EPISODE · Jun 3, 2021 · 58 MIN
#119: O papel dos bancos no golpe de 16, com André Flores Penha Valle
from Guilhotina | Le Monde Diplomatique Brasil · host Rádio Tertúlia
Bianca Pyl e Luís Brasilino conversam com André Flores Penha Valle, doutorando em Ciência Política na Unicamp e que, em 2019, defendeu na mesma instituição a tese de mestrado “Divisão e reunificação do capital financeiro: do impeachment ao governo Temer” (https://bit.ly/2SM6ozR). Na pesquisa, ele analisa o papel, os interesses e as alianças do capital financeiro na queda da presidenta Dilma Rousseff e na montagem do ciclo neoliberal ortodoxo adotado a partir do governo Temer. Falamos sobre a proeminência adquirida pelos bancos no Brasil a partir do governo FHC, a divisão do setor entre a burguesia interna bancária (os grandes bancos comerciais) e a burguesia associada e o capital internacional, a posição dessas diferentes frações durante os governos Lula e Dilma, os impactos da virada neoliberal da ex-presidenta em 2015 e a unificação do capital financeiro em defesa do golpe às vésperas do impeachment. Por fim, André analisa a importância da crise política na ascensão da extrema direita e a atual relação do capital financeiro (e suas frações) com o governo Bolsonaro. Links: Artigo com Octávio F. Del Passo sobre as frações burguesas na crise de Covid-19 (https://bit.ly/3p5e2l7); livro Rodrigo de Almeida, “À sombra do poder: Os bastidores da crise que derrubou Dilma Rousseff” (https://amzn.to/34BmRtz). *Trilha: Ana Tijoux e Jorge Drexler, “Sacar la voz”; e Pixies, “Where is my mind?” (Black Francis).
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Bianca Pyl e Luís Brasilino conversam com André Flores Penha Valle, doutorando em Ciência Política na Unicamp e que, em 2019, defendeu na mesma instituição a tese de mestrado “Divisão e reunificação do capital financeiro: do impeachment ao governo Temer” (https://bit.ly/2SM6ozR). Na pesquisa, ele analisa o papel, os interesses e as alianças do capital financeiro na queda da presidenta Dilma Rousseff e na montagem do ciclo neoliberal ortodoxo adotado a partir do governo Temer. Falamos sobre a proeminência adquirida pelos bancos no Brasil a partir do governo FHC, a divisão do setor entre a burguesia interna bancária (os grandes bancos comerciais) e a burguesia associada e o capital internacional, a posição dessas diferentes frações durante os governos Lula e Dilma, os impactos da virada neoliberal da ex-presidenta em 2015 e a unificação do capital financeiro em defesa do golpe às vésperas do impeachment. Por fim, André analisa a importância da crise política na ascensão da extrema direita e a atual relação do capital financeiro (e suas frações) com o governo Bolsonaro. Links: Artigo com Octávio F. Del Passo sobre as frações burguesas na crise de Covid-19 (https://bit.ly/3p5e2l7); livro Rodrigo de Almeida, “À sombra do poder: Os bastidores da crise que derrubou Dilma Rousseff” (https://amzn.to/34BmRtz). *Trilha: Ana Tijoux e Jorge Drexler, “Sacar la voz”; e Pixies, “Where is my mind?” (Black Francis).
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