EPISODE · Oct 27, 2023 · 1H
‘Aprendi muito com a Gal, como mulher’, diz Lô Politi, diretora da cinebiografia da cantora
from Conversa Bem Viver · host Brasil de Fato
Estrelando Sophie Charlotte como Gal Costa, a cinebiografia da cantora está circulando em mais de 200 salas de cinema por todo país desde o dia 12 de outubro. Meu Nome é Gal conta, principalmente, o início da carreira da artista baiana, começando, justamente, pela chegada dela no Rio de Janeiro e o encontro com os tropicalistas Caetano Veloso, Gilberto Gil, além de Maria Bethânia. Além de narrar a vida de Gal Costa, o filme faz um retrato da violência que o país sofria por conta dos primeiros anos da ditadura militar. O longa retrata a instauração do Ato Inconstitucional 5 (AI-5), que significou a dissolução do congresso nacional, além do aumento da perseguição contra a população. “É um um filme que passa uma mensagem muito forte, de uma galera que lutou profundamente, teve uma coragem enorme, se posicionou fortemente contra um sistema que estava muito errado, e a gente está sempre com uma ameaça de isso voltar”, afirma a diretora do longa, Lô Politi, em entrevista ao Brasil de Fato, veiculado nesta sexta-feira (27), no programa Bem Viver. Ficha técnica: Apresentação: Lucas Weber Roteiro: Anelize Moreira Edição e produção: Daniel Lamir e Douglas Matos Trabalhos técnicos: Lua Gatinoni, André Paroche e Adilson Oliveira Supervisão de reportagem: Rodrigo Gomes Coordenação de Rádio e TV: Monyse Ravena Direção de programas de áudio: Camila Salmazio Direção executiva: Nina Fideles Apoio: Equipe de Jornalismo do Brasil de Fato Foto: Stella Carvalho/ Divulgação
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Estrelando Sophie Charlotte como Gal Costa, a cinebiografia da cantora está circulando em mais de 200 salas de cinema por todo país desde o dia 12 de outubro. Meu Nome é Gal conta, principalmente, o início da carreira da artista baiana, começando, justamente, pela chegada dela no Rio de Janeiro e o encontro com os tropicalistas Caetano Veloso, Gilberto Gil, além de Maria Bethânia. Além de narrar a vida de Gal Costa, o filme faz um retrato da violência que o país sofria por conta dos primeiros anos da ditadura militar. O longa retrata a instauração do Ato Inconstitucional 5 (AI-5), que significou a dissolução do congresso nacional, além do aumento da perseguição contra a população. “É um um filme que passa uma mensagem muito forte, de uma galera que lutou profundamente, teve uma coragem enorme, se posicionou fortemente contra um sistema que estava muito errado, e a gente está sempre com uma ameaça de isso voltar”, afirma a diretora do longa, Lô Politi, em entrevista ao Brasil de Fato, veiculado nesta sexta-feira (27), no programa Bem Viver. Ficha técnica: Apresentação: Lucas Weber Roteiro: Anelize Moreira Edição e produção: Daniel Lamir e Douglas Matos Trabalhos técnicos: Lua Gatinoni, André Paroche e Adilson Oliveira Supervisão de reportagem: Rodrigo Gomes Coordenação de Rádio e TV: Monyse Ravena Direção de programas de áudio: Camila Salmazio Direção executiva: Nina Fideles Apoio: Equipe de Jornalismo do Brasil de Fato Foto: Stella Carvalho/ Divulgação
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