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Renascença - Dúvidas Públicas
by Renascença
Todas as semanas, uma entrevista para ajudar a entender as opções de política económica e o caminho que as empresas vão abrindo na conquista de mercados, nacionais e internacionais. Um olhar para os pequenos e grandes negócios numa conversa conduzida pelos jornalistas Arsénio Reis e Sandra Afonso. Para ouvir aos sábados ao meio-dia.
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Presidente da SEDES critica UGT e PS por acordo falhado na concertação. "Estão a gozar com quem trabalha"
Álvaro Beleza elogia a escolha de Adalberto Campos Fernandes para coordenar o Pacto Estratégico para a Saúde e afasta-se do pedido do PS para a demissão da ministra Ana Paula Martins, de quem é amigo. “Se eu estivesse lá não o tinha pedido”, admite o médico e dirigente socialista.
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93
“Não podemos mandar às malvas equilíbrio orçamental”, avisa Carlos Costa
Na semana do 1º de maio, o ex-governador do Banco de Portugal alerta para a revolução que aí vem no trabalho, com enorme perda de empregos, e crítica ausência do tema nas discussões laborais. Em entrevista à Renascença, Carlos Costa fala ainda da crise energética e do impacto nos preços e nos juros e não se mostra preocupado com a entrada da economia em défice, desde que seja reversível.
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Presidente da ENSE admite menor qualidade nas bombas low cost, mas não é um “problema”
O Presidente da Entidade Nacional para o Setor Energético diz que os postos de abastecimento independentes precisam de mais fiscalização. Alexandre Fernandes explica que Portugal nunca vai conseguir competir com os preços da energia em Espanha. Em entrevista à Renascença, o representante assegura que Portugal tem combustível dos aviões na reserva nacional.
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Presidente da CIP acusa UGT de faltar à verdade
O Presidente da CIP pede transparência e clareza à UGT, no que diz e sobre o que quer para a reforma laboral. Armindo Monteiro garante que a confederação “não deita a toalha ao chão”, mas rejeita começar as negociações do zero. Em entrevista à Renascença, admite ter ficado surpreendido com a rejeição de um acordo e diz que a Central Sindical se terá sentido “empoderada” pelo Presidente da República. Explica ainda como podem os patrões pagar melhores salários.
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Vendas anuais da indústria nacional de defesa já rondam os 11 mil milhões
O setor atingiu em 2024 um novo recorde no volume de negócios e deverá voltar a fixar novos máximos em 2025, avança à Renascença o presidente da idD Portugal Defense, a holding estatal que gere as participações na Defesa. Ricardo Pinheiro Alves garante ainda que já não se justificam as críticas de antigas chefias militares à falta de investimento nesta área. Nesta entrevista, comenta também os recados do secretário-geral da NATO à indústria e o negócio dos drones de Gouveia e Melo.
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"Cada país da UE a atuar avulso é o pior". Industria pede mais apoios e coordenados
O presidente da associação que representa o setor da química, petroquímica e refinação alerta para o "impacto severo" do aumento do preço dos combustíveis, que neste setor é sentido em duas frentes. Luís Gomes avisa que o mercado energético vai precisar de, pelo menos, seis meses para recuperar após a guerra no Irão e pede mais apoios às empresas, mas que sejam equitativos na UE. Sublinha ainda que os reatores modelares defendidos por Von der Leyen ainda são uma tecnologia exploratória.
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Pacote laboral: “Quem aprovar terá de assumir conflitualidade que será criada”, avisa UGT
Em entrevista à Renascença, Mário Mourão acusa Governo e patrões de negociarem a revisão da lei laboral numa frente unida, em que a UGT é o “arguido”, e diz que não voltará a participar sozinho. Defende que a CGTP seja incluída nos trabalhos e critica o líder parlamentar do PSD, “que exigiu ao PS que ponha ordem na UGT”. Diz que 15 artigos impedem, neste momento, um acordo e avisa os deputados que, sem a assinatura da UGT, “volta tudo atrás”, o governo entrega no parlamento a proposta inicial.
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Conflito no Médio Oriente atinge “banco mundial do petróleo e do gás”
Aumentos semanais de 10 cêntimos no gasóleo e de 5 na gasolina? "Sim, é um cenário possível". Nuno Ribeiro da Silva defende medidas temporárias para atenuar a subida do preço dos combustíveis devido à guerra no Irão. Em entrevista à Renascença, o ex-presidente da Endesa e antigo secretário de Estado da Energia acredita que o petróleo não vai atingir a barreira psicológica do 100 dólares por barril e considera que o conflito no Médio Oriente pode favorecer o turismo em Portugal.
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86
Um mês depois da tempestade Kristin, 53 mil clientes continuam sem comunicações
Em entrevista à Renascença, a presidente da ANACOM explica que estão a ser implementadas soluções provisórias, a recuperação da rede vai demorar até um ano e meio. Sandra Maximiano admite que as infraestruturas não estão preparadas para fenómenos extremos – “é impossível uma rede à prova de bala para ventos de 200 Km/h” – e o Estado poderá ter que assumir os encargos de infraestruturas críticas.
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Calamidade exige medidas inéditas e orçamento retificativo, defende CAP
Presidente da Confederação dos Agricultores de Portugal diz à Renascença que já foram reportados 386 milhões de prejuízos no setor. Para Álvaro Mendonça e Moura, a agricultura nacional enfrenta uma catástrofe sem precedentes e os apoios estão aquém das necessidades, é preciso pôr “as pessoas primeiro”. Pede ao Governo novas medidas e acredita que será necessário um Orçamento Retificativo este ano.
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84
Seguradoras "estão a fazer grande esforço" para fazer peritagens mais cedo
Em entrevista à Renascença, o porta-voz da APROSE, que representa os mediadores de seguros, garante que os procedimentos estão a ser acelerados, apesar das dificuldades no terreno. Estão a ser indemnizados sinistros sem peritagem muito acima dos mil euros. Rui Silva avisa ainda que os prémios deverão aumentar depois deste "comboio de tempestades", que já representa a maior indemnização de sempre paga pelas seguradas em Portugal.
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Por cada posto de trabalho criado, a Inteligência Artificial vai destruir dois
Por cada posto de trabalho criado, a Inteligência Artificial vai destruir dois
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"Tem havido uma grande confusão. Presidente da República não governa"
O presidente da COTEC Portugal – Associação Empresarial para a Inovação diz que se andam a confundir na atual campanha eleitoral as funções do chefe de Estado com as do chefe de Governo. Filipe de Botton explica ainda o que espera do novo Presidente da República, que será também presidente honorário da associação. Nesta entrevista à Renascença, alerta ainda para o "despertar brutal" que chega dos EUA, para a necessidade das empresas inovarem e saírem da Europa. A nível interno, critica a forma como está a ser feita a descentralização e não concorda com uma eventual interferência do Governo na fusão da Galp com a espanhola Moeve.
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“Estão a ser tomadas grandes decisões” na Galp “sem sabermos se interesses nacionais estão acautelados”
O Professor de economia do ISEG, Ricardo Cabral, diz que “o Estado se tem demitido da sua função” na petrolífera e espera que avalie a fusão da Galp com a espanhola Moeve. Nesta entrevista à Renascença, dá ainda como perdida a Gronelândia para a Dinamarca e para a Europa e aconselha Portugal a não se envolver. Se Donald Trump decidir reclamar a base das Lajes, nos Açores, o resultado será o mesmo.
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Quase 80% das famílias pobres com crianças "vivem do trabalho" e não dependem de apoios
Portugal tem 300 mil crianças pobres. Quase 80% das famílias com crianças vivem do salário, não dependem de apoios, muitos dos que precisam nem sabem que há medidas disponíveis. Miguel Simões Correia, investigador e presidente da Associação Candeia, defende o alargamento e avaliação dos apoios sociais. Em entrevista à Renascença, alerta ainda para a falta de respostas em acolhimento familiar e a partir dos 18 anos.
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79
Até 4% do combustível consumido em Portugal chega de Espanha de forma ilegal
O secretário-geral da Epcol, que representa as empresas petrolíferas, denuncia a venda ilegal de combustível em Portugal, em postos de abastecimento e diretamente à indústria e a transportadores. António Comprido pede penalizações efetivas, "não podem ser multinhas", e fiscalização. Em entrevista ao programa Dúvidas Públicas da Renascença, este especialista analisa ainda a evolução dos preços, o anúncio precipitado do fim dos motores a combustão e o impacto da exploração do petróleo da Venezuela pela administração Trump.
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78
Comissão de Acompanhamento do PRR admite que nem todas as obras estarão prontas no prazo
A pouco mais de oito meses de terminar o prazo, o presidente da Comissão Nacional de Acompanhamento do PRR diz que a execução na construção é um dos maiores desafios, devido à falta de mão-de-obra. Nem tudo ficará concluído a tempo e é preciso pensar já em soluções, até porque há instituições sociais que podem ficar numa situação difícil e o prazo da "bazuca" não deverá ser alargado. Em entrevista à Renascença, Pedro Dominguinhos defende ainda que a revisão deixou o PRR mais exequível mas menos ambicioso, sobretudo na saúde.
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77
Pacote laboral "não tem qualquer hipótese de passar na Assembleia da República"
Ex-ministra do Trabalho Ana Mendes Godinho diz que greve geral foi um “fortíssimo sinal de alarme para o Governo”, que deve “retirar consequências” e “mudar de rumo”. O anteprojeto, como está, não será aprovado pelos deputados, muito menos se não tiver acordo na Concertação Social. Neste entrevista à Renascença, a governante desafia ainda Luís Montenegro a fixar na lei o aumento do salário mínimo para 1.600 euros.
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76
“Não tenho dúvidas”. Confederação admite empresários “disponíveis” para aderir à greve geral
Jorge Pisco pede a intervenção do Governo, na sequência do aumento do preço do bacalhau congelado, importado da Rússia através da Noruega. Apesar dos avisos, até agora o secretário de Estado das Pescas e do Mar não deu qualquer resposta aos pedidos da confederação para agir junto de Bruxelas de modo a aliviar as sanções à Federação Russa.
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75
Greve geral "é um teste ao poder de mobilização" dos sindicatos e centrais sindicais
Em entrevista à Renascença, o secretário-geral da UGT diz que a greve geral já serviu para desbloquear as negociações com o Governo, mas não está garantido um acordo sobre a revisão da lei laboral, nem que o executivo mantém as alterações já acertadas com a central sindical se não for possível um entendimento. Mário Mourão admite que a greve pretende causar dano, mas os serviços mínimos só não serão cumpridos se os patrões não deixarem.
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74
Flexibilizar a lei laboral "também é melhor para os trabalhadores"
O economista João Moreira Rato, que já geriu o Tesouro e a Dívida Pública, defende a revisão do Código do Trabalho para promover o crescimento económico. Em entrevista à Renascença, critica ainda o Orçamento do Estado, que será aprovado na próxima semana, um documento “qb”, “míope” e “pró-cíclico”. Rejeita bolhas no mercado imobiliário e nas empresas de IA e apoia Mário Centeno no BCE.
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Ministro avisa PS e Chega sobre aumento da despesa e admite compensação à indústria com o fim dos apoios ao ISP
Castro Almeida explica que a passagem dos seguros de crédito para o âmbito do Banco Português de Fomento vai criar “melhores condições” aos empresários para poderem diversificar os destinos das exportações. Ministro da Economia e Coesão Territorial diz que o Banco de Fomento soma agora mais de mil milhões de euros e que grande parte dessa dotação irá servir para a inovação e a competitividade das empresas.
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Ministra do Trabalho admite negociar leis laborais com Chega e desafia PS a não impor "linhas vermelhas"
Manifestação da CGTP marcada para este sábado é considerada “normal” e ministra duvida que “frustre” o anteprojeto que permanece na concertação social.
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71
"Temos de produzir mais renováveis para baixar o preço" da energia, defende Agência Portuguesa de Energia
Nelson Lage assume que as energias renováveis "têm tendência" para baixar preço da fatura da luz e acredita que a energia nuclear não faz sentido em Portugal. Defende que "deve ser revista" a meta deixar de vender carros a combustão a partir de 2035.
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70
Fome "não foi erradicada" em Portugal e prestações sociais são "pouco eficazes"
O alerta é deixado por Carlos Farinha Rodrigues, especialista em pobreza, que lembra que continua a haver pessoas que “ou passam fome ou têm uma alimentação deficiente”. Em entrevista à Renascença, defende, ainda, a necessidade de tornar as prestações sociais mais eficazes.
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Álvaro Beleza: "Seguro é o único à esquerda que tem hipótese de apoios de quem não votou PS"
Em entrevista à Renascença, Álvaro Beleza acredita ainda que o antigo secretário-geral do PS é o melhor árbitro para equilibrar o poder partidário no país, neste momento dominado pelo PSD. No plano económico, o presidente da SEDES avisa que será "indesculpável" se o Governo não aproveitar o bom momento económico para avançar com as reformas necessárias.
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68
Confederação Empresarial quer IRC nos 18% em 2026
Para o próximo ano a CIP defende um corte de pelo menos 2 pontos percentuais no IRC, volta a defender o 15º mês livre de impostos, pede mais investimento e mais crescimento. Armindo Monteiro, presidente da CIP, avisa ainda que retirar os apoios aos combustíveis representa “sérios prejuízos” para a indústria nacional.
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67
Marcelo sem "noção do ridículo”, "truques" nas finanças e "despesa sem travões"
Em entrevista ao programa Dúvidas Públicas, da Renascença, o deputado socialista e vice-presidente da bancada parlamentar acusa o ministro das Finanças de ser "chico-esperto" e retirar credibilidade às contas nacionais. António Mendonça Mendes avisa que o PS não está obrigado a viabilizar o Orçamento do Estado e critica as novas medidas para a habitação. Faz ainda um balanço negativo de Marcelo Rebelo de Sousa em Belém, sobretudo nos últimos anos, "deixou de ter a noção do ridículo".
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66
Presidente da ANAFRE espera "revolução" nas autárquicas, com "muitas caras novas"
Em fim de mandato, Jorge Veloso deixa críticas aos governos dos últimos três anos, pelas promessas não cumpridas e pelo congelamento do financiamento. O socialista demarca-se também de algumas das propostas do secretário-geral do partido, José Luís Carneiro, para a reforma do poder local. Para as autárquicas, o presidente da Associação Nacional de Freguesias recusa fazer prognósticos, mas espera uma "revolução".
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65
Ministro avisa que nem o Estado nem a Casa do Douro podem “andar a comprar vinho”
Em entrevista à Renascença, o ministro da Agricultura diz que a proposta de Von der Leyen "é um erro" e prevê que pode representar uma perda de 18% dos fundos para Portugal. José Manuel Fernandes questiona o que anda a fazer o presidente do Conselho Europeu, que não se tem visto nem ouvido.
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64
ACEGE pede “coragem” às empresas para avaliarem se têm trabalhadores pobres
A presidente da Associação Cristã de Empresários e Gestores (ACEGE), Patrícia Melo e Liz, é a convidada do programa Dúvidas Públicas desta semana.
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CGTP considera um “logro” justificação do Governo para mexer na lei da greve
O secretário-geral da CGTP diz que a intersindical não define linhas vermelhas para as negociações, mas não aceita alterações à lei que reduzam os direitos dos trabalhadores. Em entrevista à Renascença, Tiago Oliveira acusa ainda o Governo de querer esconder os baixos salários com o pagamento dos subsídios de férias e de Natal em duodécimos e critica as medidas para a imigração.
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62
Portugal já deu ordem de expulsão a 40 mil imigrantes ilegais
O secretário de Estado Adjunto da Presidência e Imigração, Rui Armindo Freitas, avança que estão a ser enviadas notificações de expulsão todos os dias e que cerca de 40 mil já têm ordem para abandonar o país. No entanto, o Governo não tem como executar a medida.
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61
Vieira da Silva defende que não existem bloqueios no país que justifiquem alterar a lei da greve
Em entrevista à Renascença, o antigo ministro socialista do Trabalho e Segurança Social critica as novas medidas do governo na área laboral e defende que falta estabilidade política que garanta uma verdadeira reforma do Estado. José Vieira da Silva comenta ainda a “crise profunda” do PS, os objetivos para as autárquicas, as incógnitas das presidenciais e o final de mandato de Mário Centeno.
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60
Álvaro Covões: "O privado na cultura é um setor pária, que não tem ministério"
O promotor deixa duras críticas à política cultural, que em 51 anos de democracia nunca incluiu os privados, e às sucessivas tutelas, que deviam ser lideradas por um gestor. Álvaro Covões garante que não se ouvem protestos de mais empresários, porque têm medo de represálias. Acusa ainda a Autoridade da Concorrência de falta de transparência, no âmbito da entrada em Portugal da gigante norte-americana Live Nation, e alerta para o peso dos estrangeiros na economia nacional.
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AD promete “redução gradual até 17%" do IRC, mas a CIP quer mais
Armindo Monteiro quer um compromisso de descida para 15% e defende a antecipação do corte da taxa para 17%, que pode avançar já no próximo Orçamento do Estado. Em entrevista à Renascença, pede ainda um pacto partidário e diz que o governo já não tem desculpa para não avançar com as reformas estruturais.
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"Todos devem pagar imposto"
O convidado desta semana do programa Dúvidas Públicas, da Renascença, é Carlos Tavares, ex-ministro da Economia de Durão Barroso, ex-presidente da CMVM, passou por cargos de topo em vários bancos e foi presidente do Banco Montepio. Atualmente coordena o Observatório de Políticas Económicas e Financeiras da SEDES.
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Uma forma criativa de combater a crise na habitação? Subir o IMI nas casas de luxo
O diretor da Católica Lisbon SBE critica a falta de criatividade nos programas partidários e sugere o agravamento do IMI nos imóveis de luxo. Em entrevista à Renascença, Filipe Santos defende o combate aos lobys e corporativismo e lamenta a ausência de temas fundamentais na campanha eleitoral, como a situação internacional. Alerta ainda que estamos a entrar numa nova ordem mundial e critica a reação lenta dos norte-americanos ao "assalto ao poder" no país, que com Donald Trump caminha para uma autocracia.
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REN pública ou privada? Prejuízos do apagão podem "pecar por defeito"
O convidado do programa Dúvidas Públicas desta semana, Pedro Oliveira, diretor da Nova SBE, considera que os custos do apagão podem "pecar por defeito". Sobre as vozes que defendem a nacionalização da REN, diz que a falha teve origem em Espanha, onde a rede elétrica é pública. Sobre a campanha eleitoral, elege as melhores propostas em diferentes áreas e critica a ausência de temas essenciais do debate, como a situação internacional.
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Municípios alertam que estão a aumentar os despejos, incluindo de idosos, e os pedidos de habitação
Em entrevista ao programa Dúvidas Públicas, da Renascença, a presidente da Associação Nacional de Municípios defende um organismo próprio que fiscalize a corrupção a nível local, mas rejeita a associação da corrupção às autarquias. Luísa Salgueiro desmente ainda declarações recentes da ministra do Trabalho e avisa que estão a aumentar os despejos, incluindo de idosos, e os pedidos de habitação aos municípios.
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54
Renováveis querem criar milhares de empregos qualificados e pedem acordos políticos
Há muito interesse em produzir energia renovável em Portugal, sobretudo por estrangeiros, responsáveis por 85% dos projetos em cima da mesa. Em causa pode estar a criação em Portugal de até 116 mil novos postos de trabalho, qualificados. Em entrevista à Renascença, o presidente da Associação Portuguesa de Energias Renováveis (APREN) explica, também, porque é que a fatura ainda não baixou com as renováveis e porque é que os preços só deverão aliviar a partir de 2030. Aos partidos deixa um apelo para que se entendam no Parlamento.
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53
Governo AD foi "quase uma campanha eleitoral permanente"
O presidente da Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP) critica a reação lenta do Governo às novas tarifas anunciadas pelo Presidente norte-americano, ao contrário do que já fez a vizinha Espanha. Em entrevista ao programa Dúvidas Públicas, da Renascença, João Vieira Lopes lembra que esta guerra comercial terá impacto nas empresas exportadoras e na economia nacional, deverá afetar os preços, os salários e o emprego. Diz ainda que o Governo da AD andou em “campanha eleitoral permanente” e pouco avançou nas medidas prometidas, também devido à quadratura parlamentar. Ainda assim, foi possível uma “solução razoável” para a imigração.
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52
"Atuação do Ministério Público" afasta "elite da política", diz Mira Amaral
Em entrevista ao programa Dúvidas Públicas, da Renascença, Mira Amaral deixa críticas ao Chega e ao BE, responsabiliza os líderes do PSD e do PS pela queda do governo e diz que o Presidente da República estava obrigado a anunciar novas eleições. Luís Montenegro cometeu um “lapso” e o Ministério Público afasta as elites da política, diz o antigo ministro de Cavaco Silva. Mira Amaral avisa ainda que a queda do governo compromete a privatização da TAP e a execução do PRR. Reconhece que do PS também chegam boas medidas, mas não na área da energia, que continua cara devido à política socialista para as renováveis.
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51
Falta de médicos. "Jovens já não sentem essa atração pela saúde"
O presidente da Associação Portuguesa de Hospitalização Privada é o convidado desta semana do programa Dúvidas Públicas da Renascença. Óscar Gaspar alerta que o problema da falta de médicos vai agravar-se nos próximos anos, porque muitos profissionais estão perto da reforma e os jovens já não querem ir para Medicina. Garante que há privados interessados em PPP na saúde e que esta matéria não deve ser usada em disputas partidárias. Reconhece ainda que o SNS está a trabalhar mais, mas ainda precisa dos privados para diminuir as listas de espera.
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50
Miranda Sarmento, disponível para ser novamente ministro, admite excedente orçamental de 0,5%
Em entrevista à Renascença, Joaquim Miranda Sarmento deixa duras críticas ao PS e, em particular, a Pedro Nuno Santos, que responsabiliza pelas eleições antecipadas, a par com o Chega. Elogia o antecessor, o socialista Fernando Medina, que já criticou a queda do Governo, e recusa apontar o dedo ao Presidente da República.
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Preço da roupa pode aumentar até 30% devido ao custo da reciclagem
A indústria têxtil quer que os milhões que vão ser gastos em Defesa também cheguem ao setor e que Portugal deixe de comprar fardas fora da União Europeia. Em entrevista ao programa Dúvidas Públicas, da Renascença, o presidente da Associação Têxtil e Vestuário de Portugal avisa que as vendas das grandes plataformas chinesas de baixo custo para a Europa são cinco vezes maiores do que as estimativas. Mário Jorge Machado alerta que, dentro de um a dois anos, o preço da roupa em Portugal vai incluir o custo da reciclagem e pode aumentar até 30%.
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"Sou a favor do escrutínio dos políticos, mas não podemos cair no exagero"
Os políticos não estão impedidos de terem empresas, mas não vale tudo, avisa Óscar Afonso, um dos fundadores do Observatório de Economia e Gestão de Fraude. O diretor da Faculdade de Economia do Porto defende o escrutínio dos políticos e o agravamento de penas e multas nos crimes de corrupção e diz que o Plano Anticorrupção do Governo não terá impacto , criticando a falta de vontade política no combate a estes crimes.
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47
Deve Portugal antecipar investimento em Defesa?
O presidente do cluster AED, que reúne as indústrias da Aeronáutica, Espaço e Defesa, garante na Renascença que a produção com fins militares tem muito potencial em Portugal. José Neves diz que o país já está a investir em projetos com alto valor acrescentado, de olhos na guerra 5.0, e dá como exemplo os 400 milhões em execução através do PRR. No entanto, é cedo para injetar mais dinheiro público, porque esta é uma indústria ainda em desenvolvimento.
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46
Salário extra é "fuga legalizada" à Segurança Social e "péssimo princípio"
Vítor Junqueira, especialista em Segurança Social e um dos autores do Livro Verde, critica alterações que impeçam a entrada de imigrantes e que promovam isenções sobre as contribuições. Em entrevista ao Dúvidas Públicas da Renascença, defende que as pensões estão garantidas nos próximos 40 anos, o que retira pressão sobre o sistema, mas é preciso decidir. Avisa que as contribuições da generalidade dos trabalhadores não devem servir para pagar o défice na Caixa Geral de Aposentações, defende descer as pensões em caso de deflação e diz que a reforma pode ficar perto do último salário.
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45
Ricardo Arroja. "Portugal manterá uma relação privilegiada com a América"
O presidente da AICEP diz que o que importa são os contratos assinados, não as intenções, mas avança à Renascença que, para 2025, estão a ser analisados mais de 20 mil milhões de euros em potenciais projetos, com investimento direto estrangeiro, e espera executar pelo menos 10%.
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