Meditação Matinal da Igreja Adventista - 10/05/2020  episode artwork

EPISODE · May 10, 2020 · 3 MIN

Meditação Matinal da Igreja Adventista - 10/05/2020

from Comunhão Diária · host Othoni Vinícius de Paula

O outro nome do amor. Autoria Pr. Zinaldo Santos. Leitura por @Othoni.Vinicius Honra teu pai e tua mãe. Êxodo 20:12 Amado Nervo, poeta mexicano, disse que a perpetuação da vida foi confiada “pelo Ser dos seres à mulher” (Plenitud, p. 13). Em essência, ela carrega em si uma vocação básica pela maternidade. Esse é seu privilégio maior, sua profissão primeira, sua missão sagrada. Seu instinto fundamental é sentir em profundidade, aceitar e superar desafios. Mais do que ninguém, ela sabe acolher e doar-se. É a rainha que pela força do desprendimento e pela graça da ternura se torna poderosa. Se o amor de Deus encontra paralelo em algo no mundo, sem dúvida, essa semelhança é visível no amor de mãe. Amor incondicional, pois não leva em conta o merecimento do ser amado. Amor que se dá sem esperar nem exigir nada em troca. Amor capaz de sacrificar a vida pelo bem dos filhos. Amor grande, sublime, majestoso, virtuoso e puro. Amor humilde e perene. Amor que instrui, orienta, guia e protege, com ternura e sabedoria. Assim, o extraordinário amor de mãe nos ajuda a compreender, ainda que palidamente, a eloquente expressão do amor divino por nós. É-nos dito que a mãe “tem em seu poder o modelar o caráter dos filhos para que estejam capacitados para a vida mais alta, imortal. Um anjo não desejaria missão mais elevada; pois em fazendo seu trabalho ela está realizando serviço para Deus. […] Ela não tem, como o artista, de pintar na tela uma bela forma, nem, como o escultor, de cinzelá-la em mármore. Não tem, como o escritor, de expressar um nobre pensamento em eloquentes palavras, nem, como o músico, de exprimir em melodia um belo sentimento. Cumpre-lhe, com o auxílio divino, gravar na alma humana a imagem de Deus” (Ellen White, O Lar Adventista, p. 231, 237). Por tudo isso, hoje é o dia de especialmente honrar esse amor, conforme o mandamento divino, e de expressar gratidão por ele. Hoje é o dia de renovar o propósito de fazer de todos os dias um dia das mães. Em todos os dias, ser melhores filhos, demonstrar amor, carinho e gratidão. Em todos os dias, manifestar por elas o devido respeito. Um dia, terminada a carreira terrestre, quando mães e filhos se apresentarem diante do trono de Deus com suas coroas de glória imortal, muitos filhos ali serão testemunhos vivos do amor e dedicação de mães que, pela graça de Deus, os encaminharam para a salvação eterna. Essa será a maior e mais significativa homenagem tributada às mães.

O outro nome do amor. Autoria Pr. Zinaldo Santos. Leitura por @Othoni.Vinicius Honra teu pai e tua mãe. Êxodo 20:12 Amado Nervo, poeta mexicano, disse que a perpetuação da vida foi confiada “pelo Ser dos seres à mulher” (Plenitud, p. 13). Em essência, ela carrega em si uma vocação básica pela maternidade. Esse é seu privilégio maior, sua profissão primeira, sua missão sagrada. Seu instinto fundamental é sentir em profundidade, aceitar e superar desafios. Mais do que ninguém, ela sabe acolher e doar-se. É a rainha que pela força do desprendimento e pela graça da ternura se torna poderosa. Se o amor de Deus encontra paralelo em algo no mundo, sem dúvida, essa semelhança é visível no amor de mãe. Amor incondicional, pois não leva em conta o merecimento do ser amado. Amor que se dá sem esperar nem exigir nada em troca. Amor capaz de sacrificar a vida pelo bem dos filhos. Amor grande, sublime, majestoso, virtuoso e puro. Amor humilde e perene. Amor que instrui, orienta, guia e protege, com ternura e sabedoria. Assim, o extraordinário amor de mãe nos ajuda a compreender, ainda que palidamente, a eloquente expressão do amor divino por nós. É-nos dito que a mãe “tem em seu poder o modelar o caráter dos filhos para que estejam capacitados para a vida mais alta, imortal. Um anjo não desejaria missão mais elevada; pois em fazendo seu trabalho ela está realizando serviço para Deus. […] Ela não tem, como o artista, de pintar na tela uma bela forma, nem, como o escultor, de cinzelá-la em mármore. Não tem, como o escritor, de expressar um nobre pensamento em eloquentes palavras, nem, como o músico, de exprimir em melodia um belo sentimento. Cumpre-lhe, com o auxílio divino, gravar na alma humana a imagem de Deus” (Ellen White, O Lar Adventista, p. 231, 237). Por tudo isso, hoje é o dia de especialmente honrar esse amor, conforme o mandamento divino, e de expressar gratidão por ele. Hoje é o dia de renovar o propósito de fazer de todos os dias um dia das mães. Em todos os dias, ser melhores filhos, demonstrar amor, carinho e gratidão. Em todos os dias, manifestar por elas o devido respeito. Um dia, terminada a carreira terrestre, quando mães e filhos se apresentarem diante do trono de Deus com suas coroas de glória imortal, muitos filhos ali serão testemunhos vivos do amor e dedicação de mães que, pela graça de Deus, os encaminharam para a salvação eterna. Essa será a maior e mais significativa homenagem tributada às mães.

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