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Notas de música | Ciclo de conferências | Centro Cultural de Belém
by CCB | Centro Cultural Belém
O ciclo de conferências Notas de Música nasce do ciclo de concertos Sexta Maior, propondo-se como um espaço privilegiado para o pensamento e partilha em torno da música.Os concertos oferecem ao público uma experiência direta da escuta e as conferências exploram caminhos de reflexão, alargando o horizonte interpretativo das obras.Cada conferência reúne músicos, investigadores e público, cruza perspetivas históricas, analíticas e performativas, e tem sempre em consideração o prazer da escuta e a emoção da música ao vivo. O El Corte Inglês apoia o Programa de Mediação de Música Erudita do CCB.
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EP#08 – Conferência “A sinfonia em finais do século XVIII: aspetos históricos e estilísticos” | por Luís M. Santos | Ciclo Notas de Música | CCB
“Notas de música” reúne um conjunto de dez conferências integradas no ciclo de concertos Sexta Maior, apresentado no Centro Cultural de Belém, na Temporada 2025/2026, entre 26 de setembro e 26 de junho. A sétima conferência, intitulada “Metamorfoses do Concerto Barroco”, foi apresentada por Cristina Fernandes e gravada no dia 6 de março de 2026.A sinfonia foi um dos géneros musicais que mais se destacou na cultura europeia setecentista. Estima-se, de facto, que só nesse período tenham sido compostas perto de 20 mil obras, numa grande variedade de formatos. Após passar em revista as origens e o desenvolvimento inicial do género, esta conferência explora a história da sua transformação estilística nas últimas décadas do século XVIII, considerando os contributos de múltiplos protagonistas em diferentes pontos geográficos, nomeadamente a produção final de J. Haydn e W. A. Mozart, mas também de figuras como J. C. Bach, C. P. E. Bach, C. Cannabich, F.-J. Gossec, C. D. von Dittersdorf e alguns outros. Muito para além do objeto sonoro, a sinfonia é igualmente entendida como um testemunho eloquente das mudanças socioculturais que marcaram essa era.Nesta conferência foram escutados trechos das seguintes obras musicais:G. B. Sammartini, Sinfonia em Fá maior, JC 37, Allegro (1.º and.)J. Stamitz, Sinfonia em Ré maior, Op. 3 n.º 2, Presto (1.º and.)J. C. Cannabich, Sinfonia n.º 22, em Dó maior, Allegro moderato (1.º and.)J. C. Bach, Sinfonia em Mi bemol maior, Op. 18 n.º 1, Allegro spiritoso (1.º and.)C. P. E. Bach, Sinfonia n.º 1, em Ré maior, H.663 Wq.183, Allegro di molto (1.º and.)J. Haydn, Sinfonia n.º 45, em Fá sustenido menor, Hob.I:45, Allegro assai (1.º and.)J. Haydn, Sinfonia n.º 98, Si bemol maior, Hob.I:98, Adagio - Allegro (1.º and.)W. A. Mozart, Sinfonia n.º 41, em Dó maior, K. 551, Allegro vivace (1.º and.) e Molto allegro (4.º and.)Conferência realizada no âmbito do concerto Sinfonia n.º 41 “Júpiter” de Mozart, pelos London Mozart Players, dia 10 de abril, às 20:00, integrado no Ciclo Sexta Maior. O El Corte Inglés apoia o Programa de Mediação de Música Erudita do CCB.
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EP#06 – Conferência “O rei D. Dinis e a música” | por Manuel Pedro Ferreira | Ciclo Notas de Música | CCB
“Notas de música” reúne um conjunto de dez conferências integradas no ciclo de concertos Sexta Maior, apresentado no Centro Cultural de Belém, na Temporada 2025/2026, entre 26 de setembro e 26 de junho. A sexta conferência, intitulada “O rei D. Dinis e a música”, foi apresentada por Manuel Pedro Ferreira e gravada no dia 27 de fevereiro de 2026.O rei D. Dinis não só fundou a Universidade em Lisboa como aí instituiu, em 1323, a cadeira de Música, de cujo carácter académico se dará conta. A relevância do rei para a atividade musical tem que ver, não obstante, sobretudo com o seu papel na tradição lírica trovadoresca em galego-português, enquanto mecenas e criador. Entre as suas muitas cantigas, sete chegaram-nos com notação musical no chamado Pergaminho Sharrer, descoberto em 1990 na Torre do Tombo. Este documento revela-nos uma faceta da sua arte que os textos poéticos, conhecidos desde o século XIX, não deixavam adivinhar. Nesta conferência foram escutados trechos das seguintes obras musicais: “Quantas sabedes amar amigo”, Martim Codax (2004), versão de Paulina Ceremusynska Cantigas de amor e de amigo — Cantigas profanas galego-portuguesas dos séculos XII e XIV“Quand´eu vejo las ondas”, Afonso X , versão das Vozes Alfonsinas, Susana Teixeira“Pois que vos Deus, amigo, quer guisar”, D. Dinis, versão das Vozes Alfonsinas (João Rodrigues)Conferência realizada no âmbito do concerto “As Canções de D. Dinis, o Rei Trovador – Na Rota do Peregrino”, dia 27 de fevereiro, às 20:00, integrado no Ciclo Sexta Maior. O El Corte Inglés apoia o Programa de Mediação de Música Erudita do CCB.
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EP#05 – Conferência “Variações sobre a Variação” | por Paulo Ferreira de Castro | Ciclo Notas de Música | CCB
“Notas de música” reúne um conjunto de dez conferências integradas no ciclo de concertos Sexta Maior, apresentado no Centro Cultural de Belém, na Temporada 2025/2026, entre 26 de setembro e 26 de junho. A quinta conferência, intitulada “Variações sobre a Variação”, foi apresentada por Paulo Ferreira de Castro e gravada a 30 de janeiro 2026.O termo «variações» designa uma técnica de composição amplamente cultivada em diferentes contextos e estilos musicais, mas também um género musical em sentido próprio, baseado nessa mesma técnica. Na origem, a arte da variação consiste num jogo de repetição e diferença, com raízes em antigos preceitos retóricos, visando o reforço e a variedade da expressão – em linguagem comum, a arte de «dizer a mesma coisa por outras palavras». Na aceção mais especificamente musical, o princípio da variação alimentou o engenho dos compositores de todas as épocas, ao promover a invenção de formulações sempre novas de uma mesma ideia musical.Nesta conferência, abundantemente ilustrada com materiais audiovisuais, serão abordados diferentes exemplos da arte da variação musical numa panorâmica histórica entre o século XVI e a atualidade.Nesta conferência foram escutados trechos das seguintes obras musicais: Kamarínskaya — Mikhail Glinka. Interpretada por Yevgeny SvetlanovSete variações sobre “God save the King”, C major, Wo0778 — Ludwig van Beethoven. Interpretada por Alfred Brendel, Ludwig van BeethovenQuinze variações e fuga em mi bemol maior, Op. 35 – “Variações Eroica”: introdução col basso del tema — Ludwig van Beethoven. Interpretada por Alfred BrendelQuinze variações e fuga em mi bemol maior, Op. 35– “Variações Eroica”: variação 1 — Ludwig van Beethoven. Interpretada por Alfred BrendelQuinze variações e fuga em mi bemol maior, Op. 35 – “Variações Eroica”: variação 2 — Ludwig van Beethoven. Interpretada por Alfred BrendelQuinze variações e fuga em mi bemol maior, Op. 35 – “Variações Eroica”: variação 3 — Ludwig van Beethoven. Interpretada por Alfred BrendelQuinze variações e fuga em mi bemol maior, Op. 35 – “Variações Eroica”: variação 4 — Ludwig van Beethoven. Interpretada por Alfred BrendelQuinze variações e fuga em mi bemol maior, Op. 35 – “Variações Eroica”: variação 5 — Ludwig van Beethoven. Interpretada por Alfred BrendelQuinze variações e fuga em mi bemol maior, Op. 35 – “Variações Eroica”: Finale. Alla fuga. Allegro com brio — Ludwig van Beethoven. Interpretada por Alfred BrendelSinfonia nº3 em Mib Maior, Op.55 “Eroica”: IV. Finale. Allegro molto — Ludwig van Beethoven. Interpretada por George Szell – The Cleveland OrchestraVariações Goldberg, BWV 988: Aria — Joahnn Sebastien Bach. Interpretada por Pierre HanaiVariações Goldberg, BWV 988: Variação 1 — Joahnn Sebastien Bach. Interpretada por Pierre HanaiConferência realizada no âmbito do concerto Variações Goldberg de Bach, Pedro Burmester, dia 30 de janeiro, às 20:00. O El Corte Inglés apoia o Programa de Mediação de Música Erudita do CCB.
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EP#04 – Conferência “Johann Sebastian Bach — da tradição à herança” | Eugénio Amorim | Ciclo Notas de Música | CCB
“Notas de música” reúne um conjunto de dez conferências integradas no ciclo de concertos Sexta Maior, apresentado no Centro Cultural de Belém, na Temporada 2025/2026, entre 26 de setembro e 26 de junho. A quarta conferência, intitulada “Johann Sebastian Bach — da tradição à herança”, foi apresentada por Eugénio Amorim e gravada a 12 de dezembro de 2025.Johann Sebastian Bach (1685–1750) ocupa um lugar central na história da música ocidental. A sua obra sintetiza séculos de tradição musical e projeta uma influência profunda e duradoura, atravessando estilos, épocas e fronteiras culturais. Mais do que um ponto de chegada, Bach tornou-se um ponto de partida para gerações sucessivas de músicos e compositores.As suas raízes estilísticas e culturais ligam-se a uma linhagem familiar marcadamente musical. Desde Veit Bach, considerado o patriarca da família, os Bach cultivaram um legado artístico transmitido ao longo de gerações. Após a morte dos pais, Johann Sebastian, então com cerca de dez anos, foi acolhido pelo irmão mais velho, Johann Christoph Bach, organista em Ohrdruf. Sob a sua orientação, recebeu uma formação sólida em órgão, cravo e composição, num ambiente marcado pelo rigor técnico e por uma forte dimensão espiritual.A pertença a uma família de músicos, profundamente enraizada na tradição luterana da Alemanha central, moldou de forma decisiva a linguagem musical de Bach. Ao longo da sua carreira, soube assimilar influências diversas, da clareza harmónica e expressiva da música italiana à riqueza polifónica do norte da Alemanha, sem esquecer a elegância da tradição francesa. Essa síntese revela-se numa obra de grande densidade simbólica e espiritual, particularmente evidente na música sacra, onde a técnica se coloca ao serviço da fé e da reflexão.O legado de Bach prolongou-se também através dos seus filhos, entre os quais Wilhelm Friedemann, Carl Philipp Emanuel, Johann Christoph Friedrich e Johann Christian. Todos foram músicos notáveis e desempenharam um papel crucial na transição do barroco para o classicismo, preservando e divulgando a obra do pai.A redescoberta moderna de Bach consolidou-se no século XIX, com destaque para a interpretação da Paixão segundo São Mateus, dirigida por Felix Mendelssohn em 1829. Hoje, a música de Bach continua viva, essencial na formação musical e presente em múltiplos contextos artísticos. Mais do que uma figura histórica, Bach permanece uma fonte inesgotável de inspiração artística, espiritual e intelectual. Nesta conferência foram escutados trechos das seguintes obras musicais: Johann Sebastian Bach - Cantata BWV 106 – Gottes Zeit ist die allerbeste Zeit Netherlands Bach Society; Jos van Veldhoven, maestroJohann Christoph Bach - Fürchte dich nicht Collegium Vocale, Gent; Philippe HerrewegheJohann Sebastian Bach - Motet Ich lasse dich nicht BWV anh. 159 Netherlands Bach Society; MacLeodJohann Pachelbel -Cantata "Christ lag in Todesbanden” Ensemble Musica Fiata; Roland WilsonJohann Sebastian Bach - "Christ lag in Todesbanden”, BWV 4 – 1707/8 Netherlands Bach Society; René JacobsHenri d'Anglebert – Suite en sol pour clavecin Cravo: John MoraitisJohann Sebastian Bach – Suite em sol para Alaúde, BWV 995 Alaúde: Evangelina MascardiConcerto em Lám de Antonio Vivaldi para 2 violinos e Orquestra, RV 522 Violinistas Aisslinn Nosky e Fiona HughesArranjo para Órgão de Bach Johann Sebastian Bach - Concerto in A minor BWV 593 Organista: Reitze SmitsJohann Sebastian Bach - Concerto para 2 Violinos em Ré menor, BWV 1043. Netherlands Bach Society; Sato and DeansConferência realizada no âmbito do concerto “A dinastia Bach”, pela Orquestra de Câmara Portuguesa com o maestro Julien Chauvin, integrado no ciclo Sexta Maior. O El Corte Inglés apoia o Programa de Mediação de Música Erudita do CCB.
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EP#03 – Conferência “Músicas do Mar” | Paulo Ferreira de Castro | Ciclo Notas de Música | CCB
“Notas de música” é um conjunto de 10 conferências integradas no ciclo de concertos Sexta Maior, apresentadas no Centro Cultural de Belém, na Temporada 2025/2026, de 26 de setembro a 26 de junho. 3ª conferência: “Músicas do Mar”, por Paulo Ferreira de Castro, gravada no dia 21 de novembro de 2025.«A música muitas vezes leva-me como um mar!», escreveu Charles Baudelaire, evocando as afinidades profundas entre a força arrebatadora do oceano e o poder dos sons musicalmente organizados. Não admira, pois, que numerosos compositores, em diferentes épocas, tenham encontrado no mar uma fonte de inspiração para a criação musical, em evocações sonoras que percorrem, metaforicamente, toda a gama de ambientes oceânicos — desde a ondulação tranquila das águas até à fúria desenfreada dos elementos.Nesta conferência, abundantemente ilustrada com exemplos audiovisuais, serão abordados autores e obras particularmente emblemáticos desse ponto de vista, com destaque para Wagner, Rimsky-Korsakov, Debussy, Britten e Takemitsu, tendo sido escutados trechos das seguintes obras musicais: Grinelda / Act 3: Agitata da due Venti Antonio Vivaldi, Cecilia Bartoli, Sonatori de la Gioiosa MarcaCosi fan tutte / Act 1: “Soave sia il vento” - ”Non son cattivo” – “Che vitta maledetta” – “Madame, echo la vostra colazione”Wolfgang Amadeus Mozart, Montserrat Caballé, Janet Baker, Ileana Cotrubas, Richard Van Allan, Orchestra of the Royal Opera House, Covent Garden, Sir Colin DavisMeeresstille und gluckeliche Fahrt, Op. 112 Ludwig van Beethoven, Orchestre Révolutionnnair et Romantique, John Eliot Gardiner, The Monteverdi ChoirDer fliegende Hollander: OvertureRichard Wagner, Chicago Synphony Orchestra, Sir Georg SoltiSadko, Op. 5 Nikolai Rimsky-Korsakov, Moscow Symphony Orchestra, Igor GolovschinMiroirs, M. 43: Nº3, Une barque sur l´oceanMaurice Ravel, Pierre Boulez, New York PhillarmonicQuotation of dream “Say sea, Take me” for two pianos and orchestraToru Takemitsu, Paul Crossley, Peter Serkin, London Sinfonietta, Oliver KnussenLa Mer de Claude Debussy (versão dvd) “Abbado in Lucerne", EuroArts 2053469 (concerto do Festival de Lucerna 2003)Por motivos de direitos de reprodução, esses áudios não integram o podcast. Conferência realizada no âmbito do recital de canto e piano “Paisagens marítimas”, por André Baleiro e David Santos, integrado no ciclo Sexta Maior. O El Corte Inglés apoia o Programa de Mediação de Música Erudita do CCB.
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EP#02 – Conferência “Onde a terra acaba e a invenção começa” | Sofia Lourenço | Ciclo Notas de Música | CCB
“Notas de música” é um conjunto de 10 conferências integradas no ciclo de concertos Sexta Maior, apresentadas no Centro Cultural de Belém, na Temporada 2025/2026, de 26 de setembro a 26 de junho. 2ª conferência: “Onde a terra acaba e a invenção começa”, por Sofia Lourenço, gravada no dia 31 de outubro de 2025.A relação entre compositor e intérprete musical envolve a tradição de como as obras são criadas e executadas. O compositor cria a obra e o intérprete realiza-a, podendo existir uma interação entre ambos, se o compositor estiver vivo. A tradição também pode influenciar a forma como o intérprete executa uma peça, adaptando-a ao seu estilo. Exemplos clássicos são compositores-instrumentistas como Mozart e Liszt, que eram capazes de compor e executar as suas próprias obras, improvisando e adaptando as peças durante a performance.O recital a solo do pianista e compositor Pedro Emanuel Pereira revisita as sonoridades da tradição musical centro-europeia de influência germânica, como Johann Sebastian Bach e Paul Hindemith, em diálogo com autores portugueses como António Victorino d’Almeida e Mário Laginha. Esta apresentação terá como objetivo procurar «estabelecer uma ponte entre a música contemporânea portuguesa e a erudição clássica germânica», nas palavras do intérprete.Nesta sessão, foram escutados trechos do 1º andamento da Sonata op. 57, de Beethoven, pelos pianistas Vladimir Sofronitzky, Edwin Fischer e Robert Casadesus. Por motivos de direitos de reprodução, essas obras não integram o podcast. Conferência realizada no âmbito do recital de piano Aonde a Terra Acaba, de Pedro Emanuel Pereira, integrado no ciclo Sexta Maior. O El Corte Inglês apoia o Programa de Mediação de Música Erudita do CCB.
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EP#01 – Conferência “A Música Sacra e o Poder Régio em Portugal na Segunda Metade do séc. XVIII” | Rui Vieira Nery | Ciclo Notas de Música | CCB
“Notas de música” é um conjunto de 10 conferências integradas no ciclo de concertos Sexta Maior, apresentadas no Centro Cultural de Belém, na Temporada 2025/2026, de 26 de setembro a 26 de junho. 1ª conferência: - “A Música Sacra e o Poder Régio em Portugal na Segunda Metade do séc. XVIII”, por Rui Vieira Nery, gravada no dia 26 de setembro de 2025.Nesta primeira conferência do Ciclo Notas de Música, o Professor Rui Vieira Nery aborda as relações entre a música sacra e o poder régio em Portugal na segunda metade do século XVIII — um período marcado por profundas transformações culturais, políticas e religiosas. Foram escutadas obras dos compositores João de Sousa Carvalho, José Joaquim dos Santos, Luciano Xavier dos Santos, António Leal Moreira, Marcos Portugal, Jerónimo Francisco de Lima e Carlos Barbosa. Por motivos de direitos de reprodução, essas obras não integram o podcast. Conferência realizada no âmbito do concerto Baixos da Patriarcal: Missa a 4 de António Puzzi , por Ensemble Bonne Corde, integrado no ciclo Sexta Maior. O El Corte Inglês apoia o Programa de Mediação de Música Erudita do CCB.
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