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Empresa de Pesquisa Energética
by Empresa de Pesquisa Energética
Essa é uma produção da Empresa de Pesquisa Energética, a EPE. Um novo espaço para você acompanhar os temas mais relevantes do setor de energia com foco no planejamento energético. Aqui, além da nossa equipe multidisciplinar, você também poderá contar com os nossos convidados especiais.
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Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica • Ano XIX • Número 223 • Abril 2026
A mais recente edição do podcast da Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica mostra que, em março de 2026, o consumo nacional de energia elétrica foi de 48,9 TWh, registrando queda de 2,3% em relação a março de 2025. Este é o segundo mês consecutivo de retração. No setor industrial: O consumo de energia elétrica da indústria foi de 16,6 TWh em março, com queda de 1,3% na comparação anual. Sudeste e Nordeste puxaram a retração, enquanto Norte, Centro-Oeste e Sul atenuaram o recuo.No setor residencial: O consumo residencial totalizou 16,1 TWh em março de 2026, com retração de 2,3% em relação ao mesmo mês de 2025, aprofundando a queda observada no mês anterior.No setor comercial: O consumo de energia elétrica do comércio somou 9,4 TWh em março, com leve retração de 0,4% na comparação anual. O resultado reflete o desempenho marginal das atividades de comércio e serviços, combinado à redução do ciclo de faturamento de distribuidoras.No ambiente de contratação: Em março de 2026, o mercado livre respondeu por 44,8% do consumo nacional, com crescimento de 2,4% no consumo e forte expansão de 23,6% no número de consumidores. Já o mercado regulado representou 55,2% do consumo, registrando queda de 5,8%, apesar do aumento no número de consumidores.
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Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica • Ano XIX • Número 222 • Março 2026
A mais recente edição do podcast da Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica mostra que, em fevereiro de 2026, o consumo nacional de energia elétrica foi de 47,3 TWh, registrando queda de 1,1% em relação a fevereiro de 2025. No acumulado de 12 meses, o consumo totalizou 564,2 TWh, com leve crescimento de 0,1%. O consumo de energia elétrica da indústria foi de 15,7 TWh em fevereiro, com retração de 1,1% na comparação anual, marcando o quarto mês consecutivo de queda. A redução foi disseminada entre os setores, com 27 dos 37 segmentos monitorados registrando recuo. O consumo residencial totalizou 15,8 TWh em fevereiro de 2026, com queda de 1,2% em relação ao mesmo mês do ano anterior, revertendo o crescimento observado nos três meses anteriores. O consumo de energia elétrica do comércio somou 9,2 TWh em fevereiro, com leve aumento de 0,3% na comparação anual. O resultado acompanha os indicadores de atividade econômica, com crescimento das vendas do comércio e do setor de serviços. No entanto, temperaturas mais amenas e eventos de chuva limitaram a expansão do consumo em algumas regiões, reduzindo a demanda por climatização. Em fevereiro de 2026, o mercado livre respondeu por 44,3% do consumo nacional, apresentando crescimento de 2,9% no consumo e forte expansão de 28,3% no número de consumidores. Já o mercado regulado representou 55,7% do consumo, com queda de 4,0%, apesar do aumento de 1,3% no número de consumidores.
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Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica • Ano XIX • Número 221 • Fevereiro 2026
A mais recente edição do podcast da Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica mostra que, em janeiro de 2026, o consumo nacional de energia elétrica foi de 49,1 TWh, registrando aumento de 4,1% em relação a janeiro de 2025. No acumulado de 12 meses, o consumo somou 564,7 TWh, com crescimento mais moderado de 0,5%.O consumo de energia elétrica da indústria foi de 15,8 TWh em janeiro, com queda de 1,3% em relação a janeiro de 2025. A retração foi liderada pelo Sudeste, que recuou 3,2%, seguido por Nordeste e Centro Oeste, enquanto Sul e Norte registraram expansão.Em janeiro de 2026, o consumo de energia elétrica das residências totalizou 16,99 TWh, com alta de 8,6% na comparação anual — a maior desde julho de 2024. Foi a quarta vez, desde 2004, em que o consumo residencial superou o industrial, além de registrar o maior patamar já observado para a classe.O consumo de energia elétrica do comércio somou 9,4 TWh em janeiro, com avanço de 6,4% em relação a janeiro de 2025, atingindo o maior patamar já registrado para a classe desde o início da série histórica da EPE.Em janeiro de 2026, o mercado livre respondeu por 43,2% do consumo nacional, atingindo 21,2 TWh, com crescimento de 4,0% no consumo e expansão expressiva de 33,5% no número de consumidores, reflexo do avanço da migração. O mercado regulado, por sua vez, representou 56,8% do consumo e registrou elevação de 4,2%, além de alta de 1,9% no número de consumidores.
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Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica • Ano XIX • Número 220 • Janeiro 2026
A mais recente edição do podcast da Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica mostra que, em dezembro de2025, o consumo nacional de energia elétrica alcançou 47,6 TWh, registrando aumento de 0,5% em relação a dezembro de 2024. No acumulado de 12 meses, o consumo somou 562,7 TWh, com crescimento mais moderado de 0,2%.No setor industrial, o consumo de energia elétrica da indústria totalizou 15,8 TWh em dezembro, com queda de 3,3%em relação a dezembro de 2024. A retração foi mais intensa no Sudeste, seguida por Nordeste e Norte, enquanto Centro-Oeste e Sul mostraram crescimento. No setor residencial, em dezembro de 2025, o consumo de energia elétrica das residências alcançou 15,9 TWh, com altade 4,1% na comparação anual, a maior desde agosto, superando, pela terceira vez desde 2004, o consumo do setor industrial. No setor comercial, o consumo de energia elétrica do comércio somou 9 TWh em dezembro, com variação positiva de 0,5% em relação a dezembro de 2024, interrompendo a sequência de quedas observada ao longo de 2025. No ambiente de contratação, em dezembro de 2025, o mercado livre respondeu por 43,8% do consumo nacional, somando 20,9 TWh, com elevação de 2,7% no consumo e forte crescimento no número de consumidores,reflexo do avanço da migração. Já o mercado regulado, com 56,2% do consumo, apresentou queda de 1,2%, apesar do aumento no número de consumidores.
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Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica • Ano XVIII • Número 219 • Dezembro 2025
A mais recente edição do Podcast da Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica de dezembro mostra que o consumo nacional de energia elétrica foi de 47.420 GWh em novembro de 2025, o que representa um aumento de 0,1% comparado a novembro de 2024, interrompendo um período de 3 meses de quedas. O Centro Oeste (+6,7%) se destacou. Norte (+4,8%) e Nordeste (+0,4%) também consumiram mais, enquanto Sudeste (-0,3%) e Sul (-4,2%) tiveram retração.Em novembro a indústria consumiu 16.768 GWh, queda de 0,6% comparado ao mesmo mês de 2024. O Sudeste (2,0%) teve a maior retração, seguido por Nordeste (-1,8%) e Sul (-1,5%). O Norte (+9,5%) e o Centro-Oeste (+1,4%) contribuíram para atenuar a queda do consumo de eletricidade no mês. Entre os 37 setores monitorados da indústria, 27 reduziram o consumo.O consumo residencial totalizou 14.940 GWh, expansão de 0,9% em relação a novembro de 2024. Temperaturas mais elevadas no Centro-Oeste e o clima mais seco podem ter favorecido o aumento do consumo, especialmente em função do maior uso de equipamentos de climatização. O consumo de eletricidade na classe comercial somou 8.644 GWh, queda de 1,7% em relação a novembro de 2024. Com exceção do Centro-Oeste, temperaturas inferiores às observadas no ano anterior podem ter influenciado na retração do consumo ao reduzir a necessidade de climatização nos estabelecimentos.O mercado livre, com 21.672 GWh, respondeu por 45,7% do consumo nacional de energia elétrica em novembro de 2025, com crescimentos de 4,8% no consumo e de 34% no número de consumidores, na comparação com novembro de 2024.
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Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica • Ano XVIII • Número 218 • Novembro 2025
A mais recente edição do Podcast da Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica de novembro mostra que o consumo nacional de energia elétrica foi de 47,6 TWh, o que representa uma queda de 0,9% em relação a outubro de 2024. No acumulado dos últimos 12 meses, o consumo totalizou 562,4 TWh, um crescimento de 0,3% frente ao mesmo período anterior. E outubro trouxe um marco importante para o sistema elétrico brasileiro: a entrada em operação comercial da interligação de Roraima ao SIN, conectando todos os estados do país.O consumo de energia elétrica da indústria somou 17,0 TWh em outubro, expansão de 0,5% na comparação interanual. A região Norte (+9,6%) se destacou e puxou a alta do consumo industrial, Centro-oeste (+3,5%) e Sul (+1,6%) também consumiram mais. Por outro lado, Sudeste (-1,4%) e Nordeste (-1,0%) reduziram o consumo.O consumo residencial totalizou 14,96 TWh, registrando retração de 0,8% em outubro de 2025 em relação a outubro de 2024.O consumo da classe comercial somou 8,5 TWh, queda de 3,3% frente a outubro de 2024. As temperaturas inferiores às observadas no ano anterior podem ter contribuído para a retração do consumo, reduzindo a necessidade de climatização nos estabelecimentos. O mercado livre respondeu por 45,6% do consumo nacional em outubro de 2025, totalizando 21,7 TWh, o que representa um crescimento de 5,3% em relação ao mesmo mês do ano anterior.
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EPE na sua Frequência: #12 Quando o vento muda: desafios e oportunidades da energia eólica
Como uma das fontes de energia renovável de maior expansão em todo o mundo, a energia eólica está sempre empauta quando o assunto é transição energética. Mas, por outro lado, quais são os impactos das mudanças climáticas para a energia eólica? No primeiro trimestre de 2020, por exemplo, chuvas intensas e frequentes no Nordeste fizeram a geração de energiaeólica cair para a metade da média histórica para o período. As características da energia eólica, as ameaças das mudanças climáticas, o que a EPE tem feito para se preparar e os próximos passos para o setor são alguns dos temas discutidos no 12º episódio do EPE na sua Frequência.O bate-papo contou com a participação de Clarice Lira, analista de pesquisa energética da Superintendênciade Meio Ambiente da EPE; Charles Vieira de Mello, consultor técnico da Superintendência de Geração de Energia e de Gabriela Ruddy, editora da agência Eixos. Este é o último episódio desta temporada do EPE na sua Frequência. Voltamos em 2026 com novos episódios. Até lá! Acesse aqui o Fact Sheet Geração Eólica e Mudanças Climáticas
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Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica • Ano XVIII • Número 217 • Outubro 2025
A mais recente edição do Podcast da Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica mostra que o consumo nacional de energia elétrica foi de 46,1 TWh em setembro de 2025, registrando queda de 0,8% em relação ao mesmo mês de 2024. Já, no acumulado dos últimos 12 meses, o consumo totalizou 562,8 TWh, um aumento de 0,7% frente ao mesmo período anterior.O consumo da indústria foi de 16,7 TWh, decréscimo de 1,5% na comparação interanual. As regiões Norte (+4,4%), Nordeste (+0,8%) e Centro-Oeste (+0,5%) cresceram, mas o desempenho foi superado pelas quedas no Sul (-1,4%) e no Sudeste (-3,4%).O consumo das residências somou 14,4 TWh, aumento de 1,0% em relação ao mesmo mês de 2024. O setor residencial foi o único segmento a registrar crescimento, porém, o ritmo desacelerou em relação a agosto.O consumo do comércio totalizou 8,1 TWh, contração de 1,7% em relação a setembro de 2024. Regionalmente, houve quedas no Sul (-6,4%), Nordeste (-2,0%) e Sudeste (-1,1%), enquanto o Centro-Oeste (+3,3%) e o Norte (+1,3%) registraram crescimento.O mercado livre respondeu por 45,9% do consumo nacional, com alta de 4,4% em relação a setembro de 2024. Já o mercado regulado, com 54,1% do consumo nacional, teve redução de 4,7%.
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Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica • Ano XVIII • Número 216 • Setembro 2025
A mais recente edição do Podcast da Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica mostra que o consumo nacional de energia elétrica foi de 45,7 TWh, o que representa uma queda de 1,0% em relação a agosto de 2024. No acumulado dos últimos 12 meses, o consumo totalizou 563,2 TWh, uma alta de 1,1% frente a igual período anterior.No setor industrial, o consumo de energia elétrica somou 17,0 TWh em agosto, uma redução de 1,7% na comparação interanual. Apenas a região Norte cresceu, com alta de 6,2%, enquanto todas as demais retraíram. O consumo residencial alcançou 13,95 TWh, registrando aumento de 1,5% em relação a agosto de 2024. O crescimento foi impulsionado pela maior posse de equipamentos e pela melhoria do emprego e na renda. O consumo da classe comercial somou 7,9 TWh, queda de 1,5% frente a agosto de 2024. O aumento da tarifa com a bandeira vermelha patamar 2 pode ter contribuído para a retração, em contraste com a expansão recente das atividades de comércio e serviços apontadas pelo IBGE. No ambiente de contratação, o mercado livre respondeu por 46,8% do consumo nacional, alcançando 21,4 TWh, o que representa um crescimento de 4,4% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Já o mercado regulado ficou com 53,2% do total, somando 24,3 TWh, uma redução de 5,3%. De acordo com a ANEEL, a expectativa é que, ao longo de 2025, cerca de 20 mil consumidores cativos migrem para o mercado livre.
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EPE na sua Frequência: #11 Hidrelétricas e mudanças climáticas: adaptação e ampliação da resiliência para o futuro da energia no Brasil
As mudanças climáticas têm o potencial de intensificar os eventos extremos, como secas e tempestades. Mas como essas alterações impactam a geração de energia nas usinas hidrelétricas?No episódio #6 do EPE na Sua Frequência, falamos sobre os impactos das mudanças climáticas para a transmissão de energia. Neste episódio, o superintendente adjunto da Superintendência de Geração de Energia, Caio Leocádio, e o analista de pesquisa energética Gustavo Schmidt, da Superintendência de Meio Ambiente, abordam o fact sheet Hidreletricidade e Mudanças Climáticas produzido pela EPE. A apresentação é do jornalista Pedro Aurélio, repórter do Canal Energia.Quer saber mais? Acesse aqui o Fact Sheet Hidreletricidade e Mudanças Climáticas
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EPE na sua Frequência: #10 Hidrogênio e biomassa: uma parceria estratégica para descarbonização
Responda rápido: qual a relação entre o hidrogênio e a biomassa?A bioenergia já é uma grande consumidora de hidrogênio, de maneira indireta, através de seus derivados como a amônia e metanol. Com o uso de combustível sustentável de aviação (SAF), diesel verde e dos combustíveis marítimos, a bioenergia brasileira também passa a ser uma consumidora direta de hidrogênio.No décimo episódio do podcast EPE na sua Frequência, abordamos essa relação fundamental para a descarbonização global, os desafios para a produção de hidrogênio de baixo carbono e as rotas tecnológicas da produção de hidrogênio a partir da biomassa.Participam do episódio os Analistas de Pesquisa Energética da Superintendência de Derivados de Petróleo e Biocombustíveis Danielle Borher, Rafael Lavrador e Ederaldo Godoy Junior, embaixador da EPE.
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Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica • Ano XVIII • Número 215 • Agosto 2025
A mais recente edição do Podcast da Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica mostra que o consumo nacional de energia elétrica foi de 45,2 TWh, um aumento de 0,6% em relação a julho de 2024. Esse crescimento interrompe três meses consecutivos de retração. No acumulado de 12 meses, o consumo atingiu 563,2 TWh, alta de 1,6% em comparação ao mesmo período anterior.O consumo da indústria foi de 16,6 TWh, queda de 1,0% frente ao ano anterior. As regiões Sudeste e Centro-Oeste puxaram a retração, enquanto o Sul, o Nordeste e o Norte cresceram. O consumo residencial totalizou 14,2 TWh em julho, registrando crescimento de 5,9% frente ao mesmo mês de 2024. Todas as regiões apresentaram expansão, influenciada, em parte, pelo clima mais frio no Centro-Sul do pais, que impulsionou o uso de aquecimento. O setor comercial consumiu 7,8 TWh, registrando retração de 1,5%. As temperaturas mais amenas podem ter reduzido a carga térmica, somadas ao avanço da micro e minigeração distribuída e às mudanças no varejo, marcada pela digitalização e pelo crescimento do e-commerce, que reduz o consumo de energia em lojas físicas. Houve queda do consumo no Sudeste, Sul e Nordeste, enquanto o Norte e o Centro-Oeste cresceram. No ambiente de contratação, o mercado livre respondeu por 46% do consumo nacional, com 20,8 TWh e crescimento de quase 5% em relação ao ano anterior. Já o mercado regulado representou 54%, somando 24,4 TWh, uma queda de 2,8%. O movimento de migração para o mercado livre segue intenso após a abertura para todos os consumidores do grupo A em 2024.
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EPE na sua Frequência: #9 ABCDEnergia: Descomplicando a energia
Você sabe o que é gasogênio? Tem dúvidas em temas como transição energética, matriz energética, COP 30, mitigação e adaptação climática? No novo episódio do podcast EPE na sua Frequência, convidamos integrantes do ABCDEnergia para falar de energia de uma forma que todo mundo entenda!Os analistas de pesquisa energética Euler Silva, Verônica Gomes e Giovanna Pedreira, que também é Embaixadora da EPE, deram dicas e explicaram esses e outros temas em um episódio com muitas curiosidades, especialmente para você que vai fazer o Enem.
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EPE na sua Frequência: #8 Eólicas offshore - desafios e oportunidades
Se te perguntarem qual é a diferença entre eólicas onshore e offshore e sua única resposta for “eólicas offshore ficam no mar”... você precisa ouvir este episódio do EPE na sua Frequência!Os analistas da Superintendência de Geração de Energia e Embaixadores da EPE Amanda Vinhoza e Charles Egberto fazem um panorama sobre as eólicas offshore no Brasil e no mundo e explicam os desafios e oportunidades desta “nova” fonte.
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Resenha mensal do Mercado de Energia Elétrica • Ano XVIII • Número 214 • Julho 2025
A mais recente edição do Podcast da Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica mostra que o consumo nacional totalizou 44,97 terawatts-hora, uma queda de 1,4% em relação a junho do ano anterior, marcando a terceira retração mensal consecutiva. No acumulado de 12 meses, o consumo cresceu 2,1%, somando 562,9 TWh. O consumo da indústria atingiu 16,4 TWh, com alta de 0,7% frente a junho de 2024. Destaques positivos nas regiões Nordeste, Norte e Sul, com crescimento acima de 3,5%.No setor residencial, o consumo foi de 13,9 TWh, com retração de 0,8%. A queda foi influenciada por temperaturas mais amenas e uma base comparativa elevada. Por outro lado, o uso de chuveiros e aquecedores aumentou no Sul, e a melhora na renda, do emprego e do número de consumidores residenciais impulsionou o consumo em algumas regiões. O consumo comercial totalizou 7,98 TWh, retração de 4,4% em relação a junho de 2024. A queda foi influenciada pelas temperaturas mais amenas, pelo avanço da micro e minigeração distribuída e pela bandeira vermelha, que aumentou o custo das faturas. O mercado livre representou 45,9% do consumo nacional, com alta de 6,5% no consumo e 52,8% no número de consumidores em relação a junho de 2024. Já o mercado regulado respondeu por 54,1%, com queda de 7,3% no consumo, mas crescimento de 1,6% no número de consumidores.
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EPE na sua Frequência: #7 PDE e PNE - Explicando as diferenças e complementaridades dos planos
Às vezes, o planejamento energético pode parecer uma sopa de letrinhas: Você sabe quais são as principais diferenças entre o PDE e o PNE elaborados pela EPE e pelo MME? Se você quer saber mais sobre como esses planos ajudam a planejar o futuro do setor energético, ouça este episódio do podcast EPE na sua Frequência, com a participação dos assessores da presidência Patricia Nunes e Gustavo Naciff e do Embaixador da EPE, Yuri Vandresen.Spoiler: O PDE, Plano Decenal de Expansão de Energia, indica os caminhos possíveis para a expansão do setor energético brasileiro nos próximos dez anos. Ele funciona como uma bússola, orientando decisões tanto do governo quanto dos agentes privados.Já o PNE, Plano Nacional de Energia, traz uma visão de mais longo prazo, 30 anos à frente. O documento traça cenários que representam futuros possíveis para os quais o planejamento precisa ficar atento.
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EPE na Sua Frequência: #6 Clima em Alta Tensão: O impacto das mudanças climáticas na transmissão de energia
As mudanças climáticas já não são mais uma previsão futura — elas estão impactando agora a transmissão de energia.No sexto episódio do podcast EPE na Sua Frequência, discutimos como os eventos extremos afetam o desempenho das linhas de transmissão; se o sistema elétrico brasileiro está preparado para enfrentar esses impactos e que soluções estão sendo pensadas para aumentar a resiliência da rede.Este episódio conta com a participação especial de Geraldo Campos Junior, repórter da Agência Infra que entrevista os consultores técnicos da EPE Paula Coutinho, da Superintendência de Meio Ambiente e Lucas Oliveira, da Superintendência de Transmissão de Energia Elétrica.💡 Se você tem interesse nos temas de energia, planejamento, infraestrutura ou clima, esse episódio é para você.Confira aqui o Fact Sheet Transmissão de Energia Elétrica e Mudanças Climáticas.
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Resenha mensal do Mercado de Energia Elétrica • Ano XVIII • Número 213 • Junho 2025
A mais recente edição da Resenha mostra que o consumo nacional totalizou 46,6 terawatts-hora, queda de 1,1% em relação a maio de 2024, foi a segunda retração consecutiva. No acumulado de 12 meses, o consumo cresceu 2,8%, alcançando 563,6 terawatts-hora.No setor industrial, o consumo atingiu 16,8 terawatts-hora, registrando alta de 1,9% em relação a maio do ano passado. Destaque para o crescimento no Nordeste (+6,6%) e Sul (+6,2%). O setor de extração de minerais metálicos liderou, com alta de 15,8%. Outros setores, como produtos de minerais não metálicos e fabricação de produtos alimentícios, também tiveram crescimento. Já metalurgia, automotivo, papel e celulose e produtos de metal recuaram. O Índice de Confiança da Indústria de Transformação e o Nível de Utilização da Capacidade Instalada apresentaram crescimento, reforçando o cenário positivo do setor.No setor comercial, o consumo foi de 8,4 terawatts-hora, registrando queda de 4,8% em relação a maio do ano anterior. Essa redução foi influenciada por temperaturas mais amenas, pela maior adesão à micro e minigeração distribuída e pela mudança da bandeira tarifária de verde para amarela, o que trouxe custo adicional às faturas. As maiores quedas ocorreram no Sul (-6,6%) e Sudeste (-6,2%), enquanto o Norte foi a única região a registrar aumento (+2,3%). O mercado livre representou 45,5% do consumo nacional em maio, com avanço de 7,9%, com destaque para o Nordeste e o Sul. Já o mercado regulado respondendo por 54,7% do consumo, com queda de 7,6%, embora tenha registrado aumento de 1,8% no número de consumidores. A migração de consumidores para o mercado livre permanece intensa, com previsão de 16 mil adesões ao longo de 2025, segundo dados da ANEEL.
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EPE na Sua Frequência - #5 Do subsolo ao futuro: o caminho do hidrogênio natural
No quinto episódio do podcast EPE na sua Frequência, Bruna Guimarães, Pamela Vilela, Rafael Lemme e Raul Leggieri, analistas de pesquisa energética da Diretoria de Estudos do Petróleo, Gás e Biocombustíveis da EPE, exploram o tema do hidrogênio natural: do subsolo à matriz energética.Você vai entender o que é o hidrogênio natural, por que ele tem chamado atenção em discussões sobre transição energética e descarbonização e quais são os desafios e oportunidades para sua identificação no país.O hidrogênio natural pode mesmo se tornar parte da nossa matriz energética no futuro? O que já sabemos sobre ele -e o que ainda precisa ser descoberto? Se você se interessa por inovação, transição energética e o futuro dos recursos naturais no Brasil, este episódio é para você!
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EPE na Sua Frequência - #4 De Bytes a Megawatts: O Papel Estratégico da EPE Frente ao Boom dos Data Centers
A adoção de tecnologias de computação em nuvem e inteligência artificial têm aumentado a procura por data centers e, como consequência, a demanda energética. Há estimativas de que os data centers vão demandar 14GW até 2037, carga equivalente a toda a região Nordeste!No quarto episódio do EPE na sua Frequência, o Superintendente adjunto de Estudos Econômicos Energéticos, Arnaldo Junior; o consultor técnico Daniel Tavares, da Superintendência de Transmissão de Energia e o analista de pesquisa energética e Embaixador da EPE, Marcelo Luiz, conversam sobre como o crescimento dos data centers impacta o consumo, a produção e o planejamento energético e por que o Brasil é tão atrativo para os data centers.Acesse aqui o vídeo citado no episódio.
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Resenha mensal do Mercado de Energia Elétrica • Ano XVIII • Número 212 • Maio 2025
A mais recenteedição da Resenha mostra que oconsumo nacional de energia elétrica foi de 46.992 GWh em abril de 2025, quedade 0,8% comparado a abril de 2024. Anteriormente, a última queda interanual noconsumo total ocorreu em janeiro de 2023. Somente a classe industrial teve altano consumo com taxa interanual de 1,4% em abril de 2025. As classes:residencial (-2,2%), comercial (-2,9%) e outros (-0,4%), apresentaram retraçãono consumo. Entreas regiões geográficas, consumiram mais: Norte (+4,0%), Centro-oeste (+2,4%) eNordeste (+1,4%). Enquanto o consumo reduziu no Sul (-3,4%) e no Sudeste (-1,8%).No acumulado dos últimos 12 meses o consumo foi de 564.129GWh, alta de 3,6% na comparação com igual período anterior.Quanto ao ambiente decontratação, o movimento de migração de consumidores cativos para o mercadolivre permanece intenso após abertura para todos os consumidores do grupo A(alta tensão) em janeiro de 2024, estabelecida na portaria do MME 50/2022. Emabril, o mercado livre, com 21.179 GWh, respondeu por 45,1% do consumo nacionalde energia elétrica, crescimento de 8,3% no consumo e de 42,5% no número deconsumidores, na comparação com abril de 2024. O Norte foi a região que maisexpandiu o consumo (+15,0%), enquanto o Centro-Oeste teve o maior aumento nonúmero de consumidores livres (+79,2%). Já o mercado regulado dasdistribuidoras, com 25.813 GWh, que respondeu por 54,9% do consumo nacional,teve queda no consumo de 7,3% e aumento no número de consumidores de 1,6% emabril. No mercado regulado, o Centro-Oeste registrou a menor retração doconsumo (-2,4%) entre as regiões, enquanto o Norte teve o maior aumento nonúmero de consumidores cativos (+3,3%).
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EPE na sua Frequência - #3 Integrando Biodiversidade e Energia
Para comemorar o Dia Internacional da Biodiversidade, celebrado no dia 22 de maio, o terceiro episódio do EPE na Sua Frequência é dedicado a este tema. Como compatibilizar a geração e a transmissão da energia com a biodiversidade? O episódio aborda ainda a BiodivEPE, ferramenta que auxilia a sociedade no planejamento de projetos de energia, reduzindo ameaças à biodiversidade.O bate-papo é com a Superintendente de Meio Ambiente, Elisangela Almeida, com a Consultora Técnica Mariana Pinheiro; e com a Analista de Gestão Corporativa e Embaixadora da EPE, Marta Valim.Acesse a BiodivEPE em: BiodivEPE
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EPE na sua Frequência - #2 Desvendando a flexibilidade no setor elétrico
Você já parou para pensar como o sistema elétrico lida com as mudanças rápidas na geração de energia?Com o uso de fontes não-renováveis e a maior variabilidade na geração de energia elétrica no Brasil e em todo mundo, a necessidade de participação de fontes que promovam flexibilidade vem ganhando destaque.O segundo episódio do podcast “EPE na sua Frequência” trata da flexibilidade operativa no sistema brasileiro de energia elétrica. São abordados o conceito de flexibilidade, a relação com o planejamento energético e os avanços em discussão sobre o tema.O bate-papo é com o Superintendente Adjunto de Geração de Energia, Renato Haddad, da Diretoria de Estudos de Energia Elétrica, e a analisa de Gestão Corporativa e Embaixadora da EPE, Marta Valim.
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EPE na sua Frequência - #1 Pobreza Energética: fronteiras da inclusão e seus desafios
Neste episódio, o primeiro do podcast EPE na sua Frequência, Mariana Weiss, analista e embaixadora da EPE, recebe Carla Achão e Vinicius Rosenthal, especialistas da Diretoria de Estudos Econômicos, Energéticos e Ambientais da EPE, para um debate sobre a pobreza energética e seu impacto na transição energética no Brasil.A pobreza energética vai além da falta de luz elétrica, englobando questões de acesso a serviços energéticos essenciais e seu impacto no orçamento familiar. O episódio explora o conceito de pobreza energética, políticas públicas para combatê-la e o papel crucial do novo Observatório Brasileiro de Erradicação da Pobreza Energética (OBEPE), uma plataforma desenvolvida pela EPE para monitorar a situação no Brasil e apoiar a formulação de políticas mais eficazes.Além disso, você vai entender como o Brasil está se posicionando globalmente ao integrar as dimensões comunitária e territorial no combate à pobreza energética. Acompanhe essa conversa e aprenda sobre os desafios e as oportunidades para uma transição energética mais justa e inclusiva.🎧 Ouça agora e saiba mais sobre como o Brasil está lidando com a pobreza energética!
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Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica • Ano XVIII • 211 • Abril 2025
A mais recente edição da Resenha mostra que o consumo nacional de energia elétrica totalizou 49,2 terawatts-hora em março de 2025, representando um crescimento de 2,6% em comparação ao mesmo mês do ano anterior. Trata-se do maior consumo mensal já registrado desde o início da série histórica, em 2004. O consumo acumulado nos últimos doze meses alcançou 564,5 terawatts-hora, refletindo uma alta de 4,2% em relação ao período anterior. No setor industrial, o consumo atingiu 16,7 terawatts-hora — o maior valor para o mês de março desde 2004, com crescimento de 2,7%. Todas as regiões do país apresentaram aumento, com destaque para a região Norte, com 7,4%. Dos 37 setores monitorados, 24 ampliaram seu consumo, com ênfase para os segmentos mais eletrointensivos, como extração de minerais metálicos, produtos de borracha e material plástico, produtos alimentícios e metalurgia. O crescimento do consumo industrial seguiu a tendência de crescimento do Índice de Confiança da Indústria. No setor residencial, o consumo foi de 16,2 terawatts-hora, o maior volume da série histórica para essa classe, com elevação de 3,7% em relação a março de 2024. O tempo quente e seco registrado no Centro-Sul do país impulsionou o uso de aparelhos de climatização. As regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste apresentaram crescimento no consumo, enquanto Norte e Nordeste registraram retração. Entre os estados com maior destaque positivo, citam-se Rio de Janeiro e Santa Catarina. Quanto ao setor comercial, o consumo manteve-se em nível elevado, alcançando 9,2 terawatts-hora — o maior volume já registrado para o mês. Apesar desse desempenho, o crescimento em relação a março de 2024 foi praticamente estável, com variação de apenas 0,1%. Goiás, Paraná e Minas Gerais lideraram os avanços regionais, enquanto Amapá e Pernambuco registraram retrações mais expressivas. Por fim, no ambiente de contratação, o mercado livre respondeu por 43,2% do consumo nacional em março, registrando alta de 9,9% no consumo e de 58,1% no número de consumidores. Já o mercado regulado, atendido pelas distribuidoras, apresentou retração de 2,4% no consumo. A migração de consumidores para o mercado livre segue em ritmo acelerado, com a expectativa de que cerca de 16 mil novas adesões ocorram ao longo de 2025.
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Vem aí! EPE na sua Frequência
Conheça o EPE na sua Frequência, novo podcast da Empresa de Pesquisa Energética! O EPE na sua Frequência é um espaço para falar sobre os temas mais relevantes do setor de energia, do planejamento energético e da própria EPE, com uma linguagem que todo mundo entenda.
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Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica • ANO XVIII • 210 • Março 2025
A mais recenteedição da Resenha mostra que oconsumo nacional de energia elétrica foi de 47.850 GWh em fevereiro de 2025,aumento de 3,3% comparado a fevereiro de 2024. Este foi o maior consumo mensalde toda a série histórica desde 2004. A classe residencial liderou a alta noconsumo com taxa interanual de 5,2% em fevereiro de 2025. Os consumosindustrial, comercial e outros, incluindo o rural, também apresentaramexpansão. Todas as regiões consumiram mais: Sul (+5,9%), Sudeste (+3,7%),Centro-oeste (+2,0%), Norte (+1,8%) e Nordeste (+0,5%). Oconsumo acumulado nos últimos 12 meses foi de 562.056 GWh, alta de 4,2% nacomparação com igual período anterior.Quanto ao ambiente decontratação, o mercado livre, com 20.350 GWh, respondeu por 42,5% do consumonacional de energia elétrica em fevereiro de 2025, com crescimentos de 10,1% noconsumo e de 65,0% no número de consumidores, na comparação com fevereiro de2024. O Centro-Oeste foi a região que mais expandiu o consumo (+13,7%),enquanto o Nordeste teve o maior aumento no número de consumidores livres(+77,3%). Já o mercado regulado das distribuidoras, com 27.500 GWh, querespondeu por 57,5% do consumo nacional, teve queda no consumo de 1,2% eaumento no número de consumidores de 1,8% em fevereiro de 2025. O movimento demigração de consumidores cativos para o mercado livre permanece intenso apósabertura para todos os consumidores do grupo A (alta tensão) em fevereiro de2024, estabelecida na portaria do MME 50/2022.
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Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica • ANO XVIII • 209 • Fevereiro 2025
A mais recente edição da Resenha mostra que o consumo nacional de energia elétrica foi de 47.143 GWh em janeiro de 2025, aumento de 0,6% comparado a janeiro de 2024. A classe industrial lidera a alta no consumo com taxa interanual de 3,0% em janeiro de 2025. Consumo residencial (+1,4%) apresentou expansão, enquanto o comercial (-1,7%) teve contração. Outros consumos (-3,2%) que engloba as demais classes, incluindo a rural, foi quem mais retraiu. Entre as regiões, o Norte (+4,3%) teve a maior alta no consumo, puxado pela indústria, seguido por Nordeste (+0,8%) e Sudeste (+0,8%). Já o Sul (-0,3%) e o Centro-oeste (-2,2%) retraíram. O consumo acumulado nos últimos 12 meses foi de 560.528 GWh, alta de 4,5% na comparação com igual período anterior.O mercado livre, com 20.374 GWh, respondeu por 43,2% do consumo nacional de energia elétrica em janeiro de 2025, crescimentos de 9,7% no consumo e de 64,5% no número de consumidores, na comparação com janeiro de 2024. O Norte foi a região que mais expandiu o consumo (+13,8%), enquanto o Nordeste teve o maior aumento no número de consumidores livres (+82,1%). Já o mercado regulado das distribuidoras, com 26.769 GWh, respondeu por 56,8% do consumo nacional, queda no consumo de 5,3% e aumento no número de consumidores de 1,8% em janeiro de 2025. O Norte registrou a menor contração do consumo (-3,0%) e teve o maior aumento no número de consumidores cativos (+2,3%). O movimento de migração de consumidores para o mercado livre permanece intenso após abertura para todos os consumidores do grupo A em janeiro de 2024, estabelecida na portaria do MME 50/2022.
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Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica ⦁ ANO XVIII ⦁ 208 ⦁ Janeiro 2025
Olá! Seja muito bem-vindo ao Podcast da Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica de janeiro. Eu sou a Lena Santini, analista de pesquisa energética da EPE, e vou compartilhar os principais destaques do mercado de energia elétrica no Brasil em dezembro de 2024. Para começar, vamos falar sobre o consumo nacional de energia. Em dezembro, o consumo nacional de energia foi de 47,1 TWh, uma leve queda de 0,2% comparada ao mesmo mês de 2023. No acumulado do ano, o consumo nacional atingiu 560,2 TWh, o maior da história, com crescimento de 5,3% em relação a 2023. Agora, vamos conferir como foi o desempenho do setor industrial. O consumo industrial subiu 3,8%, somando 16,3 TWh. A alta foi registrada em todas as regiões: Norte (+9,9%), Nordeste (+6,6%), Centro-Oeste (+4,4%), Sudeste (+2,9%) e Sul (+0,8%). Os principais destaques positivos entre os setores mais eletrointensivos foram: extração de minerais metálicos (+6,6%), metalurgia e automotivo (+6,4%, ambos). Apenas o setor de produtos de metal (-2,1%) teve queda no consumo. O desempenho do consumo industrial cresceu alinhado ao aumento do Índice de Confiança da Indústria. E como foi o consumo de energia nas residências? Vamos aos números! O consumo residencial totalizou 15,2 TWh, com ligeiro recuo de 0,6%. A redução foi atribuída a temperaturas mais amenas e maior volume de chuvas, diminuindo o uso de aparelhos para refrigeração ambiental. Regiões como Centro-Oeste (-3,5%) e Sudeste (-3,2%) puxaram a queda, enquanto Norte (+4,3%) e Nordeste (+4,7%) registraram aumento. No recorte estadual as quedas mais expressivas ocorreram no Mato Grosso, Distrito Federal e São Paulo, e as altas em Roraima e Paraíba. O consumo residencial acompanhou a baixa no Índice de Confiança do Consumidor. Já no setor comercial, o consumo apresentou variações interessantes. Veja os detalhes! O setor comercial registrou queda de 2,9%, totalizando 8,8 TWh. As condições climáticas mais amenas reduziram a demanda. Entre as regiões, destacaram-se as reduções no Centro-Oeste (-6,3%), Sul (-4,1%) e Sudeste (-3,8%). Por outro lado, Norte (+2,9%) e Nordeste (+1,2%) tiveram crescimento, com destaque para o Amazonas. Agora, vamos falar sobre ambiente de contratação de energia, destacando o mercado livre e o regulado. O mercado livre, que representou 43,1% do consumo nacional, cresceu 10,6% em relação a dezembro de 2023, acompanhado de um aumento de 55,7% no número de consumidores. O mercado regulado, responsável por 56,9% do consumo, teve queda de 7,1%, embora o número de unidades consumidoras tenha crescido 1,2% no mesmo período. Por fim, um último ponto relevante sobre o consumo no Rio Grande do Sul. O consumo no estado cresceu 3,6% em dezembro, confirmando a recuperação após as inundações históricas de maio de 2024. A partir de agora, este tema não será mais abordado na resenha. Esses foram os destaques do mercado de energia elétrica de dezembro de 2024. Obrigada por nos acompanhar e até a próxima edição!
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Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica ⦁ ANO XVIII ⦁ 207 ⦁ Dezembro 2024
A mais recente edição da Resenha mostra que o consumo nacional de energia elétrica foi de 47.324 GWh em novembro de 2024, alta de 1,4% comparado a novembro de 2023. A classe industrial lidera a alta no consumo com taxa interanual de 4,9% em novembro de 2024. Consumo comercial cresce pouco, enquanto residencial tem pequena redução. O consumo acumulado nos últimos 12 meses foi de 560.302 GWh, alta de 6,1% na comparação com igual período anterior. Região Sul (+ 7,7%) lidera a alta, enquanto o Centro-oeste (-3,1%) tem a maior retração. Sudeste (-1,4%) também retrai. No Rio Grande do Sul, o consumo cresceu 7,6% em novembro, em relação a novembro de 2023, alta próxima a registrada pelos outros estados da região já pelo terceiro mês consecutivo, o que indica a retomada da normalidade das atividades na região após as fortes chuvas e as inundações históricas, que atingiram o estado em maio. As classes comercial e residencial tiveram as maiores expansões no consumo de 14,4% e 13,1% em novembro, respectivamente. Já o consumo industrial cresce 0,9%. Quanto ao ambiente de contratação, o mercado livre, com 20.635 GWh, respondeu por 43,6% do consumo nacional de energia elétrica em novembro, com crescimentos de 11,2% no consumo e de 51,6% no número de consumidores, na comparação com novembro de 2023. O Nordeste foi a região que mais expandiu o consumo (+15,6%) e o número de consumidores livres (+77,3%). A expansão do número de consumidores livres está em linha com as migrações previstas para 2024 pela ANEEL, após portaria do MME 50/2022 que amplia a possibilidade de migração a todos consumidores do grupo A. Já o mercado regulado das distribuidoras, com 26.689 GWh, respondeu por 56,4% do consumo nacional, mas teve queda de 5,1% em novembro. O número de unidades consumidoras aumentou 1,5% no período, apesar da migração de consumidores para o mercado livre. No mercado regulado, o Sul registrou a maior expansão do consumo (+4,4%), enquanto o Centro-Oeste teve o maior aumento no número de consumidores cativos (+2,2%).
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Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica • ANO XVII • 206 • Novembro 2024
A mais recente edição da Resenha mostra que o consumo nacional de energia elétrica foi de 47.796 GWh em outubro de 2024, alta de 3,7% comparado a outubro de 2023. A classe residencial lidera a alta no consumo com taxa interanual de 4,6% em outubro de 2024. Consumo industrial e comercial também crescem. O consumo acumulado nos últimos 12 meses foi de 559.646 GWh, alta de 6,8% na comparação com igual período anterior. No Rio Grande do Sul, o impacto das fortes chuvas e as inundações históricas, que atingiram o estado em maio, sobre as estatísticas de consumo de eletricidade tem se atenuado. O consumo cresceu 5,2% em outubro, em relação a outubro de 2023, alta próxima a registrada pelos outros estados da região já pelo segundo mês consecutivo, o que indica a retomada da normalidade das atividades na região. As classes comercial e residencial tiveram as maiores expansões no consumo de 10,2% e 9,5% em outubro, respectivamente. Já o consumo industrial (+2,4%) cresce pelo quarto mês consecutivo, após retração em maio e junho. Seis dos dez setores mais eletrointensivos expandem, com destaque para os setores metalúrgico e borracha e material plástico. Quanto ao ambiente de contratação, o mercado livre, com 20.549 GWh, respondeu por 43,0% do consumo nacional de energia elétrica em outubro, com crescimento de 10,7% no consumo e de 48,3% no número de consumidores, na comparação com outubro de 2023. O Sul foi a região que mais expandiu o consumo (+15,0%) e o Nordeste teve o maior aumento no número de consumidores livres (+73,8%). A expansão do número de consumidores livres está em linha com as migrações previstas para 2024 pela ANEEL, após portaria do MME 50/2022 que amplia a possibilidade de migração a todos consumidores do grupo A. Já o mercado regulado das distribuidoras, com 27.247 GWh, respondeu por 57,0% do consumo nacional, mas teve queda de 0,9% em outubro. O número de unidades consumidoras aumentou 1,2% no período, apesar da migração de consumidores para o mercado livre. No mercado regulado, o Norte registrou a maior expansão do consumo (+3,7%) e número de consumidores cativos (+3,9%).
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Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica ⦁ ANO XVII ⦁ 205 ⦁ Outubro 2024
O consumo nacional de energia elétrica foi de 46.281 GWh em setembro de 2024, alta de 4,1% comparado a setembro de 2023. A indústrialidera a alta no consumo com taxa interanual de 5,8% em setembro de 2024. Consumo residencial e comercial também crescem. Oconsumo acumulado nos últimos 12 meses foi de 557.906 GWh, alta de 7,2% na comparação com igual período anterior. O consumo de eletricidade na classe industrial cresceu 5,8% em setembro, em relação ao mesmo mês de 2023, alcançando 16.898 GWh. Osegundo maior consumo de toda a série histórica desde 2004, perdendo apenas para agosto. Os últimos três meses foram de recordes noconsumo industrial. Todas as regiões do país consumiram mais: Sudeste (+6,4%), Sul (+5,8%), Centro-Oeste (+5,6%), Nordeste (+5,0%) e Norte(+3,8%). A alta do consumo alcança 28 dos 37 setores monitorados. Entre os dez setores mais eletrointensivos da indústria nove expandiram,cinco deles acima da média da indústria. Destaque para metalurgia (+366 GWh; +9,4%), que respondeu sozinha por quase metade de todaexpansão do consumo da indústria no período, com crescimento dividido entre a produção de alumínio e a siderurgia. Papel e celulose (+77GWh; +9,6%), produtos de borracha e material plástico (+79 GWh; 8,3%), produtos de metal (31 GWh; 8,1%) e extração de minerais metálicos(+80 GWh; 6,7%) também cresceram acima da média da indústria. O consumo no setor de papel e celulose continua impulsionado pelaentrada em operação de uma grande unidade de celulose, pela redução na geração de eletricidade, e consequente aumento do consumoda rede, em unidades autoprodutoras em parada de manutenção e pela alta nas exportações de celulose. Produtos de minerais nãometálicos (51 GWh; 4,2%), automotivo (22 GWh; 3,9%) e produtos químicos (42 GWh; 2,7%) também cresceram, porém abaixo da média daindústria. O setor têxtil (-3 GWh; -0,5%) foi o único que reduziu o consumo de eletricidade em setembro. O Índice de Confiança da Indústria de Transformação (ICI/FGV), em linha com o aumento do consumo de eletricidade da indústria, teveaumento de 10,1 pontos em relação a setembro de 2023. Em comparação a agosto, o índice teve uma queda de 1,2 ponto, atingindo opatamar de 100,5. O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI/FGV) teve apenas uma variação positiva de 0,1 ponto percentual emrelação a agosto, alcançando o nível de 83,4%. Em comparação a setembro do ano anterior, o índice apresentou uma elevação de 1,8 pontospercentuais.
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Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica ⦁ ANO XVII ⦁ 204 ⦁ Setembro 2024
Resenha Mensal: consumo de eletricidade cresce 5,6% em agosto. Indústria registra consumo recorde pelo segundo mês consecutivo e lidera a alta. Residências e Comércio também consomem mais. A mais recente edição da Resenha mostra que o consumo nacional de energia elétrica foi de 45.855 GWh em agosto de 2024, alta de 5,6% comparado a agosto de 2023. A indústria lidera a alta no consumo com taxa interanual de 7,0% em agosto de 2024. Consumo residencial e comercial também crescem. O consumo acumulado nos últimos 12 meses foi de 556.066 GWh, alta de 7,3% na comparação com igual período anterior. As fortes chuvas e as inundações históricas que atingiram o estado em maio, continuam afetando as estatísticas de consumo de eletricidade. O consumo no Rio Grande do Sul cresceu 11,6% em agosto, em relação a agosto de 2023, alta superior à registrada pelos outros estados da região. Essa expansão é explicada pela retomada do consumo pós-enchente e pela contabilização do consumo de mais de 200 mil unidades consumidoras que estavam em regiões alagadas, inclusive da parte acumulada e não faturada em maio, junho e julho de 2024. As classes residencial e comercial têm as maiores expansões no consumo de 20,2% e 14,1% em agosto, respectivamente. As temperaturas inferiores em agosto de 2024 contribuem para os resultados. Já o consumo industrial (+5,8%) cresce pelo segundo mês consecutivo após retração em maio e junho. Nove dos dez setores mais eletrointensivos expandem, com destaque para o setor de papel e celulose. Quanto ao ambiente de contratação, o mercado livre, com 20.399 GWh, respondeu por 44,5% do consumo nacional de energia elétrica em agosto, com crescimento de 12,3% no consumo e de 39,9% no número de consumidores, na comparação com agosto de 2023. O Nordeste foi a região que mais expandiu o consumo (+15,9%) e o número de consumidores livres (+62,8%). A expansão do número de consumidores livres está em linha com as migrações previstas para 2024 pela ANEEL, após portaria do MME 50/2022 que amplia a possibilidade de migração a todos consumidores do grupo A. Já o mercado regulado das distribuidoras, com 25.456 GWh, respondeu por 55,5% do consumo nacional em agosto, alta de 0,7%. O número de unidades consumidoras aumentou 1,4% no período, apesar da migração de consumidores para o mercado livre. No mercado regulado, o Sul registrou a maior expansão do consumo (+5,3%), enquanto o Nordeste teve a maior expansão do número de consumidores cativos (+2,8%).
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Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica • ANO XVII • 203 • Agosto 2024
Resenha Mensal: consumo de eletricidade cresce 6,6% em julho e indústria lidera a alta. Residências e Comércio também consomem mais. A mais recente edição da Resenha mostra que o consumo nacional de energia elétrica foi de 44.803 GWh em julho de 2024, alta de 6,6% comparado a julho de 2023. A indústria lidera a alta no consumo com taxa interanual de 6,8% em julho de 2024. O consumo acumulado nos últimos 12 meses foi de 553.648 GWh, alta de 7,1% na comparação com igual período anterior. As fortes chuvas e as inundações históricas que atingiram o Rio Grande do Sul em maio, continuam afetando as estatísticas de consumo de eletricidade. O consumo no estado cresce 1,2% em julho, em relação a julho de 2023, porém a alta é inferior à registrada pelos outros estados da região. A classe comercial retrai 4,6%, enquanto a residencial expande 4,9%, porém menos que o observado em junho. As temperaturas inferiores em julho de 2024 contribuem para os resultados. Já o consumo industrial (+3,6%) volta a crescer após retração em maio e junho. Cinco dos dez setores mais eletrointensivos expandem: destaque para o setor metalúrgico, que eleva em mais de 50% seu consumo em relação a julho de 2023. Quanto ao ambiente de contratação, o mercado livre, com 19.740 GWh, respondeu por 44,1% do consumo nacional de energia elétrica em julho, com crescimento de 12,6% no consumo e de 34,2% no número de consumidores, na comparação com julho de 2023. O Centro-Oeste foi a região que mais expandiu o consumo (+20,6%) e o Nordeste foi a que mais expandiu o número de consumidores livres (+59,9%). A expansão do número de consumidores livres está em linha com as migrações previstas para 2024 pela ANEEL, após portaria do MME 50/2022 que amplia a possibilidade de migração a todos consumidores do grupo A. Já o mercado regulado das distribuidoras, com 25.062 GWh, respondeu por 55,9% do consumo nacional em julho, alta de 2,4%. O número de unidades consumidoras aumentou 1,0% no período, apesar da migração de consumidores para o mercado livre. No mercado regulado, o Centro-Oeste registrou a maior expansão do consumo (+7,2%), enquanto o Norte teve a maior expansão do número de consumidores cativos (+4,1%).
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EPEcast: Agosto Lilás
O episódio de hoje é com a Bruna Camilo, Pesquisadora em Gênero, Misoginia e Políticas Públicas.
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Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica • ANO XVII • 202 • Julho 2024
Resenha Mensal: consumo de eletricidade cresce 6,8% em junho. Consumo no comércio e nas residências lideraram an alta. Indústria também consome mais. A mais recente edição da Resenha mostra que o consumo nacional de energia elétrica foi de 45.556 GWh em junho de 2024, alta de 6,8% comparado a junho de 2023. Com temperaturas acima da média para o mês, comércio e residências lideraram a alta no consumo, que também cresceu na indústria. O consumo acumulado nos últimos 12 meses foi de 550.860 GWh, alta de 6,7% na comparação com igual período anterior. As fortes chuvas e as inundações históricas que atingiram o estado do Rio Grande do Sul em maio, continuam afetando as estatísticas de consumo de eletricidade deste mês. Na classe industrial (-6,2%), ainda se percebe no consumo de junho o impacto das fortes chuvas que atingiram o estado, com retração em 9 dos 10 setores mais eletrointensivos: neste grupo, apenas o setor metalúrgico expandiu o consumo no estado em junho. Na classe comercial (-2,6%), não fosse o clima mais quente, a queda no consumo seria ainda mais significativa. Já, na classe Residencial (+8,6%), o consumo apresentou expansão, alavancado pelo clima mais quente no estado. Quanto ao ambiente de contratação, o mercado livre, com 19.480 GWh, respondeu por 42,8% do consumo nacional de energia elétrica em junho, com crescimento de 11,4% no consumo e de 31,8% no número de consumidores, na comparação com junho de 2023. O Centro-Oeste foi a região que mais expandiu o consumo (+16,5%) e o Nordeste foi a que mais expandiu o número de consumidores livres (+57,2%). A expansão do número de consumidores livres está em linha com as migrações previstas para 2024 pela ANEEL, após portaria do MME 50/2022 que amplia a possibilidade de migração a todos consumidores do grupo A. Já o mercado regulado das distribuidoras, com 26.076 GWh, respondeu por 57,2% do consumo nacional em junho, alta de 3,6%. O número de unidades consumidoras aumentou 0,8% no período, apesar da migração de consumidores para o mercado livre. No mercado regulado, o Centro-Oeste registrou a maior expansão do consumo (+4,4%), enquanto o Norte teve a maior expansão do número de consumidores cativos (+3,9% ).
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Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica • ANO XVII • 201 • Junho 2024
Resenha Mensal: consumo de eletricidade cresce 9,0% em maio. Consumo nas residências e no comércio lideraram a alta. A mais recente edição da Resenha mostra que o consumo nacional de energia elétrica foi de 47.038 GWh em maio de 2024, alta de 9,0% comparado a maio de 2023. Este foi o quarto maior consumo mensal de toda a série histórica desde 2004. A classe residencial liderou com taxa de expansão de 13,4%. Comércio e indústria também cresceram. Já o consumo acumulado nos últimos 12 meses foi de 547.827 GWh, alta de 6,5% na comparação com igual período anterior. As fortes chuvas e as inundações históricas que atingiram o estado do Rio Grande do Sul em maio, afetaram apenas parcialmente as estatísticas de consumo de eletricidade deste mês, conforme o calendário de leitura de cada distribuidora. Na classe industrial, faturado dentro do mês civil, já se percebe no consumo de maio o impacto das fortes chuvas que atingiram o estado. Porém, nas classes Residencial e Comercial, o efeito calendário de leitura, combinado ao consumo alavancado pelo clima mais quente, levou as classes a apresentarem expansão nas estatísticas de consumo de eletricidade do estado. Quanto ao ambiente de contratação, o mercado livre, com 19.584 GWh, respondeu por 41,6% do consumo nacional de energia elétrica em maio, com crescimento de 10,4% no consumo e de 30,1% no número de consumidores, na comparação com maio de 2023. Já o mercado regulado das distribuidoras, com 27.454 GWh, respondeu por 58,4% do consumo nacional em maio, alta de 8,0%. O número de unidades consumidoras aumentou 1,0% no período, apesar da migração de consumidores para o mercado livre. Consulte a Resenha e acesse a análise completa do comportamento do consumo de energia elétrica no mês.
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Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica • ANO XVII • 200 • Maio 2024
Resenha Mensal: consumo de eletricidade cresce 5,5% em abril. Altas temperaturas impulsionam o consumo A mais recente edição da Resenha mostra que o consumo nacional de energia elétrica foi de 47.338 GWh em abril de 2024, alta de 5,5% frente a abril de 2023. Este foi o segundo maior consumo mensal de toda a série histórica desde 2004. A classe residencial liderou, com taxa de expansão de 9,1%, igual a do mês de março de 2024. Comércio e indústria também cresceram. E o consumo acumulado nos últimos 12 meses foi de 543.954 GWh, alta de 6,0% na comparação com igual período anterior. Quanto ao ambiente de contratação, o mercado livre, com 19.542 GWh, respondeu por 41,3% do consumo nacional de energia elétrica em abril, com crescimento de 9,4% no consumo e de 27,3% no número de consumidores, em relação a abril de 2023. Já o mercado regulado das distribuidoras, com 27.795 GWh, respondeu por 58,7% do consumo nacional em abril, alta de 2,9%. O número de unidades consumidoras aumentou 1,2% no período, apesar da migração de consumidores para o mercado livre. Consulte a Resenha e acesse a análise completa do comportamento do consumo de energia elétrica no mês.
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Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica • ANO XVII • 199 • Abril 2024
A mais recente edição da Resenha mostra que o consumo nacional de energia elétrica foi de 47.810 GWh em março de 2024, alta de 4,6% comparado a março de 2023. Este foi o maior consumo mensal de toda a série histórica desde 2004. A classe residencial liderou, com taxa de expansão caindo para 9,1% depois de cinco meses consecutivos nos dois dígitos. Comércio e indústria também cresceram. Já o consumo acumulado nos últimos 12 meses foi de 540.564 GWh, alta de 5,6% na comparação com igual período anterior. Quanto ao ambiente de contratação, o mercado livre, com 19.276 GWh, respondeu por 40,3% do consumo nacional de energia elétrica em março, com crescimento de 6,3% no consumo e de 30,0% no número de consumidores, na comparação com março de 2023. A expansão do número de consumidores livres está em linha com as migrações previstas para 2024 pela ANEEL, após portaria do MME 50/2022 que amplia a possibilidade de migração a todos consumidores do grupo A. Já o mercado regulado das distribuidoras, com 28.535 GWh, respondeu por 59,7% do consumo nacional em março, alta de 3,5%. O número de unidades consumidoras aumentou 1,8% no período, apesar da migração de consumidores para o mercado livre. Consulte a Resenha e acesse a análise completa do comportamento do consumo de energia elétrica no mês.
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EPEcast: Conscientização do autismo
Nessa edição especial vamos conversar com Luciana Cherr, Auditora Fiscal Federal Agropecuária do Ministério da Agricultura e Pecuária, mãe do Lucas e do José, que é autista.
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Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica • ANO XVII • 198 • Março 2024
Resenha Mensal: consumo de eletricidade cresceu 8,0% em fevereiro e registra o quarto maior consumo mensal de toda a série histórica. O fevereiro mais longo este ano influenciou parcialmente os resultados. A mais recente edição da Resenha mostra que O consumo nacional de energia elétrica foi de 46.314 GWh em fevereiro de 2024, alta de 8,0% comparado a fevereiro de 2023. Este foi o quarto maior consumo mensal de toda a série histórica desde 2004. A classe residencial liderou, com taxa de expansão de dois dígitos pelo quinto mês consecutivo. Comércio e indústria também cresceram. Já o consumo acumulado nos últimos 12 meses foi de 538.384 GWh, alta de 5,4% na comparação com igual período anterior. O fevereiro mais longo este ano influenciou parcialmente os resultados. Quanto ao ambiente de contratação, o mercado livre, com 18.466 GWh, respondeu por 39,9% do consumo nacional de energia elétrica em fevereiro, registrando crescimento de 11,5% no consumo e de 32,2% no número de consumidores, na comparação com fevereiro de 2023. A taxa de expansão mensal do número de consumidores livres está em linha com as migrações previstas para 2024 pela ANEEL, após portaria do MME 50/2022 que amplia a possibilidade de migração a todos consumidores do grupo A. Já o mercado regulado das distribuidoras, com 27.847 GWh, respondeu por 60,1% do consumo nacional de eletricidade em fevereiro, alta de 5,8%. O número de unidades consumidoras aumentou 1,4% no período, apesar da migração de consumidores para o mercado livre. Consulte a Resenha e acesse a análise completa do comportamento do consumo de energia elétrica no mês.
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Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica · ANO XVII · 197 · Fevereiro 2024
A demanda brasileira de combustíveis líquidos continuará crescendo em 2024. A EPE projeta um crescimento de 0,8%, ou 1,2 bilhão de litros, para 2024, depois de três anos consecutivos crescendo mais de 4% ao ano, o que representa um incremento anual médio de 6,4 bilhões de litros entre 2021 e 2023. A redução no escoamento da safra de grãos, em decorrência de condições climáticas adversas nos últimos meses, afetando especialmente a produção de soja e milho no Centro-Oeste, deverá provocar uma retração na demanda de óleo diesel total no primeiro semestre de 2024. O crescimento da economia, a amenização dos efeitos do El Niño sobre o clima, políticas de transferência de renda e programas governamentais, com destaque para o Novo PAC, devem reverter esse quadro ao longo de 2024, e especialmente em 2025 – ano em que se projeta um crescimento de 3,0%, ou 4,6 bilhões de litros, para a demanda brasileira de combustíveis líquidos.
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ABCDExplica – Epis 11 – Eficiência, solar, fontes, planejamento e mudanças climáticas
Neste novo episódio do ABCDExplica, convidamos especialistas da EPE, para responder as perguntas que recebemos através do formulário que está no link dessa descrição. Curtiu? Então, dê o play no novo episódio para você aprender mais! Participaram desse episódio (por ordem de fala): Verônica Gomes – Bióloga, trabalha na Superintendência de Meio Ambiente Ana Maia – Economista, trabalha na Superintendência de Estudos Econômico-Energéticos Allex Yukizaki – Engenheiro Eletricista, trabalha na Superintendência de Estudos Econômico-Energéticos Euler Silva – Engenheiro Civil, trabalha na Superintendência de Derivados de Petróleo e Biocombustíveis Silvana Espig – Engenheira Florestal, trabalha na Superintendência de Meio Ambiente Natalia Moraes – Economista, trabalha na Superintendência de Estudos Econômico-Energéticos Todos são Analistas de Pesquisa Energética da EPE. Envie a sua pergunta para o formulário no link: https://bit.ly/ABCDExplica para que os analistas da EPE possam responder nesta série. Vem participar da produção com a gente!
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Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica · ANO XVII · 196 · Janeiro 2024
Olá! Eu sou a Lena Santini, analista de pesquisa energética da EPE, e esse é o Podcast da Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica de janeiro, com base em dezembro. Em dezembro de 2023, o consumo nacional de energia elétrica foi de 47,1 TWh, alta de 9,1% frente a dezembro de 2022. O ano de 2023 encerrou com consumo acumulado de eletricidade de 531 TWh, aumento de 4,2% comparado com 2022. O consumo industrial de eletricidade foi de 15,7 TWh. O consumo avançou em dezembro, crescendo 5,0% em relação ao mesmo período do ano anterior, foi a maior taxa desde setembro de 2021. O Nordeste (+9,9%) se destacou, seguido pelo Sudeste (+6,1%), Centro-Oeste (+3,3%) e Sul (+2,0%). Apenas a região Norte (-0,9%) retraiu. Entre os setores mais eletrointensivos da indústria, os destaques ocorreram na metalurgia, na extração de minerais metálicos e na fabricação de produtos alimentícios. Entre os mais eletrointensivos da indústria, apenas o setor de fabricação de produtos de metal consumiu menos. O consumo de energia elétrica das residências foi de 15,3 TWh em dezembro, foi o maior valor de consumo para a classe já registrado. O consumo anotou forte expansão (+11,7%) em dezembro contra igual período de 2022. O aumento do uso de aparelhos de refrigeração em função das temperaturas acima da média; assim como; a adição no número de consumidores residenciais e a melhora do emprego e da renda também influenciaram na alta do consumo das residências no mês. Todas as regiões anotaram expansão do consumo em dezembro do ano passado: Centro-Oeste (+19,7%), Norte (+18,0%), Sudeste (+12,1%), Nordeste (+9,0%) e Sul (+7,2%). O consumo da classe comercial cresceu 11,3% em dezembro de 2023 e atingiu um novo recorde de consumo: 8,99 TWh. Eventos de onda de calor associado ao comportamento positivo do setor de comércio e ao aumento da base de consumidores comerciais alavancaram o consumo da classe no último mês de 2023. Todas as regiões registraram taxas positivas de consumo da classe em dezembro: Sudeste (+14,1%), Centro-Oeste (+11,8%), Sul e Norte (+9,3%, ambas) e Nordeste (+5,1%). Quanto ao ambiente de contratação, o mercado livre respondeu por quase 39% do consumo nacional de energia elétrica em dezembro, registrando crescimento de 10% no consumo e de 25,6% no número de consumidores, na comparação com dezembro de 2022. Já o mercado regulado das distribuidoras, respondeu por 61% do consumo nacional de eletricidade em dezembro, alta de 8,6% na comparação com 2022. E o número de unidades consumidoras aumentou 2,3% no período. Confira a Resenha no site da EPE para mais informações.
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Janeiro Branco: Como está sua saúde mental e emocional? - Episódio 2
Convidamos você para esse podcast com duas especialistas em saúde mental, Miriam Calisman e Sheila Reis. Nosso objetivo é promover a reflexão e alertar para os cuidados com a saúde mental, enquanto há tempo!
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Janeiro Branco: Como está sua saúde mental e emocional? - Episódio 1
Convidamos você para esse podcast com duas especialistas em saúde mental, Miriam Calisman e Sheila Reis. Nosso objetivo é promover a reflexão e alertar para os cuidados com a saúde mental, enquanto há tempo!
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Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica ● ANO XVI ● Número 195 ● Dezembro de 2023
A mais recente edição da Resenha mostra que o consumo nacional de energia elétrica foi de 46.407 GWh em novembro de 2023, alta de 8,5% em comparação com novembro de 2022 e, pelo segundo mês consecutivo, o maior consumo de toda a série histórica desde 2004. Assim como em outubro, impulsionado pelas ondas de calor, as classes residencial e comercial registraram taxas de expansão de dois dígitos. O consumo industrial também avança e contribui para a alta. No acumulado em 12 meses, o consumo nacional registrou 527.073 GWh, alta de 7,5% em comparação ao período imediatamente anterior. Quanto ao ambiente de contratação, com 18.482 GWh, o mercado livre respondeu por 39,8% do consumo nacional de energia elétrica em novembro, registrando crescimento de 9,0% no consumo e de 22,0% no número de consumidores, na comparação com novembro de 2022. Já o mercado regulado das distribuidoras, com 27.925 GWh, respondeu por 60,2% do consumo nacional de eletricidade em novembro, alta de 8,1% na comparação com 2022, enquanto o número de unidades consumidoras aumentou 2,3% no período.
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Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica • ANO XVI • Número 194 • Novembro de 2023
Resenha Mensal: consumo de eletricidade cresce 5,2% em outubro de 2023 A mais recente edição da Resenha mostra que o consumo nacional de energia elétrica foi de 45.920 GWh em outubro de 2023, o maior consumo de toda a série histórica desde 2004, alta de 8,1% em comparação com mesmo mês de 2022, a maior taxa de crescimento desde julho de 2021. As classes residencial e comercial lideram a expansão no consumo, com taxas superiores à 2 dígitos. Ondas de calor puxam a alta no consumo de eletricidade. No acumulado em 12 meses, o consumo nacional registrou 520.210 GWh, alta de 2,3% em comparação ao período imediatamente anterior. Quanto ao ambiente de contratação, com 18.559 GWh, o mercado livre respondeu por 40,4% do consumo nacional de energia elétrica em outubro, registrando crescimento de 7,8% no consumo e de 25,3% no número de consumidores, na comparação com outubro de 2022. Já o mercado regulado das distribuidoras, com 27.361 GWh, respondeu por 59,6% do consumo nacional de eletricidade em outubro, alta de 8,3% na comparação com 2022, enquanto o número de unidades consumidoras aumentou 2,3% no período. Consulte a Resenha e acesse a análise completa do comportamento do consumo de energia elétrica no mês.
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Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica • ANO XVI • Número 193 • Outubro de 2023
Resenha Mensal: consumo de eletricidade cresce 5,2% em setembro de 2023 A mais recente edição da Resenha mostra que o consumo nacional de energia elétrica foi de 44.462 GWh em setembro de 2023, alta de 5,2% em comparação com mesmo mês de 2022, o maior crescimento desde agosto de 2021. As classes residencial (+9,1%) e comercial (+8,5%) se se destacam, liderando a expansão no consumo, a indústria (+1,9%) também contribuiu. No acumulado em 12 meses, o consumo nacional registrou 520.210 GWh, alta de 2,3% em comparação ao período imediatamente anterior. Mais uma vez, recordes de temperaturas para o mês impulsionaram o consumo, a melhora da confiança do consumidor pode ter contribuído. Quanto ao ambiente de contratação, com 18.135 GWh, o mercado livre respondeu por 40,8% do consumo nacional de energia elétrica em setembro, registrando 6,8% crescimento do consumo e 24,4% do número de consumidores, na comparação com setembro de 2022. Já o mercado cativo das distribuidoras, com 26.327 GWh, respondeu por 59,2% do consumo nacional de eletricidade, alta de 4,1%, enquanto o número de unidades consumidoras aumentou 1,9% no mesmo período. Consulte a Resenha e acesse a análise completa do comportamento do consumo de energia elétrica no mês.
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ABCDExplica – Episódio 10 – Respondendo perguntas de Itamarandiba-MG
Neste novo episódio do ABCDExplica, convidamos especialistas da EPE, para responder as perguntas que recebemos através do formulário que está no link dessa descrição. Curtiu? Então, dê o play no novo episódio para você aprender mais! __________________________________ Participaram desse episódio (por ordem de fala): Verônica Gomes – Bióloga, trabalha na Superintendência de Meio Ambiente Jorge Bezerra – Engenheiro Mecânico, trabalha na Superintendência de Projetos de Geração Hermani Vieira – Geógrafo, trabalha na Superintendência de Meio Ambiente Pamela Vilela – Geóloga, trabalha na Superintendência de Petróleo e Gás Natural Daniel Loureiro – Oceanógrafo, trabalha na Superintendência de Meio Ambiente Gabriel Konzen – Engenheiro Eletricista, trabalha na Superintendência de Estudos Econômicos e Energéticos Danilo Perecin – Engenheiro Químico, trabalha na Superintendência de Derivados de Petróleo e Biocombustíveis __________________________________ Quer fazer uma pergunta sobre energia e ouvir a resposta de um de nossos especialistas? Envie a sua pergunta para o formulário no link: https://bit.ly/ABCDExplica para que os analistas da EPE possam responder nesta série. Vem participar da produção com a gente!
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Essa é uma produção da Empresa de Pesquisa Energética, a EPE. Um novo espaço para você acompanhar os temas mais relevantes do setor de energia com foco no planejamento energético. Aqui, além da nossa equipe multidisciplinar, você também poderá contar com os nossos convidados especiais.
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