Meditação Matinal da Igreja Adventista - 16/04/2020  episode artwork

EPISODE · Apr 16, 2020 · 3 MIN

Meditação Matinal da Igreja Adventista - 16/04/2020

from Comunhão Diária · host Othoni Vinícius de Paula

Fartura para famintos e sedentos Autoria Pr. Zinaldo Santos. Leitura por @Othoni.Vinicius. Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão fartos. Mateus 5:6 Os números da fome no mundo são assustadores, beirando 1 bilhão de pessoas, de acordo com pesquisas realizadas pelo Instituto Internacional de Investigação sobre Políticas Alimentares. Condições meteorológicas e conflitos civis figuram entre as causas do problema. Ao lado disso, a escassez de água afeta cerca de 40% da população mundial. E, de acordo com o mesmo Instituto, a perspectiva não é muito animadora: até 2050, 4,8 bilhões de pessoas terão acesso a menos do que a mínima quantidade segura para sobrevivência. É possível avaliar a intensidade do anseio com que adultos procuram um prato de alimento? Que dizer então de sedentos? Embora os dois itens sejam indispensáveis para a manutenção da vida, sabe-se que é possível viver mais tempo sem comer do que sem beber água. Sabedor da força dos instintos de fome e sede, Jesus os utilizou para ilustrar a paixão com que devemos buscar a justiça e a felicidade resultantes da satisfação deles. Para os ouvintes de Cristo, a figura era pertinente, pois viviam em uma região caracterizada pela escassez de chuvas, o que afetava a agricultura. Em certa ocasião, Ele mesmo saciou a multidão, multiplicando pães e peixes. Contudo, a fome e a sede aqui referidas estão acima do físico. Elas envolvem o desejo por uma justiça além do exterior, além da prática de ordenanças legais. É justiça gerada pela graça divina no íntimo, exteriorizada na conduta. Ela fará nascer em nós o anseio de liberdade do pecado em todas as suas formas. Por isso, devemos buscá-la como algo cuja falta resultará em morte. Conta-se que um jovem se dirigiu a um sábio e lhe pediu orientação para encontrar o caminho da justiça. O mestre o levou a um rio e, ali, afundou a cabeça do moço na água. Depois de alguns segundos, assustado e ofegante, o rapaz conseguiu se desvencilhar. O sábio perguntou: – O que mais você desejou quando sentiu que se afogaria? A resposta foi: – Ar! Então, o mestre concluiu: – Quando você desejar a salvação e a justiça com tanta intensidade, você encontrará. Sentir superficialmente fome e sede não é tudo. Devemos estar quase a desfalecer para desejar a justiça salvadora. Somente o Pai satisfará nossa fome e sede espirituais.

Fartura para famintos e sedentos Autoria Pr. Zinaldo Santos. Leitura por @Othoni.Vinicius. Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão fartos. Mateus 5:6 Os números da fome no mundo são assustadores, beirando 1 bilhão de pessoas, de acordo com pesquisas realizadas pelo Instituto Internacional de Investigação sobre Políticas Alimentares. Condições meteorológicas e conflitos civis figuram entre as causas do problema. Ao lado disso, a escassez de água afeta cerca de 40% da população mundial. E, de acordo com o mesmo Instituto, a perspectiva não é muito animadora: até 2050, 4,8 bilhões de pessoas terão acesso a menos do que a mínima quantidade segura para sobrevivência. É possível avaliar a intensidade do anseio com que adultos procuram um prato de alimento? Que dizer então de sedentos? Embora os dois itens sejam indispensáveis para a manutenção da vida, sabe-se que é possível viver mais tempo sem comer do que sem beber água. Sabedor da força dos instintos de fome e sede, Jesus os utilizou para ilustrar a paixão com que devemos buscar a justiça e a felicidade resultantes da satisfação deles. Para os ouvintes de Cristo, a figura era pertinente, pois viviam em uma região caracterizada pela escassez de chuvas, o que afetava a agricultura. Em certa ocasião, Ele mesmo saciou a multidão, multiplicando pães e peixes. Contudo, a fome e a sede aqui referidas estão acima do físico. Elas envolvem o desejo por uma justiça além do exterior, além da prática de ordenanças legais. É justiça gerada pela graça divina no íntimo, exteriorizada na conduta. Ela fará nascer em nós o anseio de liberdade do pecado em todas as suas formas. Por isso, devemos buscá-la como algo cuja falta resultará em morte. Conta-se que um jovem se dirigiu a um sábio e lhe pediu orientação para encontrar o caminho da justiça. O mestre o levou a um rio e, ali, afundou a cabeça do moço na água. Depois de alguns segundos, assustado e ofegante, o rapaz conseguiu se desvencilhar. O sábio perguntou: – O que mais você desejou quando sentiu que se afogaria? A resposta foi: – Ar! Então, o mestre concluiu: – Quando você desejar a salvação e a justiça com tanta intensidade, você encontrará. Sentir superficialmente fome e sede não é tudo. Devemos estar quase a desfalecer para desejar a justiça salvadora. Somente o Pai satisfará nossa fome e sede espirituais.

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