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Comunhão Diária

Podcast Diário contendo a Meditação Diária, Meditação da Mulher, Meditação Jovem e Lição da Escola Sabatina, da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Eventualmente Episódios das séries: "Pergunte ao Pastor" e "Teologia atraente" TAGS: Meditação Matinal; Meditações Diárias; IASD.

  1. 304

    Lição da Escola Sabatina - 07/06/2020

    O historicismo e as profecias O método fundamental aplicado pelos Adventistas do Sétimo Dia para estudar as profecias chama-se historicismo. É a ideia de que muitas das principais profecias da Bíblia seguem um fluxo linear ininterrupto da História, do passado ao presente, e ao futuro. Esse método é semelhante à maneira pela qual a História é estudada nas escolas. Adotamos esse método porque a própria Bíblia interpreta as profecias dessa maneira. 1. Leia Daniel 2:27-45. Quais aspectos do sonho indicam uma sucessão contínua e ininterrupta de poderes ao longo da História? De que maneira a própria Bíblia nos mostra como interpretar a profecia apocalíptica (relacionada ao tempo do fim)? _________________________________________________ Observe que o reino de Nabucodonosor é reconhecido como a cabeça de ouro. Portanto, Daniel identificou Babilônia como o primeiro reino (Dn 2:38). Em seguida, ele disse: “Depois de ti, se levantará outro reino, inferior ao teu; e um terceiro reino” (Dn 2:39) e depois um quarto (Dn 2:40). O fato de que esses reinos tinham uma sequência, um após o outro, sem quaisquer lacunas, também está implícito na própria estátua, pois cada reino é representado em partes de um corpo maior, movendo-se da cabeça aos dedos dos pés. Essas partes estavam conectadas, assim como o tempo e a História estão conectados. Em Daniel 7 e 8, em vez de uma estátua, são usados símbolos específicos de animais para ensinar sobre os mesmos acontecimentos. Vemos uma sequência ininterrupta de quatro reinos terrestres (três em Daniel 8). Eles começam na Antiguidade e atravessam a História até o presente e o futuro, quando Cristo retornará, e Deus estabelecerá Seu reino eterno. Portanto, a estátua de Daniel 2 e as sucessivas visões de Daniel 7 e 8 proveram o fundamento para a interpretação historicista protestante das profecias, que os Adventistas do Sétimo Dia ainda defendem. 2. Leia João 14:29. Segundo as palavras de Jesus, como as profecias podem funcionar? Assinale a alternativa correta: A.(  ) Como sinais para confirmar nossa fé no Senhor. B.(  ) Como indicações para calcularmos a data da volta de Cristo. Que enorme vantagem temos hoje, em relação a alguém que viveu no tempo de Babilônia, considerando que grande parte da história já se passou?

  2. 303

    Meditação Matinal da Igreja Adventista - 07/06/2020

    Do desespero à felicidade. Autoria Pr. Zinaldo Santos. Leitura por @Othoni.Vinicius As mulheres disseram a Noemi: Seja o Senhor bendito, que não deixou, hoje, de te dar um neto que será teu resgatador, e seja afamado em Israel o nome deste. Ele será restaurador da tua vida e consolador da tua velhice, pois tua nora, que te ama o deu à luz. Rute 4:14, 15 Em setembro de 2015, a foto do corpinho morto de Aylan Kurdi em uma praia da Turquia chocou o mundo. Procedente da cidade turca de Bodrum, o bote que levava outras pessoas, incluindo a família de Aylan, dirigia-se à ilha de Kos, mas não chegou ao destino. Da família Kurdi, morreram Aylan, de três anos, seu irmão, de cinco anos, e sua mãe, de 35 anos. O pai, Abdulá, foi resgatado pela guarda costeira turca. Os passageiros do bote tentavam fugir da perseguição de extremistas islâmicos e, certamente, ampliariam o número dos cerca de 70 milhões de refugiados que, segundo a Agência das Nações Unidas para Refugiados, espalham-se pelo mundo, tentando recomeçar a vida em outros países. Há outras razões, além de conflitos bélicos, pelas quais pessoas deixam suas origens em busca de melhores condições de sobrevivência. Pobreza e calamidades naturais estão entre elas. No Brasil, o fenômeno da seca tem empurrado muitas pessoas para centros mais desenvolvidos. Há quem obtenha êxito; mas também há quem se dê mal e retorne à terra natal. Esse lado amargo do êxodo em busca de melhores condições de vida foi experimentado pela israelita Noemi. Por causa de uma grande seca que se abateu sobre Israel, ela deixou Belém de Judá rumo às terras de Moabe junto ao esposo, Elimeleque, e os filhos, Malon e Quiliom. Lá ficou viúva, restando-lhe a companhia dos filhos e das noras moabitas, Rute e Orfa. No entanto, os filhos também morreram; e Noemi retornou a Belém na companhia de Rute, que aceitou servir ao Deus de Israel. As palavras com que reagiu aos comentários sobre sua chegada a Belém traduzem seu desespero: “Não me chameis Noemi; chamai-me Mara, porque grande amargura me tem dado o Todo-Poderoso. Ditosa eu parti, porém o Senhor me fez voltar pobre” (Rt 1:20, 21). Graças à providência de Deus, Rute foi colher espigas nos campos de Boaz, um parente do esposo de Noemi. Ambos se apaixonaram, casaram-se e, desse relacionamento, nasceu Obede que se tornou pai de Jessé, portanto, avô de Davi e ancestral de Jesus Cristo. O que mais Noemi poderia ter desejado? A esperança e a realização pessoal foram resgatadas em seu coração, uma bênção do Deus que nos conduz, mesmo quando sentimos o peso do mundo desabando sobre nós.

  3. 302

    Lição da Escola Sabatina - 06/06/2020

    A Bíblia e as profecias As profecias bíblicas são essenciais para nossa identidade e missão. Elas apresentam um mecanismo interno e externo para confirmar a exatidão da Palavra de Deus. Jesus disse: “Disse-vos agora, antes que aconteça, para que, quando acontecer, vós creiais” (Jo 14:29; veja também Jo 13:19). A pergunta crucial é: como podemos interpretar as profecias corretamente a fim de saber quando elas realmente aconteceram? Durante a Reforma, os reformadores adotaram o método historicista. Esse método é o mesmo que Daniel e João usaram como chave para sua própria interpretação. O método historicista considera as profecias um cumprimento progressivo e contínuo da História, começando no passado e terminando com o reino eterno de Deus. Nesta semana estudaremos os pilares da interpretação profética historicista. “Devemos ver na História o cumprimento da profecia, estudar as operações da Providência nos grandes movimentos reformatórios, e entender o progresso dos acontecimentos ao ver as nações ­mobilizando-se para o combate final do grande conflito” (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 8, p. 307). Um aperto de mão dado por um cristão pode transformar vidas. Experimente olhar para as pessoas como Cristo olhava!

  4. 301

    Meditação Matinal da Igreja Adventista - 02/06/2020

    Sempre alegres? Autoria Pr. Zinaldo Santos. Leitura por @Othoni.Vinicius Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo: alegrai-vos. Filipenses 4:4 Ao refletirmos sobre esse conselho de Paulo, podem surgir algumas perguntas: O que de fato o apóstolo quis dizer? Em nossa condição humana, não devemos nos permitir ficar tristes nem por um momento? É pecado nos sentir deprimidos? Acaso estariam certos aqueles que ensinam que toda oscilação nos sentimentos do cristão é falta de fé ou submissão ao controle do inimigo? Que dizer de Elias? Davi? Jó? E Cristo, ao dizer com toda transparência no Getsêmani: “A Minha alma está profundamente triste até à morte” (Mt 26:38)? Por que teria Ele chorado junto ao túmulo de Lázaro (Jo 11:35)? De fato, a alegria é um dos componentes do fruto do Espírito. Portanto, ela não é uma disposição natural do ser humano, mas dádiva de um poder sobrenatural; é alegria “no Senhor”, como afirmou Paulo. Não se trata do extravasamento de mero prazer segundo a visão popular: superficial, impulsivo, não raro associado à satisfação de algum desejo, mas um princípio que nos confere confiança, paz, bem-estar, serenidade, esperança, apesar das circunstâncias exteriores. O escritor francês Henri Pradel realça a superioridade da alegria plena sobre o prazer terrestre. Para ele, “a alegria é tão diferente do prazer como a joia difere do estojo que a encerra […]. O prazer é uma satisfação mais material, enquanto a alegria é mais espiritual; o prazer é mais tumultuoso, a alegria é mais profunda. O prazer é mais passageiro; a alegria, mais difusa; o prazer, mais localizado, a alegria é mais expansiva; o prazer é cansativo, extenuante às vezes; mas a alegria é sempre revigorante, reanimadora. A alegria é um estado, ela vem do interior; o prazer nos é oferecido de fora” (Os Lazeres: Meios de Formação, p. 147). Contudo, há um tipo de prazer que todos devemos sentir, e que é resultante do princípio da alegria interior: o prazer que se sobrepõe à dor. Paulo, mesmo tendo se referido ao espinho na carne que o atormentava, disse: “Pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias, por amor a Cristo. Porque quando sou fraco, então, é que sou forte” (2Co 12:10). A confortadora maravilha a ser lembrada neste dia é que o amor de Deus, Sua onipotência e Seu infinito interesse em nossa felicidade continuam inalteráveis em tempos de prosperidade ou de angústia. Assim, podemos enfrentá-los confiantes e com alegria.

  5. 300

    Meditação da Mulher - 04/06/2020

    Dons na maioridade Leitura por @ZaneDePaula A beleza dos jovens está na sua força; a glória dos idosos, nos seus cabelos brancos. Provérbios 20:29 Os desafios sempre fizeram parte da minha vida. Desde muito jovem, trabalhava e sempre tive muitas atividades na igreja. No entanto, quando avançamos na idade, pensamentos nos vêm, dizendo que não daremos conta de realizar as mesmas tarefas que fazíamos anteriormente. Tenho 6 anos e continuo ativa na gerência de meus negócios, além de desempenhar várias funções em minha igreja. Existem áreas, porém, nas quais a presença dos jovens tem maior predominância, como por exemplo na música. O Ministério da Música em minha igreja é muito atuante e predominantemente exercido pelos jovens. Temos uma banda com diversos instrumentos, e a maioria dos músicos tem aproximadamente anos de idade. E eles são muito talentosos. Além disso, temos um grupo de vocalistas num total 15 de pessoas. Pediram-me para assumir a direção do Ministério da Música. Para mim, isso foi um grande desafio. Como conseguiria trabalhar com uma geração tão diferente da minha? Senti que aquele convite era um chamado de Deus. Apesar de já estar atuando em outros ministérios, aceitei o chamado. Além de coordenar as equipes de músicos, também tenho a missão de convidar pessoas para cantar nos cultos. Não tenho nenhuma formação acadêmica na área musical. Acredito que quando Deus chama, Ele capacita. Muitas pessoas não me apoiaram, pois diziam que eu já tinha atividades demais e que já estava na idade de ficar quieta. Deus, porém, pode nos chamar a qualquer hora e nos dar forças e condições para exercitar nossos dons. No meu caso, acredito que fui chamada para dar equilíbrio e harmonia aos jovens. Temos desafios todos os dias. Entretanto, a cada desafio vencido, nos tornamos mais fortes. Sei que alguns podem me ver como uma pessoa idosa, mas Deus me vê de forma diferente. Ele me vê como alguém que ainda pode contribuir para Sua obra. Por isso respondi: “Eis-me aqui. Tenho saúde debilitada, sofri dois infartos, mas o Senhor conhece meu coração.” Como observado em Provérbios, os jovens têm força, mas, aos mais velhos, Deus dá sabedoria e experiência. Se acreditarmos que Deus está à frente de todas as coisas, não teremos o que temer. É o Espírito Santo quem faz a obra. Mercia Cajazeiro

  6. 299

    Lição da Escola Sabatina - 04/06/2020

    Fé e História. Não vivemos isolados. Nossas escolhas influenciam não apenas a nós mesmos, mas a outros também. Da mesma forma, muitas pessoas do antigo povo de Deus impactaram grandemente o futuro de outras. Em Hebreus 11, o famoso capítulo da fé, vemos um resumo da influência de muitos desses antigos heróis da fé. 5. Leia Hebreus 11:1-40. Quais lições podemos aprender com a vida desses heróis antigos? Enoque: _____________________________________ Noé: _______________________________________ Abraão: _____________________________________ Sara: ______________________________________ José: ______________________________________ Moisés: ____________________________________ Raabe: _____________________________________ Sansão: ____________________________________ Fé não é simplesmente uma crença em algo ou alguém; é agir em resposta a essa crença. É uma fé que atua; e isso é considerado como justiça. Esses atos de fé mudam a História. Cada um deles depende da confiança na Palavra de Deus. Noé agiu com fé quando construiu a arca, confiando na Palavra de Deus acima da experiência e da razão. Em virtude de nunca ter chovido, a experiência e a razão sugeriam que um dilúvio não tinha absolutamente nenhum sentido. Mas Noé obedeceu a Deus, e a humanidade sobreviveu. Abraão, então chamado Abrão, deixou Ur no sul da Mesopotâmia, a cidade mais sofisticada do mundo naquela época, e saiu, sem saber aonde Deus o levaria. Mas ele escolheu agir de acordo com a Palavra do Senhor. Moisés escolheu tornar-se um pastor levando o povo de Deus à Terra Prometida, em vez de se tornar o rei do Egito, o maior império do seu tempo. Ele confiou na voz do Todo-Poderoso chamando-o da sarça ardente. Raabe decidiu confiar nos relatos da libertação promovida por Deus. Ela protegeu os dois espias e se tornou parte da linhagem de Jesus. Sabemos tão pouco sobre como nossas decisões afetarão a vida de inúmeras pessoas nesta geração e nas que estão por vir!

  7. 298

    Meditação Matinal da Igreja Adventista - 04/06/2020

    Motivos do coração. Autoria Pr. Zinaldo Santos. Leitura por @Othoni.Vinicius Porque todos eles ofertaram do que lhes sobrava; ela, porém, da sua pobreza deu tudo quanto possuía, todo o seu sustento. Marcos 12:44 Construída em um período que durou 182 anos (1163-1345), a catedral de Notre-Dame, em Paris, é um dos monumentos históricos, culturais e artísticos mais conhecidos do mundo. A cada ano, recebia cerca de 13 milhões de visitantes. A riqueza artística do templo, entretanto, foi seriamente danificada por um incêndio que durou 14 horas, em 15 de abril de 2019, enquanto passava por reformas em sua estrutura. Ainda sob o impacto da fatalidade, empresários e celebridades se mobilizaram e ofereceram doações milionárias para a recuperação da igreja. Dois dias após o incêndio, já haviam sido garantidos mais de 3 bilhões de reais. Logo surgiram críticos usando as redes sociais para questionar a pronta generosidade, lembrando as muitas regiões e pessoas extremamente necessitadas no mundo que poderiam receber semelhante atenção. O que motivou tão grande generosidade por parte daqueles doadores? Podemos supor várias razões, mas unicamente Deus conhece os verdadeiros motivos do coração. No âmbito espiritual, sabemos muito bem que “é a motivação que dá sentido às nossas ações, deixando uma marca de vergonha ou de elevado valor moral. Não são as grandes coisas que todos os olhos veem e toda língua louva que Deus considera mais preciosas. Os pequenos deveres cumpridos com alegria, as pequenas dádivas que não são vistas por ninguém e podem parecer sem valor aos olhos humanos possuem, muitas vezes, o mais alto valor para Deus. Um coração de fé e amor é mais precioso para o Senhor do que as maiores dádivas” (Conselhos Sobre Mordomia, p. 175, 176). Ao doar “tudo quanto possuía”, a viúva mencionada por Jesus exemplificou essa realidade. Ninguém faria tanto, se o coração não transbordasse amor. Dedicar a Deus apenas as sobras da fartura que se possui não tem o mesmo significado do que Lhe entregar totalmente o pouco que se tem. Podemos ter certeza de que a fé que acompanha o amor nesse ato será recompensada pelo Pai. Contudo, não devemos pensar que a atitude de ofertar alguma coisa a Deus esteja limitada aos dons materiais. Ele também nos disponibiliza tempo e habilidades, a própria vida, que devemos render inteiramente a Seu serviço. Lembrando sempre que, conforme assinala o Comentário Bíblico Adventista (v. 5, p. 710, 711), “Deus está interessado na magnitude do amor e da consagração que a dádiva representa, não em seu valor monetário.”

  8. 297

    Meditação da Mulher - 03/06/2020

    Endireitando a vida. Leitura por @ZaneDePaula E ali estava uma mulher que tinha um espírito que a mantinha doente havia dezoito anos. Ela andava encurvada e de forma alguma podia endireitar-se. Ao vê-la, Jesus chamou-a à frente e lhe disse: “Mulher, você está livre da sua doença”. Então lhe impôs as mãos; e imediatamente ela se endireitou, e passou a louvar a Deus. Lucas 13:11–13 Jesus tinha uma atenção especial para com as mulheres. Ele sempre estava disposto a conversar com elas e atender às suas necessidades. Foi assim com a mulher junto ao poço de Jacó; a sogra adoentada de Pedro; as irmãs enlutadas, Maria e Marta; a viúva de Naim; a ilha de Jairo; a mulher com fluxo de sangue; e tantas outras. O evangelho de Lucas relata que certa vez, em um sábado, Jesus foi à sinagoga e ali encontrou uma mulher que andava encurvada. O problema que essa mulher enfrentava pode ser comparado à condição de muitas pessoas que, pelas circunstâncias difíceis da vida, andam prostradas e desanimadas. Quando uma pessoa anda encurvada, seu olhar se volta unicamente para baixo. Ela não tem esperança, sente-se triste e não consegue perceber as coisas boas que a cercam. O texto bíblico diz que, por si mesma, a mulher não podia se endireitar. Da mesma forma, muitos têm sofrido com a depressão, o medo, a frustração, a solidão e o desespero, sem conseguir encontrar uma saída. As pessoas podem permanecer nessa condição de sofrimento por muito tempo, assim como aquela mulher que estava doente havia 8 anos. Mas, apesar de sua enfermidade e incapacidade, ela não desistiu de confiar em Deus. A Bíblia diz que ela estava no templo quando Jesus a viu. Cristo sempre nos vê. Ele percebe nosso interesse por Sua presença e ouve nossas orações; nossa dor não Lhe passa despercebida. Jesus chamou aquela mulher, e ela foi até Ele. Da mesma forma, Jesus está chamando você. Hoje, Ele quer falar ao seu coração. Você não foi  abandonada. Assim como indireitou a vida daquela mulher, Ele também quer endireitar a sua. Não importa há quanto tempo você esteja enfrentando problemas, nem qual seja sua situação. Atenda ao chamado de Jesus e receba Seu milagre. Levante a cabeça e confie! Logo o milagre que você tanto precisa vai acontecer. Então, finalmente, você poderá louvar a Deus, como fez aquela mulher. Janaina Silva Xavier

  9. 296

    Lição da Escola Sabatina - 03/06/2020

    O Jesus histórico. 4. Leia Mateus 26:57-67; João 11:45-53; 18:29-31. Quem foi Caifás e qual foi seu papel na morte de Cristo? Quem foi Pôncio Pilatos? Qual foi a importância da sua decisão para que o Sinédrio realizasse seus objetivos? ________________________ Caifás foi um sumo sacerdote e instigou uma conspiração para buscar a morte de Jesus. Sua existência foi registrada também por Josefo, o historiador judeu que escreveu em nome dos romanos. “Além disso, ele também privou José, que também era chamado Caifás, do sumo sacerdócio e nomeou Jônatas, filho de Ananus, sumo sacerdote, para sucedê-lo” (Josephus Complete Works; Grand Rapids, MI: Kregel Publications, 1969, livro 18, capítulo 4, p. 381). Em 1990, uma tumba familiar foi descoberta ao sul de Jerusalém, contendo doze ossuários, ou caixas de ossos. As moedas e a cerâmica da tumba datam de meados do primeiro século d.C. O ossuário mais ornamentado, com vários conjuntos de ossos, contém o nome “José, filho de Caifás”. Muitos estudiosos acreditam que essa tenha sido a tumba e caixa de ossos de Caifás, o sumo sacerdote tão diretamente envolvido na morte de Jesus. Em 1961, uma inscrição com o nome de Pôncio Pilatos, governador da Judeia sob o imperador Tibério César, foi encontrada em uma pedra no teatro de Cesareia Marítima. Assim, em ambos os casos, algumas das principais figuras que envolvem a morte de Cristo foram confirmadas pela História. Historiadores seculares dos dois primeiros séculos também falam sobre Jesus de Nazaré. Tácito, historiador romano, escreveu sobre Cristo, Sua execução por Pôncio Pilatos no reinado de Tibério César e acerca dos primeiros cristãos em Roma. Plínio, o Jovem, governador romano, escreveu em 112–113 d.C. ao imperador Trajano, perguntando como deveria tratar os cristãos. Ele os descreveu dizendo que se reuniam em determinado dia antes do alvorecer, cantando hinos como se fosse para um deus. Essas descobertas arqueológicas e fontes históricas apresentam uma base adicional, extra-bíblica para a existência de Jesus, que foi adorado nos primeiros 50 anos após Sua morte. Os próprios evangelhos são as fontes primárias sobre Jesus, e devemos estudá-los cuidadosamente para aprender mais sobre Cristo e Sua vida. Embora seja sempre bom ter evidências arqueológicas que apoiem nossa fé, por que nossa fé não deve depender dessas provas, por mais úteis que elas possam ser?

  10. 295

    Meditação Matinal da Igreja Adventista - 03/06/2020

    Estamos em boas mãos. Autoria Pr. Zinaldo Santos. Leitura por @Othoni.Vinicius Vi, também, um anjo forte, que proclamava em grande voz: Quem é digno de abrir o livro e de lhe desatar os selos? Apocalipse 5:2 Em visão, o apóstolo João foi levado à sala do trono, o centro de controle do Universo. Ele conta o que viu: “Vi, na mão direita Daquele que estava sentado no trono, um livro escrito por dentro e por fora, de todo selado com sete selos” (Ap 5:1). Naqueles dias, os livros eram rolos. Se estivessem selados à semelhança do que foi mostrado a João seriam um testamento, um mandato legal. Escrito por dentro e por fora, era uma base celestial de dados com toda informação necessária para executar o plano da redenção. João percebeu que a abertura daquele livro significava salvação, portanto deveria ser aberto. Mas por quem? Essa foi a pergunta do anjo. A resposta veio de um dos anciãos: “Eis que o Leão da tribo de Judá, a Raiz de Davi, venceu para abrir o livro e seus sete selos” (v. 5). Cristo foi achado digno de abrir o livro. Ele é o Leão da tribo de Judá. “O Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!” (Jo 1:29). O Messias sofredor, que deu a própria vida como oferta pelo pecado de muitos, o único qualificado para aceitar o desafio de abrir aquele tratado sobre a redenção. Como nosso Redentor, Jesus tomou nosso caso em Suas mãos como se fosse Dele mesmo. Viveu, sofreu, morreu, ressuscitou e venceu! Tirou-nos das garras do adversário. “Tendo despojado os poderes e as autoridades, fez deles um espetáculo público triunfando sobre eles na cruz” (Cl 2:15, NVI). Seu propósito é nos levar ao Éden celestial. Soberano e régio, é um em poder e dignidade com Aquele que está sentado no trono. É o doador da vida, autor e consumador da fé. Comprometeu-Se a cumprir Sua responsabilidade redentora até às últimas consequências. Salvador e Senhor de todos nós, continua ativo no processo de salvação, como mediador entre Deus e o homem. Sua missão será consumada apenas quando abrir o sétimo selo. Esse é o objetivo final da História. Então, o drama do pecado estará terminado. O mal não subsistirá para sempre. O paraíso restaurado será entregue de novo a Seu criador. Pela graça divina, nós o habitaremos conforme o plano de Deus. Não foi sem significado que o profeta presenciou a explosão de louvor “Àquele que está assentado no trono e ao Cordeiro” (Ap 5:13). Alegre-se! Nosso passado, presente e futuro foram colocados nas mãos de Jesus. Se nos colocarmos nelas, estaremos no melhor lugar.

  11. 294

    Meditação da Mulher - 02/06/2020

    Orar e Confiar. Leitura por @ZaneDePaula

  12. 293

    Lição da Escola Sabatina - 02/06/2020

    Daniel, Nabucodonosor e Babilônia Em julho de 2007, um estudioso da Universidade de Viena estava trabalhando em um projeto no Museu Britânico quando encontrou um tablete da época de Nabucodonosor, rei de Babilônia. No tablete, ele encontrou o nome “Sarsequim” [Nebo-Sarsequim, NVI], o nome de um oficial babilônico mencionado em Jeremias 39:3. Sarsequim foi um dos muitos indivíduos, tanto reis como oficiais, que (graças à arqueologia) foram redescobertos da época de Daniel e Nabucodonosor. 3. Leia Daniel 1 e 5. Como as primeiras decisões de Daniel correspondem às ações de Deus em usá-lo como Seu servo e profeta para influenciar milhões de pessoas ao longo da História? _______________________________ Daniel resolveu firmemente (Dn 1:8) permanecer fiel a Deus em relação à sua alimentação e às suas orações. Esses bons hábitos, formados no início de sua experiência, tornaram-se o padrão que lhe daria força para sua longa vida. O resultado foi um pensamento claro, sabedoria e entendimento que vinham do Céu. Isso foi reconhecido por Nabucodonosor e Belsazar, de modo que Daniel foi elevado às posições mais altas do reino. Contudo, talvez mais importante, seu testemunho resultou na conversão do próprio rei Nabucodonosor (Dn 4:34-37). O rei era filho de Nabopolassar. Juntos, eles construíram uma cidade gloriosa, insuperável no mundo antigo (Dn 4:30). A cidade de Babilônia era enorme, com mais de 300 templos, um palácio espetacular e cercada por enormes muros duplos com cerca de 4 e 7 metros de espessura. Os muros eram intercalados por oito portões principais, todos nomeados em homenagem às principais divindades babilônicas. O mais famoso é o portão de Ishtar, escavado pelos alemães e reconstruído no Museu de Pérgamo, em Berlim. Em Daniel 7:4, Babilônia é descrita como um leão com asas de águia. O caminho de procissão que conduz ao portão de Ishtar é revestido com imagens de 120 leões. Uma imagem de um enorme leão lançando-se sobre um homem também foi encontrada durante escavações e permanece até hoje fora da cidade. Todas essas imagens testemunham do leão como símbolo apropriado para Babilônia, a Grande. A história bíblica e sua mensagem profética são confirmadas. Daniel 1:8 declara que o profeta resolveu firmemente. O que isso significa? Quais coisas você precisa decidir energicamente fazer ou deixar de fazer?

  13. 292

    Meditação Matinal da Igreja Adventista - 02/06/2020

    A Segunda Chance. Autoria Pr. Zinaldo Santos. Leitura por @Othoni.Vinicius

  14. 291

    Meditação da Mulher - 01/06/2020

    Clamor de uma mãe. Leitura por @ZaneDePaula Antes de clamarem, Eu responderei; ainda não estarão falando, e Eu os ouvirei. Isaías 65:24 Sou esposa de pastor. Quando estávamos trabalhando em nosso primeiro distrito, em Pirapora, Minas Gerais, Deus nos presenteou com um lindo bebê. Nós morávamos em uma casa grande e antiga, daquelas que um quarto tem acesso a outro. Certa noite, meu bebê, que tinha apenas três meses de idade, começou a chorar muito. Isso me deixou preocupada, pois eu não tinha nenhuma experiência. Além disso, meu esposo estava viajando para atender às igrejas. Quanto mais o bebê chorava, mais impotente me sentia. Então fui ao quarto, ajoelhei-me ao lado da cama e clamei a Deus: “Senhor, meu filho está chorando demais, não sei se ele tem fome, sede ou dor. A única coisa que sei é que o Senhor conhece todas as coisas, portanto, me ajude. Se for fome, coloque leite em meu peito, a fim de que possa amamentar o bebê.” Naquele exato momento, percebi que meu filho começou a diminuir o choro e que o Espírito Santo estava atuando sobre ele. Ainda em oração, pedindo por socorro, senti meus seios doerem. Deus providenciou o alimento para meu filho! Isso foi muito marcante para mim, pois estava sem leite. Você, que é mãe, sabe do que estou falando. Naquele instante, parei de pedir e, em lágrimas, comecei a agradecer a resposta imediata de Deus. Minha angústia desapareceu, e pude ver na prática como o Senhor supre nossas necessidades. No dia seguinte, uma vizinha bateu à minha porta para saber o que havia acontecido na noite anterior. Ela tinha ouvido o choro do bebê por aproximadamente 30 minutos. Aproveitei a oportunidade e lhe contei o milagre que Deus havia realizado. Esse episódio me lembrou da promessa de Isaías 65:24: “Antes de clamarem, Eu responderei; ainda não estarão falando, e Eu os ouvirei.” O Senhor conhece nossas necessidades antes mesmo de pedirmos. No entanto, Ele deseja que Seus filhos O busquem em oração. Deus cumpriu, cumpre e continuará cumprindo Suas promessas. O que nós precisamos fazer é abrir o coração e entregar todos os nossos problemas a Ele. Que tal colocar isso em prática neste momento? Lucinê Barros da Rocha Cruz

  15. 290

    Lição da Escola Sabatina - 01/06/2020

    Isaías, Ezequias e Senaqueribe 2. Leia Isaías 36:1-3; 37:14-38. Nesse relato de uma forte campanha assíria contra Judá, como Deus libertou Seu povo? A.(  ) O Anjo de Deus destruiu o exército de Senaqueribe. B.(  ) A ousadia de Ezequias derrotou os assírios. Em 701 a.C., Senaqueribe atacou Judá. O relato foi registrado nas Escrituras. Essa história também foi relatada de várias maneiras pelo próprio Senaqueribe. Em seus anais históricos, descobertos na capital de Nínive, ele se vangloriou: “Sitiei e conquistei quarenta e seis das cidades fortificadas [de Ezequias] e inúmeras aldeias menores em sua vizinhança.” No palácio de Senaqueribe, em Nínive, ele celebrou o fato de ter derrotado a cidade de Laquis, na Judeia, cobrindo as paredes de uma sala central do palácio com representações em alto-relevo de seu cerco e batalha contra a cidade. Escavações recentes em Laquis descobriram os escombros da imensa destruição da cidade, que ocorreu quando ela foi queimada por Senaqueribe. Mas Jerusalém foi miraculosamente poupada. Senaqueribe pôde ­vangloriar-se apenas disto: “Quanto a Ezequias, o judeu, eu o encerrei em sua cidade como um pássaro em uma gaiola.” Não há descrição de uma destruição de Jerusalém no período assírio nem relato sobre cativos sendo levados à escravidão. De fato, Jerusalém foi sitiada, mas a Bíblia registra que o cerco durou apenas um dia, quando o Anjo do Senhor livrou Seu povo. Como Isaías havia predito: “Pelo que assim diz o Senhor acerca do rei da Assíria: Não entrará nesta cidade, nem lançará nela flecha alguma, não virá perante ela com escudo, nem há de levantar tranqueiras contra ela. Pelo caminho por onde vier, por esse voltará; mas nesta cidade não entrará, diz o Senhor. Porque Eu defenderei esta cidade, para a livrar, por amor de Mim e por amor do Meu servo Davi” (Is 37:33-35). É interessante que somente Laquis tenha sido preeminentemente representada em Nínive, a capital assíria. Não foram encontrados registros de Jerusalém nas paredes do palácio. Senaqueribe podia orgulhar-se apenas de ter derrotado Laquis. A prova final entre o Deus do Céu e os deuses dos assírios foi demonstrada na libertação do povo de Deus. Ele viu os atos de agressão da Assíria e ouviu a oração de Ezequias. Deus age na História. Como você pode se lembrar de que o Deus que tão miraculosamente libertou Israel naquele tempo é o mesmo Deus a quem você ora, em quem você confia e de quem você depende?

  16. 289

    Meditação Matinal da Igreja Adventista - 01/06/2020

    A grande tragédia. Autoria Pr. Zinaldo Santos. Leitura por @Othoni.Vinicius Ele lhe respondeu: Falas como qualquer doida; temos recebido o bem de Deus e não receberíamos também o mal? Jó 2:10 Harmonizar a existência do sofrimento com a realidade do amoroso caráter de Deus é o maior e, talvez, o mais antigo dilema da mente humana. Em busca de resposta, muitas pessoas mergulham em especulações insensatas que resultam em dúvida e descrença. Com o pensamento voltado à busca do prazer nascido da satisfação de alguma necessidade e da ausência do sofrimento, Epicuro, filósofo grego, não entendia o que lhe parecia ser a inércia de Deus diante do sofrimento humano. A ele é atribuída uma mostra de descrença e irreverência em uma argumentação na qual questiona o poder, a bondade e a existência de Deus. De fato, não podemos entender plenamente todas as nuanças do sofrimento, mas podemos ter um lampejo de compreensão a seu respeito, quando o observamos à luz do conflito entre Deus e Satanás. Desde que foi expulso do Céu, o arqui-inimigo tem se empenhado em ferir os filhos de Deus, na tentativa de denegrir o caráter do Criador, pintando-O como injusto, tirano e contraditório, acusando-O de ser um governante justiceiro. “Foi para remover essa sombra escura e revelar ao mundo o infinito amor de Deus que Jesus veio viver com a humanidade” (Ellen White, Caminho a Cristo, p. 10). Se o sofrimento continua a magoar os filhos de Deus, não é por causa de inércia, conivência ou impotência da parte Dele. O Pai tolera, ou permite sem apoiar, as ações do adversário para que, observando seus feitos, livremente entendamos que Ele é amor, e Satanás é o grande facínora do Universo. Então podemos decidir livremente servir a Ele por amor, em qualquer circunstância, à semelhança de Jó. Como se não lhe bastassem as perdas sofridas, encontrou na vacilante esposa uma censura à integridade e confiança demonstradas. Entretanto, embora frágil, ferido de chagas, não podendo divisar uma reviravolta positiva naquela condição, ele manteve a confiança inabalável e respondeu: “Falas como qualquer doida.” Deus é real e está empenhado em nosso bem-estar. Por mais cruel que seja o sofrimento com todas as suas perdas, a maior tragédia é sempre deixar de confiar Nele e não crer em Seu amor. Levemos a Ele as cargas que nos oprimem, enquanto aguardamos o momento em que, “desde o minúsculo átomo até o maior dos mundos, todas as coisas, animadas e inanimadas, em sua serena beleza e perfeita alegria, declarar[ão] que Deus é amor” (Ellen White, O Grande Conflito, p. 678).

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    Lição da Escola Sabatina - 31/05/2020

    Davi, Salomão e a monarquia. A monarquia de Davi e Salomão representa a era dourada na história de Israel. E se Davi e Salomão não existiram, como alguns afirmam? E se o reino deles não tivesse sido tão extenso quanto a Bíblia descreve, como alguns também alegam? Sem Davi não haveria Jerusalém, a capital da nação (2Sm 5:6-10). Sem Davi não teria existido nenhum templo construído por seu filho Salomão (1Rs 8:17-20). Finalmente, sem Davi, não haveria um futuro Messias, pois mediante a linhagem de Davi um Messias foi prometido (Jr 23:5, 6; Ap 22:16). A história israelita precisaria ser completamente reescrita. No entanto, essa história, como se lê nas Escrituras, é precisamente o que dá a Israel e à igreja sua função e missão singulares. 1. Leia 1 Samuel 17. Como Deus concedeu uma vitória decisiva a Israel? Quem foi usado para essa vitória? Onde ela aconteceu? _______________________________ Observe a precisa descrição geográfica das linhas de batalha em 1 Samuel 17:1-3. O sítio de Khirbet Qeiyafa está localizado nas colinas exatamente na área do acampamento israelita descrito nesse capítulo. Escavações recentes revelaram uma fortaleza massivamente fortificada da época de Saul e Davi, com vista para o vale. Dois portões do mesmo período de tempo foram escavados. Como a maioria das cidades em Israel tinha apenas um portão, essa característica pode ajudar a identificar o local como Saaraim (1Sm 17:52), que em hebraico significa “dois portões”. Se esse for o caso, então identificamos pela primeira vez essa antiga cidade bíblica. Em 2008 e 2013 foram encontradas respectivamente duas inscrições que muitos acreditam que representam a mais antiga escrita hebraica já descoberta. A segunda inscrição menciona o nome Esbaal, o mesmo nome de um dos filhos de Saul (1Cr 9:39). Em 1993, escavações na cidade de Tel Dan, no norte, descobriram uma inscrição enorme escrita pelo rei Hazael de Damasco, que registrou sua vitória sobre o “rei de Israel” e o rei da “casa de Davi”. A dinastia de Davi foi descrita na Bíblia dessa mesma maneira, o que acrescenta evidências arqueológicas poderosas de que Davi existiu historicamente, exatamente como a Bíblia declara. Imagine se o rei Davi realmente não tivesse existido, como alguns afirmam. Quais seriam as implicações disso para a nossa fé? Deus tem sido prioridade em sua vida?

  18. 287

    Meditação da Mulher - 31/05/2020

    Milagre no deserto. Leitura por @ZaneDePaula O meu corpo e o meu coração poderão fraquejar, mas Deus é a força do meu coração e a minha herança para sempre. Salmo 73:26 Era 31 de maio de 2016. Estava a caminho do trabalho quando atravessei a avenida e um carro me atingiu em cheio. Algumas horas depois, acordei no hospital ainda com o uniforme e confusa. Logo descobri que eu havia tido três fraturas e que o dia 31 de maio deixaria de ser uma data comum pelo resto de minha vida, pois sempre lembraria o dia em que Deus me livrou da morte. Os meses seguintes não foram fáceis. Tive que me afastar do trabalho e me adaptar à cadeira de rodas; não tinha condições de ir à igreja nem de passear. Além disso, dependia de outras pessoas para realizar até as tarefas mais simples. Mas foram exatamente cada um daqueles 90 dias que me fizeram compreender o significado das palavras gratidão e paciência. Naquele momento da minha vida, aprendi algumas lições: (1) Os seres humanos são frágeis, e a vida é passageira. Por isso sou grata a Deus por ter enviado um anjo naquele dia para me proteger. (2) Podemos descobrir amigos inesperados e o verdadeiro significado de amar, isto é, permanecer ao lado de alguém mesmo quando este não tem nada a oferecer. (3) Ter paciência é viver um dia de cada vez, confiando que Deus está no controle de tudo. Ao enfrentar os desertos da vida, lutamos entre o frio da solidão e o calor da provação, mas, para que haja uma verdadeira restauração física e emocional, é preciso “dar tempo ao tempo”. E não existe nada melhor que ter o Senhor do tempo como nosso guia. Ele está à disposição, basta que autorizemos Sua companhia em nossa jornada pelo deserto. Hoje, já recuperada e novamente ativa, tenho não apenas cicatrizes pelo corpo e uma história para contar, mas um milagre para testemunhar. Deus realizou em mim uma transformação de dentro para fora. Aprendi a depender do Senhor em todos os momentos e a entregar minha vida diariamente em Suas mãos. Talvez seja para isto que servem alguns desertos: para nos levar à Fonte de água viva. Por isso, se você está passando por um deserto e não está entendendo o porquê de tamanha provação, reflita sobre a ideia de que talvez essa seja a sua oportunidade de vivenciar um milagre. Segure firme nas mãos de Deus, experimente exercer gratidão e paciência durante a jornada, e saia dessa experiência como uma nova pessoa! Luiza Nayara Menezes Carvalho

  19. 286

    Meditação Matinal da Igreja Adventista - 31/05/2020

    O brilho da estrela. Autoria Pr. Zinaldo Santos. Leitura por @Othoni.Vinicius Quem sabe se para conjuntura como esta é que foste elevada a rainha? Ester 4:14 Uma das primeiras frases de que me lembro ter ouvido na primeira aula a que assisti no curso teológico, em 1972, foi proferida pelo pastor José Monteiro de Oliveira, que lecionava Ciência e Religião. Em suas palavras de saudação aos alunos, ele disse: “Vocês foram chamados para exercer o pastorado justamente na época mais difícil para alguém ser pastor.” Passaram-se 48 anos. Alguns daquele grupo estão jubilados, outros já descansam no pó, e o mundo continua desafiando não apenas o exercício do pastorado, mas todo cristão. Entretanto, a trajetória do povo de Deus sempre foi marcada por desafios. Nessas ocasiões, Ele teve heróis para enaltecer Sua fidelidade, Seu poder e Sua graça em favor dos escolhidos. Os dias do rei Assuero assinalaram um desses períodos turbulentos, em que brilharam a fé, a sensibilidade e a coragem de Ester. Seu nome hebraico era Hadassa, cujo significado é “murta” (uma planta). Órfã e criada pelo primo Mardoqueu, ela foi levada pela providência divina à corte medo-persa, sendo desposada por Assuero. No palácio, ela ficou conhecida como Ester. O Targum liga esse nome à palavra persa para “estrela”, explicando que ela era chamada assim por ser tão bela como “a estrela da manhã”. Descoberta uma trama sórdida que ameaçava de destruição os judeus, Ester foi chamada a agir em defesa do povo diante do rei. Isso porque, “se você ficar calada”, advertiu Mardoqueu, “do Céu virão socorro e ajuda para os judeus, e eles serão salvos; porém você morrerá, e a família do seu pai desaparecerá” (Et 4:14, NTLH). Em resposta, a primeira atitude de Ester foi um chamado ao jejum e à oração (v. 16). Ela não podia se omitir. Confiante na ajuda divina, todo filho de Deus precisa ser proativo. Estamos empenhados em uma causa maior que nós mesmos, servindo a um Deus que não conhece limites. Especialista em abrir portas fechadas, do ponto de vista humano. Passado o período de reflexão e comunhão com Deus, Ester foi recebida pelo rei. E brilhou, deixando-se usar por Deus! O Senhor agiu e livrou Seu povo. É provável que você esteja diante de uma das encruzilhadas que a vida impõe. Não entende a razão pela qual chegou até aí nem sabe que direção deve tomar. Talvez o caminho lhe pareça escuro, e a confusão domine sua mente. Esse é o momento de orar, jejuar, entregar tudo a Deus e esperar em serena confiança a manifestação de Sua providência.

  20. 285

    Meditação da Mulher - 30/05/2020

    Somos raça eleita. Leitura por @ZaneDePaula Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes Daquele que vos chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz. 1 Pedro 2:9, ARA A manhã estava linda! Perfeita para um bom dia de compras. Eu estava realizando o projeto de leitura com meus alunos, e, a cada livro lido, eles ganhavam como incentivo uma peteca para colocar no potinho. Naquela manhã, saí para comprar as petecas e alguns outros brindes. Após as compras, enquanto esperava o ônibus que me levaria para casa, pois trabalharia no turno da tarde, tirei o meu celular da bolsa para conferir o horário. Depois de alguns segundos, fui abordada por uma mulher vestida com poucas roupas e que me deixou com medo. Olhando-me dos pés à cabeça, ela perguntou: – Você é crente? Você é crente? De que igreja você é? – Ela estava nervosa e afoita, e eu mais ainda, pois percebi que ela queria alguma coisa de mim. Ao responder que era crente e que pertencia à Igreja Adventista do Sétimo Dia, ela me disse: – Olha! Eu estava no ônibus e vi você tirando o celular da bolsa. Então desci só para  assaltar você, mas percebi que você é do bem, parece gente boa! Olha o que tenho na minha mão, uma gilete. Ia puxar seu celular e, se reagisse, ia cortar você todinha… Agora, deixa pra lá. Você é diferente. Parece ser gente boa! Depois de dizer isso, a mulher foi embora. Após o ocorrido, fui para casa dando glórias a Deus e exaltando o Seu nome pelo livramento. Todos os dias peço a Deus que me proteja e me faça ser luz para as pessoas ao meu redor. Tenho certeza de que Deus e meu anjo me deram aquele livramento. Ao me lembrar desse fato, fico me perguntando: “Será que meus atos, meus trajes, minha aparência, sem que eu fale palavra alguma, mostram que sou raça eleita por Deus?” Já fui escolhida por Deus e quero ser Sua propriedade exclusiva para que, quando Ele voltar, eu saia deste mundo de trevas e vá para Sua maravilhosa luz. Ângela Helena Pantoja Barbosa

  21. 284

    Lição da Escola Sabatina - 30/05/2020

    A Bíblia como História VERSO PARA MEMORIZAR: “Eu Sou o Senhor, teu Deus, que te tirei da terra do Egito” (Êx 20:2; veja também Dt 5:6). LEITURAS DA SEMANA: 1Sm 17; Is 36:1-3; Is 37:14-38; Dn 1; 5; Mt 26:57-67; Hb 11:1-40 A Bíblia é constituída na História. A história bíblica se move em uma direção linear de um início definido, quando Deus criou todas as coisas, para um objetivo final, quando Ele restaurará a Terra em Sua segunda vinda. A natureza histórica das Escrituras é uma característica que as distinguem dos livros “sagrados” de outras religiões. A Bíblia admite um Deus, que age pessoalmente na História; ela não tenta provar essa existência. No princípio, Deus falou, e a vida foi criada na Terra (Gn 1:1-31). Ele chamou Abrão do meio dos caldeus. Ele libertou Seu povo da escravidão do Egito. Ele escreveu os Dez Mandamentos em tábuas de pedra com Seu próprio dedo (Êx 31:18). Ele enviou profetas e juízos. Chamou o povo a viver e compartilhar Sua Lei divina e o plano da salvação com outras nações. Por fim, Ele enviou Seu Filho Jesus Cristo ao mundo, dividindo assim a História para sempre. Nesta semana, examinaremos algumas das principais questões da História, conforme retratadas na Bíblia, e perceberemos algumas evidências arqueológicas que ajudam a sustentar a História expressa nas Escrituras.

  22. 283

    Meditação Matinal da Igreja Adventista - 30/05/2020

    Identidade alterada. Autoria Pr. Zinaldo Santos. Leitura por @Othoni.Vinicius Em Antioquia, foram os discípulos, pela primeira vez, chamados cristãos. Atos 11:26 Na peça “Romeu e Julieta”, de Shakespeare, dois jovens das famílias rivais Montéquio e Capuleto, acabaram se apaixonando. Em um diálogo com seu amado, disposta a romper com a identidade que os separava, a fim de viver o amor entre eles, Julieta argumentou: “O que há num nome? O que chamamos rosa teria o mesmo cheiro com outro nome.” Em realidade, um nome pode conter muitas coisas em termos de história familiar, experiências vividas pelos pais ou ascendentes, homenagens a pessoas especiais ou tradição cultural. O que há, por exemplo, atrás do nome de God Knows Setordzi [Deus Sabe Setordzi], um africano nascido em Gana? O que teria motivado seus pais a escolher para o filho o nome “Deus Sabe”? Acaso, teria sido uma experiência especial tida com Deus? Não sei. Há pessoas que recorrem à justiça para trocar de nome; outras, para acrescentar sobrenome, e há quem continue com o mesmo nome do qual não gosta. Na cultura bíblica, o nome de uma pessoa trazia consigo uma significativa história familiar, religiosa, ou estava relacionado com uma faceta do caráter, quando ocorria uma mudança em sua experiência espiritual de vida. Vários personagens tiveram o nome trocado pelo próprio Deus. Sarai, “minha princesa”, de acordo com o Talmud, teve o nome mudado para Sara, “princesa para todos”, porque dela nasceria uma grande nação, motivo pelo qual Abrão, “pai ilustre”, passou a ser Abraão, “pai de multidões”. Jacó, “aquele que segura pelo calcanhar”, “suplantador”, tornou-se Israel, “homem que luta com Deus”, “homem que vê Deus”. Ainda hoje, uma tribo indígena de Honduras, os misquitos, costuma mudar o nome entre seus nativos como indicação de morte para o passado e experiência de uma vida nova. De acordo com o Apocalipse, os remidos receberão um novo nome na eternidade: “Ao vencedor, lhe darei […] um nome novo” (Ap 2:17); “na sua fronte está escrito o nome Dele” (Ap 22:4). Isso está relacionado à experiência vitoriosa deles e ao fato de refletirem o caráter de Deus. Na cidade de Antioquia, os discípulos passaram a ser conhecidos pelo nome de cristãos, diretamente ligado à experiência que tinham com Cristo, o que nos faz pensar no privilégio e na responsabilidade que temos. Ostentar o nome nada significa. Refletir o caráter Daquele de quem ele deriva é o que nos recomendará diante do mundo. Que a operação transformadora da Sua graça nos possibilite essa experiência.

  23. 282

    Meditação da Mulher - 27/05/2020

    O estetoscópio perdido Leitura por @ZaneDePaula Não fui Eu que ordenei a você? Seja forte e corajoso! Não se apavore, nem desanime, pois o Senhor, o seu Deus, estará com você por onde você andar. Josué 1:9 Depois de uma mudança radical na vida da minha família, precisei mudar com meus filhos para outra cidade. Momentos escuros estavam vindo, em que eu não tinha perspectiva nenhuma em relação ao amanhã. Eu sempre soube que a vida do cristão é recheada de provas, mas sempre confiei na promessa de que Deus estaria comigo. Muitas coisas estavam acontecendo: adaptação dos filhos à nova rotina, tivemos que doar dois de nossos cachorrinhos, o que nos trouxe muita tristeza e muitas lágrimas também. E, além de tudo isso, eu também precisaria resolver minha vida profissional. Certo dia recebi uma ligação do meu trabalho me convocando para uma reunião. Naquele momento, eu me ajoelhei, pedindo a Deus que não permitisse que eu perdesse a fé, independentemente do resultado. Foi impossível segurar as lágrimas ao pensar que eu poderia ficar sem emprego. Não sabia o que faria para manter a família. Enquanto estava nessa situação, minha filha, que faz enfermagem em São Paulo, me enviou uma mensagem pedindo que eu separasse o estetoscópio, pois ela precisaria dele. Procurei o equipamento na casa toda, em todos os armários, em todas as gavetas. Comecei a achar que, na pressa da mudança, ele acabou sendo perdido. Fiquei preocupada, pois não era um estetoscópio comum. Havíamos trazido de uma viagem, e minha filha gostava muito dele. Fui ao meu quarto, me ajoelhei e pedi a Deus que, se o objeto estivesse em casa, Ele me mostrasse. São nos mínimos detalhes que percebemos o quanto Deus cuida de nós. Eu nem havia acabado de orar e veio à minha mente um lugar onde eu não havia olhado. Para minha surpresa e resposta à minha oração, lá estavam o estetoscópio e todos os outros itens que ela precisaria para os estágios. Entendi o recado de Deus para mim. Se Ele havia Se preocupado em responder à minha oração para achar um simples objeto dentro de casa, como não me daria paz e certeza da companhia Dele naquela tarde quando sairia a decisão sobre meu emprego? Senti paz e tranquilidade. Fui para a reunião e realmente perdi meu emprego. Mas não perdi minha fé e nem a certeza de que Deus estava e está no controle da minha vida. Tenho continuado em paz. Ainda estou no meio da tormenta, mas segurando forte nas mãos Daquele que, se eu cair, me levantará. Não sei quais são seus problemas hoje, mas não perca sua fé. Permita que a paz de Deus repouse em seu coração. Quando tudo está escuro e não conseguimos resolver nada em nossa vida, receber a paz de Deus é a maior prova do Seu cuidado. Neila Cristina Bizerra de Melo Almeida

  24. 281

    Lição da Escola Sabatina - 27/05/2020

    A criação e o tempo. Leitura por @Othoni.Vinicius 6.  Como a Bíblia traça a história da humanidade de Adão a Noé e de Noé até Abraão? __________________________________ Há um elemento que torna essas genealogias singulares na Bíblia: elas contêm o elemento do tempo, fazendo com que alguns estudiosos as chamem corretamente de “cronogenealogias”. Elas contêm um mecanismo de interligação de informações de descendência juntamente com períodos de tempo, de maneira que “quando a primeira pessoa tinha vivido uma quantidade determinada de anos, ela gerou a segunda pessoa. E a primeira pessoa, depois que gerou a segunda, viveu por mais certa quantidade de anos e gerou outros filhos e filhas”. Gênesis 5 acrescenta a frase padrão: “Todos os dias da primeira pessoa foram tantos anos”. Esse sistema interligado teria impedido a exclusão de certas gerações ou o acréscimo de outras. Gênesis 5 e 11 contêm uma linha contínua de descendência, como é confirmado por 1 Crônicas 1:18-27, em que não há acréscimo nem ausência de gerações. Dessa maneira, a Bíblia se interpreta. Por quase 2.000 anos, especialistas judeus e cristãos têm interpretado que esses textos representam a história e uma forma precisa de determinar a data do Dilúvio e a idade da Terra, pelo menos a partir dos sete dias da criação, conforme descritos em Gênesis 1 e 2. Nas últimas décadas, tem havido tentativas de reinterpretar Gênesis 5 e 11 para acomodar períodos mais longos, o que é sugerido na maneira em que alguns dados arqueológicos e históricos são interpretados por seres humanos falíveis. Apesar disso, podemos comprovar a confiabilidade do registro bíblico. Se quisermos entender o conceito divino de tempo e seu progresso ao longo da História, devemos reconhecer que esses dois capítulos são “tanto históricos quanto teológicos, ligando Adão ao restante da humanidade e Deus ao homem no domínio dos limites do espaço e do tempo. Gênesis 5 e 11:10-26 apresentam a estrutura de tempo e a cadeia humana que liga o povo de Deus ao homem que Ele criou como o clímax do evento da criação de seis dias deste planeta” (Gerhard F. Hasel, “The Meaning of the Chronogenealogies of Genesis 5 e 11”, Origins 7/2 [1980], p. 69).

  25. 280

    Meditação Matinal da Igreja Adventista - 27/05/2020

    A avó da morte. Autoria Pr. Zinaldo Santos. Leitura por @Othoni.Vinicius Então, a cobiça, depois de haver concebido, dá à luz o pecado; e o pecado gera a morte. Tiago 1:15 Depois de haver dito ser “bem-aventurado o homem que suporta, com perseverança, a provação” (Tg 1:12), o apóstolo Tiago esclarece seus leitores de que tentação e pecado não vêm de Deus. O inimigo é o tentador e tem se ocupado em colocar diante de nós estímulos que nos convidam a pecar. No entanto, é fato que, em última instância, por causa de nossa natureza pecaminosa, somos nós quem decidimos ceder ao pecado. Nossos desejos mal administrados, a cobiça interior, nos levam a esse ponto. Precisamos nos lembrar de que desejo e cobiça não são a mesma coisa. Existem desejos legítimos que podem e devem ser satisfeitos nos limites dos planos de Deus para a felicidade de Seus filhos. Não há pecado no mero desejo pelo bem, pela alegria, pela comida, pelo dinheiro ganho honestamente ou pelo vestuário. Mas, quando cedemos a isso de maneira imprópria, passando a desejar além da satisfação experimentada, transpomos o limite do legítimo e avançamos para o excesso, o ilegítimo. Isso é cobiça. É o desejo de ter o que não está a nosso alcance. Insatisfeito com o que tem, o cobiçoso deseja o que não tem nem pode ter, violando a lei de Deus, cujo décimo mandamento nos ordena a não cobiçar coisa alguma (Êx 20:17). Agir ao contrário disso é pecar. Comentando a situação com que nos deparamos diariamente, Ellen White escreveu: “Vivemos em meio a uma epidemia de crime, diante da qual ficam estupefatos os homens pensantes e tementes a Deus em toda parte. A corrupção que predomina está além da descrição humana. Cada dia traz novas revelações de conflitos políticos, de subornos e fraudes. Cada dia traz seu registro de violência e ilegalidade, de indiferença aos sofrimentos do próximo, de brutal e diabólica destruição de vidas humanas” (A Ciência do Bom Viver, p. 142, 143). Essa situação só pode ser explicada pela cobiça que impulsiona o ser humano sem Deus. Nas entranhas da nossa mente e do nosso coração, ela é a genitora do pecado em todas as suas expressões. O pecado por sua vez é o genitor da morte, em todas as suas formas. Todo ser humano que se entregue ao pecado deve refletir que, por esse caminho, será levado à morte moral, espiritual, temporal e, finalmente, eterna. Precisamos de graça e sabedoria para que, exercitando corretamente nossa vontade, encontremos satisfação e felicidade plenas em Deus e em Suas provisões para nós. Assim, seremos libertos da cobiça.

  26. 279

    Lição da Escola Sabatina - 26/05/2020

    Gênesis versus paganismo. Leitura por @Othoni.Vinicius Longe de depender de antigos mitos pagãos da criação, o livro de Gênesis foi escrito de um modo que refuta esses mitos, fazendo com que Deus, como Criador, distancie-Se deles. 4. Leia Gênesis 1:14-19. Como foram descritas as entidades que aparecem no quarto dia e quais são as suas funções? __________________________________ Os termos “Sol” e “Lua” foram certamente evitados no relato porque seus nomes em hebraico eram os nomes (ou estavam intimamente relacionados aos nomes) dos deuses do Sol e da Lua do antigo Oriente Próximo e do Egito. O uso dos termos “luzeiro maior” e “luzeiro menor” mostra que eles foram criados para funções específicas, “para sinais, para estações, para dias e anos” e para “alumiar a Terra” (Gn 1:14, 15). Ou seja, o texto mostra muito claramente que o Sol e a Lua não eram deuses, mas objetos criados com funções naturais específicas, da maneira como os entendemos hoje. 5. Leia Gênesis 2:7, 18-24. Como Deus Se envolveu profundamente na criação de Adão e Eva? Assinale a alternativa correta: A.( ) Suas palavras formaram o homem e a mulher. B.( ) Suas mãos criaram, do barro, o homem, e do homem, a mulher. Os antigos mitos do antigo Oriente Próximo descrevem unanimemente a criação do homem como algo que não estava nos planos originais, resultante de uma tentativa de aliviar os deuses do trabalho pesado. Essa noção mítica é contrariada pela ideia bíblica de que o homem deve governar o mundo como vice-regente de Deus. Nada na criação do ser humano foi um pensamento posterior. Ao contrário, o texto aponta para a humanidade como o clímax do relato da criação, mostrando ainda mais claramente quanto os relatos pagão e bíblico são diferentes. Assim, Gênesis apresenta um corretivo contra os mitos antigos. Moisés usou certos termos e ideias incompatíveis com os conceitos pagãos, simplesmente expressando a compreensão bíblica da realidade e da função e propósito de Deus na criação. Milhares de anos atrás, a história bíblica da criação estava em desacordo com a cultura predominante. Hoje, essa mesma narrativa sagrada está em conflito com os padrões prevalecentes na cultura. Por que não deveríamos nos surpreender?

  27. 278

    Meditação Matinal da Igreja Adventista - 26/05/2020

    Quietude e confiança Autoria Pr. Zinaldo Santos. Leitura por @Othoni.Vinicius Porque assim diz o Senhor Deus, o Santo de Israel: Em vos converterdes e em sossegardes, está a vossa salvação; na tranquilidade e na confiança, a vossa força, mas não o quisestes. Isaías 30:15 O comportamento de Judá sempre foi marcado pela inconstância. Muitas vezes o povo de Deus era encontrado estabelecendo alianças com potências do Norte e do Sul, aliando-se ora com a Assíria ora com o Egito. Em Isaías 30, o profeta denuncia mais um desses atos, que levou o reino a buscar ajuda no lugar errado. Isaías apelou para que os judeus rompessem a dependência do Egito e voltassem a confiar em Deus (v. 1, 2). Era inútil confiar em uma nação pagã, que rejeitava a palavra do Senhor, como garantia de segurança no futuro (v. 5-7). Não há meio-termo quando o assunto é dependência de Deus. Ou confiamos inteiramente Nele ou confiamos na oposição a Ele. Nesse último caso, as dificuldades não tardarão em se avolumar, colocando-nos na trilha para o fracasso e a destruição, a menos que nos arrependamos e voltemos para a fonte de nossa força. Daí a advertência divina transmitida pelo profeta: conversão e sossego, tranquilidade e confiança em Deus, como segredo da vitória. Conversão é retorno incondicional, sem reservas, a Deus. Nessa experiência, recebemos a paz e a serenidade que nos permitem esperar Nele, dissipando todo resquício de hesitação. Por ser gerador de confiança e força, o descanso, ou quietude, resultante da conversão a Deus nos liberta dos temores. Isso não significa eliminação automática dos obstáculos nem que devamos nos manter em passividade indolente. Significa dissipação da ansiedade, substituída pela certeza de que, no devido tempo, o socorro nos virá do lugar certo. O Senhor agirá favoravelmente à nossa causa. Essa confiança abrange todos os aspectos da vida, é o segredo da paz e do poder. Desconfiar de Deus é se afastar Dele, é desviar-se da fé que tem Nele seu fundamento e seu alvo, para direcioná-la a recursos humanos falíveis. O correto exercício do livre-arbítrio é fundamental nesse processo. Caso o povo se arrependesse e voltasse para Deus, descansando em Sua providência, confiando em Sua bondade e obedecendo às Suas ordens, a nação seria poupada, Infelizmente, eles não estavam dispostos. Mas o Deus que não desiste estava disposto a estender Sua misericórdia: “O Senhor espera o momento de ser bondoso com vocês; Ele ainda Se levantará para mostrar-lhes compaixão” (v. 18, NVI). Até quando nossa teimosia nos manterá travando o combate espiritual com nossas armas ou com armas oferecidas por outros senhores?

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    Meditação da Mulher - 25/05/2020

    Os anjos não tiram férias. Leitura por @ZaneDePaula Provem, e vejam como o Senhor é bom. Como é feliz o homem que Nele se refugia! Salmo 34:8 Eu e o meu esposo estávamos de férias e, ao levantar, buscamos a Deus e fizemos o nosso devocional, como de costume. Depois resolvemos tirar um tempo para fazer algumas ações sociais. Colocamos a mão na massa para fazer um desjejum para os pedreiros, suco verde para uma vizinha, bolo para duas idosas e preparar o nosso desjejum. Ao terminarmos, sentamos em frente ao portão para conversar com parentes por meio de um aplicativo e enviar algumas mensagens. Tudo estava tranquilo. O dia estava bonito para ser aproveitado. Uma caminhonete passou por nós para entregar um material de construção na casa de uma vizinha. De repente, percebemos que a caminhonete desceu muito rápido, sem entregar os materiais. Achei estranho aquilo, mas a tranquilidade da manhã era fantástica, o clima estava maravilhoso, com sol, vento leve… Tudo estava aparentemente calmo. O veículo parou um pouco depois de nós. Para nossa surpresa e espanto, a vizinha confirmou que a caminhonete tinha perdido o freio naquele momento, algo que durou segundos. Quando entramos em casa, eu disse em voz alta que mais uma vez o nosso anjo da guarda estava trabalhando e nos protegendo, sem imaginar o que realmente tinha ocorrido. Mais tarde, a vizinha perguntou se eu já havia agradecido a Deus por outra oportunidade. Não entendi o comentário. Foi quando ela relatou o que realmente tinha acontecido. O veículo havia subido a ladeira e descido desligado. A motorista tinha travado a roda no meio-fio, mas não adiantou. Era certo que a caminhonete nos atingiria e nos esmagaria contra o muro. Seria um acidente em que dificilmente sairíamos com vida. A motorista não soube explicar como sua mão foi levada à chave, e ela conseguiu virar o volante e fazer o carro descer reto. Ela estava muito assustada e nervosa. Naquele dia percebemos mais uma vez o cuidado maravilhoso de Deus em nossa vida. Todos os dias, dormimos e acordamos sem saber o quanto somos protegidos por esses seres maravilhosos, que são os anjos de Deus. Em qualquer situação, sabemos que eles estão ao nosso redor por causa de uma promessa deixada pelo próprio Deus. Precisamos estar sempre em conexão com o Senhor, pois não sabemos os perigos que enfrentaremos. Agradeça a Deus todos os dias por Sua proteção e confie em Seu poder. Sônia Maria Sacramento da Silva

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    Lição da Escola Sabatina - 25/05/2020

    A criação na literatura antiga. Leitura por @Othoni.Vinicius Arqueólogos descobriram textos do Egito antigo e do Oriente Próximo que contêm histórias primitivas da criação e do Dilúvio. Por isso, alguns indagaram se o relato de Gênesis foi obtido dessas culturas ou se ele dependeu delas. Mas será que é isso mesmo? Veja estes trechos da Epopeia de Atra-asis: “Quando os deuses, em vez de homens/Fizeram a obra, suportaram as cargas, /A carga dos deuses foi grande demais, /A obra foi muito difícil, a dificuldade grande demais/ [...]. ‘Que a deusa do ventre gere descendência, /E o homem leve a carga dos deuses!” [...]. Geshtu-e, um deus que tinha inteligência, /eles mataram em sua assembleia. /Nintu misturou barro /Com sua carne e sangue” (Stephanie Dalley, Myths from Mesopotamia: Creation, the Flood, Gilgamesh and Others [Nova York: Oxford University Press, 1989], p. 9, 14, 15). 3. Quais são as diferenças entre Gênesis 1 e 2:1-4 com a Epopeia de Atra-Hasis? ___________________________________________________________________ Embora existam semelhanças entre as histórias (por exemplo, os primeiros humanos foram feitos de argila), as diferenças são mais definidas. (1) Em Atra-Hasis, o homem trabalha para os deuses para que estes descansem. Em Gênesis, Deus cria a Terra e tudo o que nela há para os seres humanos, o ápice da criação, e descansa com eles. Em Gênesis, o ser humano é colocado no jardim e convidado à comunhão com Deus e ao cuidado da criação, um conceito ausente em Atra-asis. (2) Em Atra-asis, um deus menor foi morto, e seu sangue foi misturado com argila para formar sete machos e sete fêmeas. Em Gênesis, primeiramente Adão foi formado de maneira íntima por Deus, que lhe deu o fôlego de vida, e a mulher foi feita posteriormente para ser sua auxiliadora. Deus não criou Adão e Eva a partir do sangue de um deus morto. (3) Não há sinal de conflito nem de violência no relato de Gênesis, como encontramos na história de Atra-asis. O relato bíblico é sublime ao descrever o Onipotente, que concede à humanidade propósito digno em um mundo perfeito. Essa diferença fez com que os estudiosos concluíssem que esses relatos são diferentes. Alguns alegam que as histórias da criação e do Dilúvio foram transmitidas entre os povos, mas distorcidas com o tempo (daí algumas semelhanças entre esses relatos e o texto bíblico). Em contrapartida, Moisés, inspirado pelo Espírito Santo, revelou o que tinha acontecido. Por que essa explicação esclarece mais as poucas semelhanças do que a ideia de que Moisés obteve seu relato a partir das histórias pagãs?

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    Meditação Matinal da Igreja Adventista - 25/05/2020

    Vingança. Autoria Pr. Zinaldo Santos. Leitura por @Othoni.Vinicius Não te vingarás. Levítico 19:18 Característica da natureza humana desde que o pecado a maculou, a vingança tem sido muito discutida por estudiosos do comportamento humano. Para alguns, ela tem um lado positivo, quando a pessoa que se sentiu ofendida deixa de usar violência contra o suposto ofensor e prefere superar o problema, buscando o caminho da excelência. É o caso, por exemplo, de um empregado que se sentiu preterido em favor de outro diante de uma promoção no trabalho. Em vez de prejudicar o concorrente, trata de melhorar sua performance de olho em uma chance futura. Há também o exemplo de um atleta que, em algum momento, teve o desempenho questionado, mas decide dedicar-se ao máximo nos treinamentos, a fim de provar o contrário em ocasiões posteriores. O aspecto negativo, de acordo com psicólogos, é que a vingança pode minar a capacidade de raciocínio e levar a pessoa ofendida à prática de ações impensadas contra o suposto ofensor, sob o impulso do ódio e do pessimismo. Ela vai se tornando mais insensível e fria, deixando de ver o lado bom das situações e das pessoas, passando a adotar o isolamento social. A isso, acrescentam-se males físicos, considerando que o desejo de vingança estimula a produção dos hormônios diretamente relacionados ao estresse e à ansiedade. A Bíblia nos adverte contra o desejo e a prática da vingança, apresentando-nos a opção do amor, mesmo por quem nos ofende. Jesus foi claro quando ensinou: “Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo. Eu, porém, vos digo: amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem” (Mt 5:43, 44). E Paulo acrescentou: “Não vos vingueis a vós mesmos, amados, mas dai lugar à ira; porque está escrito: ‘A Mim pertence a vingança, Eu é que retribuirei’, diz o Senhor” (Rm 12:19). Somos ensinados a deixar todas as questões nas mãos de Deus; deixar que Ele seja o juiz de nossas causas. Pagar o mal com o mal suscita o mal, como uma bola de neve. O Senhor, justo e amoroso juiz, sabe como administrar todas as questões interpessoais. A Ele pertence o direito de premiar ou castigar, condenar ou inocentar. Quando tomamos a vingança em nossas mãos, também tomamos um direito que a Ele pertence; agimos nós mesmos em Seu lugar, como semideuses. Sendo irmãos pelo mesmo sangue que verteu no Calvário, seria demais pensar em deixar nas mãos do Pai tudo o que ameace nossa paz?

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    Lição da Escola Sabatina - 24/05/2020

    Uma Terra plana? Leitura por @Othoni.Vinicius É comum a crença de que muitos no mundo antigo pensavam que a Terra fosse plana. No entanto, a maioria das pessoas, por várias razões, entendia que a Terra era redonda. Mesmo assim, ainda hoje, alguns alegam que a Bíblia ensina que a Terra é plana. 1. Leia Apocalipse 7:1; 20:7, 8. Qual é o contexto desses versos? Eles ensinam o conceito de uma Terra plana? __________________________________________ João, o autor desses textos, escreveu uma profecia do fim dos tempos, descrevendo os quatro anjos do Céu “em pé nos quatro cantos da Terra, conservando seguros os quatro ventos” (Ap 7:1). Ele repetiu a palavra “quatro” três vezes para ligar os anjos aos quatro pontos cardeais. Em suma, ele apenas usou linguagem figurada, como fazemos hoje quando dizemos, por exemplo, que “o Sol está se pondo” ou que o vento “veio do oriente”. Insistir em uma interpretação literal de textos proféticos quando o contexto indica uma ideia figurativa de norte, sul, leste e oeste, é tirar essas passagens do contexto e fazê-las ensinar algo que não ensinam. Afinal, quando Jesus disse: “Porque do coração procedem maus desígnios, homicídios, adultérios, prostituição, furtos, falsos testemunhos, blasfêmias” (Mt 15:19), Ele não estava falando sobre fisiologia, nem do coração humano literal. Jesus usou uma figura de linguagem para defender um argumento moral. 2. O que Jó 26:7-10 e Isaías 40:21, 22 ensinam sobre a natureza da Terra? Assinale a alternativa correta: A.( ) A Terra é quadrada e plana. B.( ) A Terra está suspensa no espaço e é redonda. Em Jó 26:7, a Terra foi descrita como estando suspensa no espaço: “Ele estende o norte sobre o vazio e faz pairar a Terra sobre o nada.” A Terra é “um círculo” ou esfera (Jó 26:10). Isaías 40:22 declara: “Ele é o que está assentado sobre a redondeza da Terra, cujos moradores são como gafanhotos; é Ele quem estende os céus como cortina.” Coloque-se no lugar dos que viveram há milhares de anos. Com base nas evidências, você estaria convencido de que a Terra se move ou de que ela permanece imóvel? Acreditaria que ela é plana ou redonda?

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    Meditação Matinal da Igreja Adventista - 24/05/2020

    Maravilhas da graça. Autoria Pr. Zinaldo Santos. Leitura por @Othoni.Vinicius Meditarei no glorioso esplendor da Tua majestade e nas Tuas maravilhas. Salmo 145:5 Pessoas sentadas, imóveis, com as pernas cruzadas em posição de lótus, deitadas ou em outras posições exóticas em espaços públicos já não despertam a curiosidade. Nós as vemos e sabemos que estão imersas na prática da meditação, segundo suas crenças orientais. Às posições, elas associam técnicas específicas a fim de alcançar objetivos como relaxar e obter alguma ligação espiritual mística. A prática da meditação também está presente na Bíblia, mas com enfoque diferente. Essa foi uma conduta habitual na experiência de Davi. A respeito disso, ele faz várias referências no livro dos Salmos. Por exemplo, o rei desejou que sua meditação fosse agradável a Deus (Sl 104:34). A lei e os preceitos divinos eram tema constante nessa prática (Sl 119:105; 48, 78). Também mencionou que ter a lei como assunto de sua meditação, “de dia e de noite” é característica do homem que teme ao Senhor (Sl 1:2). Há outros exemplos de personagens das Escrituras que também meditavam: Isaque (Gn 24:63), Pedro (At 10:19) e o próprio Jesus, que tomava tempo para meditar e orar (Mt 14:13; Lc 5:16). Na meditação cristã, nós nos desligamos de tudo a nosso redor e, pela fé, entramos na presença de Deus. Permitimos que Ele nos fale, ouvimos a Sua voz e a Ele nos dirigimos, em um diálogo que amplia nossa visão espiritual e nos transforma, inspirando em nós a disposição de obedecer à Sua Palavra. Nessa experiência, saímos da teoria e vivenciamos de maneira prática o que significa ser amigos de Jesus. Então não damos nem mesmo um passo sem a certeza de que Ele vai conosco e fala conosco. Precisamos dessa experiência. Em nosso texto, Davi nos lembra de temas para meditação: a grandeza e os feitos de Deus. Certamente, isso envolve as maravilhas da criação, na terra e no espaço, as intervenções divinas contra os inimigos e a maravilha da graça com que ele foi agraciado. A esse cenário somos levados pelo salmista. A imensidão do mesmo Deus, os sucessivos livramentos de que somos alvo e as maravilhas da graça que nos alcança devem capturar nossa mente, esvaziá-la de tudo o que é supérfluo e enchê-la de Deus. Pensemos em Deus neste dia. Cantemos a Ele, relembremos e celebremos Seus feitos em nosso favor. Deliciemo-nos com as imagens do imenso quadro da natureza. Falemos a Ele, ouçamos Sua voz. Sejamos-Lhe agradecidos pelas maravilhas da graça com que nos envolve.

  33. 272

    Meditação da Mulher - 23/05/2020

    Deus nos socorre. Leitura por @ZaneDePaula O Senhor é a minha força e o meu escudo; Nele o meu coração confia, e Dele recebo ajuda. Meu coração exulta de alegria, e com o meu cântico Lhe darei graças. Salmo 28:7 Em 2008, meu esposo recebeu o chamado para trabalhar no sertão do Rio Grande do Norte, em Serra de Martins, cidade turística e com um povo acolhedor. Nossa família estava retornando de um concílio pastoral realizado em Natal, RN, e tínhamos que percorrer um trajeto de aproximadamente 367 km até a nossa casa. Durante a viagem, recebemos uma ligação de um pastor pedindo que deixássemos um material na cidade de Apodi. Como era nosso caminho e só íamos desviar um pouco a rota, fomos com prazer. Havíamos colocado combustível suficiente para a viagem e feito o segundo abastecimento. Tínhamos combustível de reserva, mas algo inesperado aconteceu. Ao sairmos dessa cidade, durante o percurso, houve um desvio e entramos em uma estrada de terra que parecia não ter fim. Começamos a ficar preocupados com o combustível. Só tínhamos dois pontos marcando no painel. Já era noite, e as estradas estavam escuras e desertas. Nossas filhas eram muito pequenas, de um e três anos, e sabíamos o quanto ainda faltava depois que saíssemos daquela estrada. Só encontraríamos posto de gasolina na cidade de Umarizal ou em cima da serra, depois que chegássemos na rodovia. Mas ainda teríamos que rodar 20 quilômetros. Nosso Deus é infinitamente misericordioso e tínhamos certeza do Seu cuidado por nós. Continuamos orando e confiando. Meu esposo disse que não tínhamos o que fazer. Precisávamos seguir em frente, e assim fizemos. Finalmente conseguimos subir a serra. Assim que chegamos em frente ao supermercado da cidade, nosso carro parou. Tínhamos amigos naquele local que nos ajudaram. Naquele momento, muito agradecidos a Deus, chegamos em segurança ao nosso destino. No dia seguinte, meu esposo calculou o percurso que fizemos e tivemos a certeza de que rodamos mais ou menos uns 20 km sem combustível. Nosso Deus o providenciou para nós e nos protegeu de todo perigo. A cada instante da nossa vida, Deus está atento às necessidades dos Seus filhos. Como está escrito na Bíblia: “O Senhor o protegerá de todo o mal, protegerá a sua vida. O Senhor protegerá a sua saída e a sua chegada, desde agora e para sempre” (Sl 121:7, 8). E certa é Sua promessa! Nossa família experimentou o cumprimento dela. Convido você a também confiar sua vida a Deus. Valdenice de Paiva e Silva Aguiar

  34. 271

    Lição da Escola Sabatina - 23/05/2020

    A criação: Gênesis como fundamento (parte 2) Leitura por @Othoni.Vinicius VERSO PARA MEMORIZAR: “Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras das Suas mãos” (Sl 19:1)   Muitos pensadores importantes foram inspirados pelas Escrituras a investigar o mundo criado por Deus. Como resultado, nasceu a ciência moderna. Johannes Kepler, Isaac Newton, John Ray, Robert Boyle e outros grandes cientistas acreditavam que seu trabalho revelava ainda mais sobre a criação das mãos de Deus. Contudo, após a Revolução Francesa, a ciência do século 19 passou de uma cosmovisão teísta para uma cosmovisão fundamentada no naturalismo e no materialismo, frequentemente sem nenhum espaço para o sobrenatural. Essas ideias filosóficas foram popularizadas por Charles Darwin, em seu livro A Origem das Espécies (1859). Desde essa época, a ciência tem se distanciado cada vez mais de seu fundamento bíblico, resultando em uma reinterpretação radical da história do Gênesis. Será que a Bíblia ensina uma visão antiquada e não científica da cosmologia? O relato bíblico simplesmente teria sido obtido das nações pagãs vizinhas? A Bíblia foi condicionada culturalmente por seu tempo e lugar, ou sua natureza inspirada nos eleva a uma visão das origens que é completa em sua estrutura divina? Esses são alguns assuntos que estudaremos na lição desta semana.

  35. 270

    Meditação Matinal da Igreja Adventista - 23/05/2020

    Frutos no deserto. Autoria Pr. Zinaldo Santos. Leitura por @Othoni.Vinicius Plantou Abraão tamargueiras em Berseba e invocou ali o nome do Senhor. Gênesis 21:33 Tamargueira é uma árvore ou arbusto pertencente à família das tamarináceas. Cresce lentamente, tem a madeira macia, tronco retorcido e pequenas folhas verdes em forma de escamas, comprimidas perto dos ramos. Por essa razão, não sofrem grande perda de umidade pela transpiração, o que possibilita seu crescimento em desertos e dunas de areia. Trata-se de uma árvore resistente, provedora de sombra e frutos. Há, inclusive, uma espécie de tamargueira que, perfurada pelo inseto cochonilha, libera gotas de uma seiva semelhante ao mel. Em alguns lugares, essa substância é extraída e vendida como maná, que não é o do milagre mencionado em Êxodo 16. A Bíblia diz que Abraão, ao fazer aliança com Abimeleque, plantou um bosque com tamargueiras em Berseba e ali invocou o nome do Senhor. Em Gibeá, Saul também se sentou à sombra de uma tamargueira (1Sm 22:6, NVI), tendo posteriormente sido sepultado com seus filhos sob uma árvore semelhante, em Jabes-Gileade (1Sm 31:13, NVI). Versões bíblicas como, por exemplo, a Almeida Revista e Corrigida, traduzem Jeremias 48:6 da seguinte maneira: “Fugi, salvai a vossa vida; sede como a tamargueira no deserto”. Era o apelo profético que anunciava os juízos de Deus sobre várias cidades cujos habitantes haviam caído na maldade e na incredulidade. Elas seriam desoladas. A tamargueira ou arbusto, conforme versões modernas, indicava simbolicamente a resistência incomum diante de adversidades. A planta consegue sobreviver por aprofundar suas raízes ao máximo em busca de água. Nós também devemos fixar nossas raízes em Deus, manancial de água da vida, e confiar Nele, acima de qualquer ajuda humana ou bens materiais. Ele é nosso socorro, fonte de força e certeza de vitória sobre as ameaças de inimigos, quaisquer que sejam eles. Somente em Deus superaremos a aridez que mina nossas energias espirituais. A sequidão e a temperatura causticante do deserto não impedem que as tamargueiras floresçam, deem sombra e fruto, devido à capacidade de captar água a longas distâncias e absorver a luz do Sol. De igual modo, os cristãos não devem encontrar nas adversidades um empecilho a que produzam frutos por meio dos quais honrem a Deus e abençoem pessoas necessitadas de refrigério e nutrição espiritual.

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    Meditaçãodo Pôr do Sol- 22/05/2020

    A MAIOR ESPERANÇA. Leitura por @Othoni.Vinicius Sede firmes, inabaláveis e sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, o vosso trabalho não é vão. 1 Coríntios 15:58 Durante o estabelecimento da mensagem adventista, um meio evangelístico muito empregado foram os livros e as revistas espalhados entre as pessoas. Nas mãos de Deus, a mensagem impressa, por menor que seja o texto, tem poder de realizar uma grande transformação. Entre os muitos pioneiros da pregação impressa, encontra-se Domingos Peixoto da Silva. Em 1922, graduou-se em Teologia na primeira turma do Colégio Adventista Brasileiro, atual Unasp. Em 1923, o pastor Domingos recebeu um convite do pastor Arthur Westphal, presidente da Associação, para conduzir um programa evangelístico no estado de Minas Gerais. Em janeiro, ele e sua esposa chegaram ao local, alugaram uma casa e armaram uma grande tenda para as reuniões. A seguir, passaram a distribuir folhetos pela cidade, visitando as pessoas de casa em casa e convidando-as para as pregações à noite. Em uma das primeiras noites, houve temor entre os que se reuniram por conta da presença de um certo homem. Sem entender o que se passava, o pastor Domingos fez o apelo, e aquele homem foi à frente entregando sua vida a Cristo. Todos ficaram admirados. O pastor Domingos ficou sabendo que, dois anos antes de sua chegada, esse homem havido causado uma confusão durante a campanha evangelística de outra denominação. Ele fez tamanha arruaça, que pôs fim ao encontro ameaçando atear fogo ao local do evento. Isso o fez conhecido como inimigo dos protestantes. Três coisas fizeram aquele homem mudar de atitude: a visita cordial à casa dele, o folheto com uma mensagem relevante e um sermão sobre os eventos que antecedem a volta de Cristo. Amanhã é o dia do Impacto Esperança. Ao entregar o livro missionário, ofereça também uma oração. Lembre-se de que esse livro pode ser usado por Deus para transformar vidas. Que Deus use poderosamente você para levar a maior esperança a dezenas de pessoas. “É necessário pôr-se em íntimo contato com o povo mediante esforço pessoal. [...] Cumpre-nos chorar com os que choram e alegrar-nos com os que se alegram. Aliada ao poder de persuasão, ao poder da oração e ao poder do amor de Deus, esta obra jamais ficará sem frutos” (A Ciência do Bom Viver, p. 143, 144).

  37. 268

    Meditação da Mulher - 22/05/2020

    Quem pede recebe. Leitura por @ZaneDePaula  Pois todo o que pede, recebe; o que busca encontra; e àquele que bate, a porta será aberta. Mateus 7:8 Vim de uma família complicada. Meu pai havia deixado a esposa com três filhas, e minha mãe tinha sido abandonada com dois filhos: um menino e uma menina. Meu pai era alcoólatra, violento e abusivo. Os dois se juntaram, e eu nasci nessa triste realidade. Diziam ser católicos, mas não iam à igreja. Tínhamos muito preconceito com crentes. Quando completei nove anos, minha mãe me levou para a igreja a fim de receber o curso de catecismo. Quando terminei o curso, recebi um roupão de cetim e um cordão grosso. Estava voltando para casa com esse roupão nas mãos. Em minha cabecinha de criança, fiz uma pergunta silenciosa: “Qual será a religião verdadeira?” Quando cheguei em casa, encontrei um folheto em cima da mesa. Perguntei à minha mãe o que era aquilo, e ela respondeu que não sabia. Tudo indica que alguém havia deixado embaixo da porta. Deus tinha respondido à minha pergunta! Peguei o folheto e vi que era um convite para o cinema do bairro. Fiquei feliz, pois achei que teria o privilégio de ver um filme, algo que só acontecia quando o vizinho pedia para eu levar a filha dele ao cinema e pagava a minha entrada. O convite informava que haveria uma semana inteira de programas. Quando chegou o primeiro dia, avisei minha mãe que eu iria ver o programa, mas ninguém quis ir comigo. Fui recebida na porta do cinema com muito carinho – coisa que eu não tinha em casa. No início do programa, contavam histórias para crianças com figuras na tela. Eu me lembro que uma das histórias falava de uma galinha que tinha salvado seus pintinhos de um incêndio colocando todos eles embaixo das asas. Amei! Gostei tanto que fui os sete dias. Assim fui conhecendo a Deus. Quando terminou a semana, fui convidada para conhecer a igreja do bairro. Era a Igreja Adventista do Sétimo Dia. Ninguém da minha família se interessou pela igreja. Mesmo assim, eu continuei indo. Todas as noites em que eu ia à igreja, meu pai trancava a porta e não me deixava entrar quando eu voltava. O ancião da igreja me acompanhava para pedir que meu pai me deixasse entrar. Eu sempre era ameaçada por meu pai. Aos dez anos, pedi o batismo e fui batizada. Hoje, após 58 anos, continuo firme na minha fé, assim como toda a minha família, filhas e netos. Meu pai e minha mãe, que já são falecidos, também aceitaram o Senhor. Em meu coração, só tenho gratidão a Deus por ter me alcançado. Esperto ver Jesus em breve! Juliana Barretto

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    Meditação Matinal da Igreja Adventista - 22/05/2020

    Apenas confie Autoria Pr. Zinaldo Santos. Leitura por @Othoni.Vinicius Não temas, crê somente. Lucas 8:50 O capítulo 8 do evangelho de Lucas apresenta alguns episódios nos quais o medo transparece. O primeiro relata uma tempestade que apanhou Jesus e os discípulos no mar da Galileia. Calmamente, o Mestre dormia, enquanto os discípulos ficaram apavorados (v. 22-25). O segundo narra um milagre na terra dos gadarenos. Diante da libertadora presença de Jesus, os demônios que escravizavam um homem temeram e foram expulsos. A manifestação de poder e soberania de Cristo deixou as pessoas que assistiam à cena e os comerciantes de porcos, nos quais os agentes malignos encontraram morada, completamente assustados (v. 27-39). Quem pode afirmar que jamais tenha temido coisa alguma? Embora a certeza da salvação pela graça de Jesus nos permita trilhar um caminho de brilhantes esperanças, ainda estamos no mundo. Isso nos expõe a perigos de todo tipo. Muitas pessoas nutrem algum nível de medo em relação à violência, instabilidade política e econômica, enfermidade, crise familiar, entre outras ameaças. Porém, conforme Franklin Roosevelt, “a única coisa que devemos temer é o próprio medo”. Finalmente, temos Jairo que, angustiado, procurou em Jesus o socorro para a filhinha dele. Seu nome significa “quem Yahweh ilumina”. Era chefe da sinagoga, provavelmente líder dos anciãos, influente na comunidade, mas que trazia no peito o enorme temor da morte, uma necessidade além do que sua influência e religiosidade podiam suprir. Foi sob o peso desse fardo que ele, suplicante, atirou-se aos pés de Cristo. No trajeto para a casa do líder judaico, o Salvador ainda teve tempo de estancar a hemorragia de uma mulher sofredora (v. 43-48). Certamente apressado, temendo o passar do tempo, Jairo recebeu a pior notícia que poderia ter imaginado: “Tua filha já está morta, não incomodes mais o Mestre” (v. 49). Contudo, acima dos temores e da própria morte está Jesus. Tendo-O sempre acessível, nada precisamos temer; apenas crer Nele, conforme Sua resposta ao desespero de Jairo. Quando “terrores de morte” nos assaltarem (Sl 55:4), devemos nos voltar a Cristo, que nos diz serenamente: “Não temas, crê somente”. Aqui na Terra nunca teremos uma vida sem perigos ou ameaças, mas Jesus é nossa garantia contra os temores. Ele dissipa as tempestades da vida, põe os demônios em fuga e já venceu a morte por mim e por você.

  39. 266

    Lição da Escola Sabatina - 22/05/2020

    Estudo adicional. Leitura por @Othoni.Vinicius “A evidência cumulativa, fundamentada em considerações comparativas, literárias, linguísticas e outras, converge em todos os níveis, levando à conclusão singular de que a designação yôm, ‘dia’, em Gênesis 1, significa constantemente um dia literal de 24 horas. “O autor de Gênesis 1 não poderia ter produzido maneiras mais abrangentes e inclusivas de expressar a ideia de um ‘dia’ literal do que as escolhidas” (Gerhard F. Hasel, “The ‘Days’ of Creation in Genesis 1: Literal ‘Days’ of Figurative ‘Periods/Epochs’ of Time?”. Origins 21/1, 1994, p. 30, 31). “As mais vigorosas mentes, se não forem guiadas pela Palavra de Deus, tornam-se desnorteadas em suas tentativas de investigar as relações entre a ciência e a revelação. O Criador e Suas obras encontram-se além da compreensão dessas pessoas; visto que não conseguem explicar esses fenômenos pelas leis naturais, afirmam que a história bíblica é indigna de confiança” (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 8, p. 258). Perguntas para consideração 1. O fato de que alguns cristãos aceitem as alegações da ciência acima do relato bíblico prova que a histórica bíblica “seja indigna de confiança”? 2. Por que é impossível levar a Bíblia a sério enquanto se aceita a evolução teísta? Como explicar a cruz à luz do que Paulo escreveu em Romanos 5 sobre a relação direta entre a queda, a morte de Adão e a cruz de Cristo? Qual é a explicação do evolucionista teísta? 3. Por que os cristãos são chamados de pessoas de “mente fechada” quando estão abertos às verdades das Escrituras, reveladas por um Deus infinito? A visão ateísta e materialista do mundo não é muito mais estreita do que a cosmovisão cristã? 4. Sendo fiéis à Palavra de Deus, como podemos ministrar aos que lutam com questões de identidade sexual? Por que não devemos lançar pedras, mesmo em pessoas que, como a mulher em adultério, não conseguem viver os princípios da Palavra de Deus e se sentem culpadas?

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    Meditação da Mulher - 21/05/2020

    Ele é o meu Deus. Leitura por @ZaneDePaula Porque a Seus anjos Ele dará ordens a seu respeito, para que o protejam em todos os seus caminhos. Salmo 91:11 Era o ano de 2014 quando minha mãe, em consulta médica, foi aconselhada a procurar um oncologista para investigar uma “bolinha” na parte inferior da sua mandíbula. Por não ter convênio médico, tivemos uma longa caminhada para que todo o processo de consultas, exames e biópsias se concretizasse, resolvendo-se somente em 2015. Com a cirurgia realizada e passados alguns dias, veio a confirmação de um câncer, chamado carcinoma epidermoide. Como sou da área da enfermagem, pensei e orei: “Senhor, como contar sobre esse diagnóstico sem que ela se desespere?” Consegui contar à minha mãe, encorajando-a e preparando-a para o que iria acontecer. Três meses depois, iniciaram-se os tratamentos de radioterapia e quimioterapia. Corria tudo bem até que, na última sessão de quimioterapia, minha mãe começou a ficar muito debilitada. No terceiro dia após a quimioterapia, precisamos levá-la à emergência do hospital. Chegando ali, fiquei aflita, pois o número de pessoas era imenso. Então orei: “Senhor, como vamos ser atendidas com rapidez com esta sala superlotada? Por favor, nos ajude!” Imediatamente, surgiu um enfermeiro com uma cadeira de rodas, e eu disse: “Moço, por favor, minha mãe está desfalecendo. Não sei o que há com ela.” Mais que depressa, ele a colocou na cadeira e pediu que eu o acompanhasse. Entramos na emergência, e já começaram a pedir exames. Minha mãe piorou. Então eu disse a Deus que, embora desejasse sua cura, a entregaria em Suas mãos para o descanso ou para a vida. Não sei explicar o que senti porque Seu toque é o melhor sentimento do mundo! Passei quatro horas ali até que ela conseguisse ficar sozinha. A luta foi grande. Ficamos de março a julho entre idas e vindas do hospital. Muitos milagres aconteceram com minha mãe, que adquiriu um hábito no hospital. Antes de eu sair, todos os dias, ela pedia para que lêssemos o Salmo 91. Nós líamos e orávamos. Vivemos no hospital o que o verso desse salmo diz: “Mil cairão ao teu lado, e dez mil à tua direita, mas tu não serás atingido.” Hoje, ela está bem. Graças a Deus! Ainda continua se tratando, pois só tem um rim que funciona 33%. Quanto aos exames oncológicos, não detectaram mais nada de câncer. Deus quer nossa salvação, mas também quer que sejamos fortes e corajosos, prontos a ajudar cada pessoa que encontramos. Precisamos orar e entregar a todos – familiares, amigos ou desconhecidos – aos cuidados de Deus. Essa é uma forma de partilhar um pouco do Seu grande amor. Daniele Lemos Gomes Pino

  41. 264

    Lição da Escola Sabatina - 21/05/2020

    A criação, a queda e a cruz. Leitura por @Othoni.Vinicius A Bíblia apresenta uma ligação ininterrupta entre a criação perfeita, a queda, o Messias prometido e a redenção. Esses eventos importantes tornam-se o fundamento do tema da história da salvação da humanidade. 6. Leia Gênesis 1:31; 2:15-17; 3:1-7. O que aconteceu com a criação perfeita de Deus? Assinale “V” para verdadeiro ou “F” para falso: A.( ) Tornou-se corrompida pelo pecado. B.( ) Permaneceu perfeita. Deus declarou que tudo o que Ele havia criado era “muito bom” (Gn 1:31). “Agora a criação estava completa [...]. O Éden florescia sobre a Terra. Adão e Eva tinham livre acesso à árvore da vida. Nenhuma mancha de pecado ou sombra de morte desfigurava a linda criação” (Ellen G. White, ­Patriarcas e Profetas, p. 47). Deus havia advertido Adão e Eva de que, se comessem da árvore proibida, certamente morreriam (Gn 2:15-17). A serpente começou seu discurso com uma pergunta e contradisse completamente o que Deus havia dito: “É certo que não morrereis” (Gn 3:4). Satanás prometeu a Eva grande conhecimento e que ela seria como Deus. Evidentemente, ela acreditou nele. 7. Como Paulo confirmou as palavras do Senhor em Gênesis 2:15-17? Leia Romanos 5:12; 6:23. Como esses ensinos contradizem a evolução teísta? __________________________ Os escritores bíblicos posteriores confirmaram declarações bíblicas anteriores e apresentaram ideias adicionais. Em Romanos 5–8, Paulo escreveu sobre o pecado e a beleza da salvação: “Assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens” (Rm 5:12). Mas na perspectiva evolutiva, a morte já estaria presente ao longo de milhões de anos antes da humanidade. Essa ideia tem sérias implicações para o ensino da origem do pecado, da morte substitutiva de Cristo na cruz e do plano da salvação. Se a morte não está relacionada ao pecado, então o salário do pecado não é a morte (Rm 6:23), e Cristo não teria razão para morrer pelos nossos pecados. Portanto, a criação, a queda e a cruz estão intimamente ligadas. O primeiro Adão está ligado ao último Adão (1Co 15:45, 47). A crença na evolução darwinista destruiria o próprio fundamento do cristianismo, mesmo que algum conceito de Deus seja inserido no processo.

  42. 263

    Meditação Matinal da Igreja Adventista - 21/05/2020

    Tempo de pausa. Autoria Pr. Zinaldo Santos. Leitura por @Othoni.Vinicius Então, foram a sós no barco para um lugar solitário. Marcos 6:32 Entre os mais de um bilhão de habitantes da China, país mais populoso do mundo, está Liu Shengjia. Ele vive sozinho na aldeia de Xuenshanshe, no norte do país, depois que as cerca de 20 famílias do lugar resolveram partir rumo a grandes centros em busca de melhores condições de vida. Liu preferiu ficar cuidando da mãe e de um irmão menor que morreram não muito tempo depois. Nem assim ele mudou de ideia. Sai apenas para comprar alimentos, diz ter superado o medo inicial do uivo noturno de cães selvagens e que está em paz com seu estilo de vida. Faz alguns anos, uma equipe de geólogos encontrou em uma região da Sibéria o russo Karp Lykov e alguns remanescentes de sua família, seguidores da seita dos “velhos crentes”, ramificação da Igreja Ortodoxa Russa. Lykov foi “empurrado” para as matas pela perseguição aos membros da seita, que divergia da religião oficial. A família viveu 40 anos sem manter contato com mais ninguém, reinventando-se para atender às necessidades básicas de sobrevivência. Esses são casos extremos que talvez não encontrem seguidores espontâneos nos dias de hoje, pois não parece comum alguém querer viver em solidão. Normalmente, ela é circunstancial. Por essa razão, quando somos por ela surpreendidos, sempre buscamos alguma companhia. Por outro lado, um sinônimo pouco empregado para a solidão expressa seu significado positivo, necessário, e que devemos buscar: solitude; isto é, o momento de afastar-se do burburinho e do corre-corre, para avaliar a vida, refletir e ter comunhão com Deus. Conforme afirmou Paul Tillich, “a solidão expressa a dor de estar sozinho. A solitude expressa a glória de estar sozinho” (The Eternal Now). Jesus nos incentivou a ter essa experiência com Seu exemplo. Antes de iniciar Seu ministério, esteve por 40 dias a sós no deserto (Mt 4:1-11). Ao escolher os discípulos, orou a sós durante uma noite (Lc 6:12). A sós orou de madrugada (Mc 1:35). Ao lado dos discípulos, tendo atendido multidões, de modo que “não tinham tempo nem para comer”, convidou-os para descansar à parte e “foram sós […] para um lugar solitário” (Mc 6:31, 32). Tão certo como fomos criados para os relacionamentos, não nos relacionaremos de modo benéfico com os semelhantes nem com nós mesmos, a menos que, a sós, realimentemos nosso relacionamento com Deus.

  43. 262

    Meditação da Mulher - 20/05/2020

    Oração por Elis. Leitura por @ZaneDePaula O Senhor não nos deixa esquecer dos Seus feitos maravilhosos; Ele é bom e tem muita misericórdia. Salmo 111:4, NTLH No fim do ano de 2016, descobri que minha única filha, Elis Valentina, tinha nascido com cardiopatia congênita, um defeito na estrutura e função do coração que ocorre no desenvolvimento do feto. Com apenas quatro meses, Elis precisou fazer o primeiro ecocardiograma. O resultado veio logo em seguida, e os médicos constataram que minha filha tinha praticamente só a metade do coração. Uma notícia dessa é difícil para qualquer mãe, mas avançamos confiando em Deus. Começamos a procurar os melhores atendimentos para que ela pudesse ser operada. Também passamos a pesquisar sobre a cardiopatia, para entender o assunto e saber como lidar da melhor forma. Infelizmente, na época, Elis não tinha peso suficiente para passar pela cirurgia, que era de alto risco. Em meio a tanto desespero, entendemos que era primordial colocar os joelhos no chão. Começamos a orar incessantemente pela vida da nossa pequena guerreira. Amigos, familiares, irmãos de outras denominações e pessoas de países estrangeiros se uniram a nós nessa corrente de oração intercessória pela Elis. A cirurgia já foi adiada três vezes. Apesar das dificuldades, continuamos confiando em Deus, pois Ele conhece todos os motivos. Deus tem confortado o meu coração de mãe com a certeza de que Ele sempre fará o melhor para ela. Desde que a Elis estava em meu ventre, consagrei sua vida a Deus. Tenho visto os cuidados Dele na vida da minha filha. Temos ensinado nossa pequena nos caminhos do Senhor, e com muita alegria vamos à igreja louvar o Seu santo nome até o dia que Ele permitir. Todos os dias Elis acorda, pega as minhas mãos, junta com as mãos do pai dela e começa a orar em sua linguagem de bebê. Meu coração fica feliz por ver que a sementinha do amor de Jesus está crescendo em seu coração e por saber que a estamos guiando pelo caminho certo. Um ano se passou, Elis ganhou peso e está com o tamanho ideal. Agora esperamos a data do primeiro procedimento cirúrgico que ela fará. Tenho certeza de que Deus fará o melhor pela minha filhinha. Ele tem nos guiado e nos concedido forças para seguir em frente. Deus está no controle de tudo! Deise Victoria Santos Brito

  44. 261

    Lição da Escola Sabatina - 20/05/2020

    Criação e casamento. Leitura por @Othoni.Vinicius A última década testemunhou enormes mudanças na maneira como a sociedade e os governos definem o casamento. Muitas nações aprovaram casamentos entre pessoas do mesmo sexo, derrubando leis anteriores que protegiam a estrutura familiar, cujo centro é um homem e uma mulher. Esse é um acontecimento sem precedentes em muitos aspectos e levanta novas questões sobre a instituição do casamento, a relação entre Igreja e Estado e a santidade do casamento e da família, conforme definida nas Escrituras. 5. Leia Gênesis 1:26-28; 2:18, 21-24. O que esses textos nos ensinam sobre o ideal de Deus para o casamento? ___________________________ No sexto dia, Deus chegou ao clímax da semana da criação: Ele fez a humanidade. É impressionante que o plural seja usado para Deus em Gênesis 1:26 pela primeira vez: “‘Façamos o homem à Nossa imagem”. Todas as pessoas da trindade divina, em um relacionamento de amor umas com as outras, criaram o casamento humano divinamente instituído aqui na Terra. “Criou Deus, pois, o homem à Sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou” (Gn 1:27). Adão declarou: “Esta, afinal, é osso dos meus ossos e carne da minha carne” (Gn 2:23) e a chamou de “varoa” ou “mulher”. O casamento exige que o homem deixe pai e mãe e se una “à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne” (Gn 2:24). As Escrituras são claras e inquestionáveis quanto ao fato de que essa relação deve ocorrer entre um homem e uma mulher, que se originaram de seu pai e mãe, também um homem e uma mulher. Esse conceito foi esclarecido nas instruções dadas aos primeiros pais da Terra: “E Deus os abençoou e lhes disse: Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a” (Gn 1:28). No quinto mandamento, é declarado que os filhos (descendentes) devem honrar seu pai e sua mãe (Êx 20:12). Esse relacionamento mútuo só pode ser consumado em uma relação heterossexual. Leia as palavras de Jesus em Mateus 19:3-6. O que elas ensinam sobre a natureza e a santidade do casamento? Embora nunca devamos nos esquecer do amor de Deus por toda a humanidade e de que todos somos pecadores, como devemos assumir uma posição firme e fiel sobre os princípios bíblicos do casamento, à luz de Suas palavras?

  45. 260

    Meditação Matinal da Igreja Adventista - 20/05/2020

    Visão da glória. Autoria Pr. Zinaldo Santos. Leitura por @Othoni.Vinicius Então, disse eu: ai de mim! Estou perdido! Porque sou homem de lábios impuros, habito no meio de um povo de impuros lábios, e os meus olhos viram o Rei, o Senhor dos Exércitos! Isaías 6:5 Nestes dias em que recebemos incentivos para despertar a “energia interior que existe em cada um de nós”, muitas pessoas parecem ter perdido o senso das próprias limitações, nutrindo arrogância e orgulho. Na vida espiritual isso é trágico. Jesus repreendeu a presunção e vaidade dos líderes religiosos que não eram coerentes e sinceros na prática da teoria que impunham aos ouvintes. Devemos viver sob a consciência de que fomos comprados pelo preço da vida de Cristo, deposta em sacrifício na cruz. Entretanto, nenhum bem existe em nós (Rm 7:18), e a constante dependência da graça divina é nossa segurança. O profeta Isaías exemplificou o sentimento de indignidade pessoal diante da glória de Deus e experimentou a maneira pela qual o Senhor trata aqueles que se reconhecem na mesma situação. O rei Uzias governou durante 52 anos (2Rs 15:1, 2; 2Cr 26:1), em parte dos quais Isaías exerceu seu ministério profético. Durante a maior parte do tempo, ele foi um bom rei, seguindo os passos de seu antepassado Davi. Contudo, tendo-se fortalecido, sucumbiu ao orgulho, entrou no templo e ofereceu incenso, usurpando atribuição exclusiva dos sacerdotes. Como consequência de seu ato, ficou leproso e morreu no ano 740 a.C. (2Cr 26:16-23). Preocupado com os rumos da nação, Isaías foi ao Templo em busca de orientação divina. Nesse contexto, teve uma revelação da glória de Deus. No entanto, a reação do profeta foi diferente da presunção de Uzias. Reconheceu-se indigno diante do esplendor descortinado diante dele. A visão do Senhor no trono e de serafins exaltando o Rei imortal o levou a entender a própria indignidade. “Ai de mim! Estou perdido!”, humildemente exclamou. Ele sabia que era pecador e, sendo assim, não subsistiria na presença do Santíssimo. Mas, nas palavras de Troy Fitzgerald, “na hora mais escura, Deus conduziu Isaías ante Seu trono e ofereceu uma visão de glória ao profeta. Porém, em vez de lhe dar um conjunto de ordens de marcha que sem dúvida o oprimiriam, Deus lhe ofertou uma abundância da graça que lhe permitiu ficar em pé” (Perguntas de Deus Para Você, p. 168). Ninguém que tenha uma visão correta de si mesmo, diante da santidade de Deus, permanece a mesma pessoa. Em humilde confissão é aceito, perdoado e purificado. Essa experiência está sempre a nosso alcance.

  46. 259

    Meditação da Mulher - 19/05/2020

    A recompensa. Leitura por @ZaneDePaula Então, se dirá: Na verdade, há recompensa para o justo; há um Deus, com efeito, que julga na terra. Salmo 58:11, ARA Meu esposo começou a fazer o curso de Teologia em 2014. Morávamos em uma cidade a aproximadamente 100 km da Faculdade Adventista da Amazônia. Como foi possível manter as viagens diárias por um benefício da própria prefeitura da cidade em que morávamos, iniciamos a rotina de viagens, estudo e trabalho. Alguns meses depois iniciei meu curso superior, sendo necessário também enfrentar as viagens diárias de barco. Foram quatro anos em que eu trabalhava fora, estudava em outra cidade e ainda precisava auxiliar meu esposo em sua cansativa jornada. Em algumas situações, tive que acordar às 3h30 da manhã para chegar ao porto hidroviário a fim de conseguir ir na primeira viagem. Como o passe era limitado, apenas os cinco primeiros estudantes conseguiam. Então eu precisava chegar bem cedo. No último ano de nosso período de estudos nossas batalhas se intensificaram, pois ainda precisávamos de tempo para escrever os Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC). Eu necessitava de um milagre, pois precisava cumprir as horas do estágio e não via nenhuma possibilidade. Meus horários estavam completamente preenchidos. Trabalhava pela manhã, saía do trabalho literalmente correndo para ir à faculdade e só chegava ao anoitecer. Oramos a Deus, e Ele nos ouviu. Minha chefe me chamou e disse que estava pensando em minha situação e entendia que precisava me ajudar. Ela disse que me liberaria. Eu precisava apenas passar no trabalho para assinar o ponto e ir para o estágio. No último mês de estudos, vieram as recompensas de Deus. Conseguimos entregar os TCCs no tempo determinado, com notas máximas. Concluí meu estágio com excelência e recebemos a maior das recompensas: o chamado para servir a Deus, a razão de todos os nossos esforços. Como Deus é perfeito e generoso, Ele sempre nos concede muito mais do que merecemos. No último dia do ano, nós recebemos mais um presente: descobrimos que vamos ter um bebê! Não tema enfrentar os desafios da vida. Deus é fiel e justo para nos recompensar. Mônica de Almeida Moreira

  47. 258

    Lição da Escola Sabatina - 19/05/2020

    O sábado e a criação. Leitura por @Othoni.Vinicius O sétimo dia, o sábado, está sob fortes ataques na sociedade secular e nas comunidades religiosas. Esse fato pode ser visto nos cronogramas de trabalho das corporações mundiais; na tentativa de mudança do calendário em muitos países europeus, designando a segunda-feira como o primeiro dia da semana e o domingo como o sétimo dia; e na recente encíclica papal sobre mudança climática, que chama o sétimo dia, o sábado, de “sábado judaico” e incentiva o mundo a observar um dia de descanso para reduzir o aquecimento global (Papa Francisco, Laudato Si', Cidade do Vaticano, 2015. Disponível em: http://w2.vatican.va/content/francesco/pt/encyclicals/documents/papa-francesco_20150524_enciclica-laudato-si.html). 4. Leia Gênesis 2:1-3; Êxodo 20:8-11; Marcos 2:27; Apocalipse 14:7. Como a compreensão da semana da criação está ligada ao quarto mandamento? Qual é a relação disso com as três mensagens angélicas? ______________________ A Bíblia diz: “E, havendo Deus terminado no dia sétimo a Sua obra, que fizera, descansou nesse dia de toda a Sua obra que tinha feito” (Gn 2:2). Muitos criacionistas enfatizam a obra de Deus durante os seis dias da criação, mas deixam de reconhecer que ela não terminou no sexto dia. Ignoram que a obra terminou quando Ele criou o sábado. Por isso, Jesus disse: “O sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado” (Mc 2:27). Jesus fez essa declaração autoritativa porque Ele criou o sábado como sinal e selo eternos da aliança de Deus com Seu povo. O sábado não era somente para o povo hebreu, mas para toda a humanidade. Gênesis indica três coisas que Jesus fez depois de ter criado o sábado. 1. Ele “descansou” (Gn 2:2), dando-nos um exemplo divino de Seu desejo de descansar conosco; 2. O Senhor “abençoou” o sétimo dia (Gn 2:3). Na narrativa da criação, os animais foram abençoados (Gn 1:22), Adão e Eva também foram abençoados (Gn 1:28), mas o único dia especificamente abençoado foi o sétimo; 3. Deus “o santificou” (Gn 2:3). Nenhum outro dia na Bíblia recebeu essas três designações. Contudo, essas três ações foram repetidas no quarto mandamento, quando Deus escreveu com o próprio dedo e apontou para a criação como o fundamento para o sábado (Êx 20:11). O mandamento do sábado é mencionado como fundamento para a adoração ao Criador. Como essa ligação com o dia de sábado se relaciona com os eventos finais? (Ap 14:7; Êx 20:11).

  48. 257

    Meditação Matinal da Igreja Adventista - 19/05/2020

    O “justo” carrancudo. Autoria Pr. Zinaldo Santos. Leitura por @Othoni.Vinicius Olha! Todos esses anos tenho trabalhado como um escravo ao teu, serviço e nunca desobedeci às tuas ordens. Lucas 15:29, NVI Certo homem muito influente na comunidade de fé caiu em pecado. O impacto foi tremendo! Os irmãos ficaram perplexos, mas expressavam o desejo de que logo ele fosse restaurado. Depois de alguns meses, a reação de alguns quando o pecador decidiu voltar foi surpreendente! Nem todos acreditavam na mudança e achavam que as provas de reconversão eram insuficientes. Felizmente, o homem foi reintegrado. Sempre há pessoas com critérios particulares de justiça no trato com pecadores. Muitas vezes, sentindo-se superiores à luz dos próprios feitos, olham com desprezo aqueles que devem ser alvo do amor e da misericórdia. Na parábola, o filho mais velho personifica esse comportamento, semelhante ao que demonstravam os líderes religiosos daquele tempo para com as pessoas carentes de ver um raio de luz da graça perdoadora. É a carranca da justificação própria e do perfeccionismo legalista em contraste com o sorriso da graça em festa. Se a reivindicação de sua parte na herança, feita pelo filho mais novo, era uma ofensa equivalente a dizer ao pai: “Eu desejava que você estivesse morto”, não menos cruel foi a atitude do filho mais velho, recusando-se a participar da festa para o irmão e discutindo com o pai diante dos convidados. Na cultura oriental, o respeito ao pai era fundamental. Além disso, segundo as regras de hospitalidade prevalecentes, talvez a aldeia inteira tivesse recebido convite. Ao filho mais velho cabia unir-se aos demais familiares nas boas-vindas aos convidados. Contudo, tendo trabalhado esperando ganhar o favor do pai e da comunidade, se empenhado em obter o reconhecimento moral e se sentindo preterido, optou por desnudar seu lado egoísta e cheio de justiça própria. Ele não sabia apreciar a graça que busca, espera, recebe, abraça e restaura. Ao sair à sua procura, o pai ouviu a amarga contestação. E explicou que ele também podia ter tudo o que era da família, “como concessões imerecidas do amor”, não como pagamento pelos serviços prestados (Ellen White, Parábolas de Jesus, p. 210). Quem quer que tendo deixado o lar e para ele voltado arrependido é nosso irmão, filho do mesmo Pai. Parafraseando a escritora Carolyn Arends, ser motivo de uma festa promovida pela graça, para celebrar o retorno de alguém à casa do Pai, é um privilégio. Ser convidado a preparar e participar do banquete e do acolhimento ao pródigo é um presente de valor igual. Sob hipótese nenhuma o recuse!

  49. 256

    Meditação da Mulher - 18/05/2020

    Salva meu filho, Senhor! Leitura por @ZaneDePaula Deus é o nosso refúgio e a nossa fortaleza, auxílio sempre presente na adversidade. Salmo 46:1 Em 2017, meu esposo estava saindo para começar a Semana de Oração em uma comunidade, quando perguntei por Samuel, nosso filho mais novo, de quatro anos. Ele estava conosco e não percebemos quando ele saiu. Então fomos procurá-lo. Gabriel, nosso filho mais velho, o encontrou caído ao chão. Ele começou a gritar. Quando chegamos, vimos nosso pequeno naquela situação terrível. Um cavalo tinha dado um coice na cabeça de Samuel, e ele estava com um buraco enorme na testa. Estava meio desacordado e tentando balbuciar. Vi que a situação era grave demais. Meu esposo o pegou nos braços, e nosso filho perdeu os sentidos completamente. Então ajoelhamos ali mesmo, e eu orei: “Senhor, não deixe meu filho morrer, não o deixe ficar com sequelas, em nome de Jesus.” Nós o colocamos no carro. Durante o trajeto para Vitória da Conquista, Bahia, eu tentava fazer com que ele acordasse, mas ele não acordava. Imediatamente passamos mensagem para os grupos de amigos, colegas e irmãos para que orassem pelo Samuel. Já no hospital, foi feita uma tomografia que constatou que ele havia quebrado o crânio, perfurado o cérebro e estava perdendo massa encefálica. O caso era muito grave. O médico disse que era preciso uma UTI pediátrica para fazer a cirurgia. Surgiu uma vaga em Salvador. Por causa da urgência, foi necessário levá-lo de táxi aéreo. Depois do término da cirurgia, o cirurgião falou que tinha corrido tudo bem, mas o risco de infecção era muito grande e tínhamos que torcer para que ele reagisse bem. No outro dia, Samuel acordou e se alimentou. A médica que o recebeu falou que o acidente tinha sido tão grave que era um milagre ele estar vivo e sem sequelas. Com dois dias, ele andou e saiu da UTI para o quarto. A recuperação dele era tão boa que surpreendia a equipe médica. Enquanto escrevo este texto, já se passaram sete meses do acidente, e Samuel está perfeito como antes. Acredito que a bênção se iniciou quando ajoelhamos no local do acidente e oramos entregando-o a Deus. Aquele ato, aliado às demais orações intercessórias, com certeza fez a diferença. O fato é que, quando colocamos Deus em primeiro lugar, Ele atende conforme Sua promessa. Louvado seja eternamente o nome do nosso Deus! Amém. Mezalane Pereira Soares Barbosa

  50. 255

    Lição da Escola Sabatina - 18/05/2020

    Os dias da criação. Leitura por @Othoni.Vinicius Nos últimos anos tem havido uma tendência de se entender a semana da criação como não literal, como uma metáfora, uma parábola ou até mesmo um mito. Isso surgiu como resultado da teoria da evolução, que supõe longos períodos de tempo para explicar o desenvolvimento da vida no ­planeta Terra. Mas o que a Bíblia ensina sobre esse assunto? Por que os dias da criação em Gênesis 1 devem ser entendidos como literais e não simbólicos? 3. Leia Gênesis 1:3-5 e Êxodo 20:8-11. Como o termo “dia” é usado nesses contextos? Assinale a alternativa correta: A.(  ) Como dia literal, com “tarde e manhã”. B.(  ) Como dia simbólico, significando “milhares e milhares de anos”. A palavra hebraica yôm, ou “dia”, é usada constantemente em toda a narrativa da criação para designar um dia literal. Em Gênesis, nada indica que algo diferente de um dia literal tenha sido pretendido. Alguns estudiosos que não creem que os dias foram literais admitem, no entanto, que a intenção do autor era retratar dias literais. É interessante que o próprio Deus designe esse nome para a primeira unidade de tempo (Gn 1:5). Yôm, ou “dia”, é definido com a frase “houve tarde e manhã” (Gn 1:5, 8, etc.). O termo foi usado no singular, não no plural, significando um dia único. Portanto, os sete dias da criação devem ser entendidos como uma unidade completa de tempo, introduzida pelo número cardinal ‘echad (um), seguido por números ordinais (segundo, terceiro, quarto, etc.). Esse padrão indica uma sequência consecutiva de dias, culminando no sétimo dia. Não há indicação, no uso dos termos nem na própria forma narrativa, de que devesse haver algum intervalo entre esses dias. Os sete dias da criação, de fato, são dias literais, como descrevemos os dias hoje. Além disso, a natureza literal do dia foi tomada como certa quando Deus escreveu com o próprio dedo o quarto mandamento, indicando que o fundamento para o sétimo dia, o sábado, repousa na sequência de uma semana da criação de sete dias literais. Além da criação em Gênesis, temos a recriação, na segunda vinda de Cristo, quando Deus transformará a mortalidade em imortalidade “num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta” (1Co 15:52). Se Deus recria instantaneamente, por que Ele usaria bilhões de anos para a primeira criação, como ensina a evolução teísta?

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