EPISODE · Jun 11, 2021 · 49 MIN
Desromantizando a Maternidade
from Aliadas Podcast · host Aliadas Podcast
Toda mulher precisa ser mãe para se sentir completa? Ser mãe é uma escolha? Neste episódio vamos refletir sobre a maternidade, sobretudo a compulsória, trazendo o desejo ou não de ser mãe e a importância de dar visibilidade ao mal estar da maternidade. Entendemos que o problema da maternidade está mais relacionado à instrumentalização que o patriarcado fez dela e como os homens são desresponsabilizados da paternidade. Se antes mulheres já estavam cansadas, hoje com a pandemia beiram o esgotamento físico e mental. Sob o ponto de vista feminista, o que se deve fazer é romper com o dispositivo materno, ou seja, com essa imposição de que toda mulher deve ser mãe e, cuidar dentro de padrões ideiais inatingíveis, para se sentir realizada. Desromantizar a maternidade passa por entender que para além de cuidadoras, mães são mulheres seres políticos e sociais, ativas e potentes, então, não se trata de uma essência, mas da naturalização de processos socioculturais. Vamos juntas encontrar coletivamente soluções políticas, econômicas e culturais diante desta estrutura? Vem com a gente! Dicas do episódio Livros: Deslocamentos do feminino, de Maria Rita Kehl. Calibã e a Bruxa, de Silvia Federici. Um amor conquistado, o mito do amor materno, de Elizabeth Batinder. Estudo “Sem parar: o trabalho e a vida das mulheres na pandemia”, promovido pelas organizações Gênero e Número e SempreViva Organização Feminista. link: http://mulheresnapandemia.sof.org.br/ Instagram: @maespeladiversidade Mãe na pandemia - single de @juliatizumba e-book do Think Eva “Mães na pandemia” - @think.eva Filmes: O Que Esperar Quando Você Está Esperando (2012), Kirk Jones.
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Toda mulher precisa ser mãe para se sentir completa? Ser mãe é uma escolha? Neste episódio vamos refletir sobre a maternidade, sobretudo a compulsória, trazendo o desejo ou não de ser mãe e a importância de dar visibilidade ao mal estar da maternidade. Entendemos que o problema da maternidade está mais relacionado à instrumentalização que o patriarcado fez dela e como os homens são desresponsabilizados da paternidade. Se antes mulheres já estavam cansadas, hoje com a pandemia beiram o esgotamento físico e mental. Sob o ponto de vista feminista, o que se deve fazer é romper com o dispositivo materno, ou seja, com essa imposição de que toda mulher deve ser mãe e, cuidar dentro de padrões ideiais inatingíveis, para se sentir realizada. Desromantizar a maternidade passa por entender que para além de cuidadoras, mães são mulheres seres políticos e sociais, ativas e potentes, então, não se trata de uma essência, mas da naturalização de processos socioculturais. Vamos juntas encontrar coletivamente soluções políticas, econômicas e culturais diante desta estrutura? Vem com a gente! Dicas do episódio Livros: Deslocamentos do feminino, de Maria Rita Kehl. Calibã e a Bruxa, de Silvia Federici. Um amor conquistado, o mito do amor materno, de Elizabeth Batinder. Estudo “Sem parar: o trabalho e a vida das mulheres na pandemia”, promovido pelas organizações Gênero e Número e SempreViva Organização Feminista. link: http://mulheresnapandemia.sof.org.br/ Instagram: @maespeladiversidade Mãe na pandemia - single de @juliatizumba e-book do Think Eva “Mães na pandemia” - @think.eva Filmes: O Que Esperar Quando Você Está Esperando (2012), Kirk Jones.
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