Faz colher e borda o cabo

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Faz colher e borda o cabo

O Núcleo Educativo do CCVM busca gerar estratégias que permitam um olhar às produções culturais sensíveis, estimulando perspectivas para além do já instituído como produção artística. Nos apropriamos do dito que nomeia o projeto, destacando ausência de limites entre cotidiano, arte e função, em práticas e saberes do povo, e tecemos um panorama de agentes e ações sobre o sensível e que estão à margem do que se consolidou como arte.Lei de Incentivo à CulturaIniciativaInstituto Cultural ValePatrocínioValeRealizaçãoCCVMMinistério da CulturaGoverno Federal

  1. 157

    Roçado Indígena - Os Diferentes Sentidos de Domesticação

    Neste episódio, o contraste entre os dois sentidos de “domesticação” é explorado: o ocidental, ligado ao controle e à hierarquia, e o indígena amazônico, baseado na negociação e no cuidado com os seres da natureza.

  2. 156

    Roçado Indígena - Roçado Ancestral: A Domesticação entre os Povos Indígenas

    Neste episódio, os povos indígenas são apresentados como agentes transformadores da Amazônia há milênios, por meio de práticas como a coivara e o manejo do fogo, que resultam em solos férteis e alta biodiversidade florestal.

  3. 155

    Roçado Indígena - Roçado Indígena Wajãpi

    Neste episódio, o roçado Wajãpi é descrito como um ato fundador da humanidade: um ciclo de derrubada, cultivo variado, respeito aos donos sobrenaturais da floresta e abandono para regeneração da floresta.Referência: Estudos desenvolvidos pela antropóloga Joana Cabral de Oliveira.

  4. 154

    Milho - Origens

    Esse episódio fala da origem ancestral do milho, sua diversidade nas Américas e sua centralidade nos modos de vida e na cosmologia dos povos Guarani.Esta série de podcast contou com áudios do povo Guarani Mbya da a aldeia Tekoa Itakupe do documentário: Avaxi Ete'i - Milho verdadeiro, com direção de Thiago Carvalho.

  5. 153

    Milho - Modo de Ser e Viver

    Esse episódio fala do cultivo do milho entre os Guarani Mbya como prática de vida, espiritualidade e defesa do território.Esta série de podcast contou com áudios do povo Guarani Mbya da a aldeia Tekoa Itakupe do documentário: Avaxi Ete'i - Milho verdadeiro, com direção de Thiago Carvalho.

  6. 152

    Milho - Autonomia e Luta pelo Território

    O episódio aborda como a defesa do território garante a continuidade do cultivo do milho ancestral e do modo de vida Guarani Mbya.Esta série de podcast contou com áudios do povo Guarani Mbya da a aldeia Tekoa Itakupe do documentário: Avaxi Ete'i - Milho verdadeiro, com direção de Thiago Carvalho.

  7. 151

    Feira Livre - A Origem da Feira Livre

    Nesse episódio, apresenta-se a origem das Feiras Livres, um dos mais antigos espaços onde o pensamento popular e o fruto do trabalho abundam por excelência.

  8. 150

    Feira Livre - Um passeio pelas feiras do Brasil

    Nesse episódio, faz-se um passeio por algumas feiras bastante conhecidas no nosso país, como a feira de Caruaru.

  9. 149

    Feira Livre - É dia de feira no João Paulo!

    Nesse episódio, conta-se a origem da feira do João Paulo e suas personagens.

  10. 148

    Feijoada - Do Feijão à Feijoada

    Do feijão cultivado pelos povos originários às formas de preparo que atravessaram o tempo, este episódio apresenta a trajetória que levou à feijoada. O prato é abordado como um modo de fazer, marcado pela história social do Brasil. Mais do que receita, a feijoada se afirma como prática coletiva e alimento de celebração.

  11. 147

    Feijoada - Feijoada de Ogum

    Este episódio apresenta a feijoada como alimento sagrado nas religiões de matriz africana, a partir da tradição da Feijoada de Ogum. Entre rito, preparo e partilha, o prato aparece como obrigação, devoção e força coletiva. Comer é também firmar compromisso, fortalecer laços e abrir caminhos.

  12. 146

    Jongo - Origem e História do Jongo

    Neste episódio, são detalhadas as raízes do jongo, tradição que nasceu do encontro de povos bantos trazidos da África Central. Num contexto de escravidão, nas fazendas de café, o jongo surgiu como espaço de celebração, memória e resistência.

  13. 145

    Jongo - Dança, canto, percussão e poesia

    O jongo é uma experiência coletiva, e por isso alguns elementos são comuns na maioria das rodas. Embora ele reúna dança, canto, percussão e poesia em uma só expressão, sua estrutura não é rígida, ela se transforma de acordo com o lugar e as pessoas que o praticam.

  14. 144

    Jongo - Os Pontos

    Os pontos são poemas cantados, entoados por um solista e respondidos pelo coro. Cada ponto é uma mensagem que pode louvar, narrar, desafiar ou criticar e são usados como instrumentos de comunicação, educação e poder.

  15. 143

    Casa de Taipa - A Taipa: Técnica Ancestral

    Neste episódio, entende-se as origens da taipa, uma técnica ancestral de construção em terra que atravessa séculos e continentes, conectando a sabedoria africana à formação cultural e arquitetônica do Brasil.Esta série de podcast contou com canções da comunidade de Laje dos Pretos, em Formoso de Campo, na Bahia, presentes no documentário “Amassa Barro: Um passado presente” com direção de Leila Leal, João Mendonça e Antônio Nykiel.

  16. 142

    Casa de Taipa - Quando o Barro Vira Povo

    Entre cantos, barro e trabalho coletivo, este episódio revela o mutirão como prática comunitária e poética que dá vida às casas de taipa. Um mergulho na força criadora do povo e na memória viva da ancestralidade.Esta série de podcast contou com canções da comunidade de Laje dos Pretos, em Formoso de Campo, na Bahia, presentes no documentário “Amassa Barro: Um passado presente” com direção de Leila Leal, João Mendonça e Antônio Nykiel.

  17. 141

    Festa de São Benedito - Mito de Origem

    Neste episódio, é apresentado o Quilombo do Barranco e a importância de São Benedito para sua formação.

  18. 140

    Festa de São Benedito - Viva São Benedito!

    Neste episódio, as etapas da festa, seu sentido e a força da comunidade são apresentadas.

  19. 139

    Cacuriá - Do Carimbó das Caixeiras ao Cacuriá

    Neste episódio, apresentamos o surgimento do  cacuriá, manifestação que se origina do Carimbó das Caixeiras, rito de descontração vivido pelos festeiros após o derrubamento do mastro da festa do Divino Espírito Santo.

  20. 138

    Cacuriá - Vem Cacuriá

    Neste episódio, são apresentadas as principais características da dança e também os versos mais populares que compõem o Cacuriá. 

  21. 137

    O Bordado do Couro do Boi - O Capricho

    Ao som do Bumba Meu Boi da Liberdade, a beleza do bordado em couro – também chamado de lombo – do boi, personagem principal do folguedo, é abordada neste episódio, assim como as diversas formas de bordar a pele do novilho.

  22. 136

    O Bordado do Couro do Boi - As Cenas dos Bordados

    Com a participação de Maria José, presidenta do Bumba Meu Boi do Maracanã, este episódio aborda a diversidade de imagens presentes nos lombos dos bois por todo o Maranhão.Crédito: Dulce Ferreira (Youtube: @dulceferreiramaranhao9388)

  23. 135

    O Bordado do Couro do Boi - A Devoção de Bordar um Boi

    Ao o som do Bumba Meu Boi Rama Santa, e com a participação das bordadeiras Lavínia Assunção e Marianna Ferreira, este episódio aborda temas como a responsabilidade de bordar o boi e a dedicação ao ofício.

  24. 134

    O canto da Machadinha Krahô - A história da Machadinha

    Neste episódio, você conhecerá a história da Machadinha Krahô, tanto como um objeto arqueológico, muitas vezes encontrado no território dos Timbira, quanto a partir da mitologia Krahô.

  25. 133

    O canto da Machadinha Krahô - Ouvir para cantar

    Neste episódio, você conhecerá a forma como acontece o canto da Machadinha e os saberes que organizam essa prática.

  26. 132

    Boi Passa Fogo - Origem

    O episódio  conta a origem e a força simbólica do Boi Passa Fogo, tradição centenária de Viana (MA), onde o fogo não destrói, mas consagra.

  27. 131

    Boi Passa Fogo - O passa fogo

    Neste episódio, você acompanha os preparativos do ritual para passar fogo no boi. 

  28. 130

    Panelas Macuxi - Do Barro ao barro

    No último episódio, apresentamos as etapas do processo de feitura das panelas e a função da cerâmica nas Terras de Makunaimî.Lei de Incentivo à CulturaIniciativaInstituto Cultural ValePatrocínioValeRealizaçãoCentro Cultural Vale MaranhãoMinistério da CulturaGoverno Federal - Brasil - União e Reconstrução

  29. 129

    Panelas Macuxi - Posso, vovó?

    No segundo episódio, falamos sobre o ofício das ceramistas Macuxi e como se dá a coleta do barro no alto das serras para a feitura das panelas.Lei de Incentivo à CulturaIniciativaInstituto Cultural ValePatrocínioValeRealizaçãoCentro Cultural Vale MaranhãoMinistério da CulturaGoverno Federal - Brasil - União e Reconstrução

  30. 128

    Panelas Macuxi - Ko’ko Non: Vovó Barro

    Neste episódio, apresentamos o povo Macuxi e sua cosmologia, que organiza a forma de viver nessa sociedade.Lei de Incentivo à CulturaIniciativaInstituto Cultural ValePatrocínioValeRealizaçãoCentro Cultural Vale MaranhãoMinistério da CulturaGoverno Federal - Brasil - União e Reconstrução

  31. 127

    Ritual do Kiki - Kamé e Kairu

    Nesse episódio, apresento o povo indigena Kaingang, povo que segue seus princípios vitais por meio de um sistema dualista de metades: Kamé e Kairu.  

  32. 126

    Ritual do Kiki - O ritual

    Nesse episódio, apresentamos as etapas do ritual do Kiki, que embora tenha passado anos sem ter sido praticado,  foi retomado em 2011, na T.I Chapecó (SC). 

  33. 125

    Dança do Lindô - A pisada e a percussão

    Nas décadas de 50 e 60, a dança do Lindô foi levada para o Tocantins por meio de maranhenses que migraram em busca de oportunidades de trabalho no estado. Atualmente, um dos grupos de lindô mais conhecidos está presente em Cocalinho, território quilombola situado no município de Santa Fé do Araguaia, norte do Tocantins.

  34. 124

    Dança do Lindô - É cantando que se dança o Lindô

    No episódio de abertura a origem da dança, passos e a relação das cantigas com a comunidade que dança com lindô são apresentadas. Esse episódio conta com trechos do documentário “Do ritual - Dança do Lindô” produzido por Ninho Cultural e Agulha Cenas e do CD do Grupo Batalhão Real. 

  35. 123

    Ritual do Torém - O povo Tremembé

    Os Tremembé são uma das etnias mais antigas do Brasil, ocupando, até o século XVII, uma extensa faixa litorânea entre o Pará e o Ceará e que até hoje ainda lutam pela demarcação de suas terras. O Torém, ritual de dança e canto, fortaleceu sua identidade e resistência.

  36. 122

    Ritual do Torém - Torém de Resistência

    Torém, ritual do povo Tremembé, realizado em Almofala no Ceará, é uma dança de roda, guiada por um pajé, em que entoam-se canções sobre a natureza e o cotidiano, enquanto os participantes compartilham o mocororó, bebida fermentada de caju, como parte da tradição e da sua resistência cultural. Este episódio conta com trechos do documentário “Povo Tremembé de Almofala (A música dos Povos Originários do Brasil)”, produzido pelo Departamento Regional do Sesc-CE para o projeto Sonora Brasil.

  37. 121

    Foliões da Divindade - Origem

    No primeiro episódio desta série, Maeleide Lopes aborda a origem da prática de visitar covas, mantida pelos foliões na região dos Cocais maranhenses, onde ficam os municípios de Caxias, Matões, Codó, Coelho Neto, Aldeias Altas, Colinas, Chapadinha e Buriti Bravo. - Os áudios usados nesta série são de grupos de foliões das regiões de Caxias e Timon, registro feito pelo pesquisador Jandir Gonçalves. Lei de Incentivo à Cultura Iniciativa Instituto Cultural Vale Patrocínio Vale Realização Centro Cultural Vale Maranhão Ministério da Cultura Governo Federal - Brasil - União e Reconstrução

  38. 120

    Foliões da Divindade - Particularidades

    Os foliões são formados por pessoas que já têm um vínculo com o Divino Espírito Santo. Seja por devoção ou promessa, os grupos se organizam a partir da necessidade de servir a comunidade. Conheça essa e outras particularidades no segundo episódio. - Os áudios usados nesta série são de grupos de foliões das regiões de Caxias e Timon, registro feito pelo pesquisador Jandir Gonçalves. Lei de Incentivo à Cultura Iniciativa Instituto Cultural Vale Patrocínio Vale Realização Centro Cultural Vale Maranhão Ministério da Cultura Governo Federal - Brasil - União e Reconstrução

  39. 119

    Foliões da Divindade - Visitando cova

    Os foliões são mediadores entre o mundo dos vivos e dos mortos, auxiliando na construção de uma memória coletiva sobre o particular. A estrutura ritualística seguida é o tema do terceiro episódio. - Os áudios usados nesta série são de grupos de foliões das regiões de Caxias e Timon, registro feito pelo pesquisador Jandir Gonçalves. Lei de Incentivo à Cultura Iniciativa Instituto Cultural Vale Patrocínio Vale Realização Centro Cultural Vale Maranhão Ministério da Cultura Governo Federal - Brasil - União e Reconstrução

  40. 118

    Cantos de trabalho - Trabalho e cultura

    Cantos de trabalho são práticas musicais criadas e preservadas a partir de diferentes afazeres. São inúmeras as atividades em que o canto está presente. Toda essa cantoria produz algo em comum à maioria delas: o sentimento de coletividade, um ritmo condutor do trabalho e o prazer de cantar.Lei de Incentivo à CulturaIniciativaInstituto Cultural ValePatrocínioValeRealizaçãoCentro Cultural Vale MaranhãoMinistério da CulturaGoverno Federal - Brasil - União e Reconstrução

  41. 117

    Cantos de trabalho - Aboio, milho e feijão

    As músicas de trabalho são uma herança formadora da musicalidade brasileira, dos ritmos às letras das canções, elas estruturaram uma forma genuína de expressão. Este episódio trata sobre as canções de trabalho como um instrumento que interfere diretamente na experiência da atividade laboral.Lei de Incentivo à CulturaIniciativaInstituto Cultural ValePatrocínioValeRealizaçãoCentro Cultural Vale MaranhãoMinistério da CulturaGoverno Federal - Brasil - União e Reconstrução

  42. 116

    Carimbó - Carimbó Raiz

    Das mãos calejadas e dos pés descalços dos agricultores paraenses ecoam batuques ritmados, passos rodados e versos cantados que expressam anseios vividos no cotidiano. De uma manifestação de lazer, do canto de trabalho, nasce o ritmo amazônico que é uma das mais importantes manifestações populares do Pará.Lei de Incentivo à CulturaIniciativaInstituto Cultural ValePatrocínioValeRealizaçãoCentro Cultural Vale MaranhãoMinistério da CulturaGoverno Federal - Brasil - União e Reconstrução

  43. 115

    Carimbó - No Batuque do Tambor

    O carimbó está intimamente presente na vida de quem o produz. Muitos dos carimbozeiros foram familiarizados com a festa desde criança, aprendendo com os mais velhos a cantar, dançar, confeccionar e produzir. Alguns outros falam que receberam um “chamado” através de sonho para vivenciar o carimbó.Lei de Incentivo à CulturaIniciativaInstituto Cultural ValePatrocínioValeRealizaçãoCentro Cultural Vale MaranhãoMinistério da CulturaGoverno Federal - Brasil - União e Reconstrução

  44. 114

    Carimbó - Viver que Guia o Ritmo

    O carimbó expressa o imaginário popular. O cotidiano da comunidade, a relação com a natureza e a encantaria do lugar compõem a poética dos compositores e cantadores carimbozeiros.Lei de Incentivo à CulturaIniciativaInstituto Cultural ValePatrocínioValeRealizaçãoCentro Cultural Vale MaranhãoMinistério da CulturaGoverno Federal - Brasil - União e Reconstrução

  45. 113

    Dança do Coco - Os Cocos

    Com quantos cocos se faz a dança do coco? Para cada local do Brasil onde é dançado existe um tipo de coco apresentado. - "Samba negro", de Lenira e demais componentes do Coco de roda Novo Quilombo – Guruji, disponível no álbum "Cocos: Alegria e Devoção", do Acervo Ayala Lei de Incentivo à Cultura Iniciativa Instituto Cultural Vale Patrocínio Vale Realização Centro Cultural Vale Maranhão Ministério da Cultura Governo Federal - Brasil - União e Reconstrução

  46. 112

    Dança do Coco - Coco Marajá do Cajueiro

    Magno Roberto, desde os seus 12 anos, é brincante do Coco Marajá do Cajueiro, em Alcântara. - Trechos do vídeo Coco Marajá do Cajueiro, do Acervo Tambores do Maranhão (Videoteca do CCVM) Lei de Incentivo à Cultura Iniciativa Instituto Cultural Vale Patrocínio Vale Realização Centro Cultural Vale Maranhão Ministério da Cultura Governo Federal - Brasil - União e Reconstrução

  47. 111

    Dança do Coco - Coco de Roda Novo Quilombo

    Com a participação de Mestra Ana do Coco, neste episódio, o Coco de Roda Novo Quilombo é apresentado: sua origem, forma de dançar e a presença da mulher nas canções e liderança do coco. - Trechos da live do Coco de Roda Novo Quilombo, disponível via Youtube Lei de Incentivo à Cultura Iniciativa Instituto Cultural Vale Patrocínio Vale Realização Centro Cultural Vale Maranhão Ministério da Cultura Governo Federal - Brasil - União e Reconstrução

  48. 110

    Rosários e guias do Maranhão - Origem dos rosários

    No primeiro episódio, fazemos uma apresentação sobre a história dos colares e a origem dos rosários. Lei de Incentivo à Cultura Iniciativa Instituto Cultural Vale Patrocínio Vale Realização Centro Cultural Vale Maranhão Ministério da Cultura Governo Federal - Brasil - União e Reconstrução

  49. 109

    Rosários e guias do Maranhão - Cada casa tem seu preceito

    O segundo episódio trata sobre as partes que compõem o rosário Lei de Incentivo à Cultura Iniciativa Instituto Cultural Vale Patrocínio Vale Realização Centro Cultural Vale Maranhão Ministério da Cultura Governo Federal - Brasil - União e Reconstrução

  50. 108

    Rosários e guias do Maranhão - Cores, contas e contos

    As cores dos rosários possuem significados. Vamos aprender sobre elas? Lei de Incentivo à Cultura Iniciativa Instituto Cultural Vale Patrocínio Vale Realização Centro Cultural Vale Maranhão Ministério da Cultura Governo Federal - Brasil - União e Reconstrução

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