#151 - Todas as Letras do Arco-Íris episode artwork

EPISODE · Jun 9, 2018 · 1H 31M

#151 - Todas as Letras do Arco-Íris

from Mamilos · host B9

No último domingo, 3 de junho, milhares de pessoas lotaram a Avenida Paulista para a já tradicional parada LGBT. Nem o frio, nem a chuva espantaram o público que há 22 anos se reúne para dar visibilidade a luta e resistência das pessoas LGBT, e celebrar todas as cores que o gênero e a sexualidade humana tem. O evento está entre os mais importantes de São Paulo e movimenta mais de R$ 400 milhões! A comunidade LGBT brasileira, atualmente, representa quase 9% da população (18 milhões de pessoas). Pelo mundo, mais de 76 países continuam criminalizando a homossexualidade. O Brasil é considerado um país com uma legislação rigorosa contra a homofobia e preconceitos de gênero. Por que importa conhecer essa luta? Porque a Declaração Universal dos Direitos Humanos afirma que todos os seres humanos, não alguns, não a maioria, mas todos nascem livres e iguais em dignidade e direitos. Quando celebrarmos os direitos humanos, precisamos lutar pela implementação da promessa da Declaração Universal: que eles sejam para todas as pessoas, como foi planejado. Muitas vezes, na luta para que as pessoas LGBT tenham acesso aos mesmos direitos que todos os cidadãos, escutamos que a opinião pública é uma barreira para o progresso em função de crenças religiosas e dos sentimentos culturais. Cada indivíduo deve ser livre para acreditar nos ensinamentos religiosos que escolher. Isso também é um direito humano. Mas não pode haver desculpa para a violência ou a discriminação, nunca. Pode ser difícil se levantar contra a opinião pública, mas só porque a maioria desaprova determinados indivíduos, não dá direito ao Estado de reter seus direitos básicos. A democracia é mais do que a regra da maioria. Ela exige defesa das minorias vulneráveis diante de maiorias hostis. Os governos têm o dever de desafiar o preconceito, não ceder a ele. Hoje vamos entender melhor o que são todas as letras que formam esse arco-íris, quais são as violências e dificuldades que essas pessoas encontram e como podemos ajudar a promessa da Declaração dos Direitos Humanos se cumprir. Para isso, contamos na mesa com a presença de Iran Giusti, jornalista, relações públicas, ativista e organizador da Casa 1 - Centro de Cultura e Acolhimento LGBT; Léo Barbosa, estudante de direito e militante transexual.Abre a mente e o coração e taca-lhe o play neste Mamilos! FALE CONOSCO. Email: [email protected] . Facebook: aqui . Twitter: aqui CONTRIBUA COM O MAMILOSQuem apoia o Mamilos ajuda a manter o podcast no ar e ainda recebe toda semana um apanhado das notícias mais quentes do jeito que só o Mamilos sabe fazer. É só R$9,90 por mês! Corre ler, quem assina tá recomendando pra todo mundo. www.padrim.com.br/mamilos EQUIPE MAMILOSEdição - Caio Corraini Apoio a pauta - Jaqueline Costa e grande elenco Transcrição dos programas - Lu Machado e Mamilândia CAPAA capa dessa semana foi feita por Zeca Bral. FAROL ACESO Iran: centro cultural da Casa 1 e acompanhamento do caso jurídico envolvendo o Teatro Oficina e o Grupo Silvio Santos; Léo: site Transempregos; Cris: filme "XXY" e série documental "Fora do Armário"; Ju: livro "A Mão Esquerda da Escuridão" e filme "A Noite do Jogo". Link para o post no B9: https://www.b9.com.br/91976/mamilos-151-todas-as-letras-do-arco-iris/

No último domingo, 3 de junho, milhares de pessoas lotaram a Avenida Paulista para a já tradicional parada LGBT. Nem o frio, nem a chuva espantaram o público que há 22 anos se reúne para dar visibilidade a luta e resistência das pessoas LGBT, e celebrar todas as cores que o gênero e a sexualidade humana tem. O evento está entre os mais importantes de São Paulo e movimenta mais de R$ 400 milhões! A comunidade LGBT brasileira, atualmente, representa quase 9% da população (18 milhões de pessoas). Pelo mundo, mais de 76 países continuam criminalizando a homossexualidade. O Brasil é considerado um país com uma legislação rigorosa contra a homofobia e preconceitos de gênero. Por que importa conhecer essa luta? Porque a Declaração Universal dos Direitos Humanos afirma que todos os seres humanos, não alguns, não a maioria, mas todos nascem livres e iguais em dignidade e direitos. Quando celebrarmos os direitos humanos, precisamos lutar pela implementação da promessa da Declaração Universal: que eles sejam para todas as pessoas, como foi planejado. Muitas vezes, na luta para que as pessoas LGBT tenham acesso aos mesmos direitos que todos os cidadãos, escutamos que a opinião pública é uma barreira para o progresso em função de crenças religiosas e dos sentimentos culturais. Cada indivíduo deve ser livre para acreditar nos ensinamentos religiosos que escolher. Isso também é um direito humano. Mas não pode haver desculpa para a violência ou a discriminação, nunca. Pode ser difícil se levantar contra a opinião pública, mas só porque a maioria desaprova determinados indivíduos, não dá direito ao Estado de reter seus direitos básicos. A democracia é mais do que a regra da maioria. Ela exige defesa das minorias vulneráveis diante de maiorias hostis. Os governos têm o dever de desafiar o preconceito, não ceder a ele. Hoje vamos entender melhor o que são todas as letras que formam esse arco-íris, quais são as violências e dificuldades que essas pessoas encontram e como podemos ajudar a promessa da Declaração dos Direitos Humanos se cumprir. Para isso, contamos na mesa com a presença de Iran Giusti, jornalista, relações públicas, ativista e organizador da Casa 1 - Centro de Cultura e Acolhimento LGBT; Léo Barbosa, estudante de direito e militante transexual.Abre a mente e o coração e taca-lhe o play neste Mamilos! FALE CONOSCO. Email: [email protected] . Facebook: aqui . Twitter: aqui CONTRIBUA COM O MAMILOSQuem apoia o Mamilos ajuda a manter o podcast no ar e ainda recebe toda semana um apanhado das notícias mais quentes do jeito que só o Mamilos sabe fazer. É só R$9,90 por mês! Corre ler, quem assina tá recomendando pra todo mundo. www.padrim.com.br/mamilos EQUIPE MAMILOSEdição - Caio Corraini Apoio a pauta - Jaqueline Costa e grande elenco Transcrição dos programas - Lu Machado e Mamilândia CAPAA capa dessa semana foi feita por Zeca Bral. FAROL ACESO Iran: centro cultural da Casa 1 e acompanhamento do caso jurídico envolvendo o Teatro Oficina e o Grupo Silvio Santos; Léo: site Transempregos; Cris: filme "XXY" e série documental "Fora do Armário"; Ju: livro "A Mão Esquerda da Escuridão" e filme "A Noite do Jogo". Link para o post no B9: https://www.b9.com.br/91976/mamilos-151-todas-as-letras-do-arco-iris/

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#151 - Todas as Letras do Arco-Íris

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Todos os Caminhos Globoplay Algumas dúvidas universais só encontram lugar nas conversas promovidas pela espiritualidade. Temas como a morte, o perdão, a esperança, o equilíbrio, a justiça e o sofrimento estão presentes no nosso dia a dia. No podcast Todos os Caminhos vamos refletir e trocar ideias sobre esses assuntos, nos pautando pela paz e pela fé. Vamos ouvir vozes das mais diversas manifestações religiosas do Brasil, que de um jeito ou de outro, fazem parte das nossas vidas, até mesmo daqueles que nem seguem uma religião. Vamos juntos percorrer Todos os Caminhos? Apresentado por Flavia Virginia, Padre Julio Lancellotti e Lama Padma Samten, com convidados semanais.Ficha técnica:Todos os Caminhos é um podcast Globoplay, com planejamento de Mamilos e produção da Angel Produções. A direção é de Angela Rezé. A produção executiva é de Lucas Mandacaru. Pesquisa de pauta e roteiros são feitos por Eduardo Bonine e Eduardo Correa. A edição é feita por Caio Corraini. Os retratos dos participantes e o making of s Crônicas de um Cuidado Globoplay Uma jornada investigativa para dentro de nós em busca de responder à pergunta: como cuido de mim? Um programa pra conversar sobre saúde mental além do raso: partindo de múltiplas vivências, apresentando diferentes linhas de tratamentos e explorando as nuances de viver e conviver com transtornos mentais. Esse é o podcast Crônicas de um Cuidado, um spin-off do Mamilos, comandado por Cris Bartis e produzido por Ju Wallauer. Uma co-criação Globoplay e Mamilos. Novos episódios toda quarta-feira. Podcast Senso Comum Gulak Senso Comum, algo incomum hoje em dia.Assuntos mais polêmicos que mamilos! Nosso Sangue É provável que você já tenha dito, ou ouvido, frases como: “mulher menstruada não pode arrumar a cama porque quem deitar ficará doente”; que conheça o significado de expressões como “tô de chico” e até já tenha pensado, involuntariamente, que uma mulher, quando está nervosa ou expressa emoções mais intensas, deve estar “naqueles dias”.Mas já se perguntou de onde vem tanto sentimento negativo acerca da menstruação Será que menstruar precisa sempre estar associado a sujeira ou à vergonha, como um ato que deve ser escondido? O que será que tem de preconceito, e o que tem de verdade nessa conversa? E quais são as outras formas de lidar com a menstruação?Nosso Sangue é uma série documental em 4 episódios, criada pelo Mamilos com apoio da Sempre Livre, para mergulhar fundo e trazer um pouco mais de embasamento e novas perspectivas para lidarmos com a menstruação em todas as esferas da vida. <p style='col

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This episode is 1 hour and 31 minutes long.

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This episode was published on June 9, 2018.

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