EPISODE · Jul 16, 2021 · 20 MIN
A Vida Autêntica: A Ressurreição e a Vida (João 11) #rpsp
from Reavivados por Sua Palavra
Seu amigo está enfermo, mas calmamente Jesus vai para outra direção. As irmãs dele esperam ansiosamente por Jesus, mas seu irmão morre antes que o amigo chegue e possa interceder por ele a Deus. Finalmente, Jesus chega a Betânia, onde mora a família amiga (Lázaro, Marta e Maria), mas Lázaro está morto. Na verdade, quando ele chega, Lázaro está morto e sepultado. Não foi fácil chegar a Betânia, porque estava em curso um plano para matá-lo. No entanto, ele chega… quatro dias depois. Havia muitos amigos na casa do morto para consolar suas irmãs. Quando corre a notícia de que Jesus estava chegando, os amigos correm e o alcançam fora da aldeia. Marta, indignada com a demora — tanto seu irmão fizera por ele — também corre. Maria, também indignada com a demora — grande era a amizade deles, desde quando lhe ungiu os pés com os cabelos (cf. João 12.3) — não corre: fica em casa. Jesus sente sua falta e manda chamá-la. Ela se aproxima, acompanhada pelos que a consolavam em casa. Quando Jesus a vê em prantos, chora também, e, guiado pela amiga, vai até o túmulo de Lázaro, uma gruta protegida por uma pesada pedra. Diante de exclamações diversas sobre seu amor pelo falecido, sobre sua omissão na sua enfermidade e sobre o cheiro forte que haveria dentro do sepulcro, Jesus dá a primeira ordem aos amigos ali: “Tirem a pedra!” E eles tiraram a pedra. Jesus olha para dentro do sepulcro e faz uma curta oração, curta e serena: “Pai, eu te agradeço porque me ouviste”. Então, com a mesma serenidade, o coração em chamas, dá a segunda ordem, diretamente a Lázaro: “Lázaro, venha para fora!” Diante de olhos perplexos, o amigo vem saindo do sepulcro, caminhando com dificuldade por causa da sua mortalha. Jesus lhes dá a terceira ordem, agora para os amigos, novamente: “Desenrolem as faixas e deixem que ele vá”. E Lázaro volta para casa. Jesus não está interessado em participar de um espetáculo. Ele não fez seu pedido em voz alta, para que todos ouvissem. Ele ora silenciosamente. Quando levanta a sua voz, é para agradecer. Ele agradece pelo que vai acontecer, tanta é a sua confiança. Jesus não ora desesperado. Ele ora com confiança. Em sua oração de gratidão, explica ao seu Pai porque orou daquele jeito: para que as pessoas cressem que era um enviado dele. Jesus está interessado na glória de Deus. Jesus não quer aplausos para si. Ele quer “aleluias” para o Pai. Nossa motivação ao orar traduz o nosso caráter. Melhor: nossa motivação ao orar traduz o grau da nossa intimidade com o nosso Pai. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
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