EPISODE · Mar 28, 2020 · 3 MIN
Diastema interincisivo
from Orthodontics Podcast · host Orthodontics
Diastema interincisivos centrais superiores é a presença de espaço interdentário na região mediana do arco superior. A etiologia dessa característica é multifatorial e geralmente está relacionada a: discrepância dente-osso positiva, microdontia, agenesias dos incisivos laterais superiores, hábitos principalmente de sucção, dentes supranumerários irrompidos ou ainda intra-ósseo, hereditariedade, freio labial hipertrófico e outros. Quanto a conduta há consenso em não indicar a frenectomia antes do movimento ortodôntico, pois o fechamento do diastema e a compressão da papila interdentária podem funcionar como estímulo para promover a atrofia do tecido fibroso interposto entre os incisivos. Os passos do diagnóstico constituem: -Espessura do freio -Inspeção -teste da isquemia do freio -Radiográfico Nos adultos, a prevalência de diastema na linha média varia de 1,6% a 25,4%. Segundo Moyers a) fusão imperfeita na linha média da pré-maxila (32,9%), b) freno labial superior aumentado ou mal posicionado (24,4%), c) diastema da linha média como parte do crescimento normal (23,2%), d) incisivos laterais ausentes (11%), e) dentes supranumerários na linha média (3,7%), f) dentes invulgarmente pequenos (2,4%) eg) combinação de fusão imperfeita e incisivos laterais com ausência congênita (2,4%) No tratamento ortodôntico , Geralmente, nos casos com diastema superior a 2 mm, os movimentos de inclinação não são suficientes e é necessário mover os dentes de corpo, usando aparelhos ortodônticos.
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Diastema interincisivos centrais superiores é a presença de espaço interdentário na região mediana do arco superior. A etiologia dessa característica é multifatorial e geralmente está relacionada a: discrepância dente-osso positiva, microdontia, agenesias dos incisivos laterais superiores, hábitos principalmente de sucção, dentes supranumerários irrompidos ou ainda intra-ósseo, hereditariedade, freio labial hipertrófico e outros. Quanto a conduta há consenso em não indicar a frenectomia antes do movimento ortodôntico, pois o fechamento do diastema e a compressão da papila interdentária podem funcionar como estímulo para promover a atrofia do tecido fibroso interposto entre os incisivos. Os passos do diagnóstico constituem: -Espessura do freio -Inspeção -teste da isquemia do freio -Radiográfico Nos adultos, a prevalência de diastema na linha média varia de 1,6% a 25,4%. Segundo Moyers a) fusão imperfeita na linha média da pré-maxila (32,9%), b) freno labial superior aumentado ou mal posicionado (24,4%), c) diastema da linha média como parte do crescimento normal (23,2%), d) incisivos laterais ausentes (11%), e) dentes supranumerários na linha média (3,7%), f) dentes invulgarmente pequenos (2,4%) eg) combinação de fusão imperfeita e incisivos laterais com ausência congênita (2,4%) No tratamento ortodôntico , Geralmente, nos casos com diastema superior a 2 mm, os movimentos de inclinação não são suficientes e é necessário mover os dentes de corpo, usando aparelhos ortodônticos.
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