EPISODE · Aug 27, 2014 · 1H 18M
DASH #51: Que Há Num Simples Nome?
from DASH – Jogabiliteste · host Mr. Sonaar
O DASH de número cinquenta e um chega para discutir as boas (e más) ideias ao se nomear um jogo. Qual o propósito, importância e o que há de melhor, pior, mais maluco e mais bizarro nos títulos daquilo que jogamos.
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What this episode covers
O DASH de número cinquenta e um chega para discutir as boas (e más) ideias ao se nomear um jogo. Em meio a frustrante incapacidade de identificar jogos como Daylight, Dying Light, Deadlight e Blacklight Retribution pelos títulos, André Campos, Slash/Rick, Eduardo Sushi e Marcio Barrios se unem numa conversa sobre o propósito e a importância deles. Temos títulos simplesmente funcionais, os óbvios demais, os malucos demais, os longos demais, os japoneses de mais e os da Square Enix. O nome pode ser a vida ou morte para um jogo? Existem nomes responsáveis por capturar nosso interesse e atenção? E nos consoles: como é que podemos viver num mundo que aceitou o nome Zeebo? Descubra por que Tetris é um nome tão legal, o que fazer quando até seus vizinhos são zumbis e qual a diferença entre um Game Boy e um Game Girl Gear. Tá No Seu Turno! Nossa discussão continua com você: comente abaixo ou envie seu e-mail pelo formulário de contato ou para [email protected]. Concorda conosco? Discorda? Dissemos algo herético? Sua opinião e feedback são muito importantes! Os melhores, mais relevantes e/ou mais aleatórios e-mails serão lidos na próxima edição do DASH.
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DASH #51: Que Há Num Simples Nome?
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