EPISODE · Oct 31, 2025 · 2H 35M
Governo evita chamar facções de terroristas / Tarifaço completa 3 meses
from Os Pingos nos Is · host Jovem Pan
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quinta-feira (30):O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski (PT-DF), explicou a decisão do Governo Federal de não classificar facções criminosas como o PCC e o Comando Vermelho (CV) como grupos terroristas. Após a megaoperação no Rio de Janeiro, o ministro rejeitou o termo “narcoterrorismo”, afirmando que as facções visam o lucro e praticam crimes já tipificados no Código Penal, enquanto o terrorismo tem motivação ideológica ou política.A alta letalidade da megaoperação no Rio de Janeiro, que resultou na morte de 115 criminosos e 4 policiais, virou alvo de críticas da base governista. Ministros e deputados ligados ao PT chamaram a ação de “tragédia” e “horror”, ecoando a reação da ONU.O Senado Federal instalou a CPI do Crime Organizado, que terá foco na expansão de milícias e facções como o PCC e o Comando Vermelho, e investigará a possível influência de políticos e agentes públicos nesses grupos.O Governo do Rio de Janeiro (PL-RJ) enviou um dossiê aos Estados Unidos sobre o Comando Vermelho, buscando que o grupo seja reconhecido como Organização Criminosa Transnacional. A operação também gerou alerta máximo em países da América do Sul, como Argentina e Paraguai, que reforçaram as fronteiras diante do risco de fuga de criminosos.Governadores de direita, incluindo Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), Ronaldo Caiado (União-GO) e Jorginho Mello (PL-SC), se reuniram no Rio de Janeiro para manifestar apoio a Cláudio Castro (PL-RJ) após a megaoperação contra o tráfico de drogas.Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
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Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quinta-feira (30):O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski (PT-DF), explicou a decisão do Governo Federal de não classificar facções criminosas como o PCC e o Comando Vermelho (CV) como grupos terroristas. Após a megaoperação no Rio de Janeiro, o ministro rejeitou o termo “narcoterrorismo”, afirmando que as facções visam o lucro e praticam crimes já tipificados no Código Penal, enquanto o terrorismo tem motivação ideológica ou política.A alta letalidade da megaoperação no Rio de Janeiro, que resultou na morte de 115 criminosos e 4 policiais, virou alvo de críticas da base governista. Ministros e deputados ligados ao PT chamaram a ação de “tragédia” e “horror”, ecoando a reação da ONU.O Senado Federal instalou a CPI do Crime Organizado, que terá foco na expansão de milícias e facções como o PCC e o Comando Vermelho, e investigará a possível influência de políticos e agentes públicos nesses grupos.O Governo do Rio de Janeiro (PL-RJ) enviou um dossiê aos Estados Unidos sobre o Comando Vermelho, buscando que o grupo seja reconhecido como Organização Criminosa Transnacional. A operação também gerou alerta máximo em países da América do Sul, como Argentina e Paraguai, que reforçaram as fronteiras diante do risco de fuga de criminosos.Governadores de direita, incluindo Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), Ronaldo Caiado (União-GO) e Jorginho Mello (PL-SC), se reuniram no Rio de Janeiro para manifestar apoio a Cláudio Castro (PL-RJ) após a megaoperação contra o tráfico de drogas.Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
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