EPISODE · Feb 12, 2022 · 41 MIN
Begins… A corrida dos bebês e a disputa pelo “Enganador do Ano” (Gênesis 30) #rpsp
from Reavivados por Sua Palavra
Houve um tempo que uma mulher infértil era considerada como sendo maldita. Num tempo desses, houve uma mulher (Leia) que tinha quatro filhos e se afundava na tristeza por não conseguir mais engravidar. Um dia, seu filho mais velho (Rúben) lhe trouxe dos campos algumas mandrágoras, tidas como afrodisíacas e fertilizadoras. No entanto, sua irmã, totalmente infértil, lhe propôs um negócio: ela lhe emprestaria seu marido em troca das mandrágoras. Num tempo triste, não aprovado por Deus, as duas eram esposas de um mesmo homem (Jacó). Ambas contavam com o poder das mandrágoras para conseguirem engravidar. Porém, na verdade, Raquel ficou grávida porque Deus se lembrou dela. Ambas ficaram grávidas pela intervenção de Deus. Como Leia e Raquel, também podemos apelar para as nossas mandrágoras, que são as nossas soluções quando Deus parece estar demorando para agir. Cabe a cada um de nós identificar as nossas mandrágoras e jogá-las fora. Quando confiamos nelas, deixamos de confiar em Deus. Quando não confiamos em Deus, não o procuramos. Na busca do atendimento às nossas necessidades, podemos depender de Deus ou das mandrágoras. Sempre ao nosso alcance, as mandrágoras bonitas, cheirosas e baratas são sedutoras. Mandrágoras são pedidos que não devemos fazer. Leia e Rachel pediam filhos para competir uma com a outra. Somos Leia e Rachel quando fazemos pedidos egoístas, motivados por necessidades impostas pelo nosso estilo de vida. Pedir que nossas reais carências sejam atendidas é oração legítima; pedir prosperidade é desejar mandrágoras. Mandrágoras são superstições que substituem a confiança em Deus como exercício de fé. Leia e Rachel ficaram encantadas diante das mandrágoras que Rúben trouxe do campo. Somos Leia e Rachel quando compramos as superstições disponíveis no mercado: “ore no monte, que Deus abençoa”; “ponha um copo d'água, ore e veja o que vai acontecer”; “procure alguém que tenha uma oração forte”; “quando você dá o dízimo está plantando uma semente que é como um investimento que mais tarde vai lhe trazer muito benefício”. Mandrágoras são coisas ou pessoas que colocamos no lugar de Deus. O ídolo de Leia e Rachel era Jacó: “dá-nos um filho ou morreremos”, gemiam elas. Somos Leia e Raquel quando achamos que nossa felicidade é uma pessoa ou uma coisa ou depende de uma pessoa ou de uma coisa, seja o desempenho do conhecimento ou do poder, seja a utilidade ou o brilho do dinheiro, seja a alegria de uma amizade ou de um relacionamento. Precisamos pedir sabedoria a Deus para ver quais são as nossas mandrágoras. Precisamos pedir coragem a Deus para nos livrarmos das nossas mandrágoras. AZEVEDO, Israel Belo de - Bíblia Sagrada Bom Dia
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