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Quem Tem Medo de Psicanálise?
by Mario Prado
Um espaço para quem tem curiosidade sobre o que é a Psicanálise e para quem está começando a jornada de se tornar um psicanalista.Siga no Instagram e no Substack para mais conteúdos sobre Psicanálise: Instagram - @mhprado ; Substack - @mariopradoQuer sugerir temas, compartilhar experiências, fazer críticas? Manda um e-mail para @[email protected]
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#055 - Por que é tão difícil dizer “não”?
No episódio de hoje do Quem Tem Medo de Psicanálise?, a gente parte de uma pergunta simples - mas que trava mais do que parece: por que é tão difícil dizer “não”?A partir de uma cena que provavelmente você já viveu, de respostas que parecem inofensivas e de situações muito comuns, a gente vai explorar uma coisa que a psicanálise insiste em mostrar: que, às vezes, o problema não é não saber… é não sustentar.Um episódio sobre desejo, sobre relação, e sobre esse ponto em que a gente pensa uma coisa… e diz outra.**Se estiver curtindo o Quem Tem Medo de Psicanálise?, segue o podcast e avalia - isso ajuda muito o projeto a chegar em mais gente.
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#054 - Desafios na Formação do Psicanalista - com Silvia Marina M. Paiva
Neste episódio especial do Quem Tem Medo de Psicanálise?, a conversa é com a psicanalista e psicóloga Silvia Marina de Melo e Paiva, professora do Centro de Estudos Psicanalíticos (CEP), e que há 28 anos atua na formação em psicanálise.A gente parte de uma pergunta simples - mas nada fácil de responder: o que é que forma um psicanalista? Entre análise pessoal, estudo e supervisão, o episódio percorre os caminhos, as idealizações e impasses de quem decide sustentar esse percurso.Um episódio pra quem está começando… e pra quem já percebeu que, na psicanálise, formação não é ponto de chegada.
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#053 - Se faz mal… por que a gente continua?
No episódio de hoje do Quem Tem Medo de Psicanálise?, a gente parte de uma pergunta simples - mas que incomoda mais do que parece: se faz mal… por que a gente continua?A partir de uma parábola aparentemente óbvia, de uma música que talvez você já tenha ouvido mil vezes, e de situações que parecem muito comuns, a gente vai explorar uma coisa que a psicanálise insiste em mostrar: que perceber não basta.Um episódio sobre repetição, sobre vínculo, e sobre aquilo que, mesmo fazendo sofrer… ainda sustenta.**Se estiver curtindo o Quem Tem Medo de Psicanálise?, segue o podcast e avalia - isso ajuda muito o projeto a chegar em mais gente.**Série citada: Normal People (2020)
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#052 - O que é o Infamiliar?
No episódio de hoje do Quem Tem Medo de Psicanálise?, a gente parte de uma pergunta simples - mas que incomoda mais do que parece: por que é que, às vezes, o que é mais familiar… de repente fica estranho?A partir do texto O inquietante, do Freud, a gente vai explorar essa experiência meio difícil de nomear - quando algo que deveria ser íntimo, conhecido, até seguro… aparece de um jeito que não encaixa.Um episódio sobre repetição, sobre o duplo, e sobre esse ponto em que a gente se reconhece… mas não se sente completamente ali.**Se estiver curtindo o Quem Tem Medo de Psicanálise?, segue o podcast e avalia - isso ajuda muito o projeto a chegar em mais gente.**Texto citado: O inquietante, de Sigmund Freud.Filme citado: The Matrix (1999)Série citada: Westworld (2016-2022)
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#051 - O que estamos evitando no outro?
No episódio de hoje do Quem Tem Medo de Psicanálise?, a gente parte de uma pergunta simples - mas que muda tudo: o que é que a gente está evitando quando se relaciona?Na psicanálise, o problema não está só nas formas de vínculo que a gente escolhe, mas no lugar que o outro ocupa - e, principalmente, no impacto que esse outro tem sobre nós.Um episódio sobre laço, sobre desamparo, e sobre aquilo que, ao mesmo tempo que nos constitui, também nos desorganiza.**Se estiver curtindo o Quem Tem Medo de Psicanálise?, segue o podcast e avalia - isso ajuda muito o projeto a chegar em mais gente.**Textos citados: O mal-estar na civilização e Psicologia das massas e análise do eu, de Sigmund Freud; Sociedade do Cansaço, de Byung-Chul Han; Amor Líquido e Modernidade Líquida, de Zygmunt Bauman.
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#050 - Pequenos Movimentos
No episódio de hoje do Quem Tem Medo de Psicanálise?, a gente parte de um marco simples - mas que muda o olhar: um ano de podcast 🎈🎈A partir de uma cena do filme Contato , a gente vai pensar o tempo da psicanálise - aquilo que não se entende de uma vez, mas que, aos poucos, vai se transformando.Um episódio sobre o não saber, sobre aquilo que só aparece depois, e sobre por que, na psicanálise, às vezes não são as grandes viradas que fazem diferença… mas pequenos movimentos.**Se estiver curtindo o Quem Tem Medo de Psicanálise?, segue o podcast e avalia - isso ajuda muito o projeto a chegar em mais gente.**Filme citado: Contato (1997), dirigido por Robert Zemeckis.Livro citado: Contato, (1985), de Carl Sagan.
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#049 - O Trauma na Psicanálise
No episódio de hoje do Quem Tem Medo de Psicanálise?, a gente parte de uma pergunta simples - mas que muda tudo: o que é, afinal, um trauma?Na psicanálise, trauma não é apenas o que aconteceu, mas o modo como uma experiência entra - ou não consegue entrar - na vida psíquica de um sujeito.Um episódio sobre excesso, sobre desamparo, e sobre aquilo que, mesmo sendo do passado, continua operando no presente.**Se estiver curtindo o Quem Tem Medo de Psicanálise?, segue o podcast e avalia - isso ajuda muito o projeto a chegar em mais gente.**Filme citado: Gênio Indomável (Good Will Hunting, 1997), dirigido por Gus Van Sant.
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#048 - A Psicoterapia Breve Psicanalítica - com Mauro Hegenberg
Neste episódio especial do Quem Tem Medo de Psicanálise?, a conversa é com o psicanalista, médico e professor Mauro Hegenberg, autor do livro Psicoterapia Breve Psicanalítica, uma das referências brasileiras sobre o tema. A gente parte de uma pergunta que aparece com frequência: é possível fazer um trabalho psicanalítico em menos tempo? E, se for possível, o que muda na escuta, no manejo e na própria condução do tratamento? A partir da experiência clínica e da trajetória de Hegenberg, a conversa passa por temas como o tempo em análise, a ideia de foco terapêutico, o manejo da transferência e os limites e possibilidades da psicoterapia breve dentro de uma perspectiva psicanalítica. Um episódio para quem quer entender melhor como a psicanálise dialoga com as demandas contemporâneas de tratamento - sem perder de vista aquilo que constitui o essencial da escuta psicanalítica.
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#047 -A Compulsão à Repetição
No episódio de hoje do Quem Tem Medo de Psicanálise?, a gente parte de uma pergunta incômoda: por que certas coisas continuam voltando na nossa vida mesmo quando a gente acha que já entendeu tudo?Freud percebeu que o psiquismo não busca apenas prazer ou bem-estar. Existe algo que insiste, que retorna, que repete.Um episódio sobre compulsão à repetição, sobre aquilo que no sofrimento não é só lembrança do passado - mas algo que continua sendo atualizado no presente.**Se estiver curtindo o Quem Tem Medo de Psicanálise?, segue o podcast e avalia - isso ajuda muito o projeto a chegar em mais gente.**Livro citado: Mrs. Dalloway (1925), de Virginia Woolf.
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#046 - "Eu não tenho nada" e o tempo da análise
No episódio de hoje do Quem Tem Medo de Psicanálise?, a gente parte de uma frase aparentemente simples - “eu não tenho nada” - para questionar a pressa de transformar análise em checklist.O que está por trás dessa necessidade de prazo?O que resiste ao tempo que a elaboração exige?Um episódio sobre repetição, ideal, implicação - e sobre o tipo de começo que não é promessa de reinvenção, mas corte que desloca.**Se estiver curtindo o "Quem Tem Medo de Psicanálise?", segue o podcast e avalia - isso ajuda muito o projeto a chegar em mais gente.**Filme citado: Harry Potter e o Enigma do Príncipe (2009), dirigido por David Yates.
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#045 - Winnicott e a mãe suficientemente boa
Hoje a gente entra em Donald Winnicott, não para transformar “mãe suficientemente boa” em regra de parentalidade, nem para oferecer um manual de como começar alguém, mas para encarar uma pergunta que atravessa qualquer história de cuidado: o que permite que alguém não apenas sobreviva… mas se torne sujeito?O episódio parte de situações comuns - vínculos que pesam, exigências de perfeição, medo de falhar, separações que doem - para atravessar dependência absoluta, holding e falha tolerável não como jargão técnico, mas como movimentos que moldam o jeito como a gente começa, se diferencia e continua existindo em relação. Entre o cuidado que sufoca e o cuidado que abandona, a questão que insiste é direta: como sustentar uma medida em que o laço não aniquile - mas também não desapareça?**Se estiver curtindo o Quem Tem Medo de Psicanálise?, segue o podcast e avalia - isso ajuda muito o projeto a chegar em mais gente.**Filmes citados:Lady Bird (2017), dirigido por Greta Gerwig.We Need to Talk About Kevin (2011), dirigido por Lynne Ramsay.
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#044 - Melanie Klein e o que colocamos no outro
Hoje a gente entra em Melanie Klein não para explicar teoria das relações objetais, nem para transformar conflito em fantasia, mas para encarar uma pergunta que atravessa qualquer vínculo: o que está realmente em jogo quando o outro começa a ocupar espaço demais dentro da gente?O episódio parte de situações comuns - relações que ficam intensas demais, hostis demais ou necessárias demais - para atravessar projeção, introjeção e identificação projetiva não como jargão técnico, mas como movimentos que moldam o jeito como a gente ama, odeia e sobrevive nas relações. Entre o outro que vira perseguidor e o outro que vira sustentação absoluta, a questão que insiste é direta: o que é fato do laço - e o que é mundo interno entrando em cena?**Se estiver curtindo o "Quem Tem Medo de Psicanálise?", segue o podcast e avalia - isso ajuda muito o projeto a chegar em mais gente.
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#043 - Ferenczi e a Ética do Cuidado
Hoje a gente entra em Sándor Ferenczi não para defender um jeito “mais humano” de clinicar, nem para relativizar limites, mas para encarar uma pergunta que costuma incomodar quem escuta sofrimento de perto. O episódio parte de situações comuns - quando alguém sofre diante de nós e qualquer gesto parece arriscado - para atravessar a ética do cuidado como um problema, não como solução. Entre o silêncio que se justifica como técnica e o cuidado que se apresenta como virtude, a questão que insiste é direta: em que ponto a intervenção sustenta - e em que ponto ela começa a capturar?**Se estiver curtindo o Quem Tem Medo de Psicanálise?, segue o podcast e avalia - isso ajuda muito o projeto a chegar em mais gente.
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#042 - Lacan e o "Objeto a"
Hoje a gente entra em Lacan não para explicar conceitos, mas para sustentar uma experiência. Partindo da sensação de não entender - da confusão, da raiva e da vontade de desistir - o episódio atravessa a ideia de "objeto a" como aquilo que não se alcança, mas que insiste. Entre respostas que prometem fechar tudo e perguntas que continuam abertas, a questão que fica é simples e incômoda: o desejo não se satisfaz - e talvez seja exatamente isso que o mantém em movimento.**Se estiver curtindo o Quem Tem Medo de Psicanálise?, segue o podcast e avalia - isso ajuda muito o projeto a chegar em mais gente.
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#041 - A Psicanálise Selvagem
No episódio de hoje, a gente fala sobre a psicanálise selvagem - não como caricatura ou erro grosseiro, mas como um risco sempre presente quando a escuta vira pressa. Partindo de uma pergunta simples e incômoda - “então o analista faz o quê?” - o episódio explora o desejo de ajudar, o furor curandis e o ponto em que a boa intenção pode acabar fechando aquilo que precisava de tempo. Entre interpretar cedo demais e sustentar a angústia sem responder, a questão que fica é direta: quando a intervenção abre… e quando ela invade?**Se estiver curtindo o Quem Tem Medo de Psicanálise?, segue o podcast e avalia - isso ajuda muito o projeto a chegar em mais gente.
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#040 - Autoanálise não é análise
No episódio de hoje a gente fala sobre a autoanálise - não para negá-la, mas para situar seus limites. Partindo da frase “eu faço autoanálise há muito tempo”, o episódio explora a diferença entre pensar sobre si e sustentar uma experiência que não se faz sozinho. Entre o espelho que responde e o momento em que ele falha, a pergunta que fica é simples e incômoda: onde a resposta fecha… e onde, finalmente, algo pode começar a se mover?***Se estiver curtindo o "Quem Tem Medo de Psicanálise", segue o podcast e avalia, que isso ajuda demais o projeto a crescer! Bora lá?
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#039 - Depois de Freud
Neste trigésimo nono episódio do "Quem Tem Medo de Psicanálise?", a gente fala sobre o depois de Freud - não como ruptura ou superação, mas como continuidade que se desloca: um gesto que precisa seguir andando para não virar dogma.Abrindo a temporada 2026 do QTMP, o episódio parte do caminho já feito com Freud para perguntar o que acontece quando o mundo muda e o sofrimento muda junto. É nesse ponto que entram Sándor Ferenczi, Melanie Klein, Donald Winnicott e Jacques Lacan - não como respostas prontas, mas como modos diferentes de sustentar a escuta quando aquilo que chega já não cabe nas mesmas formas. Porque, na psicanálise, seguir adiante nunca é abandonar o que veio antes. É levar a sério demais para parar ali.
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#038 - Todo começo é um corte
Neste trigésimo oitavo episódio do Quem Tem Medo de Psicanálise?, a gente fala sobre o começo - não como virada limpa ou promessa de reinvenção, mas como corte: algo que separa, desloca e dói um pouco.Partindo do clima de fim de ano, o último episódio da temporada 2025 do QTMP questiona a fantasia do recomeço ideal e se aproxima dessa borda entre repetição e mudança para perguntar: o que é um começo de verdade? O que faz diferença entre repetir a cena e sustentar um corte possível - mesmo sem garantias?
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#037 - Sobre não estar "tudo bem"
Neste trigésimo sétimo episódio do Quem Tem Medo de Psicanálise?, a gente fala sobre esse lugar estranho e cotidiano que costuma aparecer na frase “tá tudo bem”.Não como um estado ideal, nem como uma meta a ser alcançada, mas como um modo de seguir vivendo quando nem tudo está resolvido.Depois de passar pelo laço no episódio anterior, a gente se aproxima dessa zona intermediária entre o desamparo e o desespero, para perguntar: o que é que a gente chama de “tudo bem”? E o que sustenta a vida quando ela não desmorona - mas também não fecha?
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#036 - O que faz laço?
Neste trigésimo sexto episódio do Quem Tem Medo de Psicanálise?, a gente fala sobre o laço - não como sinônimo de amor ou afinidade, mas como aquilo que sustenta a vida desde o início. Depois de atravessar o desamparo no episódio anterior, a gente volta a esse ponto de origem para perguntar: o que é que faz com que o ser humano não precise existir sozinho? O que permite que uma vida se organize, se mantenha e atravesse a falta?
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#035 - O Desamparo
Neste trigésimo quinto episódio do Quem Tem Medo de Psicanálise?, a gente fala sobre o desamparo - essa condição que antecede o “eu” e acompanha toda a vida.Aquele começo radical em que existir depende do outro, e é justamente daí que nascem o desejo, a angústia, a fantasia e tudo o que nos faz sujeito. Hoje, a gente volta para esse ponto de origem para perguntar: o que significa começar a vida precisando de alguém para poder existir?
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#034 - A Realidade Psíquica
Neste trigésimo quarto episódio do Quem Tem Medo de Psicanálise?, a gente fala sobre a realidade psíquica - esse lugar onde o que você vive por dentro pode não bater com o que aconteceu lá fora, mas ainda assim organiza seus afetos, escolhas e sintomas.Hoje, a gente mergulha nesse território em que fato e fantasia não são opostos, mas materiais diferentes de uma mesma história - a sua. E tenta responder: o que realmente faz algo ser “real” para o sujeito?
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#033 - O Conflito Psíquico (e a obra inacabada que todos somos)
Neste trigésimo terceiro episódio do Quem Tem Medo de Psicanálise?, a gente fala sobre o conflito psíquico - essa fricção discreta, mas constante, que atravessa todos nós. Não é briga externa, nem crise existencial grandiosa: é esse desencontro interno que começa quando partes da gente puxam para lados diferentes, como se houvesse uma pequena assembleia emocional… e ninguém votasse igual.Hoje, a gente mergulha nesse movimento que estrutura o sujeito - e tenta responder: até onde o conflito é algo que precisamos resolver… e até onde ele é justamente o que nos mantém vivos por dentro?
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#032 - A Identificação: de onde vem quem a gente é?
Neste trigésimo segundo episódio do Quem Tem Medo de Psicanálise?, a gente fala sobre a identificação - esse processo silencioso em que o outro se inscreve dentro da gente. Não é imitação, nem escolha: é a forma mais antiga e mais profunda de laço psíquico, o modo como o eu nasce e se reorganiza ao longo da vida.Hoje, a gente mergulha nesse movimento que nos forma e nos transforma - e tenta responder: até onde somos nós que nos construímos, e até onde é o outro que nos escreve primeiro?
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#031 - "Quando é que eu vou me tornar analista?"
Neste trigésimo primeiro episódio do Quem Tem Medo de Psicanálise?, a gente fala sobre uma fantasia que acompanha quase todo mundo que começa a estudar psicanálise: a fantasia da chegada - a ideia de que existe um momento certo em que você finalmente “vira analista”.Hoje, a gente olha para o ponto em que esse desejo esbarra no que a formação realmente pede: tempo, risco, elaboração, atravessamento. É um episódio para quem está caminhando e quer entender, com honestidade, o que significa se autorizar - e o que essa pergunta revela sobre o próprio desejo.
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#030 - A Fantasia: o roteiro invisível do inconsciente
Neste trigésimo episódio do Quem Tem Medo de Psicanálise?, a gente fala sobre a fantasia - esse roteiro invisível que o inconsciente escreve dentro da gente. A fantasia não é o oposto da realidade: é a forma que encontramos de viver dentro dela. É o enredo secreto que organiza o desejo, que dá sentido ao que sentimos e molda o lugar que ocupamos nas nossas próprias histórias. De Freud a Lacan, a fantasia aparece como a ponte entre o inconsciente e o eu - o fio que separa o real do insuportável. Hoje, a gente mergulha nessa narrativa que nos habita, nesse sonho acordado que nos mantém de pé, e tenta responder: até que ponto somos nós que escrevemos a nossa história - e até que ponto é ela que nos escreve?
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#029 - O Supereu e a Culpa
Neste vigésimo nono episódio do Quem Tem Medo de Psicanálise?, a gente fala sobre o Supereu e a culpa - essa voz que vive dentro da gente, cobrando, julgando e exigindo o impossível. De Freud a Lacan, o Supereu aparece como a herança da interdição, o efeito da civilização dentro de nós - e, ao mesmo tempo, a força que nos tortura em nome dela. Entre o desejo e a lei, entre o prazer e a dívida, nasce a culpa: o sentimento mais fiel a essa voz que nunca se cala.
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#028 - O que é ser um psicanalista hoje? - Com Cássio Azevedo
No episódio de hoje, testamos um novo formato aqui no Quem tem medo de Psicanálise? : um bate-papo com o psicanalista e professor universitário Cássio Azevedo, sobre o que é ser um psicanalista hoje. Quais as dificuldades, os desafios e, principalmente, sobre o que esperar dessa jornada para se tornar um psicanalista.
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#027 - Ideal de Eu e Eu Ideal
Neste vigésimo sétimo episódio do Quem Tem Medo de Psicanálise?, a gente fala sobre o Ideal de Eu e o Eu Ideal — forças que moldam o modo como o sujeito se enxerga e se cobra. Entre o olhar do Outro e a imagem do espelho, o eu tenta se equilibrar - se estica pra caber no ideal e se comprime pra não decepcionar o olhar que o mede. De Freud a Lacan, o eu aparece como algo que se constrói entre o desejo e a lei. E talvez seja nesse intervalo - entre o que somos, o que queremos e o que achamos que devemos ser - que se esconde o mal-estar de existir.
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#026 - A psicose
Neste vigésimo sexto episódio do Quem Tem Medo de Psicanálise?, a gente mergulha no tema da psicose em Freud - não como sinônimo de loucura ou perda da razão, mas como uma forma radical de reconstruir o mundo quando ele se rompe. Desde os tempos da dementia praecox, passando por Bleuler, Jung e chegando ao caso Schreber, Freud vai descobrir que o delírio não é o fim do pensamento, mas o seu esforço extremo de sobreviver. Porque, às vezes, quando o real desaba, o sujeito precisa inventar outro mundo para continuar existindo - e é justamente nesse gesto, entre a queda e a criação, que a psicanálise encontra a psicose.
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#025 - A perversão
Neste vigésimo quinto episódio do "Quem Tem Medo de Psicanálise?", a gente mergulha no tema da perversão em Freud - não como insulto ou moralismo, mas como uma chave para entender a sexualidade humana. Nos Três Ensaios, de 1905, Freud mostra que o desejo não nasce reto, mas cheio de desvios, fixações e atalhos. Fetichismo, sadomasoquismo, voyeurismo, exibicionismo… longe de serem apenas estranhezas, revelam algo universal: todos nós começamos polimorficamente perversos. Porque, muitas vezes, aquilo que parece desvio é justamente a forma como a pulsão encontra caminhos para existir, desejar e sobreviver.
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#024 - Os mecanismos de defesa em Freud
Neste vigésimo quarto episódio do Quem Tem Medo de Psicanálise?, a gente fala sobre os mecanismos de defesa em Freud - essas manobras que o psiquismo inventa para lidar com desejos e conflitos que seriam insuportáveis se viessem à tona sem disfarce. Do recalque, que funda o inconsciente, até formas como a projeção, a formação reativa ou a racionalização, as defesas mostram sua ambivalência: protegem, mas também aprisionam. Porque, muitas vezes, aquilo que parece só uma desculpa frágil, um riso fora de hora ou um esquecimento “sem querer”… é a marca de como o inconsciente insiste em se revelar.
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#023 - As neuroses em Freud
Neste vigésimo terceiro episódio do Quem Tem Medo de Psicanálise?, a gente mergulha no universo das neuroses em Freud - não como rótulos prontos, mas como modos de o inconsciente lidar com o conflito. Vamos voltar ao final do século XIX, quando Freud começa a organizar esse mapa: das chamadas neuroses atuais, ligadas ao presente, até as neuropsicoses de defesa, onde surgem a histeria, a neurose obsessiva e a fobia. Porque, às vezes, aquilo que parece só um drama exagerado, uma mania sem sentido ou um medo irracional… é justamente a forma que o psiquismo encontrou para se defender, para existir, para sobreviver.
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#022 - A formação do analista e a polêmica sobre os bacharelados em Psicanálise
Neste vigésimo segundo episódio do Quem Tem Medo de Psicanálise?, a gente entra numa polêmica que está quente dentro e fora da psicanálise: a formação do analista e os bacharelados em psicanálise reconhecidos pelo MEC na modalidade EAD. Mais do que discutir diploma, instituição ou decreto, o episódio coloca em questão o que realmente sustenta a formação: o tripé da análise pessoal, do estudo teórico e da supervisão - e os limites de qualquer escola em “garantir” isso sem esvaziar a experiência. Vamos pensar também sobre democratização, custos, acesso e responsabilidade ética, para entender o que está de fato em jogo quando alguém pergunta: “como é que eu me torno analista?”. Porque, às vezes, aquilo que parece só uma briga de instituições é, na verdade, o sintoma de uma pergunta muito mais profunda sobre o que é a psicanálise e como ela se transmite.
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#021 - O sujeito na psicanálise (em Freud e atualmente)
Neste vigésimo primeiro episódio do Quem Tem Medo de Psicanálise?, a gente mergulha na ideia de sujeito em Freud - esse ser que não coincide com o indivíduo racional e inteiro da filosofia, mas que a psicanálise revelou como dividido, atravessado pelo inconsciente e em conflito consigo mesmo. Vamos percorrer o caminho que vai do “penso, logo existo” de Descartes até o “o eu não é senhor em sua própria casa” de Freud, para entender como nasce o sujeito do inconsciente. Porque, às vezes, aquilo que parece só um tropeço, um sintoma ou um ato falho… é justamente a cena onde esse sujeito encontra um jeito de se mostrar.
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#020 - Os sonhos e a Interpretação dos Sonhos
Neste vigésimo episódio do Quem Tem Medo de Psicanálise?, a gente mergulha no universo dos sonhos – esse território em que o real e a fantasia se confundem. Vamos imaginar como pode ter sido o primeiro sonho da humanidade, ver como diferentes culturas deram sentido a esse enigma e acompanhar Freud na aposta de que o sonho não é sobra da noite, mas via régia para o inconsciente. Porque, às vezes, aquilo que parece só um absurdo noturno… é justamente a cena onde o desejo encontra um jeito de falar.
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#019 - O Mal-Estar na Civilização (em Freud e atualmente)
Neste décimo nono episódio do Quem Tem Medo de Psicanálise?, a gente mergulha no mal-estar na cultura – essa sensação difusa de que, por mais que a civilização prometa felicidade, sempre sobra frustração, culpa e conflito.Com Freud, a gente revisita o texto de 1930 que encara de frente essa pergunta incômoda: por que é tão difícil ser feliz em sociedade? Passamos pelas fontes inevitáveis de sofrimento - o corpo, a natureza e as relações com os outros -, exploramos a renúncia pulsional como preço da vida coletiva e nos deparamos com a agressividade que nunca desaparece.Porque, às vezes, o incômodo que parece só um mal-estar da época… é a lembrança de que o mal-estar é estrutural: ele está na base de toda cultura.
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#018 - A Angústia
Neste décimo oitavo episódio do Quem Tem Medo de Psicanálise?, a gente mergulha na angústia - esse afeto que chega sem pedir licença, aperta o corpo e deixa a gente sem palavras, mas quase nunca sem função.Com Freud, a gente revê a virada que colocou a angústia como sinal, volta à cena inaugural do desamparo, percorre seus três formatos - realista, neurótica e moral - e encontra no cinema um espelho para a sua lógica.Porque, às vezes, o que parece só um aperto sem motivo… é o psiquismo tentando avisar que algo está por vir.
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#017 - As Formações do Inconsciente
Neste décimo sétimo episódio do Quem Tem Medo de Psicanálise?, a gente mergulha nas formações do inconsciente — esses pequenos desvios da linguagem onde o desejo escapa, mesmo quando a censura tenta barrar.Com Freud, sonhos estranhos, erros de fala e piadas atravessadas, a gente escuta o que aparece quando o sujeito tropeça em si mesmo — e, sem saber, acaba dizendo muito mais do que queria.Porque, às vezes, o que parece só um lapso… é o desejo achando um jeito de passar.
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#016 - Princípio do Prazer X Princípio da Realidade
Neste décimo sexto episódio do Quem Tem Medo de Psicanálise?, a gente mergulha num dos conflitos mais fundamentais da vida psíquica: o embate entre o princípio do prazer e o princípio da realidade.A gente fala sobre como o desejo insiste, pede, exige — e como o mundo, quase sempre, responde com um “não”.Com Freud, crianças frustradas, sonhos adiados e pequenos sintomas cotidianos, a gente caminha por esse território em que o psiquismo tenta negociar entre o que quer agora e o que talvez dê pra conseguir depois.Porque, no fim das contas, viver talvez seja isso: suportar o adiamento — e aprender a desejar mesmo quando a resposta continua sendo “não”.
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#015 - 1ª e 2ª Tópicas Freudianas
Neste décimo quinto episódio do Quem Tem Medo de Psicanálise?, a gente mergulha nos dois grandes mapas que Freud desenhou pra tentar dar conta da mente humana.A gente fala sobre a primeira e a segunda tópicas – dois modelos que não explicam tudo, mas que ajudam a escutar melhor o que se passa dentro da gente.Com Freud, sintomas, territórios simbólicos e uma pergunta que atravessa o episódio inteiro – quem é que tá no comando quando você diz “eu”? – a gente caminha por esse campo de forças que Freud chamou de aparelho psíquico., onde desejo, censura e negociação disputam espaço, e onde nenhuma instância reina sozinha.
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#014 - A Repressão (ou O Recalque)
Neste décimo quarto episódio do Quem Tem Medo de Psicanálise?, a gente mergulha num dos mecanismos mais enigmáticos - e mais fundamentais - da vida psíquica: a Repressão (ou o Recalque).A gente fala sobre essa operação silenciosa que empurra pra fora da consciência aquilo que não dá pra encarar de frente - mas que não desaparece. Com Freud, A Origem, o palco da mente e os sintomas que insistem em voltar, a gente atravessa o território do recalque - onde o que foi barrado continua agindo, esperando um jeito de ser escutado.
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#013 - A Resistência
Neste décimo terceiro episódio do Quem Tem Medo de Psicanálise?, a gente mergulha num dos gestos mais sutis — e mais potentes — da experiência analítica: a resistência.A gente fala sobre esse movimento que parece atrapalhar… mas que, no fundo, protege. Com Freud e as encruzilhadas do desejo, a gente atravessa o campo da resistência — onde o sujeito recua, hesita, trava… e, mesmo assim, pode dizer.
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#012 - A Transferência
Neste décimo segundo episódio do Quem Tem Medo de Psicanálise?, a gente mergulha num dos movimentos mais silenciosos — e mais decisivos — do inconsciente: a transferência.A gente fala sobre esse roteiro afetivo que se repete com novos atores, sem que a gente perceba. Com Freud, Dora, Mudança de Hábito e a clínica viva do dia a dia, a gente atravessa o campo da transferência — onde o passado se infiltra no presente pra tentar, talvez, ser ouvido.
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#011 - A Repetição
Neste décimo primeiro episódio do Quem Tem Medo de Psicanálise?, a gente mergulha fundo num dos movimentos mais enigmáticos — e mais cruéis — do sujeito: a repetição. Sabe quando a vida parece andar em círculos? Quando você muda tudo por fora, mas por dentro… algo insiste? Neste episódio, a gente fala sobre o que Freud chamou de “compulsão à repetição” — esse retorno do que não pôde ser simbolizado, do que ficou fora da linguagem e volta em forma de ato, de sintoma, de silêncio. A partir da clínica da violência doméstica, da Macabéa ao divertido looping psíquico de Feitiço do Tempo, a gente atravessa a dor de repetir o que nunca se elaborou. E tem uma pergunta que ecoa até o fim: será que a gente repete porque quer… ou porque é a única coisa que ainda resta de nós?
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#010 - O Narcisismo
Neste décimo episódio do Quem Tem Medo de Psicanálise?, a gente olha para o espelho — e não desvia o olhar. O tema é o narcisismo, esse conceito que atravessa a teoria freudiana como um fio entre o desejo e o eu. A partir de textos como Introdução ao narcisismo (1914), a gente pensa como o sujeito se constitui a partir do olhar do outro, como se fosse preciso ser refletido para existir. O bebê idealizado, o amor-próprio ferido, os vínculos que confundem o outro com um pedaço de si — tudo isso aparece nessa conversa. Neste episódio, a gente passa por Freud, Dorian Gray e os amores impossíveis pra entender por que amar alguém, às vezes, é só uma tentativa desesperada de continuar se olhando.
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#009 - A Pulsão
Neste nono episódio do Quem Tem Medo de Psicanálise?, a gente mergulha num dos conceitos mais intensos da teoria freudiana: a pulsão. Muito além do instinto, ela é uma força que empurra, insiste e repete — mesmo quando tudo já deveria ter passado. A partir de textos como As pulsões e suas vicissitudes (1915), a gente discute como o desejo não nasce da falta, mas de um excesso que vem de dentro. Entre o corpo e a linguagem, entre o impulso e o sintoma, a pulsão é o que não se adapta nem se resolve. Neste episódio, a gente atravessa Freud, o Cisne Negro e Camões pra entender o que nos move… quando nem a razão sabe explicar.
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#008 - A sexualidade na psicanálise
Neste oitavo episódio do podcast "Quem tem medo de psicanálise?", a gente mergulha num dos temas mais instigantes – e mais espinhosos – da teoria freudiana: a sexualidade. A partir dos “Três Ensaios sobre a Teoria da Sexualidade”, publicados por Freud em 1905, a gente explora o que a psicanálise quer dizer quando afirma que o ser humano é um ser sexual desde a infância. Mais do que falar sobre sexo, esse episódio fala sobre desejo, sintoma, corpo, culpa e repetição. Entre Freud, recalque e Fleabag, o que está em jogo aqui não é entender a sexualidade como função – mas como fenda. Como resto. Como aquilo que insiste, mesmo quando a gente já entendeu.
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#007 - O Complexo de Édipo
Neste sétimo episódio do podcast "Quem tem medo de psicanálise?", a gente revisita um dos conceitos mais conhecidos – e mais mal compreendidos – da psicanálise: o Complexo de Édipo. A partir do mito, da teoria de Freud e das críticas contemporâneas, a gente investiga o que esse conceito ainda tem a dizer sobre o desejo, a perda e a constituição do sujeito. Não se trata de repetir o modelo clássico, mas de escutar o que ele tentou nomear: o corte que funda o humano.
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#006 - Desejo: uma falta que move?
No sexto episódio do Quem Tem Medo de Psicanálise?, a gente mergulha no desejo — esse movimento que insiste, mesmo quando tudo parece parado.Desejo não é vontade, nem objetivo claro: é a falta que nos estrutura, a fome que segue mesmo sem saber do quê.A gente fala sobre como Freud e Lacan pensaram o desejo, por que ele não se resolve com respostas, e como a análise ajuda a sustentar essa pergunta que nunca se apaga.Se esse episódio mexeu com você, aproveita pra seguir o podcast aqui no Spotify. E, se puder, avalia e compartilha com quem também se pergunta por que a gente deseja o que deseja.
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Um espaço para quem tem curiosidade sobre o que é a Psicanálise e para quem está começando a jornada de se tornar um psicanalista.Siga no Instagram e no Substack para mais conteúdos sobre Psicanálise: Instagram - @mhprado ; Substack - @mariopradoQuer sugerir temas, compartilhar experiências, fazer críticas? Manda um e-mail para @[email protected]
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Mario Prado
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