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Nós por Cá
by LP-PCL
Bem-vindos ao podcast "Nós por Cá": um podcast do Jornal das Comunidades, apresentado por Margarida Marante, onde exploramos as mais variadas histórias de vida dos rostos portugueses que nos são familiares pelas ruas da Bélgica. Trabalhamos juntos para vos apresentar episódios repletos de relatos cativantes, entrevistas inspiradoras e reflexões sobre o que é ser português do lado de "cá". Pegue nos auscultadores, clique em play e vamos mergulhar nessa jornada digital juntos!
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Episódio 08: Samuel Vidinha
Inconformado com a falta de condições em Portugal, Samuel veio para a Bélgica começar a sua carreira como enfermeiro. Hoje, contribui activamente para a comunidade portuguesa em Bruxelas e é um dos dirigentes da Juventude Portuguesa de Bruxelas, uma associação sem fins lucrativos que cultiva a prática do desporto e o espírito de equipa.
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Episódio 07: Joana Benzinho
Conhece os corredores do Parlamento Europeu como as palmas da mão, depois de já vários mandatos a assessorar Eurodeputados. O coração de Joana Benzinho não se divide apenas entre a Bélgica e Portugal, mas também pela Guiné-Bissau que é casa e destino da Associação Afectos com Letras, fundada para apoiar crianças, mulheres e homens do país, especialmente no seu acesso à educação.
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Episódio 06: Maria Caeiro
Maria Caeiro cresceu na Suiça desde os 6 meses e foi só mais tarde como "imigrante", vinda de fora, que conheceu Portugal, quando a família regressou ao Alentejo profundo que a viu nascer. O trabalho levou-a novamente a sair, e hoje é em Bruxelas, com a Quinta de Lemos, que a Maria trabalha com um dos nossos maiores tesouros nacionais: o vinho.
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Episódio 05: São Gonçalves
A convidada do episódio de hoje do nosso podcast “Nós por Cá” é São Gonçalves, que vive actualmente no Luxemburgo há 30 anos. O contraste entre o seu país de origem e o país de residência nem sempre foi fácil. Na nossa conversa, descobrimos como enfrentou os desafios da integração quando chegou ao Luxemburgo, incluindo o clima rigoroso e as dificuldades em criar ligações com os habitantes locais. Apesar desses obstáculos, São conseguiu realizar os seus objetivos pessoais graças à sua determinação e habilidade em ultrapassar os desafios. Ainda hoje, São dedica grande parte do seu tempo a cultivar a nossa língua portuguesa em território estrangeiro.
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Joaquim Pinto da Silva
Sentiu na pele as limitações da ditatura durante a sua juventude e via no estrangeiro um vislumbre de um escape para um mundo mais livre. Foi em 1984 que Joaquim abriu definitivamente as portas para o mundo quando foi trabalhar para a Comunidade Económica. Uma das suas memórias de emigração preferidas é a inauguração da estátua de Fernando Pessoa que Joaquim trouxe para a Praça Flagey.
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Maria José Rodrigues
Em 1986, Maria José Rodrigues pensou que ia para Bruxelas trabalhar por uma curta temporada. Acabou por ficar 37 anos. Coordenou o secretariado do Serviço de Tradução portuguesa no Comité Económico e Social Europeu, onde fez por liderar com espírito de entreajuda. Tem alma internacional e participou em projectos de acção social para apadrinhar crianças e ajudá-las a estudar no Líbano e em Timor. A poesia e a cultura portuguesa estiveram também sempre consigo e registou no livro “O que muitos andaram para aqui chegarmos” várias histórias de vida de portugueses refugiados políticos na Bélgica. Hoje em dia, está a matar saudades de Vila Nova de Gaia onde cresceu, mas continua a visitar Bruxelas regularmente.
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Rui Faria Da Cunha
Rui Faria da Cunha, Advogado, é um dos nomes mais conhecidos da comunidade portuguesa em Bruxelas. Tem mantido em várias frentes um forte espírito associativo, quer enquanto Presidente da Câmara de Comércio Belgo-Portuguesa, membro do Conselho da Diáspora Portuguesa, passando pela recentemente criada Associação de antigos alunos da Universidade de Coimbra. Impulsionado pela sua carreira na advocacia, tem reunido memórias pelos vários cantos do globo, como Macau, Luxemburgo e a Bélgica, e nota que a experiência e a conotação de um emigrante português pode ser muito diferente dependendo do país que o recebe. Reconhece ao povo belga algumas qualidades empreendedoras que fazem falta a Portugal mas permanece saudoso do país para o qual tenciona regressar um dia.
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Manuel Taveira
Manuel Taveira, nascido em Fontes em 1952, já viveu mais anos da sua vida na Bélgica do que em Portugal. Guarda boas memórias dos seus tempos na rádio, no rancho, e nas visitas de estudo ao Alentejo onde levou turmas de crianças portuguesas a conhecer os cantos do país pela primeira vez. Empenhou-se para que em Bruxelas se pudessem cultivar algumas das nossas tradições nacionais, através de cursos de língua portuguesa e da celebração religiosa do 13 de Maio. Isto tudo enquanto recebeu milhares de portugueses na Embaixada Portuguesa, onde trabalhou longos 45 anos. Pode dizer-se: Bruxelas tornou-se um bocadinho mais portuguesa graças ao Manuel. Obrigada, Manuel.
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