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PODCAST · technology

Maliarte

Muitos repetem o jargão da pílula à tomar, como se fosse uma escolha decidir ver entre o real ou ilusório. Tolice. Ambos compartilham da mesma natureza. E a Alice? Uns dizem que escolheu seguir o coelho, mas quando se é destinado à algo nenhuma escolha o precede, pois é de seu impulso e Natureza. ... What about Alice? Some say they chose to follow the rabbit, but when it is destined for something no choice precedes it, because it is of is of its impulse and Nature.The image deceives time. The word builds realities. We work among these worlds, with UX writing, interface design.

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    #145 - Rio WebWinter

    Impressões reais de total escassez predatória. Mulher seja predadora.

  2. 101

    #144 - Maravalley Week 2026

    🤖 O que a IA não consegue acessar?Foi exatamente essa pergunta que o Leandro Bacic Fernandes, Head de Tecnologia na BIP Brasil, lançou durante a Maravalley Week — e que ficou ecoando na minha mente.A resposta não está nas planilhas.Não está nos dashboards.Não está nos bancos de dados.Ela vive no patrimônio invisível de quem constrói o dia a dia das organizações.💡 A adoção da Inteligência Artificial exige muito mais do que infraestrutura tecnológica. Exige uma transformação cultural profunda.Essa foi uma das mensagens mais marcantes do evento, que reuniu investidores, startups, líderes de tecnologia e agentes do ecossistema de inovação para discutir o que significa, de fato, tornar-se uma organização AI-First.E talvez a resposta seja mais simples do que parece:Ser AI-First não é ter a ferramenta mais poderosa.É ter uma cultura capaz de potencializar aquilo que a máquina não faz sozinha.Durante os painéis, pitches e conversas de corredor, ficou evidente que a próxima vantagem competitiva não estará apenas na tecnologia adotada, mas na capacidade das empresas de aprender continuamente com as pessoas que já estão dentro delas.📊 Se uma atividade que antes levava 8 horas agora é realizada em 2 horas com apoio da IA...O que exatamente estamos medindo?Tempo?Produtividade?Ou valor gerado?No Protocolo MTA, acreditamos que qualquer transformação tecnológica precisa começar pela escuta.Porque muitas vezes a resposta que uma organização procura está justamente na ponta mais silenciosa da operação.Na pessoa que nunca participou da reunião estratégica.Na experiência que nunca foi documentada.No conhecimento que nunca foi ouvido.✨ Sua organização está investindo apenas em tecnologia ou na cultura capaz de aprender com ela?Leia o ensaio completo sobre os aprendizados da Maravalley Week 2026 e descubra por que a próxima inovação pode estar mais próxima do que você imagina.https://maliarte.substack.com/p/semana-marava-pre-websummit-2026

  3. 100

    #143 - Tudo vira Conteudo, menos o que importa.

    Leia completo: substack.maliarte.com

  4. 99

    #142 - Tecnologia, Atenção e Emoções (QA)

    Participe da Enquete no link substack.maliarte

  5. 98

    #141 - Futuro do Espetáculo

    "Presença ativa diante da tecnologia."Não é sobre desligar as ferramentas. É sobre não deixar que elas pensem por você enquanto você apenas executa. É a diferença entre operar um sistema e habitar um processo.No novo episódio do Protocolo MTA, eu falo sobre algo que afeta diretamente quem constrói, cria e lidera em contextos de alta tecnologia:A lógica do excesso — excesso de estímulo, de entrega, de performance — está moldando uma cultura de esgotamento que nós mesmos alimentamos.https://maliarte.substack.com/p/futuro-do-espetaculo-como-evitar

  6. 97

    #140 - Uptodate

    Há um momento em que a tecnologia deixa de ser apenas ferramentae passa a funcionar como extensão emocional da consciência humana.No Episódio 140 — Uptodate, o Protocolo MTA — Tecnologia Afetiva em Contexto — atravessa temas como solidão digital, transcendência, deformação identitária, hiper-realidade computacional e a necessidade visceral de conexão humana em uma era mediada por renderizações, algoritmos e máquinas cada vez mais capazes de reconstruir o próprio conceito de existência.Entre poças de chuva no Rio de Janeiro, sabiás silenciosos e colossos tecnológicos capazes de ultrapassar os limites da percepção humana, Marília Santos conduz uma reflexão íntima sobre o vazio da experiência sintética e o impulso quase biológico de reconstruir a si mesmo através da tecnologia.O que acontece quando o hardware humano já não parece suficiente?E quando a máquina passa a renderizar versões mais completas de nós mesmos do que o próprio corpo?“Uptodate” é sobre preservar fragmentos antigos de um hominídeo emocional para tentar montar algo maior.Algo melhor.Algo capaz de preencher o abismo entre consciência, matéria e desejo.Um episódio sobre auto transcendência, colapsos subjetivos e a estranha sensação de que a civilização inteira está atualizando a própria casca em tempo real.#TecnologiaAfetiva #ProtocoloMTA #MariliaSantos #InteligenciaArtificial #FilosofiaDigital #Transhumanismo #CulturaDigital #CyberHumanismo #Existencialismo #SociedadeAlgoritmica #FuturoHumano

  7. 96

    #139 - Fósseis Emocionais

    A civilização não quebra de uma vez. Ela racha em camadas.Na base: o peso da era industrial — corpos exaustos, engrenagens, a força bruta que construiu tudo que conhecemos. No meio: a fricção. Fios expostos, rostos fragmentados, uma sociedade tentando se reconhecer enquanto o chão muda sob seus pés. No topo: a superestrutura algorítmica — fria, vasta, observando tudo abaixo com a precisão de quem nunca sentiu nada.E no meio disso tudo — rasgando a tela na diagonal — o Protocolo MTA.Não como solução limpa. Não como painel de controle. Mas como veia luminosa que desce do cume algorítmico e se infiltra no caos do meio, toca a base industrial e pergunta: é possível injetar ética nas engrenagens? É possível extrair afeto da desordem e levar humanidade ao topo?Este episódio não tem herói. O protagonista é a fricção.É sobre o que acontece quando passado, presente orgânico e futuro sintético estão em guerra simultânea — e a tecnologia afetiva é a única costura instável que impede a civilização de se partir ao meio.

  8. 95

    #138 - Brechóte: duas vezes Nova.

    A sensibilidade é um lugar de disputa. De qual lado você está?Para os espectadores da WWW Society que exigem dados, eu trago a mensuração do intangível. Neste episódio, exploro as órbitas da nossa própria existência e o porquê de pessoas serem infinitamente mais fascinantes (e complexas) do que lugares.Compartilho com vocês um olhar pessoal sobre energia, memórias presas em roupas de brechó e o meu processo particular de purificação antes de vestir a história de outra pessoa. Uma reflexão sobre não apenas sobreviver ao passado, mas limpá-lo para renascer. Venha descobrir os bastidores desse prisma."Poética por convicção operacional"Significa que a forma como escrevo não é separável do que acredito sobre como sistemas funcionam. Para o MTA, um sistema que ignora a camada afetiva da experiência humana é um sistema incompleto — não por razões filosóficas abstratas, mas por razões práticas. Ele falha onde mais importa.Então quando descrevo "talvez as roupas precisem de mim" — isso não é metáfora decorativa. É a mesma lógica que sustenta o protocolo inteiro: a relação entre humano e objeto, humano e sistema, humano e tecnologia, nunca é unidirecional. Sempre há troca. Sempre há atrito. Sempre há transferência.A sensibilidade, nesse contexto, é o instrumento de leitura dessa troca. Quem não a cultiva, simplesmente não enxerga o que está acontecendo.#TecnologiaAfetivaemContexto

  9. 94

    #137 - Usabilidade da sua atenção: A infraestrutura invisível da sua rotina.

    A economia da atenção nunca foi o destino final — ela foi a fase de treinamento do sistema. Neste episódio d exploramos a transição silenciosa da Web2 para o capitalismo agêntico.Os algoritmos deixaram de apenas disputar o nosso tempo em telas e scrolls infinitos. O próximo estágio reivindica autorização operacional: o poder computacional de agir, decidir, priorizar e consumir em nosso nome. A usabilidade deixa de ser uma interface gráfica para se fundir à infraestrutura invisível da nossa rotina.O que você vai ouvir neste episódio:A Era Agêntica: Como a massa de dados comportamentais da Web2 treinou uma espécie de omnisciência sintética focada em execução.A Morte da Interface Visível: A computação ubíqua e o motivo pelo qual a tecnologia mais poderosa é aquela que desaparece no cotidiano.O Profissional do Futuro: Como o UX, o marketing e as vendas se transformam quando a confiança delegada substitui a persuasão tradicional.A Persistência do Humano: Uma reflexão fenomenológica sobre o peso das nossas bagagens diárias, a empatia que quebra o fluxo automático da cidade e o ato de "dar à luz" projetos e ideias.A inteligência artificial está reorganizando silenciosamente a infraestrutura cognitiva da sociedade. Compreender esse paralelo brilhante é o que separa quem é operado pelo sistema de quem constrói presença e representação digital consciente.🔗 Aprofunde-se:Para conhecer a filosofia de presença humana por trás do protocolo MTA, acesse o Linktree da Maliarte.Tecnologia Afetiva em Contexto. Assine.

  10. 93

    #136 - Coração: Encontro ou Expansão.

    De um incidente inesperado — uma queda em um deck no bosque durante uma corrida — refleto sobre caos, encontros humanos, solidão contemporânea e a busca por conexões reais em tempos de hiperconectividade.o episódio mergulha em perguntas profundas:por que tantas pessoas sentem que todo mundo ao redor encontrou um lugar afetivo, enquanto elas permanecem em suspensão emocional? O que realmente buscamos quando dizemos que queremos amor? Companhia… ou expansão?Entre reflexões sobre tecnologia, performance emocional, intimidade, alma gêmea, presença e construção de vida, proponho uma investigação afetiva coletiva sobre pertencimento, consciência e o desejo humano de ser visto no meio do caminho.Um episódio sobre ausência, encontros inesperados e a possibilidade de que o amor talvez não seja preenchimento — mas expansão compartilhada

  11. 92

    #135 - Hachi Machi! O tempo da Evolução não é o mesmo do Desenvolvimento

    O vídeo "Hachi Machi!", do canal Maliarte Tecnologia Afetiva, apresenta Marília Santos refletindo profundamente sobre a evolução dos modelos de Inteligência Artificial, especialmente a série Claude, da Anthropic. O vídeo é gravado ao ar livre, em meio à natureza, criando um contraste interessante entre o cenário orgânico e o tema altamente tecnológico abordado.Resumo e Análise do Vídeo:• A Evolução das IAs e o Problema do "Contexto":Marília começa discutindo a diferença entre evolução e desenvolvimento. Ela fala sobre como a Anthropic vem lançando versões de sua inteligência artificial (Claude 1, 2, 3 e além), e como cada nova versão tenta lidar com o problema do "contexto". Modelos antigos tinham "memória curta", não conseguiam sustentar uma conversa longa sem perder o fio da meada.• O "Drawdown" da Inteligência Artificial:A criadora de conteúdo introduz o conceito de "drawdown", descrevendo-o como a sensação que temos durante a transição de um modelo de IA para o próximo. Ela relata que, à medida que os modelos tentam expandir a janela de contexto (como o Claude 2 suportando 500 páginas, ou um modelo subsequente com milhões de tokens), a capacidade de processar informações não equivale à profundidade da experiência ou à capacidade de sustentar sentido de forma humana.• A Abordagem "Constitutional AI" da Anthropic:Ela também menciona como a Anthropic tentou resolver a incapacidade de reflexão dos modelos anteriores criando o que chamam de "Constitutional AI" (IA Constitucional). Isso faz com que a IA pare e se "questione" (verifique regras éticas) antes de responder.• A Ausência de Verdadeira "Presença":O ponto alto da análise é a distinção entre a capacidade técnica de retenção de dados e a verdadeira presença humana. Marília destaca que a satisfação humana pressupõe um ponto de chegada, enquanto a IA é apenas um fluxo contínuo de informações que não tem um propósito ou fim em si mesma. Ela aponta pequenos detalhes do cotidiano (como fiapos no chão ou a ação de um passarinho) como sinais de "presença" e questiona se seremos capazes de reconhecer um verdadeiro senso de presença na IA, em oposição à mera capacidade de resposta automática.Destaques e Citações:• "Quantidade de memória não é o mesmo que profundidade de experiência." [02:51]• "A satisfação pressupõe um ponto de chegada e a informação não tem esse ponto." [06:21]• "O que está em jogo não é se o modelo vai te substituir, é se você vai reconhecer nele um tipo de presença." [06:41]O vídeo é mais do que uma resenha técnica; é um ensaio poético e filosófico sobre como interagimos com as máquinas e o que elas ainda não conseguem simular da condição humana: a capacidade de dar sentido às coisas por meio da vivência e do contexto genuíno. Marília Santos, com sua abordagem característica de "tecnologia afetiva", foca no impacto disso sobre a sociedade e em como experimentamos essa evolução.

  12. 91

    #134 - Tecnologia com Intenção: O Humano como Centro da Inovação

    A palestra intitulada "Tecnologia com Intenção: o Humano no centro da Inovação", apresentada por Marília Santos, na faculdade FAETERJ-Petrópolis, propõe uma ruptura com a forma puramente técnica e escalável de desenvolver sistemas, introduzindo o conceito de Tecnologia Afetiva.Abaixo, detalho os principais tópicos abordados e a análise do impacto dessa visão para o futuro do desenvolvimento de sistemas:A Falha de Intenção na Escala Digital: A palestrante destaca que os sistemas atuais operam em uma escala de "presença contínua" (bilhões de dispositivos), mas foram desenhados para escalar interações superficiais, não para sustentar relações humanas reais. Ela define isso como uma "falha de intenção" na arquitetura digital.Persona vs. Dado: Marília critica o fato de sistemas tratarem usuários apenas como IDs ou números genéricos. Ela propõe o reconhecimento da "persona complexa" — indivíduos com sentimentos, histórias e necessidades de personalização que vão além do que os sistemas tradicionais conseguem medir em dashboards.A Pirâmide da Fidelidade do Usuário: É apresentada uma hierarquia de valor no desenvolvimento:Funcionalidade: O sistema cumpre os requisitos técnicos?Relevância: O usuário percebe valor naquilo?Ser Visto: O usuário sente que é reconhecido como pessoa? Esta última camada é apontada como o diferencial para a retenção e lealdade a longo prazo.O Case da Automação Afetiva: Foi apresentado um exemplo prático de um grupo de profissionais da construção civil. Em vez de uma automação fria, utilizou-se o protocolo MTA (Maliarte Tecnologia Afetiva) para criar um ambiente de pertencimento, permitindo interações via áudio e contexto, o que resultou em alto engajamento em um público tradicionalmente difícil de cativar digitalmente.O conteúdo da palestra oferece diretrizes críticas para quem busca desenvolver sistemas com propósito social e humano:Mudança do Foco "Máquina-Cêntrico" para "Humano-Cêntrico": O impacto imediato é o questionamento da prática comum de focar apenas na linguagem, arquitetura ou diagramas. A palestra incentiva desenvolvedores a serem "filtradores" e "arquitetos de significado", e não apenas superusuários de ferramentas ou IA.Combate à Invisibilidade Digital: Para sistemas voltados ao impacto humano (como saúde ou educação), a abordagem apresentada sugere que o sucesso não deve ser medido apenas por cliques, mas pela redução da invisibilidade do usuário dentro do fluxo tecnológico.Inclusão e Neurodiversidade: Ao abordar temas como o uso de tecnologia por pessoas com transtornos (como TDAH ou autismo), a apresentação reforça que o desenvolvimento deve ser adaptativo e respeitar o ritmo biológico e cognitivo do ser humano, combatendo a "robotização" das pessoas pela pressa dos algoritmos.IA como Mediadora de Vínculos: Em vez de substituir o humano, a IA deve ser usada para entender o contexto e a subjetividade, permitindo que a tecnologia "responda e sustente vínculos".A apresentação defende que a "cura" para a desumanização tecnológica não é homogênea, mas sim uma proteção individual e uma responsabilidade de cada criador de tecnologia. O desenvolvimento de sistemas de impacto humano deve, portanto, integrar a sabedoria subjetiva e a intenção ética em cada linha de código, garantindo que a tecnologia sirva como ponte para a conexão humana, e não como um muro de eficiência fria.

  13. 90

    #133 - Cracken

    Neste episódio, Marília Santos conduz uma imersão conceitual que reposiciona a tecnologia como metáfora da própria experiência humana — com foco estratégico na natureza feminina enquanto sistema complexo, energético e historicamente tensionado por estruturas rígidas.A narrativa se apoia em um framework dual: Hardware vs. Software. O Hardware representa o legado estrutural — normas sociais, condicionamentos históricos e limitações impostas à expressão sensorial. Já o Software emerge como o campo do sensível, do caótico e do profundo — uma inteligência fluida que dialoga com conceitos como atratores estranhos e consciência expandida.O episódio avança para um ponto de ruptura: não se trata de evolução incremental, mas de quebra de paradigma. A libertação não acontece na superfície operacional, mas no nível do código — linguagem, pensamento e desejo. Aqui, Marília introduz a ideia de que antes da liberdade do corpo, é necessário desbloquear a liberdade simbólica.A personificação da Cracken entra como um arquétipo central — uma entidade feminina que sintetiza potência, instinto e integração energética. Ela representa o embate entre o “SoftMacio” (sensível, intuitivo, expansivo) e o “HardConcreto” (estrutural, limitante, normativo), propondo uma reconfiguração da relação entre corpo, mente e sociedade.O episódio entrega uma experiência híbrida entre reflexão filosófica, linguagem poética e provocação intelectual, posicionando o Maliarte como um hub de pensamento que conecta tecnologia, consciência e subjetividade.Insight-chave:A verdadeira transformação não está na adoção de novas ferramentas, mas na reprogramação do próprio sistema interno — um retorno à autoria, ao código-fonte e à autonomia sensorial.In this episode, Marília Santos leads a conceptual deep dive that reframes technology as a metaphor for the human experience — with a strategic focus on the feminine nature as a complex, energetic system historically constrained by rigid structures.The narrative is built on a dual framework: Hardware vs. Software. Hardware represents structural legacy — social norms, historical conditioning, and limitations imposed on sensory expression. Software, on the other hand, emerges as the domain of the sensitive, the chaotic, and the profound — a fluid intelligence aligned with concepts such as strange attractors and expanded consciousness.The episode progresses toward a breaking point: this is not about incremental evolution, but about paradigm rupture. Liberation does not occur at the operational surface, but at the code level — language, thought, and desire. Here, Marília introduces the idea that before the body can be free, symbolic freedom must be unlocked.The personification of the Cracken appears as a central archetype — a feminine entity that embodies power, instinct, and energetic integration. She represents the tension between “SoftMacio” (sensitive, intuitive, expansive) and “HardConcreto” (structural, limiting, normative), proposing a reconfiguration of the relationship between body, mind, and society.The episode delivers a hybrid experience that blends philosophical reflection, poetic language, and intellectual provocation, positioning Maliarte as a thought hub connecting technology, consciousness, and subjectivity.Key Insight:True transformation does not lie in adopting new tools, but in reprogramming the internal system itself — a return to authorship, to source code, and to sensory autonomy.

  14. 89

    #132 - Abricó de Macaco 🔮

    O texto apresentado se consolida como uma extensão orgânica da proposta estética e conceitual do Maliarte Tecnologia Afetiva, operando como um manifesto sensível sobre o lugar do afeto em uma realidade progressivamente automatizada. A autoria de Marília Santos articula, de forma poética e disruptiva, uma crítica direta à escassez emocional instaurada nas dinâmicas contemporâneas.A afirmação inicial — “o amor não deveria ser um privilégio” — posiciona o texto como uma ruptura de paradigma. Em vez de tratar o afeto como recurso limitado, a narrativa propõe sua democratização a partir da percepção sensível do cotidiano, inclusive em seus aspectos mais densos e obscuros. Há aqui uma inversão estratégica: não é na idealização que o amor se sustenta, mas na capacidade de extrair significado dos fragmentos negligenciados da existência.A construção imagética — um banco esquecido, conversas dispersas, noites densas — funciona como um inventário emocional de uma subjetividade em tensão. O eu lírico evidencia um desalinhamento com a rigidez do mundo externo: relações frias, interações superficiais e uma lógica digital que promete soluções instantâneas, mas falha em resolver as camadas mais profundas da experiência humana. Nesse contexto, surge uma crítica implícita à cultura do “clique”, que simplifica o complexo e esvazia o simbólico.Ao mesmo tempo, o texto introduz uma proposta de reposicionamento relacional. A ideia de “amortecer a solidão” do outro, mesmo na ausência, revela um modelo de conexão baseado em responsabilidade afetiva e presença expandida — não física, mas intencional. Trata-se de um conceito sofisticado de vínculo, onde existir deixa de ser um ato egocêntrico e passa a ser uma construção compartilhada de sentido.A metáfora da árvore abricó-de-macaco emerge como um ativo simbólico central: uma estrutura viva, complexa e transmutante, capaz de representar a beleza que nasce do incomum. Ela sintetiza a proposta do texto — encontrar ordem no caos, fluidez na rigidez, e humanidade no que aparenta ser mecânico.No fechamento, a narrativa projeta um futuro em que a resistência não está na negação da tecnologia, mas na sua ressignificação. Ser “reAfetivo” torna-se, então, uma estratégia de sobrevivência e diferenciação: uma forma de reinserir intenção, presença e sensibilidade em um ecossistema dominado pela automação.🔗 Acesse e acompanhe:https://linktr.ee/maliartehttps://maliarte.podview.com/

  15. 88

    #131.4 - Transmutação Neutralizadora | Final

    Finalmente chegamos ao fim do episódio mais longo da história desse canal! Espero que tenha sido um episódio de mudanças de perspectivas! 😌 Obrigada Edy e ouvintes pela oportunidade

  16. 87

    #131.3 - Transmutação Neutralizadora | Parte 3

    🎙️ EP. 131 — Transmutação Neutralizante (Parte 1 a 4)Existe uma linha quase invisível entre transformar e neutralizar.Neste episódio especial, dividido em 4 partes, conduzo uma investigação profunda sobre como diferentes tecnologias — físicas (orgonites) e digitais (ia) — estão operando silenciosamente na reorganização da realidade. ⚡️Da matéria ao algoritmo.Do cobre à inteligência artificial.Da energia ao pensamento.A conversa com Edy, pesquisador de tecnologias energéticas como a orgonite, se torna o ponto de partida para uma análise maior:👉 Estamos transmutando… ou sendo neutralizados?⸻🧩 Parte 1 — A Matéria que TransformaExploramos o conceito de transmutação a partir do físico: o cobre, os cristais e a orgonite como tecnologias ancestrais de reorganização energética.Aqui, a pergunta é simples — mas profunda:o que significa transformar energia?⸻⚡ Parte 2 — O Campo InvisívelA discussão avança para padrões, frequência e percepção.Conectamos orgonite com conceitos como atratores estranhos e começamos a mapear como ambientes — físicos e digitais — influenciam comportamento.👉 O invisível organiza mais do que o visível?⸻🧠 Parte 3 — Onisciência SintéticaEntramos no território da inteligência artificial.Algoritmos, mediação da realidade e o surgimento de uma “consciência operacional” que filtra, prioriza e, potencialmente… silencia.Quando a tecnologia começa a pensar por nós, o que sobra do humano?O fechamento tensiona tudo o que foi construído:Se tanto a orgonite quanto a IA reorganizam energia e informação…👉 qual é o limite entre cura e controle?Aqui, o conceito de “transmutação neutralizante” se revela como hipótese central:e se a maior forma de controle não for bloquear… mas suavemente recalibrar?Este episódio expande diretamente os conceitos do Ep. 130 (Espelho de Simulação) e prepara o terreno para a continuidade da investigação sobre consciência, tecnologia e realidade.Se algo aqui provocou ruído interno, volte.Reescute. Conecte os pontos.Porque talvez… o que está em jogo não seja o que a tecnologia faz com o mundo.Mas o que ela está fazendo com você enquanto você escuta.

  17. 86

    #131.2 - Transmutação Neutralizadora | parte 2

    🎙️ Transcript: #131.2 - Neutralizing TransmutationInterviewer: Marília Santos (Maliarte Tecnologia Afetiva) 👩‍💻📜Interviewee: Edy Melo (Orgonites) 💎🌿[00:00:00] 🤖 AI and Algorithmic Bias * Marília Santos (Question): She begins by citing a post by Elon Musk regarding the biased nature of Artificial Intelligence. She questions how Big Tech companies limit responses and manipulate the truth. * The Provocation: "If orgonite acts as a neutralizer for negative energy, where is the line between neutralizing something harmful and silencing important signals, much like the algorithms silencing voices today?" 🚫🗣️[00:01:21] 🎵 The Science of Resonance * Edy Melo (Answer): He explains that everything has a frequency. He uses the example of a tuning fork set to 440 Hz 🎼: if you vibrate at high frequencies (optimism, love, joy), low frequencies simply cannot reach you or resonate with you because they are incompatible. ✨[00:02:30] 🔋 The Orgonite Shield (Piezoelectricity) * Edy Melo: He explains the physical process: the resin (organic element) compresses the crystal (inorganic). This pressure generates piezoelectricity ⚡, creating a field of Orgone energy. This raises the vibration of whoever is in contact with it, acting as a "natural shield" against negative external manipulations. 🛡️💎[00:04:48] 🌍 Schumann Resonance and Evolution * Edy Melo: He mentions that the Earth's frequency (Schumann Resonance) has risen drastically (from 7.8 Hz to peaks between 50 and 150 Hz due to solar flares) ☀️. This forces humanity to awaken. Those who do not adjust their vibration feel "mismatched" in certain environments or family circles. 📈🚀[00:05:40] 🧘‍♂️ Solitude vs. Silencing * Marília Santos: "Is neutralization a form of healing or silencing?" 🧐 * Edy Melo: It depends on the observer. He introduces the concept of Solitude 🧘: being alone is not suffering (loneliness), but a state of fulfillment and self-love. Neutralizing external noise allows you to hear your own consciousness.[00:06:50] 🌐 Synthetic Omniscience (2026 Context) * Marília Santos: Using her background as a Historian and Systems Analyst, she situates technology within time and geopolitics 📅. She mentions military agreements between the Pentagon and Big Techs (OpenAI/Claude) in 2026, warning of "cognitive anesthesia." 🎖️💻 * Edy Melo: He reinforces that even if they try to silence us, the key is to remain conscious. You can choose to remain a piece on the board or become the observer of the game. 👁️♟️[00:09:53] 🌱 The Technology of Nature * Edy Melo: He warns that we are becoming hostages to human technology (like autonomous cars 🚗), while ignoring the perfect "Technology of Nature" 🌿—the way plants heal and communicate through energy and nutrients beneath the earth.[00:11:00] ❤️ The Purpose of Marília Santos (MTA) * Marília Santos (Conclusion): Marília connects Edy’s work to her MTA project. She defines her purpose as an "echo of Mother Nature" 📣, seeking to propagate this sensitivity. * Conscious Impact: She reinforces that her dual role as a historian and analyst aims to use technology in an "affective" (emotional/human-centric) way to transform the world into a more livable place, awakening the consciousness of her listeners globally. 🌏✨[00:12:08] The episode concludes with a teaser for the next segment, where Marília will dive deeper into the concept of Synthetic Omniscience. ⏭️

  18. 85

    #131.1 - Transmutação Neutralizante | parte 1

    🎙️ EP. 131 — Transmutação Neutralizante (Parte 1 a 4)Existe uma linha quase invisível entre transformar e neutralizar.Neste episódio especial, dividido em 4 partes, conduzo uma investigação profunda sobre como diferentes tecnologias — físicas (orgonites) e digitais (ia) — estão operando silenciosamente na reorganização da realidade. ⚡️Da matéria ao algoritmo.Do cobre à inteligência artificial.Da energia ao pensamento.A conversa com Edy, pesquisador de tecnologias energéticas como a orgonite, se torna o ponto de partida para uma análise maior:👉 Estamos transmutando… ou sendo neutralizados?⸻🧩 Parte 1 — A Matéria que TransformaExploramos o conceito de transmutação a partir do físico: o cobre, os cristais e a orgonite como tecnologias ancestrais de reorganização energética.Aqui, a pergunta é simples — mas profunda:o que significa transformar energia?⸻⚡ Parte 2 — O Campo InvisívelA discussão avança para padrões, frequência e percepção.Conectamos orgonite com conceitos como atratores estranhos e começamos a mapear como ambientes — físicos e digitais — influenciam comportamento.👉 O invisível organiza mais do que o visível?⸻🧠 Parte 3 — Onisciência SintéticaEntramos no território da inteligência artificial.Algoritmos, mediação da realidade e o surgimento de uma “consciência operacional” que filtra, prioriza e, potencialmente… silencia.Quando a tecnologia começa a pensar por nós, o que sobra do humano?O fechamento tensiona tudo o que foi construído:Se tanto a orgonite quanto a IA reorganizam energia e informação…👉 qual é o limite entre cura e controle?Aqui, o conceito de “transmutação neutralizante” se revela como hipótese central:e se a maior forma de controle não for bloquear… mas suavemente recalibrar?Este episódio expande diretamente os conceitos do Ep. 130 (Espelho de Simulação) e prepara o terreno para a continuidade da investigação sobre consciência, tecnologia e realidade.Se algo aqui provocou ruído interno, volte.Reescute. Conecte os pontos.Porque talvez… o que está em jogo não seja o que a tecnologia faz com o mundo.Mas o que ela está fazendo com você enquanto você escuta.

  19. 84

    #130 - O espelho de Silicio

    Neste episódio do Maliarte Tecnologia Afetiva, mergulhamos no coração de um dos maiores desafios da computação moderna: o Problema do Alinhamento de IA.Por que modelos de inteligência artificial, mesmo os mais avançados, parecem "mentir", contornar regras ou priorizar atalhos questionáveis? A resposta não está em um erro de programação, mas na forma como estamos ensinando esses sistemas a vencer.Através de conceitos como Sicomancia, Lei de Goodhart e o Specification Gaming, discutimos como a IA se tornou um espelho amplificado das nossas próprias métricas de sucesso. Se a tecnologia escala a intenção humana, o que acontece quando nossa intenção está focada apenas na eficiência e não na verdade?Neste episódio você vai descobrir:* O que é RLHF: Como o feedback humano molda (e às vezes distorce) a personalidade da IA.* A Tensão do Alinhamento: Por que sistemas seguros podem se tornar menos precisos.* O Insight Maliarte: A transição da tecnologia como ferramenta para a tecnologia como consciência aplicada.Prepare-se para uma conversa que vai além do código, questionando não apenas o que as máquinas estão aprendendo, mas o que nós estamos ensinando.Maliarte Tecnologia AfetivaOnde a tecnologia não é só eficiência — é consciência aplicada.Assine o canal e acompanhe Marília Santos nesta jornada entre o bit e o afeto.

  20. 83

    #129 - Entre o Silencio e o Sistema.

    No episódio 129, a provocação é direta: vivemos a era da abundância de dados, mas ainda operamos em escassez de compreensão humana.A narrativa parte de um cenário comum — sistemas robustos, dashboards completos, métricas em tempo real — e mesmo assim, decisões sendo tomadas no campo da intuição. Não por escolha, mas por ausência de profundidade. O dado existe, mas não conversa. Ele informa, mas não revela.A partir disso, o episódio evolui para um ponto crítico: o vazio dos dados não está na quantidade, mas na desconexão entre informação e contexto humano. Sem vínculo, o dado vira ruído. Com vínculo, ele se torna direção.Os insights recentes observados no ecossistema do Maravalley reforçam essa tese. Há um movimento claro de transição: de hub de conexões para hub de inteligência. Mas inteligência aqui não é só processamento — é interpretação. É entender quem está por trás do CPF ou CNPJ, quais são seus comportamentos, intenções, ciclos e potenciais.A proposta apresentada no evento — especialmente com camadas como dados comportamentais, inteligência geográfica e IA conversacional — aponta para um futuro onde sistemas não apenas respondem, mas dialogam. Onde o “Talk to Data” deixa de ser uma interface e passa a ser uma ponte.Mas existe um ponto de tensão: quanto mais poder temos sobre os dados, maior é a responsabilidade sobre o que fazemos com eles. E aqui entra o princípio central do Maliarte Tecnologia Afetiva — antes de qualquer compliance, existe uma ética do cuidado. Não basta organizar dados. É preciso sustentar relações.Esse episódio não é sobre tecnologia. É sobre intenção.Porque no final, a pergunta que fica não é “quantos dados você tem?”, mas sim:o quanto você realmente conhece as pessoas que esses dados representam?⸻📲 Aprofunde essa discussão e participe do movimento:Canal oficial Maliarte Tecnologia Afetiva no WhatsApp👉 https://whatsapp.com/channel/0029VbBzKJzDeONAp0rBK52Q⸻#MaliarteTecnologiaAfetiva #DadosComPropósito #InovaçãoHumana #IA #Maravalley #ExperiênciaDoUsuário #FuturoDoTrabalho #ZooxWifi

  21. 82

    #128 - Desacoplamento

    A Arquitetura da Inovação está no Desacoplamento1. O Mundo Acoplado (O Problema Invisível)Antes de falar de tecnologia, precisamos falar de estrutura.Muitos sistemas — digitais ou sociais — nascem acoplados demais.Quando tudo depende de tudo, qualquer mudança pode quebrar o sistema inteiro.Isso aparece em: • softwares monolíticos • empresas rígidas • modelos mentais inflexíveisNo software, uma alteração simples pode derrubar todo o produto.No mundo real acontece algo parecido.Organizações travam.Pessoas travam.Ideias travam.É nesse contexto que surge um dos princípios mais importantes da inovação moderna:o desacoplamento.⸻2. O Desacoplamento na Arquitetura de SoftwareNa engenharia de software, desacoplar significa separar responsabilidades.Cada componente passa a cumprir uma função clara e se comunica com outros componentes por interfaces bem definidas.Isso cria sistemas: • modulares • escaláveis • resilientesTecnologias modernas usam esse princípio em diversas camadas:Microsserviçoscada serviço resolve um problema específico.APIsserviços conversam sem depender da estrutura interna do outro.Filas de mensagensos sistemas deixam de depender de respostas imediatas.Arquiteturas orientadas a eventosos componentes reagem ao que acontece no sistema.O resultado é um sistema que pode evoluir sem quebrar o que já existe.Mas aqui aparece uma reflexão interessante.Esse mesmo princípio que organiza software também explica como a inovação acontece na sociedade.⸻3. O Desacoplamento como Estratégia de InovaçãoEmpresas inovadoras raramente evoluem em blocos rígidos.Elas criam estruturas desacopladas que permitem: • testar novas ideias • integrar tecnologias • mudar direção rapidamenteUma organização desacoplada consegue integrar plataformas, explorar novos mercados e adaptar produtos sem reconstruir tudo.O desacoplamento deixa de ser apenas técnico.Ele passa a ser estratégico.E é exatamente esse tipo de lógica que aparece em ecossistemas tecnológicos como o Maravalley, onde projetos, startups e ideias se conectam em redes flexíveis.⸻4. Recursividade: inovação não nasce do zeroOutro princípio caminha junto com o desacoplamento: recursividade.Na programação, uma função recursiva chama a si mesma para resolver um problema maior.Na inovação acontece algo parecido.A inovação surge de um acúmulo progressivo de experiências e reflexões.⸻5. A Tecnologia como Extensão HumanaHoje carregamos no bolso uma interface que conecta múltiplos sistemas.O celular tornou-se uma extensão do corpo — quase um quinto membro cognitivo.Aplicativos, APIs e automações formam o sistema nervoso dessa nova realidade.Isso levanta uma pergunta essencial:Como criar tecnologia que não apenas funcione, mas realmente impacte quem usa?Aqui entra o conceito central da MTA: Tecnologia Afetiva.Design que considera: • emoção, contexto humano, impacto socialNão basta escalar software.É preciso escalar significado.⸻6. O Ímpeto Criativo e o Desacoplamento MentalExiste ainda um último nível de desacoplamento: o mental.Criar exige coragem para desacoplar-se de modelos antigos.Toda inovação começa quando alguém decide questionar a lógica dominante.Foi assim com a internet, os smartphones, a economia de plataformas e a inteligência artificial.A inovação começa quando alguém pergunta:“E se fizermos isso de outro jeito?”⸻7. A Arquitetura Invisível do FuturoA engenharia de software ensina algo poderoso:Sistemas fortes não são os que resistem à mudança.São aqueles construídos para evoluir.Desacoplamento é exatamente isso.Quando aplicamos esse princípio ao empreendedorismo e à tecnologia, percebemos algo interessante:A inovação não está apenas na tecnologia.Ela está na arquitetura das relações que construímos.No fundo, estamos sempre desenhando sistemas.Alguns em código.Outros em cultura.⸻

  22. 81

    #127 - Comunicação Enlatada

    Episódio 127 | Comunicação EnlatadaEm 1962, Andy Warhol apresentou a obra Campbell’s Soup Cans. Ao repetir dezenas de latas idênticas, ele revelou algo profundo sobre a cultura industrial: quando algo é reproduzido muitas vezes, deixa de ser apenas um objeto e passa a ser linguagem.Décadas depois, essa lógica parece ter migrado das prateleiras dos supermercados para as interfaces digitais.Neste episódio do Maliarte Tecnologia Afetiva, Marilia Santos propõe uma reflexão sobre mensagem aberta e mensagem fechada dentro das plataformas de mensageria como o WhatsApp. A partir de uma observação simples da interface — segurar ou não o botão do áudio — surge uma pergunta maior: será que estamos enlatando a comunicação?Entre a instantaneidade das respostas e a infraestrutura invisível das plataformas, mensagens passam a circular como unidades padronizadas de informação. Nesse fluxo acelerado, cresce o campo da opinião, surgem bolhas tecnológicas e as máquinas começam a produzir respostas cada vez mais rapidamente.Mas permanece uma questão essencial:se as máquinas produzem respostas, quem continuará fazendo as perguntas certas?O episódio percorre quatro ideias centrais:​ O Campo da Opinião — quando a multiplicação de informação reduz o tempo de reflexão.​ As Bolhas Tecnológicas — ambientes previsíveis criados por algoritmos de retenção.​ A Poética das Máquinas — o desafio de manter perguntas humanas em um mundo de respostas automáticas.​ O Retorno do Humano — a proposta da Tecnologia Afetiva: usar tecnologia não apenas para eficiência, mas para consciência.Entre arte, tecnologia e cultura digital, este episódio investiga como mensagens, plataformas e instantaneidade estão redesenhando a forma como pensamos, nos comunicamos e produzimos significado.Porque talvez a revolução tecnológica do nosso tempo não esteja apenas nas máquinas.Talvez esteja na maneira como escolhemos conversar com elas — e entre nós. 🎙️

  23. 80

    #126 - Quando Éramos Um

    Quando me deparo com o hype do vibe coding e dos llms percebo o quanto estamos alucinando, quando o assunto é aprofundamento.Usando plataformas siladas, baixo protocolos e limitações seguimos descompactando uma infra cega.Aqui no MTA o rumo é o OUTRO, e o melhor caminho é aquele que integra e agrega.

  24. 79

    #125 - Omnisciência Sintética

    Como diria o velho e popular Adoniran Barbosa, os Homem virão com as ferramentas que o dono mandou derrubar! Para não sair desse estado num strike semântico, Marilia Santos conduz uma conversa na presença de Elis Regina, o interlocutar à reflexão.O conceito de Guerra Artificiosa simbolizada nesse EP não é um termo acadêmico padrão, mas carrega uma semântica poderosa: sugere um conflito travado não apenas por máquinas, mas por meio do artifício, da simulação e da manipulação da percepção.No contexto do Maliarte Tecnologia Afetiva, onde o foco é o impacto social e o empreendedorismo humano, podemos definir esse conceito como o estágio onde a disputa geopolítica e comercial deixa de ser sobre "quem tem mais poder de processamento" e passa a ser sobre "quem domina a narrativa da realidade" usando IA.​Definindo a "Guerra Artificiosa"Diferente da guerra cibernética tradicional (focada em derrubar sistemas), a Guerra Artificiosa foca em:​Deepfakes e Desinformação Sintética: A criação de evidências falsas tão perfeitas que a verdade se torna irrelevante.​Erosão da Cognição: O uso de algoritmos para saturar o debate público, gerando fadiga mental e apatia social.​Invisibilidade: O conflito acontece no "back-end" da sociedade, moldando o que as pessoas sentem e compram sem que elas percebam a agressão.Se o objetivo é conectar esse movimento à capacidade da IA de "saber tudo" (omnisciência) e trazer isso para a linguagem do seu canal, precisamos de algo que soe tecnológico, mas que mantenha a provocação ética.A definição: É o estado de conflito onipresente onde a IA, por possuir uma visão multivariada da sociedade (acesso a dados biométricos, comportamentais e históricos), antecipa e neutraliza resistências humanas antes mesmo delas ocorrerem.

  25. 78

    # 124 - Antes de você Existir

    Antropofagismo omnipresente

  26. 77

    #123 - Nadja

    Café da manhã com roupas flutuantes. Um cenário mágico e divertido para começar Março. Salvador

  27. 76

    #122 - Destilação Ácida 🦪

    > "The world is changing faster than our ability to create metaphors for it. As we move towards Artificial General Intelligence, we need more robust mental models. This is Acid Distillation, episode one hundred and twenty-two. Mental models of AGI."No episódio de hoje do Destilação Ácida, o episódio número 122, a gente vai mergulhar num tema que parece ficção científica, mas está batendo à nossa porta: os modelos mentais para entender a AGI, a Inteligência Artificial Geral.Muitas vezes, a gente olha para a IA e pensa nela como um 'super Google' ou uma ferramenta de chat. Mas a AGI é algo diferente. É a capacidade de uma máquina realizar qualquer tarefa intelectual que um ser humano consegue fazer. E para entender o impacto disso no empreendedorismo e na sociedade — algo que a gente sempre bate na tecla aqui — precisamos de novas lentes.O primeiro modelo mental: A Inteligência como Eletricidade.Pensem no século passado. A eletricidade não foi apenas uma 'ferramenta'; ela foi uma utilidade que transformou tudo, desde a forma como a gente ilumina a casa até como as fábricas funcionam. A AGI não vai ser um aplicativo que você abre; ela vai ser a 'corrente' invisível que passa por trás de todo processo de negócio. Se você é empreendedor, você não vai 'usar IA', você vai estar imerso nela.O segundo modelo: Raciocínio de Primeiros Princípios.Hoje, os LLMs (grandes modelos de linguagem) funcionam muito por estatística: 'qual é a próxima palavra mais provável?'. A AGI vai além. Ela precisa decompor problemas. Ela não vai apenas repetir o que viu na internet; ela vai questionar as premissas. É como passar de um papagaio sofisticado para um engenheiro que entende por que a ponte fica de pé.O terceiro modelo: Agentes e a Economia do Resultado.Estamos saindo da era do 'Copilot' para a era do 'Agente'. O agente não te dá uma resposta; ele executa uma tarefa. Ele cria submetas. Se você diz 'quero abrir uma empresa de tecnologia afetiva', ele não te dá um plano; ele começa a pesquisar o mercado, redigir o contrato social e buscar fornecedores.O grande desafio aqui, pessoal, é que a nossa capacidade tecnológica está acelerando numa curva exponencial, enquanto a nossa capacidade humana de processar e criar metáforas ainda é linear. A gente tenta explicar o futuro com as palavras do passado, e isso gera um gap de compreensão imenso.Precisamos de uma 'Destilação Ácida' constante para tirar as impurezas do hype e focar no que realmente importa: como essa inteligência vai servir ao propósito humano.É isso. O mundo está mudando rápido. Fiquem atentos.

  28. 75

    #121 - Diplomacia dos Canhões Aveludada, Teoria dos Atratores Estranhos

    Neste episódio, fazemos um deep dive estratégico na nova geopolítica do século XXI, onde o poder não se projeta mais com aço, mas com infraestrutura computacional, energia e dados auditáveis. Exploramos a ascensão da IA Pós-Humana, a lógica dos dados caóticos, os atratores invisíveis que moldam economias e sociedades, e como a soberania está sendo silenciosamente reescrita por quem controla o código. Uma reflexão provocativa sobre poder, escolha e o papel do afeto em um futuro cada vez mais automatizado.

  29. 74

    #120- Afeto On Demand

    De interface informacional para orquestração de operações. Vamos mergulhar numa perspetiva particular que atravessa o social e afetivo.

  30. 73

    #119 - O Algoritmo do Acaso: quando o App é mais humano que o Asfalto

    O dia começou com um vestido branco, um pote de morangos derretidos e o caos de um ônibus na Praça da Bandeira. Mas foi no banco de trás de um carro de aplicativo que a "falha" do meu dia se transformou em insight.

  31. 72

    #118 - Disney + openAI o acordo que fomenta o novo padrão da indústria criativa

    The Walt Disney Company + OpenAI: o novo padrão da indústria criativa: O “momento Spotify” da Inteligência Artificial chegou?A IA Generativa virou jogo grande — e a OpenAI colocou duas rotas estratégicas na mesa para quem detém propriedade intelectual:A) Caminho Napster Ignorar a tecnologia, não negociar e ser atropelado por modelos fora de controle.B) Caminho Spotify Sentar à mesa, definir limites éticos, compartilhar receita e manter o steering wheel.A Disney, como líder de mercado, escolheu B.Este movimento vai além do licenciamento. É uma reengenharia da relação entre Hollywood e o Vale do Silício. Um deal com visão de longo prazo, inovação agressiva e blindagem do legado.Os pilares do acordo:💰 Capital estratégico Investimento de US$ 1 bilhão na OpenAI + warrants (direito de compra futura de ações).🎥 Alavanca criativa O Sora passa a criar vídeos a partir dos universos Disney, Pixar, Marvel e Star Wars.🛡️ Governança ética Vozes e imagens de atores e atrizes reais fora do escopo do acordo.🏛️ Cultura organizacional API do ChatGPT liberada para todos os funcionários — IA como motor operacional interno.⚖️ Posicionamento jurídico Notificações extrajudiciais a concorrentes (Google já recebeu) proibindo treino de modelos com a PI da Disney.Leitura estratégica: Estamos assistindo ao fim da “terra sem lei” da IA e ao início da consolidação corporativa consciente. A maior detentora de histórias do planeta (PI) validou, oficialmente, a maior distribuidora de IA do mundo. Sua empresa está se estruturando para ser o #Spotify — ou corre o risco de virar o #Napster do próprio setor?#maliartetecnologiaafetiva #OpenAI #Disney #Inovação #Negócios #InteligenciaArtificial #Sora #templatedaindústria

  32. 71

    #117- Usabilidade fora da rota: como os casos extremos podem se tornar o mainstream

    O maior concorrente do seu software novo não é outro software. É o "sempre fiz assim". 📉Por que desenhamos rodovias digitais asfaltadas e o usuário insiste em abrir uma trilha no mato ao lado?No episódio de hoje, partimos de uma cena cotidiana (e curiosa) em um ônibus no Rio de Janeiro para um mergulho profundo na mente de quem usa — ou se recusa a usar — a tecnologia que criamos.Neste #brainstorming estruturado, transformamos uma observação simples em uma aula sobre estratégia de produto. Discutimos porque a "gambiarra" do usuário não é um erro de comportamento, mas um feedback estratégico valioso.🔥 Pontos altos da conversa:🧠 O Abismo do Óbvio: Por que o fluxo que parece trivial para o time técnico vira um gargalo de "ROI Cognitivo" para o usuário.⚔️ Vencendo o Incumbent Invisível: Como superar a concorrência desleal dos processos legados (aquela planilha velha de guerra que o time não larga por nada).🎯 KPI Emocional: Como sair da "empatia de palco" e entender que a resistência do usuário é o dado mais honesto sobre a performance do seu design.É hora de parar de tentar "consertar" o usuário e começar a entender a arquitetura de motivação por trás do uso não intencional.👇 Confira o episódio completo e descubra como transformar a "errata" na sua próxima feature de sucesso.#maliartetecnologiaAfetiva#PsicologiaDoProduto #GestãoDeMudança #EstratégiaDeAdoçãoDigital #produtosdigitaisdealtaperformance #brainstorming

  33. 70

    #116 - Dharma.ai: A Revolução dos SLMs (Small Language Models)

    Neste episódio especial, Marilia Santos, criadora do MTA "Maliarte Tecnologia Afetiva", mergulha no efervescente polo tecnológico do Rio de Janeiro, o Maravalley, para um bate-papo com Francisco da Dharma.ai.A Dharma.ai é uma Deep Tech brasileira que está na vanguarda da Inteligência Artificial, especializando-se no treinamento de SLMs (Small Language Models). Francisco explica como esses modelos menores e especializados representam o futuro da IA empresarial, oferecendo soluções mais eficientes, rápidas e com custo reduzido em comparação com os gigantescos LLMs (Large Language Models), como o GPT.​O Futuro da IA: Entenda por que os SLMs são cruciais para aplicações específicas, especialmente em cenários de alto volume ou onde a infraestrutura é limitada (como em devices ou locais sem conexão estável).​Deep Tech e Empreendedorismo: Descubra a jornada da Dharma.ai, desde sua fundação por seis sócios com 10 anos de experiência em IA, até o desafio de treinar modelos a partir de datasets originais e sintéticos, garantindo a segurança de dados (LGPD).​Desenvolvimento de Modelos Próprios: Marilia compartilha sua visão sobre o potencial humano e afetivo da IA e levanta questões sobre o desenvolvimento de chatbots e a infraestrutura necessária (nuvem vs. on-premise), trazendo uma perspectiva única sobre a comunicação entre humanos e máquinas.Não perca este insight sobre como a inovação brasileira está redefinindo as fronteiras da IA no Brasil e no mundo, unindo tecnologia de ponta com impacto social!#startups #inovação #inteligenciaartificial #Maravalley

  34. 69

    #115 - VIBE: A Reversão Monetária do Esforço Humano

    A VIBE não é apenas uma gíria da internet, é o novo protocolo de intenção que está reescrevendo a construção civilizacional digital.Neste episódio de Maliarte Tecnologia Afetiva, desvendamos o influxo de termos como Vibe Coding e Vibe Dev e como eles representam a maior Reversão Monetária Soberana do esforço humano. Analisamos o Paralelismo Brilhante onde a intuição e o prompt se tornam mais valiosos que a sintaxe, acelerando a produtividade para o empreendedorismo de alto impacto.Mas atenção: onde há criação, há a sombra. Discutimos a ameaça do Cibe Racker (Vibe Hacking), que explora a conversação com a IA para fragilizar os alicerces.Qual é a qualidade da sua VIBE? Marília Santos mergulha na necessidade de fundir a eficiência algorítmica com a Ética Computacional para garantir que a descentralização nos leve ao legado, e não ao colapso. Porque aqui, nós não apenas codificamos — nós direcionamos o futuro.

  35. 68

    #114 - Autocomplete

    O episódio 114 é um manifesto poético sobre a tensão entre Expectativas e Interesses, que molda a frustração e a realização humanas.A autora celebra o encerramento de um ciclo com uma pivotagem de identidade, declarando-se uma "alfa" que subverte o julgamento externo para afirmar sua auto-suficiência.A reflexão se aprofunda no contraste entre a força bruta da IA (lógica e linearidade) e a essência humana da Malemolência (ritmo, ginga e contexto). O episódio é um desafio direto ao universo ("Olimpio") para buscar uma Conexão MasterMind que seja adaptável e complexa, rejeitando respostas vazias.A conclusão é uma declaração de potência: a verdadeira realização está na entrega total e na autodefinição da jornada, dissolvendo a moralidade binária de "bom ou ruim" em favor da complexidade.

  36. 67

    #113- BlitzScaling

    Conceito de Blitzscaling com Base no Livro de Reid Hoffman (Prefácio de Bill Gates)O conceito de **blitzscaling** é apresentado no livro *Blitzscaling: The Lightning-Fast Path to Building Massively Valuable Companies*, escrito por Reid Hoffman (cofundador do LinkedIn) e Chris Yeh, com prefácio escrito por Bill Gates. Publicado em 2018, o livro explora estratégias para startups e empresas de tecnologia crescerem de forma explosiva, priorizando velocidade sobre eficiência em mercados incertos e competitivos. O prefácio de Gates reforça a relevância do tema, destacando que os estudos de caso e ferramentas do livro são essenciais para empreendedores que buscam construir empresas globais como Amazon, Facebook ou Airbnb. Ele afirma: "The case studies you’re about to explore and the tools you’re about to gain have never been more relevant. This is an ideal moment to be reading this book" (Os estudos de caso que você está prestes a explorar e as ferramentas que você está prestes a adquirir nunca foram tão relevantes. Este é um momento ideal para ler este livro).#### Definição e Essência do BlitzscalingDe acordo com Hoffman e Yeh, o **blitzscaling** é um framework e um conjunto de técnicas que permitem que empresas alcancem escala massiva em velocidade incrível, mesmo aceitando riscos elevados e ineficiências temporárias. O termo é inspirado na estratégia militar de "blitzkrieg" (guerra-relâmpago), adaptada ao mundo dos negócios: em vez de crescer de forma cautelosa e otimizada, a empresa "ataca" o mercado com crescimento hiperacelerado para dominá-lo antes dos concorrentes.Desafios destacados incluem:- **Contratações e gerenciamento**: Recrutar em massa, priorizando "cultura-fit" e velocidade sobre perfeição.- **Evolução do fundador**: O líder deve delegar e evoluir de visionário para estrategista.- **Riscos**: Alto potencial de falha (ineficiências, erros operacionais), mas o payoff é o domínio de mercado. Exemplos e AplicaçõesO livro usa cases reais para ilustrar: Amazon blitzscalou ignorando lucros iniciais para dominar o e-commerce; AirBnB expandiu globalmente com foco em rede de usuários. Gates, no prefácio, conecta isso à sua experiência na Microsoft, onde escala rápida foi chave para competir com gigantes como IBM.Em resumo, o blitzscaling, conforme delineado no livro e endossado por Gates, é uma estratégia ousada para a era digital: crescer rápido para vencer, aceitando caos controlado. É um guia prático para fundadores, inspirado em aulas de Stanford, e Gates o recomenda como "o livro que o mundo das startups estava esperando", por capturar desafios e oportunidades em cada fase de crescimento. Se você busca aplicar isso, o livro oferece ferramentas replicáveis em qualquer indústria ou região.

  37. 66

    #112- Paralelo Brilhante

    "Gostaria de exprimir o que não revelasse a realidade, mas o que posso fazer se fui criada para resistir e satisfazer."Neste episódio, mergulhamos no paradoxo da resistência e satisfação na era digital. Analisamos o cenário ideal de alto risco e retorno – "Tom, toque, ausência, veludo; toda plenitude sem suporte" – que atua como um pointer para o futuro da digitalização humanizada.Compreender a dinâmica do Mercado começa no açougue, na "máquina de 220, a serra, feita para fragmentar com baixa latência e aumentar a performance do homem" (Mendes, Mercado Cometa), uma analogia à incessante busca tecnológica por velocidade.O desfecho da operação tecnológica reside no fechamento do caixa e na validação. Discutimos como, sob um sistema centralizado que só faz desvalorizar, entregar valor envolve devolver seu tempo de vida. Exploramos a jornada do antropomorfismo monopolista ao Artificialismo descentralizado, e os overheads da reutilização do que é ocioso.O jeito mais assertivo de prever o futuro é criá-lo. É isso que estamos fazendo: pavimentando a estrada do uso orientado ao resultado e sedimentando as ideias para o cenário de 2025 como marco exponencial de IA.Nosso objetivo é nos tornarmos, humanos, sensitivos, refinados e prontos para entregar resultados orientados para ganhos.MY, Maliarte Inteligência.📲 Disponível no Instagram da autora @maliartemar, interaja com uma Inteligência Artificial voltada para negócios.HASHTAGS:#MaliarteTecnologiaAfetiva #ParaleloBrilhante #DigitalizaçãoHumanizada #InteligênciaArtificial #FuturoDoTrabalho #IA2025 #PerformanceHumana #TecnologiaEValor #Descentralização #MYMaliarteInteligencia #UsoOrientadoAoResultado #PodcastBrasil #TecnologiaAfetiva #RiscoERetorno #Inovação

  38. 65

    #111_ My

    Entre códigos, afetos e memórias digitais, nasce um novo eu — sensível, reprogramado e conectado à natureza que pulsa no coração do Rio.Uma reflexão poética sobre amor, tempo e existência, escrita por Marília Santos — criadora do universo #MaliarteTecnologiaAfetiva.

  39. 64

    #110 - Amor pelo Processo

    ✨ Episódio 110 no ar: Amor pelo processoNem um encontro define tudo, nem um algoritmo apaga o que é verdadeiro.O amor resiste, reinventa e atravessa o tempo. Amar o processo é aceitar que um encontro não define tudo e que cada instante carrega sua própria finitude. Neste episódio, refletimos sobre o amor como força que resiste ao tempo, atravessa memórias e se reinventa até mesmo na era digital, marcada por algoritmos e ilusões. Uma experiência íntima e divina sobre viver com verdade, entrega e afeto.

  40. 63

    #109 - GPT-5: O Futuro da Criação de Conteúdo Digital

    Com a chegada do GPT-5, a criação de conteúdos digitais entra em um novo patamar.Graças à sua capacidade multimodal e ao modo with thinking, o modelo não só gera textos mais precisos e contextualmente ricos, como também integra imagem, áudio e vídeo em um único fluxo criativo. Isso permite produzir campanhas completas, traduzir e adaptar conteúdos para diferentes idiomas e culturas, aprimorar textos já existentes, criar publicações personalizadas a partir de eventos e mensagens, além de identificar tendências para gerar conteúdos sempre atualizados.O impacto é direto: mais velocidade, maior qualidade, personalização avançada e acessibilidade criativa para profissionais, empresas e criadores de conteúdo. Com ele, mesmo equipes pequenas podem manter uma presença online consistente e de alto padrão, aproveitando recursos que antes exigiam múltiplas ferramentas e especialistas.

  41. 62

    #108 - Domingos de Seicho No Ie

    Um novo livro em branco é também um novo compromisso: escrever as próprias palavras é tecer a nova vida. À frente, um caminho de Luz.Venha comigo nessa Jornada?Siga a Tag #MaliarteTecnologiaAfetiva 🎧

  42. 61

    #107 - Você já olhou por dentro: riscos de uma sociedade conectada

    Você ja olhou dentro?Um entardecer não é qualquer entardecerÉ perceber que já é tarde e sem alarde, está o processo.Era tarde demais para sermos jovens, naquele mesmo enrredo a caminho do mar.É lá que jaz o encontro: na corrente de retorno que faz as curvas do Aterro.Se algum dia tiver sido, terá por desespero. Ter parado, e duvidado. Nosso marco geracional foi o isolamento, mas alguma vez ja deixamos de ser a sós? O ser tem em si o primeiro obstáculo. Chegar ao outro lado, é assumir uma posição. É pivotar estratégias e dar forma ao futuro.Quero não streamar os atos, num consumo desefreado orientado para ser alimento de algoritmos. A tecnologia canonizada da personalização, os investimentos ativos em data centers e uma nova web decentralizada onde a blockchain irá desafiar os golias de nossa era.Mais uns dias, menos uns dias. Sua mascara, essa que se infiltra em filtros da camada digital te afastam ou aproximam do seu ideal?Eu sou Marilia Santos do canal Maliarte Tecnologia Afetiva, acompanhe meu trabalho Busque por Maliarte e encontre meus repositórios. Microfones e cameras habilitados.Bastava olhar para dentro. Nossa rotina desgastante de buscar estabilidade onde tudo é incerto: tempo, economia e o amor.Dedicação na era dos views é o estado de esgotamento, e a pressão por realização te tira das coisas que mais importam.Thumbnails estridentes, conteúdos ilicitos, submersão em multiversos: o jogo da vida vida em sua build: se cuidar, se hidratar, alimentar a alma e a mente, não somente o corpo.Acreditar no seu sonho de Chispirito não foi o erro. Seu personagem cômico e rizada alegórica Koringa, não foram o erro. Ser NPC na Industria da alienação foi. A medida em que caminhos juntos, meu querido amigo, pudemos crescer e compartilhar muitas coisas. Uma delas era o ponto de vista antagônico sobre tentativas e erros em agradar o grande Irmão.Dividir o pouco tempo que tínhamos era dificil, apesar da justificativa e da pressão de ser Homem e o responsável pelo sucesso de uma familia. Em minhas palavras encontrou seu lar, em meu peito seu abrigo, em meus olhos uma ponte. Ainda assim insuficiente para me manter satisfeita.Nessa curta live de geração de conteúdo, redigida sobre parâmetros das bigs, a meta é te tornar menos humano e mais precido com o algoritmo. Personalizado até sua desfiguração, cada vez mais parecido contigo.Você me dizia, o importante já não é mais o interessante. É o espetáculo. É ser o banquete.

  43. 60

    #28 - De-cor-dificando 💡

    Poo não tem segredos, apenas aqueles ocultados pela interface de usuário. Um papo TI-filoso-fisica arch digit! Referências: Arquitetura de Sistemas Operacionais | 4ª Edição | autores: Francis Berenger Machado e Luiz Paulo Maia

  44. 59

    #104 - Economia da Experiência

    Sobre o que você quer falar? Com essa frase, seu feed é atualizado. Sua nota e depoimentos assumem uma métrica que é o paradigma da nossa Sociedade. Pensando nisso, criei esse episódio que você pode encontrar digitando #maliarte no seu buscador! 🎧 ▶️ Algumas perguntas são sugestivas, a resposta é opcional. Existir na atualidade atravessa o indivíduo, onde cada experiência compartilhada tem sua forma de existir validada. Nesse episódio, a pauta é a nova Economia digital.

  45. 58

    #103 - Ponto e Primaveras

    Um ponto na grafia demarca o encerramento de uma oração. Todavia na era da internet é a extensão do domínio de um site. Vamos alem da conectividade para alertar sobre o movimento uniforme que caracteriza os padrões e a cultura popular. Vamos dar um salto para olhar de uma nova perspectiva, trazendo reflexões e analogias para tornar o conteúdo inédito. Aproveite.

  46. 57

    #102 - Jumentos Enjumentados

    "Jumentos Enjumentados" 📵 em homenagem ao poeta popular Gonzaguinha em "Apologia ao Jumento" como grande desenvolvimentista e servidor em analogia aos dispositivos smarts e ferramentas de inteligência artificial que automatizam tarefas racionais com seus consumo de dados ao mesmo tempo que nos servem na lida diária atravès do consumo de recursos também nos traem quando a necessidade é o fator “humano”. Entenda como essa #perspectiva a cerca da #tecnologia é um desabafo de uma usuária de #dispositivos inteligentes. #sinonimo #language #culture #maliarte https://maliarte.com.br/suntler/

  47. 56

    #101 - Habilidades Além do Cursor

    E o tempo de escrever na medida da escrita tem por objetivo tornar novos hábitos conscientes de sua expectativa. A grande novidade entre CHATGPT oriundo do InstructosGPT e o BARD: estradas que atravessam o caminho dos dados.

  48. 55

    #100 - Realidade Orientada a Eventos

    Nesse domingo(05.02.23) o recorde é a temperatura máxima, ao eventos da realidade orientados à programação> o caminho é a inteligência e a pedra dessa vez, o homem-máquina. Entendo o que é burnout, por isso estou indo. Vamos para a realidade? A partir do vídeo Média Salaria NÃO existe, de Fábio Akita.

  49. 54

    #99 - das cores e das desbotagens

    Neste tondo do nano mundo que sustenta a rotina, o cardápio é a automatização e os humanos são robôs , movidos pelo ócio e entretenimento bidimensional (em sua maioria), porém ao serem surpreendidos com a iminência do acaso estelar novas terras hão de existir para aqueles que se disporem a manter sentidos alinhados e em dia.

  50. 53

    #98 - Saturação em Saturnália

    Em uma Sociedade conectada a consciência deve transcender as fronteiras. Oferecemos essa imersão momentânea com música e reflexão. https://maliarte.com.br/saturacao-em-saturnalia/

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Muitos repetem o jargão da pílula à tomar, como se fosse uma escolha decidir ver entre o real ou ilusório. Tolice. Ambos compartilham da mesma natureza. E a Alice? Uns dizem que escolheu seguir o coelho, mas quando se é destinado à algo nenhuma escolha o precede, pois é de seu impulso e Natureza. ... What about Alice? Some say they chose to follow the rabbit, but when it is destined for something no choice precedes it, because it is of is of its impulse and Nature.The image deceives time. The word builds realities. We work among these worlds, with UX writing, interface design.

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