Antes de ser finalista do The Voice Brasil, ela ouviu que deveria lavar banheiro episode artwork

EPISODE · Jun 4, 2026 · 10 MIN

Antes de ser finalista do The Voice Brasil, ela ouviu que deveria lavar banheiro

from Histórias de ter.a.pia · host ter.a.pia

A pandemia quase levou a vida de Amanda. Ela sobreviveu, mas quase perdeu aquilo que mais amava: a sua voz. Para uma cantora, ouvir que nunca mais voltaria a cantar era como perder parte da própria identidade. Amanda cantava profissionalmente desde os 17 anos quando, em 2020, contraiu Covid-19. As complicações vieram rápido. Asmática, chegou ao hospital com apenas 40% de saturação e já apresentava sinais de confusão mental. Em pouco tempo, precisou ser entubada. O procedimento deixou uma cicatriz em suas pregas vocais.A recuperação foi lenta e dolorosa. Ela perdeu peso, precisou usar cadeira de rodas e dependia de ajuda até para tomar banho. A voz, antes firme, agora saía trêmula, insegura. Como se não bastasse, Amanda perdeu 37% da audição do ouvido esquerdo e passou a enfrentar dificuldades motoras que faziam seu próprio corpo parecer estranho.Quando decidiu buscar tratamento para voltar a cantar, encontrou alguns profissionais que diziam não saber como ajudá-la. Outros foram além: afirmavam que sua voz jamais voltaria. Um deles chegou a sugerir que abandonasse a música e procurasse um trabalho como faxineira, num óbvio comentário racista.Mas ela não deixou barato! Amparada pela fé, pela família e pela fonoaudióloga que acreditou nela, iniciou uma longa reabilitação que devolveram, pouco a pouco, aquilo que parecia perdido. Primeiro vieram os movimentos. Depois, algumas notas musicais e, finalmente, a voz.Em 2023, Amanda subiu ao palco do The Voice Brasil. Se inscreveu no programa para celebrar a vida, como alguém que voltou a ficar de pé. Amanda virou as quatro cadeiras e terminou a competição em segundo lugar!Desde então, cantou dentro e fora do Brasil, integrou projetos ao lado de grandes artistas, como Seu Jorge, e viu seu nome aparecer em lugares que jamais imaginou alcançar durante os dias em que sequer conseguia tomar banho sozinha.Ela aprendeu que recomeçar nem sempre significa voltar ao que era antes. Às vezes, significa voltar mais forte. Algumas pessoas recebem uma segunda chance, e a Amanda transformou a dela em música.

A pandemia quase levou a vida de Amanda. Ela sobreviveu, mas quase perdeu aquilo que mais amava: a sua voz. Para uma cantora, ouvir que nunca mais voltaria a cantar era como perder parte da própria identidade. Amanda cantava profissionalmente desde os 17 anos quando, em 2020, contraiu Covid-19. As complicações vieram rápido. Asmática, chegou ao hospital com apenas 40% de saturação e já apresentava sinais de confusão mental. Em pouco tempo, precisou ser entubada. O procedimento deixou uma cicatriz em suas pregas vocais.A recuperação foi lenta e dolorosa. Ela perdeu peso, precisou usar cadeira de rodas e dependia de ajuda até para tomar banho. A voz, antes firme, agora saía trêmula, insegura. Como se não bastasse, Amanda perdeu 37% da audição do ouvido esquerdo e passou a enfrentar dificuldades motoras que faziam seu próprio corpo parecer estranho.Quando decidiu buscar tratamento para voltar a cantar, encontrou alguns profissionais que diziam não saber como ajudá-la. Outros foram além: afirmavam que sua voz jamais voltaria. Um deles chegou a sugerir que abandonasse a música e procurasse um trabalho como faxineira, num óbvio comentário racista.Mas ela não deixou barato! Amparada pela fé, pela família e pela fonoaudióloga que acreditou nela, iniciou uma longa reabilitação que devolveram, pouco a pouco, aquilo que parecia perdido. Primeiro vieram os movimentos. Depois, algumas notas musicais e, finalmente, a voz.Em 2023, Amanda subiu ao palco do The Voice Brasil. Se inscreveu no programa para celebrar a vida, como alguém que voltou a ficar de pé. Amanda virou as quatro cadeiras e terminou a competição em segundo lugar!Desde então, cantou dentro e fora do Brasil, integrou projetos ao lado de grandes artistas, como Seu Jorge, e viu seu nome aparecer em lugares que jamais imaginou alcançar durante os dias em que sequer conseguia tomar banho sozinha.Ela aprendeu que recomeçar nem sempre significa voltar ao que era antes. Às vezes, significa voltar mais forte. Algumas pessoas recebem uma segunda chance, e a Amanda transformou a dela em música.

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