Meditação Matinal da Igreja Adventista - 17/05/2020  episode artwork

EPISODE · May 17, 2020 · 3 MIN

Meditação Matinal da Igreja Adventista - 17/05/2020

from Comunhão Diária · host Othoni Vinícius de Paula

O chiqueiro e o kezazah. Autoria Pr. Zinaldo Santos. Leitura por @Othoni.Vinicius Irei ter com o meu pai, e lhe direi: Pai, pequei contra o Céu e contra ti. Lucas 15:18 As três parábolas encontradas em Lucas 15 retratam o interesse de Deus por pessoas que não costumamos valorizar. Pessoas que se afastam do Senhor, perdem-se e, por isso mesmo, tornam-se alvo de Seu amoroso esforço para resgatá-las. O fato de serem achadas por seu verdadeiro Proprietário, bom Pastor e Pai se torna motivo de alegria no Céu. A última das três parábolas, a do “filho pródigo”, é uma das histórias bíblicas mais queridas e conhecidas. Embora o título da parábola chame atenção para um personagem, os outros dois também se mostraram pródigos: um em virtudes; o outro, defeitos. O filho pródigo é um protótipo de todos quantos ainda hoje amargam consequências devastadoras resultantes de escolhas drásticas. Em sua derrocada moral, social, material e espiritual, ele jamais poderia culpar fatores externos por seu fracasso. Não poderia se dizer vítima de ambiente, pressões culturais, família mal estruturada, educação deficiente ou quaisquer outros aspectos. Ele mesmo escolheu seu caminho. Idealizou, determinou, refletiu, planejou e o buscou. Ao ferir o coração do pai solicitando-lhe sua parte na herança, ele sabia o que queria: ser autossuficiente, descobrir na prática o que em sua mente significava ser livre para satisfazer desejos e viver sem restrições. E assim foi. O resultado disso é conhecido e visto se repetindo todos os dias. Tendo a fome batido às portas, o encontrou sem dinheiro, esbanjado com amigos e amigas, glutonaria e bebedice. Então, trabalhar e comer com porcos foi o que lhe restou. Não havia lugar mais baixo do que o chiqueiro. Dali, conseguiu ver apenas uma saída: voltar para os braços do pai. Mas teria que enfrentar a própria vergonha e a humilhação imposta pelo kezazah. Esse era um ritual por meio do qual a comunidade mostrava seu repúdio à pessoa que, tendo escolhido deixá-la, desperdiçasse os bens entre os gentios. No eventual retorno de quem o fizesse, o povo reunido quebraria um vaso de barro diante dele, como símbolo do desprezo e indignação. Entretanto, “miserável como era, o pródigo achou esperança na convicção do amor do pai”. De fato, ninguém espera em vão nesse amor. Não importando quem seja, o que faça ou até onde vá um pródigo pecador, “uma cadeia dourada, a graça e compaixão do amor divino, é atada” a seu redor (Ellen White, Parábolas de Jesus, p. 202).

O chiqueiro e o kezazah. Autoria Pr. Zinaldo Santos. Leitura por @Othoni.Vinicius Irei ter com o meu pai, e lhe direi: Pai, pequei contra o Céu e contra ti. Lucas 15:18 As três parábolas encontradas em Lucas 15 retratam o interesse de Deus por pessoas que não costumamos valorizar. Pessoas que se afastam do Senhor, perdem-se e, por isso mesmo, tornam-se alvo de Seu amoroso esforço para resgatá-las. O fato de serem achadas por seu verdadeiro Proprietário, bom Pastor e Pai se torna motivo de alegria no Céu. A última das três parábolas, a do “filho pródigo”, é uma das histórias bíblicas mais queridas e conhecidas. Embora o título da parábola chame atenção para um personagem, os outros dois também se mostraram pródigos: um em virtudes; o outro, defeitos. O filho pródigo é um protótipo de todos quantos ainda hoje amargam consequências devastadoras resultantes de escolhas drásticas. Em sua derrocada moral, social, material e espiritual, ele jamais poderia culpar fatores externos por seu fracasso. Não poderia se dizer vítima de ambiente, pressões culturais, família mal estruturada, educação deficiente ou quaisquer outros aspectos. Ele mesmo escolheu seu caminho. Idealizou, determinou, refletiu, planejou e o buscou. Ao ferir o coração do pai solicitando-lhe sua parte na herança, ele sabia o que queria: ser autossuficiente, descobrir na prática o que em sua mente significava ser livre para satisfazer desejos e viver sem restrições. E assim foi. O resultado disso é conhecido e visto se repetindo todos os dias. Tendo a fome batido às portas, o encontrou sem dinheiro, esbanjado com amigos e amigas, glutonaria e bebedice. Então, trabalhar e comer com porcos foi o que lhe restou. Não havia lugar mais baixo do que o chiqueiro. Dali, conseguiu ver apenas uma saída: voltar para os braços do pai. Mas teria que enfrentar a própria vergonha e a humilhação imposta pelo kezazah. Esse era um ritual por meio do qual a comunidade mostrava seu repúdio à pessoa que, tendo escolhido deixá-la, desperdiçasse os bens entre os gentios. No eventual retorno de quem o fizesse, o povo reunido quebraria um vaso de barro diante dele, como símbolo do desprezo e indignação. Entretanto, “miserável como era, o pródigo achou esperança na convicção do amor do pai”. De fato, ninguém espera em vão nesse amor. Não importando quem seja, o que faça ou até onde vá um pródigo pecador, “uma cadeia dourada, a graça e compaixão do amor divino, é atada” a seu redor (Ellen White, Parábolas de Jesus, p. 202).

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