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EPISODE · Aug 28, 2025 · 26 MIN

Helton Júnior | Café com Política

from Café com Política · host Jornal O TEMPO

O vereador Helton Júnior (PSD), vice-líder do governo Álvaro Damião na Câmara de Belo Horizonte, defendeu que a discussão sobre tarifa zero avance de forma gradual e com base em números. Segundo ele, a viabilidade do projeto “se constrói” com diálogo entre Executivo, empresários e movimentos sociais, além de uma conta precisa dos impactos. “De bate pronto, nenhum projeto é viável. Precisa de ações que vão torná-lo mais ou menos exequível”, afirmou, ao cobrar a mensuração de custos diretos e indiretos do sistema antes de qualquer decisão.  Como caminho prático, Helton vê espaço para um início por recortes específicos — como fins de semana ou públicos prioritários. “A prefeitura está disposta, se não for integralmente, pelo menos [a avaliar] algumas dessas sugestões: sábado, domingo”, pontuou.No balanço político, o vereador sustenta que a base do governo está “fortalecida” e com margem para aprovar as pautas do Executivo. “Temos mais de 30 [vereadores]. Você pode pegar as votações de projeto do Executivo: têm passado com tranquilidade”, afirmou o parlamentar, que destacou que divergências pontuais são “legítimas” e não significam ruptura com a gestão. Apesar disso, Helton criticou a polarização no Legislativo municipal e a importação de embates nacionais para o Plenário. Para ele, o foco do vereador deve estar em problemas concretos da capital. “Quando eu cheguei na Câmara, vi pessoas discutindo questões supranacionais: Lula e Bolsonaro, Donald Trump, que não necessariamente impactavam a vida do belo-horizontino”, relatou. “Se o vereador de Belo Horizonte for falar sobre a taxação de Donald Trump, com todo respeito, ele não vai ser ninguém na fila do pão”, completou. Sobre 2026, o vereador do PSD evitou cravar posições. “O PSD é um partido de cento, o compromisso é com os resultados”, disse, ressaltando que a sigla tende a se alinhar “ao lado de quem quer o melhor para a população” e que a discussão sobre nomes deve amadurecer quando o quadro eleitoral estiver completo. “Não cabe aqui definir um nome, esse processo vai fluir naturalmente”, afirmou. Ele avaliou que “Rodrigo Pacheco é um excelente nome” e que “Mateus Simões tem as suas qualidades”, mas preferiu “evitar futurologia” enquanto as candidaturas não estiverem postas. 

O vereador Helton Júnior (PSD), vice-líder do governo Álvaro Damião na Câmara de Belo Horizonte, defendeu que a discussão sobre tarifa zero avance de forma gradual e com base em números. Segundo ele, a viabilidade do projeto “se constrói” com diálogo entre Executivo, empresários e movimentos sociais, além de uma conta precisa dos impactos. “De bate pronto, nenhum projeto é viável. Precisa de ações que vão torná-lo mais ou menos exequível”, afirmou, ao cobrar a mensuração de custos diretos e indiretos do sistema antes de qualquer decisão.  Como caminho prático, Helton vê espaço para um início por recortes específicos — como fins de semana ou públicos prioritários. “A prefeitura está disposta, se não for integralmente, pelo menos [a avaliar] algumas dessas sugestões: sábado, domingo”, pontuou.No balanço político, o vereador sustenta que a base do governo está “fortalecida” e com margem para aprovar as pautas do Executivo. “Temos mais de 30 [vereadores]. Você pode pegar as votações de projeto do Executivo: têm passado com tranquilidade”, afirmou o parlamentar, que destacou que divergências pontuais são “legítimas” e não significam ruptura com a gestão. Apesar disso, Helton criticou a polarização no Legislativo municipal e a importação de embates nacionais para o Plenário. Para ele, o foco do vereador deve estar em problemas concretos da capital. “Quando eu cheguei na Câmara, vi pessoas discutindo questões supranacionais: Lula e Bolsonaro, Donald Trump, que não necessariamente impactavam a vida do belo-horizontino”, relatou. “Se o vereador de Belo Horizonte for falar sobre a taxação de Donald Trump, com todo respeito, ele não vai ser ninguém na fila do pão”, completou. Sobre 2026, o vereador do PSD evitou cravar posições. “O PSD é um partido de cento, o compromisso é com os resultados”, disse, ressaltando que a sigla tende a se alinhar “ao lado de quem quer o melhor para a população” e que a discussão sobre nomes deve amadurecer quando o quadro eleitoral estiver completo. “Não cabe aqui definir um nome, esse processo vai fluir naturalmente”, afirmou. Ele avaliou que “Rodrigo Pacheco é um excelente nome” e que “Mateus Simões tem as suas qualidades”, mas preferiu “evitar futurologia” enquanto as candidaturas não estiverem postas.

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This episode was published on August 28, 2025.

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