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Ouça grandes reportagens realizadas pela equipe de O TEMPO.

  1. 126

    Interessa | Comer junto: prioridade ou luxo?

    O ritual do churrasco em família fez Gisele Bündchen rever até a dieta. Mas por que sentar à mesa virou um hábito tão raro? Entre horários fragmentados e a companhia fixa das telas, o ato de comer virou "função" e deixou de ser encontro. O que a gente perde emocionalmente quando troca a troca de olhares pelo scroll do celular na hora da refeição?Comer junto interfere na saciedade, na digestão e, principalmente, na construção de vínculos. Existe um caminho de volta para o ritual da mesa dentro da rotina acelerada de 2026?O Interessa discute o tema com a psicóloga Thamires Barcellos e a nutri Silvia Hespanha.Ao vivo, às 14h, nos canais O TEMPO e O TEMPO Livre no YouTube e nos principais tocadores de podcast.Se faz parte da sua vida… INTERESS@! 

  2. 125

    Café com Política | Paulo Brant

    Vice-governador durante o primeiro mandato de Romeu Zema (Novo) no Executivo de Minas, Paulo Brant diz que não se “encanta” com a pré-candidatura do ex-correligionário à Presidência da República por considerar a visão política dele “pobre” para os tempos atuais. Além disso, apesar de considerar que o ex-governador teve “boas intenções” à frente da administração estadual, Brant acredita que a gestão não teve capacidade política de viabilizar os projetos que tinha em mente. A avaliação foi feita durante o programa Café com Política, exibido nesta quarta-feira (13/5) no canal no YouTube de O TEMPO.Para Brant, a postura de Zema ocupa um lugar “sincero” de indignação. Na pré-campanha, o ex-governador tem adotado uma postura crítica e de embate com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).Brant afirma que não teve desavenças pessoais com Zema quando participou do primeiro mandato dele, entre 2019 e 2022. Entretanto, no momento, tem uma visão política diferente da do presidenciável.“Não é uma candidatura que me encanta pela visão de mundo que ele tem. Mas respeito. Eu entendo que a visão de mundo dele é um pouco pobre do ponto de vista dos tempos de hoje, do respeito à política, à participação do Estado. Eu acho que a visão do Partido Novo é ultraliberal, liberal demais no sentido de dar um peso muito pequeno à importância do papel do governo, do bom governo.”Para o ex-vice-governador, a preocupação, atualmente, deveria ser tornar o governo mais eficaz e com melhor atendimento para a população. Ele cita, como exemplo, as pautas de privatização.“É impensável no século XXI uma sociedade sem governo. Então, essas propostas muito radicais de ‘vamos privatizar a Petrobras’, isso não é o relevante, o relevante são outras coisas.”Ao ser questionado sobre uma avaliação dos dois mandatos de Zema, Brant considerou a tarefa difícil. Ele também foi filiado ao Partido Novo e adotou uma postura de ‘mea culpa’ sobre os problemas de articulação política da legenda.“Quando eu entrei no Partido Novo, eu tinha muita expectativa em relação ao nosso governo. Aquela época era meu governo também. Por quê? Porque a gente entrou completamente livre para fazer o que a gente entendia que era melhor, porque a nossa eleição não teve apoio de deputado nenhum, de prefeito nenhum”, explica. “Mas o partido, e aí eu me incluo, porque eu estava ali dentro, nós não tivemos capacidade de construir apoios políticos.”Por conta disso, Brant acredita que a gestão de Zema não conseguiu tirar alguns projetos do papel. “Acho que o governo ficou devendo, ficou devendo porque ele não teve capacidade política. Havia até boas intenções, mas não teve capacidade política de viabilizar os projetos que ele tinha em mente.”

  3. 124

    Interessa | Estamos assistindo à morte do constrangimento social?

    O Interessa desta terça-feira recebeu a psicóloga clínica Marina Nicolau para um debate necessário sobre um comportamento cada vez mais comum: a “morte” do constrangimento social em espaços públicos. Discutimos como o uso do celular no volume máximo — com áudios, vídeos e ligações no viva-voz — tomou conta de ônibus, consultórios e padarias, transformando o espaço coletivo em uma extensão da vida privada. Marina explicou o que está por trás dessa perda de filtro: seria excesso de individualismo, busca por validação ou um afrouxamento real das regras de convivência?Um papo essencial para entender por que o incômodo do outro parece importar cada vez menos e como isso afeta nossa saúde mental e a harmonia na rotina.

  4. 123

    Café com Política | Domingos Sávio

    A cúpula do PL vai se reunir nesta terça-feira (12/5) em Brasília e deve decidir sobre o rumo das eleições em Minas Gerais. Ao Café com Política, o deputado federal Domingos Sávio (PL) reforçou que há, no momento, três caminhos. Os mais prováveis são o lançamento de uma candidatura própria ou uma possível aliança com o senador Cleitinho (Republicanos), para unir a direita em torno das eleições para o governo estadual. O deputado reforçou que a terceira hipótese, de o partido estar junto de Mateus Simões (PSD), só poderá ser viabilizada se Romeu Zema (Novo) não estiver como cabeça de chapa, pois Simões precisaria estar na campanha junto do senador Flávio Bolsonaro (PL).Nesta semana, Domingos Sávio está deixando a presidência estadual do PL para se dedicar à pré-campanha para o Senado Federal. Ao Café com Política, ele também falou dos planos de expansão do partido, que pretende aumentar a bancada mineira no Congresso Nacional e também o número de deputados estaduais em Minas. Criticou ainda a decisão do ministro Alexandre de Moraes, de suspender a aplicabilidade da Lei da Dosimetria.

  5. 122

    Interessa | Escapes de urina: comum, mas não normal

    Rir, tossir, espirrar, treinar… e perder urina. Embora muita gente trate a situação como algo “normal”, os escapes urinários não devem ser encarados dessa forma e, cada vez mais mulheres têm falado sobre isso.Recentemente, a atriz Paolla Oliveira revelou conviver com essa realidade aos 44 anos e ajudou a ampliar um debate que ainda costuma ser cercado de vergonha. Segundo dados de uma pesquisa encomendada pela Kimberly-Clark e realizada pela Qualibest, uma em cada quatro mulheres enfrenta episódios de perda urinária. Ainda assim, cerca de 80% delas não comentam o assunto nem mesmo com médicos.No lugar do tratamento, muitas acabam adaptando a própria rotina: evitam exercícios físicos, deixam de fazer esforço, sentem medo de tossir em público e recorrem ao uso frequente de protetores diários. Na maioria dos casos, os escapes estão ligados ao enfraquecimento do assoalho pélvico - musculatura responsável por sustentar órgãos como bexiga, útero, intestino e reto. O problema pode surgir em diferentes fases da vida e sofrer influência de fatores como gestação, parto, menopausa, envelhecimento, sedentarismo e até atividades de impacto.No programa Interessa desta segundona (11), a bancada feminina recebe a fisioterapeuta pélvica Flaviana Teixeira para esclarecer o que é considerado comum, quando os escapes exigem atenção e quais tratamentos existem atualmente. 

  6. 121

    Café com Política | Bruno Pedralva

    Em entrevista ao Café com Política, o vereador Dr. Bruno Pedralva (PT) fez duras críticas à decisão da Prefeitura de Belo Horizonte de promover cortes e demissões no Sistema Único de Saúde (SUS), com impacto direto sobre o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). Médico e em seu segundo mandato na Câmara Municipal, Pedralva afirmou que a medida compromete o atendimento à população, especialmente em um momento de alta demanda provocada por doenças respiratórias. “A saúde já opera no limite. Reduzir equipes significa aumentar o tempo de espera e, no caso do SAMU, isso pode custar vidas”, declarou.Segundo o parlamentar, a opção do Executivo por cortar gastos na saúde é politicamente equivocada e socialmente injusta. Ele citou pesquisas eleitorais recentes que apontam a saúde como o principal problema da capital e questionou a priorização orçamentária da Prefeitura. Pedralva comparou as demissões no SAMU com despesas em outras áreas, como subsídios ao transporte público e cargos comissionados, e afirmou que não há “gordura” a ser cortada no SUS. Para ele, atribuir à saúde a responsabilidade pelo déficit municipal ignora o crescimento dos repasses federais e o papel de Belo Horizonte como polo regional de atendimento.Durante a conversa com o jornalista Léo Mendes, o vereador também destacou que o tema provocou uma mobilização incomum na Câmara, reunindo parlamentares de diferentes campos políticos, como PT e PL, contra as demissões. De acordo com Pedralva, ao menos 16 vereadores já se posicionaram publicamente pela suspensão dos cortes, e o Ministério Público foi acionado para avaliar a legalidade das medidas. Ele alertou para os riscos operacionais de reduzir equipes do SAMU, especialmente em atendimentos de alta complexidade, como casos de parada cardiorrespiratória, e disse esperar uma decisão judicial que garanta o direito fundamental à saúde.Além da saúde, Pedralva criticou a atuação da gestão do prefeito Álvaro Damião (UNIÃO) em áreas como infraestrutura, educação e políticas para a população em situação de rua. Na avaliação do vereador, falta capacidade de gestão e diálogo com servidores e movimentos sociais. Ele defendeu a negociação com professores em greve, o fortalecimento de políticas públicas baseadas em evidências científicas e se posicionou contra propostas de internação compulsória como regra para dependência química, classificando-as como ineficazes.Ao final da entrevista, Pedralva confirmou que é pré-candidato a deputado estadual em 2026, afirmando que pretende levar para a Assembleia Legislativa a defesa do SUS, dos direitos sociais e das pautas que, segundo ele, têm sido negligenciadas pelo Executivo municipal. Mesmo com a pré-candidatura, garantiu que seguirá atuando na Câmara de Belo Horizonte e liderando a oposição aos cortes na saúde.

  7. 120

    AGROTEMPO | Produção de cogumelos ainda não supre a demanda

    Com clima favorável e regiões com umidade propícia, Minas Gerais está se destacando na produção de cogumelos.   A maior concentração de produtores está na região Sul, no entanto, alguns municípios da região metropolitana de Belo Horizonte, como Nova Lima e Rio Acima, também se destacam.  As espécies mais cultivadas e comercializadas como  Shiitake, Shimeji, com variações como o branco, o preto, e o salmão e o Portobello, também conhecido como Paris. A atividade é impulsionada pela agricultura familiar, com cultivo orgânico e uso de tecnologia de climatização, destacando-se o agroturismo e a venda direta ao consumidor.  

  8. 119

    Café com Política | Larissa Dias

    No Café com Política de hoje, recebemos Larissa Dias, assessora especial do governador de Minas Gerais, Matheus Simões, em um momento decisivo de transição no comando do estado.Durante a entrevista, Larissa fala sobre os primeiros dias da nova gestão, as prioridades do governo e o desafio de dar continuidade ao trabalho iniciado por Romeu Zema, ao mesmo tempo em que imprime um estilo próprio à administração estadual.Entre os principais temas abordados estão o projeto de “governo presente”, que leva o Executivo para o interior de Minas, os investimentos em saúde — incluindo hospitais regionais e expansão de serviços como hemodiálise —, além das políticas para educação, como a ampliação das escolas cívico-militares.A entrevista também trata da situação fiscal do estado, da dívida com a União, dos reajustes para servidores públicos e dos avanços em infraestrutura, como a modernização do metrô de Belo Horizonte.Outro ponto importante da conversa é o cenário político, com análises sobre a pré-candidatura de Romeu Zema à Presidência da República, o desempenho de Matheus Simões nas pesquisas e os desafios eleitorais para os próximos meses.Larissa também comenta temas sensíveis como segurança pública, violência contra a mulher e o papel do Estado no enfrentamento desses problemas, além de destacar a importância da participação dos jovens na política.

  9. 118

    Interessa | Maternidade Tardia

    Histórias de mulheres que engravidam depois dos 40, como a da atriz Natalie Portman, ajudam a ampliar o imaginário sobre a maternidade tardia. O que antes era exceção, hoje aparece com mais frequência e por diferentes razões: carreira, estabilidade financeira, saúde, ausência de parceria ou simplesmente porque o desejo de ser mãe não surgiu no “tempo esperado”.Mas, junto com as possibilidades, existem limites. A fertilidade feminina diminui com a idade e, após os 35, esse processo se acelera, exigindo mais planejamento, acompanhamento médico e, muitas vezes, intervenções. Por outro lado, a espera também pode trazer ganhos importantes: mais maturidade, decisões conscientes e um olhar mais preparado para a maternidade.No Interessa de hoje, o tema é tratado sob diferentes perspectivas - médica, emocional e vivencial. Com a psicóloga Laura Lanna, a conversa também passa por uma pergunta essencial: esse desejo é genuíno ou atravessado por pressão social? Entre o relógio biológico e o tempo de cada mulher, o desafio é encontrar equilíbrio entre informação, autonomia e realidade.  Participação extra: Dra. Rayana Campos, médica ginecologista e obstetra. 

  10. 117

    AGROTEMPO | Codevasf realiza consulta pública sobre a concessão das etapas III e IV do Projeto de Irrigação Jaíba

    Começou no dia 22 de abril e vai até 22 de maio de 2026 a consulta pública sobre a Concessão de Direito Real de Uso (CDRU) das Etapas III e IV do Projeto Público de Irrigação Jaíba, localizado no norte do estado de Minas Gerais. A ação é organizada pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf). A concessão visa à implantação da infraestrutura de irrigação, à ocupação de áreas para produção agrícola e à execução de atividades de manutenção e operação do sistema. Além da Codevasf, a iniciativa tem a participação do  Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) e Secretaria Especial do Programa de Parcerias de Investimentos da Casa Civil da Presidência da República (SEPPI/CC/PR). Os documentos, estudos de viabilidade e o formulário de contribuição estarão disponíveis aos interessados no site da Codevasf: https://www.codevasf.gov.br/ 

  11. 116

    Café com Política | Pedro Roussef

    O vereador de Belo Horizonte e sobrinho-neto de Dilma Rousseff, Pedro Rousseff (PT), acredita que a ex-presidente não deve retomar tão cedo à política. Atualmente, Dilma lidera o Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), conhecido como Banco dos BRICS, e, conforme Pedro, tem ainda mais três anos de mandato à frente da instituição. Em entrevista ao programa Café com Política, exibido nesta quinta-feira (7/5) no canal no YouTube de O TEMPO, o parlamentar ainda teceu críticas ao ex-deputado federal e articulador do impeachment de Dilma, Eduardo Cunha (Republicanos), que pretende retornar ao Congresso Nacional por Minas Gerais.“O presidente Lula faz um trabalho excepcional na defesa do Brasil. Agora, a Dilma faz um trabalho hoje para além de defender o nosso país - ela defende as economias emergentes. Nós temos que ter alguém com a competência técnica, com a garra, com a honestidade de Dilma Rousseff para poder ficar à frente do maior banco do mundo, para poder fazer debates que são muito importantes”, diz o vereador.Uma dessas pautas é o que Pedro chama de “desdolarização” da economia global. No caso, o trabalho de Dilma na presidência do Banco do Brics prevê uma valorização dos países emergentes em detrimento dos Estados Unidos.“Hoje nós somos basicamente escravos dos Estados Unidos porque toda transação comercial que nós temos hoje entre países é feita em dólar. Ao mesmo tempo, uma das grandes tarefas dela no banco é democratizar as transações internacionais, para que, quando a gente venda a nossa carne para a China, seja paga essa transação em real ou em moeda chinesa”, explica.Dilma foi eleita presidente do Brasil em 2010 e reeleita em 2014, entretanto, um processo de impeachment articulado por Eduardo Cunha a tirou do cargo em 2016. Ao Café com Política, Pedro Rousseff diz não haver arrependimentos por parte da ex-presidente, e tece críticas aos que votaram a favor da derrubada do mandato dela.“É justamente por isso que ela caiu, porque foi uma presidenta honesta, que camaradas como esses, como Eduardo Cunha, que até recentemente estava preso, tiraram ela”, diz. “Eu quero saber onde está minha tia hoje em dia e onde está Eduardo Cunha? Onde está Aécio Neves hoje? Esquecidos na política. E Dilma não, ela está na presidência do maior banco do mundo, representando o nosso país nos interesses globais, fazendo um trabalho de quase como vários presidentes juntos. Enquanto a Dilma é o nosso orgulho, todos aqueles que, de fato, tiraram o cargo dela, como Cunha, Aécio, entre tantos outros, estão aí esquecidos na política.”Atualmente, Eduardo Cunha está construindo uma base eleitoral em Minas Gerais, para viabilizar o nome do estado para o pleito de 2026, ponto também abordado por Pedro Rousseff.“Será que ele vê a gente como um curral eleitoral que ele pode simplesmente chegar aqui comprando o povo para ser eleito deputado federal, para poder voltar para o Congresso Nacional?”, questiona o vereador.

  12. 115

    Interessa | Maternidade Atípica

    Nenhuma mãe é igual - assim como nenhum filho e nenhum maternar. A maternidade atípica rompe com a imagem idealizada de ser mãe. Mulheres que cuidam de filhos com condições como o Transtorno do Espectro Autista e a Síndrome de Down enfrentam, muitas vezes, o chamado “luto do filho imaginado” ao mesmo tempo em que mergulham em uma rotina intensa de cuidados, terapias e adaptações. É uma jornada marcada por amor, mas também por sobrecarga, custos elevados e enfrentamento diário ao capacitismo.No Brasil, onde milhões de pessoas vivem com deficiência, essa maternidade ainda é, em grande parte, solitária. A falta de suporte adequado na saúde e na educação, como diagnósticos tardios e ausência de mediadores escolares, agrava o cenário. Para muitas mães, conciliar trabalho e cuidado se torna um desafio constante, ampliando desigualdades que atravessam também questões de raça e classe social.No Interessa, a psicóloga e neuropsicóloga Alessandra Drumond Valle conduz a discussão sobre acolhimento, rede de apoio e políticas públicas. O programa propõe diferenciar maternidade de “maternagem”, o exercício real do cuidado, e reforça a importância de olhar também para quem cuida.

  13. 114

    Café com Política | Cristiano Caporezzo

    O deputado estadual Cristiano Caporezzo (PL) acredita que seu partido tem todas as condições de lançar um candidatura própria ao governo de Minas neste ano, mas também não descarta uma aliança com o senador Cleitinho (Republicanos). A avaliação foi feita em entrevista ao programa Café com Política, exibido no canal de O TEMPO no Youtube, em que o parlamentar, que é pré-candidato a deputado federal, falou dos planos do PL e criticou o atual governo do estado. Confira os principais trechos da entrevista

  14. 113

    Interessa | Maternidade cansada

    A ideia de que mãe dá conta de tudo e ainda sorrindo começa a ruir diante de uma realidade cada vez mais compartilhada: a exaustão. Conciliar filhos, trabalho, casa e demandas invisíveis tem levado muitas mulheres ao limite. E, no meio disso, ainda aparece a culpa por não conseguir fazer tudo como “deveria”. O resultado é uma maternidade sobrecarregada, onde o cansaço extremo vira rotina.Casos de esquecimentos, erros e falhas têm ganhado espaço nas conversas - e precisam ser olhados com cuidado. Existe uma diferença importante entre negligência e exaustão. Muitas dessas situações não nascem da falta de cuidado, mas do excesso: privação de sono, solidão, pressão social e acúmulo de funções. A psicologia já nomeia esse estado como burnout materno ou parental.No Interessa, a psiquiatra Dra. Adriana Gatti conduz a discussão sobre saúde mental materna e reforça um ponto essencial: mães não são super-heroínas. Falar sobre limites, rede de apoio e divisão real de responsabilidades é fundamental para tornar a maternidade mais possível e menos solitária.

  15. 112

    AGROTEMPO | CNseg e Governo Federal articulam medidas para expandir seguro no agro

    O fortalecimento da economia brasileira passa, estrategicamente, pela segurança do setor produtivo e pelo planejamento financeiro das famílias. Na semana passada, Brasília foi palco de importantes articulações entre o mercado segurador e o Governo Federal. O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, recebeu a diretoria da CNseg, Confederação Nacional das Seguradoras para discutir pautas que podem mudar o cenário do seguro rural.  O encontro focou em projetos de lei que visam modernizar o setor. Atualmente, o setor de seguros já representa mais de 6% do PIB brasileiro, mas o potencial de crescimento é ainda maior. Um dos pontos centrais da reunião foi o apoio de Alckmin ao projeto de lei que amplia os recursos para o seguro rural. Atualmente  apenas 5% da área produtiva do Brasil conta com algum tipo de seguro.

  16. 111

    Café com Política | Cristiano Silveira

    No Café com Política, a jornalista Letícia Fontes entrevista o deputado estadual Cristiano Silveira (PT), que analisa o cenário eleitoral em Minas Gerais para 2026.O parlamentar comenta a possível candidatura de Rodrigo Pacheco ao governo do estado, os planos do PT caso o senador não entre na disputa e o fortalecimento do partido em Minas. Silveira também fala sobre alianças políticas, o papel de Marília Campos na corrida ao Senado e possíveis composições com outros nomes, como Alexandre Kalil.Durante a entrevista, o deputado faz duras críticas ao governo Romeu Zema e à gestão de Matheus Simões, abordando temas como segurança pública, educação, uso da máquina pública e denúncias recentes envolvendo secretarias do estado.

  17. 110

    Café com Política | Braulio Lara defende mudanças na mobilidade urbana de BH

    Em entrevista ao Café com Política, o vereador de Belo Horizonte Braulio Lara (Novo) destacou o seu trabalho de fiscalização e à atuação em temas considerados sensíveis na cidade. Sobre a população em situação de rua, o parlamentar defendeu que o tema seja tratado como questão de saúde pública, assistência social e segurança.Ele voltou a defender a internação involuntária em casos graves de dependência química e afirmou que a ocupação irregular de vias e calçadas não pode ser naturalizada. “Direitos precisam valer para todos”, disse.Na área de mobilidade urbana, Braulio Lara destacou a implantação da motofaixa em Belo Horizonte e criticou a dependência excessiva do sistema de ônibus. Como presidente da Comissão de Mobilidade Urbana da Câmara Municipal, o vereador cobrou mais transparência nos subsídios ao transporte coletivo e defendeu maior concorrência no setor com a aproximação da nova concessão, prevista para 2028.Durante a entrevista aos jornalistas Janaína Fonseca e Léo Mendes, Braulio Lara também falou sobre a Lagoa da Pampulha. Ele disse que a CPI sobre o tema revelou indícios de corrupção e mau uso de recursos públicos, mesmo após investimentos bilionários sem resultado na despoluição. Para o vereador, cabe ao Legislativo fiscalizar e encaminhar as irregularidades aos órgãos competentes. “A CPI é o início do processo. Sem fiscalização, o dinheiro do contribuinte é desperdiçado”, declarou.Para as Eleições 2026, o parlamentar confirmou que é pré-candidato a deputado federal pelo Partido Novo. Segundo ele, a intenção é levar ao Congresso pautas ligadas à fiscalização do gasto público, mobilidade, segurança e políticas sociais com foco em resultados.A entrevista na íntegra com Braulio Lara vai ao ar na segunda-feira, 4 de maio, às 9 horas, no canal de O TEMPO no YouTube.

  18. 109

    Minas S/A | Lucas Vieira, presidente da AMM, chama para o debate no Congresso Mineiro dos Municípios

    O episódio especial de hoje Municípios Unidos no Minas S/A, disponível em todas as plataformas de O TEMPO, traz uma entrevista com Lucas Vieira Lopes, presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM), a maior entidade de prefeitos da América Latina. Lucas é prefeito de Iguatama, cidade no centro-oeste mineiro a aproximadamente 258 km da capital mineira. No comando da AMM, o gestor detalha à jornalista Helenice Laguardia os desafios das pequenas cidades frente à queda de repasses e à nova realidade da inteligência artificial e da privatização do saneamento. O presidente da AMM também convida para o 41º Congresso Mineiro de Municípios que este ano tem o tema "Minas Gerais no Centro das Decisões: Municípios Unidos por um Brasil Forte" e que acontece nos dias 5 e 6 de maio no Expominas, em Belo Horizonte.

  19. 108

    Minas S/A | Gerdau lança a linha NewEco, uma solução de aço com baixa emissão de carbono

    Gustavo Werneck, CEO da Gerdau, é o convidado de hoje da temporada Minas S/A Legados, em todas as plataformas de O TEMPO. Com 125 anos de história e quase R$ 70 bilhões de receita líquida em 2025, a maior empresa brasileira produtora de aço moderniza suas operações em Minas Gerais — com investimentos bilionários em uma plataforma de mineração sustentável e o lançamento da linha New Eco, uma solução de aço com baixa emissão de carbono desenvolvida para apoiar clientes que buscam avançar em suas jornadas de descarbonização e fortalecer sua competitividade em um cenário de transição para uma economia de baixo carbono. O executivo analisa o avanço da Inteligência Artificial no setor e a relevância crescente da operação norte-americana nos resultados da companhia. O CEO da Gerdau também aborda a importância de uma gestão humanizada como a “última fronteira” da eficiência empresarial.

  20. 107

    Interessa | Sexo e menopausa: nem tudo está perdido - e ainda existe (e como!) libido nessa fase

    Durante muito tempo, a menopausa foi tratada quase como um encerramento, especialmente, quando o assunto é sexo. Como se o desejo simplesmente desaparecesse e a vida sexual virasse página virada. Mas será que é assim mesmo?O corpo muda, sim. Oscilações hormonais, novas respostas aos estímulos e até desconfortos podem surgir. Mas transformar isso em sentença definitiva é reduzir demais uma experiência que é muito mais complexa e cheia de possibilidades. A própria Fernanda Lima falou abertamente sobre o período em que perdeu a libido no início da menopausa. O que pouca gente considerou é que, depois, ela também contou sobre a retomada do desejo, os ajustes na rotina e a redescoberta do prazer. E quantas mulheres vivem isso em silêncio? Quantas acham que o desconforto é “normal” e que não há o que fazer? Informação faz toda a diferença. Entender o corpo, adaptar o ritmo, incluir novos estímulos, mais diálogo, tudo isso pode transformar a experiência. Para falar sobre esse tema sem tabu e com profundidade, o Interessa recebe a Andréa Rufino, ginecologista e sexóloga. Na apresentação, Renata Zacaroni, ao lado das jornalistas Flaviane Paixão e Jana Fonseca compondo a bancada.

  21. 106

    Interessa | ‘Péssimo marido, ótimo pai’ - e tem jeito?

    “Como marido, um desastre… mas como pai, maravilhoso.” A frase é repetida com uma naturalidade que chega a enganar. Parece inofensiva, quase um elogio possível dentro de um cenário imperfeito. Mas, quando a gente olha mais de perto, essa divisão começa a perder o sentido. Dá mesmo pra separar essas duas versões de um homem dentro da mesma casa?  O ambiente é um só. E, principalmente, há crianças ali observando tudo. Em um espaço onde existe desrespeito constante, silenciamento, controle ou humilhação, não dá pra acreditar que isso não transborde. A forma como um homem trata a mãe dos seus filhos também educa. Pensa bem: esse mesmo homem pode, sim, ser carinhoso com os filhos, brincar, perguntar da escola, estar presente. Mas o que sustenta esse “bom pai”? Porque a criança não aprende só com o afeto direto que recebe; ela aprende, sobretudo, com o que presencia. E quando ninguém nomeia o desrespeito, quando ninguém chama de violência aquilo que ela vê e que é, o que se constrói é uma referência distorcida do que é amor, cuidado e relação.  Talvez essa ideia de “pai bom” e “marido ruim” funcione mais como um alívio do que como uma verdade. Uma forma de suavizar uma realidade desconfortável.Por isso o Interessa desta quinta (21), provoca! É possível ser um bom pai enquanto se desrespeita a mãe dos filhos? Demonstrações pontuais de carinho compensam um cenário de tensão?  

  22. 105

    Café com Política | Gabriel Parreiras, prefeito de Brumadinho

    O prefeito de Brumadinho, Gabriel Parreiras (PRD), fez duras críticas ao acordo de reparação firmado após o rompimento da barragem da Vale no municiípio e à atuação do governo de Minas Gerais no processo. Em entrevista ao Café com Política, exibido no canal de O TEMPO no YouTube nesta quinta-feira (30/4), o chefe do executivo municipal afirmou que a cidade foi deixada de lado nas decisões e que os recursos destinados ao município não foram suficientes.  "Brumadinho não foi reparada. O acordo que existe entre o Estado de Minas Gerais e a Vale sequer sentou Brumadinho à mesa. Como é que a gente faz um acordo de R$ 37 bilhões em um crime que aconteceu em Brumadinho e Brumadinho sequer é ouvida? Não faz sentido nenhum”, afirmou Parreiras, que pontuou que o município busca, na Justiça, uma reparação mais adequada. “Existe hoje um processo de Brumadinho contra a Vale, contra tudo isso que foi feito, e a gente espera que, através disso, consiga fazer um acordo para o futuro da cidade.”Durante a entrevista, o prefeito também criticou a condução política do governo estadual no caso e disse que faltou articulação com o município ao longo do processo. “Eu acho que a parte política do governo ficou muito a desejar com Brumadinho. Precisava ter um olhar maior. A gente tentou, por exemplo, a municipalização de uma estrada para acelerar uma obra importante e não conseguimos. Isso foi uma perda política”, avaliou. O prefeito também questionou a divisão dos recursos do acordo, considerada por ele insuficiente diante dos impactos da tragédia. “A gente pode olhar de duas maneiras: foram R$ 1,5 bilhão para Brumadinho. Parece muito. Mas, de R$ 37 bilhões, isso representa 4%. Eu não considero minimamente justo. Talvez, se fosse 10%, ainda seria pouco. A gente tem que partir de um valor de R$ 6 bilhões, R$ 7 bilhões, que poderia garantir um fundo para o futuro da cidade”, argumentou o prefeito, que reforçou que os danos não são comparáveis com o restante do Estado. “Os danos e o fato de o crime ter sido em Brumadinho não são comparáveis com o resto de Minas.”Na avaliação de Parreiras, o acordo também falhou ao não considerar a realidade local e os efeitos posteriores à tragédia. “Brumadinho precisa ter segurança de futuro. O que assusta hoje é o que vai acontecer quando a reparação acabar. Como vai ser a renda da cidade? A gente precisa trazer essa tranquilidade para quem vive aqui e para quem quer investir”.O prefeito também criticou a falta de protagonismo do município nas decisões. “Brumadinho não escolheu o que aconteceu. Foi um crime. E a cidade não pode ser lembrada só por isso, mas também não pode ser ignorada no processo de reparação.”Prefeito de Brumadinho cobra mais apoio do PRD e não descarta mudança de partidoFiliado ao PRD, o prefeito de Brumadinho cobrou mais atenção do partido às demandas do município e admitiu a possibilidade de mudança no futuro. “Tenho um alinhamento muito bom no PRD, mas a gente precisa que o partido enxergue Brumadinho com esses olhos. Hoje enxerga, mas podia enxergar mais. A gente pode ter essa conversa de forma muito tranquila”, afirmou Parreira. “Tenho um acesso muito bom ao Fred Costa, somos amigos, mas a gente precisa cada vez mais convencê-lo”. O prefeito ponderou que, neste momento, a troca de partido não está em discussão imediata, mas pode ocorrer no futuro. “Hoje não é algo pensado. Estou no meu mandato, sou do PRD, honro minhas bandeiras partidárias. Mas não é descartado. Não é uma decisão tomada agora”, analisou. Parreiras também comentou o cenário eleitoral em Minas Gerais e declarou apoio ao ex-presidente da Câmara Municipal de Belo Horizonte, Gabriel Azevedo (MDB), como possível candidato ao governo do Estado. “Eu sonho muito com a eleição do Gabriel Azevedo. É um cara que compartilha dos mesmos sonhos, de uma política diferente, e entende os problemas de Brumadinho. A gente precisa de um governador que entenda que Brumadinho não pode ser só mais uma cidade”, afirmou.Ele defendeu que o município tenha prioridade nas políticas públicas estaduais. “Nós estamos falando da cidade que sofreu o maior crime ambiental da história. Ela precisa ter um olhar diferente. O compromisso que o Gabriel tem com a gente é colocar Brumadinho como prioridade e ajudar nessa ressignificação da cidade”, disse.

  23. 104

    Interessa | “No Brasil não há homem para mim” - está faltando homem?

    Lá nos anos 90, Xuxa Meneghel soltou uma frase que atravessou gerações: “no Brasil não tem homem pra mim”. Décadas depois, o tema continua atual, mas será que essa sensação faz sentido? Dados da PNAD Contínua do IBGE mostram que, no Brasil, existem cerca de 95 homens para cada 100 mulheres. Em Minas Gerais, o cenário muda conforme a idade: há mais homens entre os jovens, equilíbrio na faixa dos 30 e, a partir dos 40, as mulheres passam a ser maioria.A explicação passa, em parte, pela expectativa de vida - homens vivem menos, e isso impacta o recorte ao longo dos anos. Mas o ponto mais interessante não está só nos números, e sim na narrativa que se construiu a partir deles. A ideia de que “falta homem” ganhou força, alimentando frases como “o mercado tá salgado” ou “quem casou, casou”. E, sem perceber, muita gente começa a ajustar expectativas, aceitar menos e valorizar o mínimo.O resultado? Homens comuns sendo colocados em um lugar de escassez e mulheres incríveis questionando se estão exigindo demais. No Interessa de hoje, a psicóloga e sexóloga Andréa Aguiar propõe um olhar mais crítico: será que essa falta 

  24. 103

    Café com Política | Presidente AMM, Lucas Vieira

    O novo presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM) e prefeito de Iguatama, Lucas Vieira (PSB), afirmou que pretende adotar uma postura de diálogo e “maturidade” na relação com o governo de Minas Gerais, após os atritos entre o ex-presidente da entidade, Luís Eduardo Falcão (Republicanos), e o governador Mateus Simões (PSD). Em entrevista ao Café com Política, exibida na quarta-feira (29/4) no canal de O TEMPO no Youtube, Vieira reforçou o caráter apartidário da associação, criticou a condução da privatização da Copasa e prometeu dar continuidade ao modelo de gestão de Falcão. Questionado sobre o histórico recente de tensão entre a AMM e o governo estadual, o novo presidente da AMM minimizou possíveis impactos e disse apostar na construção institucional. “Acredito que ambos, tanto o governador e a gente tem que ter maturidade suficiente para saber separar as coisas. O objetivo da AMM, o objetivo de qualquer gestor público de Minas Gerais é fazer políticas públicas de qualidade. A gente tem que ter maturidade suficiente para deixar de lado nossas diferenças e trabalhar para o povo”, afirmou.O presidente também garantiu que a entidade não irá se envolver no processo eleitoral, mantendo neutralidade diante das disputas. “AMM já teve experiência em gestões anteriores, onde o presidente tomou partido para certa ideologia. Isso não acabou bem. Os próprios apoiadores daquela ideologia que o presidente tinha apoiado reclamaram. Isso não é o papel da AMM. Tem prefeito de direita, de esquerda, tem prefeito do PL, do PT, do centro, enfim. A AMM é apartidária. Eu falo que a ideologia da AMM é o municipalismo. A gente vai brigar para que os municípios estejam dentro do plano de governo de cada candidato”.O prefeito de Iguatama reforçou ainda que, à frente da entidade, não pretende participar diretamente das campanhas. “A partir do momento que eu assumo a presidência da AMM, que é uma instituição apartidária e que engloba vários municípios, de vários partidos, eu tenho que ter a responsabilidade de não entrar nessa campanha política, porque eu acho que isso pode afetar todo o respeito, todo o mérito que conseguiu até hoje”, completou. Copasa: críticas, pressão e negociaçãoDurante a entrevista, o novo presidente da AMM falou sobre pressão do governo de Minas Gerais e da Copasa sobre prefeitos para a renovação dos contratos de saneamento. Vieira criticou a condução do processo e defendeu maior apoio técnico às prefeituras. Segundo o prefeito de Iguatama,  os municípios precisam de parceria, e não de pressão, para tomar decisões sobre o tema. “Ao invés de fazer pressão, a gente tem que buscar construir, buscar ajudar os municípios, sobretudo os municípios pequenos. É no município que a vida acontece. Então, ao invés de pressionar, a gente tem que andar junto com os prefeitos”, disse.Para Vieira, o problema começa na origem da discussão sobre a privatização da Copasa, que, segundo ele, não contou com a participação dos municípios. “Eu falo que esse processo de privatização é um processo que começou errado. Ninguém ouviu os prefeitos, ninguém chamou os prefeitos, nem a associação que representa os municípios mineiros. Não fomos ouvidos para saber se valia a pena privatizar, sendo que isso vai afetar diretamente os municípios e os cidadãos”, afirmou.Vieira reforçou ainda que a entidade não orienta uma decisão única e que cabe a cada prefeito avaliar sua realidade. “Não cabe a mim tomar essa decisão se o prefeito assina ou não o contrato. O que cabe a gente é levar informação, porque são 853 municípios, cada um com uma realidade diferente. A privatização pode ser positiva para um e negativa para outro”.Apesar das críticas, segundo Vieira, a AMM passou a atuar como mediadora nas negociações com a companhia. “Conseguimos construir um acordo com a Copasa para que os municípios que aderirem ao contrato possam ter a antecipação do pagamento do Fundo de Saneamento e também a prorrogação do prazo para o início da cobrança da tarifa de esgoto”, explicou o presidente, que destacou que as medidas buscam evitar impactos diretos à população e dar mais tempo para adaptação. “Imagina você chegar na sua cidade e falar: ‘agora tem mais uma tarifa para pagar’. Então nós ganhamos esse tempo de preparo, de informar melhor a população, para que a decisão seja mais sólida e não prejudique os municípios”, explicou.Continuidade na gestãoO novo presidente da AMM garantiu que sua gestão à frente da entidade será de continuidade em relação ao trabalho desenvolvido por Falcão, com manutenção do modelo de decisões coletivas. “O ex-presidente Falcão sempre fez questão de fazer uma gestão compartilhada, de ouvir toda a diretoria, de ouvir as nossas opiniões, de tomar decisão em conjunto. Então, a gente vai imprimir sim o meu ritmo de gestão, mas vai ser uma gestão de continuidade, daquilo que a gente já vinha fazendo”, afirmou.Apesar da continuidade, ele destacou que pretende ter uma atuação mais próxima do dia a dia da entidade. “Eu gosto de ficar mais perto da AMM. Já estou dividindo os dias, gosto de acompanhar mais de perto, estar junto com a equipe, porque acho que a gente pode construir mais coisas juntos”, disse.O novo presidente reforçou também que a prioridade da sua gestão será fortalecer o municipalismo e garantir melhores condições para os municípios mineiros, tanto no debate com o governo estadual quanto nas discussões nacionais.

  25. 102

    Interessa | Dia da Educação: como os jovens de hoje estão (estão?) aprendendo

    Teve uma época em que aprender dava trabalho e isso não é saudosismo gratuito. Era tabuada de presente, dicionário novo no início do ano, pesquisa na Barsa, tarefa anotada na agenda e corrida contra o apagador do professor. Tudo exigia leitura, escrita, interpretação e, principalmente, esforço. Não tinha foto do quadro, nem resposta pronta. Tinha processo.Agora, em 2026, o cenário mudou completamente. A informação cabe na palma da mão e muitas vezes já chega resumida, explicada e até “pensada”. A inteligência artificial entrou de vez na rotina de estudos e, sim, facilita (e muito). Mas junto com essa praticidade, surge uma questão incômoda: quando a resposta vem pronta, o que acontece com o caminho até ela? Porque aprender nunca foi só acertar, sempre foi sobre tentar, errar, insistir e, só depois, entender.A tecnologia é uma aliada poderosa e sem volta. Pode, inclusive, ajudar quem aprende de formas diferentes, adaptando linguagem e ritmo. Mas sem critério, vira atalho e atalho demais compromete autonomia, pensamento crítico e repertório. Hoje, a IA já aparece como “copiloto” em sala de aula, apoiando professores e personalizando o ensino. A questão não é usar ou não usar, é como usar sem abrir mão do essencial: formar pessoas que saibam pensar por conta própria.O que você pensa desse assunto? Nossas meninas receberam Daniel Machado, empreendedor e ativista com mais de 20 anos de experiência, que já esteve à frente da rede Coleguium (1º lugar no ENEM), fundou a Imaginie, que já impactou milhões de alunos, e hoje lidera o grupo Rebels, focado em tecnologia educacional.

  26. 101

    Café com Política | Áurea Carolina

    A pré-candidata ao Senado por Minas Gerais, Áurea Carolina (PSOL), afirmou, em entrevista ao Café com Política, exibida nesta terça-feira (28/4) no canal de O TEMPO no YouTube, que o senador Rodrigo Pacheco (PSB) é uma liderança de direita e criticou a possibilidade de apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao parlamentar na disputa ao governo do Estado.“Sem dúvida, o Rodrigo Pacheco é uma liderança de direita. Essa é a trajetória dele. A gente pode acompanhar o histórico de votações, de posicionamentos”, pontuou a ex-deputada, que, apesar das críticas, reconheceu a atuação institucional do senador em momentos recentes. “Acho que o Rodrigo Pacheco, sendo presidente do Senado, do Congresso, ele teve um papel durante o governo Bolsonaro, de segurar minimamente algumas agendas democráticas. Mas isso é o mínimo que se espera de uma liderança democrática”, afirmou a ex-deputada, que criticou ainda a atuação dos senadores mineiros no Congresso Nacional. “São representantes de um campo à direita e que não me representam, não correspondem às agendas que eu priorizo, que têm a ver com as lutas que eu construo”, disse, ao se referir a Pacheco e Carlos Viana (Podemos).Questionada sobre a disputa ao Palácio Tiradentes, Áurea apontou o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil como um nome competitivo para enfrentar o grupo do governador Romeu Zema (Novo). “Eu tenho uma alegria de ver a pré-candidatura do ex-prefeito Alexandre Kalil ao governo de Minas. Acho que o Kalil é um perfil de centro, que consegue também dialogar de forma mais próxima”, analisou. Durante a entrevista, Áurea ponderou, no entanto, que há diferenças políticas com o ex-prefeito da capital. “É claro que temos diferenças, podemos ter eventualmente divergências políticas”. Segundo a ex-deputada, já houve conversas do PSOL com o ex-prefeito. “Nós tivemos já algumas conversas e aproximações”, afirmou, ao destacar que vê potencial de diálogo no campo progressista.Na disputa ao Senado, a ex-deputada defendeu uma estratégia conjunta entre candidaturas progressistas e citou a possibilidade de composição com a ex-prefeita de Contagem, Marília Campos (PT). “Eu acredito demais nessa dobradinha. É possível votar em mim e votar na Marília Campos. Isso não gera nenhum prejuízo para nenhuma das candidaturas. Pelo contrário, é um reforço mútuo”, afirmou. Apesar disso, reconheceu que ainda não há definição. “Não tem uma sinalização. Acho que o partido, o PT, tem outras prioridades de composição”, disse, ao comentar a ausência de apoio público à proposta de dobradinha.Ao relembrar a eleição de 2018, Áurea avaliou que faltou articulação estratégica à esquerda, o que, segundo ela, teria contribuído para a derrota da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) na disputa pelo Senado em Minas. “Faltou essa estratégia em 2018 para a presidenta Dilma, na época que concorreu ao Senado por Minas Gerais e acabou sendo derrotada. O segundo voto faz muita diferença”, analisou.Ao justificar sua volta à disputa eleitoral, Áurea avaliou estar mais forte diante dos desafios da política. “Eu acho um desaforo que essa violência nos retire da política, porque é para isso que serve: para a gente sofrer tanto a ponto de não suportar e acabar sendo expulsa desses espaços”, afirmou. “Eu quero voltar para ser uma pedra no sapato desse sistema. Eu quero estar lá para dizer que mais de nós vamos entrar, para entrar e segurar a porta aberta”, completou.Questionada sobre os planos futuros, a pré-candidata ao Senado não descartou disputar novamente a Prefeitura de Belo Horizonte. “Sim, eu considero que outros caminhos são possíveis nesse retorno para uma presença ativa no cenário político de Belo Horizonte”, disse. A ex-deputada aproveitou também para criticar a gestão do prefeito Álvaro Damião (União Brasil). “Não me representa. Mas é uma gestão que não tem abertura para o diálogo, para participação popular”, afirmou. Apesar disso, destacou positivamente a atuação da secretária municipal de Cultura, Cida Falabella (PSOL). “Eu fico aliviada de ter a Cida lá, apesar desse governo que é tão ruim, que tem tantos problemas de gestão, problemas de concepção da política em Belo Horizonte. É uma pessoa na qual eu confio muito e que eu sei que faz um trabalho de excelência”, declarou.Na última semana, a deputada federal por Minas Gerais Duda Salabert (PSOL) questionou a permanência de Cida Falabella no partido e falou em “infidelidade partidária”. “Na minha opinião, se configura como infidelidade partidária. E sou favorável que o partido tenha um debate mais profundo ou para retirá-la do partido ou para ela sair da Secretaria de Cultura. É um erro gravíssimo”, afirmou Duda, também em entrevista ao Café com Política.Pré-candidata do PSOL ao Senado defende rigor e não descarta impeachment de ministros do STFDurante a entrevista, Áurea Carolina também comentou a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) e defendeu maior rigor na conduta dos ministros. “Sem dúvida, eu defendo que exista mais rigor para conduta de ministros do STF”, afirmou. Ela não descartou apoiar pedidos de impeachment em caso de irregularidades. “Eu, sem dúvida nenhuma, estarei no Senado me posicionando criticamente, se for preciso, aderindo a pedidos de impeachment de ministros do STF, caso haja qualquer suspeita de irregularidade ou de não condizente com o trabalho no Judiciário”, disse. A pré-candidata também apontou excessos na atuação da Corte. “Não é de hoje que existe um excesso na atuação de ministros do STF. [...] A gente não pode defender condutas que não são adequadas”, concluiu.

  27. 100

    Interessa | Últimas palavras: por acaso o homem sofre mais com uma gripe do que uma mulher?

    “Reúna a família, pois vou pronunciar minhas últimas palavras.” A cena é conhecida e, vamos combinar, rende risadas. Enquanto muitas mulheres seguem a rotina mesmo doentes, existe a ideia de que homens “sentem mais” quando ficam gripados. Mas será que isso é verdade?A chamada “gripe masculina” é real? Ou é uma construção cultural?Em um momento em que casos de doenças respiratórias aumentam no país, inclusive com decreto de situação de emergência em Belo Horizonte, nossa bancada feminina fala sobre a gripe 'sem gênero', sobretudo, sobre prevenção. Vacinação em dia, atenção aos sintomas e cuidado coletivo fazem toda a diferença. E aí vale a pergunta que sempre rende na bancada: na sua casa, quem vira “paciente terminal” com um espirro?

  28. 99

    AGROTEMPO | Governo anuncia R$ 10 bi para modernização e renegociação de dívidas no agro

    Durante a abertura da Agrishow 2026, em Ribeirão Preto, o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, oficializou um pacote de medidas estratégicas para o fortalecimento do agronegócio brasileiro. O destaque central foi o anúncio de uma nova linha de crédito de R$ 10 bilhões, vinculada ao programa MOVE Brasil, especificamente destinada à modernização de máquinas e implementos agrícolas, como tratores e colheitadeiras.Os recursos, oriundos do superávit do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico sob gestão da Finep, têm como foco o fomento à indústria nacional e à inovação tecnológica. Segundo Alckmin, o financiamento deve chegar à ponta final em um prazo de 20 a 30 dias, com a promessa de juros reduzidos para estimular a troca de frotas e a tecnificação do campo. Uma inovação importante desta modalidade é a permissão para que cooperativas agrícolas acessem o crédito diretamente para investir em agricultura digital.Além do aporte para equipamentos, o governo federal sinalizou um empenho direto na renegociação de dívidas rurais. O plano em elaboração pretende contemplar tanto produtores em situação de inadimplência quanto aqueles que seguem adimplentes, visando destravar a capacidade de investimento e elevar a competitividade do setor.

  29. 98

    Café com Política | Cledorvino Belini

    Um novo Estado brasileiro. A Associação Comercial e Empresarial de Minas (ACMinas) realiza nesta segunda-feira (27) um evento de encerramento do projeto “Reforma do Estado Brasileiro”. A iniciativa mobilizou especialistas, lideranças empresariais e representantes da sociedade civil. O presidente da ACMinas, Cledorvino Belini, explica o que, segundo ele, precisa ser revisto no Brasil. Ele cita temas como educação, segurança pública e as reformas econômica e administrativa. Belini defende que a reforma do Estado brasileiro seja prioridade e afirma que é necessário reduzir a burocracia para facilitar a vida de empresários e cidadãos.

  30. 97

    O TEMPO Entrevista | Como o INHAC transforma vidas pela gastronomia

    A gastronomia tem mudado trajetórias profissionais e ampliado perspectivas de futuro para centenas de jovens em Belo Horizonte. Esse impacto ganha um novo capítulo no próximo dia 29 de abril, com a formatura de 73 alunos do Curso Técnico em Gastronomia do INHAC - Instituto de Hospitalidade e Artes Culinárias, escola social que aposta na formação técnica gratuita como caminho de inserção produtiva para jovens e adultos em situação de vulnerabilidade.Essa transformação concreta promovida pelo INHAC foi o tema do O TEMPO Entrevista, apresentado por Léo Mendes e Lorena Martins, que receberam a diretora executiva da instituição, Sarah Rocha.Criado a partir de um sonho antigo da educadora Carmem Rocha, o instituto nasceu com a proposta de oferecer ensino de excelência, com metodologia de acolhimento, disciplina e rigor técnico, sem custo para os alunos. À frente do projeto, Sarah Rocha destaca que o curso vai além da cozinha: são 960 horas de formação que combinam prática intensa, conteúdos teóricos ligados à cultura alimentar, gestão, história e identidade da gastronomia brasileira.O perfil dos estudantes revela a dimensão social do projeto. São jovens a partir dos 15 anos, e também adultos, muitos deles marcados por trajetórias de negação de direitos, evasão escolar e dificuldades de acesso ao mercado de trabalho. Ainda assim, o INHAC registra índices de evasão próximos de 5% e uma taxa elevada de empregabilidade, com alunos contratados ainda durante o estágio obrigatório. “A formação técnica ensina a fazer, e isso muda tudo. O aluno sai pronto para entrar na cozinha e seguir seu próprio percurso profissional”, afirma Sarah.Assinado pelo chef Leo Paixão, que atua de forma voluntária no desenho pedagógico e técnico do curso, o INHAC acompanha de perto a trajetória dos egressos e já planeja novos passos, como cursos de graduação tecnológica, parcerias internacionais e a criação de um hotel-escola. A aposta é clara: formar bons profissionais, fortalecer a cadeia da gastronomia e mostrar que, quando oportunidade e excelência caminham juntas, a cozinha pode ser também um poderoso instrumento de transformação social.O TEMPO Entrevista com a diretora executiva do INHAC, Sarah Rocha, vai ao ar no sábado, 25 de abril, às 14 horas, no canal de O TEMPO no YouTube.

  31. 96

    Café com Política | Ronaldo Caiado

    O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) classificou como “deplorável” o atual nível de embate entre a classe política e o Supremo Tribunal Federal (STF). O goiano defendeu o resgate da “liturgia” dos cargos, evitando "picuinhas" e polarizações que, de acordo com ele, impedem o desenvolvimento do país. A avaliação do cenário foi feita em entrevista exclusiva ao programa Café com Política, exibido nesta sexta-feira (24/4) no canal no YouTube de O TEMPO.Ao ser questionado sobre os recentes embates envolvendo figuras políticas, como o ex-governador Romeu Zema (Novo), com os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), Caiado citou sua experiência como médico para exemplificar que muitas pessoas rejeitam o “bate-boca” em favor de resultados práticos.“Na vida não dá para você ficar brigando se você não constrói. A polarização tomou conta e o Brasil só está perdendo tempo diante dos outros países do mundo”, afirma. “Ao governar, você não pode perder tempo com picuinhas. Esse tititi não chega na vida do cidadão.”Caiado nega que a crítica se volta especificamente ao ex-governador Romeu Zema. O mineiro tem trocado farpas com o ministro do STF Gilmar Mendes, em um embate que começou com Zema tratando os magistrados como “intocáveis” e escalou para reclamações sobre o sotaque e comparações a um boneco do ex-governador como homossexual.Na avaliação do ex-chefe do Executivo de Goiás, cargos como ministro do STF e presidente da República exigem uma “liturgia própria”, voltada para guardar a Constituição e o Estado Democrático de Direito. “Isso não é compatível com a Corte, nem do Supremo e nem da figura amanhã de um presidente da República”, argumenta. “Eu realmente fiquei triste ao ver esse nível com que o debate está caminhando por aí. Isso é deplorável na vida política de um país. E essas coisas precisam ter limites. Elas não podem extrapolar a ponto de amanhã comentar sobre o seu sotaque”, diz.Caiado propõe lista tríplice para ministros do STFDurante a entrevista, Caiado afirmou que, se eleito, uma das propostas que pretende apresentar ao Congresso Nacional envolve mudanças no processo de escolha de ministros para o STF. Para o ex-governador, o cargo não deve partir apenas de indicação do presidente da República. Desta forma, assim como acontece para outras funções, Caiado defende que haja uma lista tríplice apresentada por órgãos do Judiciário.Além disso, ele aponta a necessidade de ingresso na Corte com uma idade avançada, como aos 60 anos.“Você tem uma idade em que o status da condição de membro do Supremo de Tribunal Federal não seja por ser o seu amigo ou meu amigo, mas sim alguém que tem todo aquele conhecimento jurídico e um reconhecimento já na época bem avançada de sua vida, aos seus 60 anos de idade. Essa é uma tese que hoje ela é muito forte no Senado Federal. Que essas pessoas também possam ser não apenas a indicação única do presidente”, diz.Caso Master: Caiado vê conivência do governo Lula em escândaloDurante a entrevista ao Café com Política, o ex-governador de Goiás também foi questionado sobre o escândalo envolvendo o Banco Master. Para Caiado, a situação da instituição financeira não teria atingido tal proporção “se não tivesse a conivência do governo federal”, em acusação direta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).“Muitas dessas coisas não acontecem por acaso. Essa situação do Master envolve situações deploráveis, como aconteceu. Também ali você estende para o Congresso Nacional. E você chega também no Executivo. Isso é uma realidade. Ou seja, esse homem deu conta de contaminar todos os poderes”, diz, referenciando o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. “Aqueles que deveriam ter o poder no Brasil, se venderam pra ele.”

  32. 95

    AGROTEMPO | Jequitinhonha Alimentos cria COCABRAS e amplia atuação no mercado cafeeiro

    O mês de abril, marcado pelo Dia Mundial do Café, realizado no dia 14, traz uma novidade importante para o agronegócio brasileiro. O grupo Jequitinhonha Alimentos anunciou a criação de um novo braço estratégico: o Comércio de Cafés Brasil, a COCABRAS.  A iniciativa amplia a atuação da empresa no setor cafeeiro e reforça a presença do grupo em diferentes etapas da cadeia produtiva, desde a origem até a comercialização.  A ganha ainda mais relevância por estar ligada ao crescimento da Chapada de Minas, região do Vale do Jequitinhonha que vem se consolidando como uma nova fronteira do café em Minas Gerais.

  33. 94

    AGROTEMPO | Boas práticas e tecnologia ajudam cafeicultor a produzir mais com menos risco

    Em um cenário de clima cada vez mais instável e custos elevados no campo, o produtor de café tem buscado alternativas para aumentar a produtividade sem comprometer a rentabilidade — e, principalmente, reduzindo os riscos na lavoura. Especialistas apontam que o caminho passa por uma combinação de boas práticas, planejamento e uso estratégico de tecnologia.

  34. 93

    Café com Política | Leleco Pimentel - Deputado Estadual

    No "Café com Política" de hoje, recebemos o deputado estadual Leleco Pimentel (PT) para uma análise profunda e sem filtros sobre os bastidores do poder. Em um ano eleitoral que promete ser um dos mais acirrados da história, o deputado detalha a montagem dos palanques em Minas e as graves denúncias que cercam a oposição.Nesta entrevista, você vai conferir:O fator Rodrigo Pacheco: A mudança para o PSB, a "traição" sofrida no PSD e como ele se torna o principal palanque de Lula em Minas.Marília Campos e o Senado: Por que a prefeita de Contagem lidera as pesquisas e o que representa sua candidatura majoritária.Críticas pesadas ao Governo Zema/Simões: Leleco aponta o aumento da dívida mineira, o sucateamento das estradas e o leilão de escolas públicas.A Bomba "Vocaro": O esquema de corrupção que envolve o clã Bolsonaro, delações premiadas e o temor da direita com o avanço das investigações.Geopolítica e Soberania: A influência de Donald Trump, a exploração de terras raras em Minas e a resistência da esquerda.

  35. 92

    Interessa | Caso Maria Alice e Maria Flor: o que, de fato, uma criança precisa aprender na primeira infância?

    A rotina escolar das filhas de Virgínia Fonseca e Zé Felipe trouxe à tona uma discussão importante... Pais de três crianças, Maria Alice, prestes a completar 5 anos, Maria Flor, de 3, e o pequeno José Leonardo, de um ano e meio, o casal virou assunto após a escola das meninas ser notificada pelo Conselho Tutelar por faltas consideradas excessivas. E aí surge a pergunta: o que, de fato, está em jogo quando falamos de escola na primeira infância?  Pela legislação brasileira, a partir dos 4 anos, a matrícula na pré-escola deixa de ser opcional e passa a ser obrigatória. Mas, mais do que cumprir uma regra, é preciso entender o porquê dessa exigência. Na primeira infância, a escola não é sobre conteúdo, prova ou desempenho. É sobre brincar, conviver, experimentar o mundo.  Quando uma criança falta, ela não “perde matéria” como acontece mais tarde. Nem o ano. Mas perde vivência. O dia a dia com outras crianças, as trocas, os conflitos, as descobertas. Tudo isso faz parte de um tipo de aprendizado que não cabe no caderno. E aí surge um ponto importante: será que experiências fora da escola conseguem substituir isso ou apenas complementar?  A partir de que momento a escola deixa de ser escolha e passa a ser essencial? O que uma criança realmente precisa aprender nos primeiros anos de vida? E qual é o papel dos adultos dentro e fora da sala de aula nesse processo?  Para aprofundar esse debate, o Interessa recebe nesta quarta (22) a psicóloga clínica Ana Luísa Bolívar, que vai ajudar a entender os limites entre autonomia familiar, obrigação legal e, principalm

  36. 91

    Café com Política | Duda Salabert

    A deputada federal Duda Salabert (PSOL-MG) rejeitou apoio ao senador Rodrigo Pacheco (PSB) ao governo de Minas e defendeu o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT) como principal nome da esquerda em Minas Gerais. Segundo ela, Kalil tem “uma relação muito maior com os movimentos populares” e “mais conexão popular” do que o senador.Questionada sobre a gestão e a candidatura do governador Mateus Simões (PSD) ao Palácio Tiradentes, a parlamentar ironizou: “Eu defendo unidade em torno do Mateus Simões para nossa alegria, para ele terminar as eleições com 4% ou 5% dos votos. Ele tem o carisma de uma pedra”, afirmou. Duda também criticou o senador Cleitinho (Republicanos), classificando sua atuação como “populista” e ironizou o plano de governo de Romeu Zema à presidência. “Eu não sei se foi o Romeu Zema que escreveu o plano de governo ou inteligência artificial”, pontuou.No cenário nacional, a deputada também criticou uma eventual candidatura presidenciail de Ciro Gomes (PSDB).  “Eu acho que o Ciro é um ótimo candidato para perder as eleições”. Questionada sobre o convite do deputado Aécio Neves (PSDB) a candidatura de Ciro, Duda classificou a movimentações como “balela”. “Toda eleição é a mesma coisa”, afirmou. 'PDT se perdeu ideologicamente'Ao justificar sua saída do PDT e filiação ao PSOL, Duda disse que houve um distanciamento ideológico do antigo partido. Segundo ela, a legenda “se afastou do legado de Brizola”. "O PDT se perdeu ideologicamente. Aqui em Minas Gerais, o partido é base do Romeu Zema”, argumentou. A parlamentar também relembrou críticas feitas ao PSOL no passado, quando apontou “transfobia estrutural”, mas afirmou que o partido corrigiu falhas. “Hoje, o PSOL dá muito mais apoio para mulheres, pessoas negras, indígenas e pessoas trans”, justificou.Duda critica gestão de Damião e diz que governo de BH é 'de verniz' -Durante a entrevista, a deputada também criticou a gestão do prefeito de Belo Horizonte, Álvaro Damião (União), classificando o governo como superficial. “É um governo muito mais de verniz do que de questões profundas; Qual são os três maiores problemas de Belo Horizonte? Aumento da população em situação de rua, trânsito e a Lagoa da Pampulha. O Álvaro Damião não fez nada para combater isso”, afirmou.A deputada também questionou a permanência da vereadora licenciada Cida Falabella no PSOL após assumir a Secretaria de Cultura da capital. Para a deputada, há conflito político na decisão. “O PSOL não pode compor o governo do Álvaro Damião”. Segundo Duda, a situação pode configurar “infidelidade partidária” e deve ser debatida internamente pelo partido.

  37. 90

    AGROTEMPO | Trabalho desenvolvido pela EMATER-MG é aprovado por 94% dos produtores

    Que o agro é orgulho do mineiro, todo mundo já sabe. Mas a empresa que dá assistência ao produtor também é motivo de orgulho. Uma pesquisa de satisfação encomendada pela Emater –MG revelou alto índice de aprovação do trabalho da empresa entre produtores rurais do estado. De acordo com o levantamento, 94,4% dos entrevistados classificaram como ótima ou boa a experiência com a instituição.  A pesquisa foi feita pelo Instituto Leal-M, que atua há mais de 30 anos na área de pesquisa de opinião e mercado. Foram entrevistados, presencialmente, dois mil produtores rurais, em 180 municípios de todas as regiões do estado.  De acordo com o levantamento, 92% dos clientes da Emater-MG disseram que o atendimento da empresa contribuiu para a melhoria de vida da família. Além disso, 88% disseram que recomendariam, com certeza, os serviços prestados pela Emater-MG. 

  38. 89

    O TEMPO Entrevista | Comércio pode funcionar em feriados? Fecomércio-MG explica

    A Fecomércio-MG defendeu a necessidade de segurança jurídica nas relações de trabalho e reforçou que o funcionamento do comércio em feriados depende de autorização formal por meio de convenção coletiva. O tema foi detalhado pelo gerente jurídico da entidade, Hermes Filho, em entrevista ao podcast O TEMPO Entrevista, apresentado pelo jornalista Léo Mendes.Durante a conversa, Hermes explicou que a Fecomércio-MG representa mais de 800 mil empresas em Minas Gerais, por meio de 54 sindicatos ligados aos setores de comércio, bens, serviços e turismo. Segundo ele, apenas sindicatos patronais e laborais têm legitimidade legal para negociar convenções coletivas e autorizar o trabalho em feriados, conforme determina a legislação federal.O gerente jurídico alertou que empresas que funcionam em feriados sem respaldo de convenção coletiva ficam sujeitas a autuações, multas e passivos trabalhistas. Ao mesmo tempo, ressaltou que a Fecomércio atua para viabilizar a abertura do comércio sempre que possível, desde que com respaldo legal, negociando diretamente com os sindicatos dos empregados.Além do debate trabalhista, Hermes Filho destacou a atuação do Sistema Fecomércio, que reúne Sesc e Senac, com ações nas áreas de qualificação profissional, cultura, lazer e saúde, beneficiando empresários e trabalhadores em todo o estado, especialmente micro e pequenos empreendedores.

  39. 88

    Interessa | Cuidados com os cabelos: o que a beleza dos fios conta sobre a gente

    Acredite. Entre os temas de saúde mais buscados recentemente, um assunto aparentemente simples ganhou destaque: cabelo. Afinal, quem nunca se pegou procurando dicas milagrosas para deixar os fios mais bonitos, fortes ou menos quebradiços? Mas o que começa como uma busca estética pode revelar algo bem mais profundo.Brilho, queda, ressecamento… por trás desses sinais, existe um recado. O cabelo não é só moldura do rosto, ele pode funcionar como um verdadeiro termômetro da nossa rotina e do nosso estado emocional. Estresse, alimentação desregulada, noites mal dormidas e até questões hormonais aparecem ali, silenciosamente, fio a fio. Como muita gente costuma dizer: o cabelo entrega.No meio disso tudo, a gente também se perde em uma avalanche de “verdades absolutas”. Lavar todo dia faz mal? Cortar acelera o crescimento? Produto caro resolve tudo? A queda, especialmente, é um capítulo à parte. Assusta, mexe com a autoestima e, em muitos casos, vira um ciclo de ansiedade. Quanto mais a gente se desespera, mais parece que o problema aumenta. Por isso, no Interessa desta segunda (20), nossas meninas falam de cuidados com os fios que vão muito além de shampoo e condicionador. Envolve alimentação, hábitos, saúde emocional e até a forma como lidamos com a nossa própria imagem. Para entender melhor tudo isso, a bancada recebe o médico especialista em transplante capilar, Dr. Raphael Garcia, que vai ajudar a separar mitos de verdades e orientar sobre como cuidar do cabelo de forma mais consciente e individualizada.

  40. 87

    Café com Política | Fernando Breno - prefeito de Coromandel

    O prefeito de Coromandel, Fernando Breno Valadares Vieira, faz uma análise direta sobre a distribuição de recursos no Brasil e levanta um debate importante sobre o pacto federativo. Durante a entrevista ao Café com Política, ele afirma que os municípios estão sobrecarregados, recebendo menos recursos enquanto acumulam mais responsabilidades.Segundo ele, de cada 10 reais pagos em impostos, apenas 2 ficam nas cidades, o que compromete a capacidade de investimento e atendimento à população. O prefeito também critica os possíveis impactos da reforma tributária e defende uma revisão mais ampla da Constituição, adaptada à realidade atual do país.A entrevista traz reflexões sobre governança, eficiência da gestão pública e a necessidade de mudanças estruturais para melhorar a vida da população.

  41. 86

    AGROTEMPO | Senar Minas comemora 33 anos com mais de 4 milhões de pessoas atendidas

    O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Minas Gerais, o Senar Minas, completou 33 anos de atuação no dia 7 de abril, com números que refletem a força do trabalho no campo e o investimento em qualificação profissional. Desde a criação, em 1993, mais de quatro milhões de pessoas já foram atendidas em todo o estado. Só por ano, cerca de duzentas mil participam de cursos e capacitações em diversas áreas do agronegócio. Além da formação profissional, o Senar Minas também oferece assistência técnica e gerencial gratuita, atendendo atualmente 11 cadeias produtivas e contribuindo diretamente para o aumento da produtividade no campo.Ao longo dessas mais de três décadas, o trabalho tem impactado desde pequenos produtores até grandes propriedades, sempre com foco na aplicação prática do conhecimento e na melhoria dos resultados.

  42. 85

    Minas S/A | MIP Engenharia comemora 65 anos com muita inovação

    Iomar Tavares, presidente da MIP Engenharia, é o convidado de hoje da temporada Minas S/A Legados em todas as plataformas de O TEMPO.À frente de uma das organizações mais longevas e resilientes do setor de montagem eletromecânica no Brasil, que preserva o mesmo CNPJ há 65 anos, o executivo detalha como a solidez técnica e a preservação do "núcleo duro" de talentos converteram a companhia em parceira estratégica de gigantes da mineração, siderurgia e energia.Nesta conversa com a jornalista Helenice Laguardia, Iomar, que iniciou sua trajetória na empresa como auxiliar e ascendeu ao topo da gestão, compartilha sua experiência de superação em crises e discute o novo horizonte tecnológico do grupo: a implementação de inteligência artificial nos canteiros, a expansão para o setor de transição energética através do cobre e o compromisso inegociável com a segurança do trabalho e a ética corporativa, chancelada pelo Prêmio Empresa Pró-Ética, iniciativa da CGU (Controladoria-Geral da União).

  43. 84

    O TEMPO Entrevista | Intoxicações silenciosas fazem parte da rotina e exigem mais atenção

    Intoxicações não estão restritas a acidentes extremos ou situações criminosas. Elas fazem parte do cotidiano, no uso inadequado de medicamentos, na mistura de produtos de limpeza aparentemente inofensivos e até em hábitos repetidos dentro de casa. O tema foi abordado no O TEMPO Entrevista, em conversa com o médico toxicologista Alvaro Pulchinelli, diretor da Toxicologia Pardini, que explicou como essas exposições afetam o organismo e quais cuidados podem reduzir riscos.Segundo o especialista, a toxicologia médica estuda justamente a interação de substâncias químicas com o corpo quando elas causam prejuízos à saúde. Casos recentes de grande repercussão, como intoxicações por metanol, uso incorreto de produtos químicos e acidentes domésticos, não indicam necessariamente um aumento isolado de eventos, mas um problema recorrente associado ao uso fora das recomendações. Produtos seguros, quando utilizados de forma inadequada ou abusiva, podem provocar desde irritações leves até quadros graves e fatais.Entre os principais alertas estão os produtos de limpeza e inseticidas de uso doméstico. Apesar de amplamente disponíveis, eles exigem leitura atenta dos rótulos, uso em ambientes ventilados e jamais devem ser misturados. O risco aumenta quando se trata de produtos clandestinos ou receitas caseiras, sem controle de composição, o que dificulta o atendimento médico em situações de emergência. A exposição repetida também preocupa, já que o organismo pode se sensibilizar ao longo do tempo, fazendo com que os sintomas apareçam apenas após vários usos.A entrevista conduzida pelo jornalista Léo Mendes também abordou intoxicações por medicamentos, automedicação, uso de remédios vencidos, desafios virais envolvendo aerossóis, impactos da poluição e a importância dos exames toxicológicos exigidos para a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) em algumas categorias. De acordo com o médico, a informação de qualidade é uma das principais ferramentas de prevenção, especialmente em um cenário de desinformação e conteúdos perigosos disseminados nas redes sociais. Em casos suspeitos de intoxicação, a orientação é afastar a pessoa da fonte de exposição e procurar atendimento médico imediato, sem tentar soluções caseiras.O TEMPO Entrevista vai ao ar no sábado, 18 de abril, às 14 horas, no canal de O TEMPO no YouTube.

  44. 83

    Café com Política | Vereador Wagner Ferreira

    Neste episódio do "Café com Política", recebemos o vereador Wagner Ferreira (Rede Sustentabilidade) para um bate-papo franco sobre os principais desafios de Belo Horizonte e seus novos planos para o Estado de Minas Gerais.Wagner detalha seu projeto de lei que restringe a publicidade de casas de apostas (bets) na capital e alerta para os graves impactos na saúde mental e financeira das famílias. O vereador também explica os bastidores de sua saída amigável do Partido Verde, sua filiação à Rede e a pré-candidatura a Deputado Estadual em 2026.

  45. 82

    Café com Política | Leninha, presidente do PT em MG

    A presidente do PT em Minas Gerais e deputada estadual Leninha afirmou, em entrevista ao Café com Política, que o partido lamenta o possível afastamento de PSOL e Rede na disputa pelo governo de Minas, diante da aproximação das siglas com o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT), mas respeita a movimentação política do grupo. Segundo ela, embora o PT desejasse uma aliança mais ampla no campo da esquerda, a decisão é legítima.“Claro que pode acontecer. A gente lamenta esses desarranjos da esquerda, porque gostaria de ter esse palanque mais forte, mas respeita essa movimentação, que é legítima”, afirmou.Leninha também reconheceu que o partido já discute cenários alternativos caso o senador Rodrigo Pacheco (PSD) recue da disputa pelo governo de Minas. Segundo a dirigente, o PT não descarta lançar candidatura própria ao Palácio Tiradentes. “O nosso tema é avançar agora na proposta com o Pacheco, nosso governador. Mas, se ele não vier, a gente tem que recuar para fazer uma reanálise do contexto”, disse. “A gente vai discutir a estratégia para termos o nome para o governo de Minas Gerais, que também pode vir do PT.”Sobre a composição da chapa majoritária, a presidente do PT mineiro afirmou que o partido não condiciona alianças à indicação do vice-governador e que a prioridade está concentrada na candidatura de Marília Campos (PT) ao Senado. “Nós não vamos fazer nenhum tipo de imposição. A gente não carrega a vaidade de que o PT tem que estar na chapa de governador. Já temos uma conquista importante, que é a nossa pré-candidata ao Senado”, declarou.Segundo Leninha, o foco da legenda está integralmente voltado para a candidatura de Marília, sem discussão, neste momento, sobre um segundo nome petista para a disputa ao Senado. “Nosso foco é a pré-candidatura da Marília. A campanha dela é muito importante para nós. Hoje é isso”, disse.Apesar das indefinições, Leninha reiterou que o PT mantém a expectativa de que Pacheco confirme candidatura ao governo de Minas em 2026. De acordo com ela, a direção petista segue apostando no nome do senador, apontado desde o início pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como prioridade para encabeçar o palanque no Estado. “A nossa conversa com ele (Lula) é que, de fato, Pacheco será candidato. Publicamente não teve nada, mas, conosco, do PT, ele sempre tem uma relação muito respeitosa e educada, dizendo que as coisas vão se resolver. Eu espero que se resolva ele sendo o nosso candidato”, afirmou.No plano interno, Leninha destacou que os novos quadros recém-incorporados ao partido, como as deputadas estaduais Bella Gonçalves e Ana Paula Siqueira, fazem parte de uma estratégia voltada também para as eleições municipais. Segundo ela, o fortalecimento atual mira diretamente 2028. “Essa busca ativa foi no sentido de pensar pré-candidaturas que possam nos ajudar agora, mas já com o olho nas eleições para as cidades”, explicou.Sobre a unidade interna da legenda, após a disputa no comando estadual, Leninha afirmou que o período de tensões ficou para trás e garantiu coesão no partido em Minas. “Essa unidade já aconteceu pós-eleições. O PT tem isso: às vezes se divide para a disputa interna, mas depois unifica, porque a nossa luta é maior”, analisou.Ao avaliar os primeiros movimentos do governador Mateus Simões (PSD) no comando do Executivo mineiro, Leninha criticou a gestão e afirmou que não houve entregas concretas até agora. “É o lero-lero de sempre. Não tem entrega nenhuma. A pauta principal é falar do PT e do presidente Lula. Não tem pauta para anunciar para a sociedade”, criticou.A deputada também minimizou a pré-candidatura presidencial de Romeu Zema (Novo), avaliando que sua projeção nacional é limitada. “Para fora de Minas Gerais não ecoa nada do Zema. Para mim, ele só é conhecido pelas coisas que fez, como comer banana com casca, fazer atividade física e lavar prato”, ironizou.

  46. 81
  47. 80

    AGROTEMPO | Crise no seguro rural expõe fragilidade do modelo e pressiona por reforma

    Em entrevista, a senadora Tereza Cristina alerta para o momento crítico do seguro rural no Brasil, marcado pela redução da área segurada e pela limitação de recursos — cerca de R$ 500 milhões, abaixo do mínimo esperado. Para reverter o cenário, ela defende a aprovação de um projeto de lei em tramitação na Câmara dos Deputados, sob relatoria de Pedro Lupion, além de maior participação do governo e novas fontes de financiamento, como o BNDES. A proposta busca modernizar o modelo diante do aumento dos riscos climáticos e ampliar a proteção ao produtor rural. 

  48. 79

    Interessa | Filhos adultos e dependência financeira: quando o apoio vira ‘obrigação’

    Amar também é permitir que o filho adulto construa o próprio caminho, inclusive, no campo financeiro. Essa é a premissa central deste programa, que trata de um fenômeno cada vez mais discutido: a dependência financeira prolongada de filhos adultos em relação aos pais.  O recorte considera especificamente filhos que já atingiram a maioridade e, em tese, teriam condições de se sustentar, mas seguem recorrendo ao apoio financeiro familiar. É importante diferenciar situações pontuais, em que a ajuda é natural e até necessária, de casos em que esse suporte se torna contínuo e acaba comprometendo o desenvolvimento da autonomia. Nesses contextos, a dependência pode ser resultado tanto de dificuldades reais quanto de comodismo.  Os brasileiros estão ficando mais tempo na casa dos pais. O número de pessoas entre 25 e 34 anos que não saiu de casa – a chamada geração canguru - aumentou 137% entre 2012 e 2022. Isso é o que aponta uma pesquisa da Kantar IBOPE Media. Ao contrário do que se pode imaginar, esse tipo de exploração raramente ocorre de forma explícita ou agressiva. Em muitos casos, ela se manifesta de maneira sutil, por meio de vínculos afetivos e pedidos recorrentes que apelam ao emocional dos pais, criando uma dinâmica difícil de romper.  Casos conhecidos ajudam a ilustrar diferentes facetas dessa questão. O cantor Fiuk, de 35 anos, filho do cantor Fábio Júnior, de 72, lançou neste mês a canção "Meu pai e minha mãe" - e em trechos da letra aborda a dependência financeira , mesmo já sendo um adulto com carreira consolidada. "Mãe, eu quero voltar a ser menino. Meu pai e minha mãe, tô precisando de dinheiro. Meu pai e minha mãe, eu já vendi meu corpo inteiro", "Pai eu quero ir lá fora brincar" - mas o Fiuk completou 35 anos e é cantor, ator, compositor e piloto de drift...  Já o ator Stênio Garcia, de 94 anos também vive algo analogicamente parecido com relação às filhas Cássia e Gaya Piovesan. Ele move uma ação judicial (iniciada em outubro de 2025) contra ambas alegando abandono material e apropriação indevida de um apartamento em Ipanema, Rio de Janeiro. O artista busca reaver o imóvel de usufruto vitalício, relatando vulnerabilidade financeira, enquanto o caso tramita sob segredo de justiça.  Ajudar é sempre amor?  Vamos refletir?  

  49. 78

    Café com Política | Jarbas Soares

    O ex-procurador-geral de Justiça do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), Jarbas Soares (PSB), defendeu a candidatura do senador Rodrigo Pacheco (PSB) ao governo de Minas e indicou que o parlamentar deve ampliar sua presença no estado nos próximos meses. Em entrevista ao Café com Política, no canal de O TEMPO no YouTube, Jarbas disse que a filiação de Pacheco ao PSB é um sinal claro de que ele entrará na disputa pelo Palácio Tiradentes. “Eu acho que o senador, se não fosse candidato, ele não teria se filiado", pontuouRecém-filiado ao PSB, Jarbas também confirmou que não pretende disputar vaga para deputado federal ou estadual e deixou claro que seu horizonte político está voltado para cargos majoritários. Segundo ele, uma composição como vice em eventual chapa encabeçada por Pacheco está no radar. “Eu não vou disputar eleição para deputado federal e deputado estadual.  Pode ser que, dentro dessa composição, eu possa estar ao lado dele como vice”, declarou. Sobre uma eventual candidatura ao Senado, o ex-procurador ponderou que a disputa tende a ser contaminada por um debate que considera menor: “Eu vejo que a disputa no Senado vai estar um pouco contaminada de pessoas que são a favor e contra impeachment de ministro do Supremo. Eu acho essa discussão muito pequena”, avaliou. Questionado sobre cenário estadual, Jarbas descartou qualquer alinhamento com o governador em exercício Mateus Simões (PSD), a quem elogiou pessoalmente, mas de quem se distanciou politicamente. “Eu gosto muito do professor Matheus, acho ele uma pessoa formidável, de inteligência muito grande. Mas, sinceramente falando, eu não me vejo no campo político que ele busca. Essa chamada direita extremada também, a forma de ser, eu não me sinto à vontade no campo político que ele milita”, afirmou.Durante a entrevista, Jarbas também fez críticas à gestão de Romeu Zema (Novo). Para ele, Minas perdeu protagonismo nacional e carece de uma administração mais ousada. “Minas Gerais está nesse marasmo, vamos falar a verdade, está parada no tempo. Minas hoje é um estado atrasado”, pontuou. Na avaliação do ex-procurador, faltou ao atual governo capacidade de articulação institucional com Brasília. Segundo ele, os embates políticos de Zema com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comprometeram interesses do estado: “Ele foi muito provocativo em relação ao presidente Lula e isso acabou prejudicando Minas”.Jarbas criticou ainda a escolha feita por Zema para o comando do Ministério Público de Minas Gerais, afirmando que a decisão interferiu negativamente em um processo interno de transição. “Na forma que foi, ele deu prejuízo muito grande para o Ministério Público. Ele (Zema) bagunçou o Ministério Público”, declarou, referindo-se à nomeação do procurador-geral Paulo de Tarso. Penduricalhos e STF Sobre o debate em torno dos chamados penduricalhos no Judiciário, Jarbas atribuiu o problema à defasagem acumulada nos subsídios das carreiras jurídicas. Segundo ele, a perda inflacionária desde 2004 chega a cerca de 50%, o que teria levado tribunais e órgãos a criarem mecanismos compensatórios. “O ideal é que o Congresso regulamente isto, defina o que pode e o que não pode”, afirmou, defendendo uma solução legislativa transparente para o tema.Ao analisar o caso envolvendo o Banco Master e a relação de ministros do Supremo Tribunal Federal com o empresário Daniel Vorcaro, Jarbas pregou cautela e disse que qualquer conclusão deve depender da apuração formal. “É preciso verificar realmente se tem esse envolvimento dos ministros com alguma coisa ilícita. As informações que nós temos são de imprensa, e eu, como promotor de Justiça, sempre faço avaliação com os autos na mão”, avaliou.O ex-procurador defendeu ainda padrões rigorosos de conduta para integrantes da Suprema Corte. “O ministro do Supremo, até porque chama Supremo, tem que ter muitas restrições, tem que ter uma vida quase franciscana”, afirmou, ressaltando que, embora magistrados devam manter contato com a comunidade jurídica, precisam observar limites éticos compatíveis com a função.

  50. 77

    Café com Política | Flávio Roscoe

    O presidente licenciado da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Flávio Roscoe (PL), acredita que os liberais caminham para ter uma chapa própria na disputa ao governo de Minas. As indefinições em torno das alianças nessa movimentação pré-eleitoral estariam contribuindo para o cenário, na avaliação dele. Roscoe comentou sobre as possibilidades para 2026 durante entrevista ao programa Café com Política, exibido nesta quarta-feira (15/4) no canal no YouTube de O TEMPO.Roscoe se licenciou da presidência da Fiemg no início do mês, após se filiar ao PL. A O TEMPO, ele afirma que tomou a medida para colocar o nome à disposição para o processo eleitoral. Pela experiência no setor privado, Roscoe afirma estar “mais preparado” para disputar cargo para o Poder Executivo.Entretanto, o cenário ainda está aberto, conforme o presidente licenciado da Fiemg. Outros pré-candidatos ao governo de Minas, como o atual chefe do Executivo, Mateus Simões (PSD), e o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos), estariam em conversas com o PL em busca de uma aliança. Conforme Roscoe, grande parte dessas discussões passam pelas lideranças nacionais, e, em sua avaliação, o cenário tem caminhado para uma candidatura própria do PL em Minas.“Eu coloco meu nome a disposição, mas de mim não depende. Eu quero contribuir com o processo. Se for possível, irei dar minha contribuição para o debate com o processo democrático”, afirma. “Depende dessa conjuntura nacional e eu acredito que o cenário ainda está em aberto, mas tende, nesse momento, para uma candidatura própria do PL.”Em um cenário de candidatura própria, o presidente da Fiemg também acredita que uma “chapa pura” de nomes do PL poderia ganhar força, caso não ocorra uma convergência com outros partidos.“Hoje, como as tratativas não avançaram e tem alguns obstáculos que precisam ser transpostos, eu diria que o cenário no momento mais provável é esse, mas ele não é certo. Ele é mais provável agora. Qualquer mudança pode tornar o mais provável em menos provável”, diz. “Mas acredito que o PL, optando por uma candidatura própria, efetivamente, todas as forças ali ligadas ao PL vão dar suporte a essa candidatura.”

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