PODCAST · news
Imagem & Credibilidade
by Imagem & Credibilidade
O novo mundo nos tornou donos de canais de comunicação. Se a comunicação, porém, se multiplicou, suas regras de eficácia continuam as mesmas. E os novos meios multiplicaram os desafios das instituições. Somos um time que une grande experiência em todos os meios de comunicação. Agora à sua disposição.Confira as soluções em Comunicação que podemos te oferecer, clicando no link: https://imagemecredibilidade.com/
-
1000
Brasilia ja 233: O que esperar da Cúpula do Mercosul, se é que se pode esperar algo
A Cúpula do Mercosul se inicia no Rio de Janeiro, na bela paisagem do Museu do Amanhã. Mas, além da linda vista da Baía da Guanabara, é possível se esperar mais alguma coisa da reunião dos chefes de Estado do bloco econômico que reúne os países sul-americanos? A maior expectativa que havia sobre essa cúpula, que encerra o mandato do Brasil na presidência do Mercosul, era a assinatura do acordo de livre comércio com a União Europeia. Mas, apesar do empenho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a reunião deverá se encerrar sem a assinatura do acordo. Pelo lado europeu, há uma resistência muito grande da França. Pelo lado sul-americano, uma hesitação da Argentina. A análise das expectativas quanto à Cúpula do Mercosul é o tema do Brasília Já de hoje. Com Rudolfo Lago.
-
999
Brasilia Já 232: A batalha de Dino no Senado
Divulgado na segunda-feira (4), o relatório do senador Weverton Rocha (PDT-MA) sobre a indicação de Flávio Dino ao Supremo Tribunal Federal (STF) é peça importante na batalha do ministro da Justiça para conquistar os votos necessários no Senado e a vaga na Suprema Corte. O relatório é amplamente favorável à indicação. Mas está longe de resolver a batalha que Dino terá de enfrentar na semana que vem, quando acontecerá sua sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e a votação no plenário. Dino enfrentará um ambiente hostil e a forte disposição da oposição para derrotá-lo. Os bastidores dessa batalha e a análise sobre os desafios que Flávio Dino irá enfrentar são o tema do Brasília Já de hoje. Com Rudolfo Lago.
-
998
Brasilia Já 231: Um acordo para tirar o STF da berlinda
As últimas semanas têm sido de forte questionamento das ações do Supremo Tribunal Federal (STF). Primeiro, com a aprovação pelo Senado da PEC “encurta toga”. Depois, com o pedido de CPI para investigar eventuais abusos da Suprema Corte feito pelo deputado Marcel Van Hatten (Novo-RS). E, agora, com o projeto do deputado Marcos Pereira (Republicanos-SP). Mais light que a PEC aprovada no Senado, o projeto de Marcos Pereira pode acabar virando o caminho para tirar o STF da berlinda. Até porque ele seria parte de um acordo para moderar a Corte com a própria participação dela. O projeto nasceu da discussão de uma comissão de juristas comandada pelo ministro Gilmar Mendes. Suas chances de aprovação e a análise da solução para os questionamentos sobre o Supremo são o tema do Brasília Já de hoje. Com Rudolfo Lago.
-
997
Brasilia Já 229: Como deverá ser a dança das cadeiras com a saída de Dino
Enquanto o ministro da Justiça, Flávio Dino, perambula pelo Senado em busca do apoio necessário para ser aprovado para o Supremo Tribunal Federal (STF), já se discute sua sucessão no poder Executivo. A definição só se dará depois que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltar da viagem a Dubai, nos Emirados Árabes, para participar da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, a COP28. Mas os cenários já são amplamente discutidos. Há uma grande possibilidade de agora, de fato, Lula promover o desmembramento da pasta da Justiça, criando o Ministério da Segurança Pública. Para a Justiça, crescem as chances do ex-ministro do STF Ricardo Lewandowski. Na Segurança, há dois caminhos possíveis sendo cogitados. Esses caminhos, essas alternativas, essas soluções são o tema do Brasília Já de hoje. Com Alexandre Jardim e Rudolfo Lago.
-
996
Brasilia Já 226: Pavões e tuiuiús: o que representam Flávio Dino no STF e Paulo Gonet na PGR
O presidente Luíz Inácio Lula da Silva parece finalmente ter se decidido sobre os nomes que ocuparão as vagas no Supremo Tribunal Federal (STF) e na Procuradoria-Geral da República (PGR). Segundo as informações que circulam no início desta semana, Lula deverá anunciar ainda nesta segunda-feira (27) o ministro da Justiça, Flávio Dino, para a vaga no STF aberta com a aposentadoria de Rosa Weber. E Paulo Gonet para o cargo de procurador-geral da República, vago após o final do mandato de Augusto Aras. Na disputa política que há na PGR, Gonet é uma vitória do grupo conhecido como “pavões”, e uma derrota dos “tuiuiús”. Na edição de hoje do Brasília Já, Alexandre Jardim e Rudolfo Lago explicam que disputa é essa. E como ela repercute nas escolhas feitas por Lula.
-
995
Brasilia Ja 225: Precisa servir chá de camomila na Praça dos Três Poderes
A semana termina em Brasília com os poderes da República em pé de guerra. Depois que o Senado aprovou a PEC “encurta toga”, o Supremo reagiu de maneira dura, falando em troco. Por enquanto, o efeito prático da aprovação da PEC é nenhum, porque ela ainda precisa passar pela Câmara e não há nenhuma perspectiva de que isso aconteça tão cedo. O problema é o efeito político. A crise entre os poderes paralisa a pauta dos projetos de interesse do governo. O Congresso adiou esta semana a apreciação dos vetos presidenciais, da reforma tributária, da LDO. Para completar o quadro, na noite de quinta-feira (23), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou a desoneração da folha de pagamento de 17 setores da economia e dos municípios. O que deverá gerar nova insatisfação tanto no Congresso quanto entre o empresariado. Em vez de cafezinho, os garçons na Esplanada deveriam começar a servir um chazinho para acalmar os ânimos. É o que recomendam Alexandre Jardim e Rudolfo Lago no Brasília Já de hoje.
-
994
Brasília Já 224: Como foi a votação da PEC que encurta a toga dos ministros do STF
Com 52 votos favoráveis, o Senado aprovou na noite de quarta-feira (22) a PEC que “encurta” o tamanho da toga dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), limita os seus poderes. A votação gerou um racha entre os líderes do governo. Enquanto o líder no Congresso, Randolfe Rodrigues (sem partido-AP) trabalhava contra a proposta, o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), acabou votando a favor e liberando a bancada. A posição de Wagner atrapalhou a articulação de Randolfe e virou votos importantes para garantir a vitória da PEC, que agora segue para votação na Câmara. A posição de Jaques Wagner favorável à PEC surpreendeu a todos e gerou reclamações, dentro do governo e no STF. Mas esse comportamento pode ter explicações. É o que analisam Alexandre Jardim e Rudolfo Lago no Brasília Já de hoje.
-
993
Brasília Já 220: Entenda o arriscado jogo do déficit zero
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, venceu a primeira disputa na queda-de-braço sobre a meta fiscal do governo. Conseguiu convencer o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, sua equipe e o relator da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), Danilo Forte (União-CE), que deve ser mantida a meta de déficit zero para o ano que vem. Para conseguir esse convencimento, Haddad aferrou-se a um jogo arriscado, de que irá conseguir aumentar no ano que vem a arrecadação do país. Para isso, porém, ele vai precisar da ajuda do Congresso para aprovar pontos do seu pacote econômico, que o Congresso não parece muito disposto a aprovar. Haddad conseguirá ao final a vitória no arriscado jogo do déficit zero? Ou se verá obrigado a rever no futuro a meta fiscal que ele poderia ter alterado agora? Os bastidores desse arriscado jogo são o tema do Brasília Já de hoje. Com Alexandre Jardim e Rudolfo Lago.
-
992
Brasília Já 219: Zero ou déficit? Será tudo jogo combinado?
No início da semana, o deputado Lindbergh Faria (PT-RJ), um dos vice-líderes do governo, apresentou duas emendas à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), alterando a meta fiscal de déficit zero para déficit de 0,75% ou 1%. Ao Brasília Já, Lindbergh garantiu que as emendas são iniciativas suas, não foram acertadas com o governo. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, segue defendendo que o déficit zero não seja alterado. Está prevista uma reunião até o final da semana para que se bata o martelo. De qualquer modo, as emendas foram apresentadas, e dão uma alternativa para que a meta seja alterada, caso assim se entenda. Serão as emendas de Lindbergh somente uma marcação de posição, como ele afirma, ou um jogo combinado para que a meta seja alterada sem que o governo se comprometa com a mudança? As hipóteses são o tema da análise de hoje. Com Alexandre Jardim e Rudolfo Lago.
-
991
Brasília Já 218: No Brasileirão do Planalto, um golaço e um gol contra
O Campeonato Brasileira anda embolado, disputadíssimo. Mas no Brasileirão da política, o jogo também embolou, depois que o governo, no mesmo dia, marcou um golaço e um tremendo gol contra. O golaço foi o desfecho da ação do governo para repatriar os brasileiros que estavam no Oriente Médio, no cenário do conflito entre Israel e o grupo Hamas. Já perto da meia-noite de segunda-feira (13), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu os repatriados que chegaram da Faixa de Gaza, coroando um esforço que mobilizou dez aeronaves da Força Aérea Brasileira, incluindo o avião presidencial. No mesmo dia, porém, foi marcado um gol contra, depois que se soube que dois secretários do Ministério da Justiça receberam em seus gabinetes Luciene Barbosa Farias, conhecida como a “dama do tráfico”, mulher do chefe do Comando Vermelho conhecido por Tio Patinhas. As consequências desse jogo empatado no Planalto são o tema do Brasília Já de hoje. Com Alexandre Jardim e Rudolfo Lago.
-
990
Brasília Já 216: As negociações na porteira da Caixa
Indicado pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), Carlos Antônio Vieira tomou posse esta semana da presidência da Caixa. Sintomaticamente, estavam ausentes na posse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Aparentemente, Lula cede o banco ao Centrão, mas com certa contrariedade. Mas Vieira é somente parte do acordo com Lira e o Centrão em torno do banco. O grupo comandado pelo presidente da Câmara quer também as 12 vice-presidências. Os bastidores em torno dessa negociação são o tema do Brasília Já de hoje. Aparentemente, Lira não terá a porteira fechada, como queria. Duas vice-presidências acabarão sendo preservadas pelo governo. Quais são e as razões em torno dessa preservação é o que contam Alexandre Jardim e Rudolfo Lago.
-
989
Brasilia Já 214: Quais serão os próximos passos da reforma tributária
A reforma tributária foi aprovada com folga na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. Foram 20 votos favoráveis e apenas seis contrários. O que projeta uma aprovação com folga no plenário, nos dois turnos previstos para esta quarta-feira (8) e para quinta (9). Mas é preciso saber agora o que acontecerá em seguida. Como o texto foi muito modificado no Senado, terá de voltar para nova rodada na Câmara. E a Câmara não pode modificá-lo, porque isso implicaria novo retorno ao Senado, e a reforma acabaria não sendo promulgada este ano. A Câmara aceitará as diversas exceções à reforma que foram introduzidas pelos senadores? Ou encontrará caminhos alternativos para chegar a uma solução que permita a aprovação da reforma, esperada há mais de 40 anos? Os caminhos futuros e a análise da reforma que saiu do Senado são o tema do Brasília Já de hoje. Com Alexandre Jardim e Rudolfo Lago.
-
988
Brasília Já 215: A corrida contra o tempo da reforma tributária
A reforma tributária foi aprovada no Senado. E agora começa uma corrida contra o tempo para que tudo se conclua antes do final do ano, como deseja o governo. Na semana que vem, haverá o feriado de 15 de novembro, na próxima quarta-feira. Por causa dele, não haverá sessão deliberativa, nem na Câmara nem no Senado. Os deputados, então, só deverão votar a reforma na semana seguinte. Os caminhos ainda estão sendo discutidos. A reforma será fatiada, para que se promulgue somente o que já houve consenso entre a Câmara e o Senado? Ou o texto será analisado integralmente? Se integralmente, os deputados concordarão agora com ele? Os próximos caminhos da reforma tributária são analisados no Brasília Já de hoje. Com Alexandre Jardim e Rudolfo Lago.
-
987
Brasília Já 213: Zero ou déficit? A história da meta fiscal é jogo combinado?
A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) começa a tramitar na Comissão Mista de Orçamento sem que esteja resolvida a questão da meta fiscal. Oficialmente, o compromisso assumido pelo governo ao enviar a proposta é de déficit zero, ou seja, gastar no ano que vem somente o valor que arrecadar. Mas o presidente Luiz Inácio Lula da Silva praticamente sepultou essa possibilidade em conversa recente com jornalistas, admitindo a possibilidade de um déficit. Como, então, alterar a meta, abrir caminho para um déficit sem desgastar o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que se comprometeu com o equilíbrio fiscal, e sem parecer, por outro lado, que o presidente Lula é fraco? Uma solução nesse sentido foi discutida e está sendo construída no Congresso. Qual é esse caminho é o que contam Alexandre Jardim e Rudolfo Lago no Brasília Já de hoje.
-
986
Brasilia Já 212: Dias decisivos para a economia
A economia brasileira viverá dias decisivos esta semana. Na terça-feira (7), a Comissão Mista de Orçamento vota o relatório da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). No mesmo dia, a Comissão de Constituição e Justiça vota o relatório da reforma tributária. Se os dois textos forem aprovados nas respectivas comissões, a expectativa é que ambos sejam levados para o plenário na quarta-feira (8). A aprovação dos dois temas irá gerar sinalizações importantes para a economia. A LDO define as regras para a aprovação do orçamento, o que deverá acontecer na sequência. E a reforma tributária um novo modelo de cobrança de impostos sobre consumo, mais racional e simplificado, apesar das várias exceções que foram impostas. Caminhos importantes para obter avanços maiores na economia, acelerando o ritmo da queda da taxa de juros, que na semana passada, foi reduzida em meio ponto percentual, mas continua sendo a maior praticada no mundo. A semana decisiva e seus reflexos para a economia são o tema do Brasília Jà de hoje. Com Alexandre Jardim e Rudolfo Lago.
-
985
Brasília Já 211: Haddad: entre a gastança e o controle da inflação
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, tem desafios importantes nas suas negociações com o Congresso na reta final do ano. Tanto nas discussões sobre a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e orçamento quanto na reforma tributária, Haddad sofre uma pressão por criar situações que autorizem mais gastos, mais exceções, que impactarão no preço de produtos e serviços e podem gerar no futuro inflação, que é a sua tarefa controlar. Na terça-feira (7), a Comissão Mista de Orçamento recebe o relatório preliminar da LDO. E ele já deverá sepultar a meta fiscal de déficit zero, admitindo um déficit de 0,5%. Mais autorização para gastos que pode gerar inflação. E as diversas exceções na reforma tributária podem elevar a alíquota do novo imposto para 27,5%. Imposto mais caro será repassado para o preço dos produtos, gerando inflação. Como Haddad conciliará essas negociações com o Congresso, que querem mais gastança, com o controle da inflação? Esse dilema é o tema do Brasília Já de hoje. Com Alexandre Jardim e Rudolfo Lago.
-
984
Brasília Já 210: Braga Neto condenado. O uso da farda não livra ninguém
Na noite de terça-feira (31), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), condenou novamente o ex-presidente Jair Bolsonaro. Na prática, para ele, a nova condenação não altera a sua situação: ele já estava inelegível até 2030, e assim permanece. A novidade foi a condenação também de seu candidato a vice, general Braga Neto, que agora também fica inelegível até 2030, e sai, assim, dos planos de seu partido, o PL, para a prefeitura do Rio de Janeiro no ano que vem. Ao proferir seu voto, o presidente do TSE, ministro Alexandre de Moraes, disse que a justiça não podia se comportar como avestruz, colocando a cabeça em um buraco para ignorar eventuais crimes com medo da patente de quem o cometeu. Um sinal importante de que, de fato, posturas individuais de integrantes das Forças Armadas não serão relevadas pelo eventual uso da farda. Essa a análise de Alexandre Jardim e Rudolfo Lago no JBrNews de hoje.
-
983
Brasília Já 209: Haddad corre atrás do prejuízo
Depois da fala do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na sexta-feira (27), na qual se descomprometeu com o cumprimento da meta fiscal de déficit zero colocada na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e no orçamento do ano que vem, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, se desdobra para reverter as reações negativas. Reuniões com líderes no Congresso estão acontecendo para aparar as arestas, de modo com que Haddad consiga cumprir até o final do ano a agenda de aprovações das pautas de interesse da equipe econômica no Congresso. Se o governo não se compromete com a meta fiscal, há o risco de o Congresso também não querer se comprometer. Se o governo quer gastar mais, também querem mais autorização para gastar os deputados e senadores, que querem liberar mais e mais emendas orçamentárias. No meio disso tudo, Haddad desdobra-se para não perder a confiança do mundo empresarial e financeiro. O tamanho desse rolo é o que explicam Alexandre Jardim e Rudolfo Lago no Brasília Já de hoje.
-
982
Brasilia Já 208: Curta e intensa. A semana em Brasília
O feriado do dia 2 de novembro, Dia de Finados, tornará a semana mais curta no mundo dos poderes em Brasília. Mas não menos intensa. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) julgará o ex-presidente Jair Bolsonaro novamente. E o Congresso deve ter sessão para avaliar os vetos presidenciais. Dois deles ganham maior destaque: o arcabouço fiscal e o Marco Temporal das Terras Indígenas. Vetos que serão analisados em um ambiente que mudou nas últimas semanas na Câmara e no Senado, com humores azedados com relação ao governo, especialmente no Senado. É nesse ambiente que repercute a fala do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na sexta-feira (27), admitindo que a meta fiscal de déficit zero não será cumprida. Fala que também repercutirá nos humores das próximas semanas, quando o Congresso analisa a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e o orçamento do ano que vem. Esse é o tema do Brasília Já de hoje. Com Alexandre Jardim e Rudolfo Lago.
-
981
Brasília Já 207: O clima pesou no Senado...
Justamente na hora em que chega à reta final a reforma tributária, o clima no Senado pesou para o governo. A rejeição do nome de Igor Roque para a Defensoria Pública da União (DPU) foi o sinal mais veemente. Há diversas explicações para o que está acontecendo. Que vão desde certo ciúme dos senadores das coisas que o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), consegue apertando o governo, até já a sucessão no comando do Senado, que só acontecerá em 2025. O fato é que o viés do Senado se tornou mais conservador e mais próximo da oposição. E a casa que até há pouco tempo era porto de tranquilidade para o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva já não age mais assim. As razões dessa mudança de clima e as consequências são o tema do Brasília Já de hoje. Com Alexandre Jardim e Rudolfo Lago.
-
980
Brasíia Já 206: Sem querer querendo... Foi assim que Lira foi parar na lixeira
Há uma grande desconfiança, tanto no Palácio do Planalto quanto na própria Caixa, de que a exposição do tal quadro no qual o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), aparece dentro de uma lata de lixo teria sido uma provocação proposital. Sabedora de que seria demitida a qualquer momento, a agora ex-presidente da Caixa Rita Serrano teria, no mínimo, feito vista grossa com a exposição. O problema é que a provocação acabou, ao contrário, ajeitando as coisas para Lira obter exatamente o que queria. Rita Serrano foi demitida, e ele conseguiu o comando do banco, e talvez consiga agora, como queria, suas 12 vice-presidências. Obtida a Caixa, Lira destravou a pauta da Câmara. O velho morde-e-assopra de sempre, com uma diferença: quem deu a mordida inicial desta vez não foi Lira. É o que contam Alexandre Jardim e Rudolfo Lago no Brasília Já de hoje.
-
979
Brasília Já 205: Lira virado num Jiraia! A Esplanada pegando fogo!
O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), retornou de uma semana de viagens internacionais. E na sua volta já botou fogo na Esplanada dos Ministérios. Lira já chegara irritado com a falta de cumprimento de acordos que foram feitos ainda no ano passado, envolvendo emendas e cargos. Então, deparou com sua imagem dentro de uma lata de lixo em uma exposição de arte na Caixa Econômica Federal. Justamente na Caixa, que ele e o Centrão ambicionam. Foi o suficiente para que a pauta de interesse da equipe econômica fosse travada. Para que vetos como o do Marco Temporal agora fiquem mais ameaçados de ser derrubados. E no Senado o ambiente não é melhor. Foi aprovado na Comissão de Assuntos Econômicos o projeto que desonera a folha de pagamento de setores da economia, e que provoca um rombo de R$ 20 bilhões. E a reforma tributária patina. A semana começou complicada na Esplanada. Como mostram Alexandre Jardim e Rudolfo Lago no Brasília Já de hoje.
-
978
Brasília Já 204: O Rio de Janeiro continua feio...
É triste ter que admitir. Dominado pelo crime organizado e pelas milícias, o Rio de Janeiro inverteu o sentido dos famosos versos de Gilberto Gil. Apesar de suas belezas naturais, o Rio de Janeiro não está mais lindo. O Rio de Janeiro continua feio. A segunda-feira foi de completo caos na cidade, especialmente na Zona Oeste. Pelo menos 35 ônibus incendiados. A população sem transporte. Tudo porque a cidade vive uma guerra entre o crime organizado e as milícias, em torno do tráfico de drogas e de armas. O governador do Rio de Janeiro, Claudio Castro, discute com o governo federal saídas para contornar a grave crise. Cogita-se a possibilidade de envio de tropas do Exército. O ministro da Justiça, Flávio Dino, discute essa alternativa, e como ela se daria, com o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro. A trise situação do Rio de Janeiro, porta de entrada dos turistas estrangeiros no país, principal referência do Brasil para o mundo, é o tema do Brasília Já de hoje. Com Alexandre Jardim e Rudolfo Lago.
-
977
Brasília Já 203: Na Argentina, o futuro sul-americano
O primeiro turno das eleições presidenciais na Argentina terminou, indicando uma disputa no segundo turno entre esquerda e direita. É a repetição lá de um quadro de polarização que nos acostumamos a ver por aqui nos últimos anos. O atual ministro da Economia, Sergio Massa, candidato de esquerda, ligado ao tradicional peronismo, saiu na frente. Em seu encalço está o candidato de extrema-direita Javier Milei. Quem vencer o segundo turno, no dia 19 de novembro, ajuda a projetar o futuro político do continente sul-americano. Se segue a tendência de esquerda que se viu aqui com a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva. Ou se retoma o caminho de quando aqui se elegeu Jair Bolsonaro, quando havia dez presidentes de direita no continente. Para além das questões ideológicas, a eleição também definirá o futuro das relações econômicas entre Brasil e Argentina. Essa é a análise que faz Rudolfo Lago no Brasília Já de hoje.
-
976
Brasília Já 202: A reforma corre risco de virar puxadinho
O relator da reforma tributária, Eduardo Braga (MDB-AM), promete protocolar até a noite de terça-feira (24) o seu relatório, para que seja lido na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) na quarta-feira (25). Os senadores querem duas semanas de prazo para analisar antes da votação. Ou seja, a reforma só se conclui no Senado em novembro. E, como será alterada, voltará para a Câmara. O risco de que a ansiada reforma tributária não termine este ano, assim, é bem real. Mas há um outro risco que pode pesar e muito no bolso do consumidor. Diversos setores se movimentam para virar exceção na reforma, para ter alíquota diferenciada. Quando maior a quantidade de quem virar exceção, maior também será a alíquota da regra geral. E uma reforma com um monte de exceções não resolverá o caos tributário brasileiro. Em vez de reforma, vira puxadinho. Essa a análise de Alexandre Jardim e Rudolfo Lago no Brasília Já de hoje.
-
975
Brasília Já 201: A complicada situação da reforma tributária
O relator da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM), promete ler hoje o seu relatório na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Isso, porém, está longe de significar que a mudança na cobrança dos impostos esteja pronta para ser, afinal, aprovada. Eduardo Braga recebeu mais de 500 propostas de emenda. E ele mesmo está dizendo que o texto que lerá pode ser uma versão preliminar. Além disso, há um relatório paralelo, da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), que também deverá ser lido hoje. O fato é que o texto a ser aprovado no Senado alterará o que veio da Câmara. O que obrigará um retorno para nova apreciação dos deputados. Que, caso alterem outra vez, obriga nova volta ao Senado. Uma situação que pode gerar um pingue-pongue sem fim. É o que explicam Alexandre Jardim e Rudolfo Lago no Brasília Já de hoje.
-
974
Brasília Já 200: Bolsonaro e mais 60. Metade de farda
A CPMI dos Atos Golpistas chega hoje ao seu capítulo final com a votação do relatório da senadora Eliziane Gama (PSD-MA). Ela pede o indiciamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e de mais 60 pessoas. Se isso terá efeitos práticos como consequência na Justiça, veremos nos próximos capítulos. Do ponto de vista político, prevalecerá a visão do governo, mas a polarização do país continua. Uma das novidades, porém, do texto de Eliziane é o pedido de indiciamento de diversos militares. Como a anistia não permitiu condenações por crimes na ditadura, é a primeira vez que militares são indiciados por suas atuações na vida política do país. Dos 61 indiciados, 31 são militares. Nove de alta patente: oito generais do Exército e um almirante, Almir Garnier, ex-comandante da Marinha. Os efeitos da responsabilização desses militares é o tema do Brasília Já de hoje. Com Alexandre Jardim e Rudolfo Lago.
-
973
Brasília Já 199: Uma CPMI com pouco resultado e muito relatório
A CPMI dos Atos Golpistas chega ao seu final. Mas talvez sem ter sido de fato capaz de ajudar na elucidação de quem foram os responsáveis pelos lamentáveis atos do dia 8 de janeiro, quando os três principais prédios da República brasileira foram invadidos e depredados. A Comissão de Inquérito pouco conseguiu avançar para além de outras investigações sobre os atos que já ocorriam na Polícia Federal e no Supremo Tribunal Federal (STF). Ficou apenas na luta política. Que fica evidente pela existência, ao final, de três relatórios diferentes para explicar o que houve. O relatório oficial, da senadora Eliziane Gama (PSD-MA), traz a versão do governo. Um primeiro relatório paralelo, coordenado pelo deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ), a visão da oposição. E há ainda um terceiro relatório, do senador Izalci Lucas (PSDB-DF), que fica no meio-termo. Representação maior da polarização política brasileira não poderia haver. É o que analisam Alexandre Jardim e Rudolfo Lago no Brasília Já de hoje.
-
972
Brasília Já 198: Semana intensa em Brasília. Veja o que ela reserva
Depois da semana esvaziada pelo feriado de Nossa Senhora Aparecida, os poderes em Brasília retomam a sua agenda de forma intensa. Há decisões importantes previstas tanto no Legislativo quanto no Executivo e no Judiciário. A CPMI dos Atos Golpistas de 8 de janeiro se encerra com a leitura do relatório da senadora Eliziane Gama (PSD-MA). O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) julga ação que pode reforçar a inelegibilidade do ex-presidente Jair Bolsonaro. E o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem até sexta-feira para sancionar ou vetar o projeto sobre o Marco Temporal das Terras Indígenas. E ainda há outros temas em pauta na agenda política de Brasília. É o que contam Alexandre Jardim e Rudolfo Lago no Brasília Já de hoje.
-
971
Brasília Já 197: Lula Futebol Clube ou Sociedade Esportiva Bolsonaro?
Um ano depois das eleições presidenciais, o país continua completamente dividido como se fossem duas torcidas de futebol. Metade está com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e metade ainda com o ex-presidente Jair Bolsonaro. É o que mostra a pesquisa “A cabeça do brasileiro”, feita pelo Instituto Brasilis. Os efeitos políticos dessa polarização que persiste no país mesmo um ano depois da eleição são o tema do Brasília Já de hoje. Mas a pesquisa traz outro dado que talvez aponte para certa maturidade do eleitor: entre os beneficiários do Bolsa-Família, a polarização é praticamente a mesma. Ou seja, eles já parecem enxergar o benefício como um direito, e não mais como um favor que deve ser pago com a gratidão e o voto. É o que analisam Alexandre Jardim e Rudolfo Lago.
-
970
Brasília Já 195: A guerra agora é dentro do próprio governo
A disputa entre os poderes que vem se desenrolando há semanas em Brasília agora começa a gerar uma briga dentro do próprio governo. A questão do Marco Temporal das terras indígenas colocou em conflito inicialmente o Judiciário e o Legislativo. No mesmo dia em que o Supremo Tribunal Federal (STF) julgava o marco inconstitucional, o Senado aprovava um projeto mantendo o entendimento de que só valem as demarcações de terras que os indígenas já ocupassem na data da Constituição. A aprovação do projeto jogou o problema no colo do Executivo, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que agora tem que sancionar ou não o texto. Isso agora gerou uma guerra dentro do próprio governo, entre os setores ligados ao meio ambiente e o setor político. É o que contam Alexandre Jardim e Rudolfo Lago no Brasília Já de hoje.
-
969
Brasília Já 194: O Supremo é um detalhe na guerra entre os poderes. Entenda
A guerra entre os poderes, especialmente entre o Senado e o Supremo Tribunal Federal (STF), tem menos de fato a ver com um eventual incômodo dos senadores com decisões da Corte e mais com os bastidores da disputa dentro do próprio Congresso pelas sucessões de Arthur Lira (PP-AL) no comando da Câmara e de Rodrigo Pacheco (PSD-MG) no Senado. Há algumas semanas, conversas começaram a acontecer entre os partidos, em busca de apoios tanto do lado do governo quanto na oposição. E foi justamente no momento em que essas conversas amadureceram que Rodrigo Pacheco começou a voltar suas baterias contra o Supremo. Nada acontece por acaso. O que está por trás desses movimentos é o que contam Alexandre Jardim e Rudolfo Lago no Brasília Já de hoje.
-
968
Brasília Já 193: Na guerra entre os poderes, uma batalha de 42 segundos
Quarenta e dois segundos. Foi o tempo gasto pela Comissão de Constituição e justiça (CCJ) do Senado para aprovar uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) limitando poderes dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Mais um recado expresso dado pelos senadores na guerra que resolveram declarar entre os poderes. Uma guerra que agora não envolve mais somente Legislativo e Judiciário. Ela está inserida em uma pressão do Senado por mais protagonismo. Que atinge também a Câmara e os interesses do governo federal. Em busca por esse maior protagonismo, por exemplo, o Senado ensaia adiar a conclusão da reforma tributária. A escalada dessa guerra entre poderes é o tema do Brasília Já de hoje. Com Alexandre Jardim e Rudolfo Lago.
-
967
Brasília Já 192: Vai estourar um novo escândalo do orçamento?
Às vésperas de o Congresso se reunir para analisar vetos presidenciais importantes, como nas questões do arcabouço fiscal e do Carf, o governo liberou mais R$ 3,5 bilhões em emendas orçamentárias. Desde o início do ano, já foram liberados mais de R$ 23 bilhões. A cada momento importante no Congresso, tem sido assim. Já está claro que a atual base do governo hoje é formada dessa forma, em troca de cargos e verbas. Um jogo que vai se tornando pesado e que leva ao temor de que, a qualquer momento, acabe por estourar um novo escândalo do orçamento. As delicadezas desse jogo perigoso e os bastidores de como ele tem sido feito são o tema do Brasília Já de hoje. Com Alexandre Jardim e Rudolfo Lago.
-
966
Brasília Já 191: O discreto Pacheco resolveu ir à guerra
Até então, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), esmerava-se em ser o estereótipo do político mineiro: discreto e distante de polêmicas. Nos últimos tempos, porém, Pacheco parece ter resolvido ir à guerra. Ele tem sido um dos protagonistas da disputa entre o Congresso e o Supremo Tribunal Federal (STF). Depois de ter colocado em votação o projeto sobre o Marco Temporal das terras indígenas, agora defende um mandato de oito anos para os ministros do Supremo. E ainda resolveu comprar uma briga também com a Câmara, ao não colocar em votação a minirreforma eleitoral. O novo perfil de Rodrigo Pacheco em seu modo bélico é o tema do Brasília Já de hoje. Com Alexandre Jardim e Rudolfo Lago.
-
965
Brasília Já 190: Onde irá parar a guerra entre os poderes?
Um grupo de parlamentares prepara uma emenda constitucional que, se aprovada, daria ao Congresso o poder de rever decisões em julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF). Em síntese, passaria a dar ao Congresso a palavra final em questões constitucionais. Independentemente da chance de vir a ser aprovada, o fato de a emenda constitucional ter tido as assinaturas mínimas de apoio e estar tramitando mostra a escalada da disputa entre os poderes. Bombeiros estão entrando no jogo e propondo diálogo. Mas fica claro o tamanho do problema e a necessidade de uma solução que reequilibre os poderes da República. É o que analisam Alexandre Jardim e Rudolfo Lago no Brasília Já de hoje.
-
964
Brasília Já 189: Quem põe fim à guerra entre os poderes?
Durante a posse do novo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, esse era o tema em diversas rodas de conversa: é preciso botar água na fervura da escalada da guerra entre os poderes. Mesmo o líder do PL, principal partido de oposição, na Câmara, Altineu Côrtes (RJ), considera que é preciso haver diálogo para conter essa disputa, que não é boa nem para os próprios poderes, muito menos para a sociedade. A guerra foi declarada na discussão sobre o Marco Temporal das terras indígenas. Mas poderá ter outros capítulos a partir de outras questões, a não ser que o bom senso comece a imperar e alguém proponha uma solução que coloque fim a essa disputa. Esse é o assunto do Brasília Já de hoje. Com Rudolfo Lago.
-
963
Brasília Já 188: A complicada queda-de-braço entre os poderes
Na quarta-feira (27), enquanto o Supremo Tribunal Federal (STF) terminava um julgamento derrubando o Marco Temporal das Terras Indígenas, o Senado votava a toque de caixa um projeto retomando-o. Nada pode representar melhor a complicada queda de braço entre os poderes da República. Situação que agora acabará envolvendo também o poder Executivo. Porque, aprovado o projeto, o presidente Lula terá que sancionar ou vetá-lo. E Lula já indicou que irá vetá-lo. Mas, depois, o Congresso poderá derrubar o veto. E, nesse caso, é inevitável que a questão volte para novo julgamento no Supremo. Independentemente das posições de cada um, é boa para o país essa disputa? Ela provoca ou não insegurança jurídica para as partes envolvidas em litígios? É o tema do Brasilia Já de hoje. Com Alexandre Jardim e Rudolfo Lago.
-
962
Brasília Já 187: A queda-de-braço entre o STF e o Congresso
Termina nesta quarta-feira (27) o mandato de Rosa Weber como presidente do Supremo Tribunal Federal (STF). A ministra se aposenta da Suprema Corte na semana que vem. E, em seus últimos momentos à frente do STF, ela resolveu pautar julgamentos polêmicos especialmente na área de costumes, que acabaram por gerar incômodos no outro lado da rua, em um Congresso majoritariamente conservador. Na própria quarta, termina no STF o julgamento sobre o Marco Temporal das Terras Indígenas. No mesmo momento em que a Corte define por um lado, o Senado organiza-se para reagir e decidir por outro. O mesmo pode acontecer em outros julgamentos em curso, como os que propõem a descriminalização do aborto e da maconha. As repercussões dessa queda-de-braço entre STF e Congresso são o tema do Brasília Já de hoje. Com Alexandre Jardim e Rudolfo Lago.
-
961
Brasília Já 186: CPIs chegam ao final. Irrelevantes e inúteis?
Três Comissões Parlamentares de Inquérito chegam ao final nesta terça-feira (26). E é de se perguntar para que afinal elas vieram. Duas delas – das Lojas Americanas e das Apostas Esportivas – deverão ser concluídas sem qualquer indiciamento, ou seja, a investigação não conseguiu apurar responsabilidades. Outra – a CPI do MST – deverá ter dois relatórios, talvez sem maioria para aprovar nenhum deles. Um pouco mais de destaque talvez tenha a CPMI dos Atos Golpistas, que continua com o depoimento hoje do ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência general Augusto Heleno. Mas mesmo a CPMI em algum momento avançou para além de outras investigações sobre os atos antidemocráticos? Esse é o questionamento que fazem Alexandre Jardim e Rudolfo Lago no Brasília Já de hoje.
-
960
Brasília Já 185: Bolsonaro sondou militares sobre golpe. Não colou
Na esteira das revelações, que ainda precisam ser confirmadas, da delação premiada do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de Ordens do então presidente Jair Bolsonaro, o Brasília Já ouviu fontes militares. Que, embora não confirmem a reunião, não descartam que uma conversa naquele sentido possa mesmo ter ocorrido. Bolsonaro estaria buscando saídas “jurídicas” – e, aí, com todas as aspas possíveis – que justificassem uma intervenção para fechar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), anular as eleições e convocar um novo pleito. A minuta de decreto de Estado de Defesa seria esse possível caminho. Se tivesse respaldo dos comandantes militares e de suas tropas. Não teve. É o que explicam Alexandre Jardim e Rudolfo Lago no Brasília Já de hoje.
-
959
Brasília Já 184: Se comprovado, Bolsonaro tramou um golpe
As informações que surgiram na quinta-feira (21) sobre a delação do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do então presidente Jair Bolsonaro, ainda não são oficiais. Os depoimentos estão sob sigilo. Mas, se comprovadas, elas indicam a participação direta de Bolsonaro na arquitetura de um golpe de Estado. Segundo as informações, Mauro Cid teria dito que Bolsonaro reuniu os comandantes militares para discutir com eles a decretação de um Estado de Defesa, que fecharia o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), prenderia algumas pessoas e anularia as eleições do ano passado, caso houvesse, como houve, a derrota no seu projeto de reeleição. Se tais informações forem comprovadas, e se a investigação avançar nesse sentido, ficará clara a responsabilidade de Bolsonaro. E que o 8 de janeiro foi parte da trama. Esse é o tema do Brasília Já de hoje. Com Alexandre Jardim e Rudolfo Lago.
-
958
Brasília Já 183: “Tira bom” e “tira mau”: a política como ela é
Enquanto estavam em Nova York o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), o ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, aproveitou para fazer um périplo na quarta-feira (20) pelo Congresso Nacional. Visitou não apenas deputados e senadores governistas, mas esteve inclusive com parlamentares de oposição. A visita mais importante foi ao líder do PP na Câmara, Dr. Luizinho (RJ), que reuniu a bancada inteira do partido num gesto de aproximação. Ao final, Padilha admitiu: tem o PP da Câmara, mas não tem o do Senado. Uma estratégia que não é novidade. Ao longo da história, outros partidos também fizeram essa tática de morde-e-assopra. De ter de um lado um “tira bom” e de outro um “tira mau”. E é assim que vão arrancando dos governos o que desejam. É o que explicam Alexandre Jardim e Rudolfo Lago no Brasília Já de hoje.
-
957
Brasília Já 182: Lula põe o Brasil de volta no cenário internacional
No governo Jair Bolsonaro, chegamos a ter um ministro de Relações Exteriores que disse que não se importava se o Brasil se tornasse um “pária” internacional. Discursos deslocados da realidade global, com posicionamentos extremos, de fato fizeram o país perder protagonismo. O discurso feito pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na abertura da Assembleia das Nações Unidas na terça-feira (19) parece ter tido o condão de recolocar o Brasil no cenário internacional. Lula pregou a necessidade uma nova conformação global, dando mais voz aos países emergentes, no momento em que esse discurso começa a ser de fato mais levado em conta pelas nações mais poderosas. O retorno de uma maior importância brasileira no cenário internacional pode ser medido pelo fato, por exemplo, de o presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, ter pedido uma audiência com Lula para expor seus argumentos sobre a guerra com a Rússia. As repercussões do discurso de Lula na ONU são o tema do Brasília Já de hoje. Com Alexandre Jardim e Rudolfo Lago.
-
956
Brasília Já 181: Os oscilantes humores do mercado com o governo
O mercado financeiro, o mundo do dinheiro, vive num clima de montanha russa com o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do ministro da Fazenda, Fernando Haddad. É o que mostra pesquisa Genial/Quaest feita com analistas financeiros e banqueiros. Em março, na primeira rodada da pesquisa, o clima de desconfiança com o governo Lula e seu ministro da Fazenda era absoluto. Na virada do primeiro para o segundo semestre, com as aprovações do arcabouço fiscal e da reforma tributária na Câmara, o otimismo melhorou muito. E, agora, volta a apresentar queda. As razões dessas oscilações de humor do mercado com o governo são o tema do JBrNews de hoje. Com Alexandre Jardim e Rudolfo Lago.
-
955
Brasília Já 180: Arthur Lira abre o jogo do toma-lá-dá-cá
Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), abriu o jogo das negociações do governo. De fato, segundo ele, ficou acordado que o PP receberia, além do Ministério do Esporte, a Caixa Econômica de porteira fechada, com todas as suas 12 diretorias. E o Republicanos, além de Portos e Aeroportos, a Fundação Nacional de Saúde. Em troca, segundo ele, os dois partidos passam, de fato, a compor a base do governo. Que, agora, já estaria em torno de 350 deputados. Diz ainda Arthur Lira que a essa altura mesmo parte do PL já votaria a favor do governo Lula. Trata-se de uma base, porém, forjada em troca da liberação de cargos e verbas. Ou seja, a explicitação do toma-lá-dá-cá. Como explicam Alexandre Jardim e Rudolfo Lago no Brasília Já de hoje.
-
954
Brasília Já 179: Sinais de alerta para Lula no Datafolha
A nova pesquisa Datafolha divulgada na noite de quinta-feira (14) acenda alguns sinais de alerta para o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Embora seu percentual de aprovação tenha se mantido estável, a reprovação subiu acima da margem de erro. E a pesquisa parece dar sinais de certa frustração de parte do eleitorado, que diz que esperava mais do atual governo e aponta também queda com relação à sua perspectiva de futuro. Tudo isso em um país que, quase um ano depois das eleições do ano passado, ainda se encontra polarizado. Há muito a se resolver ainda no quintal da própria casa. Os números da nova Datafolha são o tema do Brasíia Já de hoje. Com Alexandre Jardim e Rudolfo Lago.
-
953
Brasília Já 178: Posse envergonhada. A vergonha é de quê?
Chamou a atenção a forma envergonhada pela qual o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deu posse aos dois ministros do Centrão, André Fufuca, no Esporte, e Silvio Costa Filho, em Portos e Aeroportos. Ao contrário das grandes solenidades no Salão Nobre do Palácio do Planalto, as posses foram fechadas, dentro do gabinete de Lula, com pouquíssimas testemunhas. Lula passou claramente a ideia de que fazia algo contrariado, forçado, de forma não espontânea. Mas o que importa essa reação do presidente, se os dois ministros do Centrão tomaram posse e se terão gordas verbas e cargos para administrar? É o que analisam Alexandre Jardim e Rudolfo Lago no Brasília Já de hoje.
-
952
Brasília Já 177: Minirreformas: para os partidos, não para a sociedade
A quarta-feira (13) em Brasília será dia de minirreformas. Na minirreforma ministerial, tomam posse no primeiro escalão do governo André Fufuca, no Ministério do Esporte, e Silvio Costa Filho, em Portos e Aeroportos. Por interesse da sociedade, que terá ministros melhores, ou dos partidos que pressionaram a mudança? E a Câmara vota a minirreforma eleitoral, que flexibilizará as cotas para mulheres e negros e dará mais poder os comandantes das siglas. De novo, interesse da sociedade ou dos partidos políticos? O perigoso tempo em que os partidos parecem agir para atender aos seus próprios interesses e não necessariamente os interesses de quem os elege é o tema do Brasília Já de hoje. Com Alexandre Jardim e Rudolfo Lago.
-
951
Brasília Já 176: E as CPIs? Terminarão todas em pizza?
Quando no primeiro semestre, foram instaladas diversas CPIs na Câmara, no Senado e até a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) dos Atos Golpistas, imaginou-se que o festival de investigações iria desviar o foco de atenção no Congresso e dificultar o andamento da pauta de interesse do governo. Na verdade, não apenas o governo conseguiu aprovar as suas pastas como as CPIs vão chegando ao seu final sem produzir, de fato, grandes conclusões. A CPI das Lojas Americanas terminou na semana passada sem indiciar ninguém. A CPI do MST produziu uma reviravolta. E mesmo a CPMI dos Atos Golpistas talvez acabe sem grandes colaborações para as investigações do que aconteceu no 8 de janeiro. O balanço do festival de CPIs é o tema do Brasília Já de hoje. Com Alexandre Jardim e Rudolfo Lago
No matches for "" in this podcast's transcripts.
No topics indexed yet for this podcast.
Loading reviews...
ABOUT THIS SHOW
O novo mundo nos tornou donos de canais de comunicação. Se a comunicação, porém, se multiplicou, suas regras de eficácia continuam as mesmas. E os novos meios multiplicaram os desafios das instituições. Somos um time que une grande experiência em todos os meios de comunicação. Agora à sua disposição.Confira as soluções em Comunicação que podemos te oferecer, clicando no link: https://imagemecredibilidade.com/
HOSTED BY
Imagem & Credibilidade
CATEGORIES
Loading similar podcasts...