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Humanamente - Bem-estar em demência
by Patrícia Paquete
Pequenos áudios sobre a minha experiência de relação com pessoas que vivem com demência e de trabalho com os seus parceiros de cuidados, sempre com o mesmo objetivo: O seu bem-estar e dignidade!
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Dia da Mãe: E quando a mãe vive com demência?
Uma reflexão sobre como celebrar e,até, se celebrar o dia da mãe, quando a mãe vive com demência.Qual é o melhor presente?
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A relação de cuidar: Vamos começar por acolher?
Acolher a pessoa a quem prestamos cuidados, inseridos numa relação de confiança, onde não há espaço para o julgamento, onde se aceita e compreende o outro a partir do seu ponto vista, é uma oportunidade de crescimento e expansão, para todos os envolvidos
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Há 6 anos fechou tudo e entramos em modo de sobrevivência
Há 6 anos iniciava o primeiro período de confinamento. Este momento foi particularmente difícil para quem vivia e para quem trabalhava em ERPI.Será que ainda hoje, seis anos passados, ainda há quem viva em modo de sobrevivência dentro das instituições?
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Qual é o seu porquê na relação de cuidar de alguém que vive com demência?
Porque :"O Porquê não é o que faz, é a razão pela qual isso importa."Simon Sinek - YouTubeUm convite a que regresse ao porquê de fazer o que faz, que reflita sobre as 5 necessidades psicossociais ( segundo Tom Kitwood), ir "atrás" para alinhar a direção . Pare e pense, se tudo aquilo que está a fazer neste momento o está a conduzir a uma prestação de cuidados(verdadeiramente) centrada na Pessoa.As 5 necessidades psicossociais: Aplicação prática – Humanamente
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Velhos, rolos de papel higiénico e a alienação total!
Quando acho que já vi tudo....há sempre alguém que me surpreende, no que diz respeito às atividades desenvolvidas nas ERPI!
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É parceiro de cuidados numa relação de cuidar?
Reflexão sobre a prestação de cuidados e sobre o papel de parceiro de cuidados neste dia do cuidador informal
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9ºEpisódio da série 30 dias 30 episódios : Conhece a Teepa Snow?
"Até que haja uma cura, há o cuidado" esta frase de Teepa Snow diz-me muito enquanto parceira de cuidados de pessoas que vivem com demência!Vamos empoderar os parceiros de cuidados? Vamos deixar de dizer que não há nada a fazer?Vamos deixar de " culpar" as pessoas que vivem com demência sempre que existe algum "problema" durante a prestação de cuidados? A pessoa "não comunica", a pessoa "foi agressiva" e quando vamos começar a perguntar-nos: E eu ? enquanto parceiro de cuidados? Como fui? Como estive na relação? Quis conectar-me com a pessoa de forma genuina ou estive a cumprir calendário?Cuidei ou controlei sintomatologia?....e por aí fora....Deixo-vos o site da Teepa Snow : Homepage - Positive Approach to Care
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7º episódio : 30 dias 30 episódios " Intervenções não farmacológicas?"
O tema do mês de dedicado às pessoas que vivem com demência, deste ano é: #AskAboutAlzheimers #AskAboutdementiaA proposta é questionar e questionarmo-nos!A expressão " Intervenção não farmacológica" é considerada uma verdade universal!Não para mim e não para o médico Allen Power, psiquiatra e geriatra e autor destes dois livros que eu recomendo vivamente : "Dementia Beyond Drugs: Changing the Culture of Care" (c. 2010 Health Professions Press, Inc.), winner of a "Book of the Year" award from the American Journal of Nursing. (Second Ed. 2017)"Dementia Beyond Disease: Enhancing Well-Being" released by Health Professions Press, June 2014. (Rev. Ed. 2017)Sobre o episódio de hoje, citei-o várias vezes: "Em resumo, as “intervenções não farmacológicas”, tal como são mais frequentemente aplicadas, são tentativas de prestar cuidados centrados na pessoa a partir de uma mentalidade biomédica. Como tal, representam apenas uma mudança de paradigma pela metade, e por isso ficam aquém." (Power,2025)
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A sabedoria do corpo da pessoa que vive com demência
Esta é uma nova temporada ou coleção de episódios onde iremos explorar o tema da meditação e a relação de cuidar de quem vive com demência.Nesta pequena introdução e antevisão do que irão ser os próximos episódios desta série, relembramos a sabedoria do corpo, mesmo de quem tem demência.
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Sou ou digo que sou centrado na Pessoa?
Entre dizermos que somos e sermos, verdadeiramente, centrados na pessoa há uma enorme diferença e faz uma enorme diferença na forma como me relaciono com alguém que vive com demência
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O burnout do parceiro de cuidados e outras reflexões
Este tema surgiu no episódio anterior e é inesgotável!O equilíbrio na relação de cuidar.A importância de estarmos atentos às necessidades de todosComo prevenir o Burnout?Diferentes pontos de vista, diferentes culturas de cuidados, diferentes fusos horários, com o mesmo objetivo : Contribuir para o bem-estar de quem vive com demência e do seu parceiros de cuidadosObrigada Janielle Jondral!
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Distrair ou envolver a pessoa que vive com demência?
Em mais uma conversa informal, mas cheia de significado, refletimos com a Janielle Jondral sobre intenções, sobre valores, sobre formas de ver as pessoas que vivem com demência e, sobretudo, sobre o envolvimento, conexão e sobre os momentos em que "distrair" pode ser muito benéfico.
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Quem melhor para falar de envelhecimento e de viagens que a Sílvia Triboni?
Falamos sobre longevidade intencional ( conhece o conceito e o livro? ) envelhecimento autêntico e idadismo e claro....viagens!
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Porque mentimos às pessoas que vivem com demência?
Mais uma conversa sobre a relação com pessoas que vivem com demência, conosco e com o Mundo!Desta vez falamos sobre a mentira, que NUNCA é terapêutica
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Reagir ou Responder? Na vida e na relação com a pessoa que vive com demência
Segundo episódio com a convidada Janielle Jondral Terapeuta Ocupacional brasileira que vive na Austrália e que é especialista no modelo PAC ( Abordagem positiva no cuidado) criado pela Teepa Snow.Reage ou Responde às necessidades não atendidas das pessoas a quem presta cuidados?
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Entrevista com Janielle Jondral : Especialista no modelo PAC e fundadora do Conection Aid
30 minutos de uma conversa informal mas plena de conteúdo e significado, entre duas pessoas que têm como missão transformar as vidas das pessoas que vivem com demência e dos seus parceiros de cuidados.
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A sua prestação de cuidados é por atacado?
Neste novo episódio exploramos o tema : "Aniversários" por atacado.... Quando celebramos todos os aniversários do mês num único dia por ser mais prático.....
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Reflexões sobre o dia da TV e as ERPI....
Esta semana comemoramos o dia da Televisão. Convido-o a sentar-se na sala comum da ERPI onde trabalha e a refletir sobre : - A TV e a sua localização - As pessoas - O bem-estar dessas pessoas NOTA : Se se aperceber de que está alguém sentado debaixo da TV, saiba que é inaceitável!
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Não me sinto segura....
Não me sinto segura de que os meus direitos serão respeitados se algures no meu processo de envelhecimento precisar de alguém para me ajudar a realizar as minhas atividades de vida diária, se tive demência, então a minha insegurança aumenta drasticamente porque, neste momento, ter demência significa, muitas vezes, ser segregado, trancado, confinado. Enquanto não houver uma verdadeira revolução nos valores, não me sinto segura.
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O hábito faz o monge
Será que estamos prontos para deixar os nossos hábitos? Neste episódio lancei um desafio : Questionem as vossas fardas! Porque usam farda? Para quê? Como é a vossa farda? Transmite uma imagem de acolhimento ou, pelo contrário, de barreira, de hierarquia? Podemos ser verdadeiramente centrados na Pessoa e continuar a usar os mesmo hábitos? Quando optamos por usar uma bata branca, num ambiente não hospitalar, estamos a mostrar quais são os nossos valores no contexto de prestação de cuidados. Já refletiu sobre aquilo que mais valoriza ? https://humana-mente.pt/produto/os-cinco-pilares-para-uma-relacao-de-cuidar-com-bem-estar/
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Dia internacional das pessoas mais velhas e da música ou o Dia do Tempo?
Viver a passagem do tempo em consciência. Viver as mudanças que a passagem do tempo nos vai apresentando. Viver mais anos é bom mas envelhecer é mau? Viver o envelhecimento de forma consciente significa, para mim, abraçar as mudanças diárias, assumir a responsabilidade de um envelhecimento o mais saudável possível e faze-lo em autenticidade, sem nunca parar de procurar o que me faz sentido, o que é significativo para mim. Se é parceiro de cuidados e se debate com estas questões: https://humana-mente.pt/produto/os-cinco-pilares-para-uma-relacao-de-cuidar-com-bem-estar/
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Episódio 8 : 30 dias 30 episódios -Sabia que 65% dos profissionais acha que a demência faz parte do envelhecimento normal? 30 dias.30 episódios podcast Humanamente
Segundo a Alzheimer Disease International, 65% dos profissionais da área social e/ou saúde, considera que a demência faz parte do envelhecimento normal. Não basta termos conhecimentos teóricos, é preciso que termos os valores corretos e sermos idadistas não é correto.
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Viver com demência= Duplamente estigmatizado - Ep.6 : 30 dias, 30 episódios do Podcast Humanamente
A maioria das pessoas que vive com demência tem mais de 65 anos, assim o estigma é duplo: - Idadismo, preconceito baseado na idade da pessoa, em Portugal, o idadismo é sobretudo contra as pessoas mais velhas. Todos dizemos que não somos idadistas mas, quantas vezes jã "deu por si" a tratar uma pessoa mais velha como uma criança? - Preconceito em relação à saúde mental, em Portugal continuamos a estigmatizar as pessoas com doença mental, e as pessoas que vivem com demência também são mantidas em casa, institucionalizadas, impedidas de viver. https://humana-mente.pt/produto/os-cinco-pilares-para-uma-relacao-de-cuidar-com-bem-estar/
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O que raio aconteceu ao meu cérebro? Ep. 5 : 30 dias - 30 episódios podcast Humanamente
Terceiro episódio sobre ativistas que vivem com demência, desta vez, Kate Swaffer, uma enfermeira australiana que, aos 49 anos, foi diagnosticada com Alzheimer e que, entre outras ações escreveu o livro : What the Hell happened to my brain? https://www.amazon.com/What-hell-happened-brain-Dementia/dp/1849056080 O nosso ebook também nos remete para a importância de compreendermos a pessoa que vive com demência à luz da sua experiência, não só de doença, mas sobretudo de vida! https://humana-mente.pt/produto/os-cinco-pilares-para-uma-relacao-de-cuidar-com-bem-estar/
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Episódio 4 - 30 dias, 30 episódios do Podcast Humanamente
O que têm Peter Ashley, Wendy Mitchell e Kate Swaffer em comum? São pessoas que viveram e vivem com demência e são ativistas dos direitos das pessoas com demência Neste episódio 4 da segunda série deste podcast apresento-vos Wendy Mirchell : https://www.theguardian.com/society/2024/feb/26/wendy-mitchell-obituary
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Episódio 3 - 30 dias, 30 episódios
Neste terceiro episódio desta série, apresento-vos Peter Ashley, um homem que viveu com demência e que eu tive a honra de conhecer.
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2ºepisódio - 30 dias, 30 episódios Podcast Humanamente
Neste episódio exploramos a questão do diagnóstico: - A importância do diagnóstico precoce - A importância de manter os papeis ocupacionais - A importância de continuar a viver, apesar do diagnóstico
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Setembro - O mês dedicado à demência : 30 dias - 30 episódios
Bem-vindos a Setembro! O mês dedicado à pessoa que vive com demência! A bem da consistência e empolgada com os 70 subscritores deste canal, decidi gravar um episódio por dia, durante os 30 dias deste mês. Sim, a mudança requer consistência e persistência! Assim, convido-vos, ao longo destes 30 dias a refletir sobre o tema deste ano : Time to act on dementia! É tempo de agir....agir contra o estigma, contra o preconceito e a favor do bem-estar e dignidade de quem vive com demência! #TimeToActOnDementia #TimeToActOnAlzheimers #WorldAlzMonth
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A Páscoa na prestação de cuidados às pessoas que vivem com demência ou a Passagem que urge!
Numa alusão ao significado da palavra Páscoa : Passagem, e a necessidade urgente de fazermos a passagem a transição de um modelo centrado na tarefa, no sintoma, para um modelo que, realmente, reconheça a pessoa em todos os seus papéis
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Qual foi a sua profissão?
É impossível ter uma relação de cuidar de qualidade se não soubermos, pelo menos, qual foi a profissão ou profissões das pessoas a quem prestamos cuidados.
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Como celebrar o Natal quando temos uma pessoa que vive com demência na família?
O podcast da Humanamente regressa depois de um interregno de mais de um ano! Boas festas e muito obrigada por nos ouvirem!
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Parabéns Avó!
A Humanamente está a um mês de completar uma década! Por isso hoje conto-vos o que me motivou a seguir este caminho! Muito obrigada!!!
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Ainda acha que os idosos são como crianças?
Neste novo episódio vamos falar sobre a importância de nos relacionarmos com as pessoas mais velhas e com as pessoas que vivem com demência, como adultos que são. Mudar o mindset e as crenças de que as pessoas mais velhas são como crianças, é fundamental, até porque, essas crenças ( a infantilização) estão na base de muitos dos maus tratos de que as pessoas mais velhas são vitimas.
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10.000 visionários!!!
A página do Facebook tem 10.000 seguidores!!Estou muito grata e orgulhosa!!! 10.000 pessoas que partilham da visão da Humanamente : É possível viver melhor com demência, em Portugal! Obrigada!
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Quem disse que eu sei ?
A importância do não julgamento na relação com os parceiros de cuidados.
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O poder terapêutico de sermos e estarmos com a pessoa que vive com demência
Neste novo episódio, falamos sobre escuta ativa. Como ouve as histórias que as pessoas com demência lhe contam? - Em contexto de sessões de estimulação cognitiva? - Fazendo validação dos factos? - Corrigindo cada vez que uma data não bate certo? - Será que julga? Mesmo que não diga nada? Nesta última semana do mês dedicado às Pessoas que vivem com demência, faça este exercício : observe-se na forma como escuta as histórias que lhe contam.
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Coerência e consistência na hora de prestar cuidados
Quase, quase a chegar ao dia mundial da pessoa com doença de Alzheimer e refleti sobre sermos coerentes e consistentes e sobre a importância que isso poderá ter na qualidade dos cuidados que prestamos às pessoas que vivem com demência. Já pensou sobre isso?
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Para que servem os produtos específicos para pessoas que vivem com demência?
Comprou algum material terapêutico para pessoas que vivem com demência? Está a pensar comprar? Comprou e nunca usou? Ou experimentou uma vez e não correu bem?
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Vamos mudar a forma como compreendemos as pessoas que vivem com demência?
Quando escolhemos compreender a pessoa para além da doença, descobrimos novas formas de relação, de comunicação e conseguimos chegar à pessoa que vive com demência e empodera-la e aos seus parceiros de cuidados. Só assim a pessoa que vive com demência terá a possibilidade de continuar a existir e a ser.
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Realidade virtual vs Realidade....em demência
"Na história da humanidade, primeiro aprendemos a caminhar; depois a fazer fogo e a preparar comida; finalmente desenvolvemos a linguagem: Caminhar tornou possível que nos tornássemos no que somos. É por isso que caminhar- não importa se se trata de uma caminhada longa ou curta -significa viajar na nossa consciência, despertar para a importância da natureza (...)E também apreciar pequenos prazeres: a observação, o silêncio, a chuva ou os dias de sol(...) bem como um lugar de repouso e contemplação." Erlin Kagge in A Arte de Caminhar, um passo de cada vez.
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Sabe o que a Abordagem centrada na Pessoa ou é centrado na Pessoa?
"É o trabalho que conta. O trabalho da vontade: manifestar os conhecimentos por intermédio do comportamento." É urgente que a abordagem centrada na Pessoa saia do papel e entre na prática no dia-a-dia. É urgente refletirmos sobre as nossas práticas e deixarmos de assumir que somos todos centrados na pessoa e depois, continuar a mentir às pessoas que vivem com demência, continuar a infantilizar as pessoas mais velhas, continuar a usar contenção física e química. É urgente.
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E quando estão reativas?
Deixar de ver as reações das pessoas que vivem com demência apenas como sintomas, é o primeiro passo para aplicar a abordagem centrada na pessoa com demência. Então como fazer? Oiça aqui! Obrigada!
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Na sala de estar onde se sentam as pessoas que vivem com demência?
Neste novo episódio, reflito sobre a formação e as crenças que ainda subsistem em relação às pessoas que vivem com demência. Adorava que me colocassem questões! Podem fazer as vossas perguntas aqui: https://anchor.fm/humanamente/message Obrigada!
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As pessoas que vivem com demência andam ou deambulam?
Diariamente ouvimos dizer que as pessoas que vivem com demência deambulam. O desafio que vos faço hoje é : Observem as pessoas a quem prestam cuidados, conheçam a sua história, reflitam sobre os motivos que tem para andar e sobretudo reconheçam o seu direito a andar e os benefícios que lhe traz!
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As palavras na demência: Podcast Humanamente 4º episódio
O poder das palavras que usamos para nos referirmos sobre as pessoas que vivem com demência ou as palavras que usamos para falar com as pessoas que vivem com demência.
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Como avalia o bem-estar da Pessoa que vive com demência?
A mudança de paradigma na prestação de cuidados em demência já começou, no entanto continuamos a usar instrumentos de avaliação desafazados desta nova realidade
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Apatia
Neste episódio, convido-vos a refletir sobre a apatia das pessoas que vivem com demência e sobre a nossa própria apatia!
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O reconhecimento das Pessoas com demência
"Para existir,a estrela depende do olhar dos outros" David E. Zimerman
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Questões para o bem-estar
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