Guilhotina | Le Monde Diplomatique Brasil

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Guilhotina | Le Monde Diplomatique Brasil

O Guilhotina é o podcast do Le Monde Diplomatique Brasil, com apresentação dos jornalistas Bianca Pyl e Luis Brasilino. Para sugestões e críticas, escreva para [email protected]. Apoio técnico: Rádio Tertúlia.

  1. 275

    Democracia sob cerco | #1 Fascismos ontem e hoje, com Lincoln Secco

    Está no ar a nova temporada "Democracia sob cerco: Comoa extrema direita se reorganiza no Brasil", parceria do Guilhotina, podcast do Le Monde Diplomatique Brasil, com a Fundação Rosa Luxemburgo. Ao longo desta série de oito episódios, Luís Brasilino conversa com ativistas e especialistas para entender por que, após quatro anos de governo Lula, o país chega a mais uma disputa eleitoral profundamente dividido, com o bolsonarismo consolidado como força política e a extrema direita ainda capaz de mobilizar amplos setores da sociedade. No episódio de abertura, o historiador Lincoln Secco ajuda apensar o fascismo como fenômeno histórico e também como linguagem política que se atualiza no presente. A conversa percorre as origens do fascismo, suas bases sociais e suas especificidades no Brasil, além de examinar o bolsonarismo e os desafios colocados à democracia brasileira.Este especial, com episódios publicados às quintas-feiras, é parte integrante do projeto “A saída é pelaesquerda: Good Night, Far Right”, da Fundação Rosa Luxemburgo. Para mais informações, acesse: https://rosalux.org.br/liderancas-de-esquerda-de-26-paises-participam-de-conferencia-em-sao-paulo/. >>> Ficha técnicaProdução, apresentação e o roteiro: Luís BrasilinoEdição e sonorização: Beatriz Pasqualino (Rádio Tertúlia)

  2. 274

    Episódio especial | Politizando o clima: o mecanismo REDD

    O episódio especial do projeto “Politizando o clima: poder, territórios e resistências” discute os riscos e os impactos de um mecanismo do mercado de créditos de carbono conhecido como REDD, sigla para Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal. Para entender o que é esse mecanismo e qual é a dimensão das iniciativas desse tipo no Brasil, Luís Brasilino recebe a professora Fabrina Furtado, do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade (CPDA) da UFRRJ, e pesquisadora do Coletivo Desigualdade Ambiental, Economia e Política.Fabrina é uma das autoras da coletânea “Politizando o clima: poder, territórios e resistências”, projeto que é uma parceria entre a Fundação Rosa Luxemburgo, o CPDA, o Coletivo de Pesquisa Desigualdade Ambiental, Economia e Política, a Editora Funilaria e o Le Monde Diplomatique Brasil. As obras estão disponíveis para download gratuito em rosalux.org.br/ e podem ser adquiridas na versão física em editorafunilaria.com.br. Ficha técnicaProdução, apresentação e roteiro: Luís BrasilinoEdição e sonorização: Beatriz Pasqualino

  3. 273

    Nega Pataxó: nosso luto é luta | #4 Do corpo da terra

    No quarto e último episódio da série “Nega Pataxó: Nosso luto é luta”,  você acompanha a luta que se ergue após o assassinato de Pajé Nega e se transforma em força coletiva. A partir das ações da Associação Paraguaçu de Mulheres Indígenas, acompanhamos a busca por justiça, a preservação da memória e a continuidade do legado de Nega Pataxó. Em alianças com outros coletivos e defensoras da terra, as mulheres denunciam as violências sofridas, articulam a luta por terra e território frente às urgências das mudanças climáticas, reafirmando uma política enraizada na relação entre cuidado, corpo e terra — o corpo-território das mulheres. Entre sonhos, cantos e o som do maracá, Nega se faz presente, fortalecendo a continuidade da luta e o protagonismo das mulheres na defesa da vida e dos territórios. Esta série do Guilhotina se propõe a olhar para o cenário alarmante de violência fundiária no Brasil, intensificado após a sanção da Lei 14.701/2023, que institui o chamado Marco Temporal. Nos 4 episódios de “Nega Pataxó: nosso luto é luta”, o assassinato da Pajé Nega Pataxó é um evento central para a recontagem dos conflitos por terra no sul da Bahia, atualizando um passado de disputas e violências, bem como germinando novas práticas políticas em seu território, a Terra Indígena Caramuru-Paraguaçu, a partir da atuação das mulheres indígenas, suas familiares, na luta por justiça.>>> Este podcast é uma iniciativa do ⁠⁠⁠Lab Conatus⁠⁠⁠, da Universidade Federal Fluminense (UFF), e do Grupo de Ecologias Políticas, da Universidade Federal da Bahia (UFBA), em parceria com a ⁠⁠⁠Associação Paraguaçu de Mulheres Indígenas ⁠⁠⁠(APAMUI). Contou com o apoio do ⁠⁠⁠Pulitzer Center⁠⁠⁠, por meio do Fundo Semear – 2025, e com a produção da ⁠⁠⁠Rádio Tertúlia⁠⁠⁠. A divulgação é do Guilhotina, o podcast do ⁠⁠⁠Le Monde Diplomatique Brasil⁠⁠⁠. >>> Links: Site CONATUS: https://conatus.uff.br/ Vídeo Nosso Luto é Luta: https://youtu.be/AOGBPi2zqoU?si=kbUjiz_BV-T44qwU  >>> Ficha técnicaConcepção: Olivia von der Weid, Felipe Milanez e mestra Mayá.Direção criativa e roteiro: Olivia von der Weid.Equipe de produção: Mônica Tupinambá, Olinda Tupinambá, Daniela Duarte, Livia Weyl, Giulia Ventura, Kaylane Matos, Alice Guaraná e Marya Eduarda Barbosa.Edição de texto e áudio, desenho de som, montagem e sonorização: Beatriz Pasqualino/Rádio Tertúlia.Artes: Livia Weyl.

  4. 272

    Nega Pataxó: nosso luto é luta | #3 Eu sou Tupinambá guerreira

    No terceiro episódio da série “Nega Pataxó: Nosso luto é luta”, Nega é apresentada em sua própria voz, que chega para o ouvinte a partir de registros audiovisuais herdados de sua aproximação com o Lab Conatus-UFF. Em seus depoimentos, ela partilha sua sabedoria ancestral e a potência política de suas práticas, o exercício do cuidado com a terra e com as pessoas, seus cantos e seu trabalho espiritual, os encontros de mulheres e a luta contra a violência de gênero nas aldeias.Esta série do Guilhotina se propõe a olhar para o cenário alarmante de violência fundiária no Brasil, intensificado após a sanção da Lei 14.701/2023, que institui o chamado Marco Temporal. Nos 4 episódios de “Nega Pataxó: nosso luto é luta”, o assassinato da Pajé Nega Pataxó é um evento central para a recontagem dos conflitos por terra no sul da Bahia, atualizando um passado de disputas e violências, bem como germinando novas práticas políticas em seu território, a Terra Indígena Caramuru-Paraguaçu, a partir da atuação das mulheres indígenas, suas familiares, na luta por justiça.>>> Este podcast é uma iniciativa do ⁠⁠Lab Conatus⁠⁠, da Universidade Federal Fluminense (UFF), e do Grupo de Ecologias Políticas, da Universidade Federal da Bahia (UFBA), em parceria com a ⁠⁠Associação Paraguaçu de Mulheres Indígenas ⁠⁠(APAMUI). Contou com o apoio do ⁠⁠Pulitzer Center⁠⁠, por meio do Fundo Semear – 2025, e com a produção da ⁠⁠Rádio Tertúlia⁠⁠. A divulgação é do Guilhotina, o podcast do ⁠⁠Le Monde Diplomatique Brasil⁠⁠. O quarto e último episódio vai ao ar em 28 de janeiro de 2026.>>> Links: Portal Memorare: ⁠https://portalmemorare.wordpress.com/⁠ Entrevista Nega Pataxó Hã Hã Hãe: ⁠https://youtu.be/ILuXNuNRO6I?si=MeYPliQDcKvN9mpq⁠   >>> Ficha técnicaConcepção: Olivia von der Weid, Felipe Milanez e mestra Mayá.Direção criativa e roteiro: Olivia von der Weid.Equipe de produção: Mônica Tupinambá, Olinda Tupinambá, Daniela Duarte, Livia Weyl, Giulia Ventura, Kaylane Matos, Alice Guaraná e Marya Eduarda Barbosa.Edição de texto e áudio, desenho de som, montagem e sonorização: Beatriz Pasqualino/Rádio Tertúlia.Artes: Livia Weyl.

  5. 271

    Nega Pataxó: nosso luto é luta | #2 Nosso luto é luta

    No segundo episódio da série “Nega Pataxó: Nosso luto é luta”, você ouve o relato da luta pela terra na Terra Indígena Caramuru-Paraguaçu, situado nas vozes, memórias e depoimentos da linhagem feminina da Pajé Nega. Por meio da dor e das histórias compartilhadas, cria-se um memorial vivo que resgata a presença de Nega Pataxó na comunidade e no mundo, promovendo a elaboração coletiva do luto que se transforma em luta por justiça.Esta série do Guilhotina se propõe a olhar para cenário alarmante de violência fundiária no Brasil, atravessado pela disputa em torno do marco temporal, que ameaça os direitos dos povos indígenas às suas terras tradicionais. Nos 4 episódios da série, o assassinato da Pajé Nega Pataxó é um evento central para a recontagem dos conflitos por terra no sul da Bahia, atualizando um passado de disputas e violências, bem como germinando novas práticas políticas em seu território, a Terra Indígena Caramuru-Paraguaçu, a partir da atuação das mulheres indígenas, suas familiares, na luta por justiça.Este podcast é uma iniciativa do ⁠Lab Conatus⁠, da Universidade Federal Fluminense (UFF), e do Grupo de Ecologias Políticas, da Universidade Federal da Bahia (UFBA), em parceria com a ⁠Associação Paraguaçu de Mulheres Indígenas ⁠(APAMUI). Contou com o apoio do ⁠Pulitzer Center⁠, por meio do Fundo Semear – 2025, e com a produção da ⁠Rádio Tertúlia⁠. A divulgação é do Guilhotina, o podcast do ⁠Le Monde Diplomatique Brasil⁠. O terceiro episódio vai ao ar em 21 de janeiro de 2026.>>> Saiba mais:Projeto Memorare: https://portalmemorare.wordpress.com/cartas/ Vídeo "Por um fio": https://youtu.be/fAJz6Nu6KO0?si=uuQWq_wgz7roKnUk >>> Ficha técnicaConcepção: Olivia von der Weid, Felipe Milanez e mestra Mayá.Direção criativa e roteiro: Olivia von der Weid.Equipe de produção: Mônica Tupinambá, Olinda Tupinambá, Daniela Duarte, Livia Weyl, Giulia Ventura, Kaylane Matos, Alice Guaraná e Marya Eduarda Barbosa.Edição de texto e áudio, desenho de som, montagem e sonorização: Beatriz Pasqualino/Rádio Tertúlia.Artes: Livia Weyl.

  6. 270

    Nega Pataxó: nosso luto é luta | #1 Eu entrego meu peito à lança

    Está no ar a nova série do Guilhotina, que se propõe a olhar para o cenário alarmante de violência fundiária no Brasil, atravessado pela disputa em torno do marco temporal, que ameaça os direitos dos povos indígenas às suas terras tradicionais. Nos 4 episódios de “Nega Pataxó: nosso luto é luta”, o assassinato da Pajé Nega Pataxó é um evento central para a recontagem dos conflitos por terra no sul da Bahia, atualizando um passado de confrontos e violências, bem como germinando novas práticas políticas em seu território, a Terra Indígena Caramuru-Paraguaçu, a partir da atuação das mulheres indígenas, suas familiares, na luta por justiça. No episódio de estreia, “Eu entrego meu peito à lança”, a narrativa recupera o histórico da luta indígena pela terra no Sul da Bahia a partir do conflito que resultou no assassinato da Pajé Nega Pataxó, na Terra Indígena Caramuru-Paraguaçu. Nele você vai ouvir reportagens de imprensa noticiando este grave acontecimento, arquivos históricos com a memória da luta pela demarcação das terras indígenas na região, além de relatos de indígenas que participaram da ação e testemunharam o crime. Este podcast é uma iniciativa do Lab Conatus, da Universidade Federal Fluminense (UFF), e do Grupo de Ecologias Políticas, da Universidade Federal da Bahia (UFBA), em parceria com a Associação Paraguaçu de Mulheres Indígenas (APAMUI). Contou com o apoio do Pulitzer Center, por meio do Fundo Semear – 2025, e com a produção da Rádio Tertúlia. A divulgação é do Guilhotina, o podcast do Le Monde Diplomatique Brasil. O segundo episódio vai ao ar em 14 de janeiro de 2026.>>> Saiba mais:Vídeo “O grito de voz enquanto indígena: a luta Pataxó pela terra e pela vida”: https://youtu.be/sW6b0QZun-c?si=DMikdxM4NIFJHLRZ >>> Ficha técnicaConcepção: Olivia von der Weid, Felipe Milanez e mestra Mayá.Direção criativa e roteiro: Olivia von der Weid.Equipe de produção: Mônica Tupinambá, Olinda Tupinambá, Daniela Duarte, Livia Weyl, Giulia Ventura, Kaylane Matos, Alice Guaraná e Marya Eduarda Barbosa.Edição de texto e áudio, desenho de som, montagem e sonorização: Beatriz Pasqualino/Rádio Tertúlia.Artes: Livia Weyl.

  7. 269

    Episódio especial | Pelas lentes e vozes dos direitos humanos

    Hoje o Guilhotina te apresenta um episódio especial feito em parceria com a Articulação para o Monitoramento dos Direitos Humanos no Brasil (AMDH), com produção da Rádio Tertúlia.No episódio "Pelas lentes e vozes dos direitos humanos", você vai conhecer - pela voz de quem mora nos territórios e de quem acompanha as violações de direitos humanos - quatro casos: a situação dos moradores da comunidade rural de Taquaril dos Fialhos, que fica no sudoeste da Bahia; o caso dos povos indígenas e comunidades tradicionais que vivem na Bacia Hidrográfica do Rio Formoso, em Tocantins; o caso das comunidades de pescadoras e pescadores quilombolas da Ilha de Maré (em Salvador/BA) e das comunidades gaúchas da região do 4D, em Porto Alegre/RS.Esses casos estão detalhados no documento em que é baseado este episódio e que se chama “Violações dos direitos humanos no Brasil - Relatório de casos com denúncias e recomendações”. Ele foi elaborado pela AMDH, sob coordenação do Movimento Nacional de Direitos Humanos, do Processo de Articulação e Diálogo para a Cooperação Internacional no Brasil e do Fórum Ecumênico ACT Brasil. O relatório conta com participação direta de cerca de 100 organizações, coletivos e movimentos sociais que atuam com direitos humanos.Acesse o relatório em texto: https://monitoramentodh.org.br/publicacao/violacoes-dh-brasil-2025/Acesso o relatório em áudio: https://open.spotify.com/show/2St7Wj7fcFmc0yCoIOAo4gApresentação, direção criativa e desenho de som: Beatriz Pasqualino (Rádio Tertúlia).Roteiro: Beatriz Pasqualino, com contribuição de Anelize Moreira (Rádio Tertúlia).Sonorização: André Paroche (Rádio Tertúlia).Coordenação: Eneias da Rosa, Manoela Nunes, Gilnei Silva e Beatriz Pasqualino.Distribuição: Guilhotina / Le Monde Diplomatique Brasil.

  8. 268

    Mulheres Negras em Marcha | #3 Resistência e ancestralidade: aquilombar para o bem viver

    Lançado no Dia Internacional dos Direitos Humanos, o terceiro e último episódio da série “Mulheres negras em marcha” aprofunda as interseções entre resistência ancestral, território e o direito ao bem viver. Para isso, Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem Fran Paula, quilombola do Mato Grosso e integrante do GT Mulheres da Articulação Nacional de Agroecologia; e Joice Paixão, coordenadora da Associação Gris Espaço Solidário e da Rede de Adaptação Climática Antirracista, de Pernambuco.Em debate, o significado de bem viver na perspectiva quilombola – como ancestralidade e saberes tradicionais orientam a relação com a terra e o território –, a defesa dos territórios e a organização comunitária. Também falamos sobre o "aquilombar" contemporâneo, o balanço da II Marcha das Mulheres Negras, o racismo ambiental e as histórias de mudanças lideradas por mulheres e suas organizações.Ficha técnicaProdução, apresentação e roteiro: Bianca Pyl e Luís BrasilinoEdição, desenho de som e sonorização: Beatriz Pasqualino (Rádio Tertúlia)Apoio de produção: Marília Pinto, Rosana Fernandes e Vanessa Pugliese, da CESE.

  9. 267

    Mulheres Negras em Marcha | #2 O legado da Marcha das Mulheres Negras no Brasil (2015-2025)

    Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem duas lideranças que estão na construção da 2ª Marcha das Mulheres Negras neste segundo episódio da série especial do Guilhotina em parceria com a CESE. Lançado às vésperas da Marcha que acontece em 25 de novembro em Brasília, este episódio mergulha no legado de uma década de luta, organização e transformação desde aquela histórica primeira edição em 2015, quando mais de 50 mil mulheres negras ocuparam a capital federal.Neste episódio, Naiara Leite, Coordenadora Executiva do Odara - Instituto da Mulher Negra e integrante do Comitê Impulsor Nacional da Marcha, e Terlúcia Silva, cofundadora da Abayomi – Coletiva de Mulheres Negras na Paraíba e integrante do Comitê Nacional da Marcha, compartilham histórias de mudanças concretas na vida das mulheres negras brasileiras nesses dez anos.Em pauta, o processo de construção coletiva da Marcha através dos Comitês Impulsores presentes nos 27 estados do Brasil, o fortalecimento da identidade política das mulheres negras, a ampliação da participação na esfera pública, o crescimento das organizações femininas negras em seus territórios e as pautas inegociáveis da 2ª Marcha Nacional por Reparação e Bem Viver. Como disse Mãe Estela de Oxossi: o tempo das mulheres negras é agora.Ficha técnicaProdução, apresentação e roteiro: Bianca Pyl e Luís BrasilinoEdição, desenho de som e sonorização: Beatriz Pasqualino (Rádio Tertúlia)Apoio de produção: Marília Pinto, Rosana Fernandes e Vanessa Pugliese, da CESE.

  10. 266

    Mulheres Negras em Marcha | #1 As organizações femininas negras no combate aos racismos

    Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem duas lideranças históricas do movimento de mulheres negras neste primeiro episódio da nova série do podcast Guilhotina em parceria com a Cese.: "Mulheres Negras em Marcha: construindo o bem viver".Lançado no Dia da Consciência Negra, neste especial vamos compartilhar histórias de mudança sobre os avanços da organização das mulheres negras no Brasil, conhecer suas narrativas de resistência ancestral e entender melhor o processo de construção da Marcha das Mulheres Negras, que terá sua segunda edição no próximo dia 25 de novembro.No primeiro episódio, Socorro Guterres, da Coordenação Executiva da Rede de Mulheres Negras do Maranhão, e Valdecir Nascimento, idealizadora do Instituto Odara e coordenadora na Rede de Mulheres Afro Latino-americanas, Afro-caribenhas e de Diáspora e da Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras, falam com a gente sobre o papel das organizações femininas negras no combate aos racismos. Em pauta, a realidade do racismo hoje em dia no Brasil, a história do movimento de mulheres negras no país, o enfrentamento dessas organizações contra as opressões de raça, gênero e classe e a expectativa de atuação do movimento na conjuntura atual e para os próximos meses.>>> O segundo episódio desta série vai ao ar na próxima terça-feira, 25 de novembro.Ficha técnicaProdução, apresentação e o roteiro: Bianca Pyl e Luís BrasilinoEdição, desenho de som e sonorização: Beatriz Pasqualino (Rádio Tertúlia)Apoio de produção: Marília Pinto, Rosana Fernandes e Vanessa Pugliese, da CESE.

  11. 265

    Mulheres do Cerrado | #3 Campo e cidade: diálogos sobre segurança alimentar e agroecologia no Cerrado

    No terceiro e último episódio da série "Mulheres do Cerrado: diálogos sobre clima e sistemas alimentares" discutimos os impactos da produção no campo sobre a vida nas cidades. Recebemos Emília Costa, do Movimento Quilombola do Maranhão e da coordenação executiva da Campanha Nacional em Defesa do Cerrado; e Maria Emília Pacheco, assessora da FASE e integrante da Articulação Nacional de Agroecologia. Elas conversam sobre como os sistemas alimentares podem beneficiar toda a população – incluindo quem vive nas cidades – e explicam por que o Cerrado é central nessa discussão.Esta série é um especial do Guilhotina em parceria com a ⁠Cese⁠, a ⁠Articulação de Mulheres do Cerrado⁠ e a Campanha em Defesa do Cerrado. Apoiadores: ⁠HEKS-EPER⁠ e ⁠Instituto Ibirapitanga⁠. >>> Ficha técnicaProdução, apresentação e o roteiro: Bianca Pyl e Luís Brasilino.Edição, desenho de som, montagem e sonorização: Beatriz Pasqualino (⁠Rádio Tertúlia⁠).Apoio de produção: Ariana Gomes (Articulação das Mulheres do Cerrado), Bruno Santiago Alface (Campanha Nacional em Defesa do Cerrado) e Olga Matos, Rosana Fernandes e Patricia Gordano (Cese).Arte: Maria Moura @mabi.jpg

  12. 264

    Mulheres do Cerrado | #2 Intersecções entre clima, racismo e agronegócio

    Ouça o segundo episódio da série "Mulheres do Cerrado: diálogos sobre clima e sistemas alimentares" sobre como a crise climática, o racismo ambiental e o agronegócio atravessam os corpos das mulheres em seus territórios. Conversamos com Joice Silva, educadora popular e dirigente nacional do MST do Tocantins; Arilene Martins, da Coletiva Pretas de Angola de Goiás; e Elionice Sacramento, da Articulação Nacional de Pescadoras.Esta série é um especial do Guilhotina em parceria com a Cese, a Articulação de Mulheres do Cerrado e a Campanha em Defesa do Cerrado. Apoiadores: HEKS-EPER e Instituto Ibirapitanga. >>> Ficha técnicaProdução, apresentação e o roteiro: Bianca Pyl e Luís Brasilino.Edição, desenho de som, montagem e sonorização: Beatriz Pasqualino (Rádio Tertúlia).Apoio de produção: Ariana Gomes (Articulação das Mulheres do Cerrado), Bruno Santiago Alface (Campanha Nacional em Defesa do Cerrado) e Olga Matos, Rosana Fernandes e Patricia Gordano (Cese).Arte: Maria Moura @mabi.jpg

  13. 263

    Mulheres do Cerrado | #1 Crise climática e a armadilha das falsas soluções

    Está no ar a série "Mulheres do Cerrado: diálogos sobre clima e sistemas alimentares", especial do Guilhotina em parceria com a Coordenadora Ecumênica de Serviço (Cese), a Articulação de Mulheres do Cerrado e a Campanha em Defesa do Cerrado. O apoio é de HEKS-EPER e Instituto Ibirapitanga. A crise climática é um desafio global, mas seus impactos não se distribuem de forma igual. Ela aprofunda desigualdades históricas e recai de maneira mais dura sobre mulheres. Nesta série, vamos escutar mulheres do Cerrado e colocar seus saberes, vivências e resistências no centro das discussões sobre mudanças climáticas e sistemas alimentares.No episódio de estreia conversamos com Letícia Rangel Tura, da ONG Fase; Maryellen Crisóstomo, da Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq); e Juvana Xakriabá, da Articulação da Juventude Xakriabá. Elas falam sobre como o agronegócio e as mudanças climáticas ampliam desigualdades e denunciam as chamadas "falsas soluções": respostas vendidas como combate ao aquecimento que, na prática, viram oportunidades de negócio e mantêm as estruturas que geraram a crise.>>> Ficha técnicaProdução, apresentação e o roteiro: Bianca Pyl e Luís BrasilinoEdição, desenho de som e sonorização: Beatriz Pasqualino (Rádio Tertúlia)Apoio de produção: Ariana Gomes (Articulação das Mulheres do Cerrado), Bruno Santiago Alface (Campanha Nacional em Defesa do Cerrado) e Olga Matos, Rosana Fernandes e Patricia Gordano (Cese)Arte: Maria Moura @mabi.jpg

  14. 262

    Clima de injustiça: quilombolas e a COP 30

    Em 2025, o Brasil será palco da COP 30. Enquanto autoridades brasileiras falam em protagonismo ambiental, os povos que mais protegem a natureza seguem invisíveis. Essa exclusão não é um descuido – é o retrato doracismo ambiental, que apaga vozes negras das decisões sobre o futuro do planeta.Neste episódio especial do podcast Guilhotina em parceriacom a Comissão Pró-Índio de São Paulo, ouvimos lideranças quilombolas e especialistas para entender como a luta contra a crise climática precisa ser também uma luta antirracista. Quais caminhos podem garantir que essa justiçaaconteça de verdade? E como a COP pode se comprometer com isso? Quer saber mais sobre o assunto? Ouça o especial completo do Guilhotina com Mariana Belmont, do Geledés; Fran Paula da Coordenação Nacional dos Quilombolas (Conaq), e Viviana Santiago, da Oxfam Brasil; e amplifique a justiçaclimática racial.Ficha técnicaApresentação e roteiro: Bianca Pyl e Luís Brasilino. Edição, desenho de som e sonorização: Beatriz Pasqualino, pela Rádio Tertúlia.

  15. 261

    bem viver nas cidades | #3 águas urbanas

    No ar, o 3º e último episódio da série "Bem viver nas cidades: lutas por direitos e movimentos populares urbanos”, nova parceria do Guilhotina, o podcast do Le Monde Diplomatique Brasil, com a Coordenadoria Ecumênica de Serviço (Cese).Neste episódio, conversamos sobre águas urbanas com Raquel Ludermir (@raquel_ludermir), doutora em desenvolvimento urbano e que está como gerente de incidência política da Habitat para a Humanidade Brasil; Joice Paixão, cofundadora e presidente da Associação Gris, no bairro da Várzea em Recife; e Halan Jackson de Assis (@halan.aksom), do Fórum de Juventudes do Bom Jardim, Fortaleza.Ficha técnica:A produção, apresentação e o roteiro deste episódio foram feitos por Luís Brasilino e pela Bianca Pyl. A Beatriz Pasqualino, da Rádio Tertúlia, fez a edição, desenho de som e sonorização. E o apoio de produção é de Marília Pinto e Vanessa Pugliesi, da Cese.

  16. 260

    bem viver nas cidades | #2 gênero e raça

    Ouça agora o segundo episódio da série "Bem viver nas cidades: lutas por direitos e movimentos populares urbanos”, nova parceria do Guilhotina, o podcast do Le Monde Diplomatique Brasil, com a Coordenadoria Ecumênica de Serviço (Cese). Neste especial de três episódios estamos discutindo os desafios para o exercício do direito à cidade no Brasil e vamos falar sobre suas violações, os impactos do mercado imobiliário e a resistência dos movimentos de moradia. Neste segundo episódio, recebemos a ativista do movimento negro Maura Cristina e a educadora e pesquisadora Mércia Alves para uma conversa sobre como as violações do direito à cidade afetam de forma desigual as pessoas, em especial as mulheres negras. Ficha técnica: A produção, apresentação e o roteiro deste episódio foram feitos por Luís Brasilino e pela Bianca Pyl. A Beatriz Pasqualino, da Rádio Tertúlia, fez a edição, desenho de som e sonorização. O apoio de produção é de Marília Pinto e Vanessa Pugliese, da Cese.

  17. 259

    bem viver nas cidades | #1 moradias e conflitos fundiários

    Nova temporada no ar! Ouça agora o primeiro episódio da série "Bem viver nas cidades: lutas por direitos e movimentos populares urbanos”, nova parceria do Guilhotina, o podcast do Le Monde Diplomatique Brasil, com a Coordenadoria Ecumênica de Serviço (Cese). Neste especial de três episódios vamos discutir os desafios para o exercício do direito à cidade no Brasil e falar sobre suas violações, os impactos do mercado imobiliário e a resistência dos movimentos de moradia. Nesta estreia, o tema vai ser moradia, conflitos fundiários e suas relações com o direito à cidade.  Os próximos episódios vão ao ar em fevereiro de 2025. Ficha técnica: A produção, apresentação e o roteiro deste episódio foram feitos por Luís Brasilino e pela Bianca Pyl. A Beatriz Pasqualino, da Rádio Tertúlia, fez a edição, desenho de som e sonorização. O apoio de produção é de Marília Pinto e Vanessa Pugliesi, da Cese.

  18. 258

    Mulheres de Luta | #2 Demarcar territórios e aldear a política

    No segundo episódio de “Mulheres de Luta: Do território ao parlamento”, conheça as histórias de Luciene Karajá e Vanda Witoto. Apesar de não eleitas, suas candidaturas foram atos de resistência e mostram como é fundamental ocupar espaços de poder para defender os direitos dos povos indígenas, proteger territórios e fortalecer a diversidade cultural brasileira. Uma parceria do Guilhotina com a Coordenadoria Ecumênica de Serviço (CESE), com apoio e financiamento da União Europeia. Este ano, 887 mulheres indígenas se candidataram em um contexto de mais de 2.400 candidaturas indígenas no Brasil. Apesar dos desafios, 41 mulheres indígenas foram eleitas para cargos municipais, um marco na luta pelos direitos dos povos originários e pela preservação dos territórios. Ouça agora e inspire-se com essas histórias de luta, resistência e esperança! Disponível no Guilhotina. Ficha técnica: Apresentação: Luene Karipuna. Produção e roteiro: Mayla Karajá e Beatriz Tuxá. Edição e sonorização: Vicente Buya. Identidade visual e artes: Kath Xapi Puri e Wanessa Ribeiro.

  19. 257

    Mulheres de Luta | #1 Mulheres indígenas em espaços de poder

    Está no ar o primeiro episódio de “Mulheres de Luta: Do território ao parlamento”, uma parceria do Guilhotina e a Coordenadoria Ecumênica de Serviço (CESE), com apoio e financiamento da União Europeia. Neste episódio, apresentamos as vozes e trajetórias de Marinete Xakriabá e Jackeline Tukano, indígenas que estão ocupando espaços de decisão e mulherizando a política. Suas histórias reforçam a urgência de valorizar a diversidade e a ancestralidade na construção de um futuro mais justo. Marinete e Jackeline compartilham a importância da presença indígena em espaços de influência, inspirando novas gerações a resistirem e se fortalecerem. >>> Ouça e conheça essa jornada de luta, resistência e esperança. Disponível agora no Guilhotina! Ficha técnica Apresentação: Luene Karipuna. Produção, apresentação e roteiro: Luene Karipuna, Mayla Karajá e Beatriz Tuxá. Edição e Sonorização: Vicente Buya Identidade Visual e Artes: Kath Xapi Puri e Wanessa Ribeiro.

  20. 256

    genocídios.BR | #6 Como prevenir, punir e reparar os genocídios no Brasil?

    Chegamos ao último episódio desta temporada especial. Ouça o que dizem as vítimas de violências sistemáticas e os especialistas em direitos humanos sobre o debate de prevenção do genocídio, punição de responsáveis e garantia de reparação às vítimas.  Esta série especial é fruto de uma parceria do Podcast Direitos Humanos em Ação - da⁠ ⁠⁠Articulação para o Monitoramento dos Direitos Humanos no Brasil (AMDH)⁠⁠⁠, com o Guilhotina, o podcast do⁠ ⁠⁠Le Monde Diplomatique Brasil⁠⁠⁠. A produção e reportagem são da⁠ ⁠⁠Rádio Tertúlia⁠⁠⁠.  Temos como objetivo ampliar o debate sobre o conceito de genocídio, seus fatores de risco, os impactados por esse crime atroz, as questões jurídicas envolvidas e o debate político em torno do tema. O podcast explora as nuances legais, ideológicas e políticas dessa definição, trazendo o fato de que nem toda violência extrema é classificada como genocídio, assim como um caso de genocídio não exige que mortes tenham ocorrido.  Saiba mais: Decreto Nº 30.822, de 1952, que promulga a Convenção para a Prevenção e a Repressão do Crime de Genocídio, da Assembléia Geral das Nações Unidas: ⁠https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/atos/decretos/1952/d30822.html⁠ Lei Nº 2889, de 1956, que define e pune o crime de genocídio no Brasil: ⁠https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l2889.htm⁠ Ficha Técnica: Apresentação: Luís Brasilino e Bianca Pyl (Guilhotina). Roteiro, Produção, Reportagem, Edição e Sonorização: Beatriz Pasqualino (Rádio Tertúlia). Concepção e Coordenação: Manoela Nunes, Enéias da Rosa, Gilnei da Silva (AMDH) e Beatriz Pasqualino (Rádio Tertúlia). Identidade Visual e Artes: Nanna Tariki (Le Monde Diplomatique Brasil). A coordenação do Projeto Direitos Humanos em Ação é realizada pelo ⁠⁠Movimento Nacional de Direitos Humanos⁠⁠, pelo ⁠⁠Processo de Articulação e Diálogo para a Cooperação Internacional no Brasil⁠⁠ e pelo Fórum Ecumênico ACT Brasil.

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    genocídios.BR | #5 Bruna Benevides: violência e pânico moral na pauta LGBTQIAPN+

    Violências sistemáticas de gênero são fatores de risco muito presentes na sociedade brasileira. Nosso país segue como o que mais mata pessoas trans no mundo. Em 2023, 145 pessoas trans foram assassinadas aqui, segundo a Associação Nacional de Travestis e Transexuais do Brasil (Antra). Um aumento de 10% com relação ao ano anterior. Neste episódio, Bruna Benevides, que é presidenta da Antra, relembrou toda sua história. Ela ficou mais conhecida nacionalmente depois que o seu caso, como pessoa trans e militar da Marinha, ganhou as manchetes dos principais jornais do país, anos atrás. Na ocasião, ela havia sido afastada da ativa das Forças Armadas por “transexualismo”. Bruna ainda não voltou à ativa e o caso segue sem decisão final da justiça. Para este episódio, entrevistamos também Maíra Kubík Mano, professora do Departamento de Estudo de Gênero e Feminismo da Universidade Federal da Bahia (UFBA); Sônia Coelho, integrante da Sempreviva Organização Feminista (SOF) e da coordenação da Marcha Mundial das Mulheres; e Paulo Mariante, advogado popular e militante do movimento LGBTQIAPN+. >>>  Esta série especial é fruto de uma parceria do Podcast Direitos Humanos em Ação - da⁠ ⁠⁠Articulação para o Monitoramento dos Direitos Humanos no Brasil (AMDH)⁠⁠⁠, com o Guilhotina, o podcast do⁠ ⁠⁠Le Monde Diplomatique Brasil⁠⁠⁠. A produção e reportagem são da⁠ ⁠⁠Rádio Tertúlia⁠⁠⁠. Temos como objetivo ampliar o debate sobre o conceito de genocídio, seus fatores de risco, os impactados por esse crime atroz, as questões jurídicas envolvidas e o debate político em torno do tema. O podcast explora as nuances legais, ideológicas e políticas dessa definição, trazendo o fato de que nem toda violência extrema é classificada como genocídio, assim como um caso de genocídio não exige que mortes tenham ocorrido. O quinto episódio desta série vai ao ar em 14 de outubro de 2024. Saiba mais: Associação Nacional de Travestis e Transsexuais (Antra): https://antrabrasil.org/ Dossiê Assassinatos e Violência contra Travestis e Transsexuais Brasileiras em 2023 (Antra): https://antrabrasil.org/wp-content/uploads/2024/01/dossieantra2024-web.pdf Dossiê de LGBTIfobia Letal (Observatório de Mortes e Violência LGBTI+ no Brasil):  https://tinyurl.com/uxe5e8ex  Sempreviva Organização Feminista (SOF): https://www.sof.org.br/ Marcha Mundial das Mulheres: https://www.marchamundialdasmulheres.org.br/  Decreto Nº 30.822, de 1952, que promulga a Convenção para a Prevenção e a Repressão do Crime de Genocídio, da Assembléia Geral das Nações Unidas: ⁠https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/atos/decretos/1952/d30822.html⁠ Lei Nº 2889, de 1956, que define e pune o crime de genocídio no Brasil: ⁠https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l2889.htm⁠ Ficha Técnica: Apresentação: Luís Brasilino e Bianca Pyl (Guilhotina). Roteiro, Produção, Reportagem e Edição: Beatriz Pasqualino (Rádio Tertúlia). Sonorização: André Paroche (Rádio Tertúlia). Concepção e Coordenação: Manoela Nunes, Enéias da Rosa, Gilnei da Silva (AMDH) e Beatriz Pasqualino (Rádio Tertúlia). Identidade Visual e Artes: Nanna Tariki (Le Monde Diplomatique Brasil).  A coordenação do Projeto Direitos Humanos em Ação é realizada pelo ⁠⁠Movimento Nacional de Direitos Humanos⁠⁠, pelo ⁠⁠Processo de Articulação e Diálogo para a Cooperação Internacional no Brasil⁠⁠ e pelo Fórum Ecumênico ACT Brasil. 

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    genocídios.BR | #4 Maria da Penha: ódio às mulheres e violência de gênero

    Maria da Penha é a expressão de um caso emblemático no Brasil e internacionalmente na luta contra a violência contra mulheres. Neste quarto episódio da temporada “genocídios.BR”, ela conversou com a jornalista Beatriz Pasqualino e contou sobre sua vida e os crimes cometidos por ex-maridos, em seus dois casamentos. No último, ela foi vítima de dupla tentativa de feminicídio, nos anos 1980. Violências sistemáticas de gênero são fatores de risco muito presentes na sociedade brasileira e têm impacto direto sobre a vida das mulheres e meninas, em especial negras. Para este episódio, entrevistamos também Maíra Kubík Mano, professora do Departamento de Estudo de Gênero e Feminismo da Universidade Federal da Bahia (UFBA); Sônia Coelho, integrante da Sempreviva Organização Feminista (SOF) e da coordenação da Marcha Mundial das Mulheres; Jurema Weneck, ativista do movimento de mulheres negras e diretora-executiva da Anistia Internacional Brasil; e Sandrali de Campos Bueno, psicóloga e ativista antirracista, feminista e de tradição de matriz africana e afrodiaspórica. >>>  Esta série especial é fruto de uma parceria do Podcast Direitos Humanos em Ação - da⁠ ⁠⁠Articulação para o Monitoramento dos Direitos Humanos no Brasil (AMDH)⁠⁠⁠, com o Guilhotina, o podcast do⁠ ⁠⁠Le Monde Diplomatique Brasil⁠⁠⁠. A produção e reportagem são da⁠ ⁠⁠Rádio Tertúlia⁠⁠⁠. Temos como objetivo ampliar o debate sobre o conceito de genocídio, seus fatores de risco, os impactados por esse crime atroz, as questões jurídicas envolvidas e o debate político em torno do tema. O podcast explora as nuances legais, ideológicas e políticas dessa definição, trazendo o fato de que nem toda violência extrema é classificada como genocídio, assim como um caso de genocídio não exige que mortes tenham ocorrido. O quinto episódio desta série vai ao ar em 30 de setembro de 2024. Saiba mais: Instituto Maria da Penha: https://www.institutomariadapenha.org.br/  Lei 11.340/06 (Lei Maria da Penha): https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2006/lei/l11340.htm  Relatório da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, da OEA (Caso Maria da Penha) https://www.cidh.oas.org/annualrep/2000port/12051.htm  Publicação “A violência contra mulheres no Brasil nos últimos 5 anos” (Fonte: Instituto Igarapé | 2023): https://igarape.org.br/wp-content/uploads/2023/11/A-violencia-contra-mulheres-no-Brasil-nos-ultimos-cinco-anos.pdf  Atlas da Violência 2024 (Fonte: Ipea): https://www.ipea.gov.br/atlasviolencia/publicacoes  Decreto Nº 30.822, de 1952, que promulga a Convenção para a Prevenção e a Repressão do Crime de Genocídio, da Assembléia Geral das Nações Unidas: ⁠https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/atos/decretos/1952/d30822.html⁠ Lei Nº 2889, de 1956, que define e pune o crime de genocídio no Brasil: ⁠https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l2889.htm⁠ Ficha Técnica: Apresentação: Luís Brasilino e Bianca Pyl (Guilhotina). Roteiro, Produção, Reportagem e Edição: Beatriz Pasqualino (Rádio Tertúlia). Sonorização: André Paroche (Rádio Tertúlia). Concepção e Coordenação: Manoela Nunes, Enéias da Rosa, Gilnei da Silva (AMDH) e Beatriz Pasqualino (Rádio Tertúlia). Identidade Visual e Artes: Nanna Tariki (Le Monde Diplomatique Brasil). A coordenação do Projeto Direitos Humanos em Ação é realizada pelo ⁠⁠Movimento Nacional de Direitos Humanos⁠⁠, pelo ⁠⁠Processo de Articulação e Diálogo para a Cooperação Internacional no Brasil⁠⁠ e pelo Fórum Ecumênico ACT Brasil.

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    genocídios.BR | #3 Kathlen Romeu: o genocídio negro como “fatalidade”

    Kathlen Romeu era designer de interiores, tinha 24 anos, estava grávida do seu primeiro filho. Há três anos, foi visitar a avó numa comunidade do Rio de Janeiro durante a pandemia de Covid-19 e foi assassinada com um tiro de fuzil da Polícia Militar. Esta história está longe de ser um caso isolado. Neste terceiro episódio da temporada “genocídios.BR”, você saberá mais sobre a Kathlen e a luta da família e amigos por justiça, e entender como funciona o genocídio negro praticado no nosso país. Esta série especial é fruto de uma parceria do Podcast Direitos Humanos em Ação - da ⁠⁠Articulação para o Monitoramento dos Direitos Humanos no Brasil (AMDH)⁠⁠, com o Guilhotina, o podcast do ⁠⁠Le Monde Diplomatique Brasil⁠⁠. A produção e reportagem são da ⁠⁠Rádio Tertúlia⁠⁠. Para este episódio, entrevistamos Jackelline Oliveira, mãe da Kathlen Romeu; Jurema Weneck, ativista do movimento de mulheres negras e diretora-executiva da Anistia Internacional Brasil; Sandrali de Campos Bueno, psicóloga e ativista antirracista, feminista e de tradição de matriz africana e afrodiaspórica; e Onir de Araújo, advogado e membro da Frente Quilombola do Rio Grande do Sul.  >>>  A temporada especial “genocídios.BR” tem como objetivo ampliar o debate sobre o conceito de genocídio, seus fatores de risco, os impactados por esse crime atroz, as questões jurídicas envolvidas e o debate político em torno do tema. O podcast explora as nuances legais, ideológicas e políticas dessa definição, trazendo o fato de que nem toda violência extrema é classificada como genocídio, assim como um caso de genocídio não exige que mortes tenham ocorrido. O quarto episódio desta série vai ao ar em 16 de setembro de 2024. Saiba mais: Vídeo da Kathlen Romeu que abre o episódio: https://www.instagram.com/p/cdkdev5ploy/   Reportagem “Testemunhas de defesa depõem em sessão do julgamento do caso Kathlen Romeu, grávida morta no Lins” (maio/24 - Fonte: G1): https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2024/05/20/julgamento-do-caso-kathlen-romeu-gravida-morta-no-lins.ghtml  Atlas da Violência 2024 (Fonte: Ipea): https://www.ipea.gov.br/atlasviolencia/publicacoes  Artigo “Além da Faixa de Gaza: comunicação como arma no enfrentamento aos genocídios”, por Alex Pegna Hercog (maio/24 - Fonte: Le Monde Diplomatique Brasil): https://diplomatique.org.br/gaza-comunicacao/  Decreto Nº 30.822, de 1952, que promulga a Convenção para a Prevenção e a Repressão do Crime de Genocídio, da Assembléia Geral das Nações Unidas: ⁠https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/atos/decretos/1952/d30822.html⁠ Lei Nº 2889, de 1956, que define e pune o crime de genocídio no Brasil: ⁠https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l2889.htm⁠ Ficha Técnica: Apresentação: Luís Brasilino e Bianca Pyl (Guilhotina). Roteiro, Produção, Reportagem e Edição: Beatriz Pasqualino (Rádio Tertúlia). Sonorização: André Paroche (Rádio Tertúlia). Concepção e Coordenação: Manoela Nunes, Enéias da Rosa, Gilnei da Silva (AMDH) e Beatriz Pasqualino (Rádio Tertúlia). Identidade Visual e Artes: Nanna Tariki (Le Monde Diplomatique Brasil). A coordenação do Projeto Direitos Humanos em Ação é realizada pelo ⁠⁠Movimento Nacional de Direitos Humanos⁠⁠, pelo ⁠⁠Processo de Articulação e Diálogo para a Cooperação Internacional no Brasil⁠⁠ e pelo Fórum Ecumênico ACT Brasil.

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    genocídios.BR | #2 Manto Tupinambá, a testemunha do genocídio indígena

    Recentemente, chegou ao Museu Nacional do Rio de Janeiro, direto da Dinamarca, um Manto Tupinambá confeccionado com penas de guará vermelho há mais de 300 anos. O retorno desta peça ao Brasil é o resgate de uma memória transcendental para o povo Tupinambá e é, também, o símbolo de uma história de violações e apagamentos. O manto é testemunha do genocídio de uma nação, que é praticado desde a chegada dos europeus até os dias de hoje. Neste segundo episódio da temporada genocídios.BR, você saberá mais sobre a história desta relíquia e do genocídio indígena. Esta série especial é fruto de uma parceria do Podcast Direitos Humanos em Ação - da ⁠⁠Articulação para o Monitoramento dos Direitos Humanos no Brasil (AMDH)⁠⁠, com o Guilhotina, o podcast do ⁠⁠Le Monde Diplomatique Brasil⁠⁠. A produção e reportagem são da ⁠⁠Rádio Tertúlia⁠⁠. Para este episódio, entrevistamos a antropóloga e liderança indígena Glicéria Tupinambá (também conhecida como Célia Tupinambá), da região do sul da Bahia; Clara Almeida Barbosa, da etnia Kaiowá no Mato Grosso do Sul; o jurista e pesquisador Flávio de Leão Bastos Pereira; e a professora Fernanda Frizzo Bragato, pesquisadora de direitos indígenas e decolonialidade. >>>  A temporada especial genocídios.BR tem como objetivo ampliar o debate sobre o conceito de genocídio, seus fatores de risco, os impactados por esse crime atroz, as questões jurídicas envolvidas e o debate político em torno do tema. O podcast explora as nuances legais, ideológicas e políticas dessa definição, trazendo o fato de que nem toda violência extrema é classificada como genocídio, assim como um caso de genocídio não exige que mortes tenham ocorrido. O terceiro episódio desta série vai ao ar em 02 de setembro de 2024. Saiba mais: Reportagem “Museu Nacional confirma retorno de Manto Tupinambá ao Brasil” (11/07/24 | Agência Brasil): https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2024-07/museu-nacional-confirma-retorno-de-manto-tupinamba-ao-brasil  Episódio 1 de genocídios.BR sobre o Massacre de Haximu, cometido contra o povo Yanomami em 1993: https://open.spotify.com/episode/1rMRDEhzaYRrQU0kJESQx8?si=2f0ab3f6c9b74807  Vídeo da fala de Ñandesy's Kaiowá na retomada Guarani Kaiowá na região de Douradina (MS) diante de policiais (julho/24 | Comunicação da Aty Guasu): https://www.instagram.com/reel/C9p8aFLPBzM/?utm_source=ig_embed&ig_rid=ec2fe2c2-6d7a-44c4-a2ec-74c7be2f0eed  Relatório Violência contra os povos indígenas no Brasil (dados de 2023), do Conselho Indigenista Missionário (Cimi): https://cimi.org.br/2024/07/relatorioviolencia2023/  Livro “Genocídio Indígena no Brasil - O Desenvolvimentismo entre 1964 e 1985”, de autoria de Flávio de Leão Bastos Pereira (Juruá Editora): https://www.jurua.com.br/shop_item.asp?id=26657  Artigo 231 (Capítulo VIII - Dos índios) da Constituição Federal Brasileira: https://tinyurl.com/yfrbcb4a  Decreto Nº 30.822, de 1952, que promulga a Convenção para a Prevenção e a Repressão do Crime de Genocídio, da Assembléia Geral das Nações Unidas: ⁠https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/atos/decretos/1952/d30822.html⁠ Lei Nº 2889, de 1956, que define e pune o crime de genocídio no Brasil: ⁠https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l2889.htm⁠ Ficha Técnica: Apresentação: Luís Brasilino e Bianca Pyl (Guilhotina). Roteiro, Produção, Reportagem e Edição: Beatriz Pasqualino (Rádio Tertúlia). Sonorização: André Paroche (Rádio Tertúlia). Concepção e Coordenação: Manoela Nunes, Enéias da Rosa, Gilnei da Silva (AMDH) e Beatriz Pasqualino (Rádio Tertúlia). Identidade Visual e Artes: Nanna Tariki (Le Monde Diplomatique Brasil).  A coordenação do Projeto Direitos Humanos em Ação é realizada pelo ⁠⁠Movimento Nacional de Direitos Humanos⁠⁠, pelo ⁠⁠Processo de Articulação e Diálogo para a Cooperação Internacional no Brasil⁠⁠ e pelo Fórum Ecumênico ACT Brasil. 

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    genocídios.BR | #1 Massacre de Haximu: a 1ª condenação por genocídio no Brasil

    Você já ouviu falar sobre o Massacre de Haximu, ocorrido há 31 anos? Está no ar o episódio de estreia da temporada “genocídios.BR”, fruto de uma parceria do Podcast Direitos Humanos em Ação - da ⁠Articulação para o Monitoramento dos Direitos Humanos no Brasil (AMDH)⁠, com o Guilhotina, o podcast do ⁠Le Monde Diplomatique Brasil⁠. A produção é da ⁠Rádio Tertúlia⁠. Neste primeiro episódio você ouve a história do primeiro caso de condenação pelo crime de genocídio pela justiça brasileira, cometido por garimpeiros contra indígenas Yanomami em 23 de julho de 1993, na Serra da Parima, em Roraima, em meio à Floresta Amazônica.  Oficialmente, foram contabilizados 12 mortos, todos a tiros ou a golpes de facão. Entre as vítimas: adolescentes, crianças e um bebê.  O resgate desta história é feito a partir de entrevista com o então fotógrafo da “Folha de S. Paulo” na época, Ormuzd Alves, que cobriu o massacre e tirou a emblemática foto do líder indígena Yanomami, Davi Kopenawa, pintado de guerreiro dias após o crime.  Também foram entrevistados para este episódio: o atual subprocurador da República, Luciano Mariz Maia - um dos autores da denúncia por genocídio feita pelo Ministério Público Federal no caso de Haximu; e a professora de Direitos Humanos da Unisinos, Fernanda Frizzo Bragato, que pesquisa  direitos indígenas e decolonialidade. >>>  A temporada especial “genocídios.BR”  tem como objetivo ampliar o debate sobre o conceito de genocídio, seus fatores de risco, os impactados por esse crime atroz, as questões jurídicas envolvidas e o debate político em torno do tema. O podcast explora as nuances legais, ideológicas e políticas dessa definição, trazendo o fato de que nem toda violência extrema é classificada como genocídio, assim como um caso de genocídio não exige que mortes tenham ocorrido. O segundo episódio desta série vai ao ar em 19 de agosto de 2024. Saiba mais: Foto de Davi Kopenawa tirada por Ormuzd Alves após o massacre: https://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/1680562518657917-massacre-de-haximu#foto-1680562519301491  Capa do jornal “Folha de S. Paulo”, de 20 de agosto de 1993, que noticia o Massacre de Haximu: https://drive.google.com/file/d/14KUOufslOIiqvsa8X8LlNM5Jre631GNE/view?usp=sharing  Documentário “Davi contra Golias: Brasil Caim”: https://www.youtube.com/watch?v=ufMbuPcMTdg Denúncia do Ministério Público Federal em Roraima por genocídio em Haximu (formato pdf): https://drive.google.com/file/d/1ELCxzwrdo6RzVCjF1swjXeujUpamvLmg/view?usp=sharing  Decreto Nº 30.822, de 1952, que promulga a Convenção para a Prevenção e a Repressão do Crime de Genocídio,  da Assembléia Geral das Nações Unidas: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/atos/decretos/1952/d30822.html Lei Nº 2889, de 1956, que define e pune o crime de genocídio no Brasil: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l2889.htm Entrevista com a antropóloga Hanna Limulja no podcast Guilhotina em que ela cita o Massacre de Haximu: https://diplomatique.org.br/guilhotina/guilhotina-214-hanna-limulja/ Apresentação do fotógrafo Ormuzd Alves na ocasião do reencontro com Davi Kopenawa na Universidade Federal de Roraima (UFRR), em 2023: https://tinyurl.com/2r3urnbd  Ficha Técnica: Apresentação: Luís Brasilino (Guilhotina). Roteiro, Produção, Reportagem e Edição: Beatriz Pasqualino (Rádio Tertúlia). Sonorização: André Paroche (Rádio Tertúlia). Concepção e Coordenação: Manoela Nunes, Enéias da Rosa, Gilnei da Silva (AMDH) e Beatriz Pasqualino (Rádio Tertúlia). Identidade Visual e Artes: Nanna Tariki (Guilhotina). A coordenação do Projeto Direitos Humanos em Ação é realizada pelo ⁠Movimento Nacional de Direitos Humanos⁠, pelo ⁠Processo de Articulação e Diálogo para a Cooperação Internacional no Brasil⁠ e pelo Fórum Ecumênico ACT Brasil. 

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    genocídios.BR | Nova temporada de podcast estreia em 5 de agosto

    Em 5 de agosto, chega mais uma temporada especial: genocídios.BR! O assunto que vai guiar os 6 episódios é genocídio no Brasil e seus fatores de risco. Vamos falar aqui sobre as violências sistemáticas no nosso território contra povos indígenas, população negra, LGBTQIAPN+, mulheres, de intolerância e extremismo religioso. Esta série é fruto de uma parceria do Podcast Direitos Humanos em Ação - da Articulação para o Monitoramento dos Direitos Humanos no Brasil (AMDH), com o Guilhotina, o podcast do Le Monde Diplomatique Brasil. A produção é da Rádio Tertúlia. A publicação dos episódios será quinzenal, às segundas-feiras, no canal do Guilhotina nos tocadores de áudio. Esta nova temporada foi pensada para ampliar o debate sobre várias questões: o que é genocídio, quais os fatores de risco para o genocídio, quem sofre esse crime atroz, o que tem sido feito na justiça, qual o debate político em torno deste conceito. Nem toda violência extrema e recorrente é enquadrada como genocídio, seja por questão legal, opinião ideológica ou por outras questões políticas. E para ser considerado genocídio, não é nem necessário haver morte, sabia? É por tudo isso que refletir sobre este tema é urgente! No primeiro episódio, em 5/8, você vai saber mais sobre o primeiro caso de condenação pelo crime de genocídio pela justiça brasileira: o Massacre de Haximu, cometido contra indígenas Yanomami em 1993, em Roraima. Ficha técnica Apresentação: Bianca Pyl e Luís Brasilino. Roteiro, produção, reportagem e edição: Beatriz Pasqualino (Rádio Tertúlia). Sonorização: André Paroche (Rádio Tertúlia). Concepção e coordenação: Manoela Nunes, Enéias da Rosa, Gilnei da Silva - da AMDH - e Beatriz Pasqualino.  Identidade visual e artes: Nanna Tariki (Le Monde Diplomatique Brasil). A coordenação do Projeto Direitos Humanos em Ação é realizada pelo Movimento Nacional de Direitos Humanos, pelo Processo de Articulação e Diálogo para a Cooperação Internacional no Brasil e pelo Fórum Ecumênico ACT Brasil. 

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    #Episódio 4 | No rastro do fogo: agronegócio e a destruição do Cerrado

    Ouça o quarto e último episódio da série "No rastro do fogo: agronegócio e a destruição do Cerrado”, uma parceria do Guilhotina com a Coordenadoria Ecumênica de Serviço (CESE), e a articulação Agro é Fogo. Apoio: HEKS-EPER e Instituto Ibirapitanga.  Neste especial, conversamos com especialistas e lideranças de comunidades sobre os impactos socioambientais relacionados ao uso criminoso do fogo pelo agronegócio. Já neste último episódio a gente fala com mulheres quilombolas, indígenas e camponesas sobre como as comunidades estão atuando para resistir nos territórios e, por vezes, até mesmo reverter os prejuízos causados pelo fogo.  Para isto, entrevistamos Janaina Ribeiro Apinajé, chefe da brigada voluntária de mulheres indígenas do povo Apinajé, em Tocantinópolis (TO); Maria Mareira, do Acampamento Dom Tomás Balduíno, do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) em Formosa (GO); e Ivanessa Ramos, agrônoma e moradora do Quilombo São Bento do Juvenal, em Peritoró (MA) e integrante da Rede de Agroecologia do Maranhão (Rama). Ficha técnica Produção, apresentação e roteiro: Luís Brasilino e Bianca Pyl. Edição e desenho de som: Beatriz Pasqualino (Rádio Tertúlia). Apoio de produção: Ludmila Pereira e Tarcilo Santana. Sonorização: André Paroche (Rádio Tertúlia). Apoio técnico: Rádio Tertúlia

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    #Episódio 3 | No rastro do fogo: agronegócio e a destruição do Cerrado

    Está no ar o terceiro e penúltimo episódio da série "No rastro do fogo: agronegócio e a destruição do Cerrado”, uma parceria do Guilhotina com a Coordenadoria Ecumênica de Serviço (Cese), e a articulação Agro é Fogo. Apoio: HEKS-EPER e Instituto Ibirapitanga.  Hoje vamos falar sobre a invisibilidade do Cerrado na agenda climática, tendo em vista a realização da COP 30 em Belém, em 2025. O tema das mudanças climáticas está na agenda, mas ainda assim, a conservação do Cerrado e dos seus povos e comunidades tradicionais não aparece entre as principais preocupações de quem está discutindo a questão.  Ouvimos muito falar que os incêndios são uma consequência das mudanças do clima, mas este é um argumento que acaba despolitizando a pauta. Neste episódio, vamos tratar justamente deste tema dentro do contexto territorial.  Para isto, entrevistamos Diana Aguiar, professora da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e coordenadora do Núcleo de Estudos em Ecologia Política e Territorialidades; Maryellen Crisóstomo, da Coordenação Estadual das Comunidades Quilombolas do Tocantins, afiliada à Coordenação Nacional de Articulação de Quilombos (Conaq)  ; e Antônio Veríssimo, liderança do povo Apinajé na aldeia Cocalinho (TO).  Nesta série, de quatro episódios, analisamos as diferentes dimensões da devastação ambiental e dos conflitos por terra que se dão no rastro do uso do fogo pelo agronegócio, de formal ilegal. O último episódio vai ao ar ainda em julho de 2024. Ficha técnica Produção, apresentação e roteiro: Luís Brasilino e Bianca Pyl Edição e desenho de som: Beatriz Pasqualino (Rádio Tertúlia) Apoio de produção: Ludmila Pereira e Tarcilo Santana Sonorização: André Paroche (Rádio Tertúlia) Apoio técnico: Rádio Tertúlia

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    #Episódio 2 | No rastro do fogo: agronegócio e a destruição do Cerrado

    Ouça agora o segundo episódio da série "No rastro do fogo: agronegócio e a destruição do Cerrado”, uma parceria do Guilhotina com a Coordenadoria Ecumênica de Serviço (Cese), e a articulação Agro é Fogo. Apoio: HEKS-EPER e Instituto Ibirapitanga.  Hoje vamos ver como os incêndios criminosos favorecem a grilagem e as consequências do roubo de terras para as comunidades tradicionais. Atualmente, umas das regiões mais atingidas pela grilagem é o Matopiba, uma área de Cerrado que abarca parte dos estados do Tocantins, Maranhão, Piauí e Bahia. Com localização singular, a região se tornou uma das últimas fronteiras agrícolas do mundo e, portanto, alvo de interesse do agronegócio. Neste segundo episódio, entrevistamos Marinalda Rodrigues, coordenadora-executiva do Movimento de Mulheres Quebradeiras de Coco Babaçu; Maurício Correia, advogado popular e consultor da Rede Social de Justiça e Direitos Humanos; e João da Cruz, da coordenação do Movimento Quilombola do Maranhão (Moquibom).  >>> Nesta série, de quatro episódios, analisamos as diferentes dimensões da devastação ambiental e dos conflitos por terra que se dão no rastro do uso do fogo pelo agronegócio, de formal ilegal. O próximo episódio vai ao ar em junho de 2024. Ficha técnica Produção, apresentação e roteiro: Luís Brasilino e Bianca Pyl Edição e desenho de som: Beatriz Pasqualino (Rádio Tertúlia) Apoio de produção: Ludmila Pereira e Tarcilo Santana Sonorização: André Paroche (Rádio Tertúlia) Apoio técnico: Rádio Tertúlia

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    #Episódio 1 | No rastro do fogo: agronegócio e a destruição do Cerrado

    Está no ar a série "No rastro do fogo: agronegócio e a destruição do Cerrado”, uma parceria do Guilhotina com a Coordenadoria Ecumênica de Serviço (Cese), e a articulação Agro é Fogo. Apoio: HEKS-EPER e Instituto Ibirapitanga.  Ao longo de quatro episódios analisaremos as diferentes dimensões da devastação ambiental e dos conflitos por terra que se dão no rastro do uso do fogo pelo agronegócio, de formal ilegal.  Nesta estreia, a pauta é apresentar a relação entre o fogo e o agronegócio, e as consequências do uso criminoso do fogo contra povos e comunidades tradicionais. Para isso, entrevistamos Valéria Santos, da Comissão Pastoral da Terra (CPT) e da articulação Agro é Fogo; Socorro Alves, da comunidade quilombola de Cocalinho (MA), e Rosineide Xerente, da Terra Indígena Xerente (TO). O próximo episódio vai ao ar em 22 de maio de 2024. Ficha técnica Produção, apresentação e roteiro: Luís Brasilino e Bianca Pyl Edição e desenho de som: Beatriz Pasqualino (Rádio Tertúlia) Apoio de produção: Ludmila Pereira e Tarcilo Santana Sonorização: André Paroche (Rádio Tertúlia) Apoio técnico: Rádio Tertúlia

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    Solução verde ou negócio? | #3 Caminhos para uma transição energética justa

    Ouça agora o terceiro e último episódio da série especial "Transição energética: solução verde ou negócio?” - uma parceria do Guilhotina com a Comissão Pró-Índio de São Paulo, em três episódios. Nos dois primeiros episódios desta série você ouviu especialistas e ativistas que alertaram para os perigos da transição energética. Mas eles falaram também que não é por causa dos riscos envolvidos que a transição energética pode ser deixada de lado. Esta foi, inclusive, a principal resolução adotada na Conferência do Clima de 2023, a COP 28. Neste episódio final, a gente quer te explicar de uma vez por todas o que é transição energética justa. Procuramos ambientalistas e pesquisadores do Brasil e do exterior para apontar caminhos por onde seguir e para onde não seguir. Uma dessas fontes é o inglês Andy Whitmore, do grupo de trabalho sobre transição justa do London Mining Network, uma organização que monitora os direitos humanos em áreas de mineração. Também entrevistamos a Viviana Herrera, coordenadora do programa para a América Latina do Mining Watch Canadá, uma ONG que atua como um órgão fiscalizador da indústria de mineração canadense.  Aqui do Brasil conversamos com a Suely Araújo, coordenadora de políticas públicas do Observatório do Clima; com a Aline Ruas, da coordenação do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB); e com o Marcio Zonta, da coordenação do Movimento pela Soberania Popular na Mineração (MAM). Ficha técnica Roteiro e produção: Bianca Pyl, Luís Brasilino e Beatriz Pasqualino Apresentação: Bianca Pyl e Luís Brasilino Captação, edição e apoio de locução: Beatriz Pasqualino Sonorização: André Paroche Arte: Helen Saori Apoio técnico: Rádio Tertúlia

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    #233 Racismo da segurança pública e da justiça no combate ao narcotráfico, com Felipe Morais Barbosa

    Neste episódio, recebemos o juiz de Direito Felipe Morais Barbosa, que publicou em 2023 o livro “Atitude suspeita: a seletividade na atuação da Polícia Militar no combate ao narcotráfico” (Ed. Dialética; saiba mais: https://bit.ly/3TUIuPY) Fruto de uma pesquisa que analisou mais de 1.000 prisões em flagrante delito por suspeita de tráfico de entorpecentes, a obra denuncia que cor da pele e pobreza são elementos fomentadores da abordagem policial e passíveis de aprisionamento. Graduado em Direito pela Universidade de Juiz de Fora, Felipe tem Pós-Graduação em Direito e Mestrado em Direito Constitucional e é juiz no Tribunal de Justiça do Estado de Goiás. FICHA TÉCNICA O “Guilhotina” é o podcast do Le Monde Diplomatique Brasil, com apoio técnico da Rádio Tertúlia. Apresentação e produção: Bianca Pyl e Luís Brasilino. Captação, edição e sonorização: Beatriz Pasqualino. Arte: Nanna Tariki. >>> Assine o Le Monde Diplomatique por R$ 12,90 ao mês: https://diplomatique.org.br/ 

  33. 243

    #232 Organização do espaço urbano sob o olhar da política econômica, com Rodrigo Salgado

    Neste episódio, recebemos o advogado e professor Rodrigo Oliveira Salgado. Ele produziu uma pesquisa de doutorado que traça as relações da norma de zoneamento de São Paulo de 1972 com o contexto político e econômico do país no período, procurando entender as desigualdades na organização do espaço urbano e também a precarização da moradia das classes trabalhadoras. A tese de doutorado foi publicada em 2022 em formato de livro pela Editora Contracorrente sob o título: “Regulação econômica do espaço urbano e apropriação do excedente” (saiba mais: https://tinyurl.com/ycx4yu3v) Rodrigo é graduado em Direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Mestre e Doutor em Direito Econômico e Financeiro pela Universidade de São Paulo, sua tese foi indicada à 8a Edição do Prêmio Tese Destaque USP 2019. Atualmente, é professor assistente da Universidade Presbiteriana Mackenzie no Núcleo de Direito Econômico. FICHA TÉCNICA O “Guilhotina” é o podcast do Le Monde Diplomatique Brasil, com apoio técnico da Rádio Tertúlia. Apresentação e produção: Bianca Pyl e Luís Brasilino. Captação, edição e sonorização: Beatriz Pasqualino. Arte: Helen Saori. >>> Assine o Le Monde Diplomatique por R$ 12,90 ao mês: https://diplomatique.org.br/ 

  34. 242

    Solução verde ou negócio? #2 | Mineração na Amazônia: o caso de Oriximiná

    Está no ar o segundo episódio da série especial "Transição energética: solução verde ou negócio?” - uma parceria do Guilhotina com a Comissão Pró-Índio de São Paulo, em três episódios. No episódio anterior, falamos sobre a necessidade de realizar a transição energética para combater as mudanças climáticas, mas também dos problemas que essa transição pode trazer. Quer dizer, vimos que simplesmente trocar uma matriz energética por outra, sem alterar os sistemas de produção e consumo atuais, está trazendo graves impactos sociais e ambientais.  Isso porque aumentar a geração de energias com baixa emissão de carbono provoca um aumento brutal da demanda por minerais.  Neste segundo episódio, vamos olhar em detalhes o caso de Oriximiná, município no norte do Pará que é o maior produtor de bauxita no Brasil. Este minério é fundamental para a produção de alumínio. E sem alumínio, não tem transição energética… Ele é essencial nesse processo porque é utilizado na fabricação de diferentes produtos e equipamentos de tecnologias de baixo carbono. Mas ali em Oriximiná moram milhares quilombolas e ribeirinhas, que sentem há 45 anos os impactos negativos da atividade da Mineração Rio do Norte (MRN). Ficha técnica Produção e roteiro: Bianca Pyl, Luís Brasilino e Beatriz Pasqualino. Apresentação: Bianca Pyl e Luís Brasilino. Edição: Beatriz Pasqualino. Sonorização: André Paroche. Arte: Helen Saori. Apoio técnico: Rádio Tertúlia

  35. 241

    #231 "Racionais: entre o gatilho e a tempestade", com Daniela Vieira

    Neste episódio, recebemos a socióloga Daniela Vieira. Em 2023, ela lançou o livro “Racionais: entre o gatilho e a tempestade” (Ed. Perspectiva; saiba mais: http://tinyurl.com/bdf7tcat), organizado em parceria com a Jaqueline Lima Santos. E é sobre esta obra que vamos conversar com ela. Doutora em Sociologia pela Unicamp com estágio no King’s College de Londres, Daniela é professora de Sociologia no Departamento de Ciências Sociais da Universidade Estadual de Londrina (UEL). Ela dirige, em parceria com Jaqueline Lima Santos, a coleção de livros “Hip-Hop em Perspectiva” e a linha de pesquisa “Hip-Hop em Trânsito”, da Unicamp, e é autora de “Não Vá se Perder Por Aí: A Trajetória dos Mutantes”, publicado em 2010. FICHA TÉCNICA O “Guilhotina” é o podcast do Le Monde Diplomatique Brasil, com apoio técnico da Rádio Tertúlia. Apresentação e produção: Bianca Pyl e Luís Brasilino. Captação, edição e sonorização: Beatriz Pasqualino. Arte: Helen Saori >>> Assine o Le Monde Diplomatique por R$ 12,90 ao mês: https://diplomatique.org.br/ 

  36. 240

    #230 Teatro do Sentenciado: arte e política de Abdias Nascimento no Carandiru, com Viviane Narvaes

    Neste episódio, recebemos a professora Viviane Narvaes. Vamos conversar com ela sobre sua tese de doutorado: “O Teatro do Sentenciado de Abdias Nascimento: classe e raça na modernização do teatro brasileiro”, trabalho defendido na USP em 2020 (saiba mais: http://tinyurl.com/3d35hp8b). Graduada, licenciada e mestre em Artes Cênicas pela UniRio e doutora em Artes Cênicas pela USP, Viviane atualmente é professora associada da UniRio, coordena - em parceria com outros docentes - o Programa de extensão cultura na Prisão e integra o Fuga Coletiv@ teatral. FICHA TÉCNICA O “Guilhotina” é o podcast do Le Monde Diplomatique Brasil, com apoio técnico da Rádio Tertúlia. Apresentação e produção: Bianca Pyl e Luís Brasilino. Captação, edição e sonorização: Beatriz Pasqualino. Arte: Helen Saori >>> Assine o Le Monde Diplomatique por R$ 12,90 ao mês: https://diplomatique.org.br/ 

  37. 239

    #229 As disputas da identidade evangélica via música gospel, com Olívia Bandeira

    Neste episódio, recebemos a antropóloga Olívia Bandeira. Ela está lançando o livro “Música gospel: disputas e negociações em torno da identidade evangélica no Brasil” (Ed. Papéis Selvagens; saiba mais: http://tinyurl.com/5cpm4nz9). Esta publicação teve origem na sua tese de doutorado defendida na UFRJ e que ganhou Menção Honrosa no Prêmio Anpocs 2018.  Doutora em Antropologia Cultural pela UFRJ e mestre em Comunicação pela UFF, a Olívia fez pós-doutorado em Ciência da Religião na PUC-SP, é integrante do Laboratório de Antropologia da Religião, da Unicamp, e coordena as áreas de formação, pesquisa e articulação internacional do Intervozes - Coletivo Brasil de Comunicação Social. FICHA TÉCNICA O “Guilhotina” é o podcast do Le Monde Diplomatique Brasil, com apoio técnico da Rádio Tertúlia. Apresentação e produção: Bianca Pyl e Luís Brasilino. Captação, edição e sonorização: Beatriz Pasqualino. Arte: Helen Saori>>> Assine o Le Monde Diplomatique por R$ 12,90 ao mês: https://diplomatique.org.br/

  38. 238

    #228 As lutas frente ao colonialismo digital e racismo algorítmico, com Deivison Faustino

    Neste episódio, recebemos o sociólogo Deivison Faustino. Ele está republicando, junto com o Walter Lippold,  a obra  “Colonialismo digital: por uma crítica hacker-fanoniana”, pela editora Boitempo (saiba mais: http://tinyurl.com/yfzhc4tz). Doutor em Sociologia e professor do Programa de Pós-Graduação em Serviço Social e Políticas Sociais da Universidade Federal de São Paulo, Deivison é integrante do Instituto Amma Psique e Negritude. Ele é autor de “Frantz Fanon: um revolucionário, particularmente negro”, - que foi tema do nosso episódio número 61, entre outras obras.  FICHA TÉCNICA O “Guilhotina” é o podcast do Le Monde Diplomatique Brasil, com apoio técnico da Rádio Tertúlia. Apresentação e produção: Bianca Pyl e Luís Brasilino. Captação, edição e sonorização: Beatriz Pasqualino. Arte: Helen Saori>>> Assine o Le Monde Diplomatique por R$ 12,90 ao mês: https://diplomatique.org.br/

  39. 237

    #227 A militarização da política no Brasil contemporâneo, com Julia Almeida

    Neste episódio, recebemos a pesquisadora Julia Almeida, que está lançando o livro “A militarização da política no Brasil contemporâneo” (Editora Alameda; saiba mais: http://tinyurl.com/3shm2ky8). É sobre esta obra que vamos conversar hoje com ela. A Julia é doutoranda em Direito pela USP, mestre em Direito pela UFRJ, advogada e professora de Direito na Universidade Anhembi Morumbi. Ela é também pesquisadora no Grupo de Pesquisa Direitos Humanos, Centralidade do Trabalho e Marxismo e do Núcleo de Estudos da Violência, ambos na USP. FICHA TÉCNICA O “Guilhotina” é o podcast do Le Monde Diplomatique Brasil, com apoio técnico da Rádio Tertúlia. Apresentação e produção: Bianca Pyl e Luís Brasilino. Captação, edição e sonorização: Beatriz Pasqualino. Arte: Helen Saori >>> Assine o Le Monde Diplomatique por R$ 12,90 ao mês: https://diplomatique.org.br/ 

  40. 236

    #226 A história social do futebol feminino brasileiro , com Aira Bonfim

    Neste episódio, recebemos a historiadora Aira Bonfim. Ela está lançando o livro “Futebol feminino no Brasil: entre festas, circos e subúrbios, uma história social” (saiba mais: http://tinyurl.com/mrj865dw). E é sobre essa obra que vamos conversar com ela nesta edição. Historiadora do esporte, Aira é graduada em Artes Visuais pela Unicamp e mestre em História, Política e Bens Culturais pela FGV do Rio de Janeiro. FICHA TÉCNICA O “Guilhotina” é o podcast do Le Monde Diplomatique Brasil, com apoio técnico da Rádio Tertúlia. Apresentação e produção: Bianca Pyl e Luís Brasilino. Captação, edição e sonorização: Beatriz Pasqualino. Arte: Helen Saori >>> Assine o Le Monde Diplomatique por R$ 12,90 ao mês: https://diplomatique.org.br/ 

  41. 235

    #225 Estética e política em Jorge Ben, com Allan da Rosa

    Neste episódio, recebemos o historiador Allan da Rosa. Ele lançou recentemente o livro “Balanço afiado: estética e política em Jorge Ben”, ao lado de Deivison Faustino, pela editora Fósforo (saiba mais: http://tinyurl.com/mvxn9t3y). E é sobre essa obra que vamos conversar com ele nesta edição. Mestre e doutor em Imaginário, cultura e educação pela USP, Allan é autor de “Ninhos e revides: estéticas e fundamentos, lábias e jogo de corpo” e “Águas de homens pretos: imaginário, cisma e cotidiano ancestral em São Paulo”, entre outros.  FICHA TÉCNICA O “Guilhotina” é o podcast do Le Monde Diplomatique Brasil, com apoio técnico da Rádio Tertúlia. Apresentação e produção: Bianca Pyl e Luís Brasilino. Captação, edição e sonorização: Beatriz Pasqualino. Arte: Helen Saori.>>> Assine o Le Monde Diplomatique por R$ 12,90 ao mês: https://diplomatique.org.br/

  42. 234

    Solução verde ou negócio? #1 | O que é transição energética?

    Ouça agora a estreia da série especial "Transição energética: solução verde ou negócio?” - uma parceria do Guilhotina com a Comissão Pró-Índio de São Paulo, em três episódios. Esta semana começa um dos principais eventos sobre meio ambiente do mundo, a COP 28 da ONU. Um dos focos das discussões é acelerar a chamada transição energética. A ideia desta série é entender melhor os interesses por trás das opções da transição energética e saber se o enfrentamento da crise climática se resume à mudança da tecnologia ou de fonte de energia. Será que um debate protagonizado por transnacionais pode contemplar as demandas da sociedade civil, ou seja, proteger o meio ambiente e seus povos?   Neste primeiro episódio vamos te explicar o que é a transição energética - na teoria e na prática, porque ela já está acontecendo. E vamos te contar como isso aumenta a demanda por mais áreas de mineração e pode aumentar o desmatamento e afetar a qualidade de vida das populações.  >>> Links citados no episódio: Mineração como indutora das mudanças climáticas e da escassez hídrica no Brasil (artigo Bruno Milanez e Luiz Wanderley Jardim); Estudo coordenado pelo professor Stefan Giljum >>> Ficha técnica Produção: Bianca Pyl, Luís Brasilino e Beatriz Pasqualino. Apresentação e roteiro: Bianca Pyl e Luís Brasilino. Captação e edição: Beatriz Pasqualino. Sonorização: André Paroche. Arte: Helen Saori. Apoio técnico: Rádio Tertúlia.

  43. 233

    #222 Economia para a transformação social, com Juliane Furno e Pedro Rossi

    Neste episódio, recebemos os economistas Juliane Furno e Pedro Rossi. Eles são autores, junto com a Gazetinha da Guanabara -  que cuidou das ilustrações -, do livro “Economia para a transformação social: pequeno manual para mudar o mundo”, lançado neste ano pela Autonomia Literária e pela Fundação Perseu Abramo (saiba mais: https://tinyurl.com/54j3yax2). E é sobre esse trabalho que vamos conversar hoje. Cientista social e graduada em Ciências Econômicas e mestre e doutora em Desenvolvimento Econômico na Unicamp, Juliane Furno é economista-chefe do Centro de Estudos de Economia do Instituto para a Reforma das Relações entre Estado e Empresa e professora do Departamento de Economia da Uerj. Pedro Rossi é professor livre-docente do Instituto de Economia da Unicamp e pesquisador do Centro de Estudos de Conjuntura e Política Econômica. É autor do livro “Taxa de Câmbio e Política Cambial no Brasil” e coorganizador do livro “Economia pós-pandemia: desmontando os mitos da austeridade fiscal e construindo um novo paradigma econômico”. FICHA TÉCNICA O “Guilhotina” é o podcast do Le Monde Diplomatique Brasil, com apoio técnico da Rádio Tertúlia. Apresentação e produção: Bianca Pyl e Luís Brasilino. Captação, edição e sonorização: Beatriz Pasqualino. Arte: Helen Saori >>> Assine o Le Monde Diplomatique por R$ 12,90 ao mês: https://diplomatique.org.br/ 

  44. 232

    #221 Precisamos dar acesso à maconha medicinal no SUS, com Sidarta Ribeiro

    Neste episódio, recebemos o neurocientista e biólogo Sidarta Ribeiro. Ele está lançando pela editora Fósforo o livro “As flores do bem: A ciência e a história da libertação da maconha” (saiba mais: https://tinyurl.com/3t9au7nw ), e é sobre essa obra que vamos conversar com ele. Sidarta é pós-doutor em neurofisiologia pela Universidade Duke, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e membro do grupo de pesquisa de saúde mental do Centro de Estudos Estratégicos, da Fiocruz. Publicou, entre outros livros, “O oráculo da noite” em 2019 e “Sonho manifesto: dez exercícios urgentes de otimismo apocalíptico” em 2022, ambos pela Companhia das Letras. FICHA TÉCNICA O “Guilhotina” é o podcast do Le Monde Diplomatique Brasil, com apoio técnico da Rádio Tertúlia. Apresentação e produção: Bianca Pyl e Luís Brasilino. Captação, edição e sonorização: Beatriz Pasqualino. Arte: Helen Saori >>> Assine o Le Monde Diplomatique por R$ 12,90 ao mês: https://diplomatique.org.br/ 

  45. 231

    #220 A linguagem descolonizada e o debate étnico-racial, com Marcio André dos Santos e Luís Hirano

    Neste episódio, recebemos o cientista político Marcio André dos Santos e o antropólogo Luís Hirano.  Marcio é organizador, ao lado de Flávio Rios e Alex Ratts, e o Luís é um dos autores do "Dicionário das Relações Étnico-Raciais Contemporâneas", publicado pela editora Perspectiva (saiba mais: https://tinyurl.com/yckdd2xm ). E é sobre essa obra que vamos conversar neste episódio. Doutor em Ciência Política pela UERJ, Marcio é professor do curso de Licenciatura em Ciências Sociais e do Bacharelado Interdisciplinar em Humanidades da Unilab. Fez pós-doutorado no Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Estudos Étnicos e Africanos da UFBA, onde atualmente atua como colaborador.   O Luís é professor de Antropologia da Faculdade de Ciências Sociais da UFG. É doutor em Antropologia  Social pela USP, onde também realizou seu pós-doutorado. Foi pesquisador visitante da Faculdade de Artes e Ciências da Universidade Harvard. FICHA TÉCNICA O “Guilhotina” é o podcast do Le Monde Diplomatique Brasil, com apoio técnico da Rádio Tertúlia. Apresentação e produção: Bianca Pyl e Luís Brasilino. Captação, edição e sonorização: Beatriz Pasqualino. Arte: Helen Saori >>> Assine o Le Monde Diplomatique por R$ 12,90 ao mês: https://diplomatique.org.br/ 

  46. 230

    #219 Justiça e saúde pública na letalidade prisional, com Natalia de Vasconcelos e Carolina Ferreira

    Neste episódio, recebemos a socióloga Natalia Pires de Vasconcelos e a advogada Carolina Cutrupi Ferreira.  Natalia é pesquisadora do Insper e do LAUT, o Centro de Análise da Liberdade e do Autoritarismo. Ela é  doutora em direito pela USP e doutoranda em sociologia pela Universidade da Georgia. Carolina é professora de Direito da Universidade Federal de São Paulo e doutora em Administração Pública e Governo na Escola de Administração de Empresas da Fundação Getúlio Vargas. A Natalia é uma das coordenadoras e a Carolina uma das autoras da pesquisa “Letalidade prisional: uma questão de justiça e de saúde pública” (acesse aqui: https://tinyurl.com/47durk9j) e é sobre este trabalho que conversamos com elas neste episódio. FICHA TÉCNICA O “Guilhotina” é o podcast do Le Monde Diplomatique Brasil, com apoio técnico da Rádio Tertúlia. Apresentação e produção: Bianca Pyl e Luís Brasilino. Captação, edição e sonorização: Beatriz Pasqualino. Arte: Helen Saori >>> Assine o Le Monde Diplomatique por R$ 12,90 ao mês: https://diplomatique.org.br/ 

  47. 229

    Guardiões e guardiãs da Floresta #4 | Povos tradicionais e a seca na Amazônia

    Ouça agora o quarto e último episódio da série "Guardiões e guardiãs da Floresta: Direito Territorial e Clima na Amazônia”, uma parceria do Guilhotina, o podcast do Le Monde Diplomatique Brasil, com a Coordenadoria Ecumênica de Serviço (CESE). Hoje vamos falar sobre os eventos climáticos extremos que temos visto na Amazônia, como rios secos, mortandade de peixes e cidades cobertas por fumaças. Para entender os impactos disso para as comunidades tradicionais, entrevistamos Jéssica Souza, analista socioambiental do Memorial Chico Mendes. Também conversamos sobre o aumento de queimadas e incêndios criminosos, com Daniel Arimã, chefe da brigada indígena Tenharim, no Amazonas. E falamos ainda com Ayan Santos Fleischmann, pesquisador de Análise Geoespacial, Ambiente e Território Amazônico do Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá. Ao longo desta série especial buscamos dar visibilidade ao papel que povos e comunidades tradicionais da Amazônia exercem no combate às mudanças climáticas. Nosso objetivo é mostrar que ao terem o acesso aos seus territórios garantido, esses povos colaboram para manter a floresta em pé e com equilíbrio ambiental. São quatro episódios com entrevistas e depoimentos de pessoas de diferentes estados da Amazônia Legal.  Ficha técnica Apresentação e roteiro: Bianca Pyl e Luís Brasilino. Apoio de produção: Tarcilo Santana e Vinícius Benites. Captação e edição: Beatriz Pasqualino. Sonorização: André Paroche. Arte: Maria Moura. Apoio técnico: Rádio Tertúlia.

  48. 228

    #217 “O futebol de várzea é espaço de luta de direito à cidade”, com Roberta Pereira Silva

    Neste episódio, recebemos a assistente social Roberta Pereira Silva, autora do livro “Campo de terra, campo da vida: alternativas de resistência negra e o Negritude Futebol Clube” (Ed. Dandara; saiba mais: https://tinyurl.com/msv8edtz) e que é o tema deste episódio. Doutoranda pelo programa de Pós-Graduação em Serviço Social da PUC-SP, Roberta é colaboradora da equipe de formação do Observatório da Discriminação Racial no Futebol e participou da coordenação do projeto Residência Preta. FICHA TÉCNICA O “Guilhotina” é o podcast do Le Monde Diplomatique Brasil, com apoio técnico da Rádio Tertúlia. Apresentação e produção: Bianca Pyl e Luís Brasilino. Captação, edição e sonorização: Beatriz Pasqualino. Arte: Helen Saori >>> Assine o Le Monde Diplomatique por R$ 12,90 ao mês: https://diplomatique.org.br/ 

  49. 227

    #216 Che Guevara e a luta revolucionária na Bolívia, com Luiz Bernardo Pericás

    Neste episódio, recebemos o historiador Luiz Bernardo Pericás. Ele é autor de diversos livros, entre eles “Che Guevara e a luta revolucionária na Bolívia”, reeditado este ano pela Boitempo (saiba mais: https://tinyurl.com/uwys43c7) e tema do nosso episódio de hoje. A obra aborda o período em que Ernesto Che Guevara combateu na Bolívia, após o Congo. Em 8 de outubro de 1967, ele foi capturado por uma unidade dos rangers locais (treinados por instrutores militares norte-americanos) e, no dia 9, assassinado no pequeno povoado de La Higuera. Pericás é doutor em História Econômica pela USP e pós-doutor em Ciência Política pela Flacso. Também é professor do Departamento de História e dos programas de Pós-Graduação em História Econômica e História Social da USP.  FICHA TÉCNICA O “Guilhotina” é o podcast do Le Monde Diplomatique Brasil, com apoio técnico da Rádio Tertúlia. Apresentação e produção: Bianca Pyl e Luís Brasilino. Captação, edição e sonorização: Beatriz Pasqualino. Arte: Helen Saori >>> Assine o Le Monde Diplomatique por R$ 12,90 ao mês: https://diplomatique.org.br/ 

  50. 226

    Guardiões e guardiãs da Floresta #3 | Povos da Amazônia e os impactos dos mega projetos

    Está no ar o terceiro e penúltimo episódio da série "Guardiões e guardiãs da Floresta: Direito Territorial e Clima na Amazônia”, uma parceria do Guilhotina, o podcast do Le Monde Diplomatique Brasil, com a Coordenadoria Ecumênica de Serviço (CESE). Hoje a gente conversa sobre os impactos dos grandes empreendimentos na vida dos Povos da Amazônia. Nós falamos sobre o processo de resistência e os impactos das hidrelétricas do Rio Madeira com o Océlio Muniz, do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB). Entrevistamos também a Maria Aparecida Ribeiro de Sousa, da Coordenação Estadual das Comunidades Quilombolas do Tocantins. Ela nos falou sobre os impactos do turismo para as comunidades quilombolas do Jalapão, que foram as responsáveis por conservar a área que hoje é um dos principais pontos turísticos do estado. E, por fim, conversamos com o Giofan Erasmo Cruz Mandulão, do povo Macuxi e integrante do Conselho Indígena de Roraima. Ele nos relatou a experiência do seu povo no enfrentamento das mudanças climáticas. Nesta série especial abordamos o papel fundamental que povos e comunidades tradicionais da Amazônia desempenham no enfrentamento às mudanças climáticas. Mostramos como garantir o direito ao território é importante para a manutenção desses modos de vida que protegem a biodiversidade. São quatro episódios quinzenais com entrevistas e depoimentos de pessoas de diferentes estados da Amazônia Legal.  Ficha técnica Apresentação e roteiro: Bianca Pyl e Luís Brasilino. Apoio de produção: Tarcilo Santana, Vinícius Benites e Rosana Fernandes. Captação e edição: Beatriz Pasqualino. Sonorização: André Paroche. Arte: Maria Moura. Apoio técnico: Rádio Tertúlia

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O Guilhotina é o podcast do Le Monde Diplomatique Brasil, com apresentação dos jornalistas Bianca Pyl e Luis Brasilino. Para sugestões e críticas, escreva para [email protected]. Apoio técnico: Rádio Tertúlia.

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