PODCAST · arts
Espresso Poesia
by Suzana Martins
Um espresso e um verso, por favor!Pegue o seu café, se ajeite na poltrona e aproveite o poema.Espresso Poesia, o podcast com uma pitada de literatura, aroma de café e sabor de poesia.Sejam todos bem-vindos!
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Luana Batista - Ressaca de você
"percebo que por muitas vezes as lembranças vem à tona trazendo uma ressaca moral acompanhada de saudade." Texto de Luana Batista
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Clarice Lispector - das vantagens de ser bobo
Uma crônica de Clarice Lispector "É quase impossível evitar excesso de amor que um bobo provoca. É que só o bobo é capaz de excesso de amor. E só o amor faz o bobo."
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Marina Colasanti - Corpo adentro
"Teu corpo é pele exata para o meu."
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Cecília Meireles - Biografia
"Somos uma difícil unidade, de muitos instantes mínimos - isso seria eu." Cecília Meireles - biografia
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Matilde Campilho - Coqueiral
Poesia de Matilde Campilho para tocar a alma e o sentimento.
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Adilia Lopes - Os amantes
Poesia da poeta portuguesa Adilia Lopes
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Heloisa Helena Garcia - Onde você não está
Poema de Heloisa Helena Garcia que compõe o Coletivo Scenarium 8: Armário das Maravilhas
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Suzana Martins - Resposta
Poema de Suzana Martins a compor o Coletivo Scenarium 8: Armário das Maravilhas
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Amanda Lovelace - A princesa salva a si mesmo neste livro
Uma poesia de Amanda Lovelace, do livro: A princicesa salva a si mesmo neste livro
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Adélia Prado - Um jeito
Poesia de Adélia Prado que compõe o livro "Bagagem".
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Lya Luft - Canção da palavra secreta
Lya Luft, Secreta mirada
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Mariana Gouveia - Boca da noite
Poesia do livro Borda-se, publicado pela scenarium livros artesanais
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Luana Batista - Água na Boca
Poesia de Luana Batista, escritora e publicitária.
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João Cabral de Melo Neto - O Relógio
poema: o relógio, de joão cabral de melo neto
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Ana Martins Marques - Minas
Ana Martins Marques, O livro das semelhanças
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Maya Angelou
Poema de Maya Angelou - Tradução de Rita Cammarota. In: Esquadros
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Conceição Evaristo | Vozes-mulheres
Conceição Evaristo - 50 poemas de revolta. São Paulo: Companhia das Letras, 2017.
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Lua Souza - Cada um é cada um
Poema publicado no livro Estratosférica
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Rupi Kaur - o que o sol faz com as flores
um poema do livro "o que o sol faz com as flores"
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Ferreira Gullar - Boato
Poema de Ferreira Gullar, do livro Na Vertigem do Dia.
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Nirlei Maria Oliveira - Dizeres de Amor
Poema originalmente publicado no livro Palavr(ar).
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Mariana Gouveia - Me Permita
Poesia de Mariana Gouveia presente no livro O Lado de Dentro
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Rozana Gastaldi - Decreto Fora da Lei
Poesia de Rozana Gastaldi originalmente publicada no livro Mulheres que Voam
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Suzana Martins - Maeve
Poema de Suzana Martins publicado no livro Inversos
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Suzana Martins - Cárcere
Jornalista e designer por ofício. Escritora e fotógrafa por paixão e mera curiosidade lúdica. Autora do livro Inversos e é também a voz deste podcast, Espresso Poesia. Desde pequena, ama ouvir histórias, escrever e recitar versos. Acredita na arte como veículo de transformação interna e externa. Poesia do livro Inversos, pág. 66 Instagram: @suzannamartinss
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Wislawa Szymborska - Filhos da Época
Wislawa Szymborska nasceu em 1923 em Bnin, na Polônia, e morreu em 2012. Em 1931, mudou-se com a família para a Cracóvia, onde estudou literatura e sociologia. Ao longo da vida, publicou doze pequenas coletâneas de poemas. Venceu o prêmio Nobel de literatura em 1996.
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Ana Martins Marques - O encontro
ANA MARTINS MARQUES nasceu em 1977, em Belo Horizonte. Graduada em letras, tem doutorado em literatura comparada pela UFMG. Entre outros livros, publicou, pela Companhia das Letras, Da arte das armadilhas (2011, vencedor do prêmio da Biblioteca Nacional), O livro das semelhanças (2015, terceiro lugar no prêmio Oceanos) e a reedição de A vida submarina (2021, lançado originalmente em 2009 pela editora Scriptum). Fonte: Companhia das Letras
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Orides Fontela - A estrela próxima
Orides nasceu na cidade de São João da Boa Vista, em 1940. Publicou trabalhos no O Município, periódico de sua terra natal e no Suplemento Literário do jornal O Estado de S. Paulo. Formada pelo curso de Filosofia da Universidade de São Paulo, foi premiada com o Jabuti de Poesia, em 1983, em função ao livro Alba, recebeu também o prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte, pelo livro Teia, em 1996. Em 2007 o Ministério da Cultura homenageou-a com a Ordem do Mérito Cultural, categoria Grã-Cruz. Maria Helena Teixeira de Oliveira, prima da poeta, foi quem recebeu a condecoração das mãos do Presidente da República, Luis Inácio Lula da Silva. A cerimônia aconteceu no Palácio das Artes, na cidade de Belo Horizonte. Fonte: Wikipédia
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Amanda Lovelace - A princesa salva a si mesmo neste livro
Devoradora de palavras e leitora ávida e apaixonada de contos de fadas desde a infância, era natural que Amanda Lovelace começasse a escrever seus próprios livros. Poeta vitalícia e atual contadora de histórias, mora em Nova Jersey com o noivo, seu gato temperamental e uma coleção de livros tão grande que em breve precisará de uma casa só para ela. Bacharel em literatura inglesa, cursou também sociologia. Seu site oficial é www.amandalovelace.com, mas Amanda também pode ser encontrada como ladybookmad no Twitter, Instagram e Tumblr (ainda não descobriu como funciona o Snapchat). Poesia do livro A princesa salva a si mesmo neste livro
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Rupi Kaur - meu corpo minha casa
Rupi Kaur é uma escritora e artista que vive em toronto, no canadá. aos 5 anos, ela começou a desenhar, um hobby que herdou de sua mãe. imigrante da índia, ela não conseguia falar em inglês com outras crianças na escola, o que a fez passar bastante tempo sozinha. Quando aprendeu o idioma, encontrou nos livros os melhores amigos. ela desenhou até os 17 anos, em 2009, quando passou a se dedicar mais à escrita e às performances. hoje rupi usa diferentes meios para se expressar: a poesia, a ilustração, o design, a fotografia, os vídeos. em novembro de 2014, publicou seu primeiro livro, milk and honey – editado no brasil como outros jeitos de usar a boca, best-seller mundial. o que o sol faz com as flores (the sun and her flowers) é seu segundo livro publicado pela Planeta, quetraz agora meu corpo minha casa, uma das mais aguardadas publicações dos últimos anos. Poesia do livro: meu corpo minha casa
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Ryane Leão - Jamais peço desculpas por me derramar
ryane leão é mulher preta, poeta e professora cuiabana que vive em São Paulo. publica seus escritos na página Onde jazz meu coração e recita seus poemas nos saraus e slams do Brasil. seu trabalho é pautado na resistência das mulheres e focado na luta e no fortalecimento pela arte e pela educação. a autora é do axé, filha de oyá com ogum e só sabe existir ventando por aí. Poema do livro: Jamais peço desculpas por me derramar: Poemas de temporal e mansidão
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Ana Cristina César | Samba-canção
Ana Cristina Cesar foi uma das principais representantes da Geração Mimeógrafo. O intimismo e a coloquialidade estão entre as principais características de sua obra.
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Amanda Lovelace - A bruxa não vai para a fogueira neste livro
Devoradora de palavras e leitora ávida e apaixonada de contos de fadas desde a infância, era natural que Amanda Lovelace começasse a escrever seus próprios livros. Poeta vitalícia e atual contadora de histórias, mora em Nova Jersey com o noivo, seu gato temperamental e uma coleção de livros tão grande que em breve precisará de uma casa só para ela. Bacharel em literatura inglesa, cursou também sociologia. Seu site oficial é www.amandalovelace.com, mas Amanda também pode ser encontrada como ladybookmad no Twitter, Instagram e Tumblr (ainda não descobriu como funciona o Snapchat). Poesia do livro A Bruxa não vai para a fogueira neste livro
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Carmen Veruska - Desilusões
Carmen Veruska é poeta da alma, dos versos e da vida. Pernambucana apaixonada pela arte, segue descobrindo novas formas de expor a arte que o seu ser e estar sempre a expandir afeto e a acolher novas possibilidades. Poesia do livro Intervalo Poético, volume I
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Suzana Martins - Pequenos pedaços
Poema de Suzana Martins publicado no blog Minhas Marés
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Cecília Meireles - Canção
Cecília Meireles é considerada uma das poetas mais importantes da literatura brasileira. A carioca atuou ainda como jornalista e professora, profissão pela qual tinha muito apreço. Além da carreira literária, o papel na educação também é lembrado. *Esse poema faz parte da edição comemorativa do centenário da Semana de Arte Moderna
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Hilda Hilst - Dez chamamentos ao amigo
Hilda Hilst (1930-2004) foi poeta, cronista, dramaturga e ficcionista brasileira. Fez parte da “Geração de 45” que buscava a reabilitação de regras mais rígidas para a composição do verso. Foi considerada uma das maiores escritoras do século XX. *Esse poema faz parte da edição comemorativa do centenário da Semana de Arte Moderna
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Cassiano Ricardo - A rua
Cassiano Ricardo foi um poeta modernista, ensaísta, jornalista e advogado brasileiro. De poesia marcadamente nacionalista, buscou inspiração nos motivos folclóricos e históricos brasileiros. *Esse poema faz parte da edição comemorativa do centenário da Semana de Arte Moderna
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Carlos Drummond de Andrade - Mãos dadas
Carlos Drummond de Andrade foi poeta, contista e cronista brasileiro do período do modernismo. Considerado um dos maiores escritores do Brasil, Drummond fez parte da segunda geração modernista. Foi precursor da chamada "poesia de 30" com a publicação da obra "Alguma Poesia". Fonte: Toda Matéria *Esse poema faz parte da edição comemorativa do centenário da Semana de Arte Moderna
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Gilka Machado - Ser Mulher
Gilka Machado foi uma romancista e poeta brasileira do século XX. A poesia de Gilka Machado estabelece diálogos com essas tendências literárias, mas constrói uma voz poética muito própria, marcada por intensa carga de erotização e por reflexões sobre o papel social e cultural das mulheres – temáticas já amplamente estudadas pela fortuna crítica da autora, que podem ser bastante enriquecidas quando conjugadas à abordagem sobre a consciência poética que ela expressa em sua poesia. Fonte: Anélia Montechiari Pietrani | Universidade Federal do Rio de Janeiro *Esse poema faz parte da edição comemorativa do centenário da Semana de Arte Moderna
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Pagu/Patricia Rehder Galvão - Nothing
Patrícia Rehder Galvão – Pagu, viveu de 1910 a 1962. Jornalista, mulher precursora, musa modernista do Movimento Antropofágico, militante política, incentivadora cultural, é moderna e pós-moderna em sua obra e vida, à frente de seu tempo. Suas colunas de jornal trataram de cultura, política, arte, literatura, teatro, divulgando autores desconhecidos no Brasil e alguns no restante do mundo. Em suas críticas sobre o cotidiano social e no que trouxe ao público brasileiro de autores estrangeiros, foi visionária, com olhar sensível, antecipatório. Fonte: pagu.com.br *Esse poema faz parte da edição comemorativa do centenário da Semana de Arte Moderna
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Zila Mamede - Elegia
A poeta, especialista em biblioteconomia e pesquisadora Zila da Costa Mamede, nasceu em setembro de 1928 em Nova Palmeira, município do estado da Paraíba, mas bem pequena foi com a família para o Rio Grande do Norte onde viveu até o início da sua adolescência. Zila começou a escrever aos vinte e um anos de idade, segundo os estudiosos da sua vida e obra, após uma tentativa frustrada de ser freira. Sutil e elegante, em um lirismo contido e introvertido, a poeta ousa com paixão e solidão sobre temáticas do sertão nordestino. *Esse poema faz parte da edição comemorativa do centenário da Semana de Arte Moderna
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Oswald de Andrade - Canto de regresso à pátria
Oswald de Andrade foi um dos nomes mais célebres do modernismo nacional. Deu vida ao Manifesto da Poesia Pau-Brasil, ao Manifesto Antropofágico e foi um dos personagens da semana que mudou a arte e literatura brasileira. Canto de regresso à pátria recupera os versos da Canção do Exílio (1847) de Gonçalves Dias. *Esse poema faz parte da edição comemorativa do centenário da Semana de Arte Moderna
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Mário de Andrade - O trovador
Mário de Andrade foi um dos fundadores do modernismo brasileiro e a sua poesia é uma ode a literatura brasileira. *Esse poema faz parte da edição comemorativa do centenário da Semana de Arte Moderna
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Manuel Bandeira - Poética
Poética, é uma composição de Manuel Bandeira, lida durante a Semana de Arte Moderna de 1922. *Este poema faz parte da série que comemora o centenário da Semana de 22.
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Carlos Drummond de Andrade - Coração Numeroso
Poema de Carlos Drummond de Andrade publicado na Antologia poética, organizada pelo próprio autor. Pág. 153 | 66ª edição | Ed. Record
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Vanila Celestino - Palavra-Registro
Vanila Celestino é escritora, condutora de escrita integrativa e terapeuta. Extensão da terra, e lê a vida através da sensibilidade artística. Agente cultural, cocriadora na Empoesiarte, curadora literária de produções independentes e organizadora da Antologia Mulheres, Afeto e Liberdade. Investigadora do mundo místico e marketeira da Nova Era em formação.
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Mell Renault - Orla
Mell Renault é escritora e dramaturga. Mineira de Belo Horizonte, tem 35 anos, quatro filhos e é casada com o fotógrafo e escritor Carlos Figueiredo – que mantém e organiza sua obra artística. Manteve, dos 15 aos 25 anos, o blogue Pensamento Polaroid – que deixou de ser blogue para se tornar um fanzine de incentivo à leitura. Edita Plaquetes Literárias independentes com temas diversos, como a Série Diálogos, lançada em 2020, que dialoga com obras de autores consagrados da literatura nacional, projeto ainda em andamento. Publicou em diversas revistas literárias: Diversos Afins, Alagunas, Mallarmargens, Ruído Manifesto, Desvario e Caliban, é também colaboradora da revista literária InComunidade (Portugal). Facilitadora nas Oficinas LUMEs e autora dos livros Patuá e Flor de Sal.
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Suzana Martis - Do lado de fora
Jornalista e designer por ofício. Escritora e fotógrafa por paixão e mera curiosidade lúdica. Participou da 1ª, 2ª e 3ª edição do projeto Diário das Estações e outras antologias. Autora do blog Minhas Marés e do zine poético Dias de Victória. É também a voz do podcast Espresso Poesia. Desde pequena, ama ouvir histórias, escrever e recitar versos. Acredita na arte como veículo de transformação interna e externa. Instagram: @suzannamartinss
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Manoel de Barros - O Apanhador de Desperdícios
Nascido em Cuiabá em 1916, Manoel de Barros estreou em 1937 com o livro “Poemas Concebidos sem Pecado”. Sua obra mais conhecida é o “Livro sobre Nada”, publicado em 1996. Manoel de Barros criou um universo próprio — subvertendo a sintaxe e criando construções que não respeitam as normas da língua padrão —, marcado, sobretudo, por neologismos e sinestesias, sendo, inclusive, comparado a Guimarães Rosa. Fonte: Revista Bula
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