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Luís Marques Mendes
by SIC Notícias
Todos os domingos a análise de Luís Marques Mendes no Jornal da Noite. Um espaço em que o comentador olha de forma atenta e crítica para os assuntos que marcam a semana em Portugal e no estrangeiro
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"A estatura nunca o impediu de fazer grandes defesas". Amigos de Luís Marques Mendes recordam a sua paixão pelo futebol
A peça do Jornal da Noite que emocionou Luís Marques Mendes na sua despedida do pequeno ecrã. O comentador deixou o seu espaço de comentário para se candidatar à presidência da República e a SIC foi à sua terra natal percorrer o trajeto das suas memórias. Da paixão pelo futebol à relevância que assume em Fafe, sua terra natal, Luís Marques Mendes sempre foi uma voz "a quem as pessoas prestavam atenção".See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Marques Mendes sobre Hernâni Dias: "Não é normal alguém criar sociedades depois de entrar para o Governo. Tem de haver um esclarecimento"
Na semana em que formaliza a sua candidatura a Belém, Luís Marques Mendes faz o seu último comentário na SIC e despede-se da cadeira que ocupou durante 12 anos. Nas suas últimas notas, o comentador ressaltou a importância de o ex-secretário de Estado, Hernâni Dias, prestar esclarecimentos aos portugueses para além da demissão, falou da polémica entre Carlos Moedas e os números da PSP e ainda do estado da economia. Oiça aqui em podcast a despedida emocionada daquele que é agora um dos candidatos à presidência da república.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Marques Mendes: “Eu gostaria que todos os partidos, da direita à esquerda, fizessem pressão para que Miguel Arruda abandone o Parlamento”
O episódio do alegado roubo de malas por um deputado do Chega, a entrevista de Pedro Nuno Santos, os despedimentos no Bloco de Esquerda, e a posse de Trump são alguns dos temas abordados este domingo por Luís Marques Mendes no seu habitual espaço de comentário na SICSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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Marques Mendes: “Tenho a maior das dúvidas de que a comissão executiva do SNS seja útil para hospitais e doentes. Não vejo onde é que as coisas melhoraram”
Donald Trump toma posse esta segunda-feira, dia 20, para um segundo mandato como presidente dos EUA. “Vai ser bem diferente do primeiro mandato, em que houve muita trapalhada, mas as consequências não foram grandes. Agora Trump tem mais legitimidade, está mais profissional”, acredita Marques Mendes. O comentador prevê ainda que “vamos assistir já amanhã a algumas ordens executivas de deportações, a expulsar imigrantes. Os Açores já se estão a preparar para isso”, alerta. Com a demissão do CEO do SNS, Marques Mendes realça que é necessário avaliar se esta comissão executiva, criada há dois anos, faz mesmo sentido, reiterando que não vê onde é que as coisas melhoraram por haver mais um organismo. Na corrida para as autárquicas, o PS anunciou Alexandra Leitão como candidata por Lisboa, "uma candidata de que uns gostam muito e outros não gostam nada", que vai dar luta a Carlos Moedas. Ouça o programa em podcast, emitido a 19 de janeiro na SIC.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Luís Marques Mendes: “Um crime não tem raça, não tem cor. Segurança e imigração são compatíveis”
Este sábado, milhares de pessoas saíram à rua para manifestar contra o racismo. A manifestação foi convocada no seguimento da operação policial que encostou vários imigrantes contra a parede no Martim Moniz e abriu o debate sobre segurança em Portugal, aproveitado por várias forças políticas. Luís Marque Mendes comenta os acontecimentos e garante que “um crime não tem raça, não tem cor”, mas a rixa do local de hoje, a seu ver, demonstra que “a operação foi necessária e fazia sentido”. Sobre este tema conclui que “segurança e imigração não são incompatíveis, e Portugal precisa de ambas ao mesmo tempo”. No programa desta noite é ainda discutida a situação política de Moçambique, a possibilidade de uma reforma fiscal e a notícia sobre o rácio de escolas privadas em relação às escolas públicas. “Há greves a mais. Os sindicatos abusam e prejudicam as escolas”, garante. Ouça o programa em podcast, emitido a 12 de janeiro na SIC. See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Desafios para 2025: apostar em ciência, inovação, tecnologia e IA
O ano de 2024 acabou com o “caso Rosalino”, uma pessoa “competente”, na opinião de Marques Mendes, e a única pessoa que esteve bem na fotografia. Quanto à mensagem do Presidente da República, Marques Mendes aplaude a valorização da política externa, considerando que o que de mais influente que acontece hoje em dia nas nossas vidas decide-se nas outras capitais mundiais. Quanto aos desafios para 2025, o comentador chama a atenção para as áreas que considera mais importantes: a ciência, a inovação, a tecnologia e a Inteligência Artificial. Tempo ainda no comentário para falar sobre a situação preocupante do aumento do número de sem-abrigo. O programa foi exibido no Jornal da Noite da SIC a 5 de janeiro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Marques Mendes: "A grande crise política do ano de 2024 agradou a toda a gente"
É tempo de balanço. Luís Marques Mendes considera que a crise política que se seguiu à queda do Governo do Partido Socialista foi o grande facto político do ano: "Fez muito mais beneficiários do que vítimas. Agradou, em primeiro lugar, a Luís Montenegro, que ambicionava ser Primeiro-Ministro, agradou a Pedro Nuno Santos, que chegou a líder do PS, agradou a António Costa, que queria ser presidente do Concelho Europeu, agradou a Nuno Melo, que com a coligação voltou ao Parlamento, e finalmente André Ventura, que teve uma grande vitória, com 50 deputados". Oiça o programa em podcastSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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Marques Mendes: “Forças de Segurança têm de estar fora da luta política”
A operação policial levada a cabo no Martim Moniz foi um dos temas quentes da semana e, na opinião de Marques Mendes, "já aconteceram no passado e com vários governos", mas devem sempre respeitar três princípios: "necessidade, legalidade e proporcionalidade". A Fundação Francisco Manuel dos Santos publicou esta semana o chamado Barómetro sobre a imigração e que revelam as seguintas conclusões: cerca de 2/3 dos portugueses consideram que os imigrantes são fundamentais para a economia. Mais de 2/3 dos portugueses consideram que é necessária mais regulação. Quase 2/3 dos inquiridos "torcem o nariz" a imigrantes vindos do subcontinente indiano. Preferem imigrantes vindos do ocidente ou dos PALOP. See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Luís Marques Mendes: “Há estrangeiros a usar o SNS ilegalmente. O melhor caminho é discutir a Lei e ouvir os especialistas no Parlamento”
Luís Marques Mendes inicia espaço de comentário esta semana com aquilo que considera serem boas notícias para o país: os acordos entre os técnicos do INEM e o Governo, os fortes investimentos da Lufthansa em Portugal, o corte nas taxas de juro do BCE e o entendimento UE/Mercosul que pode vir a prevenir os futuros golpes económicos do protecionismo de Trump. Já sobre assuntos mais infelizes, como a discussão do uso abusivo do SNS por parte dos estrangeiros, o comentador pede que se ouçam os especialistas e, só depois, seja reformulada a lei. Traz também para a mesa com Clara de Sousa o tema da Via Verde para mão de obra imigrante, proposta do Governo que já está em conversações com as empresas, e garante: “É uma excelente ideia”. Ouça o comentário em podcast, emitido na SIC a 15 de dezembro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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“O caso de Sócrates mostra que há uma justiça para ricos e outra para pobres. Quem tem dinheiro consegue adiar o julgamento, é abusar da lei”
No habitual comentário semanal, Luís Marques Mendes analisa o impacto da crise em França e na Alemanha, o possível início do julgamento de José Sócrates e os protestos dos bombeiros sapadores. O comentador acredita que "não está em causa a justiça das pretensões dos bombeiros", mas sim a manifestação ilegal e violenta que fizeram. "Isto não é nem aceitável nem tolerável. Quem se considera "soldado da paz" não pode agir desta forma", considera. Marques Mendes aborda ainda o centenário de Mário Soares e a reabertura de Notre Dame. O espaço de comentário foi emitido na SIC a 8 de dezembro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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“A contestação do Chega sobre os salários dos políticos foi de muito mau gosto. Indignarem-se e depois ficarem com o dinheirinho? Isso é que é incoerente”
No habitual comentário semanal, Luís Marques Mendes fala sobre a aprovação do OE de 2025, a remuneração dos políticos, a mensagem sobre segurança que não devia ter sido feita por Montenegro, mas sim pelo MAI e os desafios de Costa como presidente do Conselho Europeu. Na SIC, o comentador aborda os temas mais relevantes da atualidade em Portugal e na Europa. Desde o desfecho da questão do Orçamento do Estado, os momentos decisivos das negociações, os compromissos alcançados e os possíveis impactos. O comentador faz ainda uma reflexão sobre as movimentações em torno das futuras eleições presidenciais, traçando o perfil do próximo Presidente da República. Passando por assuntos como o protesto do Chega, relativamente à reposição dos salários dos políticos, ou o início das funções de António Costa como presidente do Conselho Europeu, Luís Marques Mendes traz uma leitura aprofundada dos acontecimentos que moldam o presente e o futuro político do país e da Europa. Emitido na SIC a 1 de dezembro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Marques Mendes: “O 25 de Novembro repôs a pureza dos ideais do 25 de Abril. Teve um papel decisivo na consolidação da nossa democracia”
As comemorações do 25 de Novembro, assinaladas este ano pela primeira vez, tecem um parecer positivo por parte de Luís Marques Mendes, que defende que a data deve ser comemorada, mesmo não tendo o mesmo peso que a data fundadora da nossa democracia, o 25 de Abril. Noutros temas, o comentador avança que existe uma proposta para valorizar a carreira do pessoal não docente e tece ainda considerações sobre os mais recentes números da emigração em portugal, dando conta que em 2023 saíram 81 mil portugueses: “São números muito preocupantes. 42% são jovens qualificados”. Marques Mendes anuncia também que irá tomar uma decisão sobre a sua candidatura a Belém apenas para o ano. O comentário foi exibido no Jornal da Noite da SIC a 24 de novembro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Marques mendes sobre greve do INEM: “Esta foi a tragédia humana. Morreram pessoas e as pessoas não são números”
Para Marques Mendes, a gestão da crise do INEM foi o primeiro “caso sério de desgaste do Governo” e mostrou “amadorismo” por parte dos principais intervenientes. Em primeiro lugar, por parte do presidente do INEM que nunca chegou a dar “explicações cabais” sobre o episódio que poderá ter sido responsável pela morte de sete pessoas.O comentador da SIC lembrou ainda que a Secretária de Estado da Saúde foi “desautorizada” pela própria ministra quando Ana Paula Martins lhe retirou a tutela do INEM e passou para a sua tutela direta. Tudo junto, Marques Mendes não mostrou dúvidas quanto ao estado deste Ministério: é um Ministério “fragilizado”. See omnystudio.com/listener for privacy information.
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“O que aconteceu com o INEM é inqualificável, mas o problema não se resolve com demissões”
Para Luís Marques Mendes, no seu espaço de comentário emitido na SIC e em podcast, a recente crise no INEM foi "inqualificável" e resultado de falhas graves em várias frentes. Primeiro, criticou o sindicato pela greve, que considera "imoral e desumana", sugerindo que outras formas de protesto deveriam ter sido utilizadas. Em segundo lugar, apontou a negligência da Direção do INEM, que falhou em assegurar serviços mínimos e em alertar a Ministra da Saúde. O comentador considera que uma remodelação não é necessária agora, mas avisa que, se os erros continuarem, o impacto político poderá ser significativo. Quanto ao artigo de opinião publicado por António Costa, Marques Mendes vê-o como um ataque velado a Pedro Nuno Santos, apesar de ser dirigido formalmente contra Ricardo Leão, presidente da Câmara de Loures. Para o advogado, Costa aproveitou esta oportunidade para "vingar-se" de Pedro Nuno por problemas passados, minando a sua autoridade como líder do PS. A opinião foi emitida a 10 de novembro na SIC e SIC Notícias.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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"Não subscrevo as declarações do presidente da Câmara de Loures, mas também não o crucifixo"
Esta semana, no seu espaço habitual de comentário, Luís Marques Mendes fala sobre a tragédia recente na comunidade valenciana em Espanha, as eleições presidenciais nos EUA e o impacto potencial de uma vitória de Donald Trump na Europa. O discurso polémico do presidente da Câmara Municipal de Loures, que disse, a respeito da violência das últimas semanas: “despejo, sem dó nem piedade, para quem tenha participado nestes acontecimentos. Se for ele o titular do arrendamento, é para despejar, ponto final parágrafo”. Marques Mendes não subscreve, mas também não crucifixa. Neste Jornal da Noite, também houve espaço para as declarações da ministra da Administração Interna sobre o direito à greve das polícias, para a importância do policiamento de proximidade, para o recente debate orçamental e para o impacto do contexto internacional na economia portuguesa. Oiça aqui em podcastSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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“A violência que tivemos esta semana não tem desculpa, não são protestos, são crimes contra a ordem pública, a paz social e a segurança”
"As pessoas têm todo o direito a protestar: exigindo, reclamando, reivindicando, fazendo manifestações pacíficas, como sucedeu ontem. Tudo o que é legítimo em democracia. Mas o que vimos no início da semana não foram protestos. Foram crimes", afirma Luís Marques Mendes, sobre os tumultos nas ruas da Grande Lisboa, após a morte de Odair Moniz. O comentador critica a posição do Bloco de Esquerda e do Chega em relação a este caso, considerando "inqualificáveis" as declarações dos dirigentes políticos do partido de André Ventura. Além disso, aborda ainda a situação económica do país, destacando as previsões de crescimento por parte do FMI, projeta o que poderá resultar das eleições autárquicas de 2025 e sublinha a designação de Évora como capital europeia da cultura em 2027. Ouça o comentário de Luís Marques Mendes em podcast, emitido na SIC na noite de 27 de outubro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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“O caso do BES foi dos mais graves da nossa democracia. Mas é pouco provável que situações como esta voltem a acontecer”
“Choca-me o espetáculo”, lamenta Luís Marques Mendes que abre o seu espaço de comentário com o tema da semana: o julgamento de Ricardo Salgado. O antigo banqueiro tem de responder em tribunal por 62 crimes, mas recusou-se a comparecer por motivos de saúde. “A lei portuguesa diz que só é possível extinguir um procedimento criminal num caso: morte. O julgamento tem de ser feito, a impunidade corroi a democracia”, explica o comentador. Quanto à decisão de Pedro Nuno Santos de viabilizar o Orçamento do Estado, mostra-se agradado e assegura: “Os portugueses recompensam quem toma decisões em prol do interesse nacional. Ganhou Pedro Nuno Santos, ganhou o PS e ganhou o país”. Ouça a análise em podcast, emitida na SIC na noite de 20 de outubro. See omnystudio.com/listener for privacy information.
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“Finalmente temos a oportunidade de falar do Orçamento sem ser sobre a novela. Agora podemos falar do conteúdo”
Após semanas de debates e indecisões, a pergunta que resta é: será o Orçamento do Estado 2025 aprovado? Quais as falhas e valências deste primeiro orçamento do novo governo? “É um orçamento muito profissional. Há muitos anos que não eram apresentados sem ser na última da hora. Desta vez foi tudo a tempo e horas. É um exercício de profissionalismo”, defende o comentador. Luís Marques Mendes faz um périplo pelas recentes novidades da semana além Orçamento do Estado, bem como o futuro das contas dos jovens e a polémica de Luís Montenegro com os jornalistas. Ouça a análise semanal do comentador SIC.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Marques Mendes: “Montenegro dificilmente pode ceder mais no IRC”
No Crédito à Habitação, este mês de outubro haverá reduções com algum significado nas prestações aos bancos. No modelo habitual de um financiamento de 150 mil euros, haverá uma redução de 108€ na prestação com Euribor a 12 meses; uma redução de 57€ numa prestação com Euribor a 6 meses; uma redução de 26€ no caso da Euribor a 3 meses. No Orçamento do Estado, parece haver acordo à vista, graças, sobretudo, às cedências feitas pelo primeiro-ministro: cedeu em cerca de 90% no IRS Jovem; cedeu 50% na redução do IRC. See omnystudio.com/listener for privacy information.
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“É uma injustiça se não houver Orçamento aprovado. Ao pressionar partidos, Marcelo está a fazer o que os portugueses querem”
No habitual espaço de opinião em podcast, Luís Marques Mendes fala do novo PGR, do Orçamento e da escalada no Médio Oriente. Luís Marques Mendes considera que, apesar da reunião entre o Governo e o PS não ter corrido bem, ainda não é certo que tudo esteja perdido, e apresenta quatro cenários possíveis para o Orçamento do Estado. Sobre eleições antecipadas, o comentador acredita que podem ocorrer, mas seria uma má solução para o país. Na sua análise de 29 de setembro, destaca que chumbar o primeiro OE de um governo em funções há apenas meio ano seria injusto, especialmente em tempos de crise mundial. Além disso, eleições antecipadas aumentariam a instabilidade e prejudicariam a imagem da classe política, segundo o advogado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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“Vai haver entendimento para o OE. Depois do que aconteceu esta semana não passa pela cabeça abrir uma crise política. Seria uma loucura total“
No seu espaço habitual de comentário, Luís Marques Mendes analisa a calamidade dos incêndios dos últimos dias, salientando que, apesar de algumas coisas terem funcionado, a crise no combate aos incêndios parece durar. Em 7 anos nada foi feito para minimizar o flagelo como limpeza das florestas, a criação de centrais de biomassa ou a aplicação da lei que responsabilize os incendiários. O comentador analisa positivamente o comportamento do governo, enaltecendo o ministro Castro Almeida, “um dos Ministros mais competentes do Governo”. O Orçamento do Estado e as escolhas para a Comisão Europeia foram outros dos temas analisados no comentário exibido no Jornal da Noite da SIC a 22 de setembro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Marques Mendes sobre Lucília Gago: "Sai daqui a um mês e não vai deixar saudades"
Luís Marques Mendes considera que Lucília Gago não irá deixar saudades quando sair da procuradoria-geral da República e que o importante agora é o futuro: “É essencial que a escolha recaia sobre uma pessoa realmente independente, com capacidade de liderança, de comunicação e de motivação interna”. No seu espaço habitual de comentário, no Jornal da Noite, deixa rasgadas críticas ao estilo da atual procuradora, enumerando que “nunca reconhece um erro ou um falha e toma qualquer crítica à sua atuação como um caso de Estado". As críticas estendem-se também à prestação dos deputados, que Marques Mendes considera “deixar bastante a desejar”. Oiça a opinião em podcastSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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“Acho que a decisão deve ser das escolas, mas o governo deve recomendar a proibição do uso de telemóvel na escola. É uma questão muito séria, diminui o desempenho escolar, causa distúrbios de sono e sedentarismo, ansiedade e risco de depressão”
A fuga de 5 reclusos do estabelecimento prisional de Alcoentre fez soar os alarmes quanto à segurança interna do país. "Como é possível isto acontecer numa prisão de alta segurança? Espera-se que o inquérito seja rápido, mas o país vai querer um relatório do estado de segurança das prisões em Portugal. É muito estranho, para não dizer insólito, que o Governo ainda não tenha dito uma palavra", afirma Luís Marques Mendes. Quanto à polémica envolvendo a privatização da TAP, Marques Mendes aponta a falha ao segundo Governo de Passos Coelho, mas acredita que “Miguel Pinto Luz é o que menos tem responsabilidade neste processo. Só esteve no Governo 26 dias, não participou na decisão de privatização, não estava no Conselho de Ministros que a aprovou. Não tem nenhuma assinatura em peças contratuais.” Prestes a começar o novo ano letivo, o Governo admite que milhares de alunos vão começar as aulas sem professores a pelo menos uma disciplina, mas Luís Marques Mendes acredita que as medidas do novo Governo vão melhorar a situação. Sobre a possível proibição do uso de telemóveis na escola, o comentador acha que “a decisão deve ser das escolas, mas o governo deve recomendar a proibição", devido aos efeitos nefastos na saúde dos alunos. Luís Marques Mendes analisa ainda o estado do SNS em Portugal e o Conselho de Estado agendado por Marcelo Rebelo de Sousa. O programa foi emitido a 8 de setembro na SIC.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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“Há esperança para os portugueses: pode não haver crise política”
A novela política da aprovação do Orçamento de Estado tem um novo capítulo: a rentree dos dois maiores partidos. Há avanços no enredo? Pedro Nuno Santos discursou no encerramento da Academia Socialista e Luís Montenegro no da Universidade de Verão do PSD. Luís Marques Mendes avalia o dia dos líderes e mostra-se positivo com o que ouviu: “Há esperança para os portugueses, pode não haver crise política”. Apesar de estar convencido da abertura e disponibilidade para acordos, garante que, para correr bem, é preciso “que os líderes se juntem e falem, com recato e não na praça pública”. Há ainda tempo para falar sobre a redução nas prestações à habitação, a escolha de Maria Luís Albuquerque para Comissária Europeia e a decisão de Leonor Beleza de se afastar da corrida às presidenciais depois das especulações: “Tenho-lhe uma admiração política e pessoal”, comenta. O programa foi emitido a 1 de setembro na SIC Notícias.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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“Haver hesitação na escolha entre Harris e Trump é um erro enorme. Quem não respeita a democracia não pode ter tolerância”
Luís Marques Mendes critica as afirmações do secretário-geral do PSD ao Expresso sobre as eleições americanas, em que diz que tem “discordâncias profundíssimas com a forma de estar e de fazer política de Donald Trump”, mas não suficientes para ter a certeza de que votaria em Kamala Harris. No seu habitual espaço de opinião na SIC, o comentador fala ainda do suplemento para os pensionistas, do Orçamento do Estado e da proposta do Chega para referendar a imigração. Oiça aqui em podcastSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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“De 2015 para 2024, o financiamento do SNS passou de 9 mil milhões para 15 mil milhões de euros, mas a situação não melhorou: o problema é de organização e gestão”
Luís Marques Mendes critica a gestão e organização do Serviço Nacional de Saúde (SNS), afirmando que o aumento de financiamento, de 9 mil milhões em 2015 para 15 mil milhões de euros em 2024, não resultou em melhorias significativas. Mesmo com mais recursos, há uma crise, "o que reforça o problema de má gestão". Além disso, Mendes aponta uma discrepância regional, com maiores problemas a Sul, sugerindo que a diferença está na gestão dos recursos, e não na competência dos profissionais. O comentador residente considera ainda que a presença conjunta do Presidente da República e do primeiro-ministro numa cerimónia no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, durante uma crise na Saúde "faz todo o sentido". O advogado defende que é papel do Presidente "ajudar o país a resolver os seus problemas", especialmente em áreas essenciais como a Saúde. Marcelo Rebelo de Sousa "está a ser coerente" com a sua atuação passada, onde frequentemente apoiou os governos de António Costa, inclusive em situações críticas. "É natural que agora também coopere com o governo minoritário de Luís Montenegro, dada a sua fragilidade", considera. A opinião de Marques Mendes foi emitida a 11 de agosto, na SIC Notícias.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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“A constituição de arguido de Fernando Medina é uma gargalhada”
No seu habitual espaço de comentário na SIC, Marques Mendes considera que o apoio do PCP à vitória de Maduro é um “suicídio político”. O comentador relembra que o partido veio logo a seguir à eleição saudar Nicolás Maduro e o seu regime. A entrevista do ministro das finanças e a operação Tutti Frutti, na qual Fernando Medina foi constituído arguido, foram outros dos temas deste comentário exibido na SIC a 4 de agosto.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Marques Mendes sobre redução do IRS: "Foi uma tempestade num copo de água"
Esta semana, a promulgação da lei que consagra uma redução do IRS agitou as águas. “Tudo não passou de uma tempestade num copo de água”, diz Luís Marques Mendes. “Afinal, Presidente da República e Governo fizeram o que lhes competia. Se Marcelo Rebelo de Sousa vetasse o IRS, seria um veto inútil. Para além do conflito político, a lei podia ser confirmada na Assembleia da República porque PS e Chega têm maioria absoluta”. O comentador acrescenta ainda que “politicamente, estas leis até facilitam" a a vida ao PSD, uma vez que o PS tem menos condições para votar contra contra o Orçamento de Estado”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Luís Marques Mendes: “A saída de Biden é humilhante, não tem nada de digno”
A desistência de Biden não surpreende o comentador, depois de tudo o que sucedeu nos últimos dias “não tinha escapatória”: tinha contra ele a maioria do partido; as principais figuras, entre as quais Obama; a imprensa afeta aos Democratas; e os financiadores da campanha. Refere que “é capaz de ser a melhor solução possível”. Mas não quer dizer que possa ser uma solução "milagrosa" para levar os Democratas à vitória. Ainda as negociações para o OE do próximo ano, os possíveis acordos na área fiscal, o aumento da criminalidade em Lisboa e no Porto e o TGV em marcha. See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Marques Mendes e o ataque a Donald Trump: “Os democratas ficam sem espaço de manobra”
No seu espaço de comentário semanal na SIC, Luís Marques Mendes começa por analisar o ataque a Donald Trump, cuja campanha estará, agora, mais beneficiada. As eleições autárquicas foram outro tema de destaque: Marques Mendes não acredita que o Chega tenha capacidade para ganhar qualquer autarquia mas adverte que o partido de André Ventura pode roubar votos ao PSD e ao PS. A entrevista à Procuradora-Geral da República, Lucília Gago, foi outro tema em destaque, entrevista essa que Marques Mendes considerou “uma desilusão”. O comentário foi exibido no Jornal da Noite da SIC a 14 de julho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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“Há razões para uma pessoa ficar aliviada, sim, pela derrota da extrema direita, mas não há razões para embandeirar em arco porque a governabilidade perdeu, o centro moderado perdeu e a esquerda radical ganhou”
Contra todas as expectativas, o crescimento da extrema radical francesa verificada na primeira volta das eleições legislativas sofreu uma queda. Contudo, segundo Luís Marques Mendes, resta agora olhar para os eventuais problemas de governabilidade que a nação enfrentará com estes resultados eleitorais. Em Portugal, o “berbicacho” relativo às polémicas com as forças policiais, como é chamado pelo comentador da SIC, é o tema que retoma o debate público e que já vem desde o governo de António Costa. Ouça a análise destes e outros assuntos de Luís Marques Mendes na versão podcast do programa ao qual o comentador dá nome, emitido na SIC no dia 7 de julho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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“A atuação tão desastrada de Lucília Gago como PGR ironicamente uniu PS e PSD para uma reforma na justiça”
Na semana em que António Costa foi eleito para liderar o Conselho Europeu, Luís Marques Mendes afirma que foi uma "boa escolha para a Europa, para Portugal e para Luís Montenegro". O comentador acredita que o ex-primeiro-ministro tem o perfil certo para o cargo, já que "mesmo os que em Portugal acham que não foi um bom PM, sempre reconheceram que era um político com grande capacidade de diálogo e de negociação". Cavaco Silva escreveu um artigo no Expresso onde realça a "oportunidade de crescer" do país, que será "mais difícil com um governo minoritário". Apesar de concordar com a perspetiva do ex-Presidente da República, Marques Mendes consider que "no curto prazo não é desejável ter eleições antecipadas". O comentador aborda ainda o mandato de Lucília Gago como Procuradora-Geral da República, que "não vai deixar saudades", e o pacto para a Justiça entre PS e PSD, nesta emissão de 29 de junho, na SIC.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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“É clarinho como água que a divulgação das escutas foi para tentar prejudicar a candidatura de António Costa ao Conselho Europeu”
Luís Marques Mendes considera o caso das escutas da TAP particularmente grave devido à violação do segredo de justiça e à falta de destruição das escutas sem relevância criminal, que acabaram divulgadas esta semana. O comentador critica o silêncio das autoridades políticas, incluindo o Presidente da República, a Assembleia da República e o Governo, o que "revela medo do Ministério Público" e "prejudica a democracia". Marques Mendes também aponta a falha do Parlamento em chamar a Procuradora-Geral da República para dar explicações sobre o comportamento indevido, e alerta que essa falta de ação instala suspeitas sobre outros possíveis casos semelhantes. "A PGR tem o dever de dar uma explicação. O 25 de Abril fez-se justamente para acabar com estes comportamentos e com estas suspeitas", alerta nesta emissão de 23 de junho na SIC.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Luís Marques Mendes: “Os resultados das Europeias deram-nos mais estabilidade, mostraram que ninguém ganha com uma crise política”
Que Europa vamos ter nos próximos cinco anos? Luís Marques Mendes analisa os resultados da noite eleitoral do domingo passado e garante duas coisas sobre o novo cenário no Parlamento Europeu. Primeiro, que “a extrema-direita cresceu menos do que o que se previa” e, avaliando o panorama geral, “não podemos dizer que há uma tendência europeia para o crescimento, cada caso é um caso”. Segundo, apesar deste facto, “os dois motores do projeto europeu estão gripados, a França e a Alemanha, e isso não é bom para a Europa”. E o que nos dizem os resultados sobre a política nacional? “Há estabilidade, ninguém ganharia com uma crise política. Nem AD nem PS têm maioria absoluta ou de Governo”. E quanto ao futuro de Costa no Conselho Europeu? O comentador considera que "António Costa tem qualidades e perfil”, mas deixa o aviso: “Macron, Meloni e Sanchez três imponderáveis que podem colocar entraves às eleições de amanhã”. Ouça Luís Marques Mendes em podcast que a 16 de junho, dia em que o programa foi emitido na SIC, também se debruça sobre as medidas na imigração e a situação dos professores. See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Especial Europeias (III): "Estas eleições reforçaram a autoestrada que havia para Costa ser presidente do Conselho Europeu"
Luís Marques Mendes considera que estas eleições europeias reforçaram a "autoestrada que havia" para António Costa ser presidente do Conselho Europeu: "Luís Montenegro criou o facto político da noite ao apoiar António Costa. Vai falar-se muito disso nos próximos tempos". O facto político, mas não o caso político. Esse é a "derrota do Chega", defende o comentador: depois destas eleições, "o Chega continua a ter a mesma força parlamentar, mas a força política não é a mesma". Sobre Pedro Nuno Santos, o comentador da SIC considera inteligente o sucessor de António Costa não se assumir como fator de instabilidade: "Essa é a atitude mais correta". See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Especial Europeias (II): Partido Socialista condicionado a longo prazo sem os seus parceiros à esquerda
Na edição especial da SIC Notícias em noite de eleições europeias, Luís Marques Mendes comenta os números que vão chegando: "Imagine que elegem apenas PSD, PS, IL e Chega, isso signfiica que no imediato PS beneficia de algum voto útil à esquerda, mas a longo prazo fica condicionado sem os seus parceiros à esquerda".See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Especial Europeias (I): "O Chega está em contraciclo. É uma derrota estrondosa"
Confirma-se aquilo que as sondagens já apontavam: o aumento da extrema-direita no Parlamento Europeu. Marques Mendes diz que, quando comparado com isso, o Chega está em contraciclo: "É uma derrota estrondosa". Oiça aqui o podcast da edição especial da SIC na noite das eleições europeias. See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Marques Mendes: “Quem perder as eleições fica enfraquecido”
Ao contrário do que sucedeu com as eleições de 10 de março, não há, desta vez, “qualquer dramatismo no horizonte”. Ganhe quem ganhar, perca quem perder, “nem o governo cai nem vai haver mudanças nas lideranças partidárias”. Ainda assim, mesmo não havendo qualquer dramatismo, haverá sempre consequências políticas em função dos resultados. No seu habitual espaço de opinião na SIC, o comentador Marques Mendes falou ainda sobre Zelensky em Portugal, o plano para a Saúde e a baixa do IRC. See omnystudio.com/listener for privacy information.
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"O PS na Madeira, ao fim de 50 anos, não consegue ganhar uma eleição. É um caso de estudo"
Esta semana, Luís Marques Mendes começa pelas eleições na Madeira. "Estas foram as condições mais adversas que o PSD Madeira alguma vez teve para ir a eleições e as condições mais fáceis que o PS alguma vez teve para ganhá-las. No entanto, acontece tudo ao contrário". No seu espaço habitual de comentário, na SIC, o comentador diz que "o PS na Madeira é um caso de estudo" por não ter conseguido, ao fim de 50 anos, ganhar uma eleição. Oiça o podcastSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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“O coro de críticas dá a impressão que Aguiar Branco cometeu um crime, mas não cometeu. Não tem a obrigação de intervir, mas na minha opinião devia intervir fazendo um reparo sempre que há intervenções injuriosas ou ofensivas”
Esta semana Luís Marques Mendes começa o seu comentário com números sobre o património do Estado e uma eventual reforma. O comentador fala ainda sobre a possibilidade de um inquérito parlamentar à Santa Casa da Misericórdia, a decisão de Luís Montenegro sobre o novo aeroporto, a campanha para as eleições europeias e ainda a polémica no debate da AR e o coro de críticas contra Aguiar Branco. Oiça aqui o habitual espaço de comentário na SIC, emitido a 19 de maio.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Marques Mendes sobre medidas sociais: "É a reconciliação da AD com pensionistas e reformados, são propostas muito ambiciosas e um combate à pobreza"
“Esta semana o governo começou verdadeiramente a governar e ganhou a iniciativa política”, defende Luís Marques Mendes. O comentador acredita que o completo solidário para idosos e a gratuitidade de medicamentos são propostas que permitem “a reconciliação da AD com pensionistas e reformados, é um combate à pobreza” e classifica as medidas como “muito ambiciosas do ponto de vista social.” Marques Marques prevê ainda que o governo acelere o ritmo e que “nos próximos dias seja anunciado Alcochete como a nova localização do aeroporto, seguindo a proposta da Comissão Técnica Independente.” Por fim, analisa a campanha para as europeias, os diferentes padrões nas exonerações feitas pelo executivo e as medidas apresentadas para a habitação. Programa emitido a 12 de maio, para ouvir em podcast. See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Marques Mendes sobre a Santa Casa: “Fica a sensação que estamos perante um saneamento político, explicar a decisão da exoneração de Ana Jorge é uma obrigação democrática”
Esta semana, o Governo exonerou a mesa da Santa Casa da Misericórdia. Isto fez cair a provedora Ana Jorge. O comunicado foi emitido pelo Ministério do Trabalho, mas até agora nem a ministra Ana Mendes Godinho, nem o próprio Luís Montenegro, vieram apresentar explicações. Luís Marques Mendes olha para o caso com grande seriedade e está crente de que nos próximos tempos vai haver uma espécie de “teste do algodão à credibilidade da Ministra e da decisão”, pois “se escolher um político ligado ao PSD ou ao CDS, não se livra da acusação que isto é um saneamento político”. Quanto a outros casos reveladores da prestação do Governo, como o IRS ou a forma como lidou com a proposta das ex-SCUT, o comentador está convencido de que é preciso mostrar sinais “de coragem e capacidade de decisão”, algo que, a seu ver, não estará a fazer: “Duas decisões em trinta dias é pouco, é preciso mais”. Programa emitido a 5 de maio, para ouvir em podcast. See omnystudio.com/listener for privacy information.
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O dia mais infeliz do mandato de Marcelo Rebelo de Sousa
As declarações de Marcelo Rebelo de Sousa dia 23 de abril causaram muita polémica. Na opinião de Marques Mendes, Marcelo teve “o pior dia de sempre da até hoje”. Na opinião do comentador, o tema da reparação às ex-colónias que não deve ser debatido “à mesa do café com esta ligeireza”. E acrescenta que um Presidente da República deve ser um elemento de ligação e não de disrupção: “foi um momento muito infeliz”, conclui. Em relação às eleições europeias, Marques Mendes considera que convidar o presidente da Câmara do Porto para número dois da lista “é uma falta de respeito“, mas tece elogios a Sebastião Bugalho, o número um da lista da AD. O comentário foi exibido no Jornal da Noite da SIC a 28 de abril.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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“Perante esta crise de confiança no Ministério Público e da sua degradação, o poder político vai ficar calado?”
"Tudo isto é um abalo como nunca se viu na credibilidade do Ministério Público." No seu comentário em podcast, Luís Marques Mendes resume o acórdão da Relação de Lisboa como uma derrota significativa do Ministério Público (MP), comprometendo a credibilidade da instituição, implicando o arquivamento "previsível" da investigação a António Costa, e abala a credibilidade do MP, gerando uma crise de confiança, levantando dúvidas sobre a idoneidade das suas ações futuras: "A partir de agora, em cada busca, cada detenção ou cada acusação que se faça, os portugueses vão sempre desconfiar se o MP está a abusar ou exagerar". Ao MP e à PGR, questiona se vão refletir sobre a situação e se esta não justificaria a demissão de Lucília Gago. Esta emissão do seu comentário é de 21 de abril, dia em que também entrevistou o antigo presidente António Ramalho Eanes.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Entrevista a Ramalho Eanes: “É muito importante que os portugueses se debrucem sobre o que se conseguiu com o 25 de Abril, mas é mais importante que reflitam sobre o que querem que venha a ser o país”
António Ramalho Eanes foi o convidado de Luís Marques Mendes e Clara de Sousa na emissão desta semana. Ouça aqui a entrevista ao general e antigo presidente da República. De acordo com Ramalho Eanes, faz sentido comemorar também o 25 de Novembro, mas sublinha: "Há uma data fundadora da democracia: o 25 de Abril. Houve, como toda a gente sabe, sobretudo os mais velhos, aquela perturbação terrível a que chamaram PREC e, houve, obviamente, ameaças significativas à intenção original do 25 de Abril, que era a intenção democrática. O 25 de Novembro reassumiu esse compromisso original". Ouça a emissão completa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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“Tivemos o primeiro caso ou casinho da era Montenegro”
Nas palavras do comentador, “o primeiro-ministro, no seu discurso, fala em alívio fiscal total de 1,5 milhões face a 2023. Ora, se o alívio fiscal é face a 2023, tinha de incluir os 1,3 milhões decididos pelo Governo PS. Se se tratasse de somar 1,5 ao valor anterior, o país já não teria excedente. Voltaria a ter défice. E isso não podia suceder. Mas, se o Governo não mentiu, também é verdade que criou ambiguidade e não corrigiu a ambiguidade”. A polémica com Passos Coelho e o ataque a Israel pelo Irão foram outros temas em destaque. See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Luís Marques Mendes: "É inaceitável que António Costa ainda não tenha sido ouvido; este processo pode impedi-lo de ir para a Europa"
“É fundamental passar o Orçamento para a estabilidade do país", garante Luís Marques Mendes negando a possibilidade de se governar em duodécimos. Para isso, pede abertura ao novo Governo e um orçamento pouco provocativo. Sugere a Luís Montenegro deixar cair a descida do IRC, promessa eleitoral, do Orçamento e avançar com esse plano como lei própria. Ao Partido Socialista, pede "viabilizações", pois apesar de "a liderança da oposição ser do PS", esta deve ser "ao Governo e não ao país”. Em análise está ainda o futuro de Costa que, propões o comentador, pode não passar pela Europa mas pelo comentário político televisivo. Ouça Luís Marques Mendes em podcast, programa emitido na SIC Notícias a 7 de abril. See omnystudio.com/listener for privacy information.
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"Há uma ilusão em Portugal de que há dinheiro para tudo por causa do excedente. Não há."
No seu espaço de opinião na SIC, Luís Marques Mendes analisa os ministros e ministras do Governo liderado por Luís Montenegro e acredita que "surpreendeu pela qualidade". "O Governo ou cria uma boa impressão nos primeiros três meses ou corre o risco de cair em novembro com o orçamento", defende. O comentador saúda a forma com o bloco central resolveu o impasse na eleição de Aguiar-Branco como novo Presidente da Assembleia da República e critica o Chega pela degradação do funcionamento do parlamento. Alerta ainda para a perceção errada que se está a criar à volta do excedente orçamental. O comentário foi emitido a 31 de março na SIC e SIC Notícias.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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“Governar por decreto não faz nenhum sentido”
Luís Marques Mendes começa por tecer algumas palavras sobre a saída de cena de Augusto Santos Silva que “sai pela porta pequena e por culpa própria“, na sua opinião. As eleições europeias foram outro dos temas e Marques Mendes não descarta a hipótese do Chega chegar ao segundo ou mesmo ao primeiro lugar. São eleições de grande abstenção e o partido está muito mobilizado, afirma o comentador. Quanto ao novo governo, Marques Mendes enumera os vários desafios que o executivo irá enfrentar e desmente a questão da ”governação por decreto“ para evitar a Assembleia, garantido que isso não faz sentido: “Um governo toma decisões por decreto quando a constituição lhe permite”, esclarece. O comentário foi exibido no Jornal da Noite da SIC.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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“Augusto Santos Silva andou a provocar o Chega na Assembleia da República; agora há hipótese de não ser eleito”
No seu espaço de opinião na SIC e em podcast, Luís Marques Mendes faz o rescaldo das eleições legislativas e prognostica a futura composição de um Governo liderado por Luís Montenegro. "Ainda está em aberto se será um governo da AD ou um governo da AD e da IL. É muito possível que as duas formações façam um acordo global, que inclua governo e eleições europeias. Se tal acontecer, a IL deverá ter dois ministros e o CDS um. Os demais, serão do PSD. Se a IL não entrar no governo, haverá um ministro do CDS e os demais indicados pelo PSD", defende o comentador no seu comentário emitido a 17 de março na SIC e SIC Notícias.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Todos os domingos a análise de Luís Marques Mendes no Jornal da Noite. Um espaço em que o comentador olha de forma atenta e crítica para os assuntos que marcam a semana em Portugal e no estrangeiro
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