Juliano, o Apóstata, não é?-- Sou eu mesmo.-- Sou um grande apreciador do seu reinado, mas o que é que veio aqui fazer a este Harém?-- Pois, sabe, este Harém, pelo menos, não é cristão! Eu como rejeito tudo o que é cristão, achei que aqui era um auxílio para manifestar a minha não-cristianidade. Mas também às vezes trazem sanduíches de dourada, como você. E isso também gosto.-- Muito bem. Então... Posso-me sentar?-- Não. Agora vai ter que se ir embora. Só o deixei entrar para você me dar as sanduíches. Agora deixe-me aqui com as 13 odaliscas e ofereço-lhe uma das sanduíches. Adeus!-- Mas e as odaliscas?-- Adeus!É então que o Eunuco pega no braço de Hans e o faz seguir em direção à porta.-- Então adeus e boa sorte aí com o cajado!Hans, com o cajado na mão, decidiu que era a altura de se afastar do Harém e do Apóstata. Então, percorreu o corredor ainda aberto pelo meio dos janízaros, agora com o cajado de Abraão. Ao verem o cajado, os janízaros ajoelharam-se e e proclamaram Hans sultão.Fim do capítulo 3Capítulo 4 - 500 Janízaros e Enrico Dondolo, Doge de Veneza-- Hans I Osmanli ! Hans I Osmanli ! Hans I Osmanli !- gritavam os janízaros em êxtase.Hans corando um pouco começou a pensar em franguinho da guia sem tomilho. Em seguida, olhando imperialmente para a sua guarda de janízaros, exclamou:-- Traga-me um franguinho da guia sem sandes de dourada.Os janízaros continuaram a exultar, mas não se mexeram, exceto um deles. Era o chefe dos janízaros: dirigiu-se a Hans e disse-lhe ao ouvido:-- Só vamos começar a seguir as tuas ordens quando nos pagares o imposto da coroação, que é devido aos janízaros sempre que o sultão é coroado.-- Ai sim, e em que consiste esse imposto?-- Bem, digamos que mil liras por cabeça talvez seja bom.-- Então, e se eu não tiver esse dinheiro?-- Cortamos-te a cabeça.-- Percebo. Então, vou ali levantar ao Tesouro ... o dinheiro. Tenho que ir-lhe à sala do Tesouro, levantá-lo e já vos venho trazer. Esperem aqui por mim.Hans afastou-se de mansinho e fingindo que se dirigia à sala do tesouro correu para a porta da saída onde estava o Eunuco que lhe abriu a porta. Já fora do palácio, Hans suspirou de alívio e percorreu os metros que separavam a porta sublime da porta da Hagia Sofia. Enquanto olhava para a porta de entrada da Hagia Sofia, alguém bateu-lhe nos ombros. Hans voltou-se e reconheceu Enrico Dondolo, Doge de Veneza.-- O que faz aqui? - Perguntou Hans.-- Olhe, vim ver se estavam a cuidar bem do meu túmulo aqui na Hagia Sofia. E vi que você não era turco e resolvi falar consigo. Você é cristão, não é?-- Tem dias. Quer entrar na Hagia Sofia?-- Já agora!-- Entremos.-- Ah, que saudades do Império Latino de Constantinopla! - suspirou Enrico Dondolo.Fim do capítulo 4.Capítulo 5 - Enrico Dondolo, Doge de Veneza-- Que saudades da Quarta Cruzada - suspirou Dondolo - Bons tempos!-- Porquê? - perguntou Hans.-- Foi tão bonita a Quarta Cruzada. Enganámos toda a gente.Enganámos os cruzados, o Papa e os bizantinos!-- Ah, sim? Como é que vocês... Como é que foi isso?-- Sabe que a 4ª Cruzada não tinha venezianos ao início. Era composta, essencialmente, por francos e alemães. E estava direcionada a Jerusalém, tal como, normalmente, as cruzadasforam direcionadas para a reconquista da Terra Santa. Mas acontece que estes cruzados alemães e francos ficaram sem dinheiro e então tiveram que vir pedir empréstimos à República de Veneza, da qual eu era o Doge, ou Presidente da República, como lhes queira chamar.-- Continue, continue.-- E então, pressionando aqui os cruzados que nos deviam dinheiro, convencemos-los que atacar Constantinopla seria uma boa forma deles selarem as suas dívidas, não é? E então, eu próprio apesar de cego e de ter 90 anos, comandei o exército veneziano e cruzado e atacámos Constantinopla.-- Não me diga.-- Foi isso. E passados uns dias, as muralhas que tinham aguentado durante quase mil anos cederam à traição de cristãos contra cristãos, de venezianos, francos e alemães contra os romanos do Oriente.-- Mas isso deve ter sido uma carnificina!-- Não só! Sim, mas não só! Para além da carnificina também aproveitámos para dissipar toda a arte e riquezas que tinham sido acumuladas durante esses mil anos. Já viu, ficámos muito ricos.-- Pois, pois, estou a ver. E você orgulha-se disso?-- Ah, muito, muito. Muito mesmo! Está a ver ali no andar de cima aquela pintura de mosaicos do Christus Pantocrator?-- Perfeitamente. Aquela azul, não é? Com roupa azul?-- Sim, sim, essa mesmo. É aí que está o meu túmulo.-- Quer dizer que você roubou aqui o Império Bizantino e ainda ficou com o túmulo na Santa Sofia !-- É verdade, já viu ?-- Pois... Olhe, tome aqui esta sanduíche dourada que eu tenho que ir ali fora.Hans saiu, Farto da conversa de Dondolo e respirou.Respirou. Respirou. Respirou. Atravessou o pátio da Hagia Sofia. E respirou.Fim do capítulo 5. This is a public episode. If you would like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit tagido.substack.com

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    Audiolivro Hans em Constantinopla - Capítulo#1

    Hans em ConstantinoplaNovela teatral e surreal sobre a história das religiões, centrada em IstambulDedicatóriaDedicado ao Meu Irmão, Paulo Jorge Mendes, que ficou sempre acordado.PrelúdioAudiolivro teatral cómico improvisado em 2020, quando estava tudo encerrado por causa do golpe de estado de março de 2020. Todas as cenas foram improvisados para o gravador áudio, sem correções, como no teatro de comédia de improviso.Misturam-se várias épocas passadas diferentes com o presente e com memórias das minhas viagens à Turquia, Terra Santa, Grécia e ex-Jugoslávia. Novela teatral e surreal sobre a história das religiões, centrada em Istambul (antiga Constantinopla, ou Nova Roma, ou Christanbul, ou Bizâncio), cidade mágica muito apreciada por mim e recorrendo apenas à memória fotográfica e a um gravador de áudio, sem computador nem telemóvel. Corresponde à visão que eu tinha da história até 2020, a história "oficial". Em 2020 a história "oficial" revelou-se como a "ficção oficial". O Bósforo é um canal que liga o mediterrâneo ao mar negro, o canal que separa a "Europa" da "Ásia" e que divide Istambul em duas metades. Reza a lenda que Constantinopla foi fundada pelo Imperador Constantino como a nova capital do Império Romano, tendo recebido o seu nome: Cidade de Constantino. Posteriormente após a partição do império romano em império romano do ocidente e império romano do oriente, passou a ser a capital deste último, também conhecido como império bizantino. Este império durou mais mil anos que o império romano do ocidente. A prever a re-escrita da história, "Pois bem, eu sou Santa Helena, mãe do Imperador Constantino e tenho que ir para Jerusalém em peregrinação e para definir os locais santos do Cristianismo.". Lira turca é a moeda que circula na Turquia e no Chipre do Norte. O Patriarcado de Constantinopla é o Vaticano Ortodoxo. Um janízaro é um membro da guarda dos janízaros, que formavam a guarda pessoal dos sultões turcos otomanos. O Doge de Veneza era uma espécie de Rei da República de Veneza eleito pelos nobres. O Imperador Justiniano foi o criador da Hagia Sofia. Iskender Kebap é um prato turco com natas ácidas. Constantino XI "Dragases" Paleólogo foi o último imperador bizantino antes da conquista turca-otomana. Pope é um nome dado aos padres cristãos ortodoxos. A Mesquita Azul de Istambul tem 6 minaretes em vez do máximo permitido pelo Islamismo de 5 minaretes. Solimão, o Magnífico foi o Sultão que reinou no apogeu do Império Otomano, tendo contratado o Grande Arquiteto Sinan para construir várias Mesquitas em Istambul e a Ponte sobre o Drina, na Bósnia. Mustafá Kemal Ataturk foi o Pai dos Turcos que no século XX liquidou o Império Otomano e o Califado Islâmico que lhe estava associado. O Grande Cisma foi a cisão entre a Igreja Católica Latina e a Igreja Ortodoxa Grega. O Imperador Aleixo I Comnemno reinou no Império Romano do Oriente durante a primeira cruzada, ordenada pelo Papa Urbano, após o pedido de ajuda do Imperador Aleixo ao Ocidente para combater os invasores turcos na Ásia Menor. Ana Comnena, filha do Imperador Aleixo, escreveu o livro "A Aleixíada", sobre a vida do Pai. A primeira cruzada coroou o Príncipe Boemundo I de Antioquia, o Conde Raimundo de Trípoli, Godofredo de Bulhão Rei de Jerusalém. O Reino de Jerusalém foi um país criado pela primeira cruzada. O Rei da Inglaterra Ricardo Coração de Leão participou na terceira cruzada, após a reconquista de Jerusalém pelo Sultão Saladino. São Jerónimo traduziu o Novo Testamento de Grego Koiné para Latim (Vulgata Latina) apesar de este ter sido escrito em latim originalmente. São Cirilo criou o alfabeto cirílico para gáudio de todos os falantes de línguas eslavas. O Sultão Selim I foi o primeiro Sultão Otomano que para além de sultão foi também Califa Islâmico Sunita, isto é, o Papa da religião Sunita, após anexar o Egito e Meca. Os ícones culturais do Império Otomano incluem o Café Turco, os Mosaicos Bizantinos, a Delícia turca. As cruzadas deram origem a várias estranhas ordens monásticas militares soberanas, incluindo os Cavaleiros Templários, os Cavaleiros Hospitalários e os Cavaleiros Teutónicos. São Luís, Rei de França, foi o responsável pela enésima cruzada, tendo invadido o Egito. Meteora e o Monte Atos são dois dos locais mais santos da Igreja Ortodoxa Grega. Os sefarditas são um dos ramos do judaísmo constituído por descendentes de portugueses e de berberes marroquinos. E quem fundou o Estado de Israel foram mais os Ashkenazis. O Muro das Lamentações tem esse nome porque é a única parte do Segundo Templo de Salomão que sobrou após a destruição de Jerusalém por parte dos Romanos. Os senhores, se quiserem ir a pé de Istambul até Jerusalém, podem ir aqui pela Ponte de Gálata e depois pela Ponte Mehmet II, e chegam ali à Ásia Menor e depois é fácil, são só mais uns 3.000 km sempre a direito.Personagens:Cena 1* Hans (o meu alter-ego)* Barqueiro* Santa Helena (mãe do Imperador Constantino)* Patriarca de Constantinopla (Papa da Igreja Cristã Ortodoxa)Cena 2* Monge Ortodoxo Palestino IconoclastaCena 3* Eunuco Negro ( responsável pelo harém )* Imperador Juliano, o Apóstata* 500 Janízaros* 13 odaliscas* 2 vendedores de dourada grelhadaCena 4 e 5* Enrico Dondolo (Doge de Veneza, provocou a Quarta Cruzada)Cena 6* Imperador Justiniano* Imperatriz TeodoraCena 7* Imperador Constantino XI "Dragases" Paleólogo (o último imperador bizantino)* Pope Ortodoxo* Vendedor de dourada grelhadaCena 8* Imperador Constantino XI "Dragases" Paleólogo (o último imperador bizantino)* Pope Ortodoxo* Vendedor de sandes de tourada* BarqueiroCena 9-10* Santa Helena* Imperador Constantino XI "Dragases" Paleólogo (o último imperador bizantino)* Pope OrtodoxoCena 11* Sultão Solimão, o Magnífico * Grande Arquiteto SinanCena 12* Sultão Solimão, o Magnífico * Grande Arquiteto Sinan* Mustafá Kemal AtaturkCena 13* Calíope, * 2 Legados do Papa e a sua comitiva* 1 guarda do Imperador Aleixo I ComnenoCena 14-16 * Príncipe Boemundo I de Antioquia* Imperador Aleixo I Comneno* Princesa Ana Comnena, filha de Aleixo I* Conde Raimundo de Trípoli * Godofredo de Bulhão Rei de Jerusalém* Patriarca de AntioquiaCena 17* Princesa Ana Comnena, filha de Aleixo ICena 18* Ricardo Coração de Leão, Rei de InglaterraCena 19. * São Jerónimo* São CiriloCena 20 * Sultão Selim I, para além de sultão, também o califa de todos os muçulmanosCena 21. * Cardeal responsável pelo departamento artístico do PapaCena 22. * 5 peregrinos de Florença até à Terra SantaCena 23 * São Luís, Rei de FrançaCena 24-25 * Peregrinos à procura dos hospitalários* Empregado que chegou com 7 cafésCena 26* Peregrinos à procura dos cavaleiros teutónicos.Cena 27* 11 barbudos ortodoxos gregosCena 28 * Judeus sefarditasBibliografia* Byzantium (I): The Early Centuries, John Julius Norwich* Byzantium (II): The Apogee, John Julius Norwich* Byzantium (III): The Decline And Fall, John Julius Norwich* Café Turco com os ex-Jugoslavos, Paulo Mendes da Silva e Pedro Mendes da Silva, 2015* Teatro* Poética de Aristóteles, Tradução de Eudoro de Sousa, INCM – Imprensa Nacional Casa da Moeda, 2016* Manual Mínimo do Ator, Dario Fo, 2004Nota sobre a publicação no SubstackVão ser publicados os 28 capítulos no Podcast em Áudio, que é a versão original, ao longo das próximas semanas. Recorde-se que foram todas improvisados para o gravador áudio, sem correções, como no teatro de improviso.Mais tarde será publicado um livro com o texto completo em formato de papel e digital. Serão ainda publicadas as versões em Audiolivro M4B, CD e DVD.Passa, então, a haver um subsecção dentro do Podcast chamada "Audiolivro Hans em Constantinopla".Cada episódio vai incluir para além do audio original o texto transcrito a partir desse áudio.Texto do Capítulo 1Hans acaba de chegar a Constantinopla. Encontra-se junto à porta de Gálata. Ouvem-se gaivotas. Cheiram-se sanduíches de dourada grelhada. E ouvem-se pregões.-- Bosphorus, Ten Lira ! Bosphorus, Ten Lira ! Bosphorus, Ten Lira !O barqueiro anuncia rotas marítimas. Entretanto, devagarinho, aproxima-se uma dama de meia idade, vestida com trajes imperiais, e dirige a palavra ao barqueiro:-- Desculpe, este barco vai para Jerusalém?-- Jerusalém? Não, este barco vai para o Bósforo.Virando-se para Hans:-- E o senhor, sabe para onde vai este barco?-- Parece que vai para o Bósforo.-- Os senhores são uns inúteis. Eu preciso ir para Jerusalém. Os senhores sabem quem eu sou?-- Não - disse o barqueiro.-- Desculpe, mas também não a conheço - disse Hans.-- Pois bem, eu sou Santa Helena, mãe do Imperador Constantino. E tenho que ir para Jerusalém em peregrinação e para definir os locais santos do Cristianismo. Os senhores estão aqui a empatar a minha nobre missão. Ora bem, eu rogo ao Senhor Barqueiro que venha comigo a Jerusalém. Ou então...Respondeu o barqueiro:-- Bem, minha senhora, assim sendo, acho que este barco já não é para o Bósforo. Partamos imediatamente para Jerusalém, sem mais demoras. Acho que a gasolina ainda chega.O barco, passado um minuto, afastou-se. Em vez de virar, à esquerda para o Bósforo, virou à direita para o Mar de Mármara, e que depois se dirigiria à Palestina e à Jerusalém.Hans, por um instante, deixou de ouvir o pregão. Mas este silêncio não durou mais que 5 segundos, pois outro barqueiro rapidamente tomou o lugar do anterior, continuando.-- Bosphorus, Ten Lira ! Bosphorus, Ten Lira ! Bosphorus, Ten Lira ! Bosphorus, Ten Lira ! Bosphorus, Ten Lira !Hans, cansado, resolveu entrar na mesquita ali ao lado, intitulada a Nova Mesquita, apesar de já ter sido construída por volta do ano 1600. Lá dentro, descalçou-se, lavou os pés e entrou na zona da oração e começou a rezar uma Ave Maria. De súbito, alguém lhe deu uma palmadinha nas costas e uma piscadela de olho. Era o Patriarca de Constantinopla, disfarçado de muçulmano. Hans não o tendo reconhecido, todavia perguntou-lhe-- O senhor sabe onde fica o Patriarcado de Constantinopla?-- Sei sim, senhor, meu jovem. Posso levá-lo até lá, se quiser.-- Olhe, agradeço-lhe.-- Vamos?-- Sim, partamos.Calçaram os sapatos, atravessaram a grade e os portões que davam para a rua e prosseguiram pela Marginal, para dentro do Corno Dourado, até chegarem a um edifício vetusto, que o Patriarca acenou a Hans, como sendo o Patriarcado.-- Muito obrigado pela informação. Por acaso, o senhor não conhece o Patriarca de Constantinopla?-- Por acaso conheço. Sou eu mesmo.-- Muito gosto.-- Sabe que a Santa Helena partiu há pouco para Jerusalém, em peregrinação?-- Sim, sim. Ela tinha-me avisado, sim. -- Mas acho que ela, quando voltar, vai andar à procura da Igreja dos Doze Apóstolos.-- Pois é que essa igreja, sabe, já foi demolida há uns 500 anos para dar lugar a uma mesquita no tempo da Queda de Constantinopla. Ela vai ficar um bocadinho desiludida, mas talvez o Senhor possa ir lá reconfortá-la quando ela chegar? O que me diz? - Perguntou o Patriarca a Hans.-- Muito bem. Mas o senhor sabe quando é que ela chega?-- Não deve demorar muito. Uma ou duas semanas, também, a Terra Santa vê-se num instante!Fim do Capítulo 1. This is a public episode. If you would like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit tagido.substack.com

  5. 5

    Podcast Cisne Negro #5: O Sistema Legal é a "Matrix" e Anarquia não é sinónimo de Caos

    The MATRIX (1999) é um filme alegórico produzido com várias intenções e camadas de mensagens.Vamos analisar duas das intenções principais do filme, a saber: 1) Revelação do método (o sistema [LEGAL] separa os homens da natureza, que vivem ligados à sua "pessoa artificial", uma ficção legal, que não existe na natureza) 2) propagar o mito de que a natureza não é real (e que, portanto, vivemos numa simulação e o mal não existe porque tudo é relativo)No entanto, a natureza é real, a verdade é absoluta: existem o bem e o mal.Ler artigo completo .Suporta o Duarte Pacheco Pereira e Cisnes Negros This is a public episode. If you would like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit tagido.substack.com

  6. 4

    Podcast Cisne Negro #4: Gago Coutinho e o sextante de horizonte artificial

    A NASA não quer que tu saibas como funciona um sextante e também não quer que tu saibas quem foi Gago Coutinho. Não quer que tu aprendas geometria e trigonometria para refutares facilmente os seus modelos fraudulentos. Gago Coutinho efetuou a primeira travessia aérea do Atlântico sul usando navegação astronómica em 1922. Em 1922, pasme-se, não havia obviamente GPS (Global Positioning System) para o ajudar. Assim, teve que usar um sextante e mapas.Tal como Duarte Pacheco Pereira 400 anos antes dele, ao usar navegação astronómica para chegar ao Brasil, navegou usando os 12 signos do zodíaco no firmamento, deixando claro que o modelo da NASA é fraudulento, pois não é possível medir ângulos de elevação entre curvas e astros, como já referido anteriormente. O conhecimento de geometria e trigonometria revela-se valiosíssimo para resistir e refutar a propaganda "científica" oficial e ascender ao verdadeiro conhecimento sobre astronomia, astrologia, astrolemia (o nome dado por Duarte Pacheco Pereira à fusão entre astronomia e astrologia) e a uma cosmovisão mais verdadeira.Suporta o Duarte Pacheco Pereira e Cisnes NegrosPodes ver e adquirir outros livros do autor aqui . This is a public episode. If you would like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit tagido.substack.com

  7. 3

    Podcast Cisne Negro #3 - As falácias de Gandhi e a ocultação da Psicopatia e do Mal

    Já fui Gandhista durante algum tempo. No entanto, como já conhecia a existência dos psicopatas, acabei por detetar falhas graves no sistema proposto por Mohandas Karamchand Gandhi. Após o golpe de estado mundial de Março de 2020, as falhas do método de resistência não-violenta tornaram-se ainda mais evidentes, sobretudo no direito à legítima defesa contra agressões e leis imorais. This is a public episode. If you would like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit tagido.substack.com

  8. 2

    Podcast Cisne Negro #2 - Dividir por zero com Elena Ceaușescu, Roménia e Alemanha de Leste

    "Dividir por zero" é matematicamente impossível, mas na "ciência" comunista de Elena Ceaușescu, do seu esposo presidente da Roménia Nicolae Ceaușescu e dos seus aliados comunistas tudo passou a ser possível, através do poder da propaganda. Mas, afinal, a produção cientifica ocidental mostrou ser igual à ciência comunista, no pior dos sentidos, com a propaganda governamental a definir o que é “verdade científica”. Isto passou a verificar-se muito claramente desde março de 2020, tal como nos “bons tempos” da URSS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas), embora tenha sido assim há muito tempo, apesar de mais dissimulação no ocidente. O livro, que satiriza a “ciência comunista”, aplica-se perfeitamente à atual “ciência” ocidental, que é efetuada por decreto-lei e propaganda, sem qualquer ligação com a realidade e com a lógica. É um livro tristemente premonitório. This is a public episode. If you would like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit tagido.substack.com

  9. 1

    Podcast Cisne Negro #1- Duarte Pacheco Pereira, o Aquiles português

    This is a public episode. If you would like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit tagido.substack.com

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À caça de Cisnes Negros na companhia de Duarte Pacheco Pereira, o Aquiles português que manejava tão bem a pena, como a espada. A obra de Duarte Pacheco Pereira é um cisne negro no sentido sugerido por Karl Popper, um contra-exemplo contra a ideia comum de que a "escola" ensina a "verdade" (representando no sentido de Karl Popper "todos os cisnes são brancos"). "Não importa quantos cisnes brancos você veja ao longo de sua vida. Isso nunca lhe dará certeza de que cisnes negros não existem." -- Karl Popper. tagido.substack.com

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