7 Real Appalachian Trail Stories That Will Keep you Up All Night episode artwork

EPISODE · Aug 19, 2026 · 1H 39M

7 Real Appalachian Trail Stories That Will Keep you Up All Night

from Buried Files · host Buried Files

DESCRIÇÃO:A Trilha dos Apalaches se estende por mais de 3.500 quilômetros de natureza intocada — mas, para muitos, a beleza da paisagem esconde segredos sombrios que poucos estão dispostos a contar. De encontros com estranhos que mudaram a vida de mochileiros para sempre a desaparecimentos que nunca foram solucionados, estas são as 7 histórias mais arrepiantes da AT que vão fazer você questionar se a solidão da trilha é realmente um refúgio.Neste episódio especial, mergulhamos em relatos reais que vão desde crimes brutais a encontros inexplicáveis com o desconhecido. Histórias que, segundo aqueles que as viveram, ainda ecoam nos abrigos e nas clareiras da trilha mais famosa da América.O primeiro crime brutal aconteceu em setembro de 1990, quando Geoff Hood, de 26 anos, e Molly LaRue, de 25, foram assassinados no abrigo Thelma Marks, no topo da Cove Mountain, na Pensilvânia, por Paul David Crews, um andarilho que vagava pela trilha. Hood foi baleado três vezes, e LaRue foi estuprada e esfaqueada oito vezes no pescoço, garganta e costas [citation:4][citation:9]. Crews foi condenado a duas penas de prisão perpétua e morreu na prisão em 2022 [citation:9]. O caso, revisitado por Earl Swift em seu livro "Up on Cove Mountain", mudou para sempre a percepção de segurança na trilha mais famosa do país [citation:11].Quatorze anos antes, em 1981, outro assassinato duplo chocou a comunidade da AT. Robert "Bob" Mountford Jr. e Laura Susan "Sue" Ramsay foram mortos por um estranho com quem haviam dividido o jantar no abrigo Wapiti. Quatorze anos depois, o mesmo assassino atacou dois pescadores na mesma área, que sobreviveram a uma fuga angustiante. O local permanece envolto em relatos de assombrações — toques invisíveis, choros fantasmas e figuras que desaparecem entre as árvores [citation:6].Em maio de 2019, o mochileiro James Jordan, que usava o nome de trilha "Sovereign", esfaqueou Kirby Morrill e matou Ronald "Stronghold" Sanchez Jr. em um acampamento na Virgínia. Um sobrevivente vagou seis milhas no escuro para salvar a própria vida. Os sinais de que Jordan era perigoso eram claros — ele havia ameaçado uma adolescente, agredido seu próprio cachorro e defecado em um abrigo, mas o alerta não foi suficiente para evitar a tragédia [citation:14]. Após o incidente, a Appalachian Trail Conservancy revisou seus protocolos de segurança e criou um recurso de incidente com um botão 911 em seus materiais de segurança [citation:4].Além dos crimes, a trilha também guarda histórias de desaparecimentos inexplicáveis. Em novembro de 2025, Charles Hosch, um professor de direito de 67 anos da SMU, desapareceu após descer do topo da Blood Mountain, na Geórgia. Sua família organizou inúmeras buscas, mas até março de 2026, nenhum vestígio do experiente caminhante havia sido encontrado [citation:7]. A família continua acreditando que ele está em algum lugar da montanha, mas a busca foi interrompida enquanto novos cenários são considerados [citation:2].Em 2013, Geraldine "Gerry" Largay, de 66 anos, se afastou da trilha para ir ao banheiro e nunca mais voltou. Ela sobreviveu por 26 dias na selva, escrevendo um diário e enviando mensagens de texto para o marido que nunca foram entregues por falta de sinal. Seu corpo foi encontrado dois anos depois, a menos de três quilômetros da trilha principal. Em seu diário, ela implorou: "Quando encontrarem meu corpo, por favor, chamem meu marido George e minha filha Kerry. Será a maior gentileza para eles saberem que estou morta e onde me encontraram — não importa quantos anos depois" [citation:12].Em outubro de 2019, uma mochileira solo chamada Alex Chambers parou no abrigo Rufus Morgan, na Floresta Nacional de Nantahala, na Carolina do Norte. Ela encontrou três homens que deram o mesmo nome falso, que pareciam saber coisas sobre ela que nunca haviam sido ditas em voz alta. A sensação de perigo a fez sair antes do amanhecer. Uma investigação revelou um padrão documentado em cinco abrigos da AT na região, de Carter Gap a Rufus Morgan, mirando mochileiros no início de outubro — aqueles que estavam sozinhos há tempo suficiente para ansiar por uma conexão que parecia compreensão [citation:1].Por fim, o perigo nem sempre vem de outros seres humanos. O número de encontros com ursos na trilha quase dobrou entre 2024 e 2025, com 42 relatos registrados, um aumento de 75%. A Virgínia foi o "estado do urso" do ano, e os funcionários do Parque Nacional White Mountain receberam relatos "quase diários" de ursos condicionados a comida em outubro de 2025 [citation:8]. Em 2024, no entanto, a AT viu apenas 24 relatos de ursos, e a população de ursos negros tem crescido significativamente nas últimas décadas — na Pensilvânia, por exemplo, a população passou de menos de 2.000 na década de 1970 para cerca de 16.000 hoje [citation:8].Ouça este episódio completo — se tiver coragem — e descubra por que a trilha mais famosa da América também é uma das mais assustadoras, onde a linha entre a beleza e o terror pode ser tênue.

Episode metadata supplied by the publisher feed · Published Aug 19, 2026

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This episode was published on August 19, 2026.

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