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Hoje eu acordei com saudade do meu pai

An episode of the Reflexões Resilientes podcast, hosted by Fabiano Vieira, titled "Hoje eu acordei com saudade do meu pai" was published on July 10, 2025 and runs 2 minutes.

July 10, 2025 ·2m · Reflexões Resilientes

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Hoje eu acordei com saudade do meu paiNão foi uma saudade qualquer. Foi daquelas que batem no peito feito tambor surdo, silenciosa por fora, barulhenta por dentro.Acordei com a voz dele ecoando em alguma parte da minha memória. Com o jeito dele de falar meu nome, de rir das minhas histórias, de fingir bravura mas ser um coração mole quando ninguém estava olhando. Ele partiu no dia 3 de fevereiro. E por mais que o tempo tenha passado, tem dias que a ausência pesa mais. Hoje foi um desses dias.Talvez seja porque em breve eu vou levar as cinzas dele para o último descanso. Um ritual simbólico, eu sei. Mas também necessário. É como se cada gesto agora tivesse o poder de selar a despedida que, na verdade, nunca vai ser completa.Porque quem a gente ama de verdade não vai embora por completo.Ele ainda aparece nos meus gestos, nas minhas decisões, na forma como eu olho o mundo.Ele vive em mim, mesmo que às vezes eu me pegue querendo ouvi-lo só mais uma vez.Nem que fosse pra dizer uma besteira. Nem que fosse só pra ficar em silêncio junto.Hoje eu acordei com saudade do meu pai.E talvez amanhã também.Mas é nessa saudade que eu encontro a força pra seguir… com ele em mim.

Hoje eu acordei com saudade do meu pai


Não foi uma saudade qualquer. Foi daquelas que batem no peito feito tambor surdo, silenciosa por fora, barulhenta por dentro.
Acordei com a voz dele ecoando em alguma parte da minha memória. Com o jeito dele de falar meu nome, de rir das minhas histórias, de fingir bravura mas ser um coração mole quando ninguém estava olhando.

Ele partiu no dia 3 de fevereiro. E por mais que o tempo tenha passado, tem dias que a ausência pesa mais. Hoje foi um desses dias.

Talvez seja porque em breve eu vou levar as cinzas dele para o último descanso. Um ritual simbólico, eu sei. Mas também necessário. É como se cada gesto agora tivesse o poder de selar a despedida que, na verdade, nunca vai ser completa.

Porque quem a gente ama de verdade não vai embora por completo.
Ele ainda aparece nos meus gestos, nas minhas decisões, na forma como eu olho o mundo.

Ele vive em mim, mesmo que às vezes eu me pegue querendo ouvi-lo só mais uma vez.

Nem que fosse pra dizer uma besteira. Nem que fosse só pra ficar em silêncio junto.

Hoje eu acordei com saudade do meu pai.

E talvez amanhã também.

Mas é nessa saudade que eu encontro a força pra seguir… com ele em mim.

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