EPISODE · Jul 10, 2025 · 37 MIN
11 | Encruzilhadas e Fabulações - Autoetnografias periféricas e as escritas (coletivas) de si
from F(r)icções | Ensaios de Cinema · host Combo Multimidia
Neste episódio do podcast F(r)icções, o pesquisador Márcio Andrade entrevista a comunicadora, artista, pesquisadora e mãe Luz Mariana Blet, que compartilha sua trajetória marcada pela articulação entre arte, ativismo e pesquisa, com especial atenção às práticas autoetnográficas desenvolvidas em contextos periféricos. A partir de sua experiência com o Coletivo Crua, criado em 2013 no Rio de Janeiro, Luz reflete sobre o cinema como escrita de si e de seus territórios, pensando um cinema de rua, de encruzilhada, que nasce do desejo de comunicar e fabular a partir da experiência negra e periférica. O curta Onã, realizado pelo coletivo, torna-se ponto de partida para discutir os atravessamentos entre memória, religiosidade, oralidade e performance como potência estética e política. Já no contexto do doutorado em Antropologia Social (UFSC), Luz participa da criação do Coletivo Panelinha e do filme É Preciso Aprender a Voltar para Casa, que articula performance, ancestralidade e etnografia como formas de narrar o reencontro de um homem negro com sua história e com os objetos de memória da diáspora. A conversa percorre os caminhos da escrevivência, da etnoficção e da etnofabulação como gestos que insurgem contra as lógicas hegemônicas de saber e representação.__________________________Roteiro e Apresentação – Márcio AndradeEntrevistada – Luz Mariana BletEdição – Priscila NascimentoProdução – Janaína GuedesCoordenação Geral – Márcio AndradeRealização – Combo MultimídiaIncentivo – Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura
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Neste episódio do podcast F(r)icções, o pesquisador Márcio Andrade entrevista a comunicadora, artista, pesquisadora e mãe Luz Mariana Blet, que compartilha sua trajetória marcada pela articulação entre arte, ativismo e pesquisa, com especial atenção às práticas autoetnográficas desenvolvidas em contextos periféricos. A partir de sua experiência com o Coletivo Crua, criado em 2013 no Rio de Janeiro, Luz reflete sobre o cinema como escrita de si e de seus territórios, pensando um cinema de rua, de encruzilhada, que nasce do desejo de comunicar e fabular a partir da experiência negra e periférica. O curta Onã, realizado pelo coletivo, torna-se ponto de partida para discutir os atravessamentos entre memória, religiosidade, oralidade e performance como potência estética e política. Já no contexto do doutorado em Antropologia Social (UFSC), Luz participa da criação do Coletivo Panelinha e do filme É Preciso Aprender a Voltar para Casa, que articula performance, ancestralidade e etnografia como formas de narrar o reencontro de um homem negro com sua história e com os objetos de memória da diáspora. A conversa percorre os caminhos da escrevivência, da etnoficção e da etnofabulação como gestos que insurgem contra as lógicas hegemônicas de saber e representação.__________________________Roteiro e Apresentação – Márcio AndradeEntrevistada – Luz Mariana BletEdição – Priscila NascimentoProdução – Janaína GuedesCoordenação Geral – Márcio AndradeRealização – Combo MultimídiaIncentivo – Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura
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