True Crime Inconfessável

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True Crime Inconfessável

Toda cidade guarda segredos que ninguém quer contar em voz alta. O que acontece quando alguém resolve contá-los? True Crime Inconfessável é o podcast que vai além dos titulares de jornal. Aqui, casos reais são destrinchados com profundidade, sem sensacionalismo barato e sem respostas fáceis. Cada episódio reconstrói crimes, desaparecimentos e investigações criminais que ficaram enterrados no silêncio — seja por conveniência, por medo ou por conivência. O diferencial não é o horror. É a pergunta que ninguém faz: por quê? Gabriel é jornalista com anos de cobertura policial e judiciária. Ele passou esse tempo dentro de delegacias, acompanhando audiências e entrevistando quem esteve no centro de casos que chocaram — e foram esquecidos. Esse acesso moldou um olhar que separa o que realmente aconteceu do que foi conveniente narrar. Este podcast é para quem não se satisfaz com a versão oficial. Para quem lê sobre um crime e pensa: isso não fecha

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    LENÇOL SANGRENTO, TESTEMUNHAS EM FUGA, E UM ASSASSINO EM TEMPO REAL

    Três filhos testemunharam seu pai empurrar sua mãe escada abaixo, golpeá-la até deixá-la inconsciente e dizer que a levaria ao hospital. Mas Denis Henry de Poo assassinou Marilyn Lee de Poo em tempo real, e um casal no lugar errado se tornou suas únicas testemunhas oculares. Durante um ano, ele enviou 17 cartas culpando sua vítima. Então, um programa de televisão o delatou ao vivo. Neste episódio, você descobrirá como um funcionário estatal com dupla vida no Texas foi capturado não por investigação policial, mas por uma amiga de sua namorada assistindo televisão. Marilyn, conselheira vocacional de 49 anos, foi executada com um tiro na nuca no domingo de Páscoa. Os Thorton -Ray e Marie- foram perseguidos pelo assassino após vê-lo esconder um lençol ensanguentado. Uma escola abandonada de 1908, uma van com placas trocadas, cartas de um homem sem remorso e um final violento no Mississippi que ninguém esperava. Vamos desvendar o que pode ter motivado Denis a destruir sua própria vida para tirar a dela. Detalhes do Caso Vítima: Marilyn Lee McLenahan de Poo, 49 anos, conselheira vocacional Data: 15 de abril de 1990 Localização: Coldwater, Michigan, Estados Unidos Estado: Caso encerrado; perpetrador falecido sob custódia/execução, 21 de março de 1991 - As únicas provas iniciais foram coletadas por civis -Ray e Marie Thorton- que foram perseguidos pelo assassino na estrada. - Denis enviou 17 cartas de múltiplos estados durante seu ano de fuga, nenhuma expressando remorso, todas culpando Marilyn por sua própria violência. - O programa Unsolved Mysteries foi exibido em 20 de março de 1991; Denis viu seu rosto na tela naquela noite e desapareceu antes do amanhecer. - A perseguição final durou menos de 12 horas desde que foi localizado: Denis disparou contra patrulheiros, quebrou duas barricadas e se suicidou dentro de sua van no Mississippi. Como um crime testemunhado por um casal casual no domingo de Páscoa acabou sendo resolvido por uma amiga assistindo televisão um ano depois, e por que Denis escolheu a bala em vez da captura? lençol ensanguentado testemunhas em fuga assassino em tempo real Unsolved Mysteries 1991 Coldwater Michigan crime domingo Páscoa Denis de Poo Marilyn McLenahan funcionário estatal dupla vida true crime podcast em espanhol Se você quiser ouvir este podcast sem anúncios e ter acesso a episódios premium, convidamos você a experimentar nossa assinatura com 14 dias de teste grátis em obomedia.com. © 2026 OBOMEDIA. Todos os direitos reservados. Este episódio e seu conteúdo (áudio, texto e materiais associados) são propriedade exclusiva da OBOMEDIA e estão protegidos pelas leis de direitos autorais aplicáveis. É proibida a reprodução, distribuição, edição ou uso comercial total ou parcial sem autorização prévia e por escrito da OBOMEDIA. Para permissões, licenças e negócios, escreva para: [email protected].

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    Três Inocentes Confessam Crime que a Autópsia Prova Não Ter Sido Deles

    Três Inocentes Confessam Crime que a Autópsia Prova Não Ter Sido Deles: O caso de Tamara GatilovaEm 28 de abril de 1987, Tamara Gatilova, guarda noturna em Arzamas, é assassinada no jardim de infância onde trabalhava. Horas depois, três adolescentes são presos e confessam. Mas a autópsia revela uma contradição impossível que nenhum investigador havia notado.Neste episódio, exploramos como três textos de confissão praticamente idênticos foram assinados por pessoas distintas, como o laudo forense contradiz cada linha daqueles depoimentos, e por que os investigadores ignoraram pegadas que mostravam uma bengala no local do crime. A verdade sobre quem realmente matou Tamara permanecerá oculta por quase dois anos dentro de um sistema que preferia um culpado rápido a uma investigação incômoda.Vítima: Tamara GatilovaData: 28 de abril de 1987Local: Arzamas, União SoviéticaEstado: Investigação Encerrada com Erro Judicial- As três confissões continham frases idênticas, palavra por palavra, assinadas por jovens que supostamente agiram de forma independente.- A autópsia de Tamara Gatilova confirmou ausência total de abuso sexual, mas as três confissões incluíam esse agravante.- Pegadas no jardim de infância número dezessete mostravam a marca repetida de uma bengala, mas nenhum dos três acusados usava bengala ou tinha coxeadura.- A filha de sete anos de Tamara descreveu ter visto uma figura de baixa estatura com bengala, mas seu testemunho foi arquivado sem peso processual.Tamara Gatilova, Arzamas 1987, assassinato, investigação forense, justiça soviética, erro judicial, confissão coagida, homicídio, misterio irresolvido, true crime portuguêsTo listen to this podcast ad-free and access premium episodes, try our subscription with a 14-day free trial at obomedia.com.© 2026 OBOMEDIA. All rights reserved.This episode and its content (audio, text, and related materials) are the exclusive property of OBOMEDIA and are protected by applicable copyright laws. Reproduction, distribution, editing, or commercial use, in whole or in part, without prior written permission from OBOMEDIA is prohibited. For permissions, licensing, and business inquiries: [email protected].

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    Mensagens no Biper, Balas no Banheiro Vazio

    Quarta-feira à tarde em Assunção, 2003. Luis Ríos, apresentador de rádio que lidava com segredos de famosos, recebe mensagens insistentes no pager convocando-o a um banco abandonado. Ele vai. O encontram amarrado, com dois tiros no banheiro sem câmeras, carteira intacta. Vinte anos depois, seu caso continua sem respostas claras.Neste episódio, você descobrirá como a prova de pólvora apontou para um guarda de 23 anos, mas os detalhes que todos ignoram sugerem que alguém mais orquestrou esse encontro mortal das sombras. Analisaremos cada contradição nos interrogatórios, as versões mutáveis do único acusado e por que colegas policiais nunca fecharam suas dúvidas sobre um possível autor intelectual que nunca foi investigado.Detalhes do CasoVítima: Luis María Ríos Riveros, 36 anos, apresentador de rádio e atorData: 17 de setembro de 2003Localização: Banco Multibanco abandonado, avenida Artigas, bairro Trinidad, Assunção, ParaguaiEstado: Diego Caballero condenado a 14 anos por homicídio simples, liberado em 2017; caso encerrado sem identificação de autor moral- Mensagens no pager convocavam Luis ao banco com número vinculado a Caballero, mas ele deu três versões distintas sobre o que realmente aconteceu nessas horas- A prova de nitrito foi positiva em ambas as mãos de Caballero, negativa em seu colega Riquelme, no entanto, Caballero alegou que o segundo tiro foi de outro- Luis recebia ameaças e chantagens meses antes por informações confidenciais que lidava na rádio, mas nenhuma investigação explorou quem o ameaçava- A amiga e ex-chefe Noemí Gómez deixou o Paraguai semanas depois sem identificar ninguém, gerando suspeitas sobre um autor intelectual nunca processadoQual foi o verdadeiro motivo por trás desse encontro mortal no banco vazio?Luis Ríos assassinato Paraguai 2003, apresentador de rádio executado, caso sem esclarecimento Assunção, autor moral desconhecido, mistério criminal, true crime podcast em espanholSe você quer ouvir este podcast sem anúncios e ter acesso a episódios premium, convidamos você a experimentar nossa assinatura com 14 dias de teste grátis em obomedia.com.© 2026 OBOMEDIA. Todos os direitos reservados.Este episódio e seu conteúdo (áudio, texto e materiais associados) são propriedade exclusiva da OBOMEDIA e estão protegidos pelas leis de direitos autorais aplicáveis. É proibida a reprodução, distribuição, edição ou uso comercial total ou parcial sem autorização prévia e por escrito da OBOMEDIA. Para permissões, licenças e negócios, escreva para: [email protected].

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    Mãe Acorda e Descobre a Cama da Filha Vazia com Nota de Resgate

    Mãe Acorda e Descobre a Cama da Filha Vazia com Nota de Resgate: O sequestro de Lesley Whittle em 1975Dorothy Whittle espiou o quarto de sua filha Lesley na madrugada de 14 de janeiro de 1975 e viu-a dormindo. Seis horas depois, a cama estava vazia e uma nota feita com letras de fita Dymo exigia cinquenta mil libras. O que ninguém imaginava era que o sequestrador já havia planejado cada detalhe há meses e que Lesley já estava condenada.Neste episódio, exploramos como a Pantera Negra, um ex-soldado metódico chamado Donald Neilson, operou nos bastidores durante dez anos assassinando em série sem ser detido. Analisamos os três erros críticos de Scotland Yard e da BBC que explodiram a primeira tentativa de pagamento, e como o relatório forense revela contradições perturbadoras sobre a morte de Lesley naquele poço de ventilação de Bathpool Park.Vítima: Lesley WhittleData: 14 de janeiro de 1975Localização: Highley, Shropshire, InglaterraEstado: Homicídio não confesso- Lesley tinha dezessete anos e seria herdeira de oitenta e duas mil e quinhentas libras, dato que o sequestrador conhecia com precisão após meses de planejamento- O Morris verde abandonado continha a pistola calibre vinte e dois, a gravação da voz de Lesley viva, quatro envelopes com instruções e tênis femininos conectando dez crimes diferentes- Ronald Whittle chegou a Bathpool Park com o dinheiro, mas uma patrulha policial não alertada apareceu às duas e quarenta e cinco da madrugada e Neilson fugiu naquele exato momento- O corpo foi encontrado sete semanas depois suspenso por um cabo metálico fixado com parafusos, com intestinos completamente vazios, sugerindo que não recebeu comida desde o sequestroLesley Whittle, sequestro 1975, Bathpool Park, Pantera Negra, Donald Neilson, homicídio, assassino em série, investigação falha, Scotland Yard, true crime portuguêsTo listen to this podcast ad-free and access premium episodes, try our subscription with a 14-day free trial at obomedia.com.© 2026 OBOMEDIA. All rights reserved.This episode and its content (audio, text, and related materials) are the exclusive property of OBOMEDIA and are protected by applicable copyright laws. Reproduction, distribution, editing, or commercial use, in whole or in part, without prior written permission from OBOMEDIA is prohibited. For permissions, licensing, and business inquiries: [email protected].

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    Mulher Flutua no Tâmisa com Dentes Arrancados e Segredo Enterrado

    Mulher Flutua no Tâmisa com Dentes Arrancados e Segredo Enterrado: The Serial Murder of Anna Tailford and Five Other WomenUm corpo nu flutuava no Tâmisa na madrugada de fevereiro de 1964, seus dentes havia sido extraídos deliberadamente, e sua roupa íntima obstruía a traqueia. Enquanto Londres celebrava o Swinging London das passarelas e dos Beatles, um homem apelidado de Jack o Desnudador caçava mulheres invisíveis nas margens do sistema legal. Como seis prostitutas foram encontradas com a mesma assinatura de morte e Scotland Yard nunca identificou o culpado?Neste episódio, exploramos a investigação que mobilizou seiscentos agentes britânicos contra um assassino que operou durante mais de um ano sem ser detido. Analisamos a descoberta das minúsculas partículas de tinta spray depositadas sobre a pele de Helen Bartelemy-resíduos que apontavam para um lugar específico-e como o interrogatório de oito mil suspeitos não produziu nenhuma acusação formal. Qual foi o papel da falsa confissão de Kenneth Archibald, e por que a morte de Mungo Ireland permanece tão controversa quanto os crimes que aparentemente cessaram após sua morte?Vítima: Anna TailfordData: 2 de fevereiro de 1964Local: Rio Tâmisa, Londres, InglaterraEstado: Caso não resolvido- Anna Tailford estava grávida no momento de sua morte, assim como Irene Lockwood, Helen Bartelemy e Mary Fleming-quatro das seis vítimas gestantes- As partículas de tinta acetato encontradas em quatro corpos eram compatíveis com uma cabine específica no Heron Trading Estate, mas Mungo Ireland começou a trabalhar no complexo apenas três semanas antes de sua morte- Kenneth Archibald confessou voluntariamente ao estrangulamento de Irene Lockwood, foi julgado, declarado inocente em menos de uma hora, e depois se retratou alegando exaustão nervosa e alcoolismo- A nota encontrada ao lado do corpo de Mungo Ireland dizia "Não posso suportar mais, pode ser culpa minha, mas não toda"-ambígua o suficiente para Scotland Yard não formalizar nenhuma acusação, mesmo após sua morteAnna Tailford, Jack o Desnudador, Londres 1964, assassino em série, investigação criminal, Scotland Yard, prostituição, morte por asfixia, forense, true crime portuguêsTo listen to this podcast ad-free and access premium episodes, try our subscription with a 14-day free trial at obomedia.com.© 2026 OBOMEDIA. All rights reserved.This episode and its content (audio, text, and related materials) are the exclusive property of OBOMEDIA and are protected by applicable copyright laws. Reproduction, distribution, editing, or commercial use, in whole or in part, without prior written permission from OBOMEDIA is prohibited. For permissions, licensing, and business inquiries: [email protected].

  6. 31

    Vizinho anota placa e treze mortes se conectam pela primeira vez

    Vizinho anota placa e treze mortes se conectam pela primeira vez: O caso de Herbert William MullinFred Perez, de setenta e dois anos, podava seu jardim em plena luz do dia quando um homem parou sua caminhonete em frente à sua casa e disparou uma única vez. O que parecia ser um crime aleatório entre vários vizinhos se transformou na chave que desvendou treze homicídios cometidos entre outubro de mil novecentos setenta e dois e fevereiro de mil novecentos setenta e três em Santa Cruz, Califórnia. Ninguém havia conseguido conectar essas mortes antes.Neste episódio, exploramos a sequência de crimes aparentemente desconexos que vitimaram pessoas de diferentes idades e contextos, a falha do sistema de saúde mental californiano em reter um homem com diagnóstico clínico de esquizofrenia paranoide, e a contradição central que dividiu o júri: como julgar alguém que mata obedecendo vozes que apenas ele ouve, enquanto demonstra momentos de conduta calculada. O retorno voluntário à cena de um crime para eliminar testemunhas foi o elemento que permitiu à promotoria argumentar premeditação em um caso que desafia as fronteiras entre doença mental e responsabilidade criminal.Vítima: Fred PerezData: Fevereiro de mil novecentos setenta e trêsLocalização: Santa Cruz, CalifórniaEstado: Condenado à prisão perpétua- Um vizinho anotou a placa de um veículo durante um homicídio em plena luz do dia, conectando pela primeira vez treze mortes que investigadores não haviam vinculado entre si.- Mullin foi liberado repetidamente de centros psiquiátricos por lei californiana que limitava retenção involuntária a setenta e duas horas, apesar de diagnóstico clínico de esquizofrenia paranoide desde mil novecentos sessenta e oito.- O assassino confessou voluntariamente treze crimes, mas apenas dez receberam acusações formais porque três vítimas não possuíam provas vinculantes suficientes no momento do julgamento.- O júri estabeleceu culpabilidade diferenciada: primeiro grau para os crimes da família Llaneras baseado no retorno calculado à cena, e segundo grau para os oito crimes restantes, rejeitando a defesa de insanidade em todos os casos.Herbert William Mullin, Santa Cruz Califórnia mil novecentos setenta e três, esquizofrenia paranoide, alucinações auditivas, homicídio em série, investigação criminal, terremoto delírio, sistema de saúde mental falho, true crime portuguêsTo listen to this podcast ad-free and access premium episodes, try our subscription with a 14-day free trial at obomedia.com.© 2026 OBOMEDIA. All rights reserved.This episode and its content (audio, text, and related materials) are the exclusive property of OBOMEDIA and are protected by applicable copyright laws. Reproduction, distribution, editing, or commercial use, in whole or in part, without prior written permission from OBOMEDIA is prohibited. For permissions, licensing, and business inquiries: [email protected].

  7. 30

    Homem assina confissão com símbolo do serial killer que perseguiu Nova York por seis anos

    Homem assina confissão com símbolo do serial killer que perseguiu Nova York por seis anos: O caso de Heriberto SedaJunho de 1996, Brooklyn. Um homem se entrega à polícia por disparar contra sua meia-irmã e, ao assinar sua confissão, desenha três setes - o mesmo símbolo que o Zodíaco de Nova York havia usado em todas as suas cartas. A polícia que o procurava havia não fazia ideia de quem era o atirador, mas aquele traço revelou seis anos de investigação paralisada.Neste episódio, exploramos como um imitador obsessivo do Zodíaco original da Califórnia construiu armas caseiras, planejou alvos segundo signos zodiacais e evitou identificação até assinar sua própria identidade criminal. Analisamos as contradições que os detetives enfrentaram: um atacante que selecionava vítimas por astrologia, mas aparentemente não verificava suas datas de nascimento, e uma transformação brutal nos crimes da segunda etapa que sugeriu colapso de controle.Vítima: Patricia Fonte, Joseph Prosy, Larry Parham, Diane BallardData: 1990-1996Local: Nova York, Brooklyn, QueensEstado: Condenado a 235 anos de prisão- Seda construiu treze armas de fabricação caseira chamadas zipguns, usando tubos metálicos e peças improvisadas, sem número de série- A polícia de Nova York operou uma equipe especial durante seis anos sem identificar o criminoso, apesar de preservar uma impressão digital e DNA- Patricia Fonte foi esfaqueada mais de cem vezes em 1992, uma brutalidade radicalmente distinta dos ataques anteriores com arma de fogo- Seda repetiu o signo de Touro em ataques distintos, quebrando seu próprio sistema declarado de doze vítimas, uma para cada signoHeriberto Seda, Zodíaco de Nova York, serial killer, imitador, criminal mente, investigação policial, homicídio, armas artesanais, Brooklyn 1996, obsessão criminal, true crime portuguêsTo listen to this podcast ad-free and access premium episodes, try our subscription with a 14-day free trial at obomedia.com.© 2026 OBOMEDIA. All rights reserved.This episode and its content (audio, text, and related materials) are the exclusive property of OBOMEDIA and are protected by applicable copyright laws. Reproduction, distribution, editing, or commercial use, in whole or in part, without prior written permission from OBOMEDIA is prohibited. For permissions, licensing, and business inquiries: [email protected].

  8. 29

    Homem Inocente É Enforcado Enquanto Seu Vizinho Continua Matando Abaixo

    Homem Inocente É Enforcado Enquanto Seu Vizinho Continua Matando Abaixo: O caso de Timothy EvansMarço de 1950. Um homem sobe para a forca convicto de ter assassinado sua esposa e filha. Três anos depois, um novo inquilino perfura a parede de uma cozinha e encontra três cadáveres embrulhados em lençol. O assassino real morava no andar de baixo o tempo todo-e havia testemunhado contra ele em tribunal.Neste episódio, exploramos como John Christie, um ex-policial respeitável, conseguiu permanecer invisível enquanto acumulava uma década de homicídios sistemáticos. Analisamos as contradições que os investigadores ignoraram, o padrão de estrangulamento que se repetia, e como a confiança na aparência destruiu a vida de um homem que tentava confessa a verdade.Vítima: Timothy EvansData: 9 de março de 1950Local: 10 Rillington Place, Notting Hill, LondresEstado: Executado; posteriormente reconhecido como inocente- Um homem confessa um crime que não cometeu e ninguém acredita- O verdadeiro assassino testemunha contra ele com a credencial de ex-policial- Três anos após a execução, um painel de parede revela múltiplos cadáveres na mesma casa- Christie continua matando por mais três anos enquanto sua vítima inocente já está mortaTimothy Evans, Notting Hill Londres 1950, John Christie, execução injusta, assassino em série, investigação falha, homicídio, testemunha falsa, British true crime, polícia, verdade negada, true crime portuguêsTo listen to this podcast ad-free and access premium episodes, try our subscription with a 14-day free trial at obomedia.com.© 2026 OBOMEDIA. All rights reserved.This episode and its content (audio, text, and related materials) are the exclusive property of OBOMEDIA and are protected by applicable copyright laws. Reproduction, distribution, editing, or commercial use, in whole or in part, without prior written permission from OBOMEDIA is prohibited. For permissions, licensing, and business inquiries: [email protected].

  9. 28

    Homem Queima Quarenta e Três Famílias em Três Meses na Ucrânia

    Homem Queima Quarenta e Três Famílias em Três Meses na Ucrânia: O caso de Anatoli OnoprienkoUm apartamento contém cento e vinte e dois objetos de vítimas empilhados sem qualquer disfarce. Entre dezembro de mil novecentos e noventa e cinco e março de mil novecentos e noventa e seis, um único homem matou mais pessoas em menos tempo do que qualquer assassino em série documentado nesse período na história ucraniana. A pergunta que os investigadores nunca conseguiram responder completamente é se ele sabia exatamente o que estava fazendo ou se o sistema judicial se recusou a olhar para a verdade diante de seus olhos.Neste episódio, exploramos as contradições que destruíram a Ucrânia pós-soviética: um país sem instituições unificadas, sem bancos de dados centralizados, sem coordenação entre províncias. Enquanto famílias eram incendiadas nas estradas rurais, as autoridades demoravam semanas para conectar os casos. Um inocente foi torturado até a morte na custódia estatal enquanto o verdadeiro assassino permanecia livre. E quando a captura finalmente chegou, a avaliação psiquiátrica levou apenas vinte e quatro horas.Vítima: Cinquenta e duas pessoas entre mil novecentos e oitenta e nove e mil novecentos e noventa e seisSuspeito: Anatoli Yurievich Onoprienko, nascido em mil novecentos e cinquenta e noveData: Dezembro de mil novecentos e noventa e cinco a março de mil novecentos e noventa e seisLocal: Ucrânia, regiões de Zhitomir, Garmarnia, Bránkivka, Energodar, Fastiv, Olevsk, Malin, Busk- Onoprienko foi abandonado aos quatro anos em um orfanato estatal enquanto seu irmão mais velho ficou em casa, criando uma ferida que ele descreveu com mais detalhes do que qualquer outro aspecto de sua infância- Ele tinha um histórico documentado de internamento psiquiátrico com sintomas compatíveis com esquizofrenia, mas a avaliação oficial realizada no julgamento levou apenas vinte e quatro horas- Os investigadores encontraram cento e vinte e dois objetos identificados como pertencentes a vítimas dispersos pelo apartamento como pertences ordinários, não como troféus escondidos- Um jovem inocente chamado Yevhen Yunusov morreu sob tortura durante a custódia policial enquanto o verdadeiro assassino ainda estava livreAnatoli Onoprienko, Ucrânia mil novecentos e noventa e cinco, assassino em série, homicídio, investigação criminal, misterio, esquizofrenia, tortura policial, crimes não resolvidos, true crime portuguêsTo listen to this podcast ad-free and access premium episodes, try our subscription with a 14-day free trial at obomedia.com.© 2026 OBOMEDIA. All rights reserved.This episode and its content (audio, text, and related materials) are the exclusive property of OBOMEDIA and are protected by applicable copyright laws. Reproduction, distribution, editing, or commercial use, in whole or in part, without prior written permission from OBOMEDIA is prohibited. For permissions, licensing, and business inquiries: [email protected].

  10. 27

    Mãe abre carta em novembro e descobre quem matou sua filha há seis anos

    Mãe abre carta em novembro e descobre quem matou sua filha há seis anos: O desaparecimento de Grace BuddNo dia doze de novembro de mil novecentos e trinta e quatro, uma mãe destroçada recebe uma carta confessando o assassinato de sua filha desaparecida. O autor descreve detalhes que apenas o perpetrador poderia conhecer: o local, o método, o que fez depois. Como um idoso magro de bigode grisalho conseguiu enganar toda uma família durante semanas e desaparecer durante seis anos?Neste episódio, exploramos a investigação que conectou um envelope esquecido a um serial killer que operou nas sombras de Nova York. Descobrimos como o detetive William King usou uma armadilha psicológica para forçar uma confissão, como vinte e sete agulhas metálicas revelaram patologias extremas, e por que o julgamento de Albert Fish dividiu psiquiatras, advogados e jurados sobre a própria natureza da responsabilidade criminal.Vítima: Grace BuddData: Três de junho de mil novecentos e vinte e oitoLocal: Manhattan e Westchester, Nova YorkEstado: Executado na cadeira elétrica em janeiro de mil novecentos e trinta e seis- Ele visitou a família Budd duas vezes antes do crime, ganhando confiança total dos pais com presentes e histórias.- A carta de confissão continha iniciais bordadas no envelope que rastreadores policiais vincularam a uma pensão específica em Manhattan.- Vinte e sete agulhas metálicas foram encontradas cirurgicamente alojadas em sua região genital, reveladas por raio-X durante o processo.- Fish confessou por escrito aos assassinatos de Francis MacDonald (mil novecentos e vinte e quatro) e Billy Gaffney (mil novecentos e vinte e sete), crimes que permaneceram sem solução durante anos.Grace Budd, Manhattan mil novecentos e vinte e oito, serial killer, assassinato infantil, Nova York crimes, investigação homicídio, cadeira elétrica, desaparecimento, confissão carta, true crime portuguêsTo listen to this podcast ad-free and access premium episodes, try our subscription with a 14-day free trial at obomedia.com.© 2026 OBOMEDIA. All rights reserved.This episode and its content (audio, text, and related materials) are the exclusive property of OBOMEDIA and are protected by applicable copyright laws. Reproduction, distribution, editing, or commercial use, in whole or in part, without prior written permission from OBOMEDIA is prohibited. For permissions, licensing, and business inquiries: [email protected].

  11. 26

    Pai leva filho de nove anos à delegacia implorando para o prenderem

    Pai leva filho de nove anos à delegacia implorando para o prenderem: O caso de Cayetano Santos GodinoBuenos Aires, início do século vinte. Um pai carrega seu filho pequeno até a delegacia e implora aos agentes que o prendam - diz que o menino é perigoso, que já atacou outras crianças. Os policiais o mandam para casa. Naquele cortiço lotado de imigrantes italianos pobres, um garoto de sete anos já havia agredido crianças menores. O sistema que deveria proteger não quis ver o que tinha diante dos olhos.Neste episódio, exploramos os sete anos de ataques que antecederam os assassinatos confirmados, as detençõesrepetidas e as liberações rápidas que marcaram a trajetória de Cayetano Santos Godino. Examinamos a contradição central: o dano neurológico documentado pelos médicos legistas contra as confissões detalhadas e metódicas de um menino que descrevia abertamente como mataria internos no hospício. Como um sistema inteiro falhou em conter uma criança que chegou a ser entregue pelas mãos do próprio pai?Vítima: Cayetano Santos GodinoData: 1904-1914 (detalhes de crimes)Localização: Buenos Aires, ArgentinaEstado: Absolvido por inimputabilidade em 1914; internado em hospício e penitenciária- O pai levou o filho à delegacia em abril de 1906 pedindo que o prendessem; foi liberado dois meses depois- Entre 1904 e 1911, houve pelo menos sete incidentes documentados com crianças menores de dois anos- Médicos forenses documentaram vinte e sete cicatrizes cranianas indicando dano cerebral por maus-tratos sistemáticos- Godino apresentou-se no velório de Jesualdo Giordano e expôs deliberadamente o orifício de dez centímetros cravado na têmpora da vítimaCayetano Santos Godino, Buenos Aires Argentina 1904-1914, Petiso Orejudo, assassino em série argentino, criminologia, homicídio infantil, inimputabilidade, hospício, violência doméstica, primeira condenação, sistema judicial falho, true crime portuguêsTo listen to this podcast ad-free and access premium episodes, try our subscription with a 14-day free trial at obomedia.com.© 2026 OBOMEDIA. All rights reserved.This episode and its content (audio, text, and related materials) are the exclusive property of OBOMEDIA and are protected by applicable copyright laws. Reproduction, distribution, editing, or commercial use, in whole or in part, without prior written permission from OBOMEDIA is prohibited. For permissions, licensing, and business inquiries: [email protected].

  12. 25

    Caçador encontra barril azul na floresta e descobre dois corpos envoltos em segredo

    Caçador encontra barril azul na floresta e descobre dois corpos envoltos em segredo: O Caso dos Barris de New HampshireEm novembro de 1985, um caçador caminhava pela floresta densa do parque estadual Bear Brook, em Allenstown, New Hampshire, quando se depara com um barril industrial oxidado selado entre a vegetação. Dentro há restos humanos: uma mulher entre vinte e três e trinta e três anos e uma menina entre oito e dez anos, ambas desmembradas e envoltas em sacos pretos amarrados com fio elétrico. Ninguém as procurava. Ninguém as havia reportado como desaparecidas.Neste episódio, exploramos a contradição que perseguiu o caso por quinze anos: como duas pessoas podem desaparecer sem que ninguém note sua ausência? Investigamos a descoberta do segundo barril em 2000, o vínculo genético impossível entre as vítimas, e a obsessão de uma detetive em desvendar a identidade do homem que se escondia sob cinco nomes diferentes.Vítima: Marlis HinyarData: 1978-1985Local: Parque Estadual Bear Brook, Allenstown, New HampshireEstado: Caso resolvido por genealogia genética- O primeiro barril foi encontrado por acaso durante uma caça; o segundo apareceu exatamente cem metros de distância quinze anos depois- As vítimas compartilhavam padrão: mães jovens em situação vulnerável que desapareceram sem denúncia formal de paradeiro- Uma menina abandonada em 1986 cresceu três mil quilômetros de sua família sem que o círculo fechasse até 2016- O homem que deixou os barris usou cinco nomes diferentes, viveu em onze estados e morreu na prisão levando seus segredosMarlis Hinyar, Allenstown New Hampshire, barril azul, corpos desmembrados, desaparecimento invisível, serial killer, investigação forense, genealogia genética, Terrence Rasmussen, true crime portuguêsTo listen to this podcast ad-free and access premium episodes, try our subscription with a 14-day free trial at obomedia.com.© 2026 OBOMEDIA. All rights reserved.This episode and its content (audio, text, and related materials) are the exclusive property of OBOMEDIA and are protected by applicable copyright laws. Reproduction, distribution, editing, or commercial use, in whole or in part, without prior written permission from OBOMEDIA is prohibited. For permissions, licensing, and business inquiries: [email protected].

  13. 24

    Mulher sai de igreja sem saber que leva faca nas costas do assassino

    Mulher sai de igreja sem saber que leva faca nas costas do assassino: O caso de Karol KotSeptembro de mil novecentos e sessenta e quatro em Cracóvia. Helena Bensen sai de uma igreja ferida sem perceber, e ninguém ao seu redor vê o sangue. O que ninguém poderia imaginar é que seu atacante tinha apenas dezessete anos e vivia a poucos metros dali com seus pais.Neste episódio, exploramos como um jovem campeão nacional de tiro ao alvo operou invisível na Polônia soviética por quase dois anos. Examinamos a falha coletiva de uma cidade que ouviu confissões e ignorou sinais, o silêncio de uma amiga que sabia tudo, e a decisão da polícia de esperar que ele passasse em provas finais antes de prender.Vítima: Helena Bensen (primeira vítima documentada)Data: 21 de setembro de 1964Local: Cracóvia, PolôniaEstado: Caso resolvido, condenado à morte em 1967- Karol Kot confessou lamber sangue da faca após esfaquear Helena Bensen- Visitou o hospital para perguntar o estado de María Pricha, sua vítima que morreu, enquanto ainda era procurado- Seu atlas de anatomia humana tinha órgãos e artérias marcados com precisão e páginas atravessadas com facas- Danusa Bodarcheek ouviu confissões detalhadas dos ataques durante meses mas só denunciou após ler detalhes da imprensaKarol Kot, Cracóvia 1964, Vampiro de Cracóvia, assassino em série polonês, crime real, investigação homicídio, serial killer, suspense, forense, true crime portuguêsTo listen to this podcast ad-free and access premium episodes, try our subscription with a 14-day free trial at obomedia.com.© 2026 OBOMEDIA. All rights reserved.This episode and its content (audio, text, and related materials) are the exclusive property of OBOMEDIA and are protected by applicable copyright laws. Reproduction, distribution, editing, or commercial use, in whole or in part, without prior written permission from OBOMEDIA is prohibited. For permissions, licensing, and business inquiries: [email protected].

  14. 23

    Motorista vê sedan azul disparar e desaparece na noite

    Motorista vê sedan azul disparar e desaparece na noite: The Serial Shooting Spree of Dale Hausner and Samuel DietemanUm sedã azul para à beira da calçada em Phoenix. Disparos ecoam pela janela. O motorista arranca antes que alguém possa gritar. Mas ninguém sabe que dentro daquele veículo viajam dois homens que chamam assassinato de diversão - e que deixaram uma pista que os destruirá.Neste episódio, exploramos como dois atiradores em série operaram impunes por quatorze meses, perpetrando 37 tiroteios documentados contra vítimas aleatórias. Investigamos as falhas institucionais que prolongaram a onda de terror, a negligência na análise balística inicial, e como um informante em um bar revelou a identidade que as autoridades não conseguiam encontrar.Vítima: Tony Méndez, Reginald Remillard, David Estrada, Clarissa Rowley, Marco Carrillo, José Ortiz, Claudia Gutiérrez Cruz, Robin BlasnekData: Maio de 2005 a Agosto de 2006Local: Phoenix, Scottsdale, Mesa e Glendale, ArizonaEstado: Condenados- Uma arma calibre vinte e dois conectou os primeiros três homicídios, mas a polícia demorou semanas para confirmar a ligação balística- O atirador trocou de arma após uma emissora de televisão revelar o calibre na tela - destruindo uma vantagem tática deliberada dos investigadores- Um homem confessou espontaneamente em um bar sobre uma espingarda calibre quatrocentos e dez, uma informação nunca divulgada publicamente- As pastas pretas intituladas "The Hausner Way" continham centenas de recortes documentando sistematicamente cada ataque como um projeto sustentadoTony Méndez, Reginald Remillard, David Estrada, Phoenix Arizona, serial killers, unsolved mysteries, homicide investigation, true crime, forensic evidence, murderers, random violence, ballistic evidence, true crime portuguêsTo listen to this podcast ad-free and access premium episodes, try our subscription with a 14-day free trial at obomedia.com.© 2026 OBOMEDIA. All rights reserved.This episode and its content (audio, text, and related materials) are the exclusive property of OBOMEDIA and are protected by applicable copyright laws. Reproduction, distribution, editing, or commercial use, in whole or in part, without prior written permission from OBOMEDIA is prohibited. For permissions, licensing, and business inquiries: [email protected].

  15. 22

    Quatrocentos e oitenta estudantes comem enquanto duas bombas descansam na cafeteria

    Quatrocentos e oitenta estudantes comem enquanto duas bombas descansam na cafeteria: O ataque de Columbine High SchoolDuas mochilas com explosivos de propano repouso silencioso na cafeteria enquanto centenas de adolescentes comem a metros de distância, completamente alheios. As bombas não detonaram, e essa falha técnica foi a diferença entre um massacre e uma tragédia de proporções incalculáveis - um detalhe que mudou tudo na história dos homicídios escolares.Neste episódio, exploramos como dois adolescentes construíram um arsenal durante mais de um ano sem serem detidos, analisamos as falhas institucionais documentadas e examinamos os perfis psicológicos que o FBI elaborou. Descobrimos também por que Eric Harris e Dylan Klebold tiveram motivações radicalmente diferentes, como uma denúncia foi arquivada dois anos antes, e qual papel teve a tecnologia no planejamento desta investigação de true crime que mudou para sempre o entendimento da violência escolar.Vítima: Treze vítimas fataisData: 20 de abril de 1999Local: Columbine High School, Littleton, ColoradoEstado: Investigação encerrada- As bombas de propano na cafeteria não detonaram, salvando potencialmente centenas de vidas que teriam morrido se os cálculos de Harris tivessem funcionado- Uma denúncia formal contra Harris foi arquivada em 1997 após ele publicar ameaças de morte e manuais de explosivos em seu site pessoal- Klebold foi comprado armas legalmente por uma jovem de dezoito anos em uma feira de armas, sem restrição direta sob a lei vigente- Patrick Ireland recebeu três disparos na cabeça e na perna, perdeu a consciência, acordou e se lançou de uma janela do segundo andar para escaparColumbine 1999, Littleton Colorado homicídio em massa, ataque escolar investigação FBI, psicopatia adolescente, explosivos caseiros, falhas institucionais, true crime portuguêsTo listen to this podcast ad-free and access premium episodes, try our subscription with a 14-day free trial at obomedia.com.© 2026 OBOMEDIA. All rights reserved.This episode and its content (audio, text, and related materials) are the exclusive property of OBOMEDIA and are protected by applicable copyright laws. Reproduction, distribution, editing, or commercial use, in whole or in part, without prior written permission from OBOMEDIA is prohibited. For permissions, licensing, and business inquiries: [email protected].

  16. 21

    Homem Confessa Assassinato da Cama do Hospital e Ninguém Acredita

    Homem Confessa Assassinato da Cama do Hospital e Ninguém Acredita: O Caso de Francisco García EscaleroUma confissão feita de uma cama de hospital em setembro de 1993. Um homem diz ao pessoal médico que matou alguém, dá um nome e um local específico. A equipe descarta como delírio. Quarenta e oito horas depois, a polícia encontra o cadáver exatamente onde ele indicou - marcando o ponto de virada de uma série criminal que havia sido invisível durante anos.Neste episódio exploramos como um homem entrou voluntariamente em centros psiquiátricos de Madrid confessando homicídios repetidas vezes, e como nenhum desses centros acionou a polícia. Analisamos a falha sistêmica que permitiu que um padrão de crimes - golpe na cabeça, apunhalamento, incêndio - se repetisse contra vítimas sem-teto perto do cemitério de La Almudena, e como a indigência das vítimas as tornou invisíveis para as autoridades.Vítima: Francisco García EscaleroData: Agosto de 1987 a Setembro de 1993Localização: Madrid, Cemitério de La Almudena, Hospital Ramón y CajalEstado: Condenado- García Escalero admitiu ter matado pessoas em centros psiquiátricos, mas nenhum centro encaminhou o caso à polícia- O padrão de crimes - golpe contundente, apunhalamento, queimação - permaneceu desconectado nas investigações por mais de cinco anos- Confessou catorze assassinatos, mas apenas onze corpos foram recuperados no poço perto do cemitério- Ernesta de la Oca foi a única vítima sobrevivente identificada após ser atacada em junho de 1993, hospitalizando-se por mais de oitenta diasFrancisco García Escalero, Madrid 1987-1993, serial killer, homicídio, investigação criminal, psiquiátrico, crimes não resolvidos, vítimas indigentes, confissão ignorada, true crime portuguêsTo listen to this podcast ad-free and access premium episodes, try our subscription with a 14-day free trial at obomedia.com.© 2026 OBOMEDIA. All rights reserved.This episode and its content (audio, text, and related materials) are the exclusive property of OBOMEDIA and are protected by applicable copyright laws. Reproduction, distribution, editing, or commercial use, in whole or in part, without prior written permission from OBOMEDIA is prohibited. For permissions, licensing, and business inquiries: [email protected].

  17. 20

    Policial descobre passageiro morto com mãos amarradas dentro do carro

    Policial descobre passageiro morto com mãos amarradas dentro do carro: O caso de Terry Gambrell e as sessenta e uma vítimas de Randy CraftUma patrulha da Califórnia interrompe um Toyota Celica na madrugada de maio de 1983. O passageiro não acorda quando tocado. Suas mãos estão amarradas e o pescoço apresenta sinais de estrangulamento. O motorista sorri enquanto o oficial faz a descoberta chocante: um cadáver foi transportado quilômetros pela rodovia.Neste episódio, exploramos como um programador de computadores com vida aparentemente normal mantinha um caderno cifrado documentando crimes cometidos durante mais de uma década. A decifração de seus códigos revelaria uma série de assassinatos que atravessava condados diferentes e estados, unindo casos que jamais haviam sido conectados pela polícia. Como um homem conseguiu operar tão livremente enquanto três assassinos em série circulavam simultaneamente pela Califórnia?Vítima: Terry GambrellData: 14 de maio de 1983Local: Interestadual 5, Mission Viejo, CalifórniaEstado: Caso resolvido com confissão- Quarenta e sete fotografias Polaroid encontradas no porta-malas mostravam vítimas inconscientes, algumas já mortas quando foram fotografadas- Um caderno com sessenta e uma entradas cifradas correspondia a sessenta e uma vítimas distintas documentadas sistematicamente- Os crimes pararam completamente durante vinte meses enquanto Craft mantinha um relacionamento estável, depois recomeçaram após o término- Objetos pessoais das vítimas foram encontrados como troféus em sua residência, permitindo identificação através de familiaresTerry Gambrell, Randy Craft, serial killer, California highway, 1983, homicídio, murder, true crime investigation, forensic evidence, serial murders, unsolved mysteries, true crime portuguêsTo listen to this podcast ad-free and access premium episodes, try our subscription with a 14-day free trial at obomedia.com.© 2026 OBOMEDIA. All rights reserved.This episode and its content (audio, text, and related materials) are the exclusive property of OBOMEDIA and are protected by applicable copyright laws. Reproduction, distribution, editing, or commercial use, in whole or in part, without prior written permission from OBOMEDIA is prohibited. For permissions, licensing, and business inquiries: [email protected].

  18. 19

    Adolescente de dezesseis anos sai algemado mostrando a língua para câmeras após confissão

    Adolescente de dezesseis anos sai algemado mostrando a língua para câmeras após confissão: O duplo assassinato da família WendorfVinte e dois golpes com uma barra de ferro. Richard Wendorf acordou para um ataque que nunca veria terminar. Sua esposa Naomi saiu do banheiro durante o caos, lançou café quente e recebeu violência até que o tronco cerebral foi seccionado. A pergunta que ninguém soube responder foi como um adolescente do ensino médio em Kentucky chegou até ali, em Eustis, Flórida, naquele novembro de 1996.Neste episódio, exploramos a viagem de dez horas desde Murray até a casa dos Wendorf, a chamada telefônica ambígua que pode ter sido instrução ou metáfora, e a presença dos cinco jovens na cena que levou a condenações diferenciadas. Examinamos os antecedentes de abuso documentado, a construção de uma identidade ocultista chamada Vesago e o mecanismo de recrutamento sistemático que transformou adolescentes em facilitadores de homicídio. Como nenhuma resposta institucional efetiva ativou antes dos fatos, apesar dos sinais visíveis de escalada violenta?Vítima: Richard Wendorf e Naomi Queen WendorfData: 25 de novembro de 1996Local: Eustis, Flórida, Estados UnidosPrincipal Acusado: Roderick Ferrer (16 anos)- Ferrer viajou dez horas desde Kentucky verbalizando repetidamente que mataria quando chegasse, sem que nenhum dos presentes impedisse.- Uma queimadura em forma de "V" foi documentada no ombro de Richard Wendorf, consistente com marca intencional aplicada com cigarro durante o ataque.- Heather Wendorf, namorada de Ferrer e filha de quinze anos das vítimas, saiu de casa com o grupo após os assassinatos, gerando ambiguidade sobre seu conhecimento prévio.- O grupo foi localizado em Baton Rouge, Louisiana, quarenta e oito horas depois, após uma chamada telefônica de Charity Keesee para sua avó que as autoridades rastrearam.Roderick Ferrer, Eustis Flórida 1996, barra de ferro, duplo assassinato, adolescente condenado, corredor da morte, manipulação grupal, culto vampírico, homicídio premedita, ausência de remorso, true crime portuguêsTo listen to this podcast ad-free and access premium episodes, try our subscription with a 14-day free trial at obomedia.com.© 2026 OBOMEDIA. All rights reserved.This episode and its content (audio, text, and related materials) are the exclusive property of OBOMEDIA and are protected by applicable copyright laws. Reproduction, distribution, editing, or commercial use, in whole or in part, without prior written permission from OBOMEDIA is prohibited. For permissions, licensing, and business inquiries: [email protected].

  19. 18

    Pai Tranca Seu Quarto à Noite com Medo dos Próprios Filhos

    Pai Tranca Seu Quarto à Noite com Medo dos Próprios Filhos: The Serial Murder Spree of Linwood BrownleeRichmond, Virgínia, 1971. Um adolescente dispara de um terraço e mata uma mulher desconhecida enquanto ela estende roupa. O sistema judiciário o liberta em um ano. Mas havia um sinal muito maior que ninguém viu a tempo: dentro daquela casa trabalhadora, o pai dormia com a porta trancada, aterrorizado pelos próprios filhos.Neste episódio, exploramos como a falta de intervenção inicial do sistema permitiu que uma gangue de meninos se transformasse em máquinas de matar. Onze vítimas em menos de sete meses, crimes desconectados que ninguém conectou, um anel turquesa roubado que foi a primeira fissura real, e a pergunta que nenhuma autoridade conseguiu responder completamente: como isso foi permitido?Vítima: Pauline Christian, Michael McGrath, Johnny Gallagher, Harvey Wilkerson, Judy Burton, Harvey Wayne Wilkerson e outrasData: 12 de março de 1979 a 19 de outubro de 1979Local: Richmond e Condado de Henrico, VirgíniaEstado do Caso: Condenações de pena de morte; fuga sem precedentes em 31 de maio de 1984- Linwood Brownlee matou Pauline Christian aos dezesseis anos e recebeu apenas um ano de centro de menores- A gangue usava um scanner de rádio policial para monitorar patrulhas enquanto cometiam crimes- Seis condenados à morte fugiram da prisão mais segura da Virgínia disfarçados de guardas, com uniformes reais e uma maca falsa- O pai da família trancava seu quarto com cadeado por medo de seus próprios filhosPauline Christian, Richmond, assassinato em série, 1979, homicídio, investigação criminal, serial killers, true crime portuguêsTo listen to this podcast ad-free and access premium episodes, try our subscription with a 14-day free trial at obomedia.com.© 2026 OBOMEDIA. All rights reserved.This episode and its content (audio, text, and related materials) are the exclusive property of OBOMEDIA and are protected by applicable copyright laws. Reproduction, distribution, editing, or commercial use, in whole or in part, without prior written permission from OBOMEDIA is prohibited. For permissions, licensing, and business inquiries: [email protected].

  20. 17

    Jovem encontra armas no piano enquanto assassino queima cadáver na ferragem

    Jovem encontra armas no piano enquanto assassino queima cadáver na ferragem: O caso de Gabriel Robledo PuchUma cédula de identidade intacta num bolso chamuscado. Um maçarico aceso. Dois cadáveres numa ferragem de Buenos Aires em três de fevereiro de mil novecentos e setenta e dois. Esse pequeno descuido capturou o serial killer mais prolífico da história argentina: um jovem de vinte anos com cabelo ruivo que tocava piano.Neste episódio, exploramos como um estudante aplicado e tímido se tornou responsável por onze homicídios em apenas onze meses, a escalada metódica de crimes junto a Jorge Ibáñez e Héctor Somoza, e como um simples detalhe esquecido selou seu destino para os próximos cinquenta anos.Vítima: Héctor Somoza (e dez outras); AcevedoData: 3 de fevereiro de 1972Local: Buenos Aires, ArgentinaEstado: Condenado a prisão perpétua por tempo indeterminado- Piano da família guardava dois revólveres calibre trinta e oito e cinco calibre vinte e dois- Confissão na delegacia contradiz relatos de tortura com picana elétrica nunca confirmados oficialmente- Escapou da Unidade Penal Número Nove em julho de mil novecentos setenta e dois, mas retornou à casa dos pais em vez de fugir- Continua detido há mais de cinquenta anos solicitando eutanásia em vez de liberdade condicionalGabriel Robledo Puch, serial killer argentino, Buenos Aires 1972, homicídio múltiplo, investigação criminal, assassino em série, psicopata, true crime portuguêsTo listen to this podcast ad-free and access premium episodes, try our subscription with a 14-day free trial at obomedia.com.© 2026 OBOMEDIA. All rights reserved.This episode and its content (audio, text, and related materials) are the exclusive property of OBOMEDIA and are protected by applicable copyright laws. Reproduction, distribution, editing, or commercial use, in whole or in part, without prior written permission from OBOMEDIA is prohibited. For permissions, licensing, and business inquiries: [email protected].

  21. 16

    Enfermeira recebe flores enquanto bebês desaparecem na ala pediátrica

    Enfermeira recebe flores enquanto bebês desaparecem na ala pediátrica: O caso de Beverly AllittFevereiro de 1991: uma jovem enfermeira começa seu primeiro turno em uma ala pediátrica inglesa. Naquela mesma semana, um bebê de sete semanas morre sem explicação. Nos meses seguintes, treze crianças sofrem crises idênticas, mas uma detalhe impossível conecta todos os casos: a mesma pessoa sempre estava presente.Neste episódio, exploramos como um padrão sistemático de envenenamento por insulina permaneceu invisível enquanto pais confiavam seus filhos aos cuidados de quem os atacava. Os testes de sangue que finalmente revelaram a verdade, as chaves desaparecidas do armário de medicamentos, e a pergunta que o sistema nunca respondeu: como alguém rejeitado por relatórios negativos ganhou acesso irrestrito a recém-nascidos durante meses inteiros?Vítima: Katie Phillips e outrosData: Fevereiro a Abril de 1991Local: Hospital Geral de Grantham e Kesteven, Lincolnshire, InglaterraEstado: Condenada- Quatro crianças morreram e nove ficaram à beira da morte durante apenas nove semanas- Os testes de sangue revelaram 47 mil unidades de insulina por litro, quando o normal em recém-nascidos é dez a quinze- Katie Phillips recebeu dois ataques cardíacos com semanas de vida dentro da enfermaria, deixando-a surda, cega parcialmente e com paralisia cerebral- Os pais da vítima pagaram um advogado para Beverly Allitt e a nomearam madrinha da filha sobrevivente, sem saber que ela a havia atacado duas vezesBeverly Allitt, Grantham, infanticídio, envenenamento, insulina, 1991, síndrome de Münchhausen, homicídio em série, investigação forense, true crime portuguêsTo listen to this podcast ad-free and access premium episodes, try our subscription with a 14-day free trial at obomedia.com.© 2026 OBOMEDIA. All rights reserved.This episode and its content (audio, text, and related materials) are the exclusive property of OBOMEDIA and are protected by applicable copyright laws. Reproduction, distribution, editing, or commercial use, in whole or in part, without prior written permission from OBOMEDIA is prohibited. For permissions, licensing, and business inquiries: [email protected].

  22. 15

    Vizinhos reclamam do cheiro enquanto onze mulheres morrem dentro da casa

    Vizinhos reclamam do cheiro enquanto onze mulheres morrem dentro da casa: O Serial Killer de Cleveland de Anthony SowellUm fedor insuportável emanava do número doze mil duzentos e cinco da Imperial Avenue há anos. A polícia visitava aquele endereço, autoridades investigavam, mas sempre chegavam à mesma conclusão: era culpa da fábrica de embutidos ao lado. Ninguém percebeu que onze cadáveres estavam se acumulando em três andares, um porão e um quintal, enquanto o sistema olhava para o lado errado.Neste episódio, exploramos como Anthony Sowell, um criminoso sexual registrado sob supervisão ativa do Estado, conseguiu cometer onze assassinatos sem ser interrompido. Examinamos as denúncias ignoradas de sobreviventes em dois mil e oito, a investigação equivocada que o libertou quando deveria tê-lo preso, e como uma mulher caindo nua de uma janela em outubro de dois mil e nove não foi motivo suficiente para abrir um inquérito - até que o odor finalmente forçou a verdade à tona.Vítima: Crystal Dozier, Tonia Carmichael, Leshanda Long e outrasData: Junho de 2007 a Outubro de 2009Local: Imperial Avenue, Cleveland, OhioEstado: Condenado a 11 penas de morte- Uma mulher nua caiu de uma janela do segundo andar e a polícia deixou o suspeito acompanhá-la ao hospital sem detê-lo- A oficial responsável classificou um estrangulamento como tentativa de roubo, permitindo que o suspeito fosse libertado dias depois- Denúncias de violação foram arquivadas sem interrogatório enquanto corpos se acumulavam dentro da casa- Um oficial de supervisão visitou a casa no mesmo dia do ataque a uma sobrevivente e não relatou nenhuma anomaliaAnthony Sowell, Cleveland, Imperial Avenue, serial killer, homicídios, investigação policial, negligência institucional, crime verdadeiro, desaparecimento de mulheres, forense, injustiça, true crime portuguêsTo listen to this podcast ad-free and access premium episodes, try our subscription with a 14-day free trial at obomedia.com.© 2026 OBOMEDIA. All rights reserved.This episode and its content (audio, text, and related materials) are the exclusive property of OBOMEDIA and are protected by applicable copyright laws. Reproduction, distribution, editing, or commercial use, in whole or in part, without prior written permission from OBOMEDIA is prohibited. For permissions, licensing, and business inquiries: [email protected].

  23. 14

    Homem manco confessa cem assassinatos, mas investigadores descobrem a verdade perturbadora

    Homem manco confessa cem assassinatos, mas investigadores descobrem a verdade perturbadora: O caso de Henry Lee LucasUm homem desnutrido em uma cela do Texas confessa ter assassinado mais de cem pessoas. Dezenove estados ligam para reclamar seus crimes. Mas quando os investigadores checam suas histórias, uma contradição impossível surge: Lucas alega estar em dois lugares ao mesmo tempo.Neste episódio, exploramos como um sistema de justiça inteiro foi construído sobre confissões sem evidência física, como interrogadores podem ter plantado informações na mente de um suspeito, e por que um homem com dano cerebral documentado se tornou a solução fácil para centenas de casos abertos. O que Henry Lee Lucas realmente fez permanece sem resposta.Vítima: Kate Rich, Becky Powell, e dezenas de outrasData: 1983-1998Local: Texas e dezenove estados dos EUAEstado: Condenado, parcialmente retratado, múltiplas confissões questionadas- Lucas confessou cem assassinatos mas investigadores descobriram que em várias datas ele estava documentadamente em outro estado- Os dois únicos corpos confirmados foram encontrados com evidência física, mas a maioria das confissões carecem totalmente de prova- Interrogadores mostravam fotos de cenas do crime antes de pedir que Lucas descrevesse o que havia acontecido, e ele repetia os detalhes como seus próprios- O promotor Jim Mattox descobriu que departamentos de polícia fecharam centenas de casos baseados quase exclusivamente nas palavras de um homem com instabilidade psiquiátrica severaHenry Lee Lucas, Texas, assassinato em série, investigação criminal, confissão falsa, dano cerebral, sistema de justiça, true crime portuguêsTo listen to this podcast ad-free and access premium episodes, try our subscription with a 14-day free trial at obomedia.com.© 2026 OBOMEDIA. All rights reserved.This episode and its content (audio, text, and related materials) are the exclusive property of OBOMEDIA and are protected by applicable copyright laws. Reproduction, distribution, editing, or commercial use, in whole or in part, without prior written permission from OBOMEDIA is prohibited. For permissions, licensing, and business inquiries: [email protected].

  24. 13

    Homem sobe em veículo quando helicóptero detecta corpo congelado no rio

    Homem sobe em veículo quando helicóptero detecta corpo congelado no rio: A série de assassinatos de Arthur Shawcross em RochesterTrês de janeiro de mil novecentos e noventa: um helicóptero policial localiza um cadáver sobre o rio Genesee congelado, e segundos depois, uma figura masculina abandona a ponte em alta velocidade. O que os investigadores desconheciam era que aquele homem já havia matado antes - e estava executando novamente impunemente na mesma cidade há dois anos.Neste episódio, exploramos a série de assassinatos que permaneceu invisível enquanto corpos de mulheres marginalizadas apareciam nas margens do rio Genesee. Examinamos como um perfil criminal construído pelo FBI finalmente conectou vítimas aparentemente desconectadas, como um assassino em série previamente condenado por matar crianças havia sido liberado sem vigilância adequada, e por que o detalhe de sangue gravitacional em um corpo virou de bruços se tornou a peça que faltava para toda a investigação.Vítima: June Cicero (última vítima identificada)Data: 3 de janeiro de 1990Local: Rio Genesee, Rochester, Nova YorkEstado: Caso resolvido com condenação- Arthur Shawcross foi detectado fugindo da cena do crime enquanto um helicóptero policial pairava sobre o corpo recém-descoberto- Shawcross tinha condenação anterior por assassinar duas crianças em mil novecentos e setenta e dois, mas foi realocado em Rochester sem registro atualizado na base de dados local- O corpo de June Stott apresentava acumulação de sangue nas costas apesar de estar de bruços, revelando que o assassino retornava aos corpos após a morte- Shawcross guiou pessoalmente a polícia até dois corpos ainda não localizados com precisão geográfica, contradizendo argumentos de defesa sobre dissociação mentalArthur Shawcross, Rochester Genesee serial killer, 1988-1990, assassino em série, estrangulamento, investigação criminal, homicídio múltiplo, serial killers, forense, misterio true crime portuguêsTo listen to this podcast ad-free and access premium episodes, try our subscription with a 14-day free trial at obomedia.com.© 2026 OBOMEDIA. All rights reserved.This episode and its content (audio, text, and related materials) are the exclusive property of OBOMEDIA and are protected by applicable copyright laws. Reproduction, distribution, editing, or commercial use, in whole or in part, without prior written permission from OBOMEDIA is prohibited. For permissions, licensing, and business inquiries: [email protected].

  25. 12

    Condenado à morte, solto vinte e três anos depois, mata novamente três dias depois

    Condenado à morte, solto vinte e três anos depois, mata novamente três dias depois: O assassinato de Kenneth Allen McDuffSeis de agosto de mil novecentos e sessenta e seis: três adolescentes desaparecem de um campo de beisebol no Texas. Horas depois, dois corpos aparecem. O terceiro, uma jovem de dezesseis anos, é encontrado estrangulado com um cabo de vassoura. Mas o verdadeiro horror não é o crime inicial - é o que viria depois.Neste episódio, exploramos a sequência de decisões institucionais que transformou um assassino condenado à cadeira elétrica em um homem livre, e como cada fissura administrativa abriu caminho para uma série de homicídios em série. Desde a tentativa de suborno registrada em mil novecentos e oitenta até o erro de classificação carcerária de mil novecentos e oitenta e sete, rastreamos o caminho que levou McDuff de volta às ruas - e o que ele fez nos dois anos que se seguiram.Vítima: Edna Sullivan, Marcus Danam, Robert GrantData: 6 de agosto de 1966Local: Everman, TexasEstado: Condenado à morte; libertado em 1989; preso novamente em 1992- Um homem condenado à morte teve sua sentença comutada para prisão perpétua sem nunca sair da penitenciária, permanecendo lá vinte e três anos até ser liberado por erro administrativo.- Três dias após sua libertação, o primeiro corpo de uma mulher estrangulada apareceu - usando o mesmo método do crime original de mil novecentos e sessenta e seis.- Uma tentativa de suborno de um membro da junta de liberdade condicional foi documentada em mil novecentos e oitenta, mas um erro burocrático impediu que fosse processada como crime.- O sequestro de Colleen Reed ocorreu em um lava-rápido à noite, com múltiplas testemunhas presentes, revelando que McDuff havia deixado de calcular riscos ou deixado de se importar com consequências.Kenneth Allen McDuff, Texas 1966, assassino em série, cadeia elétrica, liberdade condicional, erro administrativo, Colleen Reed, Melissa Northup, investigação criminal, homicídio, true crime portuguêsTo listen to this podcast ad-free and access premium episodes, try our subscription with a 14-day free trial at obomedia.com.© 2026 OBOMEDIA. All rights reserved.This episode and its content (audio, text, and related materials) are the exclusive property of OBOMEDIA and are protected by applicable copyright laws. Reproduction, distribution, editing, or commercial use, in whole or in part, without prior written permission from OBOMEDIA is prohibited. For permissions, licensing, and business inquiries: [email protected].

  26. 11

    Professor Decifra Código do Assassino Zodíaco em Vinte Horas na Cozinha

    Professor Decifra Código do Assassino Zodíaco em Vinte Horas na Cozinha: The Zodiac Killer Murders of Northern CaliforniaTrês redações recebem a mesma carta no mesmo dia com uma ameaça: decifrem este código ou morrerei uma dúzia a mais. A CIA falha. O FBI falha. A Marinha fracassa. Mas um professor de história e sua esposa resolvem em vinte horas na mesa da cozinha e encontram algo muito mais perturbador que um nome: uma confissão ideológica de um serial killer.Neste episódio, exploramos os primeiros quatro ataques confirmados, as cartas criptografadas que desafiaram as agências federais e as contradições que paralisaram investigadores por décadas. De dezembro de mil novecentos e sessenta e oito até setembro do ano seguinte, alguém na Baía de São Francisco não apenas matava: construía deliberadamente uma presença pública através de comunicação, assinando seus crimes e provocando a polícia.Vítima: Betty Lou Jensen, David Faraday, Darlene Ferrin, Michael Mageau, Bryan Hartnell, Cecilia ShepardData: dezembro de mil novecentos e sessenta e oito até setembro de mil novecentos e sessenta e noveLocal: Vallejo e Lago Berryessa, CalifórniaEstado: Não resolvido- Assassino liga para delegacia de Vallejo menos de uma hora após o ataque, atribuindo ambos os crimes com precisão que ainda não havia sido publicada- Criptograma contém cento e sessenta e oito símbolos misturando alfabeto grego, código Morse, sinais marítimos e símbolos astrológicos que agências federais não conseguem resolver- Terceira vítima é esfaqueada vinte e quatro vezes em plena luz do dia enquanto a primeira foi morta com tiros de longa distância na escuridão- Marca de bota deixada na cena: Winwalker número quarenta e quatro, um modelo de que cento e três mil setecentos pares foram distribuídos a bases militares da costa oesteBetty Lou Jensen, David Faraday, Zodíaco, assassino em série, Vallejo, Califórnia, mil novecentos e sessenta e nove, criptograma, investigação federal, homicídio, misterio não resolvido, true crime portuguêsTo listen to this podcast ad-free and access premium episodes, try our subscription with a 14-day free trial at obomedia.com.© 2026 OBOMEDIA. All rights reserved.This episode and its content (audio, text, and related materials) are the exclusive property of OBOMEDIA and are protected by applicable copyright laws. Reproduction, distribution, editing, or commercial use, in whole or in part, without prior written permission from OBOMEDIA is prohibited. For permissions, licensing, and business inquiries: [email protected].

  27. 10

    Investigador abre árvore e encontra três corpos desmembrados a dez metros de altura

    Investigador abre árvore e encontra três corpos desmembrados a dez metros de altura: O sequestro e homicídio múltiplo de Tina Herman de Mount Vernon, Ohio.Uma casa vazia com poças de sangue. Uma nota do Walmart. Uma camiseta em uma foto de carteira de motorista. Ninguém sabia onde estava a família German-Maynard até que um recibo de lixo levou a polícia a um homem obsessivo por árvores - e Sarah, uma menina de treze anos, apareceu viva no porão dele. Como é possível encaixar três corpos no interior de uma árvore oca?Neste episódio, exploramos a cronologia do crime ocorrido em dez de novembro de dois mil e dez, os detalhes forenses que pareciam impossíveis, e as perguntas que a confissão de dez páginas do assassino nunca respondeu. Matthew Hoffman planejava há dias. Conhecia os horários. Esperou na noite anterior com uma faca e um porrete. Mas por que Sarah foi escolhida para viver quando sua mãe, seu irmão e sua tia foram sistemática e deliberadamente assassinados?Vítima: Tina Herman, Kody Maynard, Stephanie SprangData: 10 de novembro de 2010Localização: Mount Vernon, Ohio, condado de KnoxEstado: Condenado à prisão perpétua sem liberdade condicional- Matthew Hoffman comprou sacos de lixo no Walmart um dia após o crime, usando a caminhonete roubada da vítima- Os investigadores não acreditavam que corpos desmembrados coubessem dentro de uma árvore oca até usar motosserras e comprovarem- Sarah Maynard, treze anos, foi mantida em cativeiro por cinco dias no porão, alimentada com cereais e leite estragado- A casa de Hoffman tinha paredes cobertas de desenhos perturbadores, esquilos mortos espalhados, e folhas secas acumuladas no chãoTina Herman Mount Vernon Ohio sequestro homicídio múltiplo 2010 true crime investigação forense pena de morte cativeiro vítima sobrevivente serial killer true crime portuguêsTo listen to this podcast ad-free and access premium episodes, try our subscription with a 14-day free trial at obomedia.com.© 2026 OBOMEDIA. All rights reserved.This episode and its content (audio, text, and related materials) are the exclusive property of OBOMEDIA and are protected by applicable copyright laws. Reproduction, distribution, editing, or commercial use, in whole or in part, without prior written permission from OBOMEDIA is prohibited. For permissions, licensing, and business inquiries: [email protected].

  28. 9

    Vidente no Havai descreve o método exato que ninguém deveria saber

    Vidente no Havai descreve o método exato que ninguém deveria saber: O caso de Daniel Blank na LuisianaUma mulher a milhares de quilômetros de distância envia aos investigadores um detalhe sobre a cena do crime que nunca foi publicado: uma cadeira de ferro forjado colocada sobre um ar condicionado. Ela não havia visitado o local, não tinha acesso aos arquivos, mas descreveu com precisão o método de entrada do assassino. Como era possível ela saber isso?Neste episódio, exploramos a série de seis assassinatos que assolou a paróquia de Ascensão Paris entre outubro de 1996 e julho de 1997, a investigação que levou a Daniel Blank, e a confissão que mudaria tudo. Um homem condenado à morte duas vezes, nenhuma evidência forense o vinculando a nenhuma cena, e uma pergunta que os tribunais da Luisiana ainda não responderam com certeza.Vítima: Lilian Philip, Barbara Bergua, Víctor Rossi, Sam e Louella Arcuri, Johan Brook, Leon e Joyce MillerData: 1996-1997Local: Paróquia de Ascensão Paris, Luisiana, Estados UnidosEstado: Daniel Blank condenado, confissão contestada, sem evidências físicas- Uma vidente no Havai descreveu com exatidão uma cadeira de ferro forjado sobre um ar condicionado que ninguém fora do processo investigativo deveria conhecer- Doze horas de interrogatório resultaram em confissão detalhada, mas nenhuma impressão digital ou DNA vincula Daniel Blank a nenhuma das seis cenas- Os objetos roubados, que somavam mais de setecentos mil dólares, nunca foram recuperados em poder de Blank- Daniel Blank foi condenado à morte duas vezes, retratou-se, alegando pressão emocional extrema durante interrogatório, e apresentava coeficiente intelectual abaixo da médiaDaniel Blank, Luisiana 1996-1997, assassinatos em série, confissão falsa, investigação criminosa, homicídio, suspense, forense, true crime portuguêsTo listen to this podcast ad-free and access premium episodes, try our subscription with a 14-day free trial at obomedia.com.© 2026 OBOMEDIA. All rights reserved.This episode and its content (audio, text, and related materials) are the exclusive property of OBOMEDIA and are protected by applicable copyright laws. Reproduction, distribution, editing, or commercial use, in whole or in part, without prior written permission from OBOMEDIA is prohibited. For permissions, licensing, and business inquiries: [email protected].

  29. 8

    Fotógrafo capta a placa do carro que matava a menina na floresta

    Fotógrafo capta a placa do carro que matava a menina na floresta: O assassinato de Engla JoglundUm homem tira duas fotos de ciclistas para testar uma câmera nova. Nas imagens, separadas por um minuto, aparecem uma menina de dez anos e o veículo vermelha atrás dela - com a matrícula completamente legível. Ninguém percebe a conexão até o dia seguinte, quando desaparece uma criança na mesma região. Essa documentação acidental encerraria um caso de homicídio em série que havia permanecido aberto há oito anos na Suécia.Neste episódio, exploramos como duas fotografias amadoras desmantelaram a investigação de um assassino em série: Anders Eklund e o vínculo oculto entre o crime de Pernilla Hellgren em 2000 e o desaparecimento de Engla Joglund em 2008. Examinamos as falhas do sistema que permitiram que um homem com antecedentes de agressão sexual e roubo de lingerie permanecesse solto, e como a placa legível de um automóvel se tornou a evidência mais decisiva de um duplo homicídio.Vítima: Engla JoglundData: 5 de abril de 2008Localização: Härtsön, região de Gävleborg, SuéciaEstado: Condenado à prisão perpétua- Thomas Langton fotografou a menina e o Saab vermelho no mesmo minuto em que Engla pedala para o último trajeto de sua vida- Anders Eklund possuía antecedentes documentados de tentativa de estupro, exibicionismo e fornecimento de álcool a menores, mas seu DNA nunca havia sido coletado antes de 2008- O sangue no interior do carro foi tratado com produto de limpeza, indicando destruição deliberada de evidências- A confissão de Eklund conectou o desaparecimento de Engla em 2008 ao homicídio de Pernilla Hellgren ocorrido oito anos antes, resolvendo um caso que permanecia aberto por falta de um perfil de DNA no sistemaEngla Joglund, Anders Eklund, Härtsön Suécia 2008, assassino em série, homicídio infantil, investigação criminal, forense, misterio irresoluvel, true crime portuguêsTo listen to this podcast ad-free and access premium episodes, try our subscription with a 14-day free trial at obomedia.com.© 2026 OBOMEDIA. All rights reserved.This episode and its content (audio, text, and related materials) are the exclusive property of OBOMEDIA and are protected by applicable copyright laws. Reproduction, distribution, editing, or commercial use, in whole or in part, without prior written permission from OBOMEDIA is prohibited. For permissions, licensing, and business inquiries: [email protected].

  30. 7

    Mulher declara ao tribunal sem arrepender: lamento que sejam tão poucas vítimas

    Mulher declara ao tribunal sem arrepender: lamento que sejam tão poucas vítimas: The Serial Murder Spree of Inesa Tarber-DievaEm julho de 2009, sobre a rodovia M4 Don, uma patrulha encontrou quatro corpos: uma família inteira. Mas aquele crime não era o início. Era o final visível de quinze anos de assassinatos planejados, documentados em um diário com fotos e rotinas de cada alvo, operados por uma quadrilha familiar que incluía um policial corrupto.Neste episódio, exploramos como uma estrutura criminosa permaneceu ativa durante uma década e meia sem ser detectada: um homem disposto à violência, uma mulher que planejava meticulosamente, filhas incorporadas gradualmente e um agente de polícia que fornecia inteligência em tempo real. Quinze anos, onze ataques comprovados, e a gangue foi detida apenas por um controle de trânsito de rotina.Vítima: Família Chud-Kov, Alexander Klosko (afilhada), Mijaíl Snev, Pavel KulkovData: 1997-2013Local: Novocherkask e rodovia M4 Don, Rostov, RússiaEstado: Condenada- Inesa mantinha um diário operacional com fotografias, endereços, rotinas e rotas de fuga de cada vítima selecionada- Sergei Celnik, cunhado de Inesa e policial ativo, usava seu rádio de serviço para avisar o grupo durante operações- A gangue acumulou um arsenal completo (facas, pistolas, espingardas, granadas, algemas) em residências familiares durante quinze anos- Roman Podcopa-Ev foi solto após assassinar uma professora universitária em 1997, estabelecendo o padrão de impunidade que definiria a década seguinteInesa Tarber-Dieva, Novocherkask, serial killers, homicídio, investigação, murder, true crime, forense, gangue familiar, suspenso, misterio, asesinato, true crime portuguêsTo listen to this podcast ad-free and access premium episodes, try our subscription with a 14-day free trial at obomedia.com.© 2026 OBOMEDIA. All rights reserved.This episode and its content (audio, text, and related materials) are the exclusive property of OBOMEDIA and are protected by applicable copyright laws. Reproduction, distribution, editing, or commercial use, in whole or in part, without prior written permission from OBOMEDIA is prohibited. For permissions, licensing, and business inquiries: [email protected].

  31. 6

    Prisioneiro Caminha para a Saída e Embarca em um Voo para Paris

    Prisioneiro Caminha para a Saída e Embarca em um Voo para Paris: The Murder Cases of Charles SobhrajEm dezembro de dois mil e vinte e dois, um homem de setenta e oito anos deixa uma prisão do Nepal e sobe em um avião rumo à Europa. Ele havia sido condenado à prisão perpétua, mas está livre. O que ninguém esperava era descobrir por que ele próprio havia retornado ao único país onde seus crimes ainda poderiam persegui-lo - uma contradição que desafia toda a lógica criminal.Neste episódio, exploramos como Charles Sobhraj enganou três sistemas judiciais distintos, cruzou fronteiras enquanto a Interpol o procurava e manipulou leis de prescrição para escapar de suas vítimas. Investigamos a tensão entre sua narrativa ideológica em entrevistas televisionadas e os fatos brutais documentados nos processos judiciais, além do erro estratégico que o prendeu no Nepal após três décadas de evasão.Vítima: Laurent Carrière, Connie Bronzich, Teresa Knowlton, Henk Bintanja, Cornelia HemkerData: 1975-2003Local: Tailândia, Nepal, Índia, FrançaEstado: Condenado à prisão perpétua; libertado em 2022- Cinco cadáveres encontrados em Pattaya entre outubro e dezembro de mil novecentos e setenta e cinco, sem suspeito identificado por meses- Um fragmento de roupa com etiqueta holandesa foi o único rastro que conectou vítimas de nacionalidades diferentes em jurisdições distintas- Sobhraj planejou e executou sua própria fuga em Tihar em mil novecentos e oitenta e seis, caminhou livremente durante dez anos enquanto crimes tailandeses prescreviam- Retornou voluntariamente ao Nepal em dois mil e três, ignorando que esse país não tinha prescrição para assassinato - o único erro legal documentado em sua trajetóriaCharles Sobhraj, Pattaya, Nepal, Tailândia, murder, serial killers, true crime, investigation, homicide, unsolved mysteries, forensic, motive, deception, true crime portuguêsTo listen to this podcast ad-free and access premium episodes, try our subscription with a 14-day free trial at obomedia.com.© 2026 OBOMEDIA. All rights reserved.This episode and its content (audio, text, and related materials) are the exclusive property of OBOMEDIA and are protected by applicable copyright laws. Reproduction, distribution, editing, or commercial use, in whole or in part, without prior written permission from OBOMEDIA is prohibited. For permissions, licensing, and business inquiries: [email protected].

  32. 5

    Passageira abre os olhos quando o trem desacelera nos trilhos

    Passageira abre os olhos quando o trem desacelera nos trilhos: O assassinato em série de Anatoli NagievQuatro mulheres desaparecem de um vagão durante a noite de 4 de julho de 1980. Na manhã seguinte, seus corpos aparecem espalhados ao longo de 29 quilômetros de trilhos no oblast de Oriol. O trem Járkov-Moscou havia transportado um serial killer entre passageiros comuns, e ninguém sabia seu rosto - ainda.Neste episódio, exploramos como um homem rastreava sistematicamente centenas de mulheres em cadernos codificados, cometeu pelo menos trinta violações entre 1979 e 1980, e viajou livremente pela rede ferroviária soviética enquanto as autoridades buscavam em vão. As amostras de sêmen vinculavam crimes separados por meses; a pressão política dos Jogos Olímpicos comprometeu a investigação desde o início; e um detalhe - um anel de ouro roubado - revelaria a identidade do predador que havia marcado sua próxima vítima: a cantora mais famosa da União Soviética.Vítima: Olga Demyanenko, Nadezhda Kravchenko, e quatro passageiras do tremData: 4 de julho de 1980Local: Trem Járkov-Moscou, oblast de Oriol, União SoviéticaEstado: Condenado à pena de morte em 2 de julho de 1981- O eletricista Prelutsky sobreviveu trancado em seu cubículo enquanto quatro passageiras eram apunhaladas sistematicamente a menos de um metro de distância- Nagiev havia roubado um anel de ouro que foi reconhecido por um joalheiro apenas quatro dias depois - o único elo que o identificaria- O caderno continha 319 nomes de mulheres mapeadas em múltiplas regiões, incluindo anotações sobre os movimentos de Alla Pugacheva, a cantora mais famosa do país- Ele conseguiu entrar no camarim da cantora durante os Jogos Olímpicos e entregar rosas, mas não agiu - o motivo exato nunca foi estabelecidoAnatoli Nagiev, Járkov-Moscou 1980, serial killer, trem, Kursk, violação, assassinato em série, investigação, pena de morte, União Soviética, forense, true crime portuguêsTo listen to this podcast ad-free and access premium episodes, try our subscription with a 14-day free trial at obomedia.com.© 2026 OBOMEDIA. All rights reserved.This episode and its content (audio, text, and related materials) are the exclusive property of OBOMEDIA and are protected by applicable copyright laws. Reproduction, distribution, editing, or commercial use, in whole or in part, without prior written permission from OBOMEDIA is prohibited. For permissions, licensing, and business inquiries: [email protected].

  33. 4

    Polícia Arquiva Denúncia Enquanto Pastor Dissolve Seis Corpos em Ácido

    Polícia Arquiva Denúncia Enquanto Pastor Dissolve Seis Corpos em Ácido: The serial murders of Andras PandyEm mil novecentos e noventa e dois, uma mulher apresenta-se à polícia belga com uma denúncia detalhada: seu pai, um pastor protestante respeitado em Bruxelas, assassinou pelo menos seis pessoas e dissolveu seus corpos em ácido de drenagem. A polícia arquiva o caso com uma única nota: não serão tomadas medidas. Cinco anos de silêncio institucional enquanto os corpos desaparecem.Neste episódio, exploramos como um homem instruído e carismático construiu um sistema de controle sobre duas famílias simultâneas, como uma filha vítima de abuso tornou-se cúmplice, e como documentos falsificados - postais, telegramas, cartas de mulheres vivas - convenceram investigadores de que não havia crime algum. A denúncia existia desde mil novecentos e noventa e dois, mas ninguém verificou as fontes.Vítima: Edit Finor, Andrea Pandy, Ilona Sores, Daniel Pandy, Soltan, Tunde FinorData: 1986-1990Local: Bruxelas, Bélgica (Anderlecht, rua Vander Maelen 54)Estado: Condenado a prisão perpétua (2002)- O pastor utilizou liquid-plumber para dissolver ossos e órgãos, método que a polícia nunca investigou até um especialista forense recriá-lo na sala de julgamento.- Agnes Pandy descreveu com exatidão cada detalhe dos assassinatos à polícia em 1992, mas suas alegações foram classificadas como instabilidade psicológica.- Os fragmentos ósseos encontrados em 1997 pertenciam a sete mulheres e um homem jamais identificados, sugerindo vítimas além da família.- Durante cinco anos, Pandy enviou postais e telegramas falsificados de vítimas mortas em Israel, Miami e Brasil, que a polícia aceitou sem verificação de origem.Andras Pandy, Bruxelas, dissolução em ácido, assassinato em série, abuso familiar, negligência policial, 1992, investigação criminal, homicídio, forense, julgamento, true crime portuguêsTo listen to this podcast ad-free and access premium episodes, try our subscription with a 14-day free trial at obomedia.com.© 2026 OBOMEDIA. All rights reserved.This episode and its content (audio, text, and related materials) are the exclusive property of OBOMEDIA and are protected by applicable copyright laws. Reproduction, distribution, editing, or commercial use, in whole or in part, without prior written permission from OBOMEDIA is prohibited. For permissions, licensing, and business inquiries: [email protected].

  34. 3

    Vizinhos Comem Hambúrguer na Casa Dela Sem Saber o Que Mastigam

    Vizinhos Comem Hambúrguer na Casa Dela Sem Saber o Que Mastigam: O Homicídio de Christopher ReganNuma noite de outono em Iron River, Michigan, um grupo de vizinhos saiu de uma reunião social sem desconfiar do que havia acabado de consumir. Os hambúrgueres tinham um gosto diferente, mas ninguém perguntou. Semanas antes, um homem desapareceu sem deixar rastros visíveis, e sua morte ficaria oculta atrás de uma porta recém-pintada durante meses.Neste episódio, exploramos como um pacto conjugal de dois mil e dois se transformou em assassinato metódico, como o GPS de um veículo destruiu a primeira versão dos suspeitos, e como folhas de árvores e uma impressão digital revelaram o transporte de restos humanos. A questão central permanece: por quanto tempo um crime dessa magnitude pode se esconder dentro de uma comunidade aparentemente comum?Vítima: Christopher ReganData: 14 de outubro de 2014Local: Caspian, Michigan (Upper Peninsula)Estado do Caso: Condenado- Kelly Cochran serviu comida em reuniões sociais meses após desmantelar o corpo com uma serra elétrica- O GPS do veículo registrou a chegada à casa dela no dia do desaparecimento, contradizendo sua versão inicial- Pesquisas por imagens de satélite do poço foram feitas antes do crime, comprovando planejamento prévio- Kelly estrangulou Jason Cochran enquanto dormia dezesseis meses depois, eliminando a única testemunha diretaChristopher Regan, Iron River Michigan 2014, assassinato, desaparecimento, investigação forense, homicídio, casal criminoso, true crime portuguêsTo listen to this podcast ad-free and access premium episodes, try our subscription with a 14-day free trial at obomedia.com.© 2026 OBOMEDIA. All rights reserved.This episode and its content (audio, text, and related materials) are the exclusive property of OBOMEDIA and are protected by applicable copyright laws. Reproduction, distribution, editing, or commercial use, in whole or in part, without prior written permission from OBOMEDIA is prohibited. For permissions, licensing, and business inquiries: [email protected].

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Toda cidade guarda segredos que ninguém quer contar em voz alta. O que acontece quando alguém resolve contá-los? True Crime Inconfessável é o podcast que vai além dos titulares de jornal. Aqui, casos reais são destrinchados com profundidade, sem sensacionalismo barato e sem respostas fáceis. Cada episódio reconstrói crimes, desaparecimentos e investigações criminais que ficaram enterrados no silêncio — seja por conveniência, por medo ou por conivência. O diferencial não é o horror. É a pergunta que ninguém faz: por quê? Gabriel é jornalista com anos de cobertura policial e judiciária. Ele passou esse tempo dentro de delegacias, acompanhando audiências e entrevistando quem esteve no centro de casos que chocaram — e foram esquecidos. Esse acesso moldou um olhar que separa o que realmente aconteceu do que foi conveniente narrar. Este podcast é para quem não se satisfaz com a versão oficial. Para quem lê sobre um crime e pensa: isso não fecha

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