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Café com Política

Entrevistas com os principais líderes políticos de Minas Gerais e do país sobre os assuntos mais evidentes da semana. Presidente, governadores, senadores, deputados, vereadores e representantes de entidades são questionados sobre tudo aquilo que o cidadão quer saber.

  1. 546

    Romeu Zema - Ex-governador de MG e pré candidato à presidência

    O ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência da República, Romeu Zema (Novo), classificou milicianos como traidores da pátria e defendeu uma política de encarceramento em massa para quem comete crimes no Brasil. As declarações foram dadas durante entrevista ao Café com Política, disponível no canal de O TEMPO no Youtube. O posicionamento reforça o desejo de Zema em ter a segurança pública como uma das principais áreas para aprofundar os debates na disputa ao Palácio do Planalto. Na entrevista, defendeu ainda reduzir a maioridade penal para 14 anos e negou que atrapalhe a pré-campanha do governador e herdeiro político, Mateus Simões (PSD), em Minas Gerais.

  2. 545

    Ex-reitora da UFMG, Sandra Goulart (PT-MG) | Café com Política

    A ex-reitora da Universidade Federal de Minas Gerais, Sandra Regina Goulart Almeida (PT), detalhou, em entrevista ao Café com Política, as prioridades que vislumbra em Minas Gerais em um eventual governo. Ela é cotada pelo PT para encabeçar a chapa do partido nas eleições de outubro e mantém o desejo de concorrer ao governo, descartando lançar-se na busca por cadeiras na Assembleia Legislativa (ALMG) ou Câmara dos Deputados. Durante a entrevista, Sandra Goulart disse que a dívida do estado, tratada por muitos como o principal problema de Minas, não a assusta. “Não tenho medo da dívida do estado. Convivi com isso na UFMG e é possível fazer negociação e fazer uma gestão de fato eficiente, voltada para resultados que são importantes para a nossa população”, disse ela. Na conversa, também criticou as gestões do ex-governador Romeu Zema (Novo) e do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

  3. 544

    Pré-candidato ao Senado e Deputado Federal, Domingos Sávio (PL-MG) | Café com Política

    Em entrevista exclusiva ao programa Café com Política, o deputado federal Domingos Sávio (PL), pré-candidato ao Senado Federal, disse que até o próximo dia 23 o partido definirá qual o rumo tomará para as eleições no estado. O partido ainda espera uma definição do senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) para avaliar se fará uma aliança com ele ou se lançará candidatura própria ao governo de Minas. Por enquanto, o certo na chapa do PL é que Domingos Sávio será mesmo candidato ao Senado Federal. O deputado disse ainda quais os cenários possíveis de aliança e citou nomes como Gleidson Azevedo (Republicanos), irmão de Cleitinho; Marcelo Aro (PP), ex-secretário de Governo de Minas; Mateus Simões (PSD), governador de Minas. Afirmou também que, caso o partido decida lançar candidatura própria, um dos nomes mais cotados no momento é o do ex-prefeito de Betim Vittorio Medioli (PL).

  4. 543

    Vereador e presidente da Câmara Municipal de Belo Horizonte, Professor Juliano Lopes (Podemos) | Café com Política

    O presidente da Câmara Municipal de Belo Horizonte, vereador Professor Juliano Lopes (Podemos), afirmou ao Café com Política que sofreu ameaças da Executiva Nacional do partido para não pautar a votação de um processo de cassação na Casa.Segundo ele, a direção nacional do Podemos teria elaborado uma minuta prevendo sua expulsão da legenda caso a sessão fosse marcada. "Eu fui chantageado", declarou o parlamentar durante a entrevista.Juliano também falou sobre a relação com o grupo político ligado a Marcelo Aro, as articulações para as eleições de 2026, a disputa pelo Senado em Minas Gerais e o funcionamento da Câmara de BH diante das críticas sobre pautas ideológicas.

  5. 542

    Pré-candidata ao Senado, Marília Campos (PT-MG) | Café com Política

    Pré-candidata do PT ao Senado por Minas Gerais, a ex-prefeita de Contagem, Marília Campos, afirma que pretende levar para Brasília a experiência de quatro mandatos à frente do Executivo municipal e defender uma agenda voltada ao fortalecimento dos municípios, à ampliação da participação feminina na política e à defesa da democracia. Em entrevista ao Café com Política, de O TEMPO, ela critica o distanciamento entre o Senado e a população, avalia que o Legislativo ampliou excessivamente o poder sobre o Orçamento da União e defende uma relação mais cooperativa entre os Poderes para enfrentar desafios como a dívida de Minas, a descentralização da saúde e o desenvolvimento do interior do Estado. Também comentou os desafios do PT na formação de novas lideranças, a polarização política e a disputa pelas duas vagas ao Senado nas eleições de 2026.

  6. 541

    Pré-candidata ao Senado, Áurea Carolina (PSOL-MG) | Café com Política

    Em entrevista ao Café com Política, a ex-deputada federal e pré-candidata ao Senado, Áurea Carolina, abordou os principais desafios da conjuntura eleitoral mineira e a necessidade de fortalecer novas lideranças progressistas. Durante a conversa, Áurea detalhou sua trajetória na inovação democrática e reforçou a importância de construir uma "dobradinha" consistente no campo de esquerda para garantir a representatividade feminina no Senado, citando as lições aprendidas em eleições passadas.  Na entrevista, a pré-candidata também denunciou a persistência da violência política de gênero, relatando as ameaças e o assédio que sofreu durante seu mandato. Áurea discutiu a necessidade de reformas institucionais profundas para ampliar a participação das mulheres, defendeu critérios éticos rígidos para o STF, diferenciando sua posição da agenda  que ela chama de “golpista da extrema direita”, explicando o por que a renovação política é fundamental para superar os vícios do sistema atual.

  7. 540

    Cientista política, Mariela Campos Rocha | Café com Política

    O alto índice de indecisão entre os eleitores mineiros pode ser um reflexo da falta de definições nos bastidores políticos do estado, de acordo com avaliação da doutora em ciência política e analista sênior do instituto DATATEMPO, Mariela Campos Rocha. O levantamento mais recente da DATATEMPO (MG-02109/2026 e BR-07479/2026) mostrou que, em cenários espontâneos em Minas Gerais, 69,1% dos eleitores ainda não sabem em quem votar para o governo estadual, enquanto 83,6% estão indecisos quanto ao Senado.Em entrevista ao programa Café com Política, exibido no canal no YouTube de O TEMPO, Mariela explica que o xadrez eleitoral no estado, ainda em desenho, pode repercutir no resultado dos levantamentos. No caso da pesquisa para Presidência da República, por exemplo, em que diversos pré-candidatos já se colocam como tais, 30,4% dos eleitores mineiros disseram estar indecisos.

  8. 539

    Deputado federal e Pré-candidato ao Senado, Aécio Neves (PSDB-MG) | Café com Política

    O ex-governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), falou pela primeira vez sobre as articulações para lançar o seu nome na disputa por uma das duas vagas ao senado, nas eleições de outubro. Ele reforçou suas críticas à forma como o PT e o presidente Lula (PT) têm conduzido o país, mas disse que, se eleito, irá trabalhar para pacificar a política brasileira. Aécio chegou a elogiar candidatos petistas, como a ex-prefeita de Contagem, Marília Campos (PT), que também tenta uma vaga ao senado, mas diz que a história não permite aliança entre as duas legendas. “Vou confidenciar a você que eu tive uma breve conversa com o presidente do PT, não para esse fim, porque nós estávamos reunidos no TSE e conversamos um pouco. Mas eu confesso a você que, até pela minha construção política, pelas críticas muito contundentes que eu faço, não à figura do presidente Lula, mas ao atraso que o governo do PT tem trazido ao país, eu acho que não é simples essa caminhada”, disse.

  9. 538

    Pré-candidato ao Senado, Marcelo Aro (PP-MG) | Café com Política

    O pré-candidato ao Senado pelo PP, Marcelo Aro, falou ao Café com Política sobre o cenário da disputa pelas duas vagas ao Senado em Minas Gerais. Durante a entrevista, o ex-secretário de Governo de Romeu Zema (Novo) comentou as articulações para a formação da chapa governista, avaliou as mudanças no cenário eleitoral em relação a 2022 e defendeu que a eleição para o Senado só é decidida nos dias que antecedem a votação.Na conversa, Aro também comentou o embate com o senador Carlos Viana (Republicanos), afirmou que a composição do grupo político foi alterada após a filiação do parlamentar ao partido e explicou por que considera inviável uma chapa ao lado do atual senador.

  10. 537

    Senador e pré-candidato ao Senado, Carlos Viana (PSD) | Café com Política

    O senador Carlos Viana (PSD) aposta na relação e nas garantias dadas a ele pelo presidente nacional da legenda, Gilberto Kassab, para ganhar força dentro do partido e se garantir na chapa majoritária. Candidato à reeleição no Senado, ele falou ao Café com Política sobre o escalonamento que tem sido alvo por parte do governador Mateus Simões (PSD) que tem dito, em entrevistas, que a vaga na nominata para a Casa Alta está garantida apenas ao ex-secretário de Governo do estado, Marcelo Aro (PP), com quem tem tido um embate. Na conversa, criticou Aro e também disparou contra o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), ao dizer que o Congresso precisa de um novo comandante com perfil distinto do amapaense.

  11. 536

    Pré-candidato a Governador NOVO-MG, Ben Mendes | Café com Política

    Em entrevista ao Café com Política, o jornalista e influenciador digital Ben Mendes (Missão), pré-candidato ao governo de Minas, disse que não pretende fazer alianças com outras siglas na campanha eleitoral. Segundo ele, as conversas antes das eleições servem apenas para costura de acordos que ‘servem apenas aos políticos profissionais’. Em um eventual segundo turno ele diz que sentaria com outros partidos, mas sem oferecer contrapartidas: “Apoio não se nega”, disse. 

  12. 535

    Pré-candidato a Governador PL-MG, Vittorio Medioli | Café com Política

    O ex-prefeito de Betim Vittorio Medioli está disposto a disputar as eleições ao governo de Minas em 2026 pelo Partido Liberal. Falta a legenda definir os rumos que irá tomar no estado. Entretanto, a pouco mais de três meses para o pleito, Vittorio acredita que o partido não deveria mais adiar a decisão de como entrará na corrida para o Palácio Tiradentes. Em entrevista ao programa Café com Política, exibido nesta sexta-feira (26/6) no canal no YouTube de O TEMPO, o ex-prefeito comentou sobre as expectativas para as eleições de 2026 e sobre os resultados da pesquisa DATATEMPO, em que, em um dos cenários testados, ele aparece numericamente em terceiro lugar nas intenções de votos para o governo de Minas.Conforme Medioli, ainda é necessário que haja uma convenção partidária para que o PL bata o martelo para as eleições de 2026. Entretanto, ele destaca que tem forte apoio de deputados federais e estaduais para entrar na disputa representando os liberais. O ex-prefeito ainda conta que recebeu de forma positiva o resultado da pesquisa DATATEMPO, que testou as intenções de voto para os pré-candidatos ao governo de Minas em 2026. Em um dos cenários testados pelo levantamento, Vittorio aparece numericamente em terceiro lugar, logo após o senador Cleitinho Azevedo e o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT).Ao Café com Política, Vittorio reforçou que ainda não está fazendo pré-campanha, o que demonstra que as intenções de voto ocorreram de forma orgânica e pelo reconhecimento de sua atuação política.

  13. 534

    Ex-vereador, Gilson Reis | Café com Política

    Ex-vereador de Belo Horizonte pelo PCdoB, Gilson Reis, que, desde 2025 está filiado ao PT, disse que não será candidato nas eleições de 2026. “Eu não sou candidato. É uma decisão particular minha. Eu venho de cinco eleições seguidas. E acho que nós temos excelentes candidatos sendo colocados aí pra Câmara, Senado. Meu papel será de ajudar a coordenar a campanha do presidente Lula aqui em Minas Gerais. Me parece que o maior desafio da história recente do Brasil é reeleger o presidente Lula. Não permitir que esse ultraliberalismo e o bolsonarismo voltem a governar o Estado, e esse país”, disse. 

  14. 533

    Secretário de governo de Belo Horizonte, Guilherme Daltro | Café com Política

    Em entrevista ao Café com Política, exibido no canal de O TEMPO no YouTube, o secretário de governo de Belo Horizonte, Guilherme Daltro, abordou temas considerados estratégicos para a gestão do prefeito Álvaro Damião. O secretário detalhou o projeto de despoluição da lagoa da Pampulha e a exploração sustentável da orla, afirmou que a prefeitura não promoverá a retirada forçada de pessoas em situação de rua, cobrou maior participação do governo estadual nas soluções para o Anel Rodoviário e para o transporte metropolitano, além de destacar a necessidade de ampliar a integração entre os entes públicos para enfrentar desafios de mobilidade, infraestrutura e assistência social na capital.

  15. 532

    Deputado federal Reginaldo Lopes (PT) | Café com Política

    O deputado federal Reginaldo Lopes (PT) avaliou os caminhos do PT no estado e as articulações com o Congresso nacional para aprovar projetos prioritários da gestão do presidente Lula, como o fim da escala 6x1. Ele avalia que o presidente vai vencer novamente a disputa no estado e que isso cria uma janela de oportunidade para que o PT se reestruture no estado. “Parece que alguns aliados têm um pouco de constrangimento, achando que o PT oferece algum tipo de desgaste. Isso não é verdade. O PT tem muita força em Minas Gerais, em especial no interior de Minas Gerais”, afirmou.

  16. 531

    Deputado estadual e pré-candidato a deputado federal pelo PL, Cristiano Caporezzo | Café com Política

    Em entrevista ao Café com Política, o deputado estadual Cristiano Caporezzo (PL), pré-candidato a deputado federal, defendeu que o partido acelere as definições para a disputa pelo governo de Minas em 2026. O parlamentar afirmou que apoia uma composição com o senador Cleitinho, mas defendeu uma candidatura própria caso a aliança não se concretize. Durante a entrevista, Caporezzo também elogiou o ex-prefeito de Betim Vittorio Medioli, comentou a escolha de Domingos Sávio para a disputa ao Senado e reafirmou sua proximidade política com o ex-presidente Jair Bolsonaro. “O Brasil passa por Minas e o Brasil tem pressa”, afirmou.

  17. 530

    Pré-candidato a deputado federal, ex-prefeito de Divinópolis, Gleidson Azevedo | Café com Política

    O ex-prefeito de Divinópolis Gleidson Azevedo (Republicanos), irmão gêmeo do senador Cleitinho (Republicanos), rechaçou a briga política pela “paternidade” ou “maternidade” do Hospital Regional que será inaugurado nesta sexta-feira (19/6), com a presença do presidente Lula (PT). Para ele, quem é dono é quem paga imposto, “e quem paga imposto é o povo”. A declaração foi dada durante entrevista ao programa Café com Política, exibida nesta sexta-feira no canal no YouTube de O TEMPO.O ex-prefeito de Divinópolis destacou que os governos federal e estadual têm participação, considerando que o governo mineiro finalizou as obras, enquanto a União irá administrar o hospital por meio da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh).“A gente tem que agradecer tanto o governo do Estado como o governo federal por ter separado essa questão. A gente sabe que o governo do Estado é um governo de direita, e o governo federal, um governo de esquerda. Mas ali todos se juntaram, e hoje esse hospital está sendo entregue à população. Mas falar quem é o dono… para mim, quem é o dono é quem paga imposto, e quem paga imposto é a população”, afirma.

  18. 529

    Ex-ministra do Trabalho, Dorothea Werneck | Café com Política

    A ex-ministra do Trabalho Dorothea Werneck criticou a polarização política que tem marcado as últimas eleições brasileiras. Para ela, o contato com ideias diferentes não deveria ser um motivo de rompimento, mas de estar aberto a novas interpretações de fatos. Em entrevista ao programa Café com Política, exibido nesta quinta-feira (18/6) no canal no YouTube de O TEMPO, Dorothea evitou entrar no debate das eleições, mas reforçou seu posicionamento contrário à polarização. Ao ser questionada sobre a divisão entre vertentes ideológicas no Brasil, Dorothea respondeu em tom de brincadeira, mas com um rastro de seriedade, de que enxerga a polarização política como “burrice”. “Como é que as pessoas não percebem que é através do diálogo que eu vou melhorar o meu conhecimento, eu vou melhorar o meu posicionamento, que eu vou saber de coisas que eu não sabia?”, questiona. “Muitas vezes o que o outro pensa pode ajudar a melhorar minha forma de interpretação de fatos que eu não tinha, informação que eu estou recebendo, e vice-versa.”

  19. 528

    Presidente do PCdoB-MG, Wadson Ribeiro | Café com Política

    Fora das negociações para formação de chapa majoritária nas eleições 2026, o PCdoB defende que partidos aliados ampliem as conversas com pré-candidatos ao Palácio Tiradentes. O presidente da legenda em Minas, Wadson Ribeiro, em entrevista ao Café com Política, disse que as negociações do PT, com o qual o PCdoB mantém federação, precisa dialogar mais com os possíveis candidatos ao governo do PDT, Alexandre Kalil, e do MDB, Gabriel Azevedo. O PT vinha apostando na candidatura do senador Rodrigo Pacheco (PSB), que anunciou no mês passado a decisão de não participar das eleições de 2026. "O que estamos defendendo é que tenhamos uma candidatura mais ampla. Por isso que para nós era muito importante a candidatura do Rodrigo Pacheco. Acho que uma candidatura carimbada apenas da esquerda em Minas Gerais vai levar chumbo", afirmou o dirigente.

  20. 527

    Líder do governo na CMBH, Bruno Miranda (PDT-MG) | Café com Política

    O líder do prefeito Álvaro Damião na Câmara Municipal, vereador Bruno Miranda (PDT), dá nota oito para o governo que representa na Casa. A avaliação poderia ser melhor, mas o cenário econômico municipal, pressionado pelas despesas com o subsídio pago às empresas de ônibus, limita a atuação do governo, conforme o parlamentar. Miranda concedeu entrevista ao Café com Política, que vai ao ar no canal de O TEMPO no Youtube. O subsídio repassado pelo município às empresas de ônibus será este ano de R$ 756,9 milhões, conforme previsões orçamentárias. "Acho que o momento econômico, não só da prefeitura de Belo Horizonte, mas que outras prefeituras também enfrentam, impõe algumas restrições e alguns limites. Não dá para você fazer tudo, não dá para fazer todos os investimentos que você deseja fazer", justificou.

  21. 526

    Pré-candidato a Governador PCB-MG, Túlio Lopes | Café com Política

    O historiador e professor da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG), Túlio Lopes, de 44 anos, detalhou as diretrizes de sua pré-candidatura ao governo de Minas pelo PCB. Atuante no movimento sindical docente e com histórico de oposição à gestão de Romeu Zema, Lopes defende uma frente única de partidos de esquerda que priorize as demandas do funcionalismo público e a interrupção dos processos de privatização de estatais mineiras. Em entrevista exclusiva ao programa Café com Política, exibida no canal de O TEMPO no YouTube, o pré-candidato analisou a conjuntura eleitoral mineira e rechaçou alianças com setores da direita tradicional. “Nós precisamos construir a nossa alternativa a partir dessa maioria social”, afirmou.

  22. 525

    Pré-candidato a Governador PSB-MG, Jarbas Soares | Café com Política

    Recém posicionado no tabuleiro eleitoral de Minas Gerais, o ex-procurador-geral do Ministério Público (MPMG) e pré-candidato ao governo, Jarbas Soares (PSB), criticou o projeto do Rodoanel Metropolitano durante entrevista ao Café com Política. Ele avaliou que houve erros da equipe do ex-governador Romeu Zema (Novo) na construção do traçado, que está pausado na Justiça. Na conversa, Jarbas ainda falou sobre os planos do PSB em Minas Gerais, a formação de palanque do ‘campo democrático’ e traçou prioridades para uma eventual gestão.

  23. 524

    Pré-candidato a Governador MDB-MG, Gabriel Azevedo | Café com Política

    Com um tabuleiro ainda embaralhado na corrida ao governo de Minas Gerais, o pré-candidato do MDB, Gabriel Azevedo, reforçou o interesse em uma aliança com a ex-prefeita de Contagem e pré-candidata ao Senado, Marília Campos, e com o ex-procurador Geral do Ministério Público (MPMG), Jarbas Soares Júnior. Em entrevista ao Café com Política, o ex-vereador de Belo Horizonte não escondeu a admiração pela dupla, mas, em meio às articulações para uma eventual composição, tratou de frear qualquer alinhamento ideológico à esquerda ou à direita. Na conversa ainda criticou o ex-governador Romeu Zema (Novo) e o governador Mateus Simões. “O legado deste governo na educação é a corrupção”, disse.

  24. 523

    Pré-candidata à Governadora PSOL-MG, Maria da Consolação | Café com Política

    Mesmo em um cenário de incertezas sobre quem serão os candidatos ao governo de Minas e sobre o papel que o PSOL irá exercer na disputa, a professora aposentada da rede municipal de educação de Belo Horizonte Maria da Consolação, de 63 anos, já está com sua pré-candidatura lançada desde janeiro deste ano. Uma das fundadoras do PSOL, militante de movimentos sociais, sindicalista, feminista e ecossocialista, Consolação já tem realizado reuniões e caravanas pelo interior de Minas ainda que aguardando as diretrizes do PSOL para a disputa de 2026. “Nossa pré-candidatura é para fazer esse chamado de construir uma frente Minas Socialista”, disse Consolação, em entrevista exclusiva ao programa Café com Política, exibida no canal de O TEMPO no YouTube.

  25. 522

    Pré-candidato a Governador PDT-MG, Alexandre Kalil | Café com Política

    O ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil, pré-candidato do PDT ao governo de Minas Gerais, falou sobre sua prioridade na gestão de Minas Gerais e disse que espera repetir à frente da administração estadual a mesma estratégia adotada enquanto comandava a prefeitura mineira. “Eu acho que nós fizemos alguma coisa, né? Nós abrimos um hospital de verdade para funcionar. Nós fizemos dois postos de saúde a cada dois meses, fizemos asfalto, a cidade estava limpa, fizemos o viaduto leste e muita coisa. Vamos discutir como é que faz. Você sabe fazer, porque é isso, não agredir ninguém. Cada um mostra o que fez”, afirmou.

  26. 521

    Pré-candidato a Governador PSD-MG, Mateus Simões | Café com Política

    O governador de Minas Gerais e pré-candidato à reeleição, Mateus Simões (PSD), afirmou que considera consolidada a existência de pelo menos três candidaturas da direita à Presidência da República em 2026: as de Romeu Zema (Novo), Flávio Bolsonaro (PL) e Ronaldo Caiado (PSD). Em entrevista ao Café com Política, que vai ao ar no canal de O TEMPO no YouTube, ele defendeu que a fragmentação no primeiro turno é positiva para ampliar o espaço do campo conservador e avaliou que a união deve ocorrer apenas em uma eventual segunda etapa da disputa pelo Palácio do Planalto. Apesar de manter diálogo com todos os pré-candidatos, Simões reiterou apoio a Zema, afirmando que o ex-governador reúne as condições necessárias para enfrentar os desafios econômicos do país, e descartou a possibilidade de uma candidatura única da direita neste momento.

  27. 520

    Deputado estadual e presidente do PSD Minas, Cássio Soares | Café com Política

    O PSD Minas avalia que a posição do governador Mateus Simões, pré-candidato à reeleição, nas pesquisas eleitorais é explicada pelo desconhecimento de parte do eleitorado mineiro. “Ele não é conhecido por praticamente 70% do eleitorado mineiro. Isso vai se dar no processo eleitoral”, afirma Cássio Soares, presidente da sigla e deputado estadual.Em entrevista ao Café com Política, que vai ao ar no canal de O TEMPO no Youtube, o parlamentar defende que o resultado de Simões é melhor do que outros nomes que eram desconhecidos antes do período eleitoral e venceram eleições como o ex-prefeito de Belo Horizonte Fuad e o ex-governador do estado Antônio Anastasia.

  28. 519

    Ministra das mulheres, Márcia Lopes | Café com Política

    A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, disse que pretende entregar, até o fim do ano, o novo Plano Nacional de Política para as Mulheres, resultado da 5ª Conferência Nacional de Política para as Mulheres, realizada em outubro do ano passado. “Também vamos apresentar ainda este ano a implantação de um sistema nacional de política para as mulheres, em que pretendemos ampliar e investir na criação das secretarias estaduais de política para as mulheres”. A ministra também lamenta o fato de Minas Gerais não ter uma secretaria dedicada ao tema. “Não tem sentido, esse estado tão importante para a nação, com 853 municípios, não ter uma política para as mulheres”, disse em entrevista ao Café com Política.

  29. 518

    Deputado federal Kim Kataguiri (Missão) | Café com Política

    Em entrevista ao Café com Política, o deputado federal Kim Kataguiri (Missão) comentou as declarações do presidente do seu partido, e pré-candidato à Presidência, Renan Santos, sobre a classificação, pelos Estados Unidos, de que o PCC e o Comando Vermelho seriam ‘organizações terroristas’. Sobre o episódio, Santos disse “americano nenhum vai matar nossos bandidos”. Ao comentar, Kataguiri acrescentou que “quem tem que exterminar o Comando Vermelho e o Primeiro Comando da Capital são as polícias brasileiras com o auxílio das Forças Armadas. Inclusive, uma das propostas do Renan (Santos) é a decretação do estado de defesa para que a gente possa proibir reuniões públicas dentro dos territórios dominados pelo crime organizado e possa fazer buscas e apreensões nesses territórios sem mandado judicial. Não existe milagre nem salvador externo”, disse. 

  30. 517

    Vereadora de Belo Horizonte Marcela Trópia (Novo) | Café com Política

    A vereadora de Belo Horizonte e pré-candidata a deputada estadual Marcela Trópia (Novo) afirmou, em entrevista ao Café com Política, que o Partido Novo não abre mão de indicar o candidato a vice-governador na chapa de Mateus Simões (PSD) nas eleições de 2026 em Minas Gerais.Segundo ela, o acordo firmado entre os partidos deve ser mantido. "Não tem o que discutir, a vice será do Novo. Palavra de político tem que valer alguma coisa", declarou.Durante a entrevista, Marcela Trópia também comentou os desafios do Partido Novo para superar a cláusula de barreira, o papel do ex-governador Romeu Zema no cenário nacional, a disputa presidencial de 2026, a relação entre Novo e PL, além das articulações para a sucessão do governo de Minas Gerais.Assista à entrevista completa e confira os bastidores das eleições de 2026, o futuro do Novo em Minas e as estratégias do partido para ampliar sua representação no Congresso Nacional.

  31. 516

    Dirigente estadual do PCdoB-MG, Jô Moraes | Café com Política

    O PCdoB de Minas Gerais vai priorizar nas eleições de outubro a tentativa de voltar a ocupar uma cadeira na Câmara dos Deputados. A última vez em que isso ocorreu foi na legislatura encerrada em 2018, com Jô Moraes, hoje secretária estadual de Formação e Propaganda do partido. Em entrevista ao Café com Política, que vai ao ar no canal de O TEMPO no Youtube, a ex-deputada disse que a estratégia para alcançar a meta de retorno ao parlamento passa pelo enfrentamento das fake news e diálogo com as redes sociais.

  32. 515

    Vereadora do PSOL-BH, Iza Lourença | Café com Política

    Em entrevista ao Café com Política, a vereadora Iza Lourença, umas das principais lideranças do PSOL em Minas, diz que a sigla enxerga uma janela de oportunidade para tentar devolver o governo de Minas ao campo progressista. Segundo ela, a atual gestão do ex-governador Romeu Zema (Novo) e do governador Mateus Simões (PSD) tem alta rejeição do eleitorado. O nome do ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil é cogitado para compor a aliança, “desde que ele não se junte às forças conservadoras do estado”. 

  33. 514

    Presidente do PSB-MG e prefeito de Conceição do Mato Dentro, Otacílio Costa | Café com Política

    Sem garantias de que o senador Rodrigo Pacheco disputará o Palácio Tiradentes em 2026, o  diretório estadual do PSB, ao qual o parlamentar é filiado,  já levanta nomes de outros membros da agremiação como opções para viabilizar uma candidatura própria da legenda ao governo de Minas Gerais. “O PSB está pronto para lançar outros quadros qualificados”, confirmou o presidente da sigla no estado, Otacílio Costa. Em entrevista ao programa Café com Política, que será exibido nesta quarta-feira (27/5) no canal de O TEMPO, Otacílio não crava que Pacheco está fora da disputa, mas admite que o PSB já estuda, por exemplo, os nomes do ex-procurador-geral de Justiça de Minas Gerais Jarbas Soares Júnior e do empresário Josué Gomes – filho do ex-vice-presidente José Alencar – como opções para a corrida pelo Executivo mineiro. 

  34. 513

    Presidente do partido Novo-MG, Christopher Laguna | Café com Política

    Em entrevista ao Café com Política, o presidente do Partido Novo em Minas, Christopher Laguna, minimizou a troca de partido do governador Mateus Simões, que saiu do partido Novo, em outubro do ano passado, para se filiar ao PSD, e reafirmou que não abre mão do acordo firmado para que a sigla indicasse o nome do vice na chapa de Simões, que busca a reeleição ao governo de Minas. A íntegra da entrevista está disponível no canal de O TEMPO no Youtube.

  35. 512

    Deputado federal e presidente do PSDB-MG, Paulo Abi-Ackel | Café com Política

    Em entrevista ao Café com Política, o deputado federal Paulo Abi-Ackel, presidente do PSDB-MG, diz que a sigla está aberta para uma aliança com o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT), que é pré-candidato ao governo de Minas. "Aliança com Kalil dependerá se ele realmente quiser ser um candidato de centro", diz Abi-Ackel. Kalil, que está bem colocado nas pesquisas de intenção de voto para governador, também está no horizonte do PT, que busca uma alternativa para construir um palanque para o presidente Lula em Minas.  Abi-Ackel também defendeu o legado de Aécio Neves, que governou o estado entre por dois mandatos entre 2002 e 2010: “se dependesse da minha vontade, Aécio seria meu candidato ao governo de Minas”, disse. 

  36. 511

    Presidente do PDT-MG e deputado federal Mário Heringer | Café com Política

    Em entrevista ao Café com Política, o deputado federal Mário Heringer, que é presidente do PDT em Minas Gerais, diz que o PT está demorando a definir estratégia eleitoral em Minas e que seu partido, ao contrário, já conversou com siglas de vários espectros políticos. “Conversamos com PSOL e Rede, com o PSDB e com o União Brasil”, disse, “e estaremos com o que for mais conveniente eleitoralmente”

  37. 510

    Deputado estadual Eduardo Azevedo (PL-MG) | Café com Política

    Integrante de uma família de políticos de direita, o deputado estadual Eduardo Azevedo (PL) se considera o ‘mais ideológico’ dos três irmãos que atuam na vida pública. Além dele, dois irmãos também são políticos: o senador Cleitinho (Republicanos) e o ex-prefeito Gleidson Azevedo (Republicanos). Em entrevista ao programa Café com Política, disponível no canal de O TEMPO no Youtube, Azevedo, que vai tentar se reeleger no cargo de deputado estadual, diz que sempre “entrou mais nas pautas ideológicas dos que os irmãos”.

  38. 509

    Deputada Estadual Leninha (PT-MG) | Café com Política

    A deputada estadual Leninha (PT), que preside o Partido dos Trabalhadores em Minas Gerais, afirmou que a legenda aguarda um anúncio oficial do senador Rodrigo Pacheco (PSB) sobre a entrada ou não na disputa ao governo do estado até o dia 30 de maio. O prazo, inclusive, coincide com a previsão dada pelo próprio parlamentar para definir sobre a participação nas eleições de outubro. Em meio ao compasso de espera, o PT mineiro já tem uma lista com outros nomes que o partido cogita composições para as eleições. Além de quadros do próprio PT, as opções incluem figuras de outros partidos. Leninha também disse que os petistas trabalham a pré-candidatura de Marília Campos ao Senado como prioridade para o pleito de outubro.

  39. 508

    Bárbara Botega | Café com Política

    Pré-candidata do Novo a uma vaga na Câmara, Bárbara Botega celebra saída de irmão de Cleitinho da sigla: 'Graças a Deus foi embora'Em entrevista ao Café com Política, ex-secretária de Cultura também defendeu estratégia do ex-governador Romeu Zema de manter candidatura à PresidênciaA ex-secretária de Cultura de Minas Gerais e pré-candidata ao cargo de deputada federal, Bárbara Botega, defendeu a estratégia do partido Novo, do qual é filiada desde 2015, de resistir às investidas de outros partidos de direita para manter a candidatura solo na disputa pela Presidência da República. Para ela, a estratégia de colocar 'todos os ovos da direita na mesma cesta' é "um risco muito grande". "O STF, com uma canetada, pode tornar a chapa inelegível. Então, a questão é estratégica, da gente ter mais nomes nesse campo, independente de qualquer situação". disse. Questionada sobre a troca de partido do governador de Minas, Mateus Simões, que saiu do Novo e foi para o PSD, Botega disse que entendeu o movimento do ex-colega de partido. "De uma maneira pragmática para a campanha, para a continuidade dele enquanto governador, seria importante que ele fizesse essa migração para o PSD". Já sobre o ex-prefeito de Divinópolis, Gleidson Azevedo, irmão do senador Cleitinho (Republicanos), que trocou o Novo pelo Republicanos, Botega foi mais direta: "Dei graças a Deus que foi embora", disse. "Nunca enxerguei no Gleidson uma pessoa que representasse de fato tudo o que foi o projeto do Novo", disparou.  

  40. 507

    Procurador regional eleitoral do MPF-MG, Tarcísio Henriques | Café com Política

    O procurador regional eleitoral do Ministério Público Federal em Minas Gerais (MPF-MG), Tarcísio Henriques, afirmou que os infiltrados do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho no pleito passado não foram eleitos. Mas, a chegada do crime organizado às eleições municipais, estaduais e federais tem crescido a cada ano e preocupa as instituições do Judiciário. A tentativa de barrar a entrada dos criminosos na estrutura de poder público exige a criação de uma rede de atuação de vários órgãos, que possam identificá-los antes que sejam eleitos. Para o procurador, a participação da população é essencial para que os nomes ligados às facções sejam denunciados.As denúncias podem ser feitas de forma anônima pelos Correios, com correspondência a ser enviada para a Avenida Brasil, 1.877, bairro Funcionários, Belo Horizonte, com o CEP: 30.140-007. Existe ainda a possibilidade de contato pelo site do MPF, no endereço www.mpf.mp.br, clicando no canal "denúncia e pedido de informação". Neste caso é necessário se identificar. É possível, porém, solicitar na correspondência o sigilo dos dados de quem está repassando as informações.

  41. 506

    Newton Cardoso Jr | Café com Política

    O deputado federal Newton Cardoso Júnior, presidente do MDB em Minas Gerais, afirmou que o PT tentou articular uma movimentação para assumir o controle do partido no estado.Segundo ele, uma autoridade petista chegou a procurar a legenda para discutir condições de filiação do senador Rodrigo Pacheco, hoje no PSB. Apesar disso, Newton garante que a unidade interna do MDB impediu a manobra e assegurou a manutenção de uma candidatura própria ao governo de Minas.Na entrevista, o dirigente também explica a escolha de Gabriel Azevedo como nome da legenda, analisa o cenário eleitoral e comenta a força de Cleitinho, além das dificuldades que Alexandre Kalil pode enfrentar na disputa.

  42. 505

    Ben Mendes | Café com Política

    O pré-candidato ao governo de Minas Gerais Ben Mendes (Missão) defendeu uma política de “alta eficácia na letalidade” no combate às facções criminosas no Estado. Em entrevista ao Café com Política, exibida nesta quinta-feira (14/5), ele afirmou que policiais terão respaldo para agir em confrontos e criticou adversários da disputa ao Palácio Tiradentes.“Minas Gerais virou um ambiente no qual as facções criminosas estão já achando que vão se criar em Minas e já estão dominando territórios em Minas. Isso é um poder paralelo”, afirmou.Segundo Ben Mendes, o enfrentamento ao crime organizado deve ocorrer “com letalidade eficaz”. “O próximo governador do Estado, que serei eu, se assim Deus permitir, nós vamos combater veementemente o crime organizado, as facções criminosas, com uma política de alta eficácia na letalidade”. O pré-candidato afirmou ainda que “a tropa está autorizada a prender ou matar”. “Se não oferecer resistência, vai prender. Se oferecer resistência ostensiva ou resistência tácita, o policial do Estado de Minas Gerais estará autorizado a neutralizar esse sujeito”. Na entrevista, Ben Mendes também fez críticas ao vice-governador Mateus Simões (PSD), ao ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT) e ao senador Cleitinho (Republicanos)Sobre Mateus Simões, o pré-candidato do Missão afirmou que ele “representa o Centrão”. “O Mateus é do PSD. O PSD é o partido do Kassab. O Kassab é o típico Centrão”, avaliou. Ao analisar Alexandre Kalil, Ben Mendes citou a condenação por improbidade administrativa. “O Kalil foi condenado por desonestidade administrativa. Como uma pessoa que é reconhecida formalmente como desonesto como administrador se coloca como pré-candidato ao governo do Estado?”, questionou.Já sobre Cleitinho, Ben Mendes afirmou que o senador “é de esquerda”. “O Cleitinho é de esquerda. Todas as vezes que o Cleitinho tem para votar com a esquerda, ele vota com a esquerda”, argumentou. Questionado sobre a pré-candidatura, Ben Mendes justificou a entrada na política afirmando que o cenário nacional motivou a decisão de aceitar o convite do Partido Missão. “O Brasil está vivenciando um tempo muito complicado. Nós estamos em um país quebrado, um país rumo ao colapso”. O pré-candidato afirmou ainda que recusou convites de outras legendas antes de se filiar ao partido.“Os outros partidos têm sido quase que balcão de negócios”, criticou.Durante a entrevista, Ben Mendes também descartou a possibilidade de usar a pré-candidatura ao governo para negociar outro cargo nas eleições de 2026. “Eu sustentarei essa pré-candidatura até se tornar candidatura. O eleitor não merece ser enganado”, afirmou.

  43. 504

    Paulo Brant | Café com Política

    Vice-governador durante o primeiro mandato de Romeu Zema (Novo) no Executivo de Minas, Paulo Brant diz que não se “encanta” com a pré-candidatura do ex-correligionário à Presidência da República por considerar a visão política dele “pobre” para os tempos atuais. Além disso, apesar de considerar que o ex-governador teve “boas intenções” à frente da administração estadual, Brant acredita que a gestão não teve capacidade política de viabilizar os projetos que tinha em mente. A avaliação foi feita durante o programa Café com Política, exibido nesta quarta-feira (13/5) no canal no YouTube de O TEMPO.Para Brant, a postura de Zema ocupa um lugar “sincero” de indignação. Na pré-campanha, o ex-governador tem adotado uma postura crítica e de embate com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).Brant afirma que não teve desavenças pessoais com Zema quando participou do primeiro mandato dele, entre 2019 e 2022. Entretanto, no momento, tem uma visão política diferente da do presidenciável.“Não é uma candidatura que me encanta pela visão de mundo que ele tem. Mas respeito. Eu entendo que a visão de mundo dele é um pouco pobre do ponto de vista dos tempos de hoje, do respeito à política, à participação do Estado. Eu acho que a visão do Partido Novo é ultraliberal, liberal demais no sentido de dar um peso muito pequeno à importância do papel do governo, do bom governo.”Para o ex-vice-governador, a preocupação, atualmente, deveria ser tornar o governo mais eficaz e com melhor atendimento para a população. Ele cita, como exemplo, as pautas de privatização.“É impensável no século XXI uma sociedade sem governo. Então, essas propostas muito radicais de ‘vamos privatizar a Petrobras’, isso não é o relevante, o relevante são outras coisas.”Ao ser questionado sobre uma avaliação dos dois mandatos de Zema, Brant considerou a tarefa difícil. Ele também foi filiado ao Partido Novo e adotou uma postura de ‘mea culpa’ sobre os problemas de articulação política da legenda.“Quando eu entrei no Partido Novo, eu tinha muita expectativa em relação ao nosso governo. Aquela época era meu governo também. Por quê? Porque a gente entrou completamente livre para fazer o que a gente entendia que era melhor, porque a nossa eleição não teve apoio de deputado nenhum, de prefeito nenhum”, explica. “Mas o partido, e aí eu me incluo, porque eu estava ali dentro, nós não tivemos capacidade de construir apoios políticos.”Por conta disso, Brant acredita que a gestão de Zema não conseguiu tirar alguns projetos do papel. “Acho que o governo ficou devendo, ficou devendo porque ele não teve capacidade política. Havia até boas intenções, mas não teve capacidade política de viabilizar os projetos que ele tinha em mente.”

  44. 503

    Domingos Sávio | Café com Política

    A cúpula do PL vai se reunir nesta terça-feira (12/5) em Brasília e deve decidir sobre o rumo das eleições em Minas Gerais. Ao Café com Política, o deputado federal Domingos Sávio (PL) reforçou que há, no momento, três caminhos. Os mais prováveis são o lançamento de uma candidatura própria ou uma possível aliança com o senador Cleitinho (Republicanos), para unir a direita em torno das eleições para o governo estadual. O deputado reforçou que a terceira hipótese, de o partido estar junto de Mateus Simões (PSD), só poderá ser viabilizada se Romeu Zema (Novo) não estiver como cabeça de chapa, pois Simões precisaria estar na campanha junto do senador Flávio Bolsonaro (PL).Nesta semana, Domingos Sávio está deixando a presidência estadual do PL para se dedicar à pré-campanha para o Senado Federal. Ao Café com Política, ele também falou dos planos de expansão do partido, que pretende aumentar a bancada mineira no Congresso Nacional e também o número de deputados estaduais em Minas. Criticou ainda a decisão do ministro Alexandre de Moraes, de suspender a aplicabilidade da Lei da Dosimetria.

  45. 502

    Bruno Pedralva | Café com Política

    Em entrevista ao Café com Política, o vereador Dr. Bruno Pedralva (PT) fez duras críticas à decisão da Prefeitura de Belo Horizonte de promover cortes e demissões no Sistema Único de Saúde (SUS), com impacto direto sobre o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). Médico e em seu segundo mandato na Câmara Municipal, Pedralva afirmou que a medida compromete o atendimento à população, especialmente em um momento de alta demanda provocada por doenças respiratórias. “A saúde já opera no limite. Reduzir equipes significa aumentar o tempo de espera e, no caso do SAMU, isso pode custar vidas”, declarou.Segundo o parlamentar, a opção do Executivo por cortar gastos na saúde é politicamente equivocada e socialmente injusta. Ele citou pesquisas eleitorais recentes que apontam a saúde como o principal problema da capital e questionou a priorização orçamentária da Prefeitura. Pedralva comparou as demissões no SAMU com despesas em outras áreas, como subsídios ao transporte público e cargos comissionados, e afirmou que não há “gordura” a ser cortada no SUS. Para ele, atribuir à saúde a responsabilidade pelo déficit municipal ignora o crescimento dos repasses federais e o papel de Belo Horizonte como polo regional de atendimento.Durante a conversa com o jornalista Léo Mendes, o vereador também destacou que o tema provocou uma mobilização incomum na Câmara, reunindo parlamentares de diferentes campos políticos, como PT e PL, contra as demissões. De acordo com Pedralva, ao menos 16 vereadores já se posicionaram publicamente pela suspensão dos cortes, e o Ministério Público foi acionado para avaliar a legalidade das medidas. Ele alertou para os riscos operacionais de reduzir equipes do SAMU, especialmente em atendimentos de alta complexidade, como casos de parada cardiorrespiratória, e disse esperar uma decisão judicial que garanta o direito fundamental à saúde.Além da saúde, Pedralva criticou a atuação da gestão do prefeito Álvaro Damião (UNIÃO) em áreas como infraestrutura, educação e políticas para a população em situação de rua. Na avaliação do vereador, falta capacidade de gestão e diálogo com servidores e movimentos sociais. Ele defendeu a negociação com professores em greve, o fortalecimento de políticas públicas baseadas em evidências científicas e se posicionou contra propostas de internação compulsória como regra para dependência química, classificando-as como ineficazes.Ao final da entrevista, Pedralva confirmou que é pré-candidato a deputado estadual em 2026, afirmando que pretende levar para a Assembleia Legislativa a defesa do SUS, dos direitos sociais e das pautas que, segundo ele, têm sido negligenciadas pelo Executivo municipal. Mesmo com a pré-candidatura, garantiu que seguirá atuando na Câmara de Belo Horizonte e liderando a oposição aos cortes na saúde.

  46. 501

    Larissa Dias | Café com Política

    No Café com Política de hoje, recebemos Larissa Dias, assessora especial do governador de Minas Gerais, Matheus Simões.Na entrevista, ela detalha os primeiros passos do novo governo, as prioridades da gestão, o projeto de “governo presente” no interior e os principais desafios até o fim do mandato.A conversa também aborda temas como: Diferenças entre as gestões de Romeu Zema e Matheus Simões  Investimentos em saúde, educação e segurança  Escolas cívico-militares e políticas públicas  Situação fiscal de Minas Gerais  Cenário eleitoral e projeções políticas Ouça à entrevista completa e entenda os bastidores da política mineira.

  47. 500

    Pedro Roussef | Café com Política

    O vereador de Belo Horizonte e sobrinho-neto de Dilma Rousseff, Pedro Rousseff (PT), acredita que a ex-presidente não deve retomar tão cedo à política. Atualmente, Dilma lidera o Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), conhecido como Banco dos BRICS, e, conforme Pedro, tem ainda mais três anos de mandato à frente da instituição. Em entrevista ao programa Café com Política, exibido nesta quinta-feira (7/5) no canal no YouTube de O TEMPO, o parlamentar ainda teceu críticas ao ex-deputado federal e articulador do impeachment de Dilma, Eduardo Cunha (Republicanos), que pretende retornar ao Congresso Nacional por Minas Gerais.“O presidente Lula faz um trabalho excepcional na defesa do Brasil. Agora, a Dilma faz um trabalho hoje para além de defender o nosso país - ela defende as economias emergentes. Nós temos que ter alguém com a competência técnica, com a garra, com a honestidade de Dilma Rousseff para poder ficar à frente do maior banco do mundo, para poder fazer debates que são muito importantes”, diz o vereador.Uma dessas pautas é o que Pedro chama de “desdolarização” da economia global. No caso, o trabalho de Dilma na presidência do Banco do Brics prevê uma valorização dos países emergentes em detrimento dos Estados Unidos.“Hoje nós somos basicamente escravos dos Estados Unidos porque toda transação comercial que nós temos hoje entre países é feita em dólar. Ao mesmo tempo, uma das grandes tarefas dela no banco é democratizar as transações internacionais, para que, quando a gente venda a nossa carne para a China, seja paga essa transação em real ou em moeda chinesa”, explica.Dilma foi eleita presidente do Brasil em 2010 e reeleita em 2014, entretanto, um processo de impeachment articulado por Eduardo Cunha a tirou do cargo em 2016. Ao Café com Política, Pedro Rousseff diz não haver arrependimentos por parte da ex-presidente, e tece críticas aos que votaram a favor da derrubada do mandato dela.“É justamente por isso que ela caiu, porque foi uma presidenta honesta, que camaradas como esses, como Eduardo Cunha, que até recentemente estava preso, tiraram ela”, diz. “Eu quero saber onde está minha tia hoje em dia e onde está Eduardo Cunha? Onde está Aécio Neves hoje? Esquecidos na política. E Dilma não, ela está na presidência do maior banco do mundo, representando o nosso país nos interesses globais, fazendo um trabalho de quase como vários presidentes juntos. Enquanto a Dilma é o nosso orgulho, todos aqueles que, de fato, tiraram o cargo dela, como Cunha, Aécio, entre tantos outros, estão aí esquecidos na política.”Atualmente, Eduardo Cunha está construindo uma base eleitoral em Minas Gerais, para viabilizar o nome do estado para o pleito de 2026, ponto também abordado por Pedro Rousseff.“Será que ele vê a gente como um curral eleitoral que ele pode simplesmente chegar aqui comprando o povo para ser eleito deputado federal, para poder voltar para o Congresso Nacional?”, questiona o vereador.

  48. 499

    Cristiano Caporezzo | Café com Política

    O deputado estadual Cristiano Caporezzo (PL) acredita que seu partido tem todas as condições de lançar um candidatura própria ao governo de Minas neste ano, mas também não descarta uma aliança com o senador Cleitinho (Republicanos). A avaliação foi feita em entrevista ao programa Café com Política, exibido no canal de O TEMPO no Youtube, em que o parlamentar, que é pré-candidato a deputado federal, falou dos planos do PL e criticou o atual governo do estado. Confira os principais trechos da entrevista

  49. 498

    Cristiano Silveira | Café com Política

    No Café com Política, a jornalista Letícia Fontes entrevista o deputado estadual Cristiano Silveira (PT), que analisa o cenário eleitoral em Minas Gerais para 2026.O parlamentar comenta a possível candidatura de Rodrigo Pacheco ao governo do estado, os planos do PT caso o senador não entre na disputa e o fortalecimento do partido em Minas. Silveira também fala sobre alianças políticas, o papel de Marília Campos na corrida ao Senado e possíveis composições com outros nomes, como Alexandre Kalil.Durante a entrevista, o deputado faz duras críticas ao governo Romeu Zema e à gestão de Matheus Simões, abordando temas como segurança pública, educação, uso da máquina pública e denúncias recentes envolvendo secretarias do estado.

  50. 497

    Braulio Lara | Café com Política

    Em entrevista ao Café com Política, o vereador de Belo Horizonte Braulio Lara (Novo) destacou o seu trabalho de fiscalização e à atuação em temas considerados sensíveis na cidade. Sobre a população em situação de rua, o parlamentar defendeu que o tema seja tratado como questão de saúde pública, assistência social e segurança.Ele voltou a defender a internação involuntária em casos graves de dependência química e afirmou que a ocupação irregular de vias e calçadas não pode ser naturalizada. “Direitos precisam valer para todos”, disse.Na área de mobilidade urbana, Braulio Lara destacou a implantação da motofaixa em Belo Horizonte e criticou a dependência excessiva do sistema de ônibus. Como presidente da Comissão de Mobilidade Urbana da Câmara Municipal, o vereador cobrou mais transparência nos subsídios ao transporte coletivo e defendeu maior concorrência no setor com a aproximação da nova concessão, prevista para 2028.Durante a entrevista aos jornalistas Janaína Fonseca e Léo Mendes, Braulio Lara também falou sobre a Lagoa da Pampulha. Ele disse que a CPI sobre o tema revelou indícios de corrupção e mau uso de recursos públicos, mesmo após investimentos bilionários sem resultado na despoluição. Para o vereador, cabe ao Legislativo fiscalizar e encaminhar as irregularidades aos órgãos competentes. “A CPI é o início do processo. Sem fiscalização, o dinheiro do contribuinte é desperdiçado”, declarou.Para as Eleições 2026, o parlamentar confirmou que é pré-candidato a deputado federal pelo Partido Novo. Segundo ele, a intenção é levar ao Congresso pautas ligadas à fiscalização do gasto público, mobilidade, segurança e políticas sociais com foco em resultados.A entrevista na íntegra com Braulio Lara vai ao ar na segunda-feira, 4 de maio, às 9 horas, no canal de O TEMPO no YouTube.

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