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Imperdoável

Toda a gente tem aquele filme que custa admitir em público que nunca viu. Todas as semanas, Rui Alves de Sousa e convidados vão passar vergonhas a corrigir esses pecados. Dos grandes clássicos aos maiores fenómenos de popularidade, vamos descobrir essas falhas... imperdoáveis.

  1. 51

    A Dar(io) no Argento (com António Araújo, Hugo Gomes e Tiago Laranjo)

    Para a season finale, um episódio especial: como o autor do podcast não encontrou ninguém que não tivesse visto, como ele, o "Profondo Rosso" de Dario Argento, decidiu trazer três amigos (que ouvimos anteriormente por aqui), desafiando cada um deles a ver o seu Imperdoável do realizador italiano: o António Araújo viu "Tenebre", o Hugo Gomes ficou encarregue de "Opera" e o Tiago Laranjo tirou da watchlist "O Pássaro das Plumas de Cristal". Uma conversa informal e surpreendente sobre o cineasta, outros cinemas e uma série de temáticas mais ou menos parvas.

  2. 50

    Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban (com José Santiago)

    O podcaster e programador de cinema José Santiago (Passos no Escuro, Direto Pra Vídeo, SpinOff) também nunca tinha visto o terceiro tomo da saga do jovem feiticeiro a viver aventuras nas terras de Hogwarts. Uma conversa entre dois muggles em que o autor deste podcast revela como a estreia do primeiro filme nos cinemas foi marcante na sua infância, e de como o convidado só está a descobrir os filmes agora - mas ao longo dos últimos 25 anos, não conseguiu fugir inteiramente ao fenómeno. Nem que seja pelas expressões da feitiçaria que se tornaram parte da cultura popular. Com ou sem cicatrizes pintadas na cabeça, vamos à (re)descoberta da investida de Alfonso Cuarón no franchise, sem dúvida um ponto alto de criatividade nos oito filmes da série.

  3. 49

    The Haunting (com Guilherme Branquinho)

    O realizador Guilherme Branquinho ("Vórtice", "Finisterra") também nunca tinha visto a adaptação de Robert Wise do romance de Shirley Jackson. O filme, estreado em 1963 e baptizado entre nós como "A Casa Maldita", tornou-se com o tempo numa das referências maiores do cinema de terror. Com Julie Harris, Claire Bloom e Russ Tamblyn, a história mantém o seu impacto e traz algumas notáveis proezas técnicas. Numa autêntica "conversa de café", o filme esteve em cima da mesa e serviu, depois, para falar de outros filmes, de outros cinemas, mas também de filosofia, comédia e coisas que nos tiram o sono.

  4. 48

    O Doutor Mabuse (com Tiago Bartolomeu Costa)

    O crítico e programador Tiago Bartolomeu Costa também ainda não tinha visto o épico de Fritz Lang com o vilão diabólico que o inspiraria ainda para dois filmes futuros (e outros de vários realizadores). Uma trama policial ao longo de mais de quatro horas que deu que falar em 1922, e que continua a ter muitos elementos impressionantes e irresistíveis. Uma conversa gravada (quase totalmente) no espaço da Cinemateca Portuguesa,« que passou por múltiplas referências cinematográficas, literárias e de outras artes, para nos tentarmos meter na pele do espectador de há mais de 100 anos... não esquecendo o que moldou a experiência do convidado com o cinema: e isso inclui pugilistas, dinossauros e a filósofa Jodie Foster.

  5. 47

    Rodízio de filmes

    Reflexões curtas em forma de monólogos sobre quatro filmes Imperdoáveis, num autêntico churrasco de cinefilia: "The Spiral Staircase" (1946), "Beau Travail" (1999), "The Thing From Another World" (1951) e "Dr. Jekyll and Mr Hyde" (1931).

  6. 46

    Rocco e Seus Irmãos (com Susana Bessa)

    A crítica de cinema Susana Bessa também ainda não tinha visto o épico de 1960 realizado por Luchino Visconti, uma espécie de ponte entre o neorrealismo e a melancolia dos filmes posteriores, antes do cineasta se virar para os belos colossos como "O Leopardo". Uma conversa sobre as múltiplas personagens da narrativa (interpretadas por ícones como Alain Delon, Annie Girardot, Renato Salvatori e Claudia Cardinale) e os temas que transporta, alguns que coincidem com certos aspectos da cultura portuguesa.

  7. 45

    Boy Meets Girl (com Joana Mosi)

    Joana Mosi, autora de BDs como "O Mangusto" e "A Educação Física", também nunca tinha visto a estreia de Leos Carax na realização, lançada em 1984 e traduzida como "Paixões Cruzadas". O filme com Dennis Lavant e Mireille Perrier é um objecto de culto que nos levou para vários tópicos ao longo da conversa: do valor de uma obra e da integridade de um artista (e da dificuldade em mantê-la) à polarização da sociedade (não só política, mas também cultural), passando ainda pelas dinâmicas de trabalho, o desejo de arriscar e os rótulos que nos são colocados pelos outros.

  8. 44

    Beija-me, Idiota (com Paulo Fajardo)

    O realizador, repórter de imagem e podcaster Paulo Fajardo (co-autor do VHS) também nunca tinha visto este filme de Billy Wilder. Lançado em 1964, juntou Kim Novak e Dean Martin numa comédia de enganos atrevida e muito divertida. O filme deu azo para passarmos por outros marcos da carreira de Wilder, mas falámos também de outros realizadores (como David Lean e Stanley Kubrick), de filmes improváveis que este nos fez lembrar, a dinâmica dos cineclubes (um mundo que o Paulo tem explorado mais recentemente), do acesso ao cinema de outros tempos e de um filme do convidado: "A Almería de Leone".

  9. 43

    Uns e Outros (com Daniel Reifferscheid)

    O podcaster Daniel Reifferscheid ("Prestes a Ver"), que agora tem o substack Reifferlog, também nunca tinha visto "Les Uns Et Les Autres" (já têm a música a tocar na vossa cabeça?), este épico de 1981 realizado por Claude Lelouch que marcou uma geração - que o amou ou odiou, com idêntica intensidade. Retrato de várias famílias ao longo de décadas, foi um objecto tão marcante naquele início de oitentas um pouco por toda a Europa - e em Portugal, há muitas casas que têm um exemplar da banda sonora em vinil. Por ser um filme tão falado por essa geração que o viu, a curiosidade foi aumentando, e foi então o motor de uma conversa em que se abordaram outros temas, como o cinema popular de vários países e de como ver vários tipos de filmes é o ideal para a dieta cinéfila.

  10. 42

    Kes (com António Araújo)

    Ninguém conhece uma das primeiras obras de Ken Loach no cinema, estreada originalmente em 1969, pelo seu título português: "Os Dois Indomáveis". O podcaster António Araújo ("Segundo Take" e "Universos Paralelos") também ainda não tinha visto este clássico do cinema britânico, uma adaptação fiel do romance de Barry Hines. Uma conversa sobre os temas da história (protagonizada por um impressionante David Bradley), a injustiça de comparar livros a filmes e outras temáticas.

  11. 41

    Seduzida e Abandonada

    O filme "Sedotta e Abbandonata", do realizador e actor Pietro Germi, lançado em 1964, é um dos melhores exemplos da "comedia alla italiana": retrato dos contrastes sociais, das quezílias e manias dos habitantes de um país, provocando o riso mas também alguns momentos para engolir em seco. Quem protagoniza é Stefania Sandrelli, uma jovem rapariga no centro de uma discórdia que denuncia o machismo e conservadorismo daqueles que a rodeiam. É o mote para o regresso da segunda temporada, marcada por um monólogo com algumas considerações sobre o percurso do podcast ao longo de 40 episódios e esta ideia de imperdoável... mas em que também se falam de outros filmes italianos imperdíveis.

  12. 40

    Salvatore Giuliano

    O filme de Francesco Rosi lançado em 1962 mantém-se um retrato impressionante das consequências dos actos de uma pessoa numa comunidade, filmado num espantoso preto e branco. Vi o filme gravei uns 27 minutos sobre ele, mas também sobre outros realizadores italianos e outros filmes do próprio Rosi. É um episódio a solo que serve para anunciar uma pausa de temporada: os restantes 11 episódios começarão a sair em Setembro ou Outubro. Até lá!

  13. 39

    A Vida de Adèle (com Daniel Louro)

    O podcaster Daniel Louro (do VHS e da página The World is a Set) voltou a este antro de imperdoáveis porque ainda não tinha visto o filme que valeu a Palma de Ouro em 2013 a Abdellatif Kechiche. Adèle Exarchopoulos e Léa Seydoux protagonizam esta história "coming of age" que deu muito que falar, com várias polémicas na altura da sua estreia. Doze anos depois, o que fica deste filme em quem o vê? É o que vamos descobrir nesta conversa, juntamente com outras considerações sobre sexo, relações e outros tabus.

  14. 38

    O Terceiro Passo (com Tiago Laranjo)

    O argumentista e podcaster Tiago Laranjo ("Na Gaveta") também nunca tinha visto "The Prestige", um dos filmes mais célebres de Christopher Nolan. Estreado em 2006, é uma adaptação do romance de Christopher Priest em que Christian Bale e Hugh Jackman são dois mágicos em constante competição. Sucedem-se os truques, as surpresas e os desnortes narrativos, num filme pontuado também pelas presenças de Scarlett Johansson, Michael Caine e David Bowie. Um pretexto para o duo dinâmico tecer comentários nada politicamente correctos e falar da sua relação com outros filmes de Nolan, aquelas caixas de magia para crianças com um nome facilmente parodiável, e o que separa a arte e o seu artista das circunstâncias da vida.

  15. 37

    O Inquilino Sinistro

    Mais um episódio a solo, desta vez para ver o mais famoso filme mudo de Alfred Hitchcock. "The Lodger", de 1927, tem já muitas das marcas que valeram ao realizador a alcunha-cliché de "mestre do suspense", e resiste, com quase cem anos, como uma peça de engenhosa narrativa visual. Um filme que deu azo a revisitar outras obras do cineasta, e também tocar noutros temas como as bandas sonoras que se fazem para filmes mudos, o livro de entrevistas conduzidas por Truffaut, entre outros.

  16. 36

    Control (com Pedro Cinemaxunga)

    O blogger e podcaster Pedro Cinemaxunga (Nalgas do Mandarim, Rádio Cinemaxunga) regressa para falar do filme de 2007 realizado por Anton Corbijn que traça o percurso de Ian Curtis, o músico que mudou uma era com os Joy Division e teve uma vida curta, mas intensa. Além do filme, falámos do impacto da banda na actualidade, do biopic das Doce, t-shirts dos Ramones, telediscos portugueses, há opiniões desagradáveis sobre outros artistas e uma análise do passado musical do convidado.(entretanto já vi o documentário dos Led Zeppelin e é ok)

  17. 35

    Cubo (com Ricardo Machado)

    O realizador e fã de cinema de terror Ricardo Machado também nunca tinha visto este filme de culto de Vincenzo Natali. Estreado em 1997, tornou-se rapidamente uma referência maior da segunda metade da década, com muita a gente a especular o que significavam, afinal, aquelas personagens e o dilema em que se encontram na narrativa. Falámos do filme, de outros sustos do cinema, e da carreira do convidado.

  18. 34

    A Arca Russa

    Depois de três semanas de inusitada ausência, regressa-se com um novo episódio a solo, depois das boas reacções da primeira experiência. Esta foi mais difícil, já que entrei num território menos confortável, já que fui tecer um monólogo à volta do filme de Aleksandr Sokurov que é uma viagem pelos tempos e salas do Museu Hermitage. Um marco do início deste século por ter sido feito num único plano sequência, contando com centenas de figurantes e uma reflexão sobre a História mais ou menos escondida nas paredes do belo palácio. Um episódio gravado em dois takes sobre um filme de apenas um.

  19. 33

    Billy Elliot (com André Pereira)

    O André Pereira da Renascença regressa a este podcast para falar do celebérrimo filme de 2000 que valeu ao mui jovem Jamie Bell um BAFTA, a ser o rapaz que descobre a dança e que quer fazer dela a sua vida. Um filme de Stephen Daldry que marcou o início do milénio e que, um quarto de século depois, ainda tem muito por onde pegar. Por aqui se falou das várias temáticas da narrativa, de dançar em aulas de educação física e do passado do convidado no mundo da topografia.

  20. 32

    O Festim Nu (com Luísa Quinta)

    A Luísa Quinta regressa ao podcast porque também nunca tinha visto o filme que David Cronenberg tirou do "Naked Lunch" de William S. Burroughs, numa alucinação constante que se tornou numa das obras de referências do realizador. Um mistério cinematográfico de 1991 que deu pano para mangas, numa conversa por onde se passou por outros pontos da obra de Cronenberg, outros filmes que nos dão cabo da cabeça e o flagelo da droga.

  21. 31

    O Paciente Inglês (com David Lucas Carrão)

    O senhor do teatro David Lucas Carrão regressa para falar de outro vencedor dos Oscars dos anos 90 que também ainda tinha visto: desta vez a adaptação do romance de Michael Ondaatje realizada por Anthony Minghella e com um elenco de luxo: Ralph Fiennes, Juliette Binoche e Kristin Scott Thomas são apenas três das várias estrelas que abrilhantam este épico de Hollywood. Passámos por alguns temas importantes da narrativa, mas também falámos de um certo episódio de "Seinfeld", de como confundimos filmes com outros, e ainda escrutinamos sobre como lidar com o facto do nosso cérebro não aceitar a maneira correcta de pronunciar o nome do actor-protagonista.

  22. 30

    Inland Empire (com Joana Moreira)

    A jornalista Joana Moreira também ainda não tinha visto o filme que David Lynch lançou em 2006. Uma conversa que é uma tentativa de exploração dos múltiplos enigmas de um pesadelo protagonizado por Laura Dern, em que se passa por outros filmes do realizador, dinâmicas de bastidores e outras temáticas.

  23. 29

    Zulu (com Hugo Gomes)

    O crítico de cinema Hugo Gomes (podem lê-lo no Substack e no blog Cinematograficamente Falando) também nunca tinha visto o épico de 1964 realizado por Cy Endfield que hoje associamos a Michael Caine... mas em que o actor não é o protagonista, mas sim Stanley Baker. Talvez não seja um grande Imperdoável para a cultura portuguesa, mas é um filme que deixou marca no cinema britânico e, como fã de Caine, era uma falha do autor deste podcast. Muito celebrado no seu tempo, será que hoje, mais de sessenta anos depois da sua estreia, tem alguma coisa por onde pegar? Este filme também deu azo a uma passagem em revista de momentos marcantes de Michael Caine e outras considerações cinematográficas.

  24. 28

    Forte Apache

    Uma ida à Cinemateca para ver este filme de John Ford levou-me a perceber que este seria um óptimo Imperdoável. E foi o pretexto para algo inédito (e por isso, extremamente amador e com um som insuportável): fiz um episódio a solo. É um monólogo gravado com o telemóvel, ao frio e com tosse, no percurso a pé que vai da Cinemateca até a um estabelecimento lisboeta que tem bons pregos durante a noite. Uma experiência em que tentei deitar cá para fora tudo o que este filme me deixou.

  25. 27

    Yi Yi (com Ricardo Gonçalves)

    O realizador e montador Ricardo Gonçalves também ainda não tinha visto este épico de Edward Yang e que é um dos seus filmes mais celebrados. Foi o pretexto para o convidado fazer um ciclo à volta do cinema de Taiwan, ficando mais a par desse mundo do que o apresentador deste podcast. A conversa passou por aí, pelos vários temas de "Yi Yi", os bons tempos dos DVDs, salas de cinema desaparecidas e um tema que estava a marcar a actualidade quando gravámos (que, apesar de entretanto ter sido resolvido, esse segmento foi mantido aqui para memória futura, até porque não perdeu relevância).

  26. 26

    Sexta-Feira 13 (com Filipa Correia)

    A actriz Filipa Correia veio também ver o filme de 1980 de Sean S. Cunningham que deu origem a um dos franchises mais longevos da História do cinema de terror. Com um jovem Kevin Bacon, é aqui que se estabeleceram as bases do diabólico Jason, num slasher que não deu para uma conversa muito longa, mas que tem dado pano para mangas no que diz respeito aos pesadelos de gerações de espectadores. Uma conversa que deu azo para se atirarem outros clássicos do terror para cima da mesa, para discutir o que são sequelas de legado e outros tópicos.

  27. 25

    À Meia Noite Levarei Sua Alma (com Miguel Ferreira)

    O blogger e podcaster Miguel Ferreira (Créditos Finais, Nalgas do Mandarim, Cinema de Gémeo) também nunca tinha visto o filme de José Mojica Marins que, em 1964, apresentou o Zé do Caixão. A personagem tornar-se-ia numa instituição do cinema brasileiro, aparecendo em muitas outras histórias de terror até à morte do seu criador. A conversa passou pelas peculiaridades do filme e da personagem, mas também se falou de sequelas de legado, outros filmes de terror e muito mais. Aconselha-se a escuta prévia do episódio do podcast Cinema de Gémeo em que participei, porque há uma ou outra chalaça que só se percebe com a referência certa. Criámos todo um crossover podcástico.

  28. 24

    Fama (com Filipa Correia)

    Mais uma vez a actriz Filipa Correia vem ao podcast, agora para falar de um improvável imperdoável: o filme de Alan Parker lançado em 1980, com a escola de talentos mais célebre do cinema, e com uma canção que ultrapassou a fama de "Fama". Um filme talvez mais interessante do que parece - pelo menos deu uma sumarenta conversa sobre o que estas escolas são e o que fazem aos seus alunos, as expectativas da juventude e as agruras da vida de artista.

  29. 23

    Nausicaä do Vale do Vento (com Ricardo Lopes)

    O autor de BD Ricardo Lopes (criador da saga Júpiter, editada pela Escorpião Azul) também nunca tinha visto uma das obras maiores do mestre da animação Hayao Miyazaki. Foi o primeiro filme realmente "seu", e quatro décadas depois mantém-se deslumbrante e com muita coisa para descobrir. A conversa passou por aí, por outros animes e outras histórias fantásticas que podem ter mensagens sobre temas da actualidade.

  30. 22

    Entrevista com o Vampiro (com Filipa Correia)

    No arranque de uma nova temporada temos Filipa Correia de regresso ao podcast (e não será a única vez nesta segunda fornada de episódios), para falar de um clássico dos anos 90 realizado por Neil Jordan com Brad Pitt, Tom Cruise, Antonio Banderas e uma novíssima Kirsten Dunst. Em suma, o filme que tem vampiros, um jornalista e homoerotismo.

  31. 21

    E Tudo o Vento Levou (com Pedro Cinemaxunga)

    Na "season finale" temos o blogger e podcaster Pedro Cinemaxunga (Nalgas do Mandarim, Rádio Cinemaxunga), que também ainda não tinha visto o filme de 1939 que continua a ser dos mais populares e lucrativos da História do cinema. Adaptação de um romance bestseller, eternizou Vivien Leigh e Clark Gable e tem causado polémica desde a sua estreia. Na conversa tocam-se nesses assuntos menos agradáveis, mas também no que nos surpreendeu neste épico, na impossibilidade de discutir certos filmes na internet, e no desespero de saber que não temos tempo para ver tudo o que queremos.

  32. 20

    O Labirinto do Fauno (com Daniel Mira)

    O comediante em hibernação Daniel Mira também ainda não tinha visto o filme de 2006 que consagrou Guillermo del Toro. História de uma menina num mundo de fantasia na Espanha fascista, deixou marca desde a sua estreia, mas dividiu as opiniões dos convivas. Quem ama este Fauno não vai tolerar algumas coisas do que por aqui se diz. É mais um episódio com disclaimer.

  33. 19

    Braveheart: O Desafio do Guerreiro (com David Lucas Carrão)

    O indivíduo do teatro David Lucas Carrão também ainda não tinha visto o épico realizado e protagonizado por Mel Gibson que nos leva ao século XIII e à primeira guerra pela independência da Escócia. Na conversa surgiram temas como as imprecisões históricas desta empreitada vencedora de Oscars, os pontos em comum deste filme com outro de um certo grupo de humoristas, e ainda a personalidade questionável do actor/realizador e as semelhanças da sua personagem com um certo cantor romântico. Um episódio que teve alguns problemas a sair do forno, como revelamos no início.

  34. 18

    O 5.º Elemento (com Pedro Guilherme)

    O jornalista Pedro Guilherme também ainda não tinha visto o filme de ficção científica que Luc Besson lançou em 1997. Uma super-produção que nos leva uns séculos à frente no tempo, em que acompanhamos Bruce Willis, Milla Jovovich e o vilão texano de Gary Oldman numa busca pelos elementos que serão a salvação da humanidade. Uma conversa sobre esta e outras histórias em futuros imaginários, e onde se tocou, também, no tema da IA.

  35. 17

    O Projecto Blair Witch (com Mónica Moreira)

    A podcaster Mónica Moreira (Boca de Trapos, Terapia Remota) também ainda não tinha visto o filme de 1999 que muita gente acreditou que era real. Uma produção independente que se tornou numa das mais lucrativas do cinema de terror graças a uma premissa muito simples: três jovens que partem para caminhos perigosos para fazerem um documentário sobre algo terrível. Foi o filme responsável por uma praga que ainda não abandonou este género cinematográfico: o found footage. As opiniões dividiram-se neste marco do final do milénio, que em Portugal estreou mesmo no último dia de 1999.

  36. 16

    Irreversível (com Pedro Miguel Ribeiro)

    O argumentista, humorista e radialista Pedro Miguel Ribeiro também ainda não tinha visto um dos filmes mais violentos do cinema moderno: desde 2002 que esta obra de Gaspar Noé tem provocado fascínio e/ou repulsa nos espectadores, com a história (cronologicamente invertida) de uma violação de uma mulher e a procura de vingança de um homem. É difícil ver e falar de "Irreversível"... mas lá conseguimos, com outros temas pelo meio. O autor deste podcast aproveita para pedir desde já desculpa, caso alguém vá ver este filme por causa deste episódio.

  37. 15

    O Último Tango em Paris (com Daniel Louro)

    O podcaster Daniel Louro (do VHS e da página The World is a Set) também ainda não tinha visto um dos filmes mais polémicos da História do cinema. Desde 1972 que a obra de Bernardo Bertolucci gera debates intensos entre os espectadores, muito por culpa da sequência da manteiga. Mas há mais para ver neste filme com Maria Schneider e Marlon Brando, e a conversa passou por outros pontos da narrativa e outras obras do realizador.

  38. 14

    Masculino Feminino (com Joana Moreira)

    A jornalista Joana Moreira também ainda não tinha visto este filme de 1966 realizado por Jean-Luc Godard, que traz uma série de vinhetas que fazem um retrato da juventude parisiense naquela década - "os filhos de Marx e da Coca Cola". Uma conversa sobre este e outros filmes do ícone da Nouvelle Vague, a forma como os filmes podem ou não envelhecer e a utilização de referências no cinema.

  39. 13

    Thelma e Louise (com Luísa Quinta)

    A cinéfila Luísa Quinta também ainda não tinha visto o road-movie que juntou Geena Davis e Susan Sarandon numa jornada de autodescoberta, num filme que Ridley Scott lançou em 1991 e com duas das personagens femininas mais interessantes de uma produção de Hollywood. Uma conversa sobre esta obra popularíssima, outros filmes imperdoáveis e uma certa cadeia de cinemas.

  40. 12

    Fitzcarraldo (com António Araújo)

    O blogger e podcaster António Araújo (Segundo Take, Universos Paralelos), co-autor do livro "Olhar o Medo", também ainda não tinha visto um dos filmes mais célebres de Werner Herzog, uma das personagens mais peculiares do mundo do cinema. Estreou em 1982, mas a sua pré-produção remonta a uns quantos anos antes, numa história de bastidores complexa que originou um épico sobre sonhos e ambições, com Klaus Kinski a protagonizar, pela quarta vez, uma obra do cineasta. Uma conversa sobre este e outros filmes de Herzog e a nossa relação com obras mais ou menos aclamadas e/ou populares.

  41. 11

    Trainspotting (com André Pereira)

    O produtor de conteúdos André Pereira também ainda não tinha visto um dos filmes mais polémicos dos anos 90. A partir do romance de Irvine Welsh, Danny Boyle extraiu 90 minutos de frenesins e emoções fortes que ficarão para sempre associados àquela década. Uma conversa sobre esta cambada de "drógádos", mas com outros imperdoáveis do André na receita - atenção que também há spoilers de um certo filme de Paul Thomas Anderson.

  42. 10

    Nosferatu (com Alice Prestes)

    A ilustradora Alice Prestes também ainda não tinha visto este filme agora centenário, um dos grandes marcos dos primórdios do cinema que levou F.W. Murnau a adaptou "ilegalmente" o Drácula de Bram Stoker. Uma conversa sobre as características deste clássico, as diferentes versões disponíveis, o misterioso actor que dá vida ao Nosferatu e outras vampiragens do cinema.

  43. 9

    Platoon - Os Bravos do Pelotão (com Carlos Reis)

    O blogger e podcaster Carlos Reis (Cinema Notebook, Nas Nalgas do Mandarim) também ainda não tinha visto o filme de Oliver Stone que triunfou nos Oscars de 1987. Tendo por base a experiência do realizador na guerra do Vietname, seguimos Charlie Sheen entre as amarguras do conflito. Uma conversa sobre este e outros filmes de Stone, e também sobre o letterboxd.

  44. 8

    Fanny e Alexandre (com Marta Mixão)

    A jornalista Marta Mixão também ainda não tinha visto o filme de 1982 que esteve para ser a despedida de Ingmar Bergman. Cinco horas que se transformaram em três na versão que estreou nos cinemas e que recebeu vários Oscars, numa narrativa que segue as atribulações da família Ekdahl no início do século XX. Foi essa a versão que vimos, uma experiência à qual parece ter ficado a faltar qualquer coisa.

  45. 7

    O Fabuloso Destino de Amélie (com André Vieira)

    O agente secreto André Vieira também ainda não tinha visto o filme de 2001 que tornou Audrey Tautou numa estrela. Realizado por Jean-Pierre Jeunet, este é ainda um dos maiores sucessos internacionais do cinema francês, e que muito deu que falar pelo seu estilo frenético e personagens peculiares. Uma obra extremamente popular que passou ao lado dos dois convivas, mas que agora a viram e sobre ela conversaram.

  46. 6

    RAN - Os Senhores da Guerra (com Mário Bomba)

    O actor e dobrador Mário Bomba também ainda não tinha visto o épico que Akira Kurosawa lançou em 1985 e que se tornou numa das obras mais influentes da sua filmografia. Uma conversa sobre este filme complexo, as suas ligações à obra de Shakespeare (com um entendido na matéria) e outras tragédias mais ou menos clássicas.

  47. 5

    O Rio Vermelho (com Pedro Correia)

    O podcaster Pedro Correia (Vinyl n Celluloid) também ainda não tinha visto este western de 1948, o primeiro realizado por Howard Hawks. Tido como um dos títulos mais marcantes desse género, juntou John Wayne e Montgomery Clift numa história sobre um pedaço da História da América, com tensões de vária ordem à mistura. Foi o pretexto de uma conversa sobre a nossa relação com os westerns e outras referências pelo meio.

  48. 4

    Vem e Vê (com Filipa Correia)

    A actriz Filipa Correia também ainda não tinha visto um dos filmes de guerra mais perturbadores da História do cinema. Quase 40 anos depois da sua estreia, a obra de Elem Klimov continua a provocar sensações difíceis de esquecer. E foi o motor de uma conversa sobre a segunda guerra mundial, a memória do holocausto e outras ficções à volta destes e outros horrores (uma delas nomeada aos Oscars deste ano). [Nota: quando refiro o "A Oeste Nada de Novo, é a adaptação de 1930.]

  49. 3

    Aliens: O Recontro Final (com Daniel Fernandes)

    O comediante Daniel Fernandes também ainda não tinha visto a primeira sequela da saga Alien, realizada por James Cameron e estreada em 1986. Do terror sombrio do tomo inicial de Ridley Scott, passámos aqui para uma odisseia de acção pura e dura, que levou a uma conversa que passou por outras ficções científicas e pancadarias.

  50. 2

    O Resgate do Soldado Ryan (com Pedro João Santos e Susana Bessa)

    O crítico de música Pedro João Santos e a crítica de cinema Susana Bessa também ainda não tinham visto o épico de guerra de Steven Spielberg. Lançado em 1998, teve Tom Hanks a liderar um esquadrão de oito soldados à procura de Ryan. Uma conversa sobre este filme que descamba noutras temáticas cinematográficas.

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