PODCAST · arts
Rádio Avesso
by Fábio Monnerat e Isabela Tedesco
Bem-vindo ao "Rádio Avesso" , o podcast feito por Fábio Monnerat e Isabela Tedesco Aqui exploramos não apenas as últimas tendências, mas também os bastidores da moda, analisando como as marcas estão se reinventando, varejo, como a sustentabilidade e a tecnologia estão transformando a cadeia produtiva, branding para construção de marcas que geram valor e como os consumidores estão influenciando a evolução desse mercado. Com foco em insights estratégicos e análises de mercado, este pod é ideal para profissionais da moda, empresários e todos aqueles que amam moda.
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Rio Fashion Week especial parte 3
Chegamos ao fim do nosso especial Rio Fashion Week, no episódio de hoje trouxemos as marcas que desfilaram no último dia: Argalji, Lucas Leão, Isabela Capeto, Dendezeiro e a genial Lenny Niemeyer. Ecolhemos nosso top 5 melhores desfiles e o que menos gostamos no RFW. Foi um evento lindo e muito importante, valeu cada segundo. Que venham os próximos. Patrocinadores que estao nos ajudando a cobrir esse evento: Canatiba Textil, Pepita acessórios, Sorena Bolsas e D'aura. Obrigado
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Rio Fashion Week especial parte 2
O Rio Fashion Week não veio para brincar, mas para ser a grande plataforma da moda nacional. Ter o Rio de Janeiro como o canário da moda brasileira é o maior acerto do BRASIL nesses tempos em que falamos tanto de latinidade. Misci, Apartamento 03, Blue Man, Handred, Adidas, Patricia Vieira são algumas das marcas que vamos falar nesse episódio. Patrocinadores que estao nos ajudando a cobrir esse evento: Canatiba Textil, Pepita acessórios, Sorena Bolsas e D'aura. Obrigado
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Rio Fashion Week especial parte 1
Direto do Rio Fashion Week, Fabio Monnerat e Isabela Tedesco trazem um apanhado dos melhores e piores momentos da semana de moda carioca. Patrocinadores que estao nos ajudando a cobrir esse evento: Canatiba Textil, Pepita acessórios, Sorena Bolsas e D'aura.
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Azzas Meeting é mais forte que SPFW e RIOFW?
Azzas Meeting é mais forte que SPFW e RIOFW? Não cabe aqui dizer quem é melhor, mas fazer um paralelo para entender o papel de cada um e do quanto um pode ensinar para o outro. O Azzas Meeting que tem marcas como: Animale, Farm, Farm ETC, Fábula, Futura, Animale Jeans e Maria Filó. É um evento com foco no atacado e tem uma organização primorosa. O foco é fazer com que as marcas sejam as grandes estrelas. As semanas de moda do Brasil são eventos em que SPFW e RIOFW são marcas que pretendem ser mais importantes que as marcas que desfilam. Para a realidade do nosso mercado esse modelo não é sustantável. A edição de abril do Rio está com um line-up primoroso, mas quem garante que a edição de outubro em SP terá? Sem pensar no sucesso das marcas que desfilam não tem como ter um evento que ajude a construir uma indústria potente de moda brasileira. O que vocês acham?
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SALADA FASHIONISTA - 3 meses e já está um caos no mundo da moda
Apenas 3 meses de 2026, mas o ano está quente. As policrises seguem dominando a temática da moda e influenciando nas tendências (será que elas ainda existem?), segundo a Amy Webb (SXSW 2026) elas não podem mais ser previstas. Tem Rio Fashion Week, crise no setor texil por conta da guerra e Galliano na Zara. Um caos que nos ajuda a entender quais caminhos tomar - será? Vem com a gente e diz o que você achou...
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1º Aniversário do Rádio Avesso
Primeiro ano do nosso podcast. Uhull! Fábio Monnerat e Isabela Tedesco fazer um super apanhado dos 10 episódios mais ouvidos do primeiro ano e mostram quais temas ainda estão em alta e quais as principais mudanças no mercado nacional de moda. Um papo leve e descontraído para celebrar o primeiro aniversário do Rádio Avesso!
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O que sua marca está fazendo no offline?
Bem-vindos a mais um Rádio Avesso, hoje Fábio Monnerat e Isabela Tedesco vão falar do contexto atual, marcado por uma intensa digitalização, as marcas de moda vivem um momento de inflexão estratégica. Se, por um lado, o ambiente online segue essencial para visibilidade, escala e performance, por outro, cresce a consciência de que presença digital, sozinha, já não sustenta relevância, desejo e vínculo de longo prazo. O desafio está em encontrar equilíbrio.Durante anos, o foco quase exclusivo em redes sociais, e-commerce e mídia digital criou a ilusão de que a construção de marca poderia acontecer majoritariamente na internet. Hoje, esse modelo revela limites claros: excesso de estímulos, perda de atenção, custos crescentes de aquisição e relações cada vez mais superficiais com o consumidor. É nesse cenário que as ações offline retomam protagonismo — não como oposição ao digital, mas como complemento estratégico.Para marcas de moda, o offline tem um papel especialmente poderoso. A experiência física permite aquilo que o digital não consegue entregar por completo: contato sensorial, tempo de permanência, construção de memória e emoção. Lojas, pop-ups, eventos, ativações culturais, desfiles e encontros criam camadas de significado que fortalecem o posicionamento e aprofundam a relação com o público. São experiências que não disputam cliques, mas constroem repertório.O crescimento da importância das ações fora da internet também responde a um consumidor mais atento, que valoriza autenticidade, presença e conexão real. Estar fisicamente presente em um território, dialogar com comunidades e criar experiências coerentes com o discurso da marca gera confiança, ativo cada vez mais escasso no ambiente digital.O ponto central não está em escolher entre online ou offline, mas em integrá-los de forma inteligente. O digital amplia, comunica e escala aquilo que nasce no mundo físico. O offline, por sua vez, dá profundidade, consistência e verdade ao que é visto nas telas. Marcas de moda que compreendem essa dinâmica constroem não apenas visibilidade, mas relevância cultural e afetiva.No fim, equilíbrio é estratégia. E, em um mercado saturado de mensagens, quem consegue unir presença digital eficiente com experiências offline significativas sai na frente — não por falar mais alto, mas por criar vínculos mais duradouros.Exemplos de casos de marca como Kate Spade, NV, Kenzo, Veja e muito mais para inspirar pequenas e grandes ações. O que você está fazendo no OFF?
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O Fim da Urgência Permanente: Moda, Conteúdo e a Coragem de Pausar
Bem-vindos a mais um Rádio Avesso, no episódio de hoje, abrimos espaço para uma reflexão necessária sobre o tempo, o desejo e a exaustão no mercado de moda. Em um setor historicamente movido pela velocidade, pela novidade constante e pela lógica do “sempre mais”, discutimos como FOMO (Fear of Missing Out), FOBO (Fear of Better Options) e JOMO (Joy of Missing Out) têm impactado diretamente a forma como marcas criam, comunicam e se relacionam com o consumo.A conversa propõe uma leitura mais estratégica e sensível sobre a busca por pausas, não como retrocesso, mas como escolha consciente. Falamos sobre desaceleração criativa, consumo com intenção, saúde mental, construção de desejo no longo prazo e a urgência de repensar a produção contínua de conteúdo em um cenário saturado.Um episódio para profissionais, criadores e marcas de moda que entendem que o futuro do setor passa menos pela ansiedade da presença constante e mais pela clareza de propósito, timing e relevância.Cansados?Bjs, Fábio Monnerat e Isabela Tedesco Estamos também no Youtube E tem episódio do ano passado falando sobre esse tema: Cansaço, Redes Sociais e a Crise de Criação de Conteúdo
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Première Vision Paris - O Futuro da Moda
Sejam muito bem-vindos a mais um Rádio Avesso. Hoje vamosmergulhar no universo da moda e inovação, explorando um dos eventos mais importantes do calendário global: a Première Vision Paris. Para quem não conhece, a Première Vision é muito mais do que uma feira; é um verdadeiro laboratório de tendências, um ponto de encontro crucial para profissionais da indústria, designers e grandes marcas que buscam inspiração e os materiais que moldarão as coleções futuras.Além da PV, Isabela traz um pouco do que viu no varejo de moda de Londres e Paris com dicas que podem funcionar já no seu negócio. Como extra do dia: Fábio e Isabela entram nas tretas de carnaval de Virgínia na Grande Rio até Juliana Paes de Dolce & Gabbana na Viradouro. O que acharam desse episódio?Sigam nosso Canal no YT Rádio Avesso
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ISABELA IN PARIS - OS PERRENGUES DA PREMIÈRE VISION
Hoje, embarcamos em uma viagemde inspiração e estratégia que é crucial para ociclo da moda global. Nossa convidada de hojeé a nossa host Isabela Tedesco que será entrevistada pelo Fábio Monnerat em um papo super leve. Isa está de malasprontas para um dos eventos mais importantesdo calendário têxtil e de insumos: a PremièreVision em Paris.Planejamento financeiro, roteiro e os perrengues que podem ajudar a todos que querem viajar para fazer pesquisa de tendência. Um papo leve e cheio de dicas importantes para quem está se preparando para viajar pra fora do Brasil em busca de novidades.
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De Dolce & Gabbana até a IA - Para onde a moda vai em 2026?
Do desfile nada inclusivo da Dolce & Gabbana até o novo app que usa IA para criar um buscador inteligente de moda da filha do bilionário Bill Gates. 2026 começa deixando bem claro que o famoso termo de Edgar Morin "policrises" segue sendo o ponto alto do nosso tempo. Marcas e profissionais do mercado da moda/textil precisam, mais do que nunca, estar atentos e com muito repertório, para dar conta de um mundo cada vez mais volátil e complexo. E assim comocemos o ano com mais uma temporada do nosso Rádio Avesso. Bjs, Fábio Monnerat e Isabela Tedesco
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Então é Natal... e o que a MODA fez?
Uma retrospectiva sobre alguns dos fatos que marcaram o ano de 2025 na moda. De SPFW, passando pelos desfiles da Chanel, Bottega e FOZ até o Diabo Veste Prada 2 e o a volta da semana de moda do Rio de Janeiro. Faltou alguma coisa? Deixe nos comentários o que mais te marcou.
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Misci, FRNC e WTNB
Hoje vamos falar sobre três desfiles que aconteceram fora do circuito do SPFW, mas que movimentaram a temporada e mostraram, cada um à sua maneira, como a moda brasileira continua expandindo linguagem, narrativa e ambição. Misci (Airon Martin), FRNC (Francesca) e WTNB ( Ana Clara Watanabe) entregaram propostas completamente distintas, porém igualmente consistentes, que ajudam a entender para onde o nosso mercado está olhando.
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RENER OLIVEIRA PELO AVESSO
Tivemos um pequeno problema com a gravação, por isso não teremos vídeo. Em breve tem a parte 2 com o Rener Oliveira. Rener é potiguar, especialista em comunicação,marcas e consumo. Nasceu e cresceu no interior do Rio Grande do Norte, em uma cidade pequena, onde teve contato com moda dentro do varejo físico. A família tinha uma multimarca no interior do estado, e ele literalmente cresceu dentro de loja, cercado de marcas nacionais e catálogos de moda. editor-chefe da Nordestesse, plataforma colaborativa que fomenta a Indústria Criativa do Nordeste.Mantém uma newsletter chamada RENEWS, onde aprofunda leitura crítica de moda e indústria, reforçando o lugar da escrita como ferramenta central do seu trabalho. Já colaborou com veículos como Forbes, ELLE Brasil, Harper’s Bazaar e O Globo, consolidando a transição de criador digital para voz de referência também na imprensa tradicional.É considerado uma das vozes da nova geração de jornalismo de moda do Brasil!
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A ZOOMP marca do ‘raio amarelo’ que marcou a moda brasileira
Fundada em 1974 por Renato Kherlakian, a Zoomp nasceu com um espírito ousado e inovador, apostando na valorização do jeans brasileiro em um mercado até então dominado por referências internacionais. O início foi modesto, com apenas algumas máquinas de costura, mas a proposta de modelagens diferenciadas e estética arrojada logo chamou atenção. Em pouco tempo, a marca deixou de ser apenas mais uma etiqueta para se tornar um símbolo de estilo urbano e desejo entre os jovens brasileiros.A consagração veio quando o raio amarelo da logomarca cruzou fronteiras e começou a ser reconhecido internacionalmente. A Zoomp chegou a ter lojas em 10 países. As campanhas publicitárias de alto impacto e os desfiles estrelados impulsionaram a marca à fama. Ícones como Gisele Bündchen, ainda no início da carreira, e o renomado fotógrafo Mario Testino colaboraram para reforçar a imagem fashion da Zoomp. Esses nomes ajudaram a posicionar a grife como referência em jeanswear premium no Brasil.Em 2006, o controle da Zoomp passou para a holding HLDC, dos empresários Enzo Monzani e Conrado Will, que assumiram as dívidas da empresa, estimadas em R$ 130 milhões, na tentativa de reestruturá-la. Na mesma época, a administradora de fundos Global Capital firmou um contrato de gestão com a marca.No fim de 2007, a HLDC anunciou a criação do grupo I’M (Identidade Moda), que visava reunir grandes nomes da moda brasileira sob um mesmo guarda-chuva, como Zoomp, Alexandre Herchcovitch e Fause Haten. No entanto, o projeto não se sustentou: em março de 2008, tanto Herchcovitch quanto Haten deixaram o grupo, sinalizando o início do desmonte dessa tentativa de consolidação no setor.Mergulhada em obrigações trabalhistas e com prestadores de serviços, a Zoomp teve falência decretada em 2009, em um processo de cobrança de dívida movido por um fornecedor da marca. A fábrica da empresa em Barueri, na grande São Paulo, chegou a ser fechada. A empresa recorreu da decisão e a falência foi revogada. Naquele mesmo ano, a Justiça aprovou o pedido de recuperação judicial da Zoomp. E em 2010, a marca fechou todas as suas lojas físicas.Fonte:Infomoney
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SPFW 30 anos parte final de uma linda semana de moda
Obrigado: SERG Denim, Paciello Óptica, Marriott Executive Apartaments, Guria e Noon Smal luxury Apartaments (Abity)Em comemoração aos 30 anos do SPFW, o episódio especial desta edição celebrativa representa mais do que um momento de encerramento: é uma síntese simbólica de uma trajetória marcada por inovação, diversidade e influência cultural.Ao longo deste capítulo final, revisitamos passagens emblemáticas da história da moda brasileira, refletimos sobre as transformações que consolidaram o São Paulo Fashion Week como o principal palco da moda no Hemisfério Sul e projetamos os caminhos que ainda estão por vir.Destacam-se momentos de emoção e reencontro, quando olhamos para ícones do passado, revivemos desfiles icônicos e reconhecemos quem ajudou a consolidar o SPFW como plataforma de expressão, pertencimento e transformação. É um capítulo que honra quem esteve presente, mas também convoca quem virá a participar desse novo ciclo.Mais do que um encerramento, este episódio especial representa um convite — para revisitar memórias, inspirar novos movimentos, reforçar compromissos com pluralidade e inovação, e reafirmar o papel da moda como agente de cultura, economia criativa e simbolismo social.
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SPFW 30 ANOS PARTE 2
Fábio Monnerat e Isabela Tedesco estão fazendo uma cobertura do melhor da semana de moda do Brasil e trazendo os principais destaques da maior semana de moda da América Latina. A estreia genial do Davi Ramos com o casting dos sonhos, o samba da LED, Rafael Caetano e Santa Resistência.Tem pontos fracos? SIM, mas a gente fala mais sobre isso no episódio e depois quer a sua opinião.Marcas parceiras que estão com a gente nessa edição: Marriott Executive Apartaments, Paciello Optica, Serg Denim, Guria e Noon Smal Luxury apartaments.
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SPFW 30 anos parte 1
Fábio Monnerat e Isabela Tedesco estão fazendo uma cobertura do melhor da semana de moda do Brasil e trazendo os principais destaques da primeira parte do evento. A exposição da Osklen com materiais sustentáveis, os desfiles do Ronaldo Fraga, Foz, Flávia Aranha, Catarina Mina e João Pimenta são os pontos altos até agora. Tem pontos fracos? SIM, mas a gente fala mais sobre isso no episódio e depois quer a sua opinião.Marcas parceiras que estão com a gente nessa edição: Marriott Executive Apartaments, Paciello Optica, Serg Denim, Guria e Noon Smal Luxury apartaments.
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PERFORMANDO PRODUTIVIDADE E MATANDO A CRIATIVIDADE
Hoje a gente vai falar sobre essa nova onda: a Geração Z transformando a vida corporativa em conteúdo, estética e, pasme, estilo de vidaPor que de repente o crachá virou um acessório fashion?” antes vistos como anti-trabalho, agora os jovens buscam estabilidade — 75% da Gen Z do Reino Unido preferem emprego fixo a ficar pulandoO sucesso das hashtags: #CorporateLife, #CorporateGirlies.Um papo sobre como essa mudança de comportamento virou aspiração: o trajeto, o café, o elevador — tudo registrado.No fim, talvez a Geração Z não esteja reinventando o trabalho. Talvez esteja só reinventando a forma de contar a história do trabalho
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As principais tendências para a moda brasileira
Fábio e Isabela contam como foi a Première Vision Paris inverno 27 e adiantam algumas das tendências vistas em Paris e Londres e de como elas vão ser adaptadas no mercado Brasileiro. Um episódio/ aula de como criar boas estratégias para marcas e negócios no Brasil de um jeito leve e fácil. Link para o aulão da Première Vision https://www.sympla.com.br/evento-online/premiere-vision-as-tendencias-confirmadas-do-inverno-27-traduzidas-para-o-brasil/3127246?
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Vogue Brasil: uma marca em crise desde 2020
De Gisele na capa do Novo Normal em 2020, passando por denuncias de assédio e culminando em diversas ações de inclusão. Parecia que a Vogue estava mesmo empenhada em ser uma nova mídia, mas não durou muito. Em 2025 com o caso da stylist Zaza Pecego a gente percebe que tudo estava apenas camuflado. Uma marca amada por todos, mas que anda sem saber quem ela realmente é, além das fotos. Não esperem muita coisa da Vogue. Para se manter e não desagradar os patrocinadores, vai seguir em silêncio até a poeira baixar. Mas a mancha sobre a marca só aumenta, até quando a relevência da Vogue vai fazer sentido? Só o tempo dirá. Uma péssima gestão de marca.
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Estratégias de marca 2025 – como se preparar para as festas de fim de ano
Hoje a gente vai falar de uma época que mexe com o bolso, com a emoção e com o mercado: as festas de fim de ano.É aquele momento em que consumo, desejo e estratégia se encontram… e que pode salvar – ou derrubar – o faturamento de muitas empresas.Os consumidores estão pressionados financeiramente, mas continuam abertos a gastar em produtos que tragam alegria e valor de longo prazo É um paradoxo. Ao mesmo tempo em que o custo de vida sobe, cresce também a busca por experiências que tragam escape, prazer e até um pouco de fantasia.Empatia, Ludicidade, Curadoria e comunicação são as ferramentas que toda marca precisa ter para dialogar com seus clientes seja na Black Friday e, principalmente, nas vendas de Natal. A temporada de fim de ano não é só sobre vender mais. É sobre construir confiança, traduzir esperança em experiências e mostrar que a marca entende a vida real das pessoas.E esse é o tipo de conversa que a gente adora trazer aqui na Rádio Avesso: provocar o mercado, mas sempre com pé no Brasil.
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Microalegrias 2: O fenômeno Labubu – fofura, fandom e estratégia global
Criado pelo artista de Hong Kong, Kasing Lung, e produzido pela Pop Mart, o Labubu virou símbolo de desejo, investimento e até status. Mais que um boneco fofo, ele representa como a cultura dos fandoms e a economia do colecionável estão redesenhando o consumo.E aí entra algo central: o culto à fofura. Na Ásia, a estética do “kawaii” não é só infantil, é também política e cultural. O Labubu captura isso e leva além, transformando um monstrinho de olhos arregalados em ícone fashion, acessório de bolsa e até peça de leilão.O que podemos aprender com isso para o Brasil? A estética afetiva, o brincar, a nostalgia… tudo isso tem espaço na moda nacional. Nós temos personagens, folclores e símbolos que poderiam virar colecionáveis, cruzando moda, design e cultura popular.O Labubu não é só um boneco. Ele é um case de branding, de construção de desejo, de como se cria comunidade em torno de um objeto. Isso é aprendizado para moda, varejo e até gastronomia no Brasil.
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Os 10 maiores acontecimentos da moda segundo Fábio e Isabela
Não são os 10 maiores acontecimentos da moda, mas pra gente foi. Hoje Fábio Monnerat e Isabela Tedesco trazem os acontecimentos mais importantes da moda, segundo eles mesmos. De Elsa Schiaparelli com Dali, até Fernando Collor, passando por Rana Plaza, SPFW, Alexandre Herchcovitch e Airon Martin da Misci. Quais os momentos da moda que marcaram sua vida?
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Nós somos latinos
O complexo de Vira - Lata que nos perdoe, mas está nascendo um orguho latino que vai nos tirar dessa ideia cafona de que o sucesso vem do hemisfério norte. O prêmio Latin American Fashion Awards, que está em sua segunda edição, é um desses movimentos que nos fazem ver o quão rico somos. Marcas, profissionais e toda a indústria da moda Latino- Americana sendo premiada e reconhecida por tudo que fazem. Na lista temos mais de 40 profissionais brasileiros. A premiação acontece a cada dois anos e inclui 14 categorias, como Designer do Ano, Fotógrafo de Moda, Marca de Acessórios, Projeto Responsável, Stylist, Fashion Film, Líder de Impacto na moda, entre outras. Entre os indicados, estão nomes como: Farm Rio, Rita Lazarotti, Zaza Pecego, Misci, Dendezeiro, Pace, Marv+vin, Jum Nakao, Pedro Napolinario, Marina Zabenzi, Mika Safro, Paulo Borges e Fernanda Simon, entre diversos outros.Vale a pena conhecer os brasileiros e todos os outros latinos. Para abrir o olhar e para pensar nas inumeras possibilidades de parcerias e negócios. Somos todos Latinos!
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“não é só produto: como as marcas estão virando ecossistemas"
Fábio Monnerat e Isabela Tedesco vão falar sobre um assunto que pode parecer técnico, mas que diz muito sobre desejo, comportamento e como a gente consome hoje: as marcas estão deixando de vender só produtos e virando ecossistemas.Ou seja: elas não querem só te vender uma roupa ou um perfume. querem fazer parte da sua vida, do seu tempo livre, da sua casa e até da sua rotina de autocuidado.De como o branding está deixando de falar sobre a marca e passando a dialogar com a vida dos clientes. Experiências que podem mudar o jogo. Vem com a gente pra esse papo!
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E se a moda brasileira não fosse feita pra agradar?
Fábio Monnerat e Isabela Tedesco vão falar sobre o estranho, o exagerado, o improvisado. Aquilo que às vezes não agrada, mas fica. Aquilo que incomoda, mas marca. Aquilo que a gente não esquece. E pra isso, a gente vai trazer alguns nomes que representam esse avesso da moda brasileira. Começando por Walério Araújo, mas não só. A gente vai lembrar de Jum Nakao, Dener, Isaac Silva, Negrif... e outras provocações que só o Brasil pode costurar.A ideia do bonito virou quase um código: tons neutros, silhuetas minimalistas, tecidos nobres, tudo muito Instagram-friendly.Mas o que acontece quando a moda não quer agradar? Quando ela quer provocar? Aí entra a nossa provocação de hoje.
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Perguntas, respostas e 3% de treta
oi, gente. No episódio de hoje, Fábio Monnerat e Isabela Tedesco vão responder perguntas que vocês mandaram. Hablamos mesmo, como diria a Gen Z. Tem polêmica, tem treta, tem marketing, comportamento de consumo, branding e muita moda brasileira. Vem com a gente nesse episódio e deixem comentários caso tenha faltado alguma pergunta.
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As microalegrias no consumo de moda
No episdóio de hoje Fábio Monnerat e Isabela Tedesco vão abordar as microalegrias e a importância de micromomentos que levantam o astral e incentivam a resiliência.Oportunidade: empregando uma abordagem de criação emocional no design de produtos, identifique e aplique elementos de design que aprimorem a experiência do cliente e provoquem pequenos momentos de alegria.Informações relevantes: a definição de luxo está mudando para muita gente. Quem prioriza pequenos momentos de paz, prazer e serenidade buscará produtos com base nos sentimentos que eles evocam.Propulsores:Psicológicos: as narrativas de desenvolvimento pessoal estão evoluindo, passando a reconhecer a importância de pequenas mudanças para gerar transformaçõesmaiores no longo prazo. Esse foco no poder de ações pequenas para melhorar a qualidade de vida através de micromomentos de alegria é definido pela psicoterapeuta Deb Dana como “glimmers”, ou vislumbres.Cultura dos mimos: pequenos mimos acessíveis proporcionam conforto e aliviam o stresse dos jovens.Comunidade e conexão: a sinalização sutil de fandoms ou mentalidades em comum é fundamental. O aplicativo Planet, da chinesa Weibo, e a plataforma social da Web3Niche conectam os usuários através de seus interesses. Facilitar esses momentos de reconhecimento e expressão compartilhada também será essencial para produtos offline.Principais matérias:WGSNPropulsores STEPIC: Sociedade: A era da policrise,Inovações STEPIC: Criatividade: Microalegrias
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Um mergulho no universo criativo do Antonio Castro da FOZ
Hoje Fábio Monnerar e Isabela Tedesco mergulham no universo delicado, potente e poético de Antonio Castro, estilista à frente da Foz — marca que tem encantado o mercado com um trabalho que atravessa moda, memória e território.Vamos conversar sobre infância, sobre fios que se entrelaçam desde cedo com o artesanato, sobre o nascimento da Foz, os desafios e as escolhas do modelo de negócio, e principalmente sobre o que faz uma marca ter identidade e ser percebida como valiosa aos olhos — e ao coração — de quem consome. Branding e marketing direto da fonte!E é claro que não deixaríamos de falar sobre “O conto de Laura”, último desfile da Foz, na SPFW, que deixou todos com os olhos marejados. Um manifesto em forma de roupa.Vem com a gente nessa conversa bordada à mão.
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Close Certo na moda - Marcas e pessoas que estão fazendo a diferença
Nem só de Close errado vive a moda. Hoje vamos celebrar marcas e iniciativas que mudam a indústria e a sociedade. Tem collabs lindas entre a Riachuelo e o artista Ceramiquinho, tem projetos como o Renda-se Alagoas, Havaianas e Isaac Silva, Be Leaf exportanto couro vegetal para o mundo, projeto social do algodão agroecológico do Instituto Riachuelo... Muitas iniciativas lindas que fazem da moda um lugar melhor. E tem espaço para muitos outros! Deixa nos comentários um close certo da moda pra gente celebrar nos próximos episódios. BjsFábio e Isa
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CLOSE ERRADO NA MODA
A moda que tanto amamos tem dado tantos closes errados que a gente tentou trazer aqui de um jeitinho leve, mas sério. Pedimos aos ouvintes para mandarem quais closes errados eles mais percebem na moda brasileira. Tem de erro de gestão, passando por falta de cultura de moda e vai até fofoca/barraco. A moda é mesmo um assunto popular que rende muitas tretas e ensinamentos para que possamos criar mudanças que vão fortalecer esse mercado que movimenta milhões e que é o segundo maior empregador desse país. Vem com a gente para esse mundinho de close errado.
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Cansaço, Redes Sociais e a Crise de Criação de Conteúdo
Hoje a gente vira do avesso um sentimento que parececoletivo: o cansaço.Não é só o cansaço físico. É o cansaço mental, emocional, da cobrança, da exposição constante. É sobre isso que a gente vai falar hoje.Como criamos quando estamos saturados? Quando a pausa parece improdutiva e o silêncio desconfortável?O filósofo Han propõe que saímos de uma sociedade da repressão para uma do desempenho.Agora, nos cobramos, nos vigiamos, nos exploramos.O sujeito de desempenho é ao mesmo tempo carrasco e vítima. A gente se pressiona para ser produtivo o tempo todo.O resultado é culpa, frustração e um cansaço que não se cura com sono.Há criadores que decidiram reduzir o ritmo, sair das redes, reaprender a criar com calma.O ócio criativo, como diz Domenico De Masi, é necessário. Pausar não é fracassar. É se preservar.'Descansar não é desistir — é resistir.'Será que a gente quer mesmo produzir mais ou só respirar sem culpa?
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A moda está perdendo as datas comemorativas
Dia das maes chegando e qual acao que te fez ter vontade de comprar presente? Nao vimos nada de interessante em nossas buscas. O mercado está disposto a consumir, mas a moda está perdendo de lavada para marcas como: O boticário, Natura, cacau Show e cia. Essas marcas criam kits lindos que fazem o maior sucesso e resolvem problemas para os clientes. A moda precisa ser mais ativa, ter planejamento e entender as dores dos clientes. O consumidor está disposto, mas ele precisa crer que sua marca tem a solucao pronta para ele encantar. Como voce tem feito esse planejamento em sua marca?
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Tieta da Misci
Tieta é a musa inspiradora da nova coleção da Misci. Direto da obra de Jorge Amado, essa mulher que todas as mulheres possuem alguns traços (homens também) vem o ponto inicial do desfile da Misci. E a Tieta do Airon não é aquela da primeira parte que é abandonada por sua família e cidade, mas a que volta dona de si, poderosa e cheia de uma sensualidade que fala do poder e da certeza de ser quem se é. A Misci é a nossa Tieta da moda, por mais que alguns joguem pedra na moda brasileira, tem o Airon para mostrar que é possível fazer esse jogo com beleza, leveza e sensualidade. Uma aula de branding, de comunicação, de moda e de amor pelo Brasil. A Misci é o Brasil que queremos! OBS: O SOM DA ABERTURA DE TIETA NÃO APARECEU NO EPISÓDIO, PROVAVELMENTE POR CONTA DOS DIREITOS AUTORAIS. PERDÃO PELO RUÍDO E OUÇAM E DANCEM PARA CELEBRAR A TIETA QUE EXISTE EM CADA UM DE NÓS!
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SPFW purgatório da beleza e do caos
A edição da São Paulo Fashion Week N 59 foi marcada por polêmicas, influencers e poucas marcas. Sinal absoluto que a moda brasileira pede socorro. Não há respeito com criadores e nem uma visão comercial para alavancar as marcas. É muito importante ter a SPFW, mas o modelo está desgastado e sem causar o impacto que deveria para as marcas que participam do evento. Purgatório da Beleza e do Caos! O que você pensa sobre isso?
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BRAZILWASHING - Tem gringo lucrando com o Brasil que ignoramos
Brasil Washing: o uso do discurso nacionalista, biodiverso e sustentável como estratégia de marketing, sem compromisso real com a moda e a indústria brasileira.O termo surge a partir do greenwashing e todas as lavadas que tentam vender algo, mas não se comprometem com a causa.São muitas as formas de fazer Brazilwashing:Marcas que exaltam o "feito no Brasil", mas fabricam fora.Empresas que romantizam o artesanal, mas não garantem condições dignas aos trabalhadores.
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A DANÇA DAS CADEIRAS NA MODA
O impacto dessa “dança das cadeiras” na identidade das marcas, no mercado e na forma como consumimos moda.O assunto é: "não temos uma semana de paz na moda". A velocidade do mercado e a pressão por resultados está criando um caos nas grandes marcas. Quem vai pra Chanel? Pra onde vai o Galliano? E a Dior?... Não está fácil acompanhar esse movimento. Será esse um problema da moda ou retrato do momento em que estamos vivendo como sociedade? Vem com a gente... E no final a gente joga pra vocês!
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COPIA, MAS NÃO FAZ IGUAL... E VAMOS DE CÓPIAS NO MUNDO DA MODA
A pirataria é crime, mas a cópia disfarçada de "inspirada" virou uma tática que muitas marcas seguem no universo da moda. Nos últimos anos vimos uma mudança no mercado, denúncias de plágio, cópias fazendo tanto sucesso quanto as originais e o universo dos DUPES pela geração Z.Não tem fim, mas esse papo de cópia na moda passa muito por educação e consumo consciente. Vem com a gente nesse papo e deixe nos comentários qual a sua opinião sobre o tema?
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Paixão não paga conta na moda
As dores e amores do mercado da moda. Nesse episódio, Isabela Tedesco e Fábio Monnerat falam sobre suas experiências de viver de moda, a falta de profissionalização da indústria que está impactando os resultados do mercado. Vamos nesse rolê que ele rende pano pra manga...Link do curso: AS PRINCIPAIS TENDÊNCIAS DA PREMIÈRE VISION PARA O MERCADO BRASILEIRO
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EXISTE MODA SUSTENTÁVEL?
A SUSTENTABILIDADE NÃO É UMA ESCOLHA. É UMA OBRIGAÇÃO! São muitos os caminhos para ter uma moda mais justa, mas há poucas iniciativas grandes dispostas a mudar essa história. Faltam leis, incentivos e um projeto real. O que não podemos é não perceber que ela é um valor e precisa ser discutida e adotada em nossos negócios. Sem neura, sem desespero, mas como algo que vivenciamos e vamos melhorando.
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A magreza esteve algum dia fora de moda?
A fala - infeliz - de Maya Massafera, as políticas anti-Woke de Trump e os lucros absurdos das farmacêuticas donas de Ozempic e Mounjaro mostram que a magreza nunca saiu de moda como é regra no mercado da moda. No episódio de hoje, Fábio Monnerat e Isabela Tedesco mostram como a indústria da moda está abandonando aos poucos as pautas de corpos gordos, negros, índios, PCDs e LGBTQIAPN+. Vem com a gente e deixe aqui sua opinião.
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A moda que vem das ruas!
No episódio de hoje, Fábio Monnerat e Isabela Tedesco vão falar sobre a moda das ruas. Depois de conferir a Première Vision em Paris, Isa foi conferir nas ruas da capital francesa e de Londres o que as pessoas estão usando por lá e traz alguns apontamentos sobre o que funciona e o que não funciona no mercado brasileiro. A moda Streetwear nem sempre teve esse nome. No começo dos anos 1970, o estilo musical Hip Hop começou a ganhar popularidade no Brooklyn, Nova Iorque. Como esse movimento tinha acabado de surgir, os que o acompanhavam não tinham uma estética definida, então as inspirações das roupas vinham do punk ou do rock.Em 1980, rappers como Heavy D. And the Boyz, Public Enemy e Salt-N-Pepa, começaram a ter muito sucesso e, consequentemente, dinheiro. Foi aí que começaram a criar sua própria estética, muitas vezes composta de peças que sempre quiseram ter e nunca conseguiram.A febre das roupas custom-made (personalizadas) começou nessa época. Um grande designer foi Dapper Dan, pioneiro da tendência da logomania, que tem voltado nos últimos tempos. Com roupas personalizadas, logos em todo lugar, e até mesmo rappers que criaram suas próprias marcas, o Urban Wear surgiu em 1990. Marcas como Cross Colors, Ecko e Fubu estouraram na época.Com a popularização do Hip Hop nos Estados Unidos, o movimento foi de cidades grandes ao subúrbio, onde o skate era uma grande parte da cultura. Isso fez com que a moda Skate Wear também fosse criada por causa do estilo musical, ao torno dos anos 2000.Aos poucos, o Urban Wear e o Skate Wear foram se misturando e se atualizando, o que finalmente criou o que hoje chamamos de Streetwear. O estilo ganhou as passarelas e dominou o mundo. Link:WEBINAR EXCLUSIVO: AS PRINCIPAIS TENDÊNCIAS DA PREMIÈRE VISION PARA O MERCADO BRASILEIRO
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AS PRINCIPAIS TENDÊNCIAS DA PREMIÈRE VISION PARA O MERCADO BRASILEIRO
A maior feira têxtil do mundo dita o futuro da moda global, e nós vamos trazer esse futuro até você!O episódio de hoje é direto da Première Vision Paris 2025. Isabela Tedesco, direto de Paris, conta suas primeiras impressões em um papo leve e cheio de conteúdo com Fábio Monnerat.O link do nosso webnar https://www.sympla.com.br/evento-online/webinar-exclusivo-as-principais-tendencias-da-premiere-vision-para-o-mercado-brasileiro/2830323
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A moda ignora o Carnaval?
A maior festa popular do Brasil é um acontecimento que envolve milhões de pessoas e negócios do turismo no país. A festa que carrega a energia do brasileiro ainda é muito pouco aproveitada pela moda. Coleções, ações de marketing e eventos que poderiam ser aproveitados para aumentar o faturamento e posicionamento de marca estão sendo ignorados, na maioria das vezes, pelas marcas e varejo de moda. Vamos falar sobre isso? Agradecimentos a Mayra Silva - consultora de estilo Fábio Monnerat no instagram https://www.instagram.com/fabiomonnerat/ Isabela Tedesco https://www.instagram.com/tedescoisabela/
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Tendências que vão moldar o comportamento em 2025
Listamos algumas das tendências que vão moldar o comportamento do consumo em 2025, segundo o WGSN, e traduzimos para o mercado da moda. Vem com a gente! compartilhem e avaliem nosso podcast! CURTA, COMPARTILHE E SIGA NOSSO CANAL!
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Rádio Avesso nº1
Uhul! Nosso primeiro episódio (de muitos) está no ar. O projeto Avesso nasceu do sonho em comum de criar comunicação de qualidade para o mercado da moda - da indústria até o varejo. Nesse primeiro episódio falamos de algumas tendências que vão moldar o ano de 2025. Branding, experiência do consumidor, varejo físico e digital e criação de coleções. São muitos os desafios para mudar o jogo da moda no Brasil.
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ABOUT THIS SHOW
Bem-vindo ao "Rádio Avesso" , o podcast feito por Fábio Monnerat e Isabela Tedesco Aqui exploramos não apenas as últimas tendências, mas também os bastidores da moda, analisando como as marcas estão se reinventando, varejo, como a sustentabilidade e a tecnologia estão transformando a cadeia produtiva, branding para construção de marcas que geram valor e como os consumidores estão influenciando a evolução desse mercado. Com foco em insights estratégicos e análises de mercado, este pod é ideal para profissionais da moda, empresários e todos aqueles que amam moda.
HOSTED BY
Fábio Monnerat e Isabela Tedesco
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