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PODCAST · society

rascunho ambiente

Juliano Gomes grava áudios sobre assuntos de arte, política, cultura, tentando pensar algo.

  1. 49

    048 - "Uma Advogada Brilhante" (Ale McHado, 2025)

    Comentário sobre o filme brasileiro estrelado por Leandro Hassum que estava nos cinemas em março de 2025.

  2. 48

    047 - As coisas e seus segredos

    Esse áudio fala de uma certa atmosfera involuntária que tem como efeitos catalisar nossa insensibilidade com as coisas. Fala rapidamente do filme Amor Maldito, de Adélia Sampaio (1984), mas, contraditoriamente, esse não é um episódio que se dedica a um objeto. O problema está em todo lugar.

  3. 47

    046 - milton, o clube, a (des)individuação

    esse ep foi feito há um tempo mas errei no upload. hoje é aniversário, aniversário da esquina, da rua, alegria geral, festa de ninguém.

  4. 46

    045 - Greice, de Leonardo Mouramateus (2024)

    Reação depois da exibição do filme Greice, escrito e dirigido peli cineasta cearense Leonardo Mouramateus, cujo trabalho admiro demais e que acho que todo mundo vai se beneficiar ao conhecê-lo. O filme será lançado no final de julho pela distribuidora Glaz.

  5. 45

    044 - Coiote, Joni Mitchell, prisioneira das linhas brancas do caminho livre

    Sobre a canção de Joni Mitchell que - estranhamente - existe.

  6. 44

    043 - Sofia foi

    Sofia foi é o nome de um longa recente do Pedro Geraldo. Que estreou ano passado no FID Marseille e que foi programado na Mostra Tiradentes. Rever o filme na edição paulista da MT fez as palavras quererem ganhar o ar. Aí estão.

  7. 43

    042 - O fim é outra coisa (reação, take um)

    Esse áudio reage à sessão de estréia do trabalho "O fim é outra coisa". Idealizado e atuado por Zora Santos, dirigido por Grace Passô e Gabriel Cândido. A direção musical é de Maurício Badé. Acho que fica em cartaz até abril de 2024 em SP. https://www.sescsp.org.br/programacao/o-fim-e-uma-outra-coisa/ Há mais a falar.

  8. 42

    041 - Possíveis maritacas

    Som de possíveis maritacas e de um viaduto.

  9. 41

    041 - Uma tradição que não pára para existir

    Num curso de crítica em que trabalhei na Escola do Itaú Cultural, umas das nossas interlocutoras, Thaynara Britto, falou, num texto, a frase que dá nome ao episódio. Aí, aproveitou o primeiro som da voz num dia pra tentar continuar com essa ideia tão boa. O texto do Paulo Emília Sales Gomes é esse aqui .

  10. 40

    040 - Nada haver, segundo take, 2021

    Este áudio apresenta o segundo take de áudio que de certa forma viraria o filme Nada haver, qe é a semente geradora geradora desse podcast. O filme foi feito por mim, Juliano Gomes, Felippe Mussel e Frederico Benevides, e muita gente mais, que nem sabe que trabalhava, e a quem o filme é grato.

  11. 39

    039 - You don't know me

    Esse áudio é gravado em São Paulo. Passa por Jards Macalé, Caetano Veloso, José Mojica Marins, pelo Brasil, pela tradição moderna brasileira, e passará sempre por Torquato - porque de fato a matéria vida é muito fina.

  12. 38

    038 - Composição I - do livro Performances do Tempo Espiralar - Leda Maria Martins

    neste áudio Juliano Gomes lê grifos da primeira parte do livro editado recentemente pela editora Cobogó.

  13. 37

    037 - figura/fundo/diáspora/clima/transa

    Neste áudio gravado a beira do mar, fala-se da importância de modular-se como desaparecimento, de como é crucial saber desaparecer - num momento onde isso parece ser se tornar mais e mais difícil de acessar. A música da diáspora no Brasil e sua dinâmica de constante permuta permuta e inversão entre fundo e figura é um dos exemplos mais evidentes destes processos de perda e reconfiguração constante de contornos. Na seção final, chegamos ao exemplo do álbum do artista Clima, chamado Monumento ao Soldado Desconhecido. Lançado em 2016. Ao fim deste áudio, ouvimos uma faixa do disco, para comprovar ou desmentir o que foi anteriormente abordado.

  14. 36

    036 Sobre o cinema de André Novais Oliveira

    Hoje é aniversário do André Novais, cineasta da minha geração, cujo trabalho gosto demais de acompanhar e acho brilhante. Vocês vão encontrar muitos filmes e informações aqui, no site da Filmes de Plástico. Já escrevi - menos do que gostaria - sobre o trabalho do André. Aqui abaixo uma listinha: Sobre Ela Volta na Quinta na Cinética Comparei o Fantasmas com o A Voz e o Vazio: A Vez e Vassourinha (1998, Carlos Adriano) Fiz uma espécie de performance na SOCINE a partir do Fantasmas Escrevi sobre Pouco mais de um mês (demora pra carregar, mas espera que vai)

  15. 35

    035 Cineop: Estratégias reversivas da expressividade negra

    Este áudio traz a gravação da fala que fiz na mesa redonda "Corpo-tela: o som pensa o filme", ao lado de Izabel Melo e Bernardo Oliveira na Mostra de Cinema de Ouro Preto no dia 24 de Junho de 2023, num espaço da UFOP, no centro de convenções. A faia busca descrever algumas convenções e estratégias de expressividade não discursiva e sugerir algumas linhas nesse sentido.

  16. 34

    034 Reichenbach: cineasta do paradoxo (com Francis Vogner)

    Neste áudio, converso com o crítico, cineasta e professor Francis Vogner sobre as ideias do cinema de Carlos Reichenbach. A conversa é motivada pela exibição de O Paraíso Proibido na Sessão Cinética no IMS Paulista.

  17. 33

    033 Conhecimento x vivência?

    Este áudio deseja desfazer os convenientes enganos sobre algumas ideias correntes sobre o processo de saber-poder. O interesse principal é tentar rascunhar uma ideia de estudo não tutelado.

  18. 32

    032 Arquivo original, musical pré fabricado no metrô, rio

    Antes de gravar o áudio que postei antes desse, havia esse aqui. Onde o que se fala, mal dá pra ouvir, por ignorância técnica minha. Porém, gosto dele. Acho que conservá-lo faz sentido. Sempre que quiser, pode interromper a reprodução. Esse áudio está sob a emoção do peça Musical Pré Fabricado, encanada no Rio de Janeiro, no teatro Casa Grande e dirigida por Michel Melamed.

  19. 31

    031 Musical Pré Fabricado

    Juliano Gomes se interessa pelo trabalho de Michel Melamed e nem tanto pelo trabalho do Los Hermanos. Nesse áudio, tenta-se pensar o pop, a ideia de pré-fabricação, e elenca-se alguns outros trabalhos do MM: como as peças Adeus à Carne e Monólogo Público (esqueci o nome na hora), e os programas de TV Comentário Geral, Recorte Cultural e Bipolar Show. O instagram da peça em questão é esse.

  20. 30

    030 Pode um estádio falar?

    Este áudio foi gravado em sua maioria no dia 27 de abril de 2023 no Estádio do Maracanã durante o jogo entre Flamengo e Maringá. Durante o áudio há um gol. Além disso, a postagem acredita na beleza das dinâmicas vocais, e suas mais variadas nuances, catalisadas pela ambiência da arquitetura do estádio. Um jogo é um grande evento acústico.

  21. 29

    029 Este é um podcast conservador

    Juliano Gomes usa o título caçador de cliques para explorar o sentido da crítica cultural como exercício de conservação, em oposição às forças reacionários que as vezes se autodeclaram conservadoras, mas querem afinal destruir tudo, dar um reset geral pra impor seu desejo ahistórico. Há também o uso pela primeira vez, uma vinheta de início e de final no áudio.

  22. 28

    028 Pós RP Boo: footwork é um microscópio

    Depois de ouvir o set do artista estadunidense o podcast percebeu que falou besteira dizendo que footwork é um ritmo. Não é.

  23. 27

    027 RP Boo, footwork e a alegria infinita de mexer (ou total darkness)

    Neste fim de maio de 2023, um grande artista vai se apresentar aqui no Brasil, o estadunidense RP Boo. No Rio será na Wobble. Este áudio tenta plasmar o encanto com essa música/dança. Ouça estas sugestões: Bangs & Works - Coletânea Double Cup- DJ Rashad Legacy 2- RP Boo Ótima entrevista em português com RP Boo no ótimo O Volume Morto. A faixa do fim se chama Total Darkness.

  24. 26

    026 Por quê fazer isso aqui?

    No nosso tempo histórico, as razões das coisas parece que precisam ser mais e mais re-explicitadas. Aqui fala-se da pressão do mainstream sobre a cultura, em todas as instâncias, das formas de resistência, o problema do cliente, do inacabamento inerente. E também fala-se algumas das razões da escolha deste nome. O problema da comunicação como produção de igualdade de condições, é algo que se fala aqui também. O texto "Sobre diferença sem separabilidade" (Denise Ferreira da Silva) é uma referência que aparece no meio do episódio.

  25. 25

    025 Pedro Costa, Vitalina Varela: a construção civil

    Nesse áudio fala-se do trabalho do grupo de colaboradores do diretor português Pedro Costa, que trabalha com um grupo extenso e fiel de imigrantes das ex-colônias portuguesas, em filmes como Ossos (1997), No Quarto de Vanda (2001), Juventude em Marcha (2006), Cavalo Dinheiro (2014) e Vitalina Varela (2019). Em 2019, tive a sorte de conversar com Pedro e Vitalina em Lisboa. Nos filmes, há bastante barulho de construção, em especial no Vanda. Neste episódio, os sons quiseram se fazer presentes, mandar um salve pros filmes. 25 é o nome de um filme de Celso Luccas e José Celso Martinez Corrêa, filmado em Moçambique em 1975. Saiba mais sobre ele aqui. Já escrevi sobre os filmes do Pedro Costa algumas vezes. Faço uma listinha: Vitalina Varela - com Fábio Andrade, com Victor Guimarães Cavalo Dinheiro Ossos

  26. 24

    024 Por uma descolonização sem senhores & por uma dose ética de caos (e Gil)

    Este episódio começa com o problema do número 24, que é o veado no Jogo do Bicho. Mas na verdade, o centro aqui é o problema do efeito de leitura que insiste autoritariamente que as coisas sejam uma só. Fala-se também de uma certa dose ética de caos, que é inerente meio que a tudo. Este aqui continua o anterior. Fala-se sobre a dinâmica do processo cultural. Acaba meio que sendo uma meta áudio. O heroísmo decolonial, em alguns casos, pesa a mão. Esse áudio é semi reativo a isso. Fala-se também do problema ontológico do que quase é. Este áudio termina com Gilberto Gil cantando a música Copo Vazio no seu álbum Ao Vivo de 1974. Somos inadequados a nós mesmas. Este podcast segue buscando cultivar sua inadequação relativa. Digam vocês.

  27. 23

    023 Carnaval de Congo ou mais de uma coisa sempre acontece

    Este áudio é composto por: - a gravação da minha voz, feita nas ruas de Copacabana - gravações curtas realizadas no Carnaval de Congo de Roda D´água, em Cariacica, com as bandas de Congo (em ordem) de São Sebastião de Taquaruçu e a Banda de Congo Mestre Tagibe. - o sample Beat Panelada dos Fluxos (130bpm) do Dj Juhzinho A ideia geral é a aposta (e sua verificação) na força simultânea de continuidade e descontinuidade que é constituinte nos materiais culturais, em relação ao undo social. E que essa tensão dupla é uma sugestão ética de relação, que é verificável (não é uma idealização). Este áudio tá tentando embasar um pouco mais o anterior. Ainda estamos no campo de uma defesa de inautenticidade, usando aqui materiais vistos como "naturais", "primitivos", claramente associados à materiais contemporâneos como o funk. Ah, esqueci de mencionar que há também, por efeito de comparação, um trecho de uma gravação do Boi da Maioba, de São Luiz do Maranhão. Vocês podem ouvir a gravação completa aqui. Pra finalizar, o livro que o texto se refere é o livro Negros no Espírito Santo, organizado pelo professor da Ufes, Osvaldo Martins, traz em sua primeira parte escritos fundamentais do falecido professor e pesquisador Cléber Maciel, que aborda a origem dos negros capixabas, aspectos da escravidão, a herança cultural afro-capixaba.

  28. 22

    022 Em defesa da inautenticidade

    Esse áudio pega e continua o problema do cabelo negro descolorido, e seus efeitos plásticos e sociais. O foco é a inautenticidade, sua força, sua duplicidade inerente e sua sedução. Não qualquer inautêntico, mas aquele que oscila. Este episódio quer sublinhar a força de um trabalho político, plástico, social, comunitário, sem donos, e extremamente efetivo. Um dos exemplos de base é este trabalho do Maxwell Alexandre de 2018, o Batismo. Você pode ver mais informações sobre ele aqui. Ao fundo, ouve-se o mar.

  29. 21

    021 Viva o duvidoso, o trabalho de Maxwell que não vi e a continuidade inerente

    Ouvindo o áudio 20, deu desejo de continuar. Aí apareceu a procissão que o artista Maxwell Alexandre fez saindo da Rocinha, rolezinho, arrastão, nevou, Ivo Meireles, e a continuidade imparável do duvidoso. Só de escrever essa descrição, já veio uma outra batendo a porta para os próximos (sim, é promessa): drapetomania? sabe o que é?

  30. 20

    020 Materiais duvidosos: o poder, o trabalho, a pintura, Maxwell, Alexandre

    O trabalho do jovem artista carioca Maxwell Alexandre é hoje no Brasil um exemplo de novas imbricações entre materialidade, inserção institucional, neoliberalismo e políticas de representação. Se tivesse que escolher hoje um único exemplo onde as principais linhas de força contemporâneas se elucidam, seria no trabalho dele. Esse áudio está tentando rascunhar algumas delas, a partir da visita ao espaço que o artista inaugurou no bairro de São Cristóvão, no Rio de Janeiro. A página do espaço é essa aqui https://www.pavilhao.faith/ Aqui a página dele https://www.maxwellalexandre.faith/ Sigam também o instagram dele. Os textos que o áudio se refere saem em geral aqui https://www.instagram.com/maxwell__alexandre/

  31. 19

    018 Museu ainda: a pureza não deixa sobreviventes ou por uma diversidade estrutural

    nesse áudio o esquecimento trabalhou bem, obrigado esquecimento, Helena, desculpa Jodorowski, mas tu força muito, obrigado Hilton Als, teu livro Garotas Brancas lançado pelo Fósforo botou fogo por aqui. A tentativa foi de falar do bem, do sistema da moralidade. Será que dá pra usar "diversidade" radicalizando ela? toda comunicação é violenta (a boca disse e saiu correndo). Tem que ser viola!

  32. 18

    017 Museu Nacional ou o teatro como injustiça

    Uma peça de teatro com nome de instituição pública foi base pro vento das palavras empurrar na direção da contradição inerente entre o justo, ajustado e desajuste ou o desajuste. "O teatro é um ato de justiça"? Ouça para não descobrir a resposta.

  33. 17

    016 em defesa da corrupção

    Conversando com Fábio Andrade e Bernardo Oliveira, falando de O Fio da Memória, filme de Eduardo Coutinho, chegamos ao misifi, e louvamos afinal a corruptela, I am her friend, her tongue is in my mouth, I can speak her sentiments for her, escreveu Zora Neale Huston, não tão longe de MC Poze do Rodo, mas infelizmente longe de tudo que está privado, gravado direto do fogo no outono de calhas roubadas

  34. 16

    015 isso não é música

    esse áudio tenta falar das coisas que não são, do que não é reconhecido como tal, daquele momento onde alguém te fala "isso não é música", "isso não é um filme", "isso não é dança ", sabe? porém, às vezes, diante da polícia, é interessante não ser. é uma tragédia e uma oportunidade. a dialética rarefeita entre não ser e ser outro. (Paulo Emílio disse). Esse episódio quer trafegar nessa zona. Na verdade, este projeto do rascunho tem esse desejo, de trafegar esse espaço, de não ser um podcast... enfim, mais uma tentativa de sugestão ínfima. que é uma continuação disfarçada do áudio anterior. e ele também reconhece a forma do desejo de pertencer, o desejo de ser, sua validade e seu uso. porém, aqui, agora, interessa a outra ponta da coisa. foi falado: o trabalho de GG Albuquerque, o Volume Morto, e alguns vídeos com falas de DJs.

  35. 15

    014 "Não serei eu uma mulher?" #mostratiradentes

    Terminando a sequência de áudios sobre a Mostra Tiradentes de Cinema, comento aqui sobre um grupo de filmes exibidos lá: Alegria é a Prova dos Nove (Helena Ignez, 2023) Caixa Preta (Bernardo Oliveira, Saskia, 2022) O Canto das Amapolas (Paula Gaitán, 2023) Mugunzá (Ary Rosa, Glenda Nicácio, 2022) Vermelho Bruto (Amanda Devulsky, 2022) Filmes dirigidos por mulheres, com propostas firmes e singulares, que dão a impressão de não se prestarem à leitura como "filmes de mulheres" ou coisa afim. Essa suposta "falha de reconhecimento" parece ter a ver justo com originalidade e autonomia construída nestas obras. Esta é a hipótese deste áudio gravado na praia. As aspas do título são uma referência ao discurso proferido por Sojourner Truth (1797) como uma intervenção na Women’s Rights Convention em Akron, Ohio, Estados Unidos, em 1851. Dá pra lê-lo aqui.

  36. 14

    013 - sobre O Canto das Amapolas (Paula Gaitán, 2023) #mostratiradentes

    Este áudio comenta a obra da cineasta colombiana-brasileira a partir de seu longa mais recente, que ganhou o prêmio principal da Mostra Olhos Livres na Mostra Tiradentes 2023. Na página da Embaúba Play foi onde encontrei melhores informações sobre o trabalho da Paula e alguns filmes disponíveis. E o curta Memória da Memória tá aqui.

  37. 13

    012 Conversa com Amanda Devulsky, diretora de Vermelho Bruto #mostratiradentes

    Esse áudio reúne dois fragmentos da conversa que tivemos em Tiradentes-MG, em janeiro de 2023, quando lá foi exibido o filme, na Mostra Aurora. Escrevo agora em março de 2023, quando o filme está pra ser exibido na edição do mesmo evento em São Paulo. Neste link há mais informações sobre a Mostra Tiradentes SP 2023. A produtora do filme se chama Casa de Arroz, e é o lar dos trabalhos do Pedro B. Garcia e da Amanda. Há um outro áudio com comentário sobre o filme aqui. Escrevi sobre um outro trabalho da Amanda na Revista Rosa, como é citado neste áudio.

  38. 12

    011 sobre individualidade, mutirão e caráter

    Ainda reverberando as experiências da #mostradetiradentes, esse áudio cita os filmes: O canto das amapolas (Paula Gaitan, 2023), As linhas da minha mão (João Dumans, 2023), Vermelho Bruto (Amanda Devulsky, 2022), Solange (Nathalia Thereza e Thomas Osten) e A vida são dois dias (Leonardo Mouramateus, 2022). Rapidamente, fala-se de Macunaíma, livro de Mario de Andrade.

  39. 11

    010 sobre Vermelho Bruto (Amanda Devulsky, 2022) #mostratiradentes

    Comentário sobre Vermelho Bruto (Amanda Devulsky, 2022) #mostratiradentes

  40. 10

    009 Sobre Xamã Punk (João Maia, 2023) #mostratiradentes

    Comentário sobre o filme Xamã Punk (João Maia, 2023) #mostratiradentes

  41. 9

    008 Sobre As linhas da minha mão (João Dumans, 2023) #mostratiradentes

    Comentário sobre As linhas da minha mão (João Dumans, 2023), primeiro filme da competitiva Aurora. Fiz também um comentário em vídeo no meu ig  #mostratiradentes

  42. 8

    007 Sobre Terruá Pará (Jorane Castro, 2023) #mostratiradentes

    Neste episódio, disponibilizo o comentário que fiz sobre o filme Terruá Pará (Jorane Castro, 2023), no debate dedicado ao longa paraense. #mostratiradentes

  43. 7

    006 Comentário sobre o filme Caixa Preta (Bernardo Oliveira, Saskia, 2022) #mostratiradentes

    Comentário sobre o filme Caixa Preta (Bernardo Oliveira, Saskia, 2022) #mostratiradentes Caixa Preta é uma produção do QTV, procurem saber. E é um desdobramento do projeto Ciranda do Gatilho, vejam aqui. #mostratiradentes

  44. 6

    005 Mungunzá (2022), de Ary Rosa e Glenda Nicácio #mostratiradentes

    Comentário sobre o filme Mungunzá (2022), de Ary Rosa e Glenda Nicácio, que abriu a Mostra de Cinema de Tiradentes 2023. Outros filmes deles estão online no site da Mostra . #mostratiradentes

  45. 5

    004 A caminho da Mostra de Cinema de Tiradentes 2023

    Os próximos áudios vão se ocupar da Mostra de Cinema de Tiradentes. No instagram @camaradojuliano vai ter vídeos comentando filmes e questões da Mostra. Essa é a segunda temporada do rascunho ambiente. Desfrutem. #mostradetiradentes

  46. 4

    003 deixa o tubarão te pegar: bernard hermann, tchakabum, dj lk da escócia e a vanguarda brasileira está sempre no mesmo lugar

    este áudio encantado pelo hit viral tubarão te amo faz conexões com bernard hermann, tchakabum, e o parâmetro das discussões sobre cultura brasileira, que insiste em se negar a ver que experimentação estética está onde sempre esteve no Brasil. douglas gordon é da escócia,dj lk também. Referências: Tubarão te amo Bernard Hermann Tchakabum Tecnologias do beat, por GG Albuquerque

  47. 3

    002 Um Marte um

    Embaixo de castanheiras altas, o áudio fala sobre Marte um, a questão do Um, e sobre o trabalho de Gabriel Martins e do grupo da Filmes de Plástico. Links relacionados: Site Filmes de Plástico curta Mundo Incrível Remix curta Contagem longa No Coração do Mundo

  48. 2

    001 protagonismo?

    Interrogações em Copacabana sobre a naturalização da ideia de protagonismo no cinema e na política

  49. 1

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