Em segundo Plano podcast artwork

PODCAST · education

Em segundo Plano

Em Segundo Plano é um espaço criado para acompanhar momentos de foco, estudo e trabalho.O áudio é o elemento central: conteúdos pensados para permanecer em segundo plano enquanto você aprende, produz ou reflete, sem interrupções ou excessos.

  1. 68

    62 · A Vida Não Precisa de Sentido

    Talvez a pergunta sobre o sentido da vida esteja mal colocada.Talvez não falte propósito, mas atenção.Este episódio percorre a ideia de que o universo não exige uma resposta final, mas a presença de alguém que observe, conecte e sustente significado onde não há nenhum dado de antemão. A vida como algo a ser habitado, não resolvido.

  2. 67

    61 · O motivo pelo qual lemos e escrevemos

    Algumas ideias só encontram forma no silêncio. Ler e escrever são modos distintos de habitar esse espaço, onde a ausência de resposta imediata permite que pensamentos mais longos respirem. Este episódio investiga a solidão compartilhada que une escritores e leitores, e a forma como um livro só ganha vida quando encontra um outro corpo para pulsar.Esta reflexão também se desdobra em texto, para quem prefere acompanhar o pensamento pela leitura.Livros citados:Esta Distante Proximidade — Rebecca Solnithttps://amzn.to/3LThMG9Um Guia para se Perder — Rebecca Solnithttps://amzn.to/3LSrOHw

  3. 66

    60 · A Altura que uma Vida Alcança

    Nem toda dor é um erro de percurso. Algumas são condições estruturais de crescimento.Nietzsche sugere que a capacidade de sentir alegria se expande na mesma medida em que ampliamos nossa tolerância ao desconforto, e que evitar a dificuldade pode significar reduzir a própria vida.A metáfora da árvore exposta à tempestade atravessa este pensamento: não como ideal de força, mas como realidade de formação.Livros mencionados:Vontade de potência — Friedrich Nietzschehttps://amzn.to/4qYp8HeO Mundo como Vontade e Representação — Arthur Schopenhauerhttps://amzn.to/4r1G3c1

  4. 65

    59 · O Limite Onde a Mente se Organiza

    Criar não é perder o controle. É manter forma onde há excesso. A mente criativa opera com filtros mais permeáveis, recebendo mais estímulos, mais associações, mais ruído. A obra só surge quando esse caos encontra capacidade de reorganização, atenção sustentada e direção.Livros citados:The Creative Brain: The Science of Genius — Nancy C. Andreasenhttps://amzn.to/4b6Kk9yPortraits of the Mind — Carl Schoonoverhttps://amzn.to/3YL9yCPEsta reflexão também se desdobra em texto, para quem prefere acompanhar o pensamento pela leitura.

  5. 64

    58 · Tchaikovsky - Rosas Entre Espinhos

    A beleza nem sempre surge como trégua. Às vezes, ela aparece como insistência uma decisão silenciosa de permanecer fiel à vida mesmo quando o terreno é hostil. A experiência de Tchaikovsky revela uma relação íntima entre melancolia, criação e obstinação: não um elogio da dor, mas a recusa em permitir que ela esgote o sentido do viver.Livro citado:The Life and Letters of Peter Ilich Tchaikovsky (Classic Reprint)https://amzn.to/3LKSREyEsta reflexão também se desdobra em texto, para quem prefere acompanhar o pensamento pela leitura.

  6. 63

    57 · A melancolia não é um erro do sistema - é parte dele

    Nem toda tristeza é patológica. Algumas não paralisam e inquietam. A melancolia, quando não confundida com apatia, mantém aberta a distância entre o que é e o que poderia ser. Este episódio percorre essa tensão sem pressa, observando o que se perde quando tentamos eliminar estados antes de compreendê-los.Referências citadas:Robert Burton — A Anatomia da Melancoliahttps://amzn.to/49Mfd0EEric G. Wilson — Contra a felicidade: em louvor à melancoliahttps://amzn.to/3YK8HCs

  7. 62

    56 · Viver fora de fase é um problema de direção, não de disciplina

    Nem todo cansaço vem do excesso de esforço. Alguns nascem do desencontro entre o tempo do corpo e o tempo que nos é imposto. Quando o relógio interno e o relógio social operam em direções distintas, a exaustão deixa de ser episódica e passa a estruturar a experiência cotidiana.Esta reflexão atravessa o tema do jet lag social como um problema de alinhamento, identidade e direção, mais do que de força de vontade. O corpo sabe quando deveria estar dormindo, mesmo quando a agenda insiste no contrário.Referência central:Social jetlag and its consequences — Cell Presshttps://www.youtube.com/watch?v=t5ylqK-aPX8

  8. 61

    55 · A depressão como falha de direção, não de caráter

    Nem todo mau humor é um erro. Nem toda tristeza é patológica. Há estados que interrompem porque algo precisa parar e há estados que se prolongam porque o sistema perdeu referência de direção.Este episódio percorre a ideia do humor como um mecanismo de orientação, não como identidade, e observa o que acontece quando ele é forçado a operar em um ambiente sem ciclos, sem conclusão e sem repouso legítimo.Livro citado:– Jonathan Rottenberg — As Profundezas– Martin E. P. Seligman — Aprenda a ser otimista: https://amzn.to/4jKCuod

  9. 60

    54 · A insuficiência da linguagem diante da depressão

    A depressão costuma ser interpretada a partir de metáforas inadequadas. Em vez de queda ou fraqueza, ela se manifesta como um estado de confinamento interno — físico, químico e perceptivo.Nesta reflexão, a partir de William Styron, investigamos por que a linguagem falha em descrevê-la e como essa falha contribui para o isolamento de quem a vivencia.Leituras mencionadas:Escuridão Visível: Uma Memória de Loucura – William Styronhttps://amzn.to/4r2N50m

  10. 59

    53 · A Esperança Depois da Noite

    Nietzsche descreve a esperança não como negação do sofrimento, mas como algo que retorna depois de uma longa resistência silenciosa. A alegria da convalescença nasce do corpo e do espírito que sobreviveram ao que parecia absoluto.Livro de referência:A Gaia Ciência — Friedrich Nietzschehttps://amzn.to/3Lu3YBV

  11. 58

    52 · A Ciência e a Filosofia da Amizade

    A amizade raramente é pensada como uma virtude, mas talvez devesse ser. A partir de Aristóteles e da filosofia contemporânea, esta reflexão investiga a amizade como relação ética, espelho moral e parte essencial de uma vida bem vivida.O livro Answers for Aristotle, de Massimo Pigliucci, serve como fio condutor para compreender por que não é a quantidade de vínculos que sustenta o bem-estar, mas a qualidade das relações que somos capazes de manter.Esta reflexão também se desdobra em texto, para quem prefere acompanhar o pensamento pela leitura.Livro citado:Answers for Aristotle — Massimo Pigliuccihttps://amzn.to/4saPRlj

  12. 57

    51 · A Memória Não Guarda: Ela Reescreve

    A memória não registra o passado: ela o reconstrói.Neste episódio, refletimos sobre a fragilidade, a criatividade e a natureza narrativa das lembranças, a partir das ideias de Oliver Sacks e da psicologia da memória.Livros citados:Alucinações — Oliver Sacks https://amzn.to/3NwYZAVPsicologia dos Sonhos — Sigmund Freud https://amzn.to/49mmWn7

  13. 56

    50 · Acender uma luz na escuridão do ser

    Carl Jung escreveu sobre vida e morte não como opostos, mas como movimentos de ampliação da consciência. Nesta reflexão, o sonho, o inconsciente e a transcendência aparecem como partes essenciais do que significa tornar-se humano.Leitura citada:Memórias, sonhos, reflexões — Carl G. Junghttps://amzn.to/49pwtK4Roube como um artista — Austin Kleonhttps://amzn.to/4pE8xY6

  14. 55

    49 · Somos Sonhados por Aquilo que Esquecemos

    Enquanto dormimos, desejos, memórias e censuras se reorganizam. Os sonhos revelam não o que vivemos, mas o que permaneceu ativo sem nome. Esta reflexão percorre Freud, a memória e a consciência como experiência limite.Esta reflexão também se desdobra em texto, para quem prefere acompanhar o pensamento pela leitura.Livros citados:A Interpretação dos Sonhos — Sigmund Freudhttps://amzn.to/3LLWQ3OAndroides Sonham com Ovelhas Elétricas? — Philip K. Dickhttps://amzn.to/4qTR8f1

  15. 54

    48 · Enquanto Dormimos, a Mente Trabalha

    Enquanto dormimos, a mente continua ativa. O sono e os sonhos participam da regulação das emoções, da reorganização da memória e da construção da identidade. Esta reflexão percorre o papel do sono REM nesse trabalho silencioso que sustenta nosso funcionamento emocional.Esta reflexão também se desdobra em texto, para quem prefere acompanhar o pensamento pela leitura.Livro citado: A Mente de Vinte e Quatro Horas, de Rosalind D. Cartwright.

  16. 53

    47 · Como Criamos Nossa Percepção do Tempo

    O tempo não se apresenta da mesma forma em todas as fases da vida. Ele desacelera no medo, acelera na rotina e se distorce quando lembramos. Esta reflexão explora como a mente constrói o que chamamos de passagem do tempo — e como memória, emoção e identidade moldam essa experiência.

  17. 52

    46 · O Tempo Não Passa. Ele É Editado.

    O tempo não é sentido como uma linha contínua, mas como uma experiência moldada pela atenção, pelo medo, pela memória e pelos estímulos ao redor. Em alguns momentos, ele se alonga; em outros, desaparece quase por completo.Esta reflexão também se desdobra em texto, para quem prefere acompanhar o pensamento pela leitura.

  18. 51

    A História Que Você Chama de Eu

    Às vezes defendemos uma opinião com intensidade inesperada. Não porque o assunto seja importante, mas porque algo na discordância parece atingir um lugar mais profundo.Talvez esse lugar seja apenas a narrativa que usamos para organizar a experiência de sermos alguém. Uma história formada por acontecimentos que poderiam ter sido outros.Quando essa narrativa começa a parecer menos inevitável, surge uma pergunta silenciosa sobre o que realmente sustenta a vida humana.Esta reflexão também se desdobra em texto, para quem prefere acompanhar o pensamento pela leitura.

  19. 50

    45 · O amor não é uma resposta

    O amor foi descrito como febre, risco, aceitação e mistério. A partir de reflexões literárias de diferentes séculos, esta escuta propõe pensar o amor não como resposta, mas como experiência que nos desloca de nós mesmos.Esta reflexão também se desdobra em texto, para quem prefere acompanhar o pensamento pela leitura.Livros citados:As Sereias de Titã — Kurt Vonneguthttps://amzn.to/4jBHgEwSobre o amor — Stendhalhttps://amzn.to/4576FzW

  20. 49

    44 · O Verdadeiro Significado do Amor

    O amor, muitas vezes romantizado como fusão, pode ser entendido como um gesto mais raro: reconhecer o outro como real, distinto e irredutível ao nosso desejo. A partir de reflexões filosóficas e literárias, este episódio investiga o amor como exercício moral, como imaginação disciplinada e como desapego do ego.Livro citado: A soberania do bem, de Iris Murdoch.https://amzn.to/4spPcwt

  21. 48

    43 · A Ilusão do Eu e o Difícil Trabalho de Existir

    A identidade costuma ser tratada como algo a ser descoberto e defendido. Mas a experiência revela outra coisa: o eu é instável, móvel, frequentemente ilusório. Fernando Pessoa escreveu a partir desse desconforto, explorando o desassossego de existir sem um centro fixo.Livro citado:O Livro do Desassossego, de Fernando Pessoa.https://amzn.to/4qMi4xu

  22. 47

    42 · O Amor Como Fantasia Vestida de Realidade

    O amor romântico raramente acontece entre duas pessoas reais. Ele nasce da imaginação, da projeção e do desejo de ver no outro aquilo que nos falta.A partir de Fernando Pessoa e de uma crítica ao mito moderno do amor, esta reflexão investiga a diferença entre amar uma ideia e perceber verdadeiramente alguém.Livro citado: Livro do Desassossego — Fernando PessoaLink: https://amzn.to/4qMi4xu

  23. 46

    41 · Aceitação da incerteza

    Vivemos sob a pressão silenciosa de estar bem, melhorar sempre e evitar qualquer sinal de fracasso. Mas essa exigência constante de otimismo pode ser justamente o que nos torna mais ansiosos.Esta reflexão percorre o chamado “caminho negativo” para a tranquilidade: a ideia de que aceitar a incerteza, o erro e até o fracasso pode produzir uma calma mais estável do que a promessa frágil do pensamento positivo.Esta reflexão também se desdobra em texto, para quem prefere acompanhar o pensamento pela leitura.Livros citados:Manual antiautoajuda – George Myersonhttps://amzn.to/4ppVJooO viés otimista – Tali Sharothttps://amzn.to/4aMgC9x

  24. 45

    40 · Uma História Particular da Felicidade

    A felicidade raramente se anuncia em grandes acontecimentos. Ela costuma habitar os pequenos dias, os instantes de presença, os gestos simples que não entram para a história oficial. A partir de cartas e diários escritos ao longo de séculos, esta reflexão percorre diferentes formas de alegria silenciosa: a contemplação, o dever, a amizade, o trabalho criativo e a atenção ao mundo.Esta reflexão também se desdobra em texto, para quem prefere acompanhar o pensamento pela leitura.Livros citados incluem Biblioteca Estoica, de Marco Aurélio, Epíteto, Sêneca.https://amzn.to/3N6IEmr

  25. 44

    39 · Sobre a verdadeira felicidade

    A felicidade é frequentemente associada à expansão: mais recursos, mais controle, mais garantias. Benjamin Franklin sugere que ela pode surgir do movimento oposto da redução de necessidades, da ordem interior e da harmonia entre razão e desejo.Esta reflexão também se desdobra em texto, para quem prefere acompanhar o pensamento pela leitura.Livro mencionado:Autobiografia, de Benjamin Franklin.https://amzn.to/4skzV05

  26. 43

    38 · A dignidade da infelicidade

    A cultura da felicidade contínua transformou a tristeza em fracasso pessoal. Albert Camus propõe outra leitura: a infelicidade não é humilhante, é parte da própria vida. Ao refletir sobre corpo, vazio, ordem e liberdade, ele revela como muitas das nossas dores não vêm do sofrimento em si, mas das prisões que criamos para evitá-lo.Esta reflexão também se desdobra em texto, para quem prefere acompanhar o pensamento pela leitura.Albert Camus — Carnets Tome 3: Mars 1951 – Décembre 1959https://amzn.to/4stCg98

  27. 42

    37 · O Tabu de Ser o Universo

    A sensação de ser um “eu” isolado talvez seja uma das ilusões mais profundas da experiência humana. Alan Watts propõe que não entramos no mundo como estranhos: somos expressões momentâneas do próprio universo, confundidas pela linguagem, pela atenção fragmentada e pelo medo da incerteza.Ao atravessar temas como ego, identidade, religião, presença e interdependência, esta reflexão convida a um deslocamento de perspectiva — menos esforço, mais aceitação; menos controle, mais escuta.Esta reflexão também se desdobra em texto, para quem prefere acompanhar o pensamento pela leitura.Livros citados:Alan Watts — The Book on the Taboo Against Knowing Who You Arehttps://amzn.to/4jnqWH6Ruth Krauss — Open House for Butterflieshttps://amzn.to/3NrMKp9

  28. 41

    36 · A Ilusão da Permanência em um Universo que Nunca Para

    Vivemos como se algo em nós pudesse escapar ao tempo, mesmo sabendo que tudo o que existe está mudando. A partir de Alan Lightman e da noção budista de impermanência, esta reflexão habita a tensão entre o desejo de permanência e a realidade da dissolução.Esta reflexão também se desdobra em texto, para quem prefere acompanhar o pensamento pela leitura.Livros mencionados:The Accidental Universe — Alan LightmanOs Últimos Dias de Buda — Carlos Ribeiro

  29. 40

    35 · A liberdade começa onde a identidade resiste

    Mudar não é apenas decidir diferente, mas sustentar a tensão entre o que somos e o que ainda não sabemos que podemos ser. Uma reflexão sobre identidade, hábito e liberdade a partir de Allen Wheelis e da ideia de experiência transformadora.Esta reflexão também se desdobra em texto, para quem prefere acompanhar o pensamento pela leitura.Leituras mencionadas:How People Change, de Allen WheelisUlisses, de James Joyce

  30. 39

    34 · O Problema do Vampiro

    Algumas decisões não podem ser tomadas com base no que sabemos, porque o conhecimento necessário só surge depois da escolha. A filósofa L. A. Paul chama isso de experiência transformadora — situações em que não conseguimos imaginar quem nos tornaremos antes da mudança acontecer.Esta reflexão também se desdobra em texto, para quem prefere acompanhar o pensamento pela leitura.Livro citado:Transformative Experience — L. A. Paulhttps://amzn.to/49Ae4Ks

  31. 38

    33 · A vida provisória não atravessa a meia-idade

    A meia-idade não marca o fim de um caminho, mas o esgotamento de uma identidade provisória. A partir da psicologia junguiana de James Hollis, esta reflexão percorre a travessia entre adaptação e autenticidade.Esta reflexão também se desdobra em texto, para quem prefere acompanhar o pensamento pela leitura.Livro citadoA Passagem do Meio: da Miséria do Significado da Meia-idade — James Hollishttps://amzn.to/4qtg0tV

  32. 37

    32 · Nunca estamos prontos

    A vida não se organiza como uma linha reta, mas como uma sequência de crises que exigem integração. Inspirada na obra de Erik Erikson, esta reflexão percorre os estágios do desenvolvimento humano para pensar como cada fase molda, silenciosamente, quem nos tornamos.Nunca estamos completos e talvez seja exatamente isso que nos mantém humanos.Esta reflexão também se desdobra em texto, para quem prefere acompanhar o pensamento pela leitura.Livro citado:Childhood and Society — Erik H. Eriksonhttps://amzn.to/3NmZhu0

  33. 36

    31 · O Que Nos Faz Humanos?

    O que nos torna humanos talvez não seja uma característica única, mas uma combinação instável de biologia, consciência e cultura. Esta reflexão percorre a evolução, a neurociência e a filosofia para questionar a ideia de excepcionalidade humana e examinar as fronteiras porosas entre natureza e identidade.A partir de autores como Jared Diamond e reflexões sobre consciência propostas por Antonio Damasio e Dan Dennett, emerge a noção de que ser humano é menos uma definição e mais um processo.Esta reflexão também se desdobra em texto, para quem prefere acompanhar o pensamento pela leitura.Livros citados:A descendência do homem — Edith Whartonhttps://amzn.to/3KPToVBO terceiro chimpanzé — Jared Diamondhttps://amzn.to/44LdiYz

  34. 35

    30 · Como consertar toda a sua vida em um dia

    Mudanças reais raramente começam com hábitos. Elas começam quando a identidade que sustenta a vida atual deixa de fazer sentido. Esta reflexão percorre os mecanismos invisíveis que mantêm padrões, escolhas e estagnações, e aponta por que clareza nasce do confronto, não da motivação.Fonte:How to Fix Your Entire Life in One Day — Dan Koehttps://x.com/thedankoe/article/2010751592346030461

  35. 34

    29 · A sorte favorece a mente conectada

    Boas ideias raramente surgem completas. Elas começam como intuições vagas, fragmentos que precisam de tempo, ambiente e outras ideias para amadurecer.Esta reflexão percorre a visão de Steven Johnson sobre inovação como um fenômeno coletivo, nascido da conectividade, da troca e da circulação de pensamentos ainda imperfeitos.Esta reflexão também se desdobra em texto, para quem prefere acompanhar o pensamento pela leitura.Livro citado:De onde vêm as boas ideias — Steven Johnsonhttps://amzn.to/4pVRcuH

  36. 33

    28 · O mito do bloqueio criativo e a ansiedade de produzir

    Existe uma ansiedade silenciosa associada à criatividade: a de que, se não estamos produzindo, algo está errado. Chamamos esse intervalo de “bloqueio criativo”, como se fosse uma falha a ser corrigida rapidamente.https://amzn.to/4qv0Kgh#criatividade #processocriativo #ensaio #filosofiadacriacao #pensamentocontemporaneo #reflexao

  37. 32

    27 · Criar não é resolver problemas é aprender a formulá-los

    Criar não é esperar por inspiração, mas sustentar um processo. A partir das reflexões de Chuck Close, esta contemplação aborda disciplina, rotina e a ideia de que a criação começa quando formulamos problemas que ninguém pode resolver por nós.Esta reflexão também se desdobra em texto, para quem prefere acompanhar o pensamento pela leitura.Livro citado:Inside the Artist’s Studio — Joe Fighttps://amzn.to/4pNw35W

  38. 31

    26 · A procrastinação não é preguiça — é um conflito com o tempo

    A procrastinação não é falta de caráter nem simples desorganização. É um conflito neurológico entre recompensas imediatas e objetivos distantes. Esta reflexão percorre a ciência por trás desse comportamento e mostra por que pequenas mudanças funcionam melhor do que grandes resoluções.Esta reflexão também se desdobra em texto, para quem prefere acompanhar o pensamento pela leitura.

  39. 30

    25 · Evitar o trabalho não é fugir do esforço — é recusar a vida desperdiçada

    Uma reflexão sobre trabalho, desejo e propósito a partir de um livro escrito em 1949, mas estranhamente atual. Evitar o trabalho, aqui, não significa evitar o esforço, mas recusar a vida desperdiçada em atividades que não dialogam com quem somos.William J. Reilly propõe uma inversão simples e radical: quando a ação nasce do desejo genuíno, o esforço deixa de ser um fardo e se torna expressão.Esta reflexão também se desdobra em texto, para quem prefere acompanhar o pensamento pela leitura.Livro citado: Como Evitar o Trabalho, de William J. Reilly.

  40. 29

    24 · Trabalhar sem alma cansa mais do que trabalhar muito

    Trabalhar sem sentido cansa mais do que trabalhar muito. Esta reflexão examina por que a busca por um trabalho com alma se tornou uma das grandes tensões da vida moderna e por que vocação não é algo que se encontra, mas algo que se cultiva ao longo do tempo.Livros citados:Como Encontrar um Trabalho Gratificante — Roman Krznarichttps://amzn.to/3YFXyCvComo Manter a Mente Sã — Philippa Perryhttps://amzn.to/4qoHf8T

  41. 28

    23 · Não é força de vontade. É arquitetura

    Mudanças duradouras raramente nascem de decisões isoladas. Elas emergem da repetição silenciosa, dos contextos que moldam o comportamento antes mesmo do pensamento. Esta reflexão percorre a ciência dos hábitos, da experiência prática de Benjamin Franklin às investigações contemporâneas de Charles Duhigg e Timothy Wilson.Livros citados:O Poder do Hábito — Charles Duhigghttps://amzn.to/4atTFrFRedirect — Timothy Wilsonhttps://amzn.to/4aq7dnZAutobiografia — Benjamin Franklinhttps://amzn.to/4p9O25o

  42. 27

    22 · Uma Resolução para Dizer Sim

    Neste episódio, exploramos uma resolução de Ano Novo formulada por Friedrich Nietzsche em A Gaia Ciência (1882), que se distancia radicalmente das promessas superficiais e das metas vazias comuns nesse período do ano.Refletimos sobre a interdependência entre viver e pensar, sobre a inversão da lógica cartesiana e sobre a proposta de abandonar o ressentimento, a acusação e a negação reativa. Em vez disso, Nietzsche escolhe “desviar o olhar” como sua única forma de negação, com o objetivo de tornar-se alguém que apenas diz “sim”. Livro citado:A Gaia Ciência - Friedrich Nietzschehttps://amzn.to/4sq2Kbw#filosofia #nietzsche #amorfati #vida #reflexão

  43. 26

    21 · Como Manter a Sanidade

    Manter a sanidade não é evitar o sofrimento, mas aprender a revisar a história que contamos a nós mesmos.Esta reflexão percorre o pensamento de Philippa Perry sobre narrativa interior, otimismo como prática e a importância de criar distância em relação aos próprios pensamentos.Esta reflexão também se desdobra em texto, para quem prefere acompanhar o pensamento pela leitura.Livro citado:Como Manter a Mente Sã, de Philippa Perryhttps://amzn.to/498ByFq

  44. 25

    20 · A Coragem de Não Ir a Lugar Nenhum

    Em um mundo que acelera sem pausa, a quietude se tornou um gesto raro — e necessário.Esta reflexão percorre o pensamento de Pico Iyer sobre presença, silêncio e a coragem de não ir a lugar nenhum, a partir de seu encontro com Leonard Cohen e da ideia de quietude como forma de lucidez.Esta reflexão também se desdobra em texto, para quem prefere acompanhar o pensamento pela leitura.Livros citados:A Arte da Quietude, de Pico Iyerhttps://amzn.to/3NcZWy3Folhas de Relva (edição bilíngue), de Walt Whitmanhttps://amzn.to/3Nc18BL

  45. 24

    19 · A Felicidade como Ato de Coragem em um Mundo Sem Sentido

    Viver sem sentido não é o mesmo que viver sem valor.Esta reflexão percorre o pensamento de Albert Camus sobre o absurdo, a felicidade como obrigação moral e a possibilidade de uma vida digna mesmo diante do silêncio do mundo.Esta reflexão também se desdobra em texto, para quem prefere acompanhar o pensamento pela leitura.Livros citados:O Mito de Sísifo, de Albert Camushttps://amzn.to/4s6JM9yProjeto de Vida: Caminhos para uma Vida que Valha a Pena, de Clóvis de Barros Filhohttps://amzn.to/48OOhht

  46. 23

    18 · O Último Leitor e a Sobrevivência da Atenção

    O futuro da leitura não depende da tecnologia, mas da atenção que estamos dispostos a sustentar.Esta reflexão percorre o ensaio de E. B. White sobre o declínio da leitura e a ideia de Carl Sagan de que os livros são uma forma de magia humana, explorando o que se perde quando a mente deixa de trabalhar em silêncio.Esta reflexão também se desdobra em texto, para quem prefere acompanhar o pensamento pela leitura.Livros citados:Cosmos, de Carl Saganhttps://amzn.to/44FFEDpA Teia de Charlotte – edição anotada, de E. B. Whitehttps://amzn.to/3MMcrRa

  47. 22

    17 · Resoluções de Ordem Superior: o que cultivar quando o ano vira

    Nem toda resolução começa com ação. Algumas começam com atenção.Este episódio percorre ideias de pensadores e escritores que propõem uma outra forma de atravessar o ano: menos orientada por metas visíveis e mais guiada por presença, profundidade e disciplina interior.Esta reflexão também se desdobra em texto, para quem prefere acompanhar o pensamento pela leitura.Livro citado:Cartas a um Jovem Poeta — Rainer Maria Rilkehttps://amzn.to/3NaL96Z

  48. 21

    16 · O Tempo que Somos: Ansiedade, Presença e os Sonhos de Einstein

    Vivemos tentando administrar o tempo, quando talvez o problema seja outro: a dificuldade de habitá-lo.A partir de Os Sonhos de Einstein, de Alan Lightman, esta reflexão percorre mundos imaginários onde o tempo se dobra, se fixa ou se fragmenta, revelando nossas ansiedades mais profundas e o custo de fugir do presente.Esta reflexão também se desdobra em texto, para quem prefere acompanhar o pensamento pela leitura.Livros citados:Os Sonhos de Einstein — Alan Lightmanhttps://amzn.to/4qcndOQEnsaios de Amor — Alain de Bottonhttps://amzn.to/3Y5TjA0

  49. 20

    15 · Disciplina com Duas Faces: Onde a Criatividade Aprende a Respirar

    Criar não é escolher entre liberdade ou disciplina, mas sustentar a tensão entre as duas. A partir das reflexões de E.B. White, esta escuta percorre a escrita como prática de atenção, revisão e tempo.Esta reflexão também se desdobra em texto, para quem prefere acompanhar o pensamento pela leitura.Livros mencionados:The Paris Review Interviews, Vol. IV – Diversos autoresCharlotte’s Web – E.B. White

  50. 19

    14 · A Disciplina da Atenção: Simone Weil e a Arte de Atar as Próprias Mãos

    Simone Weil entendia a moralidade não como um conjunto de regras, mas como a capacidade de sustentar a atenção diante da realidade, mesmo quando o tempo pressiona e a vontade enfraquece.Esta reflexão atravessa seus cadernos, suas ideias sobre disciplina e o conceito radical de “atar as próprias mãos” como forma de proteger o pensamento do colapso no sofrimento.Esta reflexão também se desdobra em texto, para quem prefere acompanhar o pensamento pela leitura.Livros citados:Simone Weil e a filosofia — Fernando Rey Puentehttps://amzn.to/3YyCBcIBox Completo Alice no País das Maravilhas e Através do Espelho — Lewis Carrollhttps://amzn.to/45qGjsX

Type above to search every episode's transcript for a word or phrase. Matches are scoped to this podcast.

Searching…

We're indexing this podcast's transcripts for the first time — this can take a minute or two. We'll show results as soon as they're ready.

No matches for "" in this podcast's transcripts.

Showing of matches

No topics indexed yet for this podcast.

Loading reviews...

ABOUT THIS SHOW

Em Segundo Plano é um espaço criado para acompanhar momentos de foco, estudo e trabalho.O áudio é o elemento central: conteúdos pensados para permanecer em segundo plano enquanto você aprende, produz ou reflete, sem interrupções ou excessos.

HOSTED BY

Gean Machado

CATEGORIES

Frequently Asked Questions

How many episodes does Em segundo Plano have?

Em segundo Plano currently has 50 episodes available on PodParley. New episodes are automatically indexed when they're published to the podcast feed.

What is Em segundo Plano about?

Em Segundo Plano é um espaço criado para acompanhar momentos de foco, estudo e trabalho.O áudio é o elemento central: conteúdos pensados para permanecer em segundo plano enquanto você aprende, produz ou reflete, sem interrupções ou excessos.

How often does Em segundo Plano release new episodes?

Em segundo Plano has 50 episodes. Check the episode list to see recent publication dates and frequency.

Where can I listen to Em segundo Plano?

You can listen to Em segundo Plano on PodParley by clicking any episode. We provide an embedded audio player for direct listening, and you can also subscribe via your preferred podcast app using the RSS feed.

Who hosts Em segundo Plano?

Em segundo Plano is created and hosted by Gean Machado.
URL copied to clipboard!