EPISODE · Jul 6, 2021 · 1 MIN
47 - Borboleta do meu quintal
from Felipe Simão - Poesias · host Felipe Simão
Por favor, não vá! Nosso amor assim não pode acabar! Só agora vejo a força do nosso desejo; neguei-me a ver tantas cousas boas que não encontro noutras pessoas, e ora faço esse poema para listar as inúmeras razões de lhe amar Não entendo, agora tudo revendo, como não valorizei a sua afeição por qualquer posição; e então, prometo dar ao seu gozo requinte, quero que trema mais que fusca a cento e vinte Reconheço que não soube mostrar apego pelo seu molhado beijo grego; jamais tive o mesmo zelo pelo seu inexigente grelo; e por isso aqui faço um apelo, prometo-lhe o mais lustroso dos liguetes para compensar também os seus inebriantes boquetes; tudo que ficou ressecado, restará no passado Como pude me engrupir, pensando com outras estar, se na privacidade do nosso lar, de joelhos você nunca pensou em cuspir?! Do seu conal esguicho nunca mais vou reclamar, assevero-lhe de boa vontade o provar Só sem você pude perceber, meu pensamento por si enternecer, não consigo crer que pude me negar em ver o seu gesto fenomenal, que fazia de alegria borbulhar meu pau você é a borboleta do meu quintal com sua boceta dando mortal propiciando à minha caceta prazer descomunal Já de pensar em si me vem vontade de ficar nu, e olhe que nem deu tempo de rememorar o vigor de seu cu cavidade deveras malemolente, que nunca se fez concupiscente, como me permiti desconsiderar na chuca em dia o teu esforço?! Ora me vem vergonha de enterrar no chão pescoço Nesse pesamenteiro estalo, com as memórias desse embalo, vejo o quanto fui ingrato pelo seu talento quase nato; sei que neguei-lhe na cama ardor, a si não dei valor, desprezei seu valoroso amor, mas aqui lhe suplico, Perdão, ó flor
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Por favor, não vá! Nosso amor assim não pode acabar! Só agora vejo a força do nosso desejo; neguei-me a ver tantas cousas boas que não encontro noutras pessoas, e ora faço esse poema para listar as inúmeras razões de lhe amar Não entendo, agora tudo revendo, como não valorizei a sua afeição por qualquer posição; e então, prometo dar ao seu gozo requinte, quero que trema mais que fusca a cento e vinte Reconheço que não soube mostrar apego pelo seu molhado beijo grego; jamais tive o mesmo zelo pelo seu inexigente grelo; e por isso aqui faço um apelo, prometo-lhe o mais lustroso dos liguetes para compensar também os seus inebriantes boquetes; tudo que ficou ressecado, restará no passado Como pude me engrupir, pensando com outras estar, se na privacidade do nosso lar, de joelhos você nunca pensou em cuspir?! Do seu conal esguicho nunca mais vou reclamar, assevero-lhe de boa vontade o provar Só sem você pude perceber, meu pensamento por si enternecer, não consigo crer que pude me negar em ver o seu gesto fenomenal, que fazia de alegria borbulhar meu pau você é a borboleta do meu quintal com sua boceta dando mortal propiciando à minha caceta prazer descomunal Já de pensar em si me vem vontade de ficar nu, e olhe que nem deu tempo de rememorar o vigor de seu cu cavidade deveras malemolente, que nunca se fez concupiscente, como me permiti desconsiderar na chuca em dia o teu esforço?! Ora me vem vergonha de enterrar no chão pescoço Nesse pesamenteiro estalo, com as memórias desse embalo, vejo o quanto fui ingrato pelo seu talento quase nato; sei que neguei-lhe na cama ardor, a si não dei valor, desprezei seu valoroso amor, mas aqui lhe suplico, Perdão, ó flor
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47 - Borboleta do meu quintal
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