PODCAST · science
MultiCast
by Instituto Multiverso
O podcast original do Instituto Multiverso joga na mesa assuntos diversos e relevantes, amplificando a voz de pessoas que têm muito o que dizer.
-
8
A Festa Acabou. Ressaca emocional e síndrome do domingo
Panorama da Mesa 8 do 2º Seminário Brasileiro de Redução de Danos no Uso Sexualizado de Substâncias (Chemsex), realizada em dezembro de 2025, em São Paulo. O tema central é "A Festa Acabou. Ressaca emocional e síndrome do domingo", focando nas estratégias de acolhimento e suporte psicológico para quem pratica chemsex. O objetivo do debate, com a participação dos psicólogos Helio Neiva (psicanalista de Goiânia) e Marcos Souza (psicodramatista), é abordar os efeitos emocionais pós-uso, o vazio existencial, e o impacto da "guerra às drogas" na saúde mental, buscando formas de suporte individual e coletivo. A discussão explora a culpa pós-uso, a fragilidade dos vínculos formados durante o uso e a necessidade de redes de apoio eficazes, especialmente em contextos mais conservadores.
-
7
Apresentação e discussão sobre o documentário “Sexo, Drogas e o Que Sobrou: Um Recorte da Cena de Chemsex”
O documentário de Marcelo Russo, "Sexo, Drogas e o Que Sobrou", investiga a cena de chemsex em São Paulo através de relatos de artistas e profissionais do sexo,. A obra aborda o uso de substâncias para intensificar o prazer ou fugir de traumas, expondo vulnerabilidades e arrependimentos sem tom didático. O projeto serve como ferramenta de escuta para gerar identificação e combater o estigma, visando criar redes de apoio e promover a redução de danos através do compartilhamento de vivências reais.
-
6
Estudo "'Tudo no sigilo'? Potencialidades e desafios éticos e metodológicos de uma etnografia digital sobre chemsex no Grindr"
A pesquisadora Marina Del Rei explorou o uso do Grindr como território de redução de danos no chemsex. Ao criar um perfil para oferecer informações, o estudo revelou o potencial dos apps para acessar populações que usam códigos para buscar substâncias. Contudo, destacou desafios éticos, como a gestão do consentimento em ambientes anônimos, e barreiras comerciais, evidenciadas pelo banimento do perfil pela plataforma, que prioriza o lucro à saúde.
-
5
Estudo "Chemsex entre gays e outros HSHs: uma investigação analítico-comportamental"
O pesquisador João Marinho detalhou sua tese em análise do comportamento sobre chemsex entre gays e HSH. Via métodos mistos, mapeou antecedentes como solidão e consequências como o prazer e a culpa. O estudo gerou diretrizes de comunicação e acolhimento, defendendo serviços integrados (testagem e saúde mental no mesmo local), anônimos e não moralizantes para abordar vulnerabilidades e promover a redução de danos antes que o uso cause prejuízos severos.
-
4
Estudo "Chemsex e suas repercussões na saúde de homens que fazem sexo com homens: uma perspectiva de saúde global"
O pesquisador Álvaro abordou o chemsex em imigrantes entre Brasil e Portugal, revelando que a migração aumenta em quatro vezes a prática devido à solidão e necessidade de redes. O uso de emojis em aplicativos cria uma linguagem universal que facilita o acesso a substâncias. O estudo citou diferenças de consumo e como o conservadorismo político e interesses comerciais das plataformas dificultam a implementação de estratégias de cuidado global e orientações prévias.
-
3
Estudo "Pega-Ação: Impacto do Chemsex nas IST, saúde mental e sexual de homens que fazem sexo com homens e construção de uma linha de cuidado no contexto da política da Redução de Danos"
O projeto multicêntrico da USP, Multiverso e CRT-SP visa estruturar uma linha de cuidado inédita para o chemsex em São Paulo. Financiado pelo CNPq, o estudo mapeia práticas, saúde mental e ISTs para superar a dependência de dados estrangeiros. A iniciativa prevê criar tecnologias educativas, como um aplicativo de cálculo de riscos, e protocolos clínicos para capacitar a rede de saúde, garantindo um atendimento integral e focado na redução de danos.
-
2
MÓDULO 12: Design de projetos e captação de recursos
O Módulo 12 “Design de projetos e captação de recursos” fecha a formação ensinando multiplicadores a transformar ideias em propostas financiáveis. Ele aborda metodologia, orçamento, prestação de contas e captação como ferramenta de autonomia.
-
1
MÓDULO 11: Arte, cultura e memória LGBTI+
O Módulo 11 “Arte, cultura e memória LGBTI+” reposiciona a criação como prática política. Ele resgata história, celebra expressões artísticas e afirma cultura como ferramenta de resistência, cura e transformação social.
-
0
MÓDULO 10: Liderança, facilitação e mediação
O Módulo 10 “Liderança, facilitação e mediação” fortalece habilidades de condução de grupos. Ele ensina liderança comunitária, comunicação sensível, manejo de conflitos e facilitação. É o módulo que transforma participantes em referências territoriais.
-
-1
MÓDULO 9: Autocuidado e segurança
O Módulo 9 “Autocuidado e segurança” lembra que ativismo exige cuidado. Ele aborda burnout, segurança física, digital, emocional e comunitária, criando bases de proteção para quem vai trabalhar em territórios marcados por violência e violações.
-
-2
MÓDULO 8: Advocacy territorial e mobilização comunitária
O Módulo 8 “Advocacy territorial e mobilização comunitária” articula tudo o que veio antes. Ele apresenta ferramentas práticas de mapeamento de atores, construção de redes, leitura do mapa do poder, negociação e incidência direta. É o módulo que transforma desejo de mudança em estratégia coletiva.
-
-3
MÓDULO 7: Como o Estado funciona
O Módulo 7 “Como o Estado funciona” revela a máquina pública: quem decide o quê, como o orçamento é construído, como políticas são formuladas e de que forma o Estado pode ser influenciado. É um módulo de alfabetização cívica profunda, que prepara multiplicadores para navegar e pressionar estruturas.
-
-4
MÓDULO 6: Comunicação e advocacy digital
O Módulo 6 “Comunicação e advocacy digital” posiciona a comunicação como arma política. Ele mostra como produzir narrativas seguras, combativas e estratégicas para redes sociais, enfrentar fake news e ocupar o debate público. É um módulo que transforma jovens em comunicadores capazes de disputar imaginários e ampliar pautas.
-
-5
MÓDULO 5: Saúde Integral LGBTI+: cuidado, prevenção e redução de danos
O Módulo 5 “Saúde Integral LGBTI+: cuidado, prevenção e redução de danos” aborda a saúde como campo ampliado. Ele integra prevenção combinada, cuidado em saúde mental, chemsex, violência sexual, acolhimento e acesso ao SUS. O módulo ensina que saúde é mais que ausência de doença: é bem-estar, segurança e dignidade para corpos dissidentes.
-
-6
MÓDULO 4: O Brasil no papel. Constituição, leis e políticas LGBTI+
O Módulo 4 “Constituição, leis e políticas LGBTI+ no Brasil” mergulha no arcabouço jurídico nacional. Ele contextualiza a Constituição de 1988 como pacto civilizatório, explica direitos fundamentais, decisões do STF, políticas públicas, conselhos, conferências e instrumentos como PPA, LDO e LOA. É o módulo que transforma cidadania em prática concreta.
-
-7
MÓDULO 3: Direitos Humanos e sistemas internacionais de proteção
O Módulo 3 “Direitos Humanos e sistemas internacionais de proteção” amplia o horizonte e mostra que as lutas locais fazem parte de uma disputa global. Ele apresenta a Declaração Universal, mecanismos da ONU e do Sistema Interamericano como instrumentos que podem ser usados em campanhas, denúncias e advocacy. É o módulo que arma o ativistas com o vocabulário e com a compreensão da estrutura internacional de proteção.
-
-8
MÓDULO 2: Onde estamos. Territórios, desigualdades e redes de resistência
O Módulo 2 "Território, desigualdades e redes de resistência" desloca o foco para onde estamos. Ele ensina que identidade não existe sozinha, ela é atravessada por raça, classe, território, violência, cuidado e ausência de políticas. A partir da ideia de território como campo de resistência, o módulo mostra como paisagens urbanas, periferias, sertões e favelas moldam experiências LGBTI+, criando vulnerabilidades e potências específicas.
-
-9
MÓDULO 1 : Quem somos. Identidades, corpos e diversidade
O Módulo 1 do projeto Fortalecendo Vozes LGBTI+ "Identidades, corpos e diversidade" é o ponto de partida ético e sensível. Ele convida o participante a compreender quem é, de onde fala e como seus corpos atravessam o mundo. Ao explorar sexo biológico, identidades trans, expressão de gênero e orientação sexual de forma afetiva e política, ele cria base sólida para todo o restante da formação. Saber quem somos é o primeiro passo para lutar por direitos.
-
-10
Chemsex entre gays e outros HSHs: uma investigação analítico-comportamental.
Discussão acadêmica, focada primariamente em uma pesquisa sobre Chemsex entre homens gays e outros HSH (homens que fazem sexo com homens) no Brasil. O primeiro orador, Luan, introduz o evento e a próxima apresentação, que visa desenvolver uma linha de cuidados para pessoas que praticam Chemsex no contexto da saúde pública, em parceria com a Universidade de São Paulo. Em seguida, João Marinho de Lima Neto, doutor em análise do comportamento, detalha seu estudo sobre Chemsex, abordando as substâncias mais utilizadas (metanfetaminas, GHB) e as definições conceituais que distinguem Chemsex do uso sexualizado de drogas. A pesquisa exploratória utiliza métodos qualitativos e quantitativos para mapear variáveis antecedentes e consequentes do uso, como busca por prazer, isolamento social e reforçadores sociais, além de propor diretrizes de comunicação e acolhimento para serviços de saúde, enfatizando a necessidade de abordagens sem julgamentos e focadas na redução de danos.
-
-11
Estudo "Pegação Folia. Análise das práticas afetivos-sexuais e de saúde e padrões de consumo de aditivos no sexo por homens que fazem sexo com homens no carnaval de Salvador"
Pesquisa conduzida pelo professor Anderson Reis de Souza, intitulada "Pegação Folia: análise das práticas afetivas sexuais e de saúde e padrões de consumo de aditivos no sexo por HSH no carnaval de Salvador". A pesquisa, realizada por uma abordagem mista (qualitativa e quantitativa), buscou entender os padrões de práticas sexuais e uso de substâncias (conhecidas como "chemsex" ou "sexo aditivado") entre homens que fazem sexo com homens (HSH) durante o Carnaval de Salvador, uma área pouco estudada no Brasil. O pesquisador descreve os desafios na coleta de dados durante o evento de rua, a falta de financiamento e as barreiras institucionais, além de detalhar a metodologia utilizada, incluindo a coleta em campo e a análise de mídias sociais. Por fim, a apresentação lista os estudos futuros planejados a partir dos dados coletados, focados em temas como prevalência de uso, número de parceiros, prevenção combinada ao HIV, e a criação de um modelo lógico e instrumentos brasileiros para a prática do chemsex.
-
-12
Entre Aplicativos e Festas. O Papel das Plataformas Digitais no Chemsex
Mesa de debate focando no impacto das plataformas digitais no contexto do chemsex (uso sexualizado de substâncias). A mesa, intitulada "Entre Aplicativos e Festas," conta com os palestrantes Marina Del Rei, que discute estratégias de redução de danos dentro dos aplicativos, e Emerson Lucas Camargo, que traz uma perspectiva psicológica sobre como a disponibilidade digital imediata altera o comportamento e a saúde mental dos usuários. O debate aborda a natureza dupla das plataformas, vendo-as não apenas como espaços de risco e compulsão, mas também como territórios potenciais para pertencimento, conexões reais e redes de proteção, especialmente diante da censura e da falta de ética das empresas. A discussão final sugere a necessidade de modernizar as políticas públicas de saúde para o ambiente digital e pressionar as plataformas a assumirem responsabilidade pela segurança e pelo bem-estar de seus usuários.
-
-13
E Se Eu Quiser Parar? Caminhos possíveis depois do chemsex e o que as experiências e evidências dizem.
Discussão focada na discussão sobre o chemsex, especificamente no uso de estimulantes como a metanfetamina e o GHB no contexto sexual. O médico infectologista Dr. Victor Passarelli, junto com os apresentadores, discute a redução de danos e a necessidade de abordagens não punitivistas, enfatizando a autonomia do indivíduo no tratamento de uso problemático. O diálogo aborda as diferenças entre a dependência química neurobiológica e os aspectos ritualísticos e sociais do uso de substâncias, bem como a dificuldade de referenciar pessoas que buscam apoio no Sistema Único de Saúde (SUS) sem serem estigmatizadas. Profissionais de saúde e participantes também levantam a importância de um olhar biopsicossocial e de considerar as questões de repressão e moralismo que influenciam o prazer e o uso compulsório.
-
-14
Corpo em Transe. Como o chemsex afeta o organismo em curto e longo prazos.
Discussão realizada no 2º SEBRASCHEM. Os participantes, incluindo um psiquiatra, um médico e criador de conteúdo, e um psicólogo, discutem os impactos do chemsex (uso sexualizado de substâncias) nos níveis físico, sensorial e neurológico. O debate cobre a psicofarmacologia de substâncias como cocaína, metanfetamina, cetamina e GHB, explicando seus efeitos no sistema nervoso central, bem como os riscos de dependência e as mudanças na percepção corporal durante o uso. Além disso, a conversa aborda a importância da redução de danos, a responsabilidade individual, as interações medicamentosas (incluindo antirretrovirais e terapia hormonal em pessoas trans), e a necessidade de apoio e cuidado para lidar com os danos agudos e crônicos do uso de substâncias.
-
-15
Travestis, Trabalhadoras(es) do Sexo e Chemsex. Visibilizar o que o estigma apaga.
Painel de discussão focado nas vivências de travestis, profissionais do sexo e usuários de chemsex, abordando como o estigma social impacta suas vidas, saúde e trabalho. Os participantes, incluindo Val Santos, Marcelo Russo e Gabriela Andrade, compartilham suas experiências em diferentes contextos geográficos, como a realidade do Norte do Brasil em contraste com o Sudeste, destacando a variação no uso de substâncias e as vulnerabilidades enfrentadas. A discussão central gira em torno da intersecionalidade de gênero, corpo e sobrevivência, examinando como racismo, transfobia e a violência de Estado se somam ao estigma do uso de drogas. Um ponto crucial é a crítica à definição colonizadora de chemsex, que exclui mulheres e profissionais do sexo, além da importância da redução de danos e da criação de redes de cuidado comunitário para mitigar a violência e promover a autonomia. A conversa também enfatiza a necessidade de assumir a própria narrativa e transformar essas vivências em pautas para políticas públicas que garantam direitos e segurança.
-
-16
Além da Clínica. Como construir redes de cuidado entre pares.
Debate aprofundado entre ativistas, psicólogos e profissionais de saúde sobre a temática do cuidado entre pares, focando no contexto do HIV/aids e, mais recentemente, do chemsex (uso de substâncias em contextos sexuais). Os participantes discutem a importância histórica da solidariedade e do apoio mútuo, que foi vital durante a epidemia de aids nos anos 1980 e 1990, e exploram como esses modelos podem ser aplicados aos desafios contemporâneos do chemsex, onde o estigma e o moralismo ainda dificultam a busca por ajuda. A conversa enfatiza a necessidade de linguagem acessível, afeto e o reconhecimento das vulnerabilidades, especialmente em populações marginalizadas, destacando que as redes de pares frequentemente assumem o papel de apoio que deveria ser oferecido pelo Estado. Por fim, os especialistas concordam que o afeto e o respeito são as ferramentas mais poderosas para combater a narrativa de punição e garantir que os usuários do chemsex recebam cuidado.
-
-17
Sexo, Estigma e Silêncio. Por que Ninguém Fala Sobre Isso?
Debate em mesa redonda focada em Chemsex, sexualidade, uso de substâncias e estigma, com a participação de especialistas em psicanálise, psicologia, e ativistas de redução de danos e HIV. A discussão central gira em torno do silêncio social e institucional que cerca a tríade prazer, drogas e sexo, examinando se essa omissão é um mecanismo de defesa da sociedade ou uma falha estrutural, frequentemente impulsionada pelo moralismo e preconceito religioso. Os palestrantes exploram como essa falta de diálogo impacta a autonomia, o acesso a cuidados de saúde e a adesão ao tratamento para pessoas que vivem com HIV e que utilizam substâncias. O consenso emergente é que o caminho para quebrar esse silêncio é a construção de novas narrativas e a implementação de uma política de redução de danos de caráter insurgente, que enfrente o proibicionismo e garanta direitos e formação adequada aos profissionais de saúde.
-
-18
Entre o Prazer e o Pânico. O que é chemsex, afinal?
Mesa de debate focada no fenômeno do chemsex, especificamente no contexto brasileiro. Os palestrantes, que incluem redutores de danos, assistentes sociais e pesquisadores, discutem a evolução da narrativa sobre o chemsex no Brasil, desde a curiosidade inicial em 2019 até o atual pânico moral e a falta de resposta adequada das políticas públicas de saúde. A discussão se concentra na necessidade de desenvolver uma abordagem brasileira do tema, que vá além das quatro substâncias mais estudadas internacionalmente e considere a interseccionalidade (raça, gênero, território) e as linguagens específicas de diferentes comunidades, como as periféricas e funk (e.g., "embrazar," "tuin"). A principal proposta de intervenção é o investimento urgente em educação entre pares e a criação de uma agenda pública robusta para a redução de danos, reconhecendo o uso sexualizado de substâncias como uma questão de saúde integral.
-
-19
A Luta Original Pela Redução de Danos
Aula Magna e discussão subsequente a Cerimônia de Abertura do 2º Seminário Brasileiro sobre Chemsex, que trata de políticas de saúde e redução de danos, focando no fenômeno do chemsex (uso de drogas em contextos sexuais). O orador principal, Fábio Mesquita, um médico com vasta experiência, compartilha um histórico detalhado de sua atuação pioneira na resposta à epidemia de HIV/aids em Santos, Brasil, destacando a criação de programas municipais inovadores, como a distribuição de seringas, e os desafios políticos e legais enfrentados. A discussão aborda a importância da colaboração entre governo, universidades e sociedade civil para a criação de políticas pragmáticas, ressaltando o crescimento do conservadorismo global como uma ameaça ao avanço da saúde pública. Os participantes discutem a necessidade de produzir evidências e diretrizes brasileiras específicas para o chemsex e de continuar a luta contra o alto custo de medicamentos, como a PrEP injetável, para garantir o acesso.
-
-20
SEBRASCHEM 2025: Cerimônia de Abertura
Mesa de abertura do 2º Seminário Brasileiro sobre Chemsex, voltado à redução de danos no uso sexualizado de substâncias, organizado pelo Instituto Multiverso. Os participantes, que incluem representantes do Ministério da Saúde, Ministério da Justiça, Governo do Município e Estado de São Paulo, academia, e organizações não governamentais, destacam a importância de discutir o "chemsex" e o uso de drogas no contexto sexual como um problema de saúde pública que exige uma abordagem de redução de danos, direitos humanos e acolhimento. Vários oradores enfatizam a necessidade de políticas públicas mais amplas que envolvam a saúde mental, atenção primária e a sociedade civil para enfrentar a complexidade do tema, especialmente após a pandemia. A discussão também busca ampliar o entendimento do fenômeno para além do termo "chemsex," focando no uso sexualizado de substâncias de maneira geral, incluindo álcool, para atingir um público mais diverso.Acesse a página do Seminário AQUI.
-
-21
Episódio #07 | Ayhuasca e cogumelos mágicos no tratamento da depressão e ansiedade
Bem-vindos a um episódio incrível do nosso podcast, explorando a psiquiatria e psicodélicos com o renomado Dr. Wilson Gonzaga. Conversamos sem preconceitos sobre o uso terapêutico de psicodélicos, como psilocibina e ayahuasca, no tratamento de transtornos mentais. O Dr. Wilson compartilha sua expertise, desmistificando conceitos e destacando benefícios, desafios éticos e a ciência por trás. Participem desta conversa transformadora! Sigam o canal, deixem perguntas na caixa de perguntas e compartilhem com quem busca inovações na saúde mental. Juntos, quebraremos barreiras, promoveremos conhecimento e construiremos uma comunidade em busca de bem-estar mental.
-
-22
Apresentação
Prepare-se para uma jornada através do multiverso de ideias no nosso podcast exclusivo Multicast. Descubra vozes poderosas e perspectivas fascinantes sobre os mais diversos temas. Estamos aqui para amplificar as vozes de quem tem muito o que dizer. Sintonize-se no conhecimento, mergulhe na diversidade e expanda seus horizontes. Multicast, onde as ideias se encontram e o diálogo se transforma em inspiração.
-
-23
Episódio #02 | A pandemia de transtornos mentais na população LGBT+
Nesse Multicast, temos o delicioso bate-papo que Fabi Mesquita e João Geraldo Netto tiveram com o psicólogo Marcos Souza, que usa o psicodrama para atender especialmente pessoas LGBT+ com sofrimentos psíquicos. Ele compartilha sua perspectiva profissional sobre a crescente crise de saúde mental que afeta a comunidade LGBT+ em meio à pandemia global do doenças mentais já anunciada pela OMS (Organização Mundial da Saúde). Ele também destaca a importância da conscientização e do apoio para enfrentar este desafio e fala de temas sensíveis como o suicídio. Marcos Souza é um profissional respeitado e que tem ganhado notoriedade nas redes sociais, mantendo um canal no Instagram, onde compartilha informações relevantes e valiosas para a população LGBT+. Nesta conversa, ele oferece estratégias úteis e conselhos práticos para lidar com os desafios de saúde mental enfrentados por indivíduos LGBT+ ou não, além de compartilhar um pouco de sua trajetória pessoal, super entusiasmante. Junte-se a nós neste vídeo informativo e inspirador para aprender mais sobre este importante tema.
-
-24
Episódio #03 | Mulheres na política
No último episódio do nosso Multicast, tivemos a honra de receber Carolina Iara, uma voz poderosa e inspiradora na Assembleia Legislativa de São Paulo. Como co-deputada estadual, Carolina tem desempenhado um papel fundamental no protagonismo feminino e na representação da comunidade LGBT+ na política. Carolina é uma travesti intersexo e vive com HIV, levantando pautas extremamente importantes e necessárias. Sua trajetória de vida é um testemunho de resistência e luta, e sua presença na política é um passo importante para a inclusão e representação. Nascida intersexo, Carolina foi submetida a diversas cirurgias de redesignação sexual desde o nascimento. Ela é a única deputada conhecidamente intersexo na América Latina e foi a única pessoa trans no programa de mestrado em Ciências Humanas e Sociais na UFBAC. Além disso, Carolina é fundadora da Associação Brasileira de Pessoas Intersexo (ABRAI). Convidamos você a assistir este episódio do Multicast para conhecer mais sobre a história de Carolina Iara. Não se esqueça de curtir o vídeo e seguir nosso canal para mais conteúdo inspirador como este. Juntos, podemos aprender, crescer e promover mudanças sociais importantes.
-
-25
Episódio #04 | Como misturar periferia, cultura, funk, redução de danos e saúde?
Apresentamos a você uma entrevista envolvente com Allan Gomes de Lorena, uma figura multifacetada que combina expertise em saúde pública, expressão artística e pesquisa. Allan é bacharel em Saúde Pública, e sua especialização em Gestão de Redes de Atenção à Saúde o torna um verdadeiro especialista na área de saúde. Com formação em Artes Visuais, Allan demonstra uma paixão única por explorar a interseção entre arte e saúde. Nesta entrevista, Allan Gomes de Lorena abordará o tema crucial da redução de danos e prevenção do HIV entre jovens que frequentam fluxos, festas e bailes funk. Não perca essa oportunidade de aprender com um verdadeiro especialista que une arte e saúde para criar um impacto positivo.
-
-26
Episódio #05 | A luta por identidade e liberdade
Descubra a incrível jornada de Neon Cunha, nascida em Belo Horizonte e moldada pela resistência durante a Ditadura Civil-Militar no Brasil. Em nosso podcast, explore suas memórias que revelam a interseção de classe, raça e gênero, destacando a importância do candomblé e da resistência LGBT+ em São Paulo. Neon compartilha sua proximidade com as pautas de esquerda em São Bernardo do Campo e a persistência das emergências conservadoras para quem é pobre, preto e trans após 1985. Não perca as descobertas de gênero de Neon em meio à repressão política, os impactos do HIV/aids entre as travestis e a essencial política do afeto para subverter a violência social. Ouça agora e mergulhe na história única de Neon.
-
-27
Episódio #06 | 40 anos de pandemia de HIV/aids
Voltamos com um episódio impactante do Multicast, abordando os 40 anos de luta contra o HIV/aids. Entrevistamos o médico infectologista Artur Kalischman, explorando avanços científicos, desafios e lições dessa pandemia. Kalischman compartilha insights sobre tratamento, prevenção e aspectos sociais. Inscrevam-se e acompanhem nosso conteúdo. Juntos, disseminaremos informação de qualidade e combateremos o preconceito. Compartilhem este podcast para construirmos um futuro mais saudável e informado
-
-28
Episódio #01 | Usando drogas durante o sexo. Você conhece o chemsex?
No primeiro episódio do MultiCast, embarcamos em uma conversa esclarecedora com Myro Rolim, um experiente profissional que há anos tem se dedicado ao campo das políticas públicas e redução de danos. Myro, com sua vasta trajetória e atuação na área de saúde coletiva, compartilhou insights valiosos sobre o tema do Chemsex, que é a prática do sexo com o uso de substâncias recreativas. Os praticantes relatam o desejo de ampliar o prazer e o tempo da transa, assim como promover a desinibição no ato sexual. Ele enfatizou a importância crucial de programas que visam mitigar os riscos associados ao uso e abuso de substâncias, bem como a necessidade de cuidados apropriados quando se lida com substâncias potencialmente perigosas, como o fentanil. Recentemente, o fentanil ganhou destaque global devido a relatos alarmantes sobre uma suposta epidemia de uso inadequado nos Estados Unidos. Este conteúdo destina-se exclusivamente a maiores de 18 anos e não é uma apologia ao uso de drogas. Todas as informações aqui contidas são baseadas nas Leis Federais Nº 11.343/2006 e Nº 13.840/2019 e na Portaria Nº 1.028/2005 do Ministério da Saúde e tem por objetivo o autocuidado e a proteção de vidas humanas.
We're indexing this podcast's transcripts for the first time — this can take a minute or two. We'll show results as soon as they're ready.
No matches for "" in this podcast's transcripts.
No topics indexed yet for this podcast.
Loading reviews...
Loading similar podcasts...