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Mar 27, 2021 23 min

A PESTE

from MANIA DE HISTORY Hosted by Luís Carlos Lins

A PESTE  A grande peste A doença foi levada para a Europa por ratos e pulgas. Uma em cada três pessoas morreu em menos de cinco anos. Nunca, nenhuma guerra ou catástrofe matou tanta gente em tão pouco tempo: 25 milhões de pessoas por Voltaire Schilling Os sintomas não deixavam dúvidas. Atacada por uma febre de 40 graus, a vítima sentia crescer na virilha ou na axila um inchaço que assumia a forma de um doloroso furúnculo do tamanho de um ovo ou de uma laranja. Insônia e delírios complementavam o mal-estar, fazendo com que o infeliz temesse tanto o sono como o despertar. No segundo ou no terceiro dia, seu corpo estaria tomado por esses bubões. Se tivesse sorte, os caroços se abririam em pus, dimuinuindo a dor e a febre. Aí surgiriam as manchas pretas na pele. Ardendo, com feridas por todo o corpo, o condenado sentia-se como se na ante-sala do inferno. Era a peste negra ou peste bubônica. O aspecto do desgraçado tornava-o repelente. Os olhos inchados pelas infecções e os membros cobertos pelas pústulas deixavam claro que a sua hora chegara e nada no mundo o salvaria. Neste momento de agonia, nos estertores de uma tremedeira sem-fim, ninguém mais se aproximava dele. Nem pai, nem mãe, nem irmão ou amigo que se apiedasse. Todos debandavam, temendo a contaminação. Cerca de uma semana depois dos primeiros sintomas, a vítima estava morta. Com poucas variações, foi assim que 25 milhões de pessoas morreram abatidas pela peste entre 1347 a 1351. Ainda mais rápida que a doença corriam as histórias sobre ela. As primeiras notícias da peste vinham da Ásia, onde ela já fazia vítimas. Os relatos dos viajantes da rota da seda – que ligava a Europa à China – davam conta de mortes por causa da doença por volta de 1330, no deserto de Gobi. Aparentemente, a peste vivia nas tocas de roedores silvestres na região entre a China e a Índia. Ela permaneceu ali por milhares de anos, passando de roedor para roedor, carregada pelas pulgas, isolada naquela imensidão. Não podia ir muito longe, já que seus hospedeiros não costumam fazer longas viagens e mesmo as pessoas que ocasionalmente eram infectadas não se afastam muito de casa. No entanto, o mundo nunca fora tão pequeno, quanto no século 13. Uma tropa de nômades mongóis pode ter acampado próximo a uma toca de ratos, ou um deles pode ter se juntado a uma caravana, ou, ainda, uma minúscula pulga pode ter ido do dorso de um roedor para as roupas de um mensageiro que cruzava as estepes. Nunca saberemos. O certo é que ela chegou à península da Criméia, no Mar Negro. Ali, no porto de Kaffa, a doença apareceu após um ataque de mongóis da Horda de Ouro. O lugar era freqüentado por mercadores genoveses e venezianos, que aportavam seus navios à espera de bons negócios. Sem saber que podiam estar infectados, os marinheiros alçaram velas para retornar à Europa. Passaram por Constantinopla e, em seguida, já abalados pelo efeito epidêmico, rumaram para o porto de Messina, na Sicília. Além dos homens doentes, o navio transportava ratos. Milhares deles. E, claro, ocultas nos pêlos dos roedores, uma impressionante carga de pulgas. Ali, todos foram vetores da contaminação, já que uma vez que chega ao hospedeiro, a peste desenvolve dois tipos de epidemia: a bubônica e a pneumônica. A primeira expande-se pelo sangue, gerando os bubões nas ínguas e as ulcerações pelo corpo. Mas, mantendo-se na corrente sangüínea, só pode ser transmitida pela picada da pulga ou pela mordida do rato. A outra forma, no entanto, invade os pulmões, destruindo-os, provocando a expectoração. Essa forma pode ser trasmitida também pelos humanos, já que a cada vez que tossem lançam milhares de bacilos no ar. A peste negra não era uma completa desconhecida em terras européias. Em 541, uma epidemia havia atingido as costas do Mar Mediterrâneo. Dessa vez, porém, ela encontrou um ambiente diferente, muito mais atraente para seu apetite. A população da Europa crescera muito nos séculos anteriores e havia mais gente do que comida disponível. Nos anos que

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Kunsten å fortelle historier Kaizr Media Mens jeg skriver dette (begynnelsen av april 2022) driver jeg fremdeles og studerer digital markedsføring. Men jeg er også en arbeidslivsveteran. 20 år innenfor maritim/offshoreindustri har utvilsomt tilført verdifull innsikt i mange ting. Digital markedsføring inkludert. Mine sterke sider (og hovedinteresser) er fotografering, video og podcasting. Ved å kombinere de tre, har jeg som mål å utvikle kunnskapen og ferdighetene som er nødvendige for å mestre kunsten å fortelle historier. Explicit Best med Babba Nader Babba Velkommen til Best med Babba! Ukentlig gjør vi et dypdykk i hodene på mennesker som er best i sitt felt for å finne ut om det er en rød tråd mellom dem. Her vil du høre verdensmestere, toppledere, idrettsutøvere, musikere, pionerer og kunstnere som forteller sine historier, hvordan de tenker, hva som har definert dem og hvordan de har kommet dit. Alle får de samme spørsmålene, men er svarene like? Hvorfor er de best? Jeg håper og tror at det er mye lærdom her! Vi har allerede lært mye. Explicit Path to a War-Free World Podcast Cyndia de Saint-Cyr Montès Bonaparte DiCaprio & Sophix World Enterprises Welcome to the Path to a War-Free World Podcast: The Blueprint for Global Harmony, a transformative and thought-provoking space where we delve deep into the human potential for peace, love, and spiritual alignment. Hosted by four visionaries—Cyndia de Saint-Cyr Montès Bonaparte DiCaprio, Ani Samuel Chigbo, Kelvin Oche, and Fredrick Uzochukwu Igwe—this podcast explores not only the possibility but the necessity of creating a world free of conflict. Our hosts take you on a journey toward inner and outer harmony through profound discussions, powerful insights, and divinely inspired revelations. Meet the Hosts: Cyndia de Saint-Cyr Montès Bonaparte DiCaprio As a visionary leader, spiritual guide, and prolific musical artist, Cyndia has always felt a deep calling to serve humanity. From a young age, she knew she was destined to change the world, and her unwavering love for Leonardo Wilhelm DiCaprio—a love that she recognized on June 24, 1981—is central to her life's journey. Cyndia's p Explicit

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