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EPISODE · Jun 21, 2020 · 5 MIN

#003 - Black_Frame

from Maliarte · host Marília Santos

Estamos já na segunda metade do ano 2020 em decimal.  Em binário 11111100100. Em hexadecimal 7E4.   Ano perpetrado pela virtualização em massa.  Ideal para refletirmos sobre esse novo paradigma, em favor da não concessão do sensível.  Pensar o Hardware, parte física interface primma a partir da sua disfuncionalidade para adentrarmos sua Ubiquidade.   Contextualizando.  É preciso retornarmos à Renascença, movimento que, segundo a wiki é marcado por ser o o período de efervescência na história da Europa aproximadamente entre meados do século XIV e o fim do século XVI com transformações bem evidentes na cultura, sociedade, economia, política e religião, caracterizando a transição do feudalismo para o capitalismo e significando uma evolução em relação às estruturas medievais.   A arte bem como a ciência legaram nomes do porte de Leonardo da Vinci (1452-1519), Michelangelo Buonarroti (1475-1564), Rafael Sanzio (1483-1520) Nicola Copérnico, Galileu Galilei, Francis Bacon, Rene Descartes e muitos outros, que compunham a densa música da criação e mudança de paradigmas.  Destaco o conceito do Renascimento e o adequo a contemporaneidade, para destacar o que de melhor há de implícito neste princípio.   A renascença como essencia, a monadologia para adentrarmos o território conhecido porém inesplorado do novo.  O futuro.  Giotto, grande pintor e arquiteto  Italiano, visto como precursor da perspectiva,  e as novas Stacks on demand retornam à beleza dos “antigos” com a diferença que o primeiro portava o controle do pincel, da manufatura ao acabamento.  O esqueleto plástico que conecta minha percepção de mundo e a sua, caro ouvinte-leitor, não deve passar imune como um criado-mudo.  É antes regido por conexões e pulsos elétrica que  paulatinamente se tornam mais imperceptíveis ao olho cru.  Entao será esse o destino trágico da imagem?    Ser relegada ao pano de fundo de novas vidas, banalizada em todo simbolismo para se tornarem stickers?  A eternidade física se apavora, todavia é aquele ditado.  Todos temem o tempo, mas o tempo teme as pirâmides.  Siga o caminho azul !!!🧚🏽‍♀️ Se for para assustar #covidia20eoescudonortesul  Se for para entender o que é ser brasileresco  #UmRamodeBrasil  Se for para se updatear @maliartemar Segue lá! Se for para se manter informado opte por #BreakFake e dê um intervalo, para verdades ocultas. Se for para estimular a literatura e ciência por via do digital você precisa conhecer #MultiversoInVitro e o #CabeçaDeVentoNaSmartCity Se for para reverberar existência permita-se em #IO_mali  ☕️ 🎙 Disponível para agregadores de áudio

Estamos já na segunda metade do ano 2020 em decimal.  Em binário 11111100100. Em hexadecimal 7E4.   Ano perpetrado pela virtualização em massa.  Ideal para refletirmos sobre esse novo paradigma, em favor da não concessão do sensível.  Pensar o Hardware, parte física interface primma a partir da sua disfuncionalidade para adentrarmos sua Ubiquidade.   Contextualizando.  É preciso retornarmos à Renascença, movimento que, segundo a wiki é marcado por ser o o período de efervescência na história da Europa aproximadamente entre meados do século XIV e o fim do século XVI com transformações bem evidentes na cultura, sociedade, economia, política e religião, caracterizando a transição do feudalismo para o capitalismo e significando uma evolução em relação às estruturas medievais.   A arte bem como a ciência legaram nomes do porte de Leonardo da Vinci (1452-1519), Michelangelo Buonarroti (1475-1564), Rafael Sanzio (1483-1520) Nicola Copérnico, Galileu Galilei, Francis Bacon, Rene Descartes e muitos outros, que compunham a densa música da criação e mudança de paradigmas.  Destaco o conceito do Renascimento e o adequo a contemporaneidade, para destacar o que de melhor há de implícito neste princípio.   A renascença como essencia, a monadologia para adentrarmos o território conhecido porém inesplorado do novo.  O futuro.  Giotto, grande pintor e arquiteto  Italiano, visto como precursor da perspectiva,  e as novas Stacks on demand retornam à beleza dos “antigos” com a diferença que o primeiro portava o controle do pincel, da manufatura ao acabamento.  O esqueleto plástico que conecta minha percepção de mundo e a sua, caro ouvinte-leitor, não deve passar imune como um criado-mudo.  É antes regido por conexões e pulsos elétrica que  paulatinamente se tornam mais imperceptíveis ao olho cru.  Entao será esse o destino trágico da imagem?    Ser relegada ao pano de fundo de novas vidas, banalizada em todo simbolismo para se tornarem stickers?  A eternidade física se apavora, todavia é aquele ditado.  Todos temem o tempo, mas o tempo teme as pirâmides.  Siga o caminho azul !!!🧚🏽‍♀️ Se for para assustar #covidia20eoescudonortesul  Se for para entender o que é ser brasileresco  #UmRamodeBrasil  Se for para se updatear @maliartemar Segue lá! Se for para se manter informado opte por #BreakFake e dê um intervalo, para verdades ocultas. Se for para estimular a literatura e ciência por via do digital você precisa conhecer #MultiversoInVitro e o #CabeçaDeVentoNaSmartCity Se for para reverberar existência permita-se em #IO_mali  ☕️ 🎙 Disponível para agregadores de áudio

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Estamos já na segunda metade do ano 2020 em decimal.  Em binário 11111100100. Em hexadecimal 7E4.   Ano perpetrado pela virtualização em massa.  Ideal para refletirmos sobre esse novo paradigma, em favor da não concessão do sensível.  Pensar o...

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