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PODCAST · music

Solada

Heavy metal, futebol e memórias de headbangers - não necessariamente nessa ordem.

  1. 118

    Análise do Bangers 2026 – e do show do Angra

    Depois de cancelamentos e outros eventos, o Bangers 2026 aconteceu e com um bom público em São Paulo. Além de atrações como o Arch Enemy, prejudicado pela bateria triggada, finalmente tivemos a celebração da carreira do Angra, com o remember da fase Rebirth e a passagem do bastão de Fábio Lione para Alírio Neto. Thiago esteve nos dois dias do show e conta o que viu nesse episódio especial.

  2. 117

    Chegou a hora do Bangers 2026 – finalmente

    Depois de semanas com capítulos da novela AngrA e cancelamentos de banda, finalmente chegou a hora do Bangers 2026. Comentamos um pouco sobre o evento e as colisões de atrações, naquele jeito de quem reclama, mas gosta muito. Além disso, falamos um pouco sobre o clima do festival. Em tempo, o Thiago deixou um clashfinder pronto em https://clashfinder.com/s/bangersopenair2026 .

  3. 116

    Infinite Illumination, a despedida do Spirit Adrift

    Nate Garrett decidiu encerrar o Spirit Adrift, mas fez isso em grande estilo. “Infinite Illumination” é uma volta ao início do projeto, pendendo mais para o doom moderno que foi uma das suas marcas. Olhamos para o disco -e também lamentamos o fim de mais uma banda interessante.

  4. 115

    Judas Priest em uma década

    Da lama à fama, o Judas Priest viveu extremos representados em dois discos. “Sad Wings of Destiny” sai em 1976 em um momento que a banda acreditava no seu potencial, mas com poucos recursos e com alguns integrantes com outros empregos para poder viver. Pela primeira vez, a banda pode apostar no som que gostaria, resultando em um clássico. Uma década depois, com uma situação financeira oposta, mergulha de vez no som comercial com “Turbo”. O disco de 86 reflete muito o momento do grupo, que alcançou seu auge comercial apostando em um glam rock.

  5. 114

    50 anos de 2112, a aposta da vida do Rush (collab com Rock na Mesa)

    Em 1976, o Rush precisava encontrar uma saída. “Caress of Steel” não rendeu como deveria e a gravadora pressionava por um produto mais acessível. A banda foi pelo lado oposto e dobrou a aposta, mas polindo mais ainda o seu som diferente. 50 anos depois, olhamos um discos que abriu as portas do mundo do trio para muita gente – até mesmo indiretamente com um certo cover... Este episódio é uma colaboração com os parceiros do Rock na Mesa, desta vez sem Blaze Bayley.

  6. 113

    A volta surpresa do Neurosis com An Undying Love for a Burning World

    Do nada, um disco novo do Neurosis apareceu nos streamings na semana passada. Depois de 10 anos sem lançar álbum e após problemas puxados entre a banda, “An Undying Love for a Burning World” mantém o alto padrão da banda que ajudou a definir o que é post-metal.  Aproveitamos para comentar as músicas e explicar o porquê do lançamento ser um dos prováveis discos do ano e repassamos o show do Kadavar em SP e o Papangu no Lolla.

  7. 112

    Master of Puppets e o auge técnico do MetallicA

    Em 1986, o MetallicA mostrou ao mundo que o thrash metal poderia ser refinado sem perder a brutalidade. Com o tempo, percebemos como é bem parecido com Ride the Lightning, mas já mostrava sinais que seriam vistos no Black Album depois, mesmo sem Cliff Burton. No final do episódio, brincamos de De Volta para o Futuro e pensamos no que teria acontecido com a banda se o saudoso baixista ainda estivesse vivo.

  8. 111

    A beleza de Holy Land três décadas depois

    Na outra parte do olhar sobre o metal brasileiro em 1996, olhamos com carinho para “Holy Land”, disco do Angra que fala sobre o descobrimento do país e, no fundo, também sobre a própria banda. Olhamos para as músicas, mas também voltamos no tempo do lançamento para lembrar e pensar como foi ver um disco de power metal combinar referências eruditas com sons brasileiros.

  9. 110

    Sepultura deixa riff rumo ao ritmo em Roots

    A principal atração de Roots foi o destaque para a brasilidade em um gênero musical um pouco averso a este tipo de sonoridade. Três décadas depois, olhamos para o disco de uma outra forma, da mudança de uma banda que calcava sua força nos riffs para pensar muito mais no ritmo, marcando a mudança do groove metal em si para o que depois viria a ser o jovem nu metal. Voltamos no tempo, no disco e em histórias pessoas de 1996 neste episódio.

  10. 109

    Tribulation, vocalistas no Bangers, reunião do Angra e Rush no Brasil

    Enquanto nossas carteiras vão esvaziando com a volta do Rush ao país, comentamos um pouco sobre o aclamado show do Tribulation e novas informações do “chá revelação de vocalistas” do Arch Enemy e Nevermore para o Bangers. Como sempre, olhamos para o Angraverso para falar sobre o show de aniversário do Rebirth fora do festival.

  11. 108

    Skunkworks, o momento grunge de Bruce Dickinson

    Depois de Balls to Picasso, o original e a discutível versão recente, Bruce Dickinson tentou vôos ainda mais ousados em 1996. Skunkworks não foi muito bem compreendido na época, resultado de um cantor conhecido com uma direção e uma banda de novatos com outras ideias na cabeça. Jack Endino, o lendário produtor do grunge, tentou juntar estas peças em um disco que não foi bem compreendido na época, mas ainda guarda bons momentos. 

  12. 107

    Duelo de deuses em 86, Seventh Star x Ultimate Sin

    Praticamente ao mesmo tempo, Tony Iommi lançou o disco mais contestado do Black Sabbath enquanto Ozzy Osbourne aproveitava o potencial de Jake E. Lee para fazer a sua versão de um clássico do metal. Se por um lado “Seventh Star” tem aquele clima de “pote de sorvete na geladeira que na verdade tem feijão”, “Ultimate Sin” tem muito potencial que não foi aproveitado – e nem devidamente creditado. Também aproveitamos para repensar a conversa sobre esse disco ser um projeto solo do pai do metal, que na verdade é muito mais questão de ego ferido.

  13. 106

    Megadeth e Krushers of the World, 2026 começa com pé no thrash

    Depois de um breve hiato por motivos pessoais, o Solada volta com o pé no thrash metal. 2026 começa com o canto do cisne do Megadeth, mas também com mais um disco do Kreator. Comparamos os dois álbuns, olhamos para as bandas e perdemos a linha depois da definição do “tribal alemão”.

  14. 105

    Troféu Chuteira de Aço de Melhores do Ano

    No apagar das luzes de 2025, repassamos o ano na nossatradicional premiação anual. Como o Chuteira de Aço é diferente, também comentamos o que deveríamos ter dado mais atenção e não comentamos em episódios regulares.

  15. 104

    1985, o ano que o metal entortou e virou progressivo

    Depois do Rush fazer a galera perder o medo de mostrar as habilidades dentro do rock mais pesado, muitas pessoas atentas aos movimentos de Iron Maiden e Metallica pensaram “nós somos bons, então não podemos deixar o metal mais torto?”. A resposta desta pergunta vem em discos quarentões. Seja no Fates Warning ou no Watchtower, podemos ouvir o nascimento de um subgênero que não tem medo de ser pesado e trabalhado ao mesmo tempo. Repassamos três discos de músicos que não sabiam que estavam fazendo história.

  16. 103

    Testament ajusta rumo para falar do mundo atual em Para Bellum

    Depois de cinco anos sem um disco novo, o Testament lançou Para Bellum. A troca de Gene Hoglan por Chris Dovas na bateria deu um novo gás pra banda, com um bom balanço entre peso e melodia. Diferente do outro disco, temos uma produção que valoriza detalhes enquanto discute questões atuais (de um jeito thrash metal), resultando em um disco que tem motivos para ir para as listas de melhores do ano.

  17. 102

    AC⚡DC em dois tempos em um mesmo ano

    Somamos dois discos que fazem 50 anos para comemorar a edição 100 do Solada. Em 1975, os australianos do AC⚡DC lançam High Voltage e T.N.T., álbuns que mostra uma banda que ainda procurava achar o seu tom próprio entre o blues e o rock. Lançados apenas na Austrália, no ano seguinte seriam reformatados para a versão internacional de High Voltage. Repassamos estes dois discos e também Ballbreaker, disco que rodou muito nas nossas vidas e saiu há 30 anos atrás. Para não perder a sequência dos fatos da outra semana, também mandamos alguns pitacos sobre a “reunião-nova formação-fato novo” do Angra.

  18. 101

    Destrinchamos o elenco do Monsters e do Bangers

    Destrinchamos o elenco (quase) completo do Bangers Open Air, anunciado nessa semana e também mandamos nosso pitaco nas atrações já confirmadas do Guns, ops, Monsters of Rock. Lembramos que este episódio foi gravado antes da confirmação do segundo headliner, que todo mundo no momento especulava ser o AngrA.

  19. 100

    “Alice in Chains” ou os diários da heroína

    “Alice in Chains”, terceiro disco da banda de Seattle, tinha tudo para ser um completo desastre. Era uma banda em fim de ciclo, dominada por vícios e pressionada para entregar mais um disco. O quarteto acaba encontrando uma saída temporária no estúdio, resultando no álbum também chamado de “Tripod”. Vale voltar no disco, mesmo criado debaixo de uma tempestade de heroína e crises de relacionamentos e amizades. No fim do programas, repassamos um pouco o grunge no geral. Além disso, comentamos o retorno do AC/DC no Brasil e o Gunsn’Roses que provavelmente já tem CPF. Em tempo, este é um episódio um pouco pesado, não pense duas vezes antes de pedir ajuda.

  20. 99

    Dead Winter Dead, o musical do Savatage (e de outra banda...)

    A guerra da Bósnia mostrou ao mundo uma consequência triste das mudanças vividas com as transformações no Leste Europeu. Entre abril de 1992 e dezembro de 1995, o fim da Iugoslávia acentuou a transformação de grupos que conviviam em conjunto em inimigos mortais. Inspirados em histórias reais, o Savatage começava uma trilogia informal de discos baseados em notícias. Dead Winter Dead sai semanas antes do fim do conflito, e mostra uma banda ainda em reconstrução, mas com um objetivo claro. E uma certa birra com o metal vai resultar em outra banda, mas esta é mais uma das histórias que contamos neste episódio.

  21. 98

    30 anos de Ozzmosis

    A aposentadoria pode não ser aquilo que você imagina. Em 1995, Ozzy Osbourne  decide transformar algumas faixas-bônus em um novo disco, voltando para a vida que aparentemente teria sossegado anos antes. A parceria com Steve Vai não funciona e o que poderia ter sido um disco complicado resulta em Ozzmosis. Chamamos Perry Mason e olhamos com atenção para o último grande disco do madman.

  22. 97

    30 anos de X Factor e Blaze no Iron

    Há 30 anos atrás, o jovem Blaze Bayley assumia o seu posto como vocalista do Iron Maiden. The X Factor mostrou uma banda diferente, mudando o seu som para marcar a então nova fase. Amado por uns, odiado por outros, é um disco importante na trajetória do Iron Maiden. Em uma collab com o podcast Rock na Mesa, viramos o disco do avesso, comentando até as faixas dos singles. É o maior episódio do podcast até agora, mas mostramos alguns detalhes que fazem a diferença na hora de entender o álbum.

  23. 96

    Stomp 442, quando o Anthrax não foi Anthrax

    Uma gravadora que não apoiava a banda, um guitarrista importante fora e uma capa reciclada de outro disco. Stomp 442 é uma coleção de problemas, mas é um disco do Anthrax que tem seus bons momentos, mesmo que não lembre a banda mesmo. Passamos pano para um disco difícil de passar pano e até erramos o número do episódio nisso.

  24. 95

    O Rush voltou (Solada breaking news)

    É isso mesmo, o Rush voltou. Alex Lifeson e Geddy Lee anunciaram o retorno oficial aos palcos para o ano que vem, acompanhados de Anika Niles na bateria. Fizemos praticamente um react, especulando algumas coisas – e pensando em qual show escolher.

  25. 94

    Rush em 10 anos e 3 discos

    1975 e 1985 foram dois anos bem interessantes para o Rush. Com Fly by Night, a banda apresenta ao mundo um senhor chamado Neil Peart, que entrega um disco de hard rock já com sinais claros do que aconteceria adiante. No mesmo ano, com mais liga, a banda arrisca tudo com Caress of Steel e quase acaba ao entregar um disco ousado e que tem sua beleza, mesmo que cabeça demais para jovens de vinte e poucos anos. Uma década depois, Power Windows mostra o trio tentando usar as tecnologias disponíveis para entregar um disco que fosse maduro sem apelar para o AOR. Repassamos esses três discos no episódio, passando um pouco de pano para o trio, mas também lamentando algumas decisões.

  26. 93

    Bestiary, a aposta do Castle Rat

    Depois de atrair olhares com o seu metal digno das páginasde Sonja e Conan, o Castle Rat lançou seu segundo disco. The Bestiary expande o conceito digno das histórias de fantasia, mas não simplifica o som. Analisamos essa aposta arriscada, mas que entrega bons momentos.

  27. 92

    30 anos de Slaughter of the Soul + valeu, Tompa

    Infelizmente, a passagem de Tomas “Tompa” Lindberg deixou a semana mais triste. Uma das forças criativas responsável por moldar o que conhecemos como death metal melódico, melodeath ou metal de Gotemburgo, trabalhou em muitos projetos, mas seu principal trabalho foi com o At the Gates. Neste ano, o disco “Slaughter of the Soul” completa 30 anos e aproveitamos para olhar com cuidado para o “Reign in Blood” da sua geração.

  28. 91

    Setembro Negro 2025 e Bruce Dickinson no The Town

    Depois de um final de semana movimentado, repassamos o que aconteceu na edição de 2025 do Setembro Negro e ainda comentamos um pouco sobre Bruce Dickinson no The Town.

  29. 90

    Celtic Frost e os 40 anos de To Mega Therion

    Na semana do Setembro Negro, aproveitamos a passagem de Tom G. Warrior com o Triptykon para fazer o que ele fará ao vivo, tocar clássicos do Celtic Frost. "To Mega Therion", o segundo disco, completa 40 anos agora em outubro e ouvimos um discos que moldou uma cena. Também comentamos o que pode surpreender na edição deste ano do festival.

  30. 89

    10 anos de Meliora, a virada na carreira do Ghost

    Nem parece, mas Meliora, do Ghost, completou a sua primeira década. Depois de dois discos, a banda chama um produtor pop para ajudar a deixar o capeta mais palatável, usando ideias mais contemporâneas (e um pouco de ABBA) no mix de Candlemass e Sabbath que tinha dado certo antes. Viramos o disco do avesso, mas também aproveitamos para comentar a grande fase do Testament.

  31. 88

    30 anos de Mandylion, o disco que revelou Anneke van Giersbergen

    Em agosto de 1995, uma banda holandesa lançava o seu terceiro disco depois de quase acabar. Mandylion, o terceiro disco do The Gathering, completa 30 anos e sempre será lembrado como o momento em que o mundo metálico descobre Anneke van Giersbergen.

  32. 87

    A década mágica de Dio

    Foram dez anos mágicos. Do lançamento do disco de estreia do Rainbow, em agosto de 1975, até Sacred Heart, o terceiro álbum em sua carreira solo uma década depois, Ronnie James Dio atingiu seu auge comercial. Pareando os discos, contamos como o vocalista tornou-se um ícone do metal.

  33. 86

    A evolução do Nevermore

    Aproveitamos o aniversário de 20 anos da pedrada ThisGodless Endeavor para repassar a discografia do Nevermore. A banda oferecia peso, mas com um refino técnico, vocal e melódico único. Relembre alguns clássicos – e torça conosco para a nova formação aparecer no Bangers.

  34. 85

    Sabotage aos 50 (e um obrigado pro Ozzy)

    Como diria o AC/DC, we’re back in black. Transformamos o luto pela perda do Príncipe das Trevas na celebração dos cinquenta anos de Sabotage, o último e furioso disco do inigualável sexteto inicial do Black Sabbath e que, de certa forma, deu os primeiros sinais de algumas facetas de Ozzy Osbourne que desabrochariam alguns anos depois em sua carreira solo. Ouça no Spotify, Apple Podcasts ou veja pelo YouTube.

  35. 84

    Obrigado, Sabbath

    Back to the Beginning reuniu a nata do metal em Birmingham no último sábado. Como disse Scott Ian, foi um momento não para dar tchau para Ozzy e o Sabbath, mas agradecer a banda que criou o heavy metal. Repassamos os shows, o que funcionou e o que nos surpreendeu. Depois disso tudo, agora queremos um show assim para o Aerosmith....

  36. 83

    Duelo 13 versus Forbidden na semana Sabbath

    Na semana de Back to the Beginning, o show final de Ozzy Osbourne e do Black Sabbath, o Solada coloca dois discos para brigar. Voltamos para "Forbidden", considerado o ponto baixo da banda, e encontramos nele músicas melhores do que "13", o disco badalado e produzido por Rick Rubin. Brincamos de mexer nas mixes e inclusive puxamos algumas pérolas do guru neste episódio quase especial para o derradeiro show da banda responsável por tudo.

  37. 82

    20 anos de Octavarium, o disco de covers sem ser de covers do Dream Theater

    Há 20 anos atrás, o Dream Theater lançava Octavarium, um disco que não esconde sua breguice. Apesar disso, a ideia de homenagear várias bandas sem fazer covers – apesar de algumas forçadas de barra – é o último momento mais sólido da banda. Voltamos no tempo e combinamos algumas memórias da época, com o olhar que só quem foi chamado de “these people” tem.

  38. 81

    Sleep Token para metaleiros velhos

    Even in Arcadia, último disco do Sleep Token, saiu há algumas semanas e já alcançou alguns recordes de vendas. Tentamos entender porque esta banda marcada pelo mistério faz sucesso combinando estilos, mas a partir do nosso olhar de velhos metaleiros.

  39. 80

    React setlist Iron Maiden + 20 anos de Tyranny of Souls

    Voltamos no tempo para um disco que nem mesmo seu artista conseguiu promover do jeito que o álbum merecia. Tyranny of Souls ficou de canto com o tempo, mas em pouco mais de 40 minutos entrega bons frutos da parceria de Bruce Dickinson com Roy Z. Aproveitamos a data e também comentamos o novo set do Iron Maiden para a Run for Your Lives Tour, que pode ser a derradeira da banda.

  40. 79

    Subhuman Race e Waiting for the Punchline, a uva passa na farofa

    Em 1995, duas bandas importantes para o hard rock enfrentavam mudanças no cenário e resolveram procurar caminhos diferentes. Colocamos o Skid Row e seu Subhuman Race contra Waiting for the Punchline do Extreme em um duelo para ver qual destas duas farofas com uva passa é a melhor.

  41. 78

    1995, o ano do power metal europeu

    Rage com Black in Mind, Stratovarius com Fourth Dimension, Blind Guardian com Imaginations from the Other Side e Gamma Ray com Land of the Free. Essas quatro tijoladas foram lançadas todas entre março e maio de 1995. Voltamos para o passado, contamos a treta entre as gravadoras e cantamos alguns dos clássicos destes álbuns para entender o que fez deste ano um dos principais para o estilo.

  42. 77

    Saldos (e a ressaca) pós-Bangers

    Depois da maratona de shows de abril, analisamos os três dias de Bangers Open Air. Como no ano passado, pensamos o que funcionou ou não, além de especular um pouco sobre o porquê do som ruim em alguns shows e lamentamos como isso prejudicou o Armored Saint.

  43. 76

    Skeletá, do Ghost, divide opiniões

    O novo disco do Ghost é puro esmero e manualidade, como diria um artista gráfico, mas nem todo mundo gostou. Cheio de detalhes e introspectivo, mergulha no hard rock dos anos 80. O Solada discute Seleta, pontuando o que funcionou ou não. Também comentamos um pouco do Bangers Open Air, que acontece nesse final de semana.

  44. 75

    Balanço do Monsters e shows paralelos

    São Paulo recebeu um combo de shows e o Solada repassa o que aconteceu no último final de semana. Primeiro foi o Monsters of Rock, com Stratovarius, Opeth, Queensrÿche, Savatage, Europe, Judas Priest e Scorpions. Depois, Queensrÿche abriu para o Judas Priest no domingo de noite no Vibra SP, com Opeth e Savatage no Espaço Unimed na segunda. Ou seja, metaleiros cansados relembrando o passado Savatágico 24 anos depois.

  45. 74

    The Spin, o encontro do doom e do pós-punk dos italianos do Messa

    Os italianos do Messa lançaram The Spin na semana passada e estão colhendo o sucesso do disco. Além da combinação de pós-punk que flerta com o doom metal sem medo de deixar espaço para cada membro explorar seu talento e fritar algumas guitarras, a voz de Sara Bianchin marca um disco que chega já indo para a lista dos melhores do ano. Além disso, repassamos um pouco a preparação para o final de semana de shows, com Monsters, Priest, Opeth e Savatage.

  46. 73

    Os 40 anos de Bonded by Blood e Hell Awaits

    O thrash metal estava em alta em 1985, mas faltava o lançamento de fato de Bonded by Blood, disco de estreia do Exodus. Uma lição de violência, até hoje segue influenciando gerações. Com dias de diferença, outra pedrada foi lançada: Hell Awaits, o segundo disco do Slayer, com seu som inspirado em Mercyful Fate e o último lampejo antes de virar a máquina letal produzida por Rick Rubin no ano seguinte. Voltamos no tempo e comentamos estes dois clássicos.

  47. 72

    30 anos de Demanufacture

    Em 1995, uma banda que já ganhava atenção por combinar metal, industrial e doses de sci-fi lança um disco que não só define o seu som, mas suas ondas vão ajudar a provocar outros lançamentos. Demanufacture foi a prova da maturidade do Fear Factory, um disco que até hoje segue forte e não parece nada datado. Voltamos no tempo e comentamos o disco no episódio.

  48. 71

    Magna Carta e seus tributos

    Na década de 90, em pleno estouro do prog metal, uma gravadora começou a ganhar a atenção com tributos de capas duvidosas. A Magna Carta Records combinava homenagens com trabalhos solo de artistas de bandas grandes. Em mais um episódio da série de tributos, olhamos o catálogo de um selo e suas lembranças.

  49. 70

    Shows com discos na íntegra

    Na semana passada, o Testament anunciou que vai tocar o disco Practice what You Preach na íntegra na sua próxima tour nos Estados Unidos. Aproveitamos o momento para lembrar de outros discos que assistimos em shows, tocados na sua ordem como foram lançados. No começo do episódio também repercutimos uma entrevista com o Savatage realizada pelo Thiago em conjunto com o Igor Miranda.

  50. 69

    Tributo para Dave Jerden

    Você talvez não associe a pessoa com o seu trabalho, mas Dave Jerden mudou a história do metal. Engenheiro de som e não um produtor, como gostava de falar, ajudou bandas como Alice in Chains e Jane’s Addiction a encontrar o seu som, lapidar e estourar. Ele deixou as suas marcas na carreira do Red Hot Chili Peppers, Offspring e Anthrax, além de ter encarado os Rolling Stones em um momento delicado da carreira. Comentamos um pouco o seu legado e aproveitamos para comentar a nova do Ghost e as mudanças no Bangers Open Air, Mastodon e Crypta.

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