F(r)icções | Ensaios de Cinema

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F(r)icções | Ensaios de Cinema

Tomando as possibilidades de leitura entre as palavras ‘fricções’ e ‘ficções’, a revista F(r)icções trata sobre cinema e audiovisual, investindo no pensamento crítico sobre a imagem cinematográfica como um jogo entre pensamentos, formas e visões de mundo.Com apresentação do roteirista e pesquisador Márcio Andrade, o podcast F(r)icções integra os dossiês multimídia da revista homônima, que incluem ensaios, lives e video-ensaios.Saiba mais em friccoes.comRealização - Combo Multimídia

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    24 | O filme que nos olha – Do imaginar corpos, memórias e arquivos possíveis em 'A garota mais bonita'

    Neste episódio do podcast F(r)icções, o editor-chefe Márcio Andrade conversa com a produtora e realizadora Virna Paz sobre memória, corpo e arquivos familiares no cinema autobiográfico contemporâneo.A partir do curta A garota mais bonita da cidade e de sua trajetória entre produção audiovisual e criação em primeira pessoa, a conversa aborda como imagens domésticas, registros televisivos e memórias íntimas podem ser reativados criticamente no processo de criação. O episódio percorre reflexões sobre performance, filmes de família e documentário autobiográfico, discutindo como o gesto de filmar se torna também uma forma de confrontar imaginários culturais e padrões de beleza disseminados pelas imagens midiáticas.Entre arquivos afetivos, experiências pessoais e referências do documentário reflexivo, o episódio propõe pensar o cinema como um espaço de revisão das imagens que nos formaram. Nesse percurso, a escrita de si aparece como um gesto de investigação sensível sobre o corpo, a memória e os modos como as imagens atravessam e moldam nossas histórias.______________________Roteiro e Apresentação - Márcio AndradeEdição - Priscila NascimentoProdução - Janaína GuedesCoordenação Geral - Márcio AndradeRealização - Combo MultimídiaIncentivo - Lei Paulo Gustavo – Edital Geraldo Pinho (Prefeitura do Recife)________________________ReferênciasKLINGER, Diana. Escrita de si como performance. Revista Brasileira de Literatura Comparada, São Paulo, nº 12, 2008.MACDONALD, Scott. American ethnographic film and personal documentary: the Cambridge turn. Los Angeles: University of California Press, 2013.MORAN, James. There’s no place like home video. Minneapolis: University of Minnesota Press, 2002.SCHVARZMAN, Sheila. Tendências e perspectivas do documentário contemporâneo: um olhar histórico retrospectivo. In: Roberto Moreira S. Cruz. (Org.). Sobre fazer documentários. São Paulo: Itaú Cultural, 2007, v., p. 44-51.SILVA, Tatiana. A ‘cinescrita’ de Agnès Varda: A subjetividade incorporada ao campo do documentário. 2009. 148f. Dissertação (Mestrado em Comunicação e Culturas Contemporâneas) – Faculdade de Comunicação – Universidade Federal da Bahia (UFBA). Bahia, 2009.SULZBACH, Liliana. Tendências do documentário contemporâneo. In: Roberto Moreira S. Cruz. (Org.). Sobre fazer documentários. São Paulo: Itaú Cultural, 2007, v., p. 44-51.

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    23 | Endereçar uma imagem – Ou a carta fílmica como gesto de encontro com o outro

    Neste episódio do podcast F(r)icções, o editor-chefe Márcio Andrade conversa com a realizadora, pesquisadora e educadora Rúbia Mércia sobre as cartas fílmicas como gesto de encontro, escuta e endereçamento no cinema contemporâneo.A partir de sua trajetória entre criação audiovisual, pesquisa acadêmica, curadoria e processos formativos, a conversa aborda como o filme-carta se configura como um dispositivo estético, pedagógico e relacional, articulando memória, deslocamento, arquivo e experiência vivida. O episódio percorre referências do cinema ensaístico e autobiográfico, refletindo sobre como a escrita em primeira pessoa se constrói no diálogo com o outro e com os territórios que atravessam a experiência de filmar.Ao discutir práticas de criação, formação comunitária e pesquisa em torno dos filmes-carta, o episódio propõe pensar a carta fílmica como uma forma aberta de narrativa, capaz de acolher fragmentos, afetos e temporalidades diversas. Entre memória, processo e relação, o cinema aparece como um gesto de correspondência: uma imagem enviada ao outro na tentativa de sustentar vínculos, imaginar presenças e reinventar modos de compartilhar a experiência.______________________Roteiro e Apresentação - Márcio AndradeEdição - Priscila NascimentoProdução - Janaína GuedesCoordenação Geral - Márcio AndradeRealização - Combo MultimídiaIncentivo - Lei Paulo Gustavo – Edital Geraldo Pinho (Prefeitura do Recife)________________________ReferênciasALBUQUERQUE, Larissa; FURTADO, Beatriz. Documentar em Primeira Pessoa: Uma Análise do Filme Mauro em Caiena. In: XVIII Congresso de Ciências da Comunicação na Região Nordeste. Anais..., 2016, Caruaru. Disponível via URL: http://www.portalintercom.org.br/anais/nordeste2016/lista_area_IJ04.htm Acesso em 25.03.2019BENEVIDES, Frederico. “Meu querido, com esta carta, já é a terceira desde abril”. In: MEDEIROS, Rúbia (org.). Filmes-carta: por uma estética do encontro. Catálogo. Rio de Janeiro: Caixa Cultural, 2013. p. 23-27.CALAS, Frédéric. Le roman épistolaire. Paris: Armand Collin, 2007.COMOLLI, Jean-Louis. Ver e poder: a inocência perdida. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2008.DIÓGENES, Eliane Vasconcelos. Narrativas (auto)biográficas no documentário brasileiro: do privado ao público. 2017. 295 f. Tese (Doutorado em Comunicação e Semiótica) - Programa de Estudos Pós-Graduados em Comunicação e Semiótica, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2017.DUBOIS, Philippe. Chris Marker: a carta e a fotografia. In: MEDEIROS, Rúbia (org.). Filmes-carta: por uma estética do encontro. Catálogo. Rio de Janeiro: Caixa Cultural, 2013. p. 45-50.LABBÉ, Paola. Primera Persona Singular. Estrategias de (auto)representacíon para modular el “yo” em el cine de no ficción. Comunicación y Medios, n. 26, p. 12-22, 2012.LINS, Consuelo. Dear Doc: o documentário entre a carta e o ensaio fílmico. Devires, Belo Horizonte, v.3, n.1, p.114-131, jan-dez. 2006.MEDEIROS, Rúbia. Partida, Deslocamento e Exílio. Escrever com a imagem: o processo de subjetivação e estética em filmes-carta. 2012, 171f. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Comunicação – Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), 2012.MIGLIORIN, Cezar. Quase-carta para filmes-carta. In: MEDEIROS, Rúbia (org.). Filmes-carta: por uma estética do encontro. Catálogo. Rio de Janeiro: Caixa Cultural, 2013. p. 11-12.SILVA, Patrícia. Para a mamãe, com amor: arquivo e memória nas cartas filmadas de A Family Affair (2016). In: GRINER, Arbel; CRUZ, Adelina Novaes; MACHADO, Patrícia; BLANK, Thais. (Org.). Arquivos em Movimento: Seminário Internacional de Documentário de Arquivo. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2018, v. 01, p. 01-198.TIN, Emerson. Cartas e Literatura: reflexões sobre pesquisa do gênero epistolar. Disponível em: http://www.unicamp.br/iel/monteirolobato/outros/Emerson02.pdf Acesso em 28.03. 2019

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    22 | Do íntimo ao público – Curadoria, recepção e política das imagens de si

    Neste episódio do podcast F(r)icções, o editor-chefe Márcio Andrade conversa com a curadora, pesquisadora e curadora Carla Italiano sobre os deslocamentos das escritas de si do íntimo ao espaço público. A partir de sua trajetória entre pesquisa acadêmica, docência e curadoria, a conversa aborda a presença crescente do cinema autobiográfico em festivais, mostras e dossiês críticos, discutindo questões de recepção, mediação e responsabilidade curatorial. O episódio reflete sobre como a curadoria participa ativamente da construção de sentidos políticos e coletivos das imagens de si, tensionando os limites entre intimidade, circulação e disputa pública das narrativas em primeira pessoa.______________________Roteiro e Apresentação - Márcio AndradeEdição - Priscila NascimentoProdução - Janaína GuedesCoordenação Geral - Márcio AndradeRealização - Combo MultimídiaIncentivo - Lei Paulo Gustavo – Edital Geraldo Pinho (Prefeitura do Recife)________________________ReferênciasDEVIRES – cinema e humanidades / Universidade Federal de Minas Gerais. Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (Fafich) – v.14 n.2 (2017)ITALIANO, Carla. Senti que me partia em mil pedaços: aproximações entre as escrituras fílmicas de David Perlov e Jonas Mekas. 2015. 159 f. Dissertação (Mestrado em Comunicação Social) – Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2015ITALIANO, Carla. Dois festivais de documentário sob uma perspectiva feminista: forumdoc.bh e CachoeiraDoc (2010–2020). Rebeca – Revista Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual, ano 11, n. 1, p. 161–180, jan./jun. 2022ITALIANO, Carla Alice Apolinário. Sou sujeito / estou sujeita: formas de autoinscrição no cinema experimental de mulheres (EUA, 1990–1993). 2024. 266 f. Tese (Doutorado em Comunicação Social) – Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2024.

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    21 | Rascunho em Primeira Pessoa – Autoria, Quadrinhos e Cinema em Memórias de um Esclerosado

    Neste episódio do podcast F(r)icções, o editor-chefe Márcio Andrade conversa com o quadrinista e cineasta Rafael Corrêa sobre autoria, autobiografia e os atravessamentos entre quadrinhos e cinema. A partir do filme 'Memórias de um esclerosado', a conversa percorre temas como pacto autobiográfico, humor gráfico, fragmento, doença, exposição de si e a passagem do gesto individual para a criação coletiva. O episódio reflete sobre como a escrita em primeira pessoa se reinventa ao transitar entre linguagens, tensionando controle autoral, acaso e partilha da experiência no encontro com o outro.______________________Roteiro e Apresentação - Márcio AndradeEdição - Priscila NascimentoProdução - Janaína GuedesCoordenação Geral - Márcio AndradeRealização - Combo MultimídiaIncentivo - Lei Paulo Gustavo – Edital Geraldo Pinho (Prefeitura do Recife)________________________ReferênciasLEJEUNE, Philippe. O pacto autobiográfico: de Rousseau à internet. 2ª ed. Belo Horizonte, Editora UFMG, 2014.MONDZAIN, Marie-José. A imagem entre a proveniência e a destinação. In: ALLOA, Emmanuel (org.). Pensar a imagem. 1ª ed. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2015.

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    20 | Do imprevisível como método – Nas entrelinhas da autoria em Nada sobre meu pai e Fernanda Young – Foge-me ao controle

    Neste episódio do podcast F(r)icções, o editor-chefe Márcio Andrade conversa com a cineasta e pesquisadora Susanna Lira sobre autoria, autobiografia e o imprevisível como método de criação no documentário contemporâneo. A partir de obras como Nada sobre meu pai e Fernanda Young – Foge-me ao controle, a conversa percorre temas como vulnerabilidade diante da câmera, risco criativo, ausência paterna e processos intuitivos. Este episódio reflete sobre como experiência, ética e invenção se entrelaçam na construção de um cinema do eu que tensiona fronteiras entre documentário e ficção, controle e acaso.______________________Roteiro e Apresentação - Márcio AndradeEdição - Priscila NascimentoProdução - Janaína GuedesCoordenação Geral - Márcio AndradeRealização - Combo MultimídiaIncentivo - Lei Paulo Gustavo – Edital Geraldo Pinho (Prefeitura do Recife)________________________ReferênciasBUSCOMBE, Edward. Ideias de Autoria. In: RAMOS, Fernão Pessoa (org.). Teoria Contemporânea do Cinema, Volume I. São Paulo: Editora SENAC São Paulo, 2005.CARROLL, Nöel. Ficção, não-ficção e o cinema de asserção pressuposta: uma análise conceitual. In: RAMOS, Fernão Pessoa (org.). Teoria Contemporânea do Cinema, VolumeII – Documentário e Narratividade Ficcional. São Paulo: Editora SENAC São Paulo, 2005.FARGE, Arlette. O sabor do arquivo. São Paulo: Edusp, 2009.HEATH, Stephen. Comentário sobre “Ideias de Autoria”. In: RAMOS, Fernão Pessoa (org.). Teoria Contemporânea do Cinema, Volume I. São Paulo: Editora SENAC São Paulo, 2005.STAM, Robert. Introdução à teoria do cinema. Campinas, SP: Papirus, 2003.

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    19 | Respirar o mesmo gás – 'Por trás da linha de escudos' e as reflexividades em disputa

    Neste episódio do podcast F(r)icções, o editor-chefe Márcio Andrade conversa com o cineasta, pesquisador e professor Marcelo Pedroso sobre os atravessamentos entre conflito social e reflexividade no documentário contemporâneo. A partir de sua trajetória e de filmes como Por trás da linha de escudos, a conversa aborda a presença do autor em cena, os dilemas éticos da representação, as relações entre inimigo e adversário e o uso da experiência pessoal como ferramenta crítica. Entre teoria e prática, o episódio reflete sobre como o documentário autobiográfico pode tensionar imagens de violência e poder , articulando o gesto íntimo a disputas políticas e coletivas.______________________Roteiro e Apresentação - Márcio AndradeEdição - Priscila NascimentoProdução - Janaína GuedesCoordenação Geral - Márcio AndradeRealização - Combo MultimídiaIncentivo - Lei Paulo Gustavo – Edital Geraldo Pinho (Prefeitura do Recife)________________________ReferênciasAVELLAR, José Carlos. A realidade como crítica de cinema – Ocinema como crítica da realidade. In: Roberto Moreira S. Cruz. (Org.). Sobre fazer documentários. São Paulo:Itaú Cultural, 2007, v., p. 44-51.DANIELS, Jill. The Border Crossing: the Cinematic Representation of Memory in the  Autobiographical Documentary. In ESIN, Cigdem et al. (eds.) Crossing Conceptual Boundaries IV. London: University of East London, School of Law and Social Sciences, 2012, pp. 8-16.DA-RIN, Silvio. Espelho Partido: Tradição e transformação do Documentário. Rio de Janeiro: Azougue Editorial, 2004.FELDMAN, Ilana. Na contramão do confessional: o ensaísmo em Santiago, de João Moreira Salles, e Jogo de Cena, de Eduardo Coutinho. Devires, Belo Horizonte, v. 5, n. 2, p. 56-73, jul/dez 2008.GUIMARÃES, Cao. Documentário e subjetividade – Uma rua de mão dupla. In: Roberto Moreira S. Cruz. (Org.). Sobre fazer documentários. São Paulo: Itaú Cultural, 2007, v., p.44-51.RENOV, Michael. Investigando o sujeito: Uma introdução. In: LABAKI, Amir; MOURÃO, Maria Dora (orgs.). O cinema do real. São Paulo: Cosac Naify, 2005, pp. 235-257.SANCHEZ BIOSCA, Vicente. Miradas criminales, ojos de victima: imágenes de la aflición em Camboya. CiudadAutónoma de Buenos Aires: Prometeo Libros, 2017. 240p.SHERMAN, Sharon. Documenting Ourselves: film, video, and culture. Lexington: The University Press of Kentucky, 1998.TEIXEIRA, Francisco. Documentário Moderno. In: MASCARELLO, Fernando (org.) História do Cinema Mundial. Campinas, SP: Papirus, 2006.

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    18 | Uma casa, um mundo – Berliner, McElwee e Mekas e olhar micro-histórico sobre o documentário autobiográfico

    Neste episódio, o editor-chefe da F(r)icções, Márcio Andrade, recebe o pesquisador espanhol Efrén Cuevas, uma das principais referências mundiais no estudo do documentário autobiográfico, dos filmes de família e do arquivo doméstico. A conversa atravessa a obra de três cineastas fundamentais — Alan Berliner, Ross McElwee e Jonas Mekas — para pensar como a vida íntima, os gestos cotidianos e a memória familiar se transformam em matéria cinematográfica. Cuevas revisita o papel das imagens caseiras, o surgimento do filme-diário, a força dos registros pessoais como disputa de sentido histórico e o conceito de “documentário micro-histórico”, que propõe que grandes transformações podem ser percebidas nos pequenos detalhes das vidas comuns. ______________________Roteiro e Apresentação - Márcio AndradeEdição - Priscila NascimentoProdução - Janaína GuedesCoordenação Geral - Márcio AndradeRealização - Combo MultimídiaIncentivo - Lei Paulo Gustavo – Edital Geraldo Pinho (Prefeitura do Recife)________________________ReferênciasCuevas, Efrén y Carlos Muguiro (eds.), El hombre sin la cámara. El cine de Alan Berliner / The Man without the Movie Camera: The Cinema of Alan Berliner, Ediciones Internacionales Universitarias, Madrid, 2002. Cuevas, Efrén, “The Immigrant Experience in Jonas Mekas’s Diary Films: A Chronotopic Análisis of Lost, Lost, Lost”, Biography, vol. 29, n. 1, winter 2006, pp. 55-73._____________ (ed.), La casa abierta. El cine doméstico y sus reciclajes contemporáneos, Colección Textos Documenta, Ocho y Medio, Madrid, 2010. _____________. Cycles of Life: El cielo gira and Spanish Autobiographical Documentary. In: LEBOW, Alisa (org.). The Cinema of Me: The Self and Subjetivity in First Person Documentary. New York: Columbia University Press, 2012._____________. Home Movies as Personal Archives in Autobiographical Documentaries. Studies in Documentary Film, vol. 17, n. 1, 2013, pp. 17–29

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    17 | Do familiar ao obsceno – Alfabeto Sexual entre a autoficção e imagem pornográfica

    Neste episódio, o editor-chefe da F(r)icções, Márcio Andrade, mergulha na obra e no pensamento de André Medeiros Martins, performer, ator e autoficcionista que investiga o corpo, o desejo e a pornografia como dispositivos de criação. Partindo de filmes como “Alfredo não gosta de despedidas” e “Alfabeto Sexual”, discutimos como práticas íntimas, rituais performativos e registros cotidianos transformam-se em narrativas capazes de questionar limites entre documentário, ficção, exposição e fabulação. A conversa atravessa temas como nudes, selfies, escrita de si, pornografia online, performance, memória familiar e a potência do corpo como método de pesquisa e invenção artística. Um episódio para quem deseja refletir sobre o íntimo como acontecimento político, estético e existencial._________________________Roteiro e Apresentação - Márcio AndradeEdição - Priscila NascimentoProdução - Janaína GuedesCoordenação Geral - Márcio AndradeRealização - Combo MultimídiaIncentivo - Lei Paulo Gustavo – Edital Geraldo Pinho (Prefeitura do Recife)__________________________ReferênciasBRASIL, André. Formas de vida na imagem: daindeterminação à inconstância. In Revista FAMECOS, v. 17, nº 3, set/dez 2010,pp. 190-198.SIBILIA, Paula. La espectacularización del yo. Elmonitor de la Educación. Buenos Aires, p.34 - 37, 2008ODIN, Roger (org). Le film de famille: usage privé,usage public. Paris: Méridiens Klincksieck, 1995.FELDMAN,Ilana. Jogos de cena: Ensaios sobre o documentário brasileiro contemporâneo.Tese (Doutorado) – Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação daEscola de Comunicação e Artes - ECA, Universidade de São Paulo – USP. SãoPaulo, 2012. 162p.SILVA, Mariana Duccini. Ponto de vista a(u)torizado:composições de autoria no documentário brasileiro contemporâneo. Tese(Doutorado) – Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Escola deComunicação e Artes - ECA, Universidade de São Paulo – USP. São Paulo, 2013.239p.

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    16 | Do ser como invenção compartilhada – O real e o fabulado nos filmes de Allan Ribeiro

    Neste episódio do podcast F(r)icções, o pesquisador Márcio Andrade entrevista o cineasta Allan Ribeiro, cujos filmes borram as fronteiras entre o documentário e a ficção, o íntimo e o coletivo, a imagem e o gesto. A partir de encontros com artistas, performers e personagens reais – como no curta O Clube (2014) ou nos longas Esse amor que nos consome (2012) e Mais do que eu possa me reconhecer (2015) – Allan constrói um cinema em que o autor é também cúmplice e personagem. Conversamos sobre os modos de escrita de si presentes em sua filmografia, atravessando temas como performance, autorrepresentação, envelhecimento, amizade, fabulação e invenção. Em destaque, discutimos ainda seus filmes mais recentes O dia da posse (2021), Eu fui assistente de Eduardo Coutinho (2023) e seu projeto sobre a passagem de Madonna pelo Brasil, que colaboram para pensarmos a autoficção como gesto compartilhado de fabulação do real._________________________Roteiro e Apresentação – Márcio AndradeEntrevistado – Allan RibeiroEdição – Priscila NascimentoProdução – Janaína GuedesCoordenação Geral – Márcio AndradeRealização – Combo MultimídiaIncentivo – Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura

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    15 | Eus em Série – Das autoficções em I may destroy you, Better Things e outras dramédias contemporâneas

    Neste episódio do podcast F(r)icções, o pesquisador Márcio Andrade entrevista o pesquisador João Pedro Pinho, que analisa o fenômeno das séries semiautobiográficas como expressão das novas formas de escrita de si nas narrativas televisivas contemporâneas. Em diálogo com obras como I May Destroy You, Better Things, Girls, Louie, Seinfeld e Master of None, a conversa percorre os territórios híbridos da autoficção, explorando as fronteiras entre o vivido e o encenado, o íntimo e o coletivo.João propõe o conceito de “semiautobiografias ultrapersonalistas” para descrever um conjunto de produções em que autoras e autores constroem versões ficcionais de si mesmos, tensionando as noções de autoria, identidade e autenticidade. A partir de um mapeamento que identificou mais de 90 séries semiautobiográficas produzidas entre 2000 e 2020, João analisa como o gênero da dramédia se tornou um espaço privilegiado para experimentações narrativas, especialmente com o esgarçamento da sitcom tradicional. O episódio também reflete sobre a crescente contaminação entre ficção e documentário, apontando para obras como O Ensaio, de Nathan Fielder, e How to with John Wilson, que radicalizam a performatividade do “eu” em contextos não ficcionais, pensando a autoficção como linguagem do risco e da hesitação._____________________________Roteiro e Apresentação – Márcio AndradeEntrevistado – João Pedro PinhoEdição – Priscila NascimentoProdução – Janaína GuedesCoordenação Geral – Márcio AndradeRealização – Combo MultimídiaIncentivo – Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura

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    14 | Deslembrar ou Desesquecer – Dos movimentos do arquivo pessoal às memórias em um corpo coletivo

    Neste episódio do podcast F(r)icções, o pesquisador Márcio Andrade entrevista Abiniel Nascimento, artista que compartilha sua trajetória poética e política com os arquivos, a memória e a arte contemporânea. A conversa atravessa suas vivências na zona rural de Carpina, onde os álbuns de fotografia da avó serviram como um primeiro campo de fabulação, e alcança seus trabalhos mais recentes, que tensionam os limites do que pode ser considerado documento, história, prova, presença.Ao longo do episódio, acompanhamos como sua formação em museologia provocou rupturas e ressignificações: o arquivo, que antes parecia neutro e objetivo, passa a ser questionado em sua função colonial de apagar, domesticar e silenciar. Abiniel narra o surgimento de obras como Exercício de Arquivo e Aracá, em que a memória aparece menos como registro e mais como experiência encarnada, gesto performativo, reverberação ancestral. Fabulação, silêncio, apagamento, presença. Em diálogo com pensadores como Georges Didi-Huberman, este episódio propõe pensar os arquivos não como repositórios fechados, mas como territórios em disputa, campos de força, imagens que tremem.__________________________Roteiro e Apresentação – Márcio AndradeEntrevistado/a – Abiniel NascimentoEdição – Priscila NascimentoProdução – Janaína GuedesCoordenação Geral – Márcio AndradeRealização – Combo MultimídiaIncentivo – Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura

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    13 | O íntimo é político – Sobre Olga Futemma e as histórias do documentário no Brasil

    Neste episódio do podcast F(r)icções, o pesquisador Márcio Andrade conversa com a pesquisadora Hanna Esperança sobre sua investigação acerca das cineastas brasileiras que, desde os anos 1980, vêm inscrevendo suas histórias pessoais, afetivas e familiares no campo do documentário. O ponto de partida é a obra da realizadora nipo-brasileira Olga Futemma, mas a conversa se expande para um olhar crítico sobre os modos de narrar o país a partir da primeira pessoa — um gesto que desestabiliza as lógicas tradicionais do documentário social.Entre relatos de pesquisa e atravessamentos pessoais, Hanna narra o percurso que a levou a esse campo: da experiência como realizadora do curta ViajoSola ao mergulho nos filmes e roteiros não filmados de Olga Futemma. Com referências a filmes como Meninas de um outro tempo (1983, Maria Inês Villares), Um Passaporte Húngaro (2001, Sandra Kogut), Os dias com ele (2013, Maria Clara Escobar) e os curtas Retratos de Hideko (1981) e Chá Verde e Arroz (1989), ambos de Olga Futemma, o episódio destaca os modos de enunciação construídos por mulheres cineastas e defende o íntimo como ponto de encontro entre disputas políticas e estéticas.___________________________Roteiro e Apresentação – Márcio AndradeEntrevistada – Hanna EsperançaEdição – Priscila NascimentoProdução – Janaína GuedesCoordenação Geral – Márcio AndradeRealização – Combo MultimídiaIncentivo – Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura

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    12 | Virgindade, Fim de Tarde e as infâncias LGBTQIAPN+

    Neste episódio do podcast F(r)icções, o pesquisador Márcio Andrade entrevista com o cineasta, quadrinista, educador e pesquisador Chico Lacerda, que revisita as múltiplas formas de inscrição da primeira pessoa em suas obras audiovisuais e gráficas. Em diálogo com os filmes experimentais de Su Friedrich e com as HQs autobiográficas de Alison Bechdel, Lacerda compartilha suas estratégias para tensionar memórias íntimas e coletivas a partir de uma perspectiva dissidente.A conversa gira em torno do curta Virgindade (2015), em que o diretor narra, em voz própria, episódios de sua infância e adolescência ligados à descoberta do desejo homoafetivo, articulando relatos pessoais a imagens documentais da cidade do Recife. O episódio também aborda a trilogia em quadrinhos Fim de Tarde, publicada pelo selo O Grito! HQ, na qual Chico se debruça sobre as tensões entre autodescoberta, sexualidade e aceitação familiar, recriando um mesmo universo de lembranças sob outro regime de linguagem. Entre reflexões sobre estética, política e linguagem, o episódio destaca o papel das escritas de si como ferramentas de partilha e como práticas que desafiam normas de representação.______________________________Roteiro e Apresentação – Márcio AndradeEntrevistado – Chico LacerdaEdição – Priscila NascimentoProdução – Janaína GuedesCoordenação Geral – Márcio AndradeRealização – Combo MultimídiaIncentivo – Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura

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    11 | Encruzilhadas e Fabulações - Autoetnografias periféricas e as escritas (coletivas) de si

    Neste episódio do podcast F(r)icções, o pesquisador Márcio Andrade entrevista a comunicadora, artista, pesquisadora e mãe Luz Mariana Blet, que compartilha sua trajetória marcada pela articulação entre arte, ativismo e pesquisa, com especial atenção às práticas autoetnográficas desenvolvidas em contextos periféricos. A partir de sua experiência com o Coletivo Crua, criado em 2013 no Rio de Janeiro, Luz reflete sobre o cinema como escrita de si e de seus territórios, pensando um cinema de rua, de encruzilhada, que nasce do desejo de comunicar e fabular a partir da experiência negra e periférica. O curta Onã, realizado pelo coletivo, torna-se ponto de partida para discutir os atravessamentos entre memória, religiosidade, oralidade e performance como potência estética e política. Já no contexto do doutorado em Antropologia Social (UFSC), Luz participa da criação do Coletivo Panelinha e do filme É Preciso Aprender a Voltar para Casa, que articula performance, ancestralidade e etnografia como formas de narrar o reencontro de um homem negro com sua história e com os objetos de memória da diáspora. A conversa percorre os caminhos da escrevivência, da etnoficção e da etnofabulação como gestos que insurgem contra as lógicas hegemônicas de saber e representação.__________________________Roteiro e Apresentação – Márcio AndradeEntrevistada – Luz Mariana BletEdição – Priscila NascimentoProdução – Janaína GuedesCoordenação Geral – Márcio AndradeRealização – Combo MultimídiaIncentivo – Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura

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    10 | Thyniá e Mar de Dentro - Ou do gesto de rasurar arquivos e reescrever a memória

    Neste episódio do podcast F(r)icções, o pesquisador Márcio Andrade conversa com a artista visual, realizadora e diretora de arte Lia Letícia, que compartilha suas práticas e atravessamentos criativos no campo expandido das imagens de si. A conversa parte de sua trajetória marcada por trânsitos entre linguagens (da performance à videoarte, da direção de arte ao cinema experimental) para abordar como seus trabalhos articulam corpo, memória e arquivo como territórios de invenção e disputa.A partir dos filmes Thyniá (2019) e Mar de Dentro (2021), Lia Letícia propõe um cinema que tensiona os modos hegemônicos de narrar a história, recombinando imagens de arquivo, textos coloniais, vozes negras e indígenas e experiências racializadas. Fabulação, escuta e errância são os princípios de uma linguagem que se recusa ao fechamento e que assume a indisciplina como força política e poética. Sua obra, como discutido no episódio, se aproxima do gesto de cineastas como Rithy Panh e Rodrigo Ribeiro, ao transformar a ausência dos corpos, das vozes, das imagens apagadas em matéria sensível para um cinema de evocação crítica._____________________________Roteiro e Apresentação – Márcio AndradeEntrevistada – Lia LetíciaEdição – Priscila NascimentoProdução – Janaína GuedesCoordenação Geral – Márcio AndradeRealização – Combo MultimídiaIncentivo – Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura

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    09 | Arquivos da Ausência – Das rasuras da memória ao ensaio como invenção

    Neste episódio do podcast F(r)icções, o pesquisador Márcio Andrade conversa com a pesquisadora e realizadora Carolina Gonçalves sobre as potências criativas da ausência no cinema autobiográfico. A partir de sua trajetória entre a prática artística e a pesquisa acadêmica, Carolina compartilha o processo de construção de sua tese de doutorado, que articula memória, luto e imagens de arquivo no filme-ensaio. Em meio à descoberta de um rolo de Super-8 que não revela as imagens esperadas de seu pai falecido, emerge a pergunta que guia sua investigação: o que fazer diante da imagem que falta?Ao longo da conversa, discutimos como a linguagem do ensaio permite lidar com fragmentos, lacunas e hesitações, transformando a falta em gesto de criação. Carolina comenta também sua análise de filmes como Histórias que Contamos (2012, Sarah Polley), Coração de Cachorro (2015, Laurie Anderson) e Teatro de Guerra (2018, Lola Arias), refletindo sobre fabulação, subjetividade e os atravessamentos entre ficção, documentário e autobiografia.Entre vozes, arquivos e afetos, o episódio propõe o ensaio como um modo de escutar o que ainda não tem forma — e de habitar o intervalo entre o visível e o invisível._________________________________Roteiro e Apresentação – Márcio AndradeEntrevistada – Carolina GonçalvesEdição – Priscila NascimentoProdução – Janaína GuedesCoordenação Geral – Márcio AndradeRealização – Combo MultimídiaIncentivo – Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura

  17. 7

    08 | Do si como encontro com o outro – Das cartas fílmicas ao documentário autobiográfico em Limiar

    Neste episódio do podcast F(r)icções, o pesquisador Márcio Andrade entrevista a documentarista e pesquisadora Coraci Ruiz, que compartilha sua trajetória e suas experiências com o cinema de si, refletindo sobre as implicações éticas, estéticas e políticas do gesto de narrar a própria vida e a vida daqueles que estão ao redor. A conversa atravessa duas linhas fundamentais da sua obra: o uso das cartas fílmicas como dispositivo de criação documental e a construção do documentário autobiográfico como prática relacional, como é o caso do longa Limiar (2020).Coraci revisita seu percurso desde os primeiros experimentos com videocartas nos anos 2000 até a pesquisa acadêmica sobre documentários autobiográficos realizados por mulheres. Ao tratar das cartas audiovisuais (como em Saudade: Videocartas para Cuba e Cartas para Angola), a autora explora a potência poética e dialógica dessas formas narrativas, entendendo-as como pontes entre sujeitos distantes, dispositivos de escuta e troca. Já em Limiar, filme que acompanha o processo de transição de gênero de seu filho adolescente, a cineasta se lança numa travessia íntima e política, em que a câmera torna-se mediadora de afeto, descoberta e reinvenção.________________________Roteiro e Apresentação – Márcio AndradeEntrevistada – Coraci RuizEdição – Priscila NascimentoProdução – Janaína GuedesCoordenação Geral – Márcio AndradeRealização – Combo MultimídiaIncentivo – Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura

  18. 6

    07 | Viver, Filmar, Narrar – Das autobiografias cotidianas no cinema de Ed Pincus e Ross McElwee

    Neste episódio do podcast F(r)icções, o pesquisador Márcio Andrade⁠ parte de uma entrevista com o educador e pesquisador Gabriel Tonelo para refletir sobre as práticas autobiográficas no documentário a partir das obras de Ed Pincus e Ross McElwee. Estes dois cineastas são figuras centrais na consolidação de uma linhagem intimista e reflexiva do cinema documental surgida no contexto da chamada Escola de Cambridge, nos Estados Unidos.A conversa parte da trajetória acadêmica de Tonelo, que se dedicou a investigar a construção do olhar autobiográfico no cinema norte-americano, com foco nos modos de fabulação, presença e temporalidade que atravessam a obra desses diretores. A partir de filmes como Diaries (1971–1976), de Pincus, e Sherman’s March (1986), Time Indefinite (1993) e Photographic Memory (2011), de McElwee, o episódio discute como esses autores transformaram o cotidiano em matéria cinematográfica, articulando memória, afetos, política e questões éticas em torno da exposição de si e dos outros._____________________Roteiro e Apresentação – Márcio AndradeEntrevistado – Gabriel ToneloEdição – Priscila NascimentoProdução – Janaína GuedesCoordenação Geral – Márcio AndradeRealização – Combo MultimídiaIncentivo – Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura

  19. 5

    F(r)icções - Módulo Fabular | Meu lugar no mundo (PE)

    Como parte do módulo Fabular do F(r)icções – Laboratório de Ensaios de Cinema, os participantes Elpidio Rocha (MG), Jenifer Sousa (PE), Marcelo César (PE), Michele Menezes (BA) e Milka Lacerda (PE) produziram um podcast que mergulha nas reflexões trazidas pelo curta ‘Meu Lugar no Mundo’ (PE), criado pelo Coletivo Erê Sankofa.   Neste episódio, o grupo discute as questões de identidade e pertencimento que permeiam a obra, revelando como ela dialoga com temas urgentes e suas experiências pessoais.  Ministrado pelo realizador, educador e pesquisador multimídia Márcio Andrade e pela cineasta, roteirista e editora de áudio Priscila Nascimento, o módulo Fabular explorou formatos de produção de conteúdo sobre cinema em podcast (como crítica, entrevista e documentário). As atividades práticas envolveram as etapas de produção sonora (do roteiro à edição) e, ao longo dos encontros, os participantes foram criando seus próprios podcasts sobre curtas-metragens que integraram a programação da 9ª MARÉ - Mostra de Cinema Ambiental da Cidade do Recife. Equipe F(r)icções Idealização Geral - Márcio Andrade Docentes (Módulo Fabular) - Márcio Andrade e Priscila Nascimento Produção - Janaína Guedes Coordenação Pedagógica - Amanda Ramos Assessoria de Imprensa - Márcio Bastos Edição de Materiais Gráficos - Rodrigo Sarmento Edição de Vídeos - Letícia Barros Motion Design - Arthur Carvalho Acessibilidade (AD) - Túlio Rodrigues e Thaís Lima Realização - Combo Multimídia Incentivo - Funcultura

  20. 4

    F(r)icções - Módulo Fabular | A menina e o pote (PE)

    Como resultado do módulo Fabular do F(r)icções – Laboratório de Ensaios de Cinema, os participantes Antônio Jorge Valério (AP), Ixchel Freire (PE), Maria Clara Farias (PE), Paulo Leomil (MG) e Sávyo Fernandes (RN) produziram um podcast que analisa a delicadeza e os simbolismos presentes no curta-metragem ‘A Menina e o Pote’ (PE), dirigido por Valentina Homem.   No episódio, o grupo reflete sobre a narrativa do filme e questões como infância, ancestralidade e memórias.  Ministrado pelo realizador, educador e pesquisador multimídia Márcio Andrade e pela cineasta, roteirista e editora de áudio Priscila Nascimento, o módulo Fabular explorou formatos de produção de conteúdo sobre cinema em podcast (como crítica, entrevista e documentário). As atividades práticas envolveram as etapas de produção sonora (do roteiro à edição) e, ao longo dos encontros, os participantes foram criando seus próprios podcasts sobre curtas-metragens que integraram a programação da 9ª MARÉ - Mostra de Cinema Ambiental da Cidade do Recife. Equipe F(r)icções Idealização Geral - Márcio Andrade Docentes (Módulo Fabular) - Márcio Andrade e Priscila Nascimento Produção - Janaína Guedes Coordenação Pedagógica - Amanda Ramos Assessoria de Imprensa - Márcio Bastos Edição de Materiais Gráficos - Rodrigo Sarmento Edição de Vídeos - Letícia Barros Motion Design - Arthur Carvalho Acessibilidade (AD) - Túlio Rodrigues e Thaís Lima Realização - Combo Multimídia Incentivo - Funcultura

  21. 3

    F(r)icções - Módulo Fabular | Maréu (RJ)

    Como parte dos resultados do módulo Fabular do F(r)icções – Laboratório de Ensaios de Cinema, os participantes Janaí de Freitas (RS), Luiza Côrte (PE), Mário Gonçalves (PE) e Raphael Esteves (PE) uniram forças para produzir um podcast que explora as camadas poéticas e narrativas do curta ‘Maréu’ (RJ), dirigido por Nicole Schlegel.   Neste episódio, o grupo mergulha na atmosfera sensível e simbólica do filme, discutindo sua relação com o mar e os sentimentos despertados pela obra. Ministrado pelo realizador, educador e pesquisador multimídia Márcio Andrade e pela cineasta, roteirista e editora de áudio Priscila Nascimento, o módulo Fabular explorou formatos de produção de conteúdo sobre cinema em podcast (como crítica, entrevista e documentário). As atividades práticas envolveram as etapas de produção sonora (do roteiro à edição) e, ao longo dos encontros, os participantes foram criando seus próprios podcasts sobre curtas-metragens que integraram a programação da 9ª MARÉ - Mostra de Cinema Ambiental da Cidade do Recife. Equipe F(r)icções Idealização Geral - Márcio Andrade Docentes (Módulo Fabular) - Márcio Andrade e Priscila Nascimento Produção - Janaína Guedes Coordenação Pedagógica - Amanda Ramos Assessoria de Imprensa - Márcio Bastos Edição de Materiais Gráficos - Rodrigo Sarmento Edição de Vídeos - Letícia Barros Motion Design - Arthur Carvalho Acessibilidade (AD) - Túlio Rodrigues e Thaís Lima Realização - Combo Multimídia Incentivo - Funcultura

  22. 2

    F(r)icções - Módulo Fabular | Ciranda Feiticeira (PE)

    Resultado do módulo Fabular do F(r)icções – Laboratório de Ensaios de Cinema, o podcast produzido por Ângelo César (MG), Eduardo Santos (RJ), Fábio Marques (GO), Fátima Oliveira (PE) e Rita Carnevale (SP) traz uma análise sobre o curta-metragem ‘Ciranda Feiticeira’ (PE), dirigido por Lula Gonzaga e Tiago Delácio.   Ao longo do episódio, os participantes refletem sobre a riqueza da animação e suas experiências diante da animação. Ministrado pelo realizador, educador e pesquisador multimídia Márcio Andrade e pela cineasta, roteirista e editora de áudio Priscila Nascimento, o módulo Fabular explorou formatos de produção de conteúdo sobre cinema em podcast (como crítica, entrevista e documentário). As atividades práticas envolveram as etapas de produção sonora (do roteiro à edição) e, ao longo dos encontros, os participantes foram criando seus próprios podcasts sobre curtas-metragens que integraram a programação da 9ª MARÉ - Mostra de Cinema Ambiental da Cidade do Recife. Equipe F(r)icções Idealização Geral - Márcio Andrade Docentes (Módulo Fabular) - Márcio Andrade e Priscila Nascimento Produção - Janaína Guedes Coordenação Pedagógica - Amanda Ramos Assessoria de Imprensa - Márcio Bastos Edição de Materiais Gráficos - Rodrigo Sarmento Edição de Vídeos - Letícia Barros Motion Design - Arthur Carvalho Acessibilidade (AD) - Túlio Rodrigues e Thaís Lima Realização - Combo Multimídia Incentivo - Funcultura

  23. 1

    06 | Super OARA e os tempos da cidade e da natureza (com Sérgio Oliveira)

    Continuamos o dossiê Fábulas do Presente com o podcast 'Super OARA e os tempos da cidade e da natureza'. Nele, nosso editor-chefe, Márcio Andrade, tem um papo com o roteirista e diretor Sérgio Oliveira (PE), que aborda sua filmografia, especialmente as relações entre a fábula e os aspectos políticos no filme 'Super Orquestra Arcoverdense de Ritmos Americanos' (2016). Com a Aroma Filmes (que divide com Renata Pinheiro), Sérgio vem realizando curtas como 'Schenberguianas', 'Faço de mim o que quero', Praça Walt Disney' e integrando a equipe de longas como 'Açúcar', 'Amor, Plástico e Barulho' e 'Carro Rei'.   Nesse programa, partimos do tom fabular que atravessa o filme 'Super OARA' para pensar nos atravessamentos políticos que podem ser pensados nas formas de ver e imaginar a cidade.  Nas fábulas tradicionais,  os animais são personagens antropomorfizados que funcionam como bússolas morais, mas, nesse filme, eles criam um contraponto ao modo como nós, humanos, nos organizamos e desenvolvemos como sociedade ___________________________ Ficha Técnica Roteiro | Apresentação - Márcio Andrade Entrevistado - Sérgio Oliveira Edição - Priscila Nascimento Realização - Combo Multimídia Produção - Tarrafa Produtora Incentivo - Lei Aldir Blanc (Governo do Estado de Pernambuco)

  24. 0

    05 | Era uma vez no spaghetti western (e no cinema de horror)

    Continuamos o dossiê Fábulas do Presente com o podcast 'Era uma vez no spaghetti western (e no cinema de horror)'. Nele, nosso editor-chefe, Márcio Andrade, tem um papo com o professor e pesquisador Rodrigo Carreiro (UFPE), que aborda suas pesquisas em torno do cinema de gênero (com recorte no western e no horror) e de sonoridades. Autor dos livros "Era uma vez no spaghetti western: o estilo de Sergio Leone" (Editora Estronho, 2014), "A pós-produção de som no audiovisual brasileiro" (Marca de Fantasia, 2019), organizador do livro-texto "O som do filme: uma introdução" (EdUFPR/EdUFPE, 2018). Nesse programa, a entrevista com Rodrigo serve ponto de partida para pensarmos alguns aspectos do cinema de gênero (no caso, o western) em seus contextos sociais e políticos – e como eles vão se transformando ao longo da sua trajetória. As pesquisas dele esbarram nos interesses do nosso dossiê ao nos permitir pensar em como as relações entre a fábula, a imaginação nem sempre estão tão descolados dos desejos de real no nosso consumo da ‘realidade’. ___________________________ Ficha Técnica Roteiro | Apresentação - Márcio Andrade Entrevistado - Rodrigo Carreiro Edição - Priscila Nascimento Realização - Combo Multimídia Produção - Tarrafa Produtora Incentivo - Lei Aldir Blanc (Governo do Estado de Pernambuco)

  25. -1

    04 | Cinema(s) negro(s) como espaço de fabulação e resistência

    Hoje, finalizamos o dossiê Estilhaços de Violências e Resistências com o podcast 'Cinema(s) negro(s) como espaço de fabulação e resistência. Nele, nosso editor-chefe, Márcio Andrade, tem um papo com a pesquisadora, professora e curadora Tatiana Carvalho Costa (MG), que aborda a perspectiva decolonial como um exercício de curadoria e produção de resistência a apagamentos sistêmicos e violências epistêmicas.  A partir de seu trabalho na Mostra de Cinema de Tiradentes, Tatiana fala sobre como ela percebe essas leituras a partir do recorte do cinema negro que ela vem pesquisando nos últimos anos. Nesse recorte, pensamos sobre como os cinemas negro, indígena, LGBTQIA+ vêm tomando o espaço da imagem para criar suas próprias existências fora dos contextos estruturais e simbólicos de opressão política. ___________________________ Ficha Técnica Roteiro | Apresentação - Márcio Andrade Entrevistada - Tatiana Carvalho Costa Edição - Priscila Nascimento Realização - Combo Multimídia Produção - Tarrafa Produtora Incentivo - Lei Aldir Blanc (Governo do Estado de Pernambuco)

  26. -2

    03 | Da violência como luto e libertação do desejo

    Nesse programa, tratamos dos atravessamentos entre as imagens de violência e o corpo que deseja. Nosso editor-chefe, Márcio Andrade, entrevista a roteirista, pesquisadora, professora e diretora Ana Johann, para abordar os processos de criação sobre seu filme mais recente, A mesma parte de um homem, que participou da 24ª Mostra de Cinema de Tiradentes e saiu do evento premiado com o Troféu Helena Ignez. Roteirista e cineasta, a jornalista é especialista em documentário pela Universidade de Barcelona e Mestra em Comunicação e Linguagem pela Universidade Tuiuti (PR). Realizou filmes como ‘De Tempos em Tempos’, ‘Abaixo do Céu’, ‘Um Filme Para Dirceu’, ‘O que nos olha’ e ‘Notícias da Rainha’, que passaram por importantes estivais no Brasil e exterior A partir desse filme, abordaremos como o corpo se torna matriz das conexões com o próprio desejo e com os gestos de violência. ___________________________ Ficha Técnica Roteiro | Apresentação - Márcio Andrade Entrevistada - Ana Johann Edição - Priscila Nascimento Realização - Combo Multimídia Produção - Tarrafa Produtora Incentivo - Lei Aldir Blanc (Governo do Estado de Pernambuco)

  27. -3

    F(r)icções - Módulo Fabular | Atrito (PB)

    Estamos finalizando as publicações dos podcasts resultantes do workshop F(r)icções - Laboratório de Ensaios de Cinema, ministrado por @marcioh.andrade, editor-chefe da revista F(r)icções. Esse workshop foi dividido em três módulos - Olhar (voltado para produção de textos), Fabular (para produção de podcast) e Imaginar(-se) (para produção de vídeo). No módulo Fabular, os participantes foram estimulados a se dividir em grupos e produzir podcasts sobre curtas-metragens distintos. Nesse processo, receberam orientações sobre a escrita de roteiro, gravação e edição, além de aspectos teóricos em torno da linguagem cinematográfica e das teorias e histórias da crítica. Nesse episódio, Simone Mamede (MS), Norlan Silva (DF) e Beatriz Ohana (GO) debatem sobre o curta paraibano Atrito, de Diego Lima.

  28. -4

    F(r)icções - Módulo Fabular | Rosário (PE)

    Estamos continuando as publicações dos podcasts resultantes do workshop F(r)icções - Laboratório de Ensaios de Cinema, ministrado por Márcio Andrade, editor-chefe da revista F(r)icções. Esse workshop foi dividido em três módulos - Olhar (voltado para produção de textos), Fabular (para produção de podcast) e Imaginar(-se) (para produção de vídeo). No módulo Fabular, os participantes foram estimulados a se dividir em grupos e produzir podcasts sobre curtas-metragens distintos. Nesse processo, receberam orientações sobre a escrita de roteiro, gravação e edição, além de aspectos teóricos em torno da linguagem cinematográfica e das teorias e histórias da crítica. Nesse episódio, Giselle Araújo (PE), Marcelo Cruz (SP) e Salatiel Cícero (PE) debatem sobre o curta pernambucano Rosário, de Juliana Soares e Igor Travassos.

  29. -5

    F(r)icções - Módulo Fabular | Ilhas de Calor (AL)

    Esse podcast resultou do workshop F(r)icções - Laboratório de Ensaios de Cinema, ministrado por Márcio Andrade, editor-chefe da revista F(r)icções, que possui os módulos Olhar (voltado para produção de textos), Fabular (para produção de podcast) e Imaginar(-se) (para produção de vídeo). No módulo Fabular, os participantes foram estimulados a se dividir em grupos e produzir podcasts sobre curtas-metragens distintos, recebendo orientações sobre a escrita de roteiro, gravação e edição, além de aspectos teóricos em torno da linguagem cinematográfica e das teorias e histórias da crítica. Nesse episódio, Danielle Borges, Janaína Souza e João Vitor debatem sobre o curta alagoano 'Ilhas de Calor', de Ulisses Arthur. 

  30. -6

    02 | O documentário e as potências do (an)arquivo

    Nesse segundo programa, tratamos dos atravessamentos entre o cinema documentário e as imagens de arquivo. Nosso editor-chefe, Márcio Andrade, entrevista o professor e pesquisador Marcelo Ribeiro, da UFBA, para falar um pouco sobre suas pesquisas em torno do arquivo, da memória e a relação com o documentário. Coordenador do grupo de pesquisa Arqueologia do sensível e membro do Laboratório de Análise Fílmica, Ribeiro desenvolve e orienta pesquisas sobre imagem, história e direitos humanos. Doutor em Arte e Cultura Visual (UFG) e fundador, autor e editor do incinerrante (incinerrante.com) e autor do livro ‘Do inimaginável’, lançado em 2019 pela editora UFG. ___________________________________ Ficha Técnica Roteiro, Apresentação e Edição - Márcio Andrade Entrevistado - Marcelo Ribeiro Realização - Combo Multimídia Produção - Tarrafa Produtora Incentivo - Lei Aldir Blanc (Governo do Estado de Pernambuco)

  31. -7

    01 | O Jogo como Forma da História

    Nesse primeiro programa, O Jogo como Forma da História, partimos do filme 'Em nome da América' (2018, Fernando Weller) para tratar dos atravessamentos entre o cinema e as estéticas da memória e da História. Nosso editor-chefe, Márcio Andrade, entrevista o professor, pesquisador e realizador Fernando Weller, destrinchando como os processos de produção e as leituras sobre o filme podem nos ajudar a refletir sobre a ideia do jogo como estética da História. Fernando é Professor (UFPE) com Graduação em Cinema (UFF), Mestrado em Comunicação (UFF) e Doutorado em Comunicação (UFPE). Suas pesquisas, geralmente, envolvem o cinema direto, mais especificamente os filmes de Frederick Wiseman.  'Em nome da América' é um documentário que reúne imagens raras da atuação dos voluntários dos Corpos da Paz em localidades remotas do Brasil, combinando testemunhos, materiais de arquivo e ampla documentação histórica. ___________________________________ Ficha Técnica Roteiro e Apresentação - Márcio Andrade Entrevistado - Fernando Weller Edição - Priscila Nascimento Realização - Combo Multimídia Produção - Tarrafa Produtora Incentivo - Lei Aldir Blanc (Governo do Estado de Pernambuco)

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Tomando as possibilidades de leitura entre as palavras ‘fricções’ e ‘ficções’, a revista F(r)icções trata sobre cinema e audiovisual, investindo no pensamento crítico sobre a imagem cinematográfica como um jogo entre pensamentos, formas e visões de mundo.Com apresentação do roteirista e pesquisador Márcio Andrade, o podcast F(r)icções integra os dossiês multimídia da revista homônima, que incluem ensaios, lives e video-ensaios.Saiba mais em friccoes.comRealização - Combo Multimídia

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