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Polifônicas
by Polifônicas
Somos a Patrícia Chanely e a Tati Vieira e este é o podcast da "Polifônicas", um espaço para conversar sobre cotidiano, subjetividades, literatura e tudo o mais que nos der vontade. Vez ou outra, puxaremos mais uma cadeira e receberemos outras pessoas para prosear conosco. E-mail: [email protected] Instagram: https://www.instagram.com/polifonicas_/
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A literatura, as literaturas: autoria feminina e juízo de valor
O que é literatura? O que é literatura feminina ou literatura escrita por mulheres? Onde se encaixa, no mundo atual, a literatura escrita por mulheres? Como lidar com discursos ancorados apenas no olhar canônico tradicional para a literatura? Será que temos apenas um cânone literário no Brasil e no mundo e toda literatura que não se encaixa nos requisitos, nos valores e nos olhares subjetivos de uma elite hétero-branca-leitora será apenas uma literatura marginal e marginalizada? Qual a importância das listas de vestibulares para instigar e formar novos leitores? Por que uma lista exclusivamente com escritoras, por três anos, incomoda tanto enquanto, por 12 anos nenhuma autora foi indicada para compor essa lista, sendo exclusivamente composta por escritores? Tantas foram as perguntas que moveram esta conversa. Nem todas conseguimos abordar porque precisaríamos de horas a fio para discutir tudo, mas elas conduziram nossa conversa. Este é nosso 10º episódio e estamos na 2ª temporada do nosso podcast. Ouça, compartilha em suas redes sociais e nos marca @polifonicas_. Faça parte desse movimento de pensar a literatura juntas. Boa escuta! Se quiser falar conosco, é só nos enviar uma mensagem pelo: Instagram: @polifonicas_ E-mail: polifô[email protected]
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Tomando as rédeas da nossa trajetória, mas não sozinhas
Que conversa! Marcamos uma reunião para discutir pontos da gravação e estabelecer um roteiro básico apenas para nos orientar. Geralmente, gravamos nossas reuniões para não perdermos nada do que ajustamos e foi o que aconteceu. Conversa vai, conversa vem, de repente estávamos discutindo o tema, debatendo, levantando questões, confrontando uma à outra (sim, houve tensão boa nesta prosa). Bastou um olhar trocado para entendermos: o episódio já estava acontecendo. Não havia motivo para descartar aquela conversa calorosa. É ela que chega a você: quem somos nós enquanto professoras, como nos colocamos como sujeitos de nossa história profissional, como ter tempo, condições físicas e psicológicas e conhecimento atualizado para tomar as rédeas das nossas práticas enquanto docentes, como podemos mudar a realidade como docentes, tão precarizada, sucateada e desrespeitada. Não temos receita, nem resposta para nada. Essa prosa foi um convite a pensar conosco esse lugar que ocupamos como professoras e professores no Brasil. Claro, é impossível, em um episódio de podcast, dar conta da complexidade do que é ser professora e professor, nem é nossa pretensão. Ouça no seu tempo e no seu ritmo e comente, nos dê um feedback, compartilhe conosco as suas vivências. Vamos ampliar esse diálogo. A Polifônicas é este lugar: o do compartilhar vivências. Instagram: https://www.instagram.com/polifonicas_/ E-mail: [email protected]
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Parte II - Adeus Ano Velho, Feliz Ano Novo: o que lemos, o que não lemos, o que desejamos ler
Voltamos! Depois de uma pausa meio forçada, voltamos. A Polifônicas é nosso lugar, é esse espaço de partilha, de reflexão, de caminhada juntas que amamos e queremos ver crescer. E nosso retorno aconteceu com uma prosa calorosa, marcada por desabafos, porque precisamos por para fora aquilo que nos aflige, e por muitos desejos e vontades aos quais chamamos de esperança. Em breve contaremos mais de tudo que estamos planejando, organizando e aprontando para a Polifônicas. Por ora, convidamos você a ouvir essa conversa entre duas amigas e a compartilhar nosso Podcast. Leve a Polifônicas para outras pessoas, para suas redes de relações todas. Juntas somos imensamente mais fortes. Nesse 8º Episódio, início da 2ª Temporada, fizemos o nosso “Adeus ano velho, Feliz ano novo”, uma conversa sobre nossas leituras no ano que se findou, concluídas ou não, e nossos desejos para tirar da estante em 2024. Sem cobranças, sem culpas porque assim precisa ser. Ele foi dividido em duas partes: “Uma prosa (des)compromissada” – resultado da gravação dos bastidores antes de iniciarmos a gravação do episódio e que foi tão gostosa que pensamos: “por que não compartilhar com quem nos ouve?”. Sugerimos que comece por ele. “Adeus ano velho, Feliz ano novo II: o que lemos, o que não lemos e o que desejamos ler”, em que conversamos sobre as leituras. À escuta! Ouça no seu tempo, no seu ritmo e não deixe de passar no Instagram da Polifônicas e comentar na postagem do episódio suas impressões, suas leituras... Instagram: @polifonicas_ E-mail: [email protected] Lista das obras citadas no episódio “À escuta”, Jean-Luc Nancy “O sal da língua”, Eugenio de Andrade “As vantagens de ser invisível”, Stephen Chbosky “O diário de Zlata”, Zlata Filipović “Guia do mochileiro das galáxias”, Douglas Adams “A hora e a vez de Augusto Matraga”, Guimarães Rosa “Tchick’, Wolfgang Herrndorf “E eu não sou uma mulher”, Sojourner Truth “A educação não violenta”, Elisama Santos (@elisamasantosc) A obra de Ailton Krenak “Nada Ortodoxa: uma história de renúncia à religião”, Deborah Feldman “O diário de Guantánamo, Mohamedou Ould Slahi – adaptação para o cinema: “O mauritano”. “A questão da Palestina”, Edward Said “Triângulo”, Danilo Arnaldo Briskievicz “Lavoura Arcaica”, Raduan Nassar “Nada ortodoxa” – série disponível na Netflix “Olhos d´água”, Conceição Evaristo “Antes do Baile Verde”, Lygia Fagundes Telles “Notas sobre o luto”, Chimamanda Ngozi Adichie “Sobre estar doente”, Virginia Woolf “A morte é um dia que vale a pena viver”, Ana Cláudia Quintana Arantes “Sociedade paliativa: a dor hoje”, Byung-Chul Han “Noite e dia desconhecidos”, Bae Su-Ah “Ânsia eterna”, Júlia Lopes de Almeida Contos de Lima Barreto “Pequeno manual antirracista”, Djamila Ribeiro “Salvar o fogo”, Itamar Vieira Jr. “Um defeito de cor”, Ana Maria Gonçalves “Da vida nas ruas ao teto dos livros”, Clarice Fortunato “O ócio criativo”, Domenico De Masi “A vida não é útil”, Ailton Krenak
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Parte I - Uma prosa (des)compromissada
Voltamos! Depois de uma pausa meio forçada, voltamos. A Polifônicas é nosso lugar, é esse espaço de partilha, de reflexão, de caminhada juntas que amamos e queremos ver crescer. E nosso retorno aconteceu com uma prosa calorosa, marcada por desabafos, porque precisamos por para fora aquilo que nos aflige, e por muitos desejos e vontades aos quais chamamos de esperança. Em breve contaremos mais de tudo que estamos planejando, organizando e aprontando para a Polifônicas. Por ora, convidamos você a ouvir essa conversa entre duas amigas e a compartilhar nosso Podcast. Leve a Polifônicas para outras pessoas, para suas redes de relações todas. Juntas somos imensamente mais fortes. Nesse 8º Episódio, início da 2ª Temporada, fizemos o nosso “Adeus ano velho, Feliz ano novo”, uma conversa sobre nossas leituras no ano que se findou, concluídas ou não, e nossos desejos para tirar da estante em 2024. Sem cobranças, sem culpas porque assim precisa ser. Ele foi dividido em duas partes: “Uma prosa (des)compromissada” – resultado da gravação dos bastidores antes de iniciarmos a gravação do episódio e que foi tão gostosa que pensamos: “por que não compartilhar com quem nos ouve?”. Sugerimos que comece por ele. “Adeus ano velho, Feliz ano novo II: o que lemos, o que não lemos e o que desejamos ler”, em que conversamos sobre as leituras. À escuta! Ouça no seu tempo, no seu ritmo e não deixe de passar no Instagram da Polifônicas e comentar na postagem do episódio suas impressões, suas leituras... Instagram: @polifonicas_ E-mail: [email protected]
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Existe vida além da academia?
“Existe vida além da academia?” A pergunta que dá título a este episódio nos faz pensar sobre diversas questões que atravessam a vida de quem faz a escolha pela pesquisa acadêmica. Partindo da ideia de que tal escolha não diz respeito apenas ao campo profissional, trocamos aqui algumas “figurinhas” acerca dos impactos desse processo em nossa vida pessoal e no modo como olhamos para a nossa trajetória. Em várias ocasiões de nosso percurso acadêmico, sobretudo naqueles momentos em que passamos por algum tipo de crise, olhar para trás e resgatar os motivos pelos quais decidimos nos tornar pesquisadoras pode nos ajudar a seguir em frente e a honrar a nossa história de vida. Mas, mesmo que algumas dores às vezes sejam inevitáveis, é preciso que resistamos à glamourização dos sacrifícios e sofrimentos que fazemos ao longo da carreira acadêmica. E, por outro lado, é muito importante que nos sintamos totalmente merecedoras das alegrias proporcionadas pelo caminho que escolhemos. Afinal, se nem tudo são flores na vida de uma pesquisadora, há, sem dúvida, um enorme prazer em poder trabalhar com aquilo que amamos. Venha ouvir essa conversa. Escute no seu tempo. E, se puder, deixe seu comentário no nosso Instagram. Instagram: https://www.instagram.com/polifonicas_/ E-mail: polifô[email protected]
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Polêmicas Literárias - Florbela Espanca: do escândalo ao encanto
Neste Episódio, inauguramos um novo quadro, a que chamamos carinhosamente de “Polêmicas Literárias”. Nossa prosa será em torno de histórias e situações polêmicas envolvendo escritoras, escritores e obras. Para abrir este quadro, temos a companhia de Florbela Espanca, poeta portuguesa que teve muita polêmica envolvendo a publicação de suas obras, especialmente após sua morte, a aceitação e o rechaço do público. Considerada a primeira best-seller da literatura portuguesa, Florbela sofreu a distorção de sua história, o ocultamento de informações, especialmente por parte de uma editor italiano, que assumiu a publicação de seus poemas após sua morte. Ouça, no seu tempo, e se junte a nós nesta prosa, deixando seu comentário e suas percepções no nosso Instagram. Instagram: https://www.instagram.com/polifonicas_/ E-mail: polifô[email protected]
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Não queremos elogios, queremos respeito
Virginia Woolf, em 1928, defendeu que uma mulher precisa ter dinheiro e um teto todo seu, um espaço próprio, se quiser escrever ficção. Hoje, o que significa, representa ter um teto todo seu? Qual o impacto de ter seu próprio dinheiro? Tê-los é garantia de conseguir escrever, pesquisar, produzir conhecimento? É a partir dessas questões levantadas pela leitura de “Um teto todo seu”, de Virginia Woolf, que sentamos à mesa e conversamos, tendo como referência o nosso lugar de sujeitos mulheres que decidiram ser protagonistas de nossa própria história. Foi uma conversa muito introdutória, de mais questões do que respostas, em que passamos por várias vozes, que deixamos listadas a seguir aqui para você ler e assistir. Então, é isso. Ouça, no seu tempo e se junte a nós nesta prosa deixando seu comentário e suas percepções no nosso Instagram. Instagram: https://www.instagram.com/polifonicas_/ E-mail: polifô[email protected] Virginia Woolf, “Um teto todo seu”. Entrevista de Cora Coralina, em 1977: https://blogdaboitempo.com.br/2017/03/08/cora-coralina-1977/. Acesso em: 26 fev. 2023. “Adoráveis Mulheres”, disponível na Netflix. Hélène Cixous, O riso da medusa. In: BRANDÃO, Izabel (Org.). Tradições da cultura: perspectivas críticas feministas (1970-2010). Florianópolis: EDUFAL; Editora da UFSC, 2017. p. 129-155.
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Sociedades literárias: mulheres, literatura e (re)existência
Sociedades literárias? Como, em pequenos grupos, mulheres podem fortalecer umas às outras, seja como escritoras, seja como leitoras? Como podemos continuar rompendo com o discurso histórico que sempre nos colocou presas às rotinas e cuidados de casa e da família, e escrever uma nova possibilidade literária? Partindo da série “Anne with an E” e de como a personagem Anne tem nos livros a possibilidade de sobreviver em um mundo que lhe é hostil e violento, ressignificar seu olhar para a vida e construir novas relações e amizades, conversamos sobre nosso lugar como mulheres que escrevem e que leem. Nossa prosa não foi apenas como sujeitos passivos, mas sujeitos ativos, que podem dar continuidade à luta de outras mulheres dos séculos passados que escreveram e leram literatura, mesmo sendo proibidas, silenciadas, enclausuradas ou que sofreram críticas infundadas à sua escrita literária. Seguem as referências que citamos enquanto conversávamos: “Anne with an E” – série disponível na www.netflix.com DUARTE, Constância Lima. O cânone literário e a autoria feminina. In: AGUIAR, Neuma (Org.). Gênero e Ciências Humanas: desafio às ciências desde a perspectiva das mulheres. Rio de Janeiro: Record/ Rosa dos Tempos, 1997, p.86-94. TELLES, Norma. Rebeldes, escritoras, abolicionistas. In: Revista de História. São Paulo, n. 120, jan.-jul., 1989, p.73-83. Disponível em: <http://www.revistas.usp.br/revhistoria/article/view/ 18593/20656>. LINS, Álvaro. Romance lírico. In: Correio da Manhã, 11 fev. 1944. Disponível em: <https://claricelispectorims.com.br/do-acervo/uma-critica-selvagem-para-perto-coracao/>. Quer falar conosco? Instagram: https://www.instagram.com/polifonicas_/ E-mail: polifô[email protected]
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Escrever com a voz: amor e horror no canto de Billie Holiday
O que este episódio tem de um tema pesado, tem de beleza. Nele, conversamos sobre Billie Holiday, a diva do Jazz, que interpretou de forma tão potente e única a canção “Strange Fruit”. Se a letra da canção nos rasga diante de uma sociedade ainda racista, a interpretação de Billie Holiday nos atravessa e vibra dentro da gente, nos fazendo ocupar o lugar de sujeitos antirracistas, porque, mesmo 84 anos depois da gravação de Billie, ainda agredimos, condenamos e matamos pessoas por conta da cor de sua pele. Aperta o play e participa dessa conversa conosco e, se quiser ler algum dos textos que mencionamos, seguem as referências: “Strange Fruit – Billie Holliday e a biografia de uma canção”, David Margolick, ed. CosacNaif. “Enunciação cantada: o sujeito feito nas vibrações corporais”, Pedro de Souza, disponível em: https://www.repom.ufsc.br/REPOM2/pedro.html. Acesso em 28 jan. 2023. “Voz e processo de subjetivação”, Pedro de Souza, disponível em: https://youtu.be/0SdvzF1dpPY. Acesso em 28 jan. 2023. Letra de “Strange Fruit” traduzida por Carlos Rennó: Fruta estranha Árvores do Sul dão fruta estranha; Folha ou raiz, em sangue se banha; Corpo de negro balançando, lento; Fruta pendendo de um galho ao vento. Cena pastoril do Sul celebrado; A boca torta e o olho inchado; Cheiro de magnólia chega e passa; De repente o odor de carne em brasa. Eis uma fruta pra que o vento sugue, Pra que um corvo puxe, pra que a chuva enrugue, Pra que o Sol resseque, pra que o chão degluta, Eis uma estranha e amarga fruta. "Strange Fruit" no Spotify: https://open.spotify.com/track/1CTex49P0iWwzUGsMNjgaV?si=e5768b47323744dd "Strange Fruit" no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=-DGY9HvChXk
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Adeus Ano Velho, Feliz Ano Novo: o que li, o que não li, o que desejo ler
Neste episódio, conversamos sobre nossas leituras em 2022 e o que leremos neste começo de 2023. Essa conversa foi sobre nossas impressões e também sobre como percebemos a leitura em nossas vidas como mulheres, mães, pesquisadoras, empreendedoras e tudo o mais que nos faz sujeito-leitoras que querem ler também pelo prazer, ler o que chamamos carinhosamente de “leitura de cabeceira”. Ouça no seu tempo e no seu ritmo e conta para nós, lá no Instagram, um pouquinho de suas leituras, vontades, dificuldades e descobertas. A Polifônicas é este lugar: o do compartilhar leituras. Instagram: https://www.instagram.com/polifonicas_/ E-mail: [email protected] Leituras da Chanely Com o grupo de estudos: Mar de Setembro, Eugénio de Andrade. Memória doutro rio, Eugénio de Andrade Ambas em Poesia (poemas reunidos), Editora Assírio & Alvim Comigo mesma: Um útero é do tamanho de um punho, Angélica Freitas (2012) CosacNaify A mulher que nasceu sem metafísica, Tarsilla Couto de Brito, Grafish Atelier Sentimentos carimbados, Tarsilla Couto de Brito, Goiânia Clandestina Com meus alunos: Quarto de despejo: diário de uma favelada, Carolina Maria de Jesus (1960) O tradutor de chuvas, Mia Couto Para estudo (concurso): A imitação dos modernos, Phillipe Lacoue-Labarthe Gramatologia, Jacque Derrida, Ed. Perspectiva A escrita de si, Michel Foucault Desejo ler em 2023: Obras de Ailton Krenak: Ideias para adiar o fim do mundo (2019) A vida não é útil (2020) O futuro não está à venda (2022) Lugares de origem (2022) Futuro ancestral (2022) Leituras da Tati O que li Mareia, Miriam Alves (2019), Ed. Malê Os donos do mercado, João Peres e Victor Matioli (2020), Ed. Elefante Olhos d´água, Conceição Evaristo (2018), Ed. Pallas Míni Sociedade do cansaço, Byung-Chul Han (2018), Ed. Vozes Louvor à Terra: uma viagem ao jardim, Byung-Chul Han (2021), Ed. Vozes Comecei e não terminei, mas abrem meu 2023 Noite e dia desconhecidos, Bae Su-ah (2021), Ed. DBA Doramar ou a Odisseia: histórias, Itamar Vieira Júnior (2021), Ed. Todavia A casa dos espíritos, Isabel Allende (2000), Ed. Bertrand Brasil Sociedade paliativa, Byung-Chul Han (2020), Ed. Vozes Filosofia do zen-budismo, Byung-Chul Han (2019), Ed. Vozes Pedem outro ritmo Todas as cartas, Clarice Lispector (2020), Ed. Rocco Todas as crônicas, Clarice Lispector (2018), Ed. Rocco
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Saber ver quando se vê: uma desaprendizagem
Que conversa boa tivemos nesse episódio a respeito do ato de ver, da importância de aprendermos a olhar e também de desaprendermos a ver com olhos formatados, anestesiados, castrados! É um assunto para muitas prosas, mas acreditamos que pensar um pouquinho sobre a pedagogia do ver, proposta por Nietzsche, em Crepúsculo dos ídolos, discutido por Byung-ChulHan, em Sociedade do cansaço, e por Rubem Alves, em Variações sobre o prazer, tenha sido um bom caminho. Essa conversa continua em nosso perfil, no Instagram. Lá, você pode comentar, sugerir leituras, somar e muito com sua voz. Seja Polifônicas! Além desses textos, comentamos: “A complicada arte de ver”, crônica também de Rubem Alves, e “O essencial é saber ver”, poema de Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa. Deixamos aqui a sugestão de ler a crônica “O ato gratuito”, da Clarice Lispector, que está publicada em Todas as crônicas, Editora Rocco, 2018, p. 490. E-mail: [email protected] Instagram: https://www.instagram.com/polifonicas_/
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